Pêra-Manca em branco e tinto

Pêra-Manca

A Fundação Eugénio de Almeida colocou os primeiros vinhos no mercado em 1986, quando lançou a marca Cartuxa, em versão tinto e branco. Quatro anos depois surgiam os primeiros vinhos da marca Pêra-Manca: o branco, vendido em garrafa renana e o tinto. Desde então, estes vinhos têm tido muitas edições, mais frequentes nos brancos e […]

A Fundação Eugénio de Almeida colocou os primeiros vinhos no mercado em 1986, quando lançou a marca Cartuxa, em versão tinto e branco. Quatro anos depois surgiam os primeiros vinhos da marca Pêra-Manca: o branco, vendido em garrafa renana e o tinto. Desde então, estes vinhos têm tido muitas edições, mais frequentes nos brancos e mais espaçadas no tinto.

Recentemente, a ocasião para o lançamento de uma nova edição do tinto foi motivo suficiente para se provarem outros vinhos da Fundação. O momento teve lugar em Évora, num ambiente que os franceses chamariam de “petit comité”, com um pequeno número de convivas à volta da mesa.

Se Pêra-Manca é a marca mais emblemática da Fundação Eugénio de Almeida, Cartuxa é o nome de um conjunto de vinhos notáveis, que têm enorme aceitação no mercado. Nas várias versões, de brancos a tintos e Reservas, estamos a falar de cerca de 900 000 garrafas por ano. O Cartuxa Reserva tinto, que também provámos, é um vinho com edição anual, mas tal só aconteceu após 2005. Até então, só em alguns anos se comercializava o Reserva. Começaram com 35000 garrafas, mas, actualmente, e fruto da boa aceitação do público, produzem-se 75000 garrafas de Reserva tinto; em 2021 essa quantidade será elevada para 90000.

É um tinto que integra Alicante Bouschet, Aragonez e Cabernet Sauvignon. A percentagem de Cabernet Sauvignon já foi mais elevada, mas agora situa-se nos cinco por cento. Apresenta uma imagem renovada, com uma nova cor de rótulo, que permite facilmente distinguir os dois tintos Cartuxa: o “normal” e o Reserva.

 

 

As castas do Pêra-Manca tinto são a Trincadeira e a Aragonez, variando a percentagem conforme a qualidade da colheita. As parcelas têm, por norma, cerca de 30 anos

 

Fidelidades em branco e tinto

O Pêra-Manca branco é tradicionalmente feito de Arinto e Antão Vaz, combinação que identifica muitos dos brancos do Alentejo, com o Arinto a ser maioritário, isto é, a dominar 65 por cento do lote. A primeira edição, como todas as primeiras edições, funcionou como uma espécie de teste, uma vez que não se adivinhava qual seria a evolução do vinho em garrafa e em cave. Não foi há muitos anos que provei essa primeira edição. A surpresa foi enorme: pela saúde que apresentava, pelas notas terpénicas, pela acidez que conservava tão bem o branco. É um vinho com edição anual e dele fazem-se agora cerca de 100 000 garrafas, quantidade que será aumentada com a colheita de 2024. Atendendo ao preço, pode dizer-se que estamos perante um enorme sucesso de vendas, um grande reconhecimento por parte dos consumidores. No lote, todo o Antão Vaz fermenta em barrica, parcialmente nova, e cerca de 30% por cento do Arinto também estagia em madeira após a fermentação. Este 2023 é um enorme branco alentejano.

O tinto também alinha pelo mesmo padrão de fidelidade e as castas usadas são apenas a Trincadeira e a Aragonez, variando a percentagem conforme a qualidade da colheita. As parcelas têm, por norma, cerca de 30 anos. Ao chegar à adega, e após escolha, as uvas são desengaçadas e os mostos são fermentados em balseiros. O estágio decorre, depois, em tonéis, maioritariamente usados, mas todos os anos há alguns novos, renovando-se, assim, o parque de madeiras. São 18 meses de estágio na madeira, a que se segue um estágio em garrafa.

Como se trata de vinhas velhas, a replantação das cepas que vão morrendo é sempre uma preocupação. Pedro Baptista, administrador e responsável pela enologia da Fundação Eugénio de Almeida, salientou que fazem questão de apenas usar material clonal retirado das vinhas antigas, fazendo-se uma selecção própria, casta a casta. Pode parecer óbvio que assim se proceda, mas não é assunto pacífico. Há limitações legais ao uso de material não certificado, invocando sempre razões sanitárias. Sem essa certificação as varas poderão conter vírus que irão propagar-se na vinha, nomeadamente vírus do enrolamento e nó curto. Sabendo-se que não há maneira de erradicar essas doenças, a forma mais eficaz é exactamente a utilização de material isento de vírus e a queima das cepas infectadas. Mas Pedro Baptista reconhece que a exclusiva utilização de material certificado “padroniza a produção” e acaba por retirar originalidade a muitos vinhos.

O Pêra-Manca vai agora seguir o seu caminho, com sucesso garantido junto de consumidores fiéis, nomeadamente brasileiros, que entram numa garrafeira em Lisboa e fazem a pergunta fatal (cena que já presenciei): tem Pêra-Manca? Se a resposta for positiva, temos brasileiros felizes. Fiz questão de indagar se esse brasileiro, com quem acabei por trocar umas palavras, achava o preço caro. ‘Caro? Oi cara, isto no Brásil (é melhor levar o acento…) custaria quatro vezes mais!’ Palavras para quê?

(Artigo publicado na edição de Dezembro de 2025)

EA LIVE ÉVORA anuncia cartaz para 2023

EA LIVE ÉVORA 2023

Depois do grande sucesso da edição de 2022, o EA LIVE ÉVORA anuncia que regressa em 2023, nos dias 14, 15, 21 e 22 de Julho. O local é o mesmo de sempre, a zona exterior, com as vinhas em plano de fundo, da Adega Cartuxa, onde actuarão, desta vez, Rui Veloso Trio (convidado especial, Vitorino), […]

Depois do grande sucesso da edição de 2022, o EA LIVE ÉVORA anuncia que regressa em 2023, nos dias 14, 15, 21 e 22 de Julho. O local é o mesmo de sempre, a zona exterior, com as vinhas em plano de fundo, da Adega Cartuxa, onde actuarão, desta vez, Rui Veloso Trio (convidado especial, Vitorino), Os Quatro e Meia, Resistência e Ana Moura.

Mas no EA LIVE ÉVORA 2023 há uma novidade: para se aproveitarem as noites de verão alentejanas, o evento é prolongado com a EA LIVE PARTY, ao som dos DJ da Rádio Comercial, Ana Isabel Arroja, Nuno Luz, Rob Willow e Wilson Honrado. Estes fins de noite acontecerão no pátio principal da Adega Cartuxa.

Nomeado recentemente para os Iberian Festival Awards, nas categorias Best Small Festival, Best Brand Activation, Best Hosting & Reception, o EA LIVE ÉVORA junta diversão e conforto, com plateia ao ar livre (limitada a 1000 lugares marcados) e a oferta de um kit Lanyard + Copo e três serviços de vinhos EA à escolha.

Os bilhetes têm o custo entre €25 e €30 e estão disponíveis na BOL e noutros locais habituais. Todas as informações e o programa podem ser consultados no site do EA LIVE.

Pêra-Manca tinto 2015 chega ao mercado

Pêra-Manca 2015

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text] TEXTO João Geirinhas [/vc_column_text][vc_row_inner column_margin=”default” text_align=”left”][vc_column_inner column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]Foi apresentada à comunicação social  — ontem, dia 30 de Setembro, em Évora — a nova colheita do Pêra-Manca tinto, de 2015. […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

TEXTO João Geirinhas

[/vc_column_text][vc_row_inner column_margin=”default” text_align=”left”][vc_column_inner column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]Foi apresentada à comunicação social  — ontem, dia 30 de Setembro, em Évora — a nova colheita do Pêra-Manca tinto, de 2015. Trata-se da terceira edição consecutiva do Pêra-Manca, depois das colheitas de 2013 e 2014, facto inédito na história deste ícone alentejano que só é produzido em anos de comprovada qualidade. Pedro Baptista, enólogo e administrador da Fundação Eugénio de Almeida, confessou que esta sucessão de boas colheitas chegou a fazê-lo hesitar sobre a oportunidade de lançar esta edição, mas no fim prevaleceu a avaliação da equipa de enologia, que considerou a qualidade como excepcional.

Produzido, como habitualmente, a partir das tradicionais castas Aragonez e Trincadeira, a versão 2015 tem uma ligeira preponderância da primeira sobre a segunda (55% e 45%), formula que é sempre ajustada em função das particularidades de cada vindima. Segundo os responsáveis da Cartuxa, o ano 2015 decorreu seco, com falta de humidade no solo originando um fraco vigor vegetativo das videiras, assim como a formação de bagos de reduzidas dimensões que apresentaram, assim, uma boa relação película-polpa propícia à obtenção de vinhos de grande concentração.
Como sempre acontece na elaboração dos Pêra-Manca, as técnicas de vinificação são rigorosas e e exigentes: maceração pelicular pré-fermentativa, fermentação em grandes balseiros de carvalho francês com temperatura controlado a 27ºC e remontagens manuais seguidas de longas macerações. O vinho beneficia depois de um estágio de 18 meses em balseiros e de mais 48 meses em garrafa.

Ao contrário do que tem acontecido em colheitas anteriores, o 2015 esperou 6 anos para ver a luz do dia em vez dos habituais 4 ou 5 anos de estágio. Talvez por isso o vinho nos pareceu já pronto para consumo, apesar do potencial evolutivo que promete.

Numa primeira apreciação, o Pêra-Manca tinto 2015 surpreende porque conjuga, com souplesse, a habitual concentração e taninos robustos com frescura notável e uma boca macia, indicando que está pronto a ser degustado com grande prazer. No jantar de lançamento, elaborado pelo Chef José Júlio Vintém, isso ficou particularmente evidente quando o vinho acompanhou uma versão da perdiz estufada e a harmonização com o prato fez realçar, em pleno, todas as suas virtudes.

A apresentação do Pêra-Manca 2015 foi uma cerimónia muito concorrida, na qual sobressaiu um forte contingente de jornalistas e compradores brasileiros, fruto da enorme popularidade de que a marca desfruta no Brasil. Haverá vinho para todos, porque a produção atingiu nesta colheita o valor recorde de 44 mil garrafas. O único óbice poderá ser o preço, já que sai da loja da adega a €275 e este valor tem tendência, com o passar do tempo, a aumentar bastante nas prateleiras das garrafeiras.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Festival EA Live Évora regressa em Julho

EA Live Évora

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Desde 2016 que o EA Live, um conceito idealizado pela Fundação Eugénio de Almeida para os amantes de vinho, tem assumido vários formatos: slow fest, fast festival ou music sessions, sempre harmonizados com os vinhos EA. Nos fins […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Desde 2016 que o EA Live, um conceito idealizado pela Fundação Eugénio de Almeida para os amantes de vinho, tem assumido vários formatos: slow fest, fast festival ou music sessions, sempre harmonizados com os vinhos EA. Nos fins de semana de 16 a 24 de Julho deste ano, reunidas as condições de segurança necessárias, volta a haver EA Live Évora, “com a promessa de dar palco à música, mas também à descontração, felicidade e diversão”, diz o produtor. Será num ambiente intimista, com as vinhas da Adega Cartuxa (na Quinta de Valbom, Évora) como paisagem, que os concertos acústicos de artistas portugueses consagrados — Pedro Abrunhosa, Carolina Deslandes, Tiago Nacarato e Bárbara Tinoco — terão lugar.

Assim, a lotação do festival EA Live irá respeitar as normas indicadas pela DGS, e os bilhetes terão o valor de €30, estando disponíveis nos locais de venda habitual, incluindo os mesmos uma degustação de vinhos EA, um copo e fita EA Live e ainda um clipcup.

O evento decorrerá numa área de fácil acesso, com estacionamento gratuito no centro da cidade, que estará interligado à Quinta de Valbom por transferes. O programa do EA Live Évora 2021:

16JUL – Pedro Abrunhosa | 20h30
17JUL – Carolina Deslandes | 20h30
23JUL – Bárbara Tinoco | 20h30
24JUL – Tiago Nacarato | 20h30[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Adega Cartuxa lança novas colheitas dos Scala Coeli

São vinhos de premium da Adega Cartuxa, já bem conhecidos pelos enófilos. Os novos Scala Coeli branco 2018 e tinto 2017 já estão aí, e representam “o resultado da seleção de castas não autóctones que melhor se adaptaram ao terroir alentejano”, nesses anos. É uma marca da Fundação Eugénio de Almeida, inspirada no Mosteiro de […]

São vinhos de premium da Adega Cartuxa, já bem conhecidos pelos enófilos. Os novos Scala Coeli branco 2018 e tinto 2017 já estão aí, e representam “o resultado da seleção de castas não autóctones que melhor se adaptaram ao terroir alentejano”, nesses anos. É uma marca da Fundação Eugénio de Almeida, inspirada no Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, conhecido como a Cartuxa de Évora, onde viveram os Monges Cartuxos.

O Scala Coeli tinto 2017 (€79,99) é proveniente de vinhas com mais de 30 anos de idade, produzido com a casta Syrah, que passou por uma “escolha de bagos muito rigorosa”, diz a empresa. Estagiou 15 meses em barricas de carvalho francês, e depois 12 meses em garrafa nas caves do Mosteiro. Por sua vez, o branco 2018 (€35), é de Verdelho, colhido em vinhas com 15 anos de idade, obtido “através das melhores fermentações do ano, pautando-se por uma escolha de bagos criteriosa, sendo seleccionadas unicamente as uvas em perfeito estado de maturação”. A fermentação decorreu em inox e o estágio também, durante 12 meses e sobre borras finas, com bâtonnage.

vinho da casa #6 – Cartuxa tinto 2016

Adega Cartuxa com vinhos e azeites à distância de um clique

Já está disponível a nova loja online da Cartuxa com os seus vinhos e azeites, e entrega grátis em encomendas superiores a 40 euros. “Idealizadas para serem saboreadas com o tempo e a calmaria que caracteriza as vastas planícies alentejanas”, como diz a Fundação Eugénio de Almeida em comunicado de imprensa, destacam-se várias opções de […]

Já está disponível a nova loja online da Cartuxa com os seus vinhos e azeites, e entrega grátis em encomendas superiores a 40 euros.

“Idealizadas para serem saboreadas com o tempo e a calmaria que caracteriza as vastas planícies alentejanas”, como diz a Fundação Eugénio de Almeida em comunicado de imprensa, destacam-se várias opções de compra, entre elas o Cartuxa tinto 2016, o EA Biológico branco 2018 e o Pêra-Manca branco 2017, por exemplo.

É também possível encontrar neste site os azeites da empresa, que declara: “Mais perto do que nunca, os azeites e vinhos alentejanos da Adega Cartuxa prometem uma viagem até à gastronomia e às pacatas paisagens alentejanas, das vilas caiadas de branco ou da sombra do sobreiro, para que se reviva a saudade, mas também para celebrar e brindar às memórias que estarão para vir”.

Foral de Évora tem nova imagem

Évora, e a sua região, têm uma rica história que remonta a mais de cinco milénios, como provam vários monumentos e vestígios arqueológicos. Foi, no entanto, no século XVI que Évora teve o seu apogeu, transformando-se num dos mais importantes centros culturais e artísticos do reino. A partir de D. João II e durante os […]

Évora, e a sua região, têm uma rica história que remonta a mais de cinco milénios, como provam vários monumentos e vestígios arqueológicos. Foi, no entanto, no século XVI que Évora teve o seu apogeu, transformando-se num dos mais importantes centros culturais e artísticos do reino. A partir de D. João II e durante os reinados de D. Manuel e D. João III, Évora foi privilegiada pelos reis portugueses, que passavam longas temporadas na cidade. Em 1501, D. Manuel concedeu-lhe um Foral e aqui construiu paços reais.
A Fundação Eugénio de Almeida – Adega Cartuxa – quis comemorar os 500 anos do Foral de Évora lançando, no ano 2000, a primeira colheita do vinho Foral de Évora tinto. O vinho serviu ainda para honrar a tradição vinícola da região, que remonta a tempos imemoriais.
No rótulo o vinho Foral de Évora tinto e branco (que surgiu dois anos depois) era representada uma imagem do brasão real de D. Manuel, que outorgou o histórico Foral de Évora. Este ano, a Fundação Eugénio de Almeida decidiu actualizar o rótulo sem, no entanto, perder o conceito original. Os novos rótulos – para os vinhos branco e tinto – mostram um design mais contemporâneo, suprimindo elementos redundantes do rótulo anterior, como a repetição do brasão da cidade e uma paleta cromática mais harmonizada, onde se introduziu o texto do foral manuelino.
Os dois vinhos – Foral de Évora branco 2018 e tinto 2017 – já estão à venda e custam cerca de 12 euros no retalho.