A Adega Mayor celebra dez anos no mercado com uma nova imagem e novidades na sua gama, agora or­ganizada sob o lema “Abre os Sen­tidos”. As alterações mais visíveis – para além dos rótulos, claro – têm a ver com o fim da linha de vinhos Adega Mayor, que agora passa a chamar-se Reserva, com varietais brancos de Pinot Gris, Verdelho e Viognier, tinto de Touriga Nacional e rosé de Pinot Noir.

O lema “Abre os Sentidos”, dá for­ma aos novos rótulos, com a gama Caiado associada à pintura, os Re­serva conotados com a fotografia, os monocasta ao ritmo da música, os topos de gama sob o signo da literatura e o espumante ligado ao design. Rita Nabeiro, directora geral, explica que a empresa muda “para aumentar a notoriedade, reforçar-se como símbolo de qualidade e atrair novos consumidores”; e, de cami­nho, deixa alguns números do que é a Adega Mayor após uma década no mercado: 180 hectares de vinha, 4,5 milhões de litros de vinho, 1 milhão de garrafas, duas adegas, 15 referên­cias, 5 milhões de euros de factura­ção anual.

A apresentação dos novos vinhos e imagem da Adega Mayor decorreu no Sem Título, um espaço “pop up” que funcionará durante o mês de Ju­lho na Rua do Alecrim, em Lisboa, sob a batuta do chefe Nuno Bergon­se. Mais do que um restaurante, este é um espaço de experiências, onde se pode beber um copo de vinho, mas também viver uma refeição que desafia as regras instituídas. Ao lon­go do mês, haverá três menus distin­tos.
LF

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