Esporão vende Sovina e torna-se accionista da Musa

Esporão

Fundada em 2011 e integrada no universo do Esporão em 2018, a Sovina passa agora para as mãos da Musa, criada em 2016, que, por sua vez, vê 10% do seu capital comprado pelo Esporão. A formalização do acordo para esta transição assegura a continuidade da Sovina, a pioneira no contexto da cerveja artesanal portuguesa. […]

Fundada em 2011 e integrada no universo do Esporão em 2018, a Sovina passa agora para as mãos da Musa, criada em 2016, que, por sua vez, vê 10% do seu capital comprado pelo Esporão. A formalização do acordo para esta transição assegura a continuidade da Sovina, a pioneira no contexto da cerveja artesanal portuguesa. Com esta mudança, o equipamento instalado na Herdade do Esporão será transferido para a fábrica da Musa, em Lisboa.

Para João Roquette, Presidente do Conselho de Administração do Esporão, “a Musa tem demonstrado uma capacidade ímpar de crescimento com solidez, criatividade e proximidade ao consumidor. Juntar a Sovina ao seu portefólio e fazermos parte do projecto é garantir que o legado da marca se mantém vivo, com novas oportunidades de afirmação e sucesso de ambos os projectos.” Portanto, integrar a Sovina no portefólio da Musa “é uma grande responsabilidade, mas também um reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver”, reforça André Henriques de Carvalho, CEO da Musa, para quem “a entrada do Esporão como parceiro confirma a maturidade que o sector alcançou”. Atualmente, a Musa conta com quatro brewpubs, uma fábrica moderna no Norte de Lisboa e prevê atingir, em 2025, 4 milhões de euros de volume de negócios.

A Melhor Carta Regional de Vinhos da Europa vai para…

rei dos leitões

O Rei dos Leitões, na Mealhada, concelho inserido na região vitivinícola da Bairrada, foi distinguido com o galardão de Melhor Carta Regional de Vinhos, no âmbito do World’s Best Wine Lists Awards 2025, pelo The World of Fine Wine. A cerimónia de entrega de prémios decorreu no histórico The Savoy Hotel, em Londres, onde, para […]

O Rei dos Leitões, na Mealhada, concelho inserido na região vitivinícola da Bairrada, foi distinguido com o galardão de Melhor Carta Regional de Vinhos, no âmbito do World’s Best Wine Lists Awards 2025, pelo The World of Fine Wine. A cerimónia de entrega de prémios decorreu no histórico The Savoy Hotel, em Londres, onde, para além da Carta de Vinhos do Ano, foram conhecidos os vencedores de mais 24 categorias, sem contar com os seis laureados nas Listas dos Campeões de 2025.

De acordo com a última contagem, o Rei dos Leitões, aberto nos anos 1940, reúne, hoje, quase 5000 referências vínicas, das quais aproximadamente 2000 são vinhos da Bairrada. A maioria são tintos, entre os quais constam muitas relíquias. É o caso dos Bussaco, com colheitas entre os anos 80 e 90 do século XX, da Caves Messias, com referências feitas a partir de Castelão e de Cabernet Sauvignon em estreme, as quais já não são comercializadas, ou da Caves São João, com colheitas, entre branco e tinto, de Frei João de 1959, 1961 e 1966.

Região dos Vinhos Verdes com novo site

Vinhos Verdes

Por ocasião do 117º aniversário da demarcação, constituída através da publicação da Carta de Lei de 18 de Setembro de 1908, a Região dos Vinhos Verdes apresenta o novo site institucional. A aposta reforçada na comunicação orientada para o consumidor estende-se desde a região à instituição, passando pela vinha, pelos vinhos e pelo enoturismo, tema […]

Por ocasião do 117º aniversário da demarcação, constituída através da publicação da Carta de Lei de 18 de Setembro de 1908, a Região dos Vinhos Verdes apresenta o novo site institucional. A aposta reforçada na comunicação orientada para o consumidor estende-se desde a região à instituição, passando pela vinha, pelos vinhos e pelo enoturismo, tema associado à oferta dinamizada pela Rota dos Vinhos Verdes. Sem esquecer os perfis dos vinhos produzidos neste território, as nove sub-regiões, as castas, as possibilidades de harmonização e receitas de Chefes conceituados, entre outras informações.

Mantém-se a matriz técnica e as funcionalidades pensadas para os operadores económicos da região, bem como as temáticas e os procedimentos associados à viticultura, a par com a informação acerca da certificação, a sustentabilidade, a formação da Academia dos Vinhos Verdes ou a actualização dos controlos de maturação para a vindima. Para explorar o site, basta aceder através do link www.vinhoverde.pt

Vinhos verdes

CVA: novos órgãos sociais

CVA

Sara Sofia Santos Soares Silva assume novamente o cargo de presidente da Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA), desta vez, pelo período de 2025-2027. A informação decorre dos resultados do processo eleitoral, que contou, no dia 4 de Setembro, com a participação de membros do sector vitivinícola da região. No alinhamento desta eleição dos órgãos sociais […]

Sara Sofia Santos Soares Silva assume novamente o cargo de presidente da Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA), desta vez, pelo período de 2025-2027. A informação decorre dos resultados do processo eleitoral, que contou, no dia 4 de Setembro, com a participação de membros do sector vitivinícola da região.

No alinhamento desta eleição dos órgãos sociais da CVA, os vogais eleitos são Edite Maria Alves, na Produção, e Manuel Lopo de Carvalho, no Comércio. Já o Conselho Geral, presidido por Francisco Miguel Sottomayor Pinto de Castelo-Branco, é composto pela CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal, na Produção, bem como pela ACIRO – Associação Comercial, Industrial e Serviços da Região Oeste, e pela NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, no Comércio. Já o cargo de Fiscal Único foi atribuído a João Miguel Pinto Galvão, em representação da Sociedade de Revisores Galvão, Nunes, Tavares & Associados.

Segundo o comunicado da CVA, “com este novo ciclo de liderança, a Comissão Vitivinícola do Algarve reafirma o seu compromisso com a inovação e sustentabilidade, além de reforçar o papel da região como uma das principais produtoras de vinhos de qualidade em Portugal. O novo mandato tem como objetivo fortalecer a viticultura algarvia, promovendo a produção e a comercialização dos vinhos da região tanto no mercado nacional quanto internacional”.

CVA

ViniPortugal na ProWine de São Paulo

ViniPortugal

De 30 de Setembro a 2 de Outubro, a ViniPortugal volta a marcar presença na ProWine São Paulo, que terá lugar no Expo Center Norte, desta vez, com 35 produtores reunidos num espaço colectivo, com cerca de 260m². A participação neste certame faz parte do Plano de Promoção 2025 e tem como finalidade identificar novas […]

De 30 de Setembro a 2 de Outubro, a ViniPortugal volta a marcar presença na ProWine São Paulo, que terá lugar no Expo Center Norte, desta vez, com 35 produtores reunidos num espaço colectivo, com cerca de 260m². A participação neste certame faz parte do Plano de Promoção 2025 e tem como finalidade identificar novas oportunidades de negócio para os produtores com e sem distribuição no Brasil.

Ao longo dos três dias, haverá duas Masterclasses Vinhos de Portugal conduzidas por Dirceu Vianna Junior MW, o primeiro Master of Wine de língua portuguesa. A sessão de 30 de Setembro será dedicada ao tema “Grandes Vinhos de Portugal 2025 – Concurso Vinhos de Portugal”, com destaque para os vinhos distinguidos como Melhores do Ano e Grandes Ouro. No dia 1 de Outubro, a Masterclass “Tendências de Consumo e os Vinhos Portugueses” incidirá nas mudanças dos hábitos de consumo e o impacto no sector.

De acordo com o comunicado, Frederico Falcão, Presidente da ViniPortugal, esta participação nesta feira permite “reforçar a marca Vinhos de Portugal num mercado estratégico, como é o caso do Brasil, que em 2024 registou um crescimento de 7,5%, alcançando 85,8 milhões de euros em exportações”.

A ProWine São Paulo é exclusiva para os profissionais do sector vitivinícola e um dos principais pontos de encontro da indústria na América Latina. O objectivo consiste em fomentar a geração de negócios e o desenvolvimento do sector através de networking e partilha de conhecimento.

Vinhos do Alentejo e ASAE controlam autenticidade das uvas

Vinhos do Alentejo e ASAE

A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) celebraram um Protocolo de Cooperação, com o objectivo de reforçar a fiscalização da produção vitivinícola, assegurando a autenticidade e a conformidade dos vinhos com Denominação de Origem (DOC) e Indicação Geográfica (IG) do Alentejo. A articulação reforçada entre ambas as […]

A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) e a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) celebraram um Protocolo de Cooperação, com o objectivo de reforçar a fiscalização da produção vitivinícola, assegurando a autenticidade e a conformidade dos vinhos com Denominação de Origem (DOC) e Indicação Geográfica (IG) do Alentejo.

A articulação reforçada entre ambas as entidades incidem na realização de ações conjuntas de controlo, sobretudo no período das vindimas, no sentido de proteger a origem das uvas e enfatizar a confiança no selo “Alentejo”. Em suma, “a colaboração com a ASAE reforça a credibilidade do setor e a proteção da região vitivinícola”, afirma Luís Sequeira, Presidente da CVRA.

A CVRA foi criada em 1989, é responsável pela certificação e controlo da origem e qualidade, promoção e fomento da sustentabilidade, bem como pela proteção e defesa da DOC Alentejo e da Indicação Geográfica Alentejano, e detém uma iniciativa pioneira, o “Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo”. Este território vitivinícola abrange uma área de vinha de 23,3 mil de hectares e é uma das duas únicas regiões do mundo que produz Vinho de Talha há mais de dois mil anos.

José Maria da Fonseca dá cartas no enoturismo

José Maria da Fonseca

A Casa-Museu José Maria da Fonseca, em Vila Nogueira de Azeitão, no território vitivinícola da Península de Setúbal, e a Adega José de Sousa, em Reguengos de Monsaraz, na região do Alentejo, foram distinguidas com o prémio Travellers’ Choice Awards do Tripadvisor. Além da produção vitivinícola, ambas fazem parte da oferta enoturística da José Maria […]

A Casa-Museu José Maria da Fonseca, em Vila Nogueira de Azeitão, no território vitivinícola da Península de Setúbal, e a Adega José de Sousa, em Reguengos de Monsaraz, na região do Alentejo, foram distinguidas com o prémio Travellers’ Choice Awards do Tripadvisor. Além da produção vitivinícola, ambas fazem parte da oferta enoturística da José Maria da Fonseca, que, neste contexto, vê a primeira a conquistar este prémio pelo 11º ano consecutivo e a segunda a repetir a mesma proeza pela terceira vez. A classificação é igual: 4,5 estrelas.

A dupla distinção “demonstra a consistência do nosso trabalho e a confiança que os visitantes depositam nas experiências que oferecemos”, nas palavras de Sofia Soares Franco, responsável pelo enoturismo desta empresa familiar. As portas permanecem abertas a visitantes nacionais e internacionais de Abril a Outubro, entre as 10h00 e as 17h30m, e de Novembro a Março, das 10h00 às 16h30m, na Casa-Museu José Maria da Fonseca. Na Adega José de Sousa, as visitas tem hora marcada às 11h00, 15h00 e 17h00, de Abril a Outubro, enquanto de Novembro a Março, ocorrem às 11h00 e às 15h00.

Forno d’Oro em Lisboa é uma das melhores pizzarias do mundo

Tanka Sapkota

O chef nepalês Tanka Sapkota, que, em 2022, recebeu o prémio “Restaurante Cozinha do Mundo”, da Grandes Escolhas, pelo restaurante Come Prima, em Lisboa, acaba de ver o seu Forno d’Oro, localizado também na capital portuguesa, a subir para o 61º lugar no guia 50 Top Pizza World 2025. É, por conseguinte, o único restaurante […]

O chef nepalês Tanka Sapkota, que, em 2022, recebeu o prémio “Restaurante Cozinha do Mundo”, da Grandes Escolhas, pelo restaurante Come Prima, em Lisboa, acaba de ver o seu Forno d’Oro, localizado também na capital portuguesa, a subir para o 61º lugar no guia 50 Top Pizza World 2025. É, por conseguinte, o único restaurante português a constar neste ranking internacional. Esta distinção junta-se, assim, ao reconhecimento do 50 Top Pizza Europa, no qual está nos primeiros dez lugares da respectiva tabela.

Tanka Sapkota

Radicado em Portugal há quase três décadas, Tanka Sapkota abriu o Forno d’Oro em 2014, onde a pizza napolitana ganha destaque na ementa. Aliás, o chef nepalês é conhecido pelo trabalho que tem vindo a fazer no mundo das pizzas, com o foco neste tipo de massa, projetando o nosso país no contexto mundial da cozinha italiana. O segredo? Está na massa, submetida a uma levedura com duração de 36 horas e a uma cozedura a 450 ºC, em forno a lenha revestido a folhas de ouro, para que cada pizza esteja pronta em menos de um minuto.

 

 

Reveja o momento da atribuição do prémio “Restaurante Cozinha do Mundo” atribuído pela Grandes Escolhas em 2022