OS rumores já corriam há algum tempo, mas o negócio está concretizado. A partir de agora, o património da Tapada do Chaves, localizado em Frangoneiro, nos arredores de Portalegre, passou para o universo da Fundação Eugénio de Almeida (FEA). Este é o primeiro investimento vitícola da FEA fora da zona de Évora, onde tem sede. A FEA comprou as acções da Tapada do Chaves e vai manter a empresa – José Ginó, do Conselho Executivo, explicou à VINHO Grandes Escolhas que as operações vão continuar separadas. Ou seja, a marca vai continuar e não deverão existir cruzamentos entre os dois projectos.

Para além das marcas (e sua notoriedade), a FEA adquiriu 60 hectares de terra e 32 de património vitícola, 23 dos quais de castas de uva tinta e 9 hectares de castas de uva branca. A idade das vinhas oscila entre os 15 e os 116 anos. As vinhas mais velhas serão mesmo das mais idosas do país. O terroir é fortemente influenciado pela orografia (serra de São Mamede) e pela cobertura agro-florestal.

A exploração comercial da marca Tapada do Chaves iniciou-se em 1965. O objectivo da nova administração é reforçar a presença dos vinhos tintos e branco no segmento topo de gama.

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