Casa Relvas pioneira com selo PSA no azeite

A Casa Relvas, no Alentejo, é pioneira na certificação da sustentabilidade do azeite através da obtenção da certificação do Programa de Sustentabilidade do Azeite (PSA), pela OLIVUM – Associação de Olivicultores e Lagares de Portugal, entidade fundada em 2013. Este reconhecimento assinala a preocupação da empresa no que diz respeito à valorização ambiental, social e […]
A Casa Relvas, no Alentejo, é pioneira na certificação da sustentabilidade do azeite através da obtenção da certificação do Programa de Sustentabilidade do Azeite (PSA), pela OLIVUM – Associação de Olivicultores e Lagares de Portugal, entidade fundada em 2013. Este reconhecimento assinala a preocupação da empresa no que diz respeito à valorização ambiental, social e económica do sector olivícola nacional, acção que contribui para firmar o posicionamento do país como exemplo internacional de boas práticas nesta vertente agrícola.
“Esta certificação representa um passo natural num percurso que a Casa Relvas tem vindo a construir há vários anos e o seu compromisso com a sustentabilidade. Mais do que um reconhecimento externo, o selo PSA valida uma forma de estar no sector, assente na responsabilidade, na melhoria contínua e no respeito pelos recursos naturais, pelas pessoas e pelo território”, declara António Relvas, Co-CEO da Casa Relvas. Este marco surge na sequência de um projecto iniciado em 2022, ano em que este produtor foi a primeira das dez maiores empresas produtoras de vinho do Alentejo a receber a Certificação de Produção Sustentável, desta feita da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana.
O PSA é um sistema de certificação independente desenvolvido no sentido de dar resposta à crescente exigência dos mercados internacionais em matéria de sustentabilidade, rastreabilidade e responsabilidade social e ambiental. Todo este trabalho assenta num referencial constituído por 98 critérios distribuídos por 26 capítulos, com o intuito de avaliar as questões inerentes à sustentabilidade no âmbito da produção de azeite.
Madeira Wine Company com novo CEO

Carlos Filipe Fernandes assume oficialmente o cargo de Chief Executive Officer (CEO) da Madeira Wine Company, depois de desempenhar funções como Chief Operating Officer (COO). De acordo com o comunicado, teve um papel fundamental na otimização dos processos de produção e na implementação de melhorias contínuas e excelência técnica em toda a organização durante o […]
Carlos Filipe Fernandes assume oficialmente o cargo de Chief Executive Officer (CEO) da Madeira Wine Company, depois de desempenhar funções como Chief Operating Officer (COO). De acordo com o comunicado, teve um papel fundamental na otimização dos processos de produção e na implementação de melhorias contínuas e excelência técnica em toda a organização durante o seu percurso na empresa.
Face a esta nova fase, Carlos Filipe Fernandes afirma: “Juntamente com a nossa equipa, continuaremos a aperfeiçoar cada etapa da produção, honrando este legado e mantendo os elevados padrões de qualidade pelos quais os nossos vinhos são reconhecidos internacionalmente.”
A respeito de Chris Blandy, que, ao longo de 14 anos, assegurou a liderança executiva, permanece no cargo de Presidente do Conselho de Administração da Madeira Wine Company. Nesta nova função, dará seguimento à visão estratégica de longo prazo e assegurará o compromisso geracional da família Blandy com o Vinho Madeira.
Vinhos de Portugal na Wine Paris 2026

Está reforçada a aposta da presença dos Vinhos de Portugal na edição de 2026 da Wine Paris, feira internacional dedicadas ao sector das bebidas a decorrer de 9 a 11 de Fevereiro, no Parc des Expositions, Porte de Versailles, em Paris, França. O expositor, o terceiro maior de um país estrangeiro presente no certame, estará […]
Está reforçada a aposta da presença dos Vinhos de Portugal na edição de 2026 da Wine Paris, feira internacional dedicadas ao sector das bebidas a decorrer de 9 a 11 de Fevereiro, no Parc des Expositions, Porte de Versailles, em Paris, França. O expositor, o terceiro maior de um país estrangeiro presente no certame, estará no Hall 4, com uma área de 2.540 m², e contará com a participação de mais de 300 produtores portugueses.
“A Wine Paris tornou-se, ao longo das últimas edições, num dos principais pontos de encontro para os profissionais da indústria do vinho. Estar presente neste evento é, por isso, estratégico para os Vinhos de Portugal. A nossa participação tem vindo a crescer de forma consistente, com um aumento superior a 150% nos últimos três anos, reflectindo o interesse crescente dos mercados internacionais pela diversidade e qualidade dos vinhos portugueses”, declara Frederico Falcão, Presidente da ViniPortugal.
Em destaque está a sessão “Hidden Gems of Portugal”, agendado para o dia 10 de Fevereiro, às 12h00, e conduzido pelo Master of Wine Dirceu Vianna Junior. Esta acção propõe uma viagem por castas raras portuguesas, que habitualmente estão fora dos grandes circuitos comerciais, por forma a mostrar que a diversidade de castas autóctones é um atributo de diferenciação no mercado global.
No programa, consta, ainda, um Free Tasting, com a prova de 50 vinhos produzidos em várias regiões do país. Esta iniciativa será realizada no âmbito do enoturismo, enquanto vertente de valor para o sector, enquanto ferramenta de promoção, bem como uma mais-valia no contexto da valorização económica, cultural e territorial dos vinhos nacionais.
Há um vinho português a bordo da British Airways

Quinta da Bacalhôa tinto 2022, do Grupo Bacalhôa, foi seleccionado para integrar a carta de vinhos da classe executiva Club World da British Airways, passando a ser servido aos passageiros de classe executiva da reconhecida companhia aérea durante o 1º trimestre de 2026. A eleição das referências vínicas passa por um processo de avaliação e […]
Quinta da Bacalhôa tinto 2022, do Grupo Bacalhôa, foi seleccionado para integrar a carta de vinhos da classe executiva Club World da British Airways, passando a ser servido aos passageiros de classe executiva da reconhecida companhia aérea durante o 1º trimestre de 2026. A eleição das referências vínicas passa por um processo de avaliação e prova, conduzido pelos especialistas responsáveis pela curadoria de bebidas a bordo.
Esta colheita de 2022 é feita a partir de um lote de duas castas: Cabernet Sauvignon e Merlot. De acordo com a sugestão inscrita no comunicado do grupo, “é um vinho versátil, ideal para acompanhar pratos de carnes vermelhas e caça”, a qual pode ficar como dica para quem ficar em terra. Para quem embarcar na classe executiva da referida companhia de aviação do Reino Unido, fundada em 1916, testemunhará o quão alto pode ir um vinho de produção nacional.
Sobre a Bacalhôa, importa relembrar que se trata de uma empresa vitivinícola nacional com presença fixa no Alentejo, na Península de Setúbal, na Bairrada e no Douro, reunindo mais de 1200 hectares de vinhas, 40 castas diferentes e quatro centros vínicos.
Azeite biológico para os mais novos

Numa época em que o verdadeiro sabor dos alimentos é tema de debate entre especialistas da área da nutrição e cozinheiros, em especial no que aos hábitos alimentares das crianças diz respeito, eis que surge no mercado um azeite de produção biológica certificada criado especialmente para os mais pequenos. Chama-se Mainovo e é da Mainova, […]
Numa época em que o verdadeiro sabor dos alimentos é tema de debate entre especialistas da área da nutrição e cozinheiros, em especial no que aos hábitos alimentares das crianças diz respeito, eis que surge no mercado um azeite de produção biológica certificada criado especialmente para os mais pequenos. Chama-se Mainovo e é da Mainova, nome reconhecido no mundo vitivinícola no coração do Alentejo.
Quanto às características deste azeite, a Mainova destaca a acidez baixa, o perfil aromático mais suave em relação aos demais e a origem 100% natural. Por isso, e de acordo com o comunicado, “o Mainovo assume-se como um aliado na introdução de novos alimentos, contribuindo para o desenvolvimento de um paladar variado, curioso e equilibrado”.
Para os mais curiosos, a Mainova desenvolveu o audiobook infantil intitulado “As Aventuras do Mainovo” (As aventuras do Mainovo | Podcast on Spotify). Há ainda três receitas elaboradas pela Nutricionista Joana Azevedo Nunes, Mestre em Nutrição Pediátrica e histórias em áudio no site da Mainova (Mainovo).
Manuel Pinheiro é o novo Presidente da CVR do Dão

Administrador da Global Wines (Casa de Santar e Quinta de Cabriz) até 2022, Manuel Pinheiro assume, agora, a função de Presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão, para o triénio 2026-2028. Em declarações para a Revista Grandes Escolhas, sublinhou a importância de reforçar a valorização dos vinhos produzidos na região vitivinícola que representa, já […]
Administrador da Global Wines (Casa de Santar e Quinta de Cabriz) até 2022, Manuel Pinheiro assume, agora, a função de Presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão, para o triénio 2026-2028. Em declarações para a Revista Grandes Escolhas, sublinhou a importância de reforçar a valorização dos vinhos produzidos na região vitivinícola que representa, já que se trata de um produto de “grande qualidade” que nada tem a ver não se coaduna com “o mercado de grandes volumes”, mas antes num mercado em que a qualidade se posiciona num patamar superior.
Com o intuito de firmar e perpetuar a mais-valia associada ao vinho, enquanto produto de qualidade, o novo responsável pelo território vitivinícola do Dão sublinha a importância de preservar a diversidade de castas tradicionais. A formação técnica destinada aos viticultores, bem como a criação de uma academia destinada aos profissionais, são outras das propostas para o triénio 2026-2028. Tornar o Dão um destino enoturístico apetecível é outro dos objectivos inscritos no programa, cuja aposta incide no incremento da venda directa do vinho na adega, no sentido de gerar valor imediato para o produtor.
No currículo, Manuel Pinheiro soma a presidência da Comissão Vitivinícola da Região dos Vinhos Verdes com a função de Secretário-Geral, seguida da de Presidente da ANDOVI – Associação Nacional das Denominações de Origem Vitivinícola Portuguesas, bem como o cargo de Vice-Presidente do Conselho Europeu Interprofissional do Vinho.
Os novos órgãos sociais da CVR do Dão serão apresentados no dia 23 de Janeiro.
Novo ciclo

No final do passado mês de Dezembro, deixei as funções executivas na Grande Escolhas, como gerente da sociedade, director de negócios e publisher. Foi uma opção livre, ponderada e pensada, para coincidir com a chegada aos meus 70 anos. Gostaria, contudo, de esclarecer que com esta decisão não estou propriamente a despedir-me. Continuarei ligado ao […]
No final do passado mês de Dezembro, deixei as funções executivas na Grande Escolhas, como gerente da sociedade, director de negócios e publisher. Foi uma opção livre, ponderada e pensada, para coincidir com a chegada aos meus 70 anos. Gostaria, contudo, de esclarecer que com esta decisão não estou propriamente a despedir-me. Continuarei ligado ao projecto como sócio, com uma quota relevante na sociedade proprietária da revista e terei, a partir de agora, se para tanto tiver vida e saúde, bem mais tempo para fazer aquilo que mais gosto: viajar, desfrutar e escrever livremente, sem pressão e compromissos de agenda, sobre vinhos e gastronomia, afinal as áreas a que dediquei a minha vida.
Nesta hora de mudança, quero deixar aqui duas notas. A primeira é que foi um orgulho imenso fundar com o meu amigo Luis Lopes e a companhia dos meus colegas, a Grandes Escolhas no ano já longínquo de 2017. Este foi verdadeiramente o meu grande projecto de vida profissional, finalmente realizado já numa fase bem madura, depois de mais 30 anos a trabalhar nesta área. Ao contrário do que ingenuamente pensei na altura, não foi de todo fácil. Os pressupostos sobre os quais tínhamos planeado o projecto Grandes Escolhas ficaram subitamente alterados e, como quase sempre acontece, dificuldades de conjuntura foram semeando obstáculos inesperados. Vieram depois os anos terríveis da pandemia, em que tudo esteve em jogo, mas que permitiram por à prova uma resiliência que até a mim me surpreendeu.
A outra nota que gostava de sublinhar é que deixo estas funções de coração cheio. As relações que ao longo de tantos anos pude estabelecer com tanta gente nesta área, colegas, parceiros, clientes, fornecedores, leitores, consumidores, frequentadores de eventos e tantos outros, constituiu um capital riquíssimo que só posso dar graças de ter acumulado. Não tenho a pretensão de ter agradado a todos os que comigo se cruzaram, mas guardo a convicção gratificante que com a grande maioria conseguimos construir relações de respeito mútuo e em muitos casos de amizade que ultrapassam em muito as meras relações profissionais.
Uma das coisas que a vida me ensinou é que as pessoas não se devem eternizar nos cargos e que sangue novo, novas dinâmicas, ideias inovadoras e, muitas vezes, disruptivas são o fermento que as organizações precisam para continuar a crescer. É o que espero que aconteça com a Grandes Escolhas.
Como todos sabemos, os tempos não estão fáceis e muitas incertezas se advinham no horizonte. Mas tenho a plena confiança que os meus sócios e todos os colegas na Grandes Escolhas continuarão este trabalho e farão certamente mais e melhor. O futuro está à porta e nós continuaremos a vermo-nos por aí.
Um sentido abraço!
João Geirinhas
CVRA aprova acordo com a Mercosul

O acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul foi aprovado pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), que considera esta acção “um passo estratégico relevante no reforço das relações comerciais entre os dois blocos e uma oportunidade concreta para a afirmação internacional dos Vinhos do Alentejo”, de acordo com o comunicado. Para a CVRA, […]
O acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul foi aprovado pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), que considera esta acção “um passo estratégico relevante no reforço das relações comerciais entre os dois blocos e uma oportunidade concreta para a afirmação internacional dos Vinhos do Alentejo”, de acordo com o comunicado.
Para a CVRA, a eliminação progressiva de tarifas aduaneiras sobre o vinho europeu pode catapultar os produtores portugueses no Mercado Comum do Sul da América, um gigante espaço económico, constituído por quatro países membros (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e os países associados (Bolívia, Chile, Colômbia, Peru e Equador). O destino prioritário é, porém o Brasil, onde o vinho do Alentejo tem vindo a consolidar-se uma notoriedade marcante.
Neste contexto, Luís Sequeira, presidente da CVRA, explica que “o mercado brasileiro é o mais importante destino das exportações dos vinhos do Alentejo, tendo representado cerca de quatro milhões de litros em 2025.” Em relação ao contexto global, este acordo representa, para os Vinhos do Alentejo, “uma oportunidade relevante para aprofundar a presença em mercados-chave, criar valor e reforçar a internacionalização da região”, destaca o presidente da CVRA.
Recorde-se que a internacionalização é um dos pilares centrais do Plano Estratégico dos Vinhos do Alentejo 2026–2031. Este plano tem como objectivo o incremento das exportações, “assente na valorização da origem, na diferenciação da oferta e na afirmação do Alentejo como uma das grandes regiões vitivinícolas do mundo”.
A assinatura deste acordo decorrerá amanhã, dia 18 de Janeiro, na capital do Paraguai e dará início à maior zona de comércio livre do mundo.

