Casa Ermelinda Freitas vence duas estrelas no concurso ProdExpo

A Casa Ermelinda Freitas ganhou, com os seus vinhos CEF Merlot Reserva e Vinha do Fava Touriga Nacional, duas ProdExpo Stars atribuídas ao vinho mais pontuado em cada categoria, no mais famoso concurso de vinhos da Rússia, o ProdExpo 2019. Na mesma competição, o produtor obteve um total de 18 medalhas (2 ProdExpo Stars, 12 […]
A Casa Ermelinda Freitas ganhou, com os seus vinhos CEF Merlot Reserva e Vinha do Fava Touriga Nacional, duas ProdExpo Stars atribuídas ao vinho mais pontuado em cada categoria, no mais famoso concurso de vinhos da Rússia, o ProdExpo 2019.
Na mesma competição, o produtor obteve um total de 18 medalhas (2 ProdExpo Stars, 12 medalhas de ouro, 4 de prata).
Desde 1999 a Casa Ermelinda Freitas, já obteve mais de 1000 prémios a nível nacional e internacional.
Brandy Croft volta à origem

Após vários anos de gestão e distribuição por empresas multinacionais, o Brandy Croft vai regressar à “casa mãe”. A Croft acaba de anunciar a aquisição, recuperando agora o controlo total sobre a marca. A nova fase da marca conta com nova distribuição, que passou a ser assegurada pelo Grossão, empresa detida pelo grupo The Fladgate […]
Após vários anos de gestão e distribuição por empresas multinacionais, o Brandy Croft vai regressar à “casa mãe”. A Croft acaba de anunciar a aquisição, recuperando agora o controlo total sobre a marca.
A nova fase da marca conta com nova distribuição, que passou a ser assegurada pelo Grossão, empresa detida pelo grupo The Fladgate Partnership, à qual pertence também a Croft.
No mercado desde o início da década de 60, altura em que a casa Croft investiu no alargamento e diversificação a sua gama de vinhos do Porto, o Brandy Croft afirmou-se como um verdadeiro caso de sucesso, sobretudo em Portugal, conquistando seguidores fiéis.
O Brandy Croft é produzido a partir de uma selecção de aguardentes vínicas com diferentes estágios de envelhecimento.
Sogrape parceira no projecto europeu iGrape

Um projecto apresentado por um grupo de parceiros de Portugal (onde se insere a Sogrape), Itália e Alemanha, liderado pelo INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, foi selecionado para financiamento do programa competitivo de Investigação e Inovação da União Europeia, Horizonte 2020, para desenvolver uma solução inovadora que permita a monitorização contínua e em […]
Um projecto apresentado por um grupo de parceiros de Portugal (onde se insere a Sogrape), Itália e Alemanha, liderado pelo INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, foi selecionado para financiamento do programa competitivo de Investigação e Inovação da União Europeia, Horizonte 2020, para desenvolver uma solução inovadora que permita a monitorização contínua e em tempo real do nível de maturação da uva e do stresse hídrico da videira, ajudando a determinar o momento certo para a vindima.
O objetivo do iGrape é desenvolver um dispositivo inteligente totalmente integrado e autónomo, pequeno e de baixo custo, capaz de medir o nível de maturação da uva e o stresse hídrico da videira por deteção óptica.
Este dispositivo será completamente autónomo, com bateria própria, pré-processamento de sinal e módulo de comunicação sem fios, permitindo medir e transmitir as leituras regularmente para uma estação remota de colheita de dados, durante o período necessário (cerca de 3 meses).
O projecto teve origem em contactos entre o INL e a Sogrape, com quintas em Portugal, Espanha, Argentina, Chile e Nova Zelândia. Posteriormente, incluirá parceiros com conhecimentos específicos necessários para garantir o nível exigido de entrega: INESC MN (Portugal), Universidade de Freiburg (Alemanha), Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais – Produção, Paisagem, Agroenergia – Universidade de Milão (Itália) e Automation SRL (Itália).
Quinta do Noval renova imagem dos vinhos Douro

Por ocasião do lançamento da última colheita, a Quinta do Noval apresenta a sua nova gama de vinhos do Douro. Esta imagem completamente redesenhada acompanha assim a evolução e reestruturação das vinhas. Os rótulos e os nomes dos vinhos foram modificados para apresentar, de forma mais clara, a grande variedade de castas, existindo agora oito […]
Por ocasião do lançamento da última colheita, a Quinta do Noval apresenta a sua nova gama de vinhos do Douro. Esta imagem completamente redesenhada acompanha assim a evolução e reestruturação das vinhas.
Os rótulos e os nomes dos vinhos foram modificados para apresentar, de forma mais clara, a grande variedade de castas, existindo agora oito vinhos, incluindo cinco de lote e três monovarietais: Maria Mansa branco, Maria Mansa tinto, Cedro do Noval branco, Cedro do Noval tinto, Quinta do Noval Touriga Nacional, Quinta do Noval Syrah, Quinta do Noval Petit Verdot, Quinta do Noval Reserva tinto.
Caminhos Cruzados aposta na viticultura biológica

A empresa do Dão sempre investiu na prossecução de um caminho moderno e sustentável para o seu projecto. Agora, é tempo de iniciar o processo de reconversão de vinhas, processo esse que começa com uma parcela de Touriga Nacional. Lígia Santos, administradora da Caminhos Cruzados, declarou: “Este investimento surge naturalmente com o crescimento da empresa, […]
A empresa do Dão sempre investiu na prossecução de um caminho moderno e sustentável para o seu projecto. Agora, é tempo de iniciar o processo de reconversão de vinhas, processo esse que começa com uma parcela de Touriga Nacional.
Lígia Santos, administradora da Caminhos Cruzados, declarou: “Este investimento surge naturalmente com o crescimento da empresa, e escolhemos a vinha de Touriga Nacional por ser também um símbolo do Dão, para dar início a este processo de transformação. Esta é uma mudança muito significativa para nós e apesar de pequena, marca o início de um caminho que queremos percorrer nos próximos anos e preparar para as gerações vindouras. No ano em que nasce o primeiro elemento da próxima geração da Caminhos Cruzados, não há melhor presente do que dar os primeiros passos na preparação de um futuro mais duradouro e sustentável”.
Trata-se de um hectare, localizado em frente à adega em solo granítico, onde foram plantadas 4200 videiras, a uma altitude de 470m, que será reconvertido durante três anos.
Aveleda adquiriu Quinta do Morgado da Torre, no Algarve

Depois dos Vinhos Verdes, o berço da casa, da Bairrada (com a Quinta da Agueira, adquirida em 1990) e do Douro (Quinta do Vale do Sabor, Douro Superior, em 2015, e Vale D. Maria em 2017), a Aveleda acabou de fazer mais uma incursão vínica. Desta vez rumou ao sul de Portugal e adquiriu 80 […]
Depois dos Vinhos Verdes, o berço da casa, da Bairrada (com a Quinta da Agueira, adquirida em 1990) e do Douro (Quinta do Vale do Sabor, Douro Superior, em 2015, e Vale D. Maria em 2017), a Aveleda acabou de fazer mais uma incursão vínica. Desta vez rumou ao sul de Portugal e adquiriu 80 hectares de terra na freguesia de Alvor (concelho de Portimão). O alvo foi a Quinta do Morgado da Torre, propriedade do produtor João Mendes, com vinhos desde 1998. Da parte da Aveleda, esta zona “tem condições perfeitas: está na zona de influência da Serra de Monchique, significando que tem um clima mediterrânico ameno; excelentes solos argilo-calcários; parte da quinta é plana (excelente para castas brancas) e parte em encosta (excelente para castas tintas)”. As palavras são de Martim Guedes, da administração da Aveleda, que já revelou também que a empresa vai investir cerca de 7 milhões de euros até 2021, tanto em vinha como em enoturismo. Segundo este administrador, em declarações à Comissão Vitivinícola Regional do Algarve, a família provou recentemente vinhos do Algarve e ficou surpreendida com a qualidade: “percebemos que o Algarve tem o potencial para vir a ser uma grande região de vinhos e temos vontade de fazer parte desse caminho”.

Martim Guedes referiu ainda que a Aveleda irá tirar partido do mercado algarvio: “sentimos que há aqui um enorme potencial, sobretudo no canal HORECA (hotéis, restaurantes e cafés), que valoriza os vinhos da região, mas onde a larga maioria do consumo ainda é de outras regiões. (…) Por isso o nosso primeiro objectivo é a presença nos canais de venda da região, com um posicionamento muito qualitativo”. E acrescenta: ““ainda não começámos a comercializar e já temos pedidos, dos EUA, do Canadá….o nome Algarve é muito conhecido e gera muito interesse”.

A Aveleda vai continuar com as marcas, sobretudo Alvor. Mas a marca Tapada da Torre tem também muitos pergaminhos no Algarve (e não só).
O enoturismo vai ser uma parte forte na estratégia. Ainda segundo Martim Guedes, “a região precisa de diversificar a oferta para além da praia e do golfe, e o enoturismo faz todo o sentido. E a nossa leitura é que essa procura não é só no Verão, mas sim ao logo de todo o ano. Por isso vamos fazer um investimento importante no enoturismo”.
Quinta do Pôpa lança Touriga Franca e estreia-se no vinho do Porto

TEXTO Mariana Lopes FOTO cortesia Quinta do Pôpa Foi no início de Fevereiro que o produtor duriense de Tabuaço lançou, num delicioso brunch vínico do novo espaço Wine Room Lisboa, o seu mais recente monovarietal Pôpa TF e a estreia Quinta do Pôpa Vintage 2016. A propriedade, hoje nas mãos […]
TEXTO Mariana Lopes FOTO cortesia Quinta do Pôpa
Foi no início de Fevereiro que o produtor duriense de Tabuaço lançou, num delicioso brunch vínico do novo espaço Wine Room Lisboa, o seu mais recente monovarietal Pôpa TF e a estreia Quinta do Pôpa Vintage 2016.
A propriedade, hoje nas mãos dos irmãos Stéphane e Vanessa Ferreira, tem o nome do avô Francisco Ferreira, conhecido como Pôpa, e está nas mãos destes últimos e do pai desde 2003. Tendo o projecto começado com Luís Pato na enologia, agora é João Menezes está nesse papel, extraindo o melhor dos quatorze hectares de vinha.
O novo Pôpa TF tinto 2016, Touriga Franca estreme, vem juntar-se a uma colecção de vinhos posicionados quase no topo do portfólio da casa: o VV, de Vinhas Velhas; o TN, de Touriga Nacional; e o TR, de Tinta Roriz. A Touriga Franca foi plantada na Quinta do Pôpa em 2003, mas só dez anos depois começaram a trabalhá-la. “Identificámo-nos muito com esta Touriga Franca de 2016, por isso decidimos lançá-la”, revelou Stéphane. Pisado a pé e fermentado em lagar, fez fermentação maloláctica e estágio de doze meses em barricas de carvalho francês, de onde saíram 1882 garrafas.
O Quinta do Pôpa Vintage 2016 é o primeiro da sua espécie para este produtor e originou 2750 garrafas. Criado com uvas das vinhas mais velhas da propriedade, este vinho é uma homenagem ao pai José Ferreira, o homem que concretizou o sonho duriense do avô Pôpa. Stéphane explicou: “Este Vintage é muito o nosso perfil, menos doce e mais seco, como gostamos” – e continuou – “Quisemos dar a algo clássico um toque mais jovem e moderno”. O packaging deste vinho vai de encontro a esta máxima, com um rótulo de traços modernos, de estanho, e uma caixa onde se vê uma fotografia de José Ferreira com o seu saxofone, instrumento que tocava na banda que tinha com os amigos, de nome Apocalipse Now.
As notas de prova das duas novidades Quinta do Pôpa podem ser consultadas na secção Vinhos do Mês da edição de Março da Grandes Escolhas.
Herdade das Servas investe nos Vinhos Verdes

São raros os investimentos do Alentejo na região dos Vinhos Verdes. Na nossa memória está, por exemplo, João Portugal Ramos, com vinhos na sub-região de Monção e Melgaço, da casta Alvarinho. Mas eis que agora outro peso pesado alentejano, da também região norte alentejana de Estremoz, decide investir na zona de Amares, um concelho do […]
São raros os investimentos do Alentejo na região dos Vinhos Verdes. Na nossa memória está, por exemplo, João Portugal Ramos, com vinhos na sub-região de Monção e Melgaço, da casta Alvarinho. Mas eis que agora outro peso pesado alentejano, da também região norte alentejana de Estremoz, decide investir na zona de Amares, um concelho do distrito de Braga. De facto, os irmãos Luis e Carlos Serrano Mira, os proprietários da Herdade das Servas, adquiriram a Casa da Tapada em Amares, distrito de Braga. A incursão dos irmãos envolveu um património importante, constituído por 24 hectares de área total, dos quais 12 são de vinha, 10 de mata centenária e os restantes 2 de casario, incluindo uma casa senhorial com uma capela anexa.

A equipa de enologia já está em campo e para breve está o lançamento dos primeiros vinhos desta nova geração da Casa da Tapada. Referentes à colheita de 2018, vão envergar as marcas ‘CT’ e a histórica ‘Casa da Tapada’, ambas DOC Vinho Verde. O enoturismo não foi esquecido e em breve irá renascer a loja de vinhos da Casa da Tapada, cuja oferta será complementada com visitas e provas de vinhos.
“Sempre acreditámos no potencial dos Vinhos Verdes, região que dá origem a vinhos com muita frescura, o que potencia a harmonização gastronómica, ponto forte dos vinhos que produzimos. São vinhos cítricos e aromáticos, em que a acidez está bastante presente. É uma região complementar ao Alentejo. Há também o factor “memória”: em casa do nosso avô materno sempre houve Vinho Verde; um dos seus grandes amigos era lá produtor”, revelam Luís e Carlos Serrano Mira.
O solar da Casa da Tapada foi erguido em 1540 (séc. XVI) pelo poeta e conhecido humanista Francisco de Sá de Miranda – responsável pela introdução do movimento literário renascentista no nosso país –, que ali se instalou e começou a produzir vinho. Foi classificado como Imóvel de Interesse Público em 1977. Um valor histórico-cultural que pesou no investimento feito pela família Serrano Mira.
Recorde-se que a família Serrano Mira é dos maiores produtores privados portugueses, com 350 hectares de vinha própria, até agora na região de Estremoz e Borba.