Tejo Gourmet em ação!

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Até ao dia 31 Março, 55 restaurantes de Portugal Continental e da ilha da Madeira criam menus de harmonização com Vinhos do Tejo, no âmbito da 12ª edição do Tejo Gourmet, iniciativa que inclui 17 novos espaços de restauração. Este evento gastronómico, organizado pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) e pela Confraria Enófila […]

Até ao dia 31 Março, 55 restaurantes de Portugal Continental e da ilha da Madeira criam menus de harmonização com Vinhos do Tejo, no âmbito da 12ª edição do Tejo Gourmet, iniciativa que inclui 17 novos espaços de restauração. Este evento gastronómico, organizado pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) e pela Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo, é mais do que um concurso, com direito a um painel de jurados, entre gastrónomos e especialistas na matéria, com a missão de avaliar o alinhamento constituído por entrada, prato, sobremesa e referências vínicas da referida região vitivinícola. É, também, o convite aberto ao público em geral a experimentar as novidades dos 56 restaurantes aderentes (espreite AQUI a lista) e conhecer o pairing selecionado entre vinhos certificados DoTejo e Vinho Regional Tejo. Na lista de inscritos para esta edição, a maioria está localizada no centro do país, seguindo-se Porto e Norte, Alentejo, Algarve e Madeira.

A 22 de Maio, no espaço IVV, em Almeirim, onde terá lugar a Gala Tejo 2026, será revelado o melhor restaurante da competição, assim como os que se destacaram pela carta de vinhos e pela harmonização. Sem esquecer os mais bem classificados nos conceitos gastronómicos a que se candidatam: casa de petiscos, cozinha tradicional, cozinha de autor e cozinha internacional. Em cada categoria, serão ainda entregues diplomas de grande ouro, ouro e prata.

O Tejo Gourmet teve início em 2010, com o objetivo de promover os Vinhos do Tejo. De uma competição de índole regional passou a contemplar, dois anos mais tarde, os restaurantes de lés-a-lés do país.

 

Prémios Grandes Escolhas «Os Melhores do Ano» dia 6 de Março no Estoril

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Os Prémios Grandes Escolhas definem-se como a celebração do que melhor se faz em cada ano na área dos vinhos e da gastronomia em Portugal. Têm como objectivo o reconhecimento da excelência do trabalho no sector, premiando anualmente os melhores vinhos, os melhores profissionais, empresas, produtores,restaurantes, garrafeiras e instituições que mais se distinguiram, segundo os critérios editoriais […]

Os Prémios Grandes Escolhas definem-se como a celebração do que melhor se faz em cada ano na área dos vinhos e da gastronomia em Portugal.

Têm como objectivo o reconhecimento da excelência do trabalho no sector, premiando anualmente os melhores vinhos, os melhores profissionais, empresas, produtores,restaurantes, garrafeiras e instituições que mais se distinguiram, segundo os critérios editoriais da revista.

Em 2026 o Jantar de Gala volta a realizar-se em Lisboa, mais especificamente no Centro de Congressos do Estoril, com centenas de convidados presentes no dia 6 de Março.

No que se refere aos vinhos, a grande espectativa é mais uma vez revelar o Top 30, aqueles que o conjunto de provadores e críticos da Grandes Escolhas consideram serem os 30 melhores vinhos absolutos provados durante o ano 2025, e dentro destes, qual o melhor espumante, o melhor vinho branco, rosé, tinto e fortificado. Ainda nos vinhos são também anunciados os melhores em cada região, aquilo que a revista designa como “Os Melhores de Portugal”.

Já no que se refere aos Troféus Grandes Escolhas, serão anunciados no final do jantar os 20 Prémios Especiais, cobrindo as áreas da viticultura, da enologia, da performance dos produtores e das empresas, com assim como sommeliers e restaurantes. Em qualquer destes domínios a equipa da Grandes Escolhas escolhe por consenso os premiados que mais se distinguiram no ano transacto nas seguintes categorias:

 

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Esta cerimónia de anúncio dos Prémios Grandes Escolhas relativos ao ano 2025 continuará a ser divulgada online (pode assistir AQUI) e poderá ser seguida em directo por todos os interessados. Fica desde já o convite!

Editorial: Vinho? Nem vê-lo!

Editorial

Editorial da edição nrº 106 (Fevereiro de 2026) Imaginem o mundo sem vinho. Um mundo onde séculos de cultura, economia e conhecimento agrícola e enológico seriam descartados em prol de um zelo sanitário. Nada de brindes ou convívios, nada de partilha ou harmonização de vinho e comida. Apenas uma sensação de satisfação de que conseguimos […]

Editorial da edição nrº 106 (Fevereiro de 2026)

Imaginem o mundo sem vinho. Um mundo onde séculos de cultura, economia e conhecimento agrícola e enológico seriam descartados em prol de um zelo sanitário. Nada de brindes ou convívios, nada de partilha ou harmonização de vinho e comida. Apenas uma sensação de satisfação de que conseguimos reduzir um ou dois por cento de risco estatístico comunicado pelas instituições oficiais, incluindo a Organização Mundial da Saúde, que tanto se preocupam com o nosso bem-estar. Nesta realidade, eu ficaria sem trabalho, é certo, mas será que o mundo realmente se tornaria mais saudável?

O “tsunami” de campanhas anti-álcool, que atingiu a indústria vitivinícola no último ano, promove uma narrativa que demoniza o vinho ao colocá-lo indiscriminadamente no mesmo saco de todas as bebidas alcoólicas, como se fosse o responsável directo por uma extensa lista de doenças, ignorando contextos culturais, padrões de consumo e diferenças entre produtos.

Longe vai o tempo em que beber vinho era, em termos sanitários, menos arriscado do que beber água (embora, em alguns países, ainda seja verdade). Hoje, o vinho é tratado como inimigo da saúde pública; ao mesmo tempo, a cannabis é reabilitada e ressurge quase como uma nova panaceia da indústria do bem-estar. Não sou apologista de teorias de conspiração, mas não posso ignorar a realidade: as vendas do vinho continuam a descer a nível mundial, enquanto a indústria legal da cannabis movimenta quase 70 mil milhões de dólares por ano, alimentada por grandes investidores, farmacêuticas e multinacionais de bebidas. Os setores tradicionais, como a vitivinicultura, tornam-se alvos convenientes para campanhas alarmistas. E como normalmente acontece com temas polémicos, poucos se dão ao trabalho de ir além dos títulos sensacionalistas. Leem na diagonal, veem os bonecos de infográfica e retêm os slogans do género “o vinho provoca cancro”, que depois se propagam como fogo nas redes sociais. Raramente alguém lê os estudos originais, que muitas vezes nem estão disponíveis ao público. Mas o que está sempre ao alcance são artigos anti-álcool repletos de números assustadores que, muitas vezes, distorcem a realidade pela forma como os riscos estão apresentados. A maior parte das publicações que relacionam vinho e doenças apoia-se em estudos que identificam correlações estatísticas, mas não demonstram a causalidade directa. Estes estudos não controlam de forma suficiente variáveis como dieta, sedentarismo, fatores socioeconómicos, poluição, estilo de vida, outras doenças ou medicação associada. A medicina não é uma ciência exacta, como física ou matemática, porque o corpo humano é complexo e nem sempre previsível. O conhecimento evolui à medida que novas investigações surgem, muitas vezes para corrigir ou contrariar conclusões anteriores. As organizações governamentais e reguladoras, com as suas agendas políticas, acabam inevitavelmente por influenciar a forma como estes estudos são comunicados.

Não quero negar o óbvio: o vinho contém álcool, cujo consumo abusivo é, realmente, prejudicial à saúde, tal como o consumo abusivo de açúcar, sal e até água. Existe uma diferença abismal entre beber vodka, para cair redondo no sofá, e desfrutar uma experiência enogastronómica, em que o vinho é um elemento cultural, social, sensorial e intelectual, se quiserem, e não um atalho para a embriaguez. A moderação é essencial e tem raízes na cultura gastronómica e vínica, que pode e deve ser ensinada. Neste mundo – ainda com vinho, felizmente – continuamos a precisar de bom senso e, ocasionalmente, de um bom copo para enfrentar a realidade. Aliás, alguém já se lembrou de estudar o impacto do vinho na felicidade humana? V.Z.

ESTIVE LÁ: A COLMEIA HERITAGE

Colmeia Heritage

Foi a iniciativa e o arrojo de Fernando Neves, cuja visão não se encerra nos apertados limites de uma ilha no meio do Atlântico, que levou o empresário, na viragem do século, a comprar o belo e vetusto edifício onde em jovem estudou, no centro de Ponta Delgada, e a o transformar num hotel. Nasceu […]

Foi a iniciativa e o arrojo de Fernando Neves, cuja visão não se encerra nos apertados limites de uma ilha no meio do Atlântico, que levou o empresário, na viragem do século, a comprar o belo e vetusto edifício onde em jovem estudou, no centro de Ponta Delgada, e a o transformar num hotel. Nasceu assim o Hotel do Colégio. Nesta unidade quis fazer um restaurante, que marcasse a diferença face ao panorama cinzento da restauração açoriana à época.

A Colmeia, que recusou ser um simples complemento do serviço a hóspedes, mas antes um sítio de encontros e partilhas, aberto à comunidade, um ponto de confluência de apreciadores, para a celebração dos produtos e sabores açorianos, mas sempre com uma preocupação de alargar horizontes a outras influências. Foi nessa Colmeia que, em 2005, Fernando Neves voltou a inovar, promovendo o primeiro jantar vínico, facto inédito na época, convidando, para tal, o produtor (na altura apenas duriense) Rui Roboredo Madeira. Do sucesso desse jantar resultaram duas coisas: uma amizade para a vida entre estes dois protagonistas e a afirmação da Colmeia como restaurante de referência no que toca à oferta de vinhos e à excelência no serviço.

Passados 20 anos, o restaurante reinventa-se e passa a chamar-se A Colmeia Heritage, com um conceito alargado, assente no respeito pela tradição açoriana (justamente sublinhado no nome), mas com uma aposta permanente na inovação e na procura equilibrada de novas apostas, ao introduzir técnicas exógenas, que valorizam a excelência dos produtos endógenos dos Açores. E para celebrar a renovação do espaço e a abertura a novos sabores, nada como recriar esse memorável jantar vínico, com o mesmo produtor, agora também ele com uma presença alargada à região da Beira Interior, onde faz vinhos com uma identidade muito própria.

Nesse momento, e em outras duas refeições que tivemos a oportunidade de participar, A Colmeia Heritage revelou-se um restaurante surpreendente na forma como trabalha os produtos locais, com destaque para o fabuloso atum-rabilho, presente em várias composições, o delicadíssimo lírio e outros peixes do riquíssimo mar dos Açores ou como recria uma bem conseguida versão açoriana do italiano vitello tonatto, com a designação “do mar ao prado”, na qual finas fatias de lombo de novilho são envolvidas num sápido molho de atum e alcaparras, aqui bem complementada com o vinho Beyra Pinot Noir, de Rui Madeira.

À criatividade do Chef residente, Filipe Estrela Rego, contrapõe-se as muito apreciadas opções orientais de que o restaurante também foi um precursor na ilha de São Miguel, nomeadamente no shushi e no sashimi, fazendo-se valer da frescura irrepreensível da matéria-prima e do corte preciso da preparação, pela mão do talentoso Sushiman. Tradição e modernidade estão de mãos dadas num restaurante elegante, onde o prazer da mesa e a qualidade do atendimento falam mais alto.

A Colmeia Heritage

Travessa do Colégio, 9500-610 Ponta Delgada, Açores

Almoço e jantar todos os dias, das 12h00 às 15h00 e das 18h00 às 22h00

Tel.: 296306610

 

Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal com novo Presidente

Rodolfo Queiros

Rodolfo Queirós, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior, assume a função de Presidente da Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal (ARVP) para o mandato de 2026/2029. O objectivo é incrementar o desenvolvimento desta entidade, através da agregação de mais parceiros e do crescimento da sua representatividade em todo o território nacional. “Acredito […]

Rodolfo Queirós, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior, assume a função de Presidente da Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal (ARVP) para o mandato de 2026/2029. O objectivo é incrementar o desenvolvimento desta entidade, através da agregação de mais parceiros e do crescimento da sua representatividade em todo o território nacional. “Acredito que as rotas dos vinhos têm um papel fundamental na promoção do enoturismo e dos diferentes territórios. Por isso, queremos uma associação mais forte, mais musculada, com mais parceiros e que possa impulsionar dinâmicas de trabalho em rede em todo o país”, isto é, “dar um novo impulso à associação, que passará por dar continuidade e consolidar as ações já desenvolvidas, mas, sobretudo, criar novas dinâmicas e encontrar novas soluções e formas de financiamento”, declara.

A eleição dos novos órgãos sociais da ARVP ocorreu em Assembleia Geral no passado dia 31 de Janeiro, em Estremoz, durante a qual foi aprovada por unanimidade a única lista apresentada. De acordo com o comunicado, o presidente da Mesa da Assembleia Geral é Rui Ventura, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro (ERTC). Foram admitidos ainda três novos associados: a GRATER – Associação de Desenvolvimento Regional (Açores), a Associação dos Escanções de Portugal (AEP) e a Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA).

De acordo com o comunicado a Mesa da Assembleia Geral é constituída pela ERTC, representada por Rui Ventura (Presidente), a AEP, com Tiago Paula (Vice-Presidente) e a Federação das Confrarias Gastronómicas Portuguesas, com Álcides Nóbrega (Secretário). Na Direcção estão Rodolfo Queirós, como Presidente; Ângelo Machado, da Rota de Vinhos da Península de Setúbal, Pedro Soares, da Rota da Bairrada, e Sara Silva, da CVA, como Vice-Presidentes; José Arruda, da Associação de Municípios Portugueses do Vinho, como Tesoureiro, Manuel Machado, da Federação das Confrarias Báquicas, como Secretário, e Emanuel Pereira, da Associação Madeira Rural, como Vogal. José Santos, da Entidade Regional do Turismo Alentejo e Ribatejo, Paula Santos, da GRATER, e António Oliveira, TOC, são, respectivamente, Presidente, Secretário e Relator do Conselho Fiscal.

Lindeborg Wines reforça estrutura técnica

Duarte

Duarte de Deus, enólogo e nome associado a um já reconhecido produtor vitivinícola do Alto Alentejo, assume, agora, o papel de Coordenador de Enologia do grupo Lindeborg Wines. No âmbito desta função, tem como missão “coordenar a estratégia enológica transversal do grupo, garantir a consistência qualitativa entre projetos, preservando a identidade de cada um, apoiar […]

Duarte de Deus, enólogo e nome associado a um já reconhecido produtor vitivinícola do Alto Alentejo, assume, agora, o papel de Coordenador de Enologia do grupo Lindeborg Wines. No âmbito desta função, tem como missão “coordenar a estratégia enológica transversal do grupo, garantir a consistência qualitativa entre projetos, preservando a identidade de cada um, apoiar nas decisões vitícolas e de adega, em articulação com as equipas locais, e contribuir para o desenvolvimento técnico contínuo do portefólio, tanto para o mercado nacional como internacional”.

Segundo Thomas Lindeborg, Chairman e Fundador da Lindeborg Wines, “a integração de Duarte de Deus representa um passo natural na consolidação do nosso projecto. Acreditamos que o crescimento deve ser acompanhado por rigor técnico, visão de longo prazo e respeito absoluto pela identidade de cada terroir”. Por sua vez, António Pista, CEO do grupo, enaltece que “a sua integração permite-nos elevar o nível de consistência e ambição dos nossos vinhos, sem nunca perder a autenticidade de cada projecto”.

Actualmente, a Lindeborg Wines detém uma quinta no Sul da Suécia, a Tånga Vingård, localizada em Ängelhol. Em Portugal, está presente em várias regiões vitivinícolas, com destaque para a Quinta da Folgorosa, os Vinhos Cortém e a Quinta da Barrosa, três propriedades localizadas na região dos Vinhos de Lisboa), a Quinta Vale do Armo, no Tejo, e a Herdade da Cabeceira, no Alentejo.

Casa Redondo adquire a Sheridan’s à Diageo

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A emblemática garrafa de dupla câmara que separa café e creme faz parte do portefólio premium da Casa Redondo, empresa familiar fundada em 1940 por José Carranca Redondo e sediada na Lousã. Esta aquisição do licor mundialmente reconhecido Sheridan’s à Diageo reforça o compromisso do grupo no que diz respeito à expansão do seu portefólio […]

A emblemática garrafa de dupla câmara que separa café e creme faz parte do portefólio premium da Casa Redondo, empresa familiar fundada em 1940 por José Carranca Redondo e sediada na Lousã. Esta aquisição do licor mundialmente reconhecido Sheridan’s à Diageo reforça o compromisso do grupo no que diz respeito à expansão do seu portefólio no âmbito de marcas de referência e da presença consolidada a nível mundial, reforçando a visão global.

Segundo Daniel Redondo, CEO da Casa Redondo, a “Sheridan’s é uma marca verdadeiramente icónica, com um posicionamento superior e uma ligação forte ao consumidor em vários mercados internacionais. A nossa ambição passa por reforçar a presença da Sheridan’s em mercados onde a marca já é forte e acelerar o seu crescimento nos países estratégicos”. De acordo com o comunicado, a entrada desta marca abre mais de 20 novos mercados à empresa familiar, a somar aos mais de 70 onde o grupo já se encontra presente. Ao mesmo tempo, esta acção além-fronteiras permite à empresa familiar portuguesa prosseguir com a missão de “levar, aos quatro cantos do mundo, a cultura e a gastronomia portuguesas, através das marcas do nosso portefólio que carregam as nossas raízes”, acrescenta Daniel Redondo.

Ricardo Redondo, CFO da Casa Redondo, revela: “para 2026, definimos como objetivo um crescimento muito significativo, com a ambição de duplicar a dimensão do negócio ao longo do ano, sendo também a primeira vez que mais de 50% da faturação do grupo será gerada fora de Portugal.”

Fundada em 1940 por José Carranca Redondo e que ganhou fama com a produção do Licor Beirão possui um portefólio com mais de 50 marcas.

Rocim também levanta voo com a British Airways

Rocim

Afinal, há outro produtor nacional a embarcar em altos voos da British Airways. Trata-se da Rocim, que tem não um, mas dois vinhos nas cabines premium da companhia aérea britânica: o Grande Rocim Branco 2024, na primeira classe, e Herdade do Rocim Alicante Bouschet 2024, na classe executiva. Ambos são feitos a partir de uva […]

Afinal, há outro produtor nacional a embarcar em altos voos da British Airways. Trata-se da Rocim, que tem não um, mas dois vinhos nas cabines premium da companhia aérea britânica: o Grande Rocim Branco 2024, na primeira classe, e Herdade do Rocim Alicante Bouschet 2024, na classe executiva. Ambos são feitos a partir de uva colhida na Vidigueira, sub-região do Alentejo que é morada da Herdade do Rocim, de onde são exportados para mais de 50 países e, agora, passam a ser degustados a 35.000 pés de altitude.

O Grande Rocim Branco 2024 é elaborado a partir da casta Arinto e o Herdade do Rocim Alicante Bouschet 2024 é feito com uvas tintas pisadas a pé em lagares de pedra. “Estes dois vinhos escolhidos pela British Airways expressam a essência do ADN da Rocim, vinhos elegantes e minerais, produzidos a partir de uvas biológicas, que reflectem o melhor das técnicas tradicionais portuguesas aliadas à enologia do século XXI”, afirma Pedro Ribeiro, CEO da Rocim.

 

Sobre a Herdade do Rocim, de Catarina Vieira e Pedro Ribeiro, destaque-se o trabalho efectuado no âmbito dos vinhos de ânfora, que, anualmente, é pretexto de romaria para conhecer de perto as ânforas de barro, saber mais sobre esta matéria através da degustação vínica e de provas comentadas, entre outras actividades. Já o universo Rocim, além de incluir esta propriedade, abrange a produção de vinhos no Douro, Dão, Bairrada, Lisboa, Algarve e Açores.

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