Celebrar com Espumante

O espumante é, cada vez mais, um vinho apreciado ao longo de todo ano. Mas na época festiva que atravessamos os índices de consumo disparam e as garrafas desaparecem das prateleiras das lojas. O espumante rima, de facto, com alegria e celebração e foi a pensar nesses momentos que aqui deixamos uma dúzia de propostas […]

O espumante é, cada vez mais, um vinho apreciado ao longo de todo ano. Mas na época festiva que atravessamos os índices de consumo disparam e as garrafas desaparecem das prateleiras das lojas. O espumante rima, de facto, com alegria e celebração e foi a pensar nesses momentos que aqui deixamos uma dúzia de propostas para o Natal e Ano Novo.

 

TEXTO João Paulo Martins FOTOS Ricardo Palma Veiga

PORQUE é que gostamos de espumante? O que têm as bolhas de especial que nos fazem sentir bem, sorrir e festejar? Têm de certeza algo de misterioso e a culpa daqueles sentimentos, a existir, é seguramente dos franceses, que nos transmitiram esta ideia de celebração, de festejo entre família e amigos. A moda espalhou-se pelo mundo e entre nós foi nos finais do séc. XIX que se fizeram as primeiras experiências.

Portugal esteve durante décadas confinado a duas zonas produtoras de espumantes: a Bairrada e Lamego, agora DOC Távora-Varosa. Fora destas zonas, apenas alguns apontamentos no Douro e nos Vinhos Verdes alegravam os enófilos. Tudo isso mudou, ainda que não radicalmente. De facto, as duas maiores zonas de produção continuam as mesmas (Távora-Varosa representará cerca de 5 milhões de garrafas e a Bairrada 10 milhões) mas os consumidores já têm muito por onde escolher e em todas as regiões se produz espumante. Nas regiões tradicionais também houve mudanças. Mais significativas na Bairrada porque ao fecho de muitas Caves até há alguns anos produtoras de espumantes, seguiu-se o nascimento de vários produtores-engarrafadores. Estes vieram dar nova vida, e com qualidade acrescida, aos produtos tradicionais.

Dizem os produtores que o espumante é um bom complemento do portefólio e que há mais apetência por este tipo de bebida do que havia antigamente. Os enófilos, por outro lado, foram criando hábitos de consumo que vão além das tradicionais festas de aniversário e se estendem já a outros momentos, quer como aperitivo quer a acompanhar pratos de peixe e marisco. Aos poucos foram surgindo espumantes no Tejo, em Lisboa, na Beira Interior, no Alentejo e no Algarve. Todo o país se pode assim reclamar de ter ido a jogo.

A colocação no ponto de venda é que é mais complicada, porque alguns produtores (estou aqui a pensar em alguns na zona de Monção-Melgaço) têm uma produção muito baixa e vendem tudo localmente. Mas que há agora muita escolha, disso ninguém duvide e não estaremos muito longe de 200 se nos referirmos ao número de produtores em todo o país.

Uma bebida polivalente
A produção da bebida borbulhante começou em Champagne mas aos poucos foi-se espalhando por outras zonas do globo, uma vez que a técnica, o modus faciendi, é aplicável em qualquer lugar, assim existam uvas com boas características e que, para ajudar à festa, tanto podem ser brancas como tintas. Ainda que as primeiras experiências datem do séc. XVII, pode dizer-se que foi a partir de 1728 que se iniciou a comercialização do Champanhe, aqui com grandes responsabilidades para o rei francês Luis XV, que acabou com os entraves à circulação de vinho engarrafado que até aí existiam. O sucesso foi tal que na segunda metade daquele século o preço da terra em Champanhe multiplicou-se várias vezes e a bebida começou a ser associada com o momento das celebrações. Assim, às vitórias de Napoleão juntava-se sempre algum mercador para oferecer o seu champanhe. E depois da derrota francesa em Waterloo as casas de champanhe não deixaram de instigar os russos a consumirem a já então famosa bebida. Trabalho tão bem feito que rapidamente a Rússia se tornou o 2º mercado, logo a seguir à Inglaterra.

O champanhe então produzido, e até meados do séc. XIX, era muitíssimo mais doce do que o actual e a técnica de produção apurou-se enormemente desde os primórdios. Então era vulgar o vinho ter 100 ou mesmo mais gramas de açúcar por litro, quando, actualmente, a variedade Bruto só vai até aos 12 gramas por litro. E um marco histórico na mudança do estilo foi determinado por Madame Pommery ao colocar no mercado a célebre colheita de 1874, cuja “secura” chocou os consumidores. Primeiro estranhou-se, depois… é o que sabemos.

Ficou a ideia inicial de uma bebida que sofre uma segunda fermentação na garrafa e que por isso ganha gás. Para tal, recorde-se, junta-se açúcar ao vinho base (na proporção de 24 gr/litro) e leveduras (entre 10 e 20 gr/ hectolitro). Depois é esperar o tempo em cave (que se quer fria e húmida) faça o seu trabalho. Esse é o princípio, o resto é uma colectânea de pequenos avanços e conquistas técnicas, cada vez mais apuradas.

Se começou por ser bebida de celebração, o champanhe foi-se tornando, aos poucos, símbolo de distinção, luxo e glamour. Passou assim a ser parte integrante de qualquer menu que fosse digno desse nome. No entanto o momento de consumo também se alterou; passou do final da refeição – hábito ainda muito vulgar e que se percebe nos menus da primeira metade do séc. XX – para o princípio e essa mudança também ajudou à secura progressiva. No entanto os gramas de açúcar – doseados antes de se colocar a rolha de cortiça – que ainda hoje são autorizados para a variedade Bruto prendem-se exactamente com o consumo do espumante/champanhe como aperitivo. Alguns gramas ajudam a uma percepção mais macia e envolvente do espumante, o que facilita a prova, sobretudo se se estiver apenas a beber e não a comer.

Foi a pensar exactamente nos vários momentos de consumo que agrupámos os vinhos que seleccionámos. Ao lado de uma maioria nacional, incluímos na escolha dois champanhes de duas casas de referência. Em geral os preços dos champanhes são altos mesmo nas gamas de entrada, o que faz com que sejam bebidas mais raras nas nossas garrafeiras. Mas festa é festa e há ocasiões que justificam o esforço financeiro. A gama de preços dos nossos espumantes é muito alargada. É tudo uma questão de saber até onde queremos e podemos ir. E viva a festa e não se deixe entrar o Ano Novo sem uma comemoração à altura.

A tendência actual do consumo sugere que os copos a usar sejam flutes, mas bem mais abertas do que as “flautas” que se aconselhavam até há pouco tempo, uma vez que um copo mais aberto permite uma melhor percepção dos aromas da bebida.

12 espumantes na mesa
Como aperitivo e sem acompanhamento
Serão boas escolhas o champanhe Louis Roederer ou o Murganheira Chardonnay.

Com canapés
Aqui o champanhe Deutz entra perfeitamente, a acompanhar canapés de peixes fumados, por exemplo. O bairradino Luiz Costa será igualmente uma boa opção.

Com pratos de marisco
Para o simples marisco cozido (como gambas ou navalheiras) o QM irá muito bem. O Quinta do Ferrão também cumpre aqui o seu papel com galhardia.

Com sushi e sashimi
Para equilibrar a gordura do peixe, o Kompassus, pela sua frescura ácida, poderá ser a melhor escolha.

Com marisco cozinhado
Os Velha Reserva Raposeira e São Domingos ligam muito bem quer com vieiras quer com ameijoas à Bulhão Pato.

Com peixe ao sal ou outros peixes nobres
O espumante Campolargo poderá ligar muito bem, tal como o Real Companhia Velha.

Com pratos de aves ou mesmo caça (perdizes em escabeche ligeiro)
Este é o território do Vértice, complexo e cheio de garra.

Vinhos recomendados
Murganheira (Távora-Varosa Espumante Chardonnay branco 2008)
Caves da Murganheira
18 valores
PVP € 18

Vértice (Douro Espumante Pinot Noir branco2007)
Caves Trasmontanas
18 valores
PVP € 49

Raposeira (Espumante Velha Reserva branco 2009)
Caves da Raposeira
17,5 valores
PVP € 9

Real Companhia Velha (Espumante branco 2013)
Real Companhia Velha
17,5 valores
PVP € 19,90

Campolargo (Bairrada Espumante Pinot Blanc branco 2013)
Carlos Campolargo
17 valores
PVP € 18

Deutz Brut Classic (Champagne Brut branco s/ data)
Deutz
17 valores
PVP € 39,95

Kompassus (Bairrada Espumante Blanc de Noirs branco 2013)
Kompassus Vinhos
17 valores
PVP € 14

Louis Roederer Brut Premier (Champagne Brut branco s/ data)
Kompassus Vinhos
17 valores
PVP € 45

Luiz Costa (Bairrada Espumante branco 2014)
Caves S. João
17 valores
PVP € 17,50

QM (Vinho Verde Espumante Super Reserva Alvarinho branco 2013)
Quintas de Melgaço
17 valores
PVP € 16,50

Quinta do Ferrão (Bairrada Espumante Blanc de Blancs branco 2005)
Viteno
17 valores
PVP € 27,50

São Domingos (Bairrada Espumante Velha Reserva branco 2012)
Caves do Solar de S. Domingos
17 valores
PVP € 12,90

Cursos de vinho Grandes Escolhas em Janeiro e Fevereiro

Se pretende ampliar os conhecimentos sobre vinhos portugueses e desfrutar de 4 horas bem passadas com um dos maiores especialistas da matéria, não vá mais longe. Os primeiros cursos da Academia Grandes Escolhas são de Nível 1 – Introdução aos Vinhos Portugueses (Visão Geral). Para além de um momento informal de partilha e de aprendizagem, […]

Se pretende ampliar os conhecimentos sobre vinhos portugueses e desfrutar de 4 horas bem passadas com um dos maiores especialistas da matéria, não vá mais longe. Os primeiros cursos da Academia Grandes Escolhas são de Nível 1 – Introdução aos Vinhos Portugueses (Visão Geral).
Para além de um momento informal de partilha e de aprendizagem, esta é uma oportunidade para conhecer melhor os vinhos portugueses em toda a sua diversidade. Quais são as regiões, os terroirs e as características que definem o perfil final dos vinhos. Como servir e as condições ideais de conservação dos vinhos. Todas estas e outras questões para descobrir durante 4 horas.
Este curso destina-se a apreciadores e consumidores de vinho que queiram obter uma visão geral sobre os vinhos portugueses.
Os cursos são ministrados nas instalações da Grandes Escolhas (R. Gregório Lopes, Lote 1517, r/c A, no Restelo, em Lisboa). O preço por pessoa é de €50 mas os assinantes da revista Grandes Escolhas apenas pagam €45. O curso inclui entrega de documentação e provas de vinhos e requer reserva, verificação de datas e disponibilidade (tel: 215 810 526 ou geral@grandesescolhas.com). Estão ainda disponíveis vouchers de oferta (válido até 30 de Novembro 2018). Os cursos vão decorrer em Janeiro e Fevereiro de 2018 e realizam-se com um mínimo de 20 participantes.
Mais informações em https://grandesescolhas.com/cursos-de-vinhos/

Teresa Gomes vai dar cursos de vinhos em Lisboa

Teresa Gomes - The Wine Flat

A escanção e formadora vínica (wine educator) Teresa Gomes vai abrir oficialmente o seu espaço em Lisboa, para dar formação em vinhos. O espaço chama-se The Wine Flat e vai abrir em Janeiro de 2018. Contudo, está desde o Verão em ‘soft opening’, ministrando cursos de vinhos em Inglês. A partir de Janeiro, Teresa Gomes […]

A escanção e formadora vínica (wine educator) Teresa Gomes vai abrir oficialmente o seu espaço em Lisboa, para dar formação em vinhos. O espaço chama-se The Wine Flat e vai abrir em Janeiro de 2018. Contudo, está desde o Verão em ‘soft opening’, ministrando cursos de vinhos em Inglês. A partir de Janeiro, Teresa Gomes vai dar cursos de vinhos em Português no The Wine Flat, que fica junto à Av. da Liberdade. Os cursos vão-se realizar aos sábados, com inicio no dia 13 de Janeiro (e continuam nos dias 20 e 27) e no horário entre as 17h e as 20h (3 horas). Mas a escanção pode fazer em qualquer outra altura, a pedido, bastando ter um mínimo de 2 pessoas ou um máximo de 8 pessoas. O preço por pessoa é de €45.
Os cursos decorrem em “ambiente informal”. E como tudo começa na vinha, e é por aí que os participantes vão começar a “provar” os vinhos. Teresa vai falar do ciclo vegetativo da videira, o bago da uva e as castas, a vinificação de brancos e tintos, e o estágio em madeira de carvalho. Só depois se vai iniciar a degustação dos vinhos portugueses. Durante a prova de cinco vinhos Premium (2 brancos e três tintos), será abordada a técnica de prova e o seu vocabulário, sem esquecer de referir as harmonias gastronómicas. O curso abrange ainda dicas sobre a conservação e o serviço de vinho em casa. Teresa Gomes promete um “curso com forte componente prática e bons momentos garantidos!”.
Melhor ainda, existem vouchers electrónicos disponíveis para oferta!
Pode obter mais informações através do site http://www.sommelierwinesolutions.com/escola/
ou da página do Facebook https://www.facebook.com/events/1981557412114421/

JMF Distribuição com vinhos da Ravasqueira

Vinhos da Ravasqueira

A José Maria da Fonseca Distribuição vai assegurar, a partir do próximo dia 1 de Janeiro, a comercialização em território nacional dos vinhos Monte da Ravasqueira, da família José de Mello. Diz a empresa, em comunicado de imprensa que ”após três anos de operação com elevado sucesso, a José Maria da Fonseca Distribuição entra na […]

A José Maria da Fonseca Distribuição vai assegurar, a partir do próximo dia 1 de Janeiro, a comercialização em território nacional dos vinhos Monte da Ravasqueira, da família José de Mello. Diz a empresa, em comunicado de imprensa que ”após três anos de operação com elevado sucesso, a José Maria da Fonseca Distribuição entra na segunda fase do projecto, dando uma nova ênfase ao objectivo de se afirmar como uma referência na distribuição de bebidas alcoólicas em Portugal”.

Nos últimos cinco anos, também o Monte da Ravasqueira tem assistido a um expressivo crescimento, atingido um elevado nível de notoriedade, bem como prestígio dos seus vinhos e das suas marcas tanto a nível nacional como internacional. O crescimento da marca, bem como os mais recentes prémios ganhos em competições internacionais, como, por exemplo, a inclusão de um dos seus vinhos no Top 100 Mundial da revista Wine Enthusiast, motivaram também uma nova estratégia de mercado e mudança de paradigma no projeto de vinhos da família José de Mello.

Para António Maria Soares Franco, administrador da José Maria da Fonseca com o pelouro de Marketing e Vendas, “o Monte da Ravasqueira possui vinhos de inegável reputação e excelente qualidade, os quais complementarão a nossa oferta.”

Pedro Pereira Gonçalves, administrador responsável por toda a área de vinhos do Monte da Ravasqueira, sublinha que “é com grande entusiasmo que firmamos esta parceria, num momento particularmente positivo e de grande mudança no Monte da Ravasqueira. Repensámos a nossa estratégia de mercado, consolidámos novas gamas e segmentos, e toda esta dinâmica acabou por conduzir a uma nova abordagem também à distribuição.”

Verallia ofereceu 500 cabazes a famílias desfavorecidas

Verallia

“Juntos Ajudamos”. Este é o nome da campanha de solidariedade de Natal que, pelo sétimo ano consecutivo, a Verallia Portugal promove em prol das famílias carenciadas da Figueira da Foz. Este é um projecto de muitos méritos de uma empresa “cada vez mais focada nos princípios de Responsabilidade Social”, diz a Verallia em comunicado de […]

“Juntos Ajudamos”. Este é o nome da campanha de solidariedade de Natal que, pelo sétimo ano consecutivo, a Verallia Portugal promove em prol das famílias carenciadas da Figueira da Foz. Este é um projecto de muitos méritos de uma empresa “cada vez mais focada nos princípios de Responsabilidade Social”, diz a Verallia em comunicado de imprensa. A empresa procura auxiliar as famílias mais carenciadas do município da Figueira da Foz – onde tem a sua unidade fabril portuguesa – através da oferta de bens alimentares.

Assim, em colaboração com o município e com as 14 freguesias adjacentes, a Verallia entregou 500 cabazes recheados de produtos alimentícios, esperando que estes “ajudem a formar uma quadra natalícia mais feliz e reconfortante às gentes mais desfavorecidas da região”.

“La Liste” mundial com 8 restaurantes portugueses

La Liste

Que ajuda usa para seleccionar um restaurante? TripAdvisor, Zomato? Os mais diversos guias (Michelin, Expresso, etc)? Livros? Revistas e jornais? E se alguém conseguisse coligir e avaliar a gigantesca quantidade de informação actualmente existente sobre o ‘valor’ de cada restaurante? Pois bem, foi isso mesmo que fez uma empresa francesa, cujo trabalho culminou no que […]

Que ajuda usa para seleccionar um restaurante? TripAdvisor, Zomato? Os mais diversos guias (Michelin, Expresso, etc)? Livros? Revistas e jornais?
E se alguém conseguisse coligir e avaliar a gigantesca quantidade de informação actualmente existente sobre o ‘valor’ de cada restaurante? Pois bem, foi isso mesmo que fez uma empresa francesa, cujo trabalho culminou no que se chama de “La Liste”. No fundo, é uma lista que leva em conta avaliações de cerca de 16.000 restaurantes de todo o mundo, hierarquizados pelo valor atribuído por um algoritmo que cruzou centenas de críticas gastronómicas (de publicações especializadas e críticos), assim como de milhões de críticas on-line, nos sites dedicados a estas matérias. As avaliações são ponderadas, com os críticos gastronómicos e chefes de cozinha a terem o maior peso. Não espere lá encontrar o seu restaurante diário, porque a lista está fundamentalmente virada para estabelecimentos de classe alta.
A lista dos melhores, actualizada anualmente, está já disponível on line mas o maior interesse da empresa – liderada pelo francês Philippe Faure – é lançar uma aplicação para dispositivos móveis, a ficar on line já no início de 2018 (versão Android). A aplicação – em várias línguas – irá ajudá-lo a escolher o restaurante conforme vários parâmetros, seleccionar a comida, fazer reservas e mais.
A pontuação está definida em percentagem, que, quanto maior for, mais valor dá ao restaurante. O mais pontuado neste momento é o Guy Savoy (Paris), com 99.75%. Dos 100 primeiros consta apenas um português, o The Ocean (em Porches, no Algarve), que conseguiu uns notáveis 97.50%. O resto da lista, com mais de mil nomes de todo o mundo, apenas lista restaurantes com 80 ou mais por cento. Além do The Ocean, Portugal tem mais sete restaurantes: Il Gallo D’Oro (Funchal, 95), The Yeatman (Vila Nova de Gaia, 94,50), Belcanto (Lisboa, 94), Vila Joya (Albufeira, Portugal 90,75), Fortaleza do Guincho (Cascais, 83,25), Henrique Leis (Almancil, 80,50) e Largo do Paço (Amarante, 80).
Pode obter mais informações no site https://www.laliste.com/laliste/world

Wine Spectator escolheu os melhores vinhos do ano

Wine Spectator Top Values 2017

A revista americana Wine Spectator já divulgou as suas listas dos 100 vinhos do ano, provados em 2017: a lista, digamos, geral, e a chamada de Top Values. A primeira é compilada com base em parâmetros como “qualidade, valor, disponibilidade e um factor que chamaríamos de entusiasmante”. Tal como no ano passado, este ano a […]

A revista americana Wine Spectator já divulgou as suas listas dos 100 vinhos do ano, provados em 2017: a lista, digamos, geral, e a chamada de Top Values. A primeira é compilada com base em parâmetros como “qualidade, valor, disponibilidade e um factor que chamaríamos de entusiasmante”. Tal como no ano passado, este ano a classificação dos vinhos portugueses foi das mais fracas dos últimos anos, conseguindo apenas colocar quatro vinhos no Top 100. O vinho luso melhor colocado – Quinta das Carvalhas Douro Touriga Nacional 2014 – está a meio da lista, no 50º lugar. Dos quatro, apenas um fortificado português está presente, mas nenhum branco.
A lista dos Top 100 Values, dedicada aos vinhos com melhor relação preço/qualidade, está dividida por seis estilos (Brancos – Ligeiros e Robustos, Tintos – Ligeiros e Robustos, Rosés e Espumantes). Os vinhos portugueses apenas entraram em duas dessas listas: na de ‘Rich Whites’, dedicada a brancos com maior volume de boca, entraram apenas dois vinhos lusos, dos vinte da lista. A última presença coube a um tinto luso, que entrou no top 20 da lista ‘Big Reds’, os tintos mais estruturados. Para ver a lista dos vinhos portugueses nas listas aponte para o site da Wine Spectator.

Top 100 Wine Spectator
50º         Quinta das Carvalhas Touriga Nacional Douro 2014 (Real Cª Velha, 90 pontos)
60º         Colossal Lisboa Reserva 2015 (Casa Santos Lima, 90 pontos)
88º         Fonseca Porto Vintage 2015 (Fonseca, 93 pontos)
98º         Chryseia Douro 2014 (Prats & Symington, 94 pontos)

100 Top Values Wine Spectator
Rich Whites
Tons de Duorum Douro 2016 (Duorum Vinhos, 88 pontos)
Monte Velho Alentejo 2016 (Herdade do Esporão, 88 pontos)
Big Reds
Assobio Douro 2015 (Quinta dos Murças, 88 pontos)

Adega do Monte Branco na Vinalda

Vinhos Alento e Monte Branco

A adega do Monte Branco acordou, desde o final do mês de Outubro, uma nova parceria na distribuição, que passa agora a ser assumida pela Vinalda com exclusividade no mercado nacional (em ambos os canais off e on trade). Fazem parte deste acordo as marcas da Adega “Alento” e “Monte Branco”. O projecto Monte Branco […]

A adega do Monte Branco acordou, desde o final do mês de Outubro, uma nova parceria na distribuição, que passa agora a ser assumida pela Vinalda com exclusividade no mercado nacional (em ambos os canais off e on trade). Fazem parte deste acordo as marcas da Adega “Alento” e “Monte Branco”. O projecto Monte Branco foi criado em 2004 por Luís Louro. Está sedeado em Estremoz e inclui um total de 26 hectares de vinhas, plantadas em solos calcários (com manchas de xisto e terras pobres e austeras). A adega foi construída em 2006, virada para a cidade e castelo de Estremoz.