Quinta de La Rosa lança cerveja artesanal

A Quinta de La Rosa, no Douro, é a mais recente produtora de cerveja artesanal, com o lançamento da LA Rosa IPA (Indian Pale Ale) e o anúncio de que em breve o portefólio será reforçado com uma Lager. A “divisão cervejeira” deste renomado produtor de vinhos do Douro e Porto é liderada por Philip […]

A Quinta de La Rosa, no Douro, é a mais recente produtora de cerveja artesanal, com o lançamento da LA Rosa IPA (Indian Pale Ale) e o anúncio de que em breve o portefólio será reforçado com uma Lager.

A “divisão cervejeira” deste renomado produtor de vinhos do Douro e Porto é liderada por Philip Bergqvist (irmão de Sophia Bergkvist, a cara da quinta, e co-proprietário da Quinta de La Rosa) e conta com o apoio do enólogo Jorge Moreira, por sua vez tutorado pelo mestre cervejeiro britânico Richard Naisby, que no Reino Unido tem vindo a utilizar Vinho do Porto da Quinta de La Rosa na produção personalizada de cerveja preta Stout Markus Aurelius.

A La Rosa IPA resulta de um blend em que metade estagiou num velho casco de vinho branco e a outra metade em cuba de inox. De cor dourada, é bastante aromática, realçando-se as notas frutadas (a lembrar laranja e maracujá) e florais – aromas dados pelos lúpulos utilizados e pelas barricas. É muito encorpada e plena de sabores. Com 7% de álcool, a La Rosa IPA está disponível em barril e em garrafas de 50 cl. Para além da Quinta de la Rosa – na loja (€5,50) e no restaurante Cozinha da Clara – está actualmente à venda no Six Senses Hotel.

Faina Maior é o mais recente espumante Baga Bairrada

CHAMA-SE Faina Maior, foi lançado na inauguração do Festival do Bacalhau 2017, em Ílhavo, e é o membro mais recente (o 17º) da categoria de espumantes Baga Bairrada. Foi criado em homenagem aos homens que se dedicam à faina do bacalhau e à própria Bairrada, juntando dois dos seus produtos emblemáticos: o bacalhau e os […]

CHAMA-SE Faina Maior, foi lançado na inauguração do Festival do Bacalhau 2017, em Ílhavo, e é o membro mais recente (o 17º) da categoria de espumantes Baga Bairrada. Foi criado em homenagem aos homens que se dedicam à faina do bacalhau e à própria Bairrada, juntando dois dos seus produtos emblemáticos: o bacalhau e os espumantes. Este espumante resulta de uma parceria entre a Comissão Vitivinícola da Bairrada, a Associação Rota da Bairrada e o Município de Ílhavo.

O Faina Maior Baga Bairrada Bruto branco é um blanc de noirs (100% Baga), com edição limitada de 1.000 garrafas. Estará à venda por 10 euros nos espaços da Associação Rota da Bairrada – na Curia, em Oliveira do Bairro e na Vagueira (espaço pop-up; até Setembro) –, na loja do Museu Marítimo e nas lojas de Turismo de Ílhavo.

Este é o 17º espumante lançado com a designação ‘oficial’ Baga Bairrada, dois anos depois de ter sido criada pela Comissão Vitivinícola da Bairrada. O propósito, já agora, foi o de “preservar a identidade da Bairrada e da sua casta rainha, a Baga, colocando os espumantes da região num patamar de elevada qualidade”.

Maioria dos americanos diz que rolha é sinal de qualidade do vinho

TEXTO António Falcão FOTOS Nuno Correia, cortesia APCOR UM estudo realizado pela empresa Wine Opinions (wineopinions.com), especializada em estudos de opinião, chegou à conclusão de que a rolha de cortiça é um indicador da qualidade do vinho.  Cerca de 97% dos participantes do estudo declararam isso mesmo. Do estudo também se conclui que a rolha […]

TEXTO António Falcão FOTOS Nuno Correia, cortesia APCOR

UM estudo realizado pela empresa Wine Opinions (wineopinions.com), especializada em estudos de opinião, chegou à conclusão de que a rolha de cortiça é um indicador da qualidade do vinho.  Cerca de 97% dos participantes do estudo declararam isso mesmo. Do estudo também se conclui que a rolha de cortiça é o vedante preferido para os vinhos adquiridos num restaurante (91%), para os vinhos comprados para presentes (93%), e ainda para os vinhos que se levam para um jantar de amigos (86%).

A principal razão apontada para estas preferências tem a ver com a noção de que a cortiça envolve um importante sentido de tradição. Outra forte razão tem a ver com todo o ritual da abertura da garrafa selada com rolha. Até o típico som da rolha a saltar foi mencionado. Outro pormenor importante tem a ver com a ligação entre a rolha e o envelhecimento do vinho. Ou seja, o facto de uma garrafa ter rolha é ligada pelo consumidor a uma maior qualidade do vinho e da respectiva marca antes da compra. E é, ao mesmo tempo, um indicador da qualidade global.

Apareceu, contudo, uma surpresa no estudo: apesar das campanhas realizadas, muitos consumidores de vinho americanos continuam a ter dificuldades em perceber e apreciar os benefícios sociais e ambientais da cortiça, face aos vedantes de plástico e alumínio.

Sobre este assunto, Peter Weber, da Cork Quality Council (corkqc.com), uma organização Americana com sede na Califórnia, disse em comunicado: “É um facto que a cortiça é um recurso natural 100% renovável e sustentável (…). Não só nos dá uma importante retenção de CO2, uma ferramenta fundamental para combater as alterações climáticas, como o montado de sobro é um dos 36 ambientes mais importantes para a biodiversidade”. Com base neste estudo, Weber considera que é preciso fazer mais para passar a mensagem ambiental ao público enófilo.

O estudo englobou 1.549 consumidores e procurou entender as atitudes e comportamentos de compra dos consumidores de vinho americanos face aos diferentes vedantes para o vinho. O estudo foi publicado nos Estados Unidos e foi encomendado pela Associação Portuguesa da Cortiça (APCOR) e pela Cork Quality Council.

Real Companhia Velha abre enoturismo em Vila Nova de Gaia

JÁ não é segredo para ninguém que a Real Companhia Velha tem apostado no seu enoturismo no Douro, na Quinta das Carvalhas (junto ao Pinhão). Mas o investimento não ficou por aqui: também em Vila Nova de Gaia, nas caves da empresa, existem muitas mudanças para atrair o turista. Na oferta enoturística há a realçar […]

não é segredo para ninguém que a Real Companhia Velha tem apostado no seu enoturismo no Douro, na Quinta das Carvalhas (junto ao Pinhão). Mas o investimento não ficou por aqui: também em Vila Nova de Gaia, nas caves da empresa, existem muitas mudanças para atrair o turista. Na oferta enoturística há a realçar a criação de seis programas de visita, com nomes definidos: Clássica, Premium, Fundadores, Colheitas, Vintage ou Memories. Os visitantes começam por assistir a uma projecção sobre a história da Companhia e o processo de feitoria do vinho do Porto, desde o Douro até Vila Nova de Gaia. A visita prossegue com a visita ao armazém principal de envelhecimento, onde repousa uma ampla selecção de vinhos do Porto Tawny, envelhecidos em cascos de carvalho. No mesmo lugar encontra-se a garrafeira particular da família, composta por mais de 16.000 garrafas de colheitas raras de vinhos do Porto Vintage, das quais a mais antiga remonta a 1765, ou seja, datada nove anos após a sua instituição.

O visitante segue depois para o “Museu Vintage” e a visita termina na nova sala de provas. É aqui que entram as opções de visita, em função dos vinhos a provar. E, claro, altera também o preço, que vai de 7,50 aos 250 euros. A opção mais cara, por exemplo, inclui uma prova de vinhos muito raros, como o Carvalhas Memories’, de 1867.

Há ainda a chamada ‘Visita de Grupo’, para mais de 30 pessoas e com reserva obrigatória. Os enoturistas são acompanhadas por um técnico de turismo e a visita são personalizadas em função do perfil do(s) visitante(s). Os preços por cabeça variam entre os 5 e os 250 euros. Note-se que existem várias línguas que

Várias degustações e experiências gastronómicas estão disponíveis à carta e é ainda possível personalizar visitas. O visitante pode ainda usufruir da Loja de Vinhos, que tem à venda todas as gamas da Real Companhia Velha.

As caves têm parque (gratuito) e o horário das visitas vai das 10h às 17h. As marcações podem ser feitas através do telefone 223 775 194 ou via e-mail: turismo@realcompanhiavelha.pt.”

Vindimas a todo o gás em algumas regiões

HÁ anos em que o ciclo das videiras se acelera, mas depois o calor extremo no Verão atrasa o processo, levando a que as vindimas acabem por ocorrer nos prazos habituais. Mas em 2017 o avanço que se foi notando nos diversos estados fenológicos não foi travado e desde o início de Agosto que já […]

anos em que o ciclo das videiras se acelera, mas depois o calor extremo no Verão atrasa o processo, levando a que as vindimas acabem por ocorrer nos prazos habituais. Mas em 2017 o avanço que se foi notando nos diversos estados fenológicos não foi travado e desde o início de Agosto que já se pode encontrar gente nas vinhas, em plena faina das vindimas. Um cenário que se acentuou mal entrámos na segunda semana do mês.

A situação levou a que muita gente tivesse de interromper as férias – ou abdicar delas, por completo, como aconteceu com o enólogo Paulo Laureano. Embora na Vidigueira, o epicentro da sua actividade, a “Antão Vaz continue na sua calma alentejana”, muitas outras castas brancas evoluíram a um ritmo tão rápido que foi preciso avançar desde já. “O Verdelho está na adega e Arinto e Roupeiro estão prontos. Estamos a vindimar há uma semana”, explica Paulo Laureano.

A situação não é inédita, mas este ano revestiu-se de uma pressa pouco habitual: “Nos últimos anos tem sido comum começarmos cedo, mas este ano é com maior urgência e em mais castas.” Para Paulo Laureano fica a curiosidade de ver como evoluirão as castas tintas. E prazos para o final da vindima é coisa que não arrisca. Férias? “Talvez lá para Dezembro…”

Também António Ventura, enólogo-consultor em vários projectos espalhados pelo país, começou a vindimar assim que chegou Agosto. “Abrimos com Fernão Pires em Almeirim e na sexta-feira [4 de Agosto] arrancámos no Alentejo (Herdade da Candeeira, Borba…). Em Lisboa e no Douro deveremos esperar pela última semana do mês, primeira de Setembro.”

António Ventura garante que esta maturação precoce não o surpreendeu. “A partir de determinada altura, deu para perceber que havia antecipação em todos os estados fenológicos. Às vezes o calor bloqueia as maturações durante algum tempo, mas este ano os ciclos de temperaturas altas foram mais curtos e houve algumas noites frias, pelo que se registam oito a dez dias de avanço. Eu estava preparado, mas sei de muita gente que teve de vir à pressa…”
LF

A “família” Pioneiro aumentou com branco e tinto

OITO meses depois do lançamento dos Moscatéis Pioneiro, a Venâncio da Costa Lima aumenta esta família de vinhos, lançando mais dois vinhos:  um branco e um tinto. O Pioneiro tinto 2015 foi elaborado com as castas Castelão, Aragonez e Syrah. Teve estágio em barrica. O Pioneiro branco 2016 usa Moscatel e Fernão Pires. A marca […]

OITO meses depois do lançamento dos Moscatéis Pioneiro, a Venâncio da Costa Lima aumenta esta família de vinhos, lançando mais dois vinhos:  um branco e um tinto.

O Pioneiro tinto 2015 foi elaborado com as castas Castelão, Aragonez e Syrah. Teve estágio em barrica. O Pioneiro branco 2016 usa Moscatel e Fernão Pires.

A marca Pioneiro celebra a história do fundador, Venâncio da Costa Lima, que criou em 1914 a empresa na Quinta do Anjo (Palmela). Mas, decidido a levar os seus vinhos a mais apreciadores, percorreu o país, estabelecendo relações duradouras. A marca Pioneiro celebra este seu percurso pioneiro.

Os novos vinhos são um lançamento em exclusivo para a cadeia de supermercados Intermarché. O preço para ambos os vinhos são de €3,99.

Fundação Eugénio de Almeida adquiriu Tapada do Chaves

OS rumores já corriam há algum tempo, mas o negócio está concretizado. A partir de agora, o património da Tapada do Chaves, localizado em Frangoneiro, nos arredores de Portalegre, passou para o universo da Fundação Eugénio de Almeida (FEA). Este é o primeiro investimento vitícola da FEA fora da zona de Évora, onde tem sede. […]

OS rumores já corriam há algum tempo, mas o negócio está concretizado. A partir de agora, o património da Tapada do Chaves, localizado em Frangoneiro, nos arredores de Portalegre, passou para o universo da Fundação Eugénio de Almeida (FEA). Este é o primeiro investimento vitícola da FEA fora da zona de Évora, onde tem sede. A FEA comprou as acções da Tapada do Chaves e vai manter a empresa – José Ginó, do Conselho Executivo, explicou à VINHO Grandes Escolhas que as operações vão continuar separadas. Ou seja, a marca vai continuar e não deverão existir cruzamentos entre os dois projectos.

Para além das marcas (e sua notoriedade), a FEA adquiriu 60 hectares de terra e 32 de património vitícola, 23 dos quais de castas de uva tinta e 9 hectares de castas de uva branca. A idade das vinhas oscila entre os 15 e os 116 anos. As vinhas mais velhas serão mesmo das mais idosas do país. O terroir é fortemente influenciado pela orografia (serra de São Mamede) e pela cobertura agro-florestal.

A exploração comercial da marca Tapada do Chaves iniciou-se em 1965. O objectivo da nova administração é reforçar a presença dos vinhos tintos e branco no segmento topo de gama.

Dirceu Vianna na feira Grandes Escolhas | Vinhos&Sabores

DIRCEU Vianna Junior, o único Master of Wine de língua portuguesa, ainda recentemente confirmado como novo colaborador da Vinho Grandes Escolhas, marcará presença na feira Grandes Escolhas | Vinhos&Sabores que decorrerá na FIL, Parque das Nações, de 27 a 30 de Outubro próximo. Originário do Brasil, Dirceu Vianna Júnior fez a sua carreira profissional nas […]

DIRCEU Vianna Junior, o único Master of Wine de língua portuguesa, ainda recentemente confirmado como novo colaborador da Vinho Grandes Escolhas, marcará presença na feira Grandes Escolhas | Vinhos&Sabores que decorrerá na FIL, Parque das Nações, de 27 a 30 de Outubro próximo.

Originário do Brasil, Dirceu Vianna Júnior fez a sua carreira profissional nas maiores empresas importadoras de vinho do Reino Unido, tendo superado os exigentes exames para Master of Wine em 2008. Presentemente é consultor da ViniPortugal e tem orientado várias Masterclasse e provas de vinhos um pouco por todo o mundo. Na feira Grandes Escolhas | Vinhos&Sabores, Dirceu terá mais uma oportunidade de “mergulhar” no universo dos vinhos portugueses, provando muitos dos vinhos presentes e dirigirá uma das Grandes Provas do programa, para além de orientar, juntamente com Luis Lopes, director da V Grandes Escolhas, uma Masterclasse de vinhos portugueses especialmente dirigida aos compradores e sommeliers suíços que nos visitam.

A participação activa de Dirceu Vianna na feira Grandes Escolhas | Vinhos&Sabores é mais uma oportunidade de divulgação internacional para muitos dos produtores presentes.