Da casta Rufete nasce uma triologia

rufete são luiz

Um Rufete Reserva Tinto 2021, um Rufete Reserva Branco 2022 e um Rufete Reserva Rosé 2022, são as mais recentes novidades da Quinta de São Luiz. Uma edição limitada, e bastante exclusiva, de 1.100 caixas com os três vinhos. Este novo trio nasce da busca, do enólogo Ricardo Macedo e sua equipa, em adicionar um […]

Um Rufete Reserva Tinto 2021, um Rufete Reserva Branco 2022 e um Rufete Reserva Rosé 2022, são as mais recentes novidades da Quinta de São Luiz. Uma edição limitada, e bastante exclusiva, de 1.100 caixas com os três vinhos. Este novo trio nasce da busca, do enólogo Ricardo Macedo e sua equipa, em adicionar um elemento singular ao portefólio, com a intenção de conquistar os palatos mais exigentes.

Estas características foram possíveis de se encontrar na casta Rufete, conhecida pelo seu caráter caprichoso, exigente e versátil, que resulta em vinhos de perfil leve e fresco, com grande aptidão gastronómica, marcado por frutos vermelhos e notas florais.

Para conferir mais leveza e suavidade aos três vinhos, todos eles passaram por dois estágios distintos e complementares: uma parte ânfora e outra em madeira, da qual metade em carvalho nacional e metade em castanheiro. Se por um lado o castanheiro acrescenta aromas doces e alguma sensação de especiarias, por outro, o carvalho aporta à trilogia uma maior complexidade de boca.

O Rufete Reserva Tinto 2021 foi vindimado manualmente na última semana de agosto de 2021 às primeiras horas do dia. A fermentação maloláctica e o estágio de 12 meses foi feito, em barricas de castanheiro e carvalho nacional e o restante em ânfora. Leve e fresco, é assim que se mostra este Reserva Tinto. Deve ser servido a temperatura entre 16 e 18°C , pode acompanhar carnes vermelhas, queijos e peixes gordos.

No Rufete Reserva Branco 2022, a vindima foi manual, na última semana de agosto de 2022, às primeiras horas do amanhecer, e as uvas foram transportadas em caixas de pequenas dimensões. O vinho fermentou em inox com temperatura controlada entre os 10 -14°C. Terminada a fermentação alcoólica, uma parte estagiou em cascos de castanheiro e carvalho nacional e o restante em ânfora. A pensar nos dias mais longos de verão, este branco pode acompanhar pratos de maresia, tais como marisco e peixe, carnes brancas e queijos.

Por fim, o Rufete Reserva Rosé 2022, contou com um processo de vinificação e estágio igual ao Reserva Branco. No copo, apresenta uma tonalidade de cor salmão pálido e é composto por aromas florais doces, pétalas de rosas e cerejas. Pratos de marisco e peixes gordos, carnes brancas e queijos podem ser uma boa opção.

Disponível em Uva Wine Shop e em garrafeiras da especialidade.

Quinta de São Luiz – Kit Trilogia de Rufetes – (Reserva Tinto 2021, Reserva Branco 2022 e Reserva Rosé 2022)
PVP recomendado de 60,00€ (o valor engloba o kit das três garrafas, não sendo vendidas em separado.

Quinta de Lemos: Visitas à adega com provas e petiscos

Na região vinhateira do Dão, o convite é para que descubra a Adega exclusiva da Quinta de Lemos, recheada de vinhos com história, elaborados a partir de castas autóctones. O programa de enoturismo da Quinta de Lemos oferece visitas à Adega, conduzidas pela história da Quinta e da família Lemos, com a assinatura Celso de […]

Na região vinhateira do Dão, o convite é para que descubra a Adega exclusiva da Quinta de Lemos, recheada de vinhos com história, elaborados a partir de castas autóctones.
O programa de enoturismo da Quinta de Lemos oferece visitas à Adega, conduzidas pela história da Quinta e da família Lemos, com a assinatura Celso de Lemos, o mentor e fundador do projeto, que integra também o Mesa de Lemos, o único restaurante da zona Centro do país com 1* Michelin, à qual somou a Estrela Verde Michelin.
Situada no vale do Dão, a mais antiga região produtora de vinho de Portugal, onde as condições climáticas, o terroir e as castas autóctones, a Quinta de Lemos é marcada pelo granito e os solos arenosos, protegidos pelas Serras da Estrela, Caramulo, Buçaco e Nave. Com um sistema agrícola de proteção integrada, que reduz ao mínimo as intervenções de produtos fitossanitários, a Quinta de Lemos tem feito uma aposta grande no respeito pelo meio ambiente, com a particularidade das vinhas não serem irrigadas, sujeitas apenas à imprevisibilidade do clima, o que marca o carácter anual de cada vinho.

Além dos monocasta, a marca produz todos os anos blends, elaborados também a partir de castas autóctones da região, que homenageiam as figuras femininas da família (Dona Georgina, Dona Santana, Dona Louise, Dona Paulette, Geraldine e Manuela). Recentemente, e pela primeira vez, a Quinta de Lemos produziu um vinho de homenagem aos homens da família, o “3 Armandos”.
Ao longo das visitas à Adega Quinta de Lemos, os visitantes ficam a descobrir as tradições da marca e os métodos de produção. As visitas podem ser realizadas em qualquer dia da semana, sábados, domingos e feriados incluídos, mediante reservada prévia, e podem ser simples ou complementadas com Provas de Vinho e Petiscos Regionais, para um programa completo pelos sabores da região de Viseu.

Informações gerais:
Quinta de Lemos
Morada: Passos de Silgueiros, 3500-541 Silgueiros, Viseu
Horários da Adega: de segunda a sexta, das 09h00 às 17h00
Visitas: durante a semana, sábados, domingos e feriados (sujeito a disponibilidade para visitas)
Preços (a partir dos 18 anos):
Visita Simples: 15€
Visita com Prova: 25€
Visita com Prova + Petiscos: 50€
Reservas: 232 951 748 (disponível de segunda a sexta, das 09h00 às 17h00) | info@quintadelemos.com

Coravin: Voltar a uma garrafa com a qual se foi feliz

Coravin

Por “exigente”, entenda-se aqui “pessoa preocupada com a qualidade do vinho que consome”, quer custe a garrafa 10, 30, 70 ou 500 euros, e por aí fora… Consoante o modelo do sistema, há diferentes aplicabilidades, e a marca reforçou recentemente a sua presença no mercado nacional com soluções renovadas e packs com mais acessórios. Uma […]

Por “exigente”, entenda-se aqui “pessoa preocupada com a qualidade do vinho que consome”, quer custe a garrafa 10, 30, 70 ou 500 euros, e por aí fora… Consoante o modelo do sistema, há diferentes aplicabilidades, e a marca reforçou recentemente a sua presença no mercado nacional com soluções renovadas e packs com mais acessórios. Uma coisa é certa: para um verdadeiro apreciador de vinho, os sistemas Coravin prometem transformar o acto de abrir (ou não, mas já lá vamos…) qualquer garrafa numa experiência premium, e perpetuá-la no tempo. Porque poder beber um copo de vinho e continuar a beber da mesma garrafa durante um mês, ou até um ano, sem que este tenha sido adulterado pelo oxigénio, é realmente revolucionário. Assim tenhamos esse nível de auto-controlo…

Começando pelo topo do portefólio Coravin, estão já disponíveis os novos modelos da linha Timeless, onde o sistema inicial se viu actualizado e melhorado. É nesta linha que figura o sistema mais emblemático da marca, que permite retirar vinho de uma garrafa sem realmente a abrir, preservando a rolha original. Isto é feito através de uma agulha muito fina, e oca, que se insere na rolha de cortiça sem a danificar. Depois, a garrafa é pressurizada com árgon puro, de grau médico, um gás “nobre” (inodoro, incolor, insípido, inerte, etc…), que substitui o espaço que o vinho ocupava na garrafa e deixa que este saia pela agulha. Este gás vem armazenado numas “bombinhas” que se inserem no corpo principal do sistema, e o próprio acto de as introduzir no tubo já dá um gostinho especial. Cada uma destas cápsulas de árgon permite servir, no sistema Timeless, até 15 copos de vinho de 150ml.

Coravin

A parte mais impressionante de tudo isto é que, quando se retira a agulha, a rolha volta à sua forma inicial e podemos voltar a colocar o vinho na garrafeira, como se nunca tivesse sido tocado. Este sistema oferece meses ou anos (ou, virtualmente, o tempo que quisermos) de guarda, a uma garrafa da qual já retirámos vinho. Nesta linha, destaca-se o Coravin Timeless Six+ Premium Set (€499), em tons carvão que, além do acabamento brilhante, inclui extras como uma base com acabamento em metal escovado, para armazenar ou expor o sistema, 8 cápsulas de árgon, um areador, uma bolsa de transporte e outros acessórios. Está ainda disponível o mesmo modelo por €399, com menos acessórios.

Também a gama Pivot, mais económica, tem novidades, como o Pivot+ (€149). Com o Pivot é possível preservar a garrafa até um mês depois da abertura, sendo que aqui remove-se a rolha, introduz-se o gás árgon e coloca-se uma das tampas “stopper” que vem com o sistema. Ambos os sistemas (e outros modelos), estão disponíveis para compra através da Heritage Wines, que os enviou à Grandes Escolhas para que fossem testados “na vida real”. Daqui a uns meses, voltaremos a falar.

(Artigo publicado na edição de Maio de 2023)

Baías e Enseadas: da garagem para o mundo

Baías e enseadas

Daniel Afonso – uma pessoa genuína e apaixonada – é um verdadeiro garagista, com as cubas, barricas e uma prensa vertical justapostas num espaço minúsculo em Mercês (de Sintra), e com um carro velho à porta para ir às vinhas, espalhadas pela zona de Colares. O seu carácter terra-a-terra continua na genuinidade dos seus vinhos, […]

Daniel Afonso – uma pessoa genuína e apaixonada – é um verdadeiro garagista, com as cubas, barricas e uma prensa vertical justapostas num espaço minúsculo em Mercês (de Sintra), e com um carro velho à porta para ir às vinhas, espalhadas pela zona de Colares. O seu carácter terra-a-terra continua na genuinidade dos seus vinhos, que, nascidos num ambiente modesto, encontram o glamour no seu destino, servidos nos restaurantes estrelados do Algarve e Nova Iorque.
A ideia de fazer vinho nasceu muito cedo. “Desde que comecei conscientemente a gostar de vinhos, tive logo o sonho de fazer um vinho meu”, confessa Daniel Afonso. Em 2012 começou a realizar o seu sonho: fez a primeira surriba e no ano seguinte plantou três castas brancas, típicas da região de Lisboa — Fernão Pires, Arinto e Malvasia de Colares (que considera a melhor casta branca nacional) — a 5km do mar em linha recta. Em 2014 plantou mais 0,5 hectares acrescentando Castelão.
A vindima de 2015 serviu de ensaio e a de 2016 deu origem aos primeiros vinhos apresentados no mercado. A pouco e pouco, ia plantando mais vinha e mais castas: o Cercial que gosta pelo seu carácter e acidez e duas castas estrangeiras – Chardonnay e Pinot Noir – que no início pensou fazer só para si, mas as experiências de vinificação mostraram os resultados de tal modo promissores que ficou motivado a dar-lhes mais protagonismo.

Baías e Enseadas

Mas havia outro sonho: fazer um vinho DOC Colares, com Malvasia e Ramisco plantadas em chão de areia. Este demora mais tempo, porque a propria plantação em chão de areia é diferente. E este ano já conseguiu lançar o primeiro Colares Malvasia.
A abordagem enológica é simples. Sem desengaço, vai tudo para a prensa, onde acaba por ter uma pequena maceração porque o processo demora 7-9 horas. Fermenta com leveduras indígenas, um pouco de sulfuroso para impedir a fermentção maloláctica e retira a borra mais grosseira. A fermentação acaba nas barricas e lá os vinhos ficam de 6 a 8 meses, com bâtonnage. Nos tintos, as uvas também não desengaçadas, levam uma ligeira pisa a pé, ficando com alguns cachos inteiros. O estágio também é em barricas, durante cerca de 6 meses.
Neste momento, Daniel só faz os monovarietais a querer mostrar “o que cada casta fala da região”. Os vinhos da gama Escolha Pessoal estão sujeitos a uma selecção mais criteriosa em todos os passos desde a uva às barricas.
“Faço o melhor que posso e tento intervir o mínimo possível” – diz o produtor, não tendo intenção nenhuma de produzir vinhos funky para agradar os wine freaks. Não é por ser um produtor pequeno que vou atrás de modas. “Eu não quero ser diferente, quero representar a região”, afirma o vigneron com convicção, “quero que quando alguém prove os meus vinhos, diga ‘Isto só pode ser de Colares!’”.
Neste momento, tem quatro vinhas e precisa de aumentar a área. A produção de hoje conta com cerca de 8 mil garrafas, das quais 90% vai para a exportação: Estados Unidos, Inglaterra, Noruega e Bélgica. Em Nova Iorque, os Baías e Enseadas estão presentes em 70% dos restaurantes estrelados. No famoso Per Se, com três estrelas Michelin, só estão quatro vinhos brancos portugueses, um deles é o Baías e Enseadas Malvasia. Os 10% vendidos no mercado nacional estão principalmente presentes no Algarve, em restaurantes como o Vila Joya, A Ver Tavira, Al Sud e Bon-Bon.
Nos futuros planos estão um vinho rosé, um espumante e o Ramisco de Colares.

(Artigo publicado na edição de Maio de 2023)

 

Há Beira e Douro: O evento que celebra duas regiões

Há beira e douro

Nas ruas da aldeia histórica de Marialva, o evento «Há Beira e Douro 2023» procura celebrar aquilo que podemos designar como “vinhos de fronteira”, vinhos que nascem nas fraldas das denominações da Beira Interior e do Douro Superior. O município da Meda, a que pertence Marialva, partilha as suas vinhas por estas duas Denominação de […]

Nas ruas da aldeia histórica de Marialva, o evento «Há Beira e Douro 2023» procura celebrar aquilo que podemos designar como “vinhos de fronteira”, vinhos que nascem nas fraldas das denominações da Beira Interior e do Douro Superior. O município da Meda, a que pertence Marialva, partilha as suas vinhas por estas duas Denominação de Origem mas nos concelhos vizinhos de um e de outro lado, os vinhos demonstram um forte carácter e uma grande singularidade, não deixando de exibir também algumas diferenças.

No sábado, dia 8, de Julho a partir das 11h, são estes os vinhos que vão estar em foco no «Há Beira e Douro 2023», poderá assistir ao colóquio, provas comentadas (mediante inscrição), showcooking e um espectáculo musical!

Uma iniciativa da Câmara Municipal da Meda e com produção conjunta da garrafeira Vinho & Eventos e da Grandes Escolhas.

 

 

O jantar “Verão” de dia 5 de Julho, está  inserido no ciclo de eventos do restaurante Marlene que celebram as estações do ano e será o 4º e último evento desta primeira edição que reúne diversos chefs reconhecidos pelo guia Michelin em Portugal.

Convidados por Marlene Vieira para partilharem a cozinha aberta do seu restaurante gastronómico, os chefs juntam-se para uma noite de homenagem e valorização dos produtos nacionais de excelência, inspirados na essência portuguesa, apresentando um exclusivo menu que celebra a sazonalidade com os melhores produtos da época.

Os três chefs convidados irão representar Lisboa  e o Algarve, um dos ex-líbris do nosso país nesta altura do ano, com os chefs Pedro Pena Bastos, do restaurante Cura, João Oliveira e Louis Anjos, responsáveis por dois projetos de excelência da região sul – Vista e Al Sud, respetivamente – que celebram a proximidade ao mar com menus focados no peixe e marisco.

O quarto evento de celebração da portugalidade e do melhor que cada estação oferece contará com um menu de degustação de 10 momentos dedicado ao melhor da extensa e rica costa portuguesa. Os chefs convidados estarão encarregues, cada um, da criação de uma entrada e um prato. Diretamente do Algarve, Louis Anjos irá trabalhar ostras da Ria, choco e a tradicional alcagoita; João Oliveira, também com base no Algarve, fará os icónicos carapau, anchova, lula e a delicada gamba violeta brilhar; Pedro Pena Bastos combinará a sarda, lavagante, tomate, alperce, e o pinhão, com a chef Marlene celebrará emblemáticos ingredientes sazonais como a cereja, ervilha, flor de curgete e espargos verdes.

“É com enorme felicidade que conto com três dos colegas que mais admiro neste jantar de Verão que, tal como eu, partilham esta paixão e dedicação para com o produto sazonal – e nacional – de qualidade. Encerramos, assim, a primeira edição dos jantares de Estação, que contaram com grandes nomes do panorama gastronómico nacional, e prometemos lançar a segunda edição já no outono, agora com reconhecidos convidados internacionais, conhecidos pelo seu trabalho e valorização de ingredientes locais, bem como o respeito pela sazonalidade, em noites que irão destacar o melhor de Portugal e dos nossos sabores”, afirma Marlene Vieira.

Como é já característico destes eventos, a sommelier Gabriela Marques tratará da harmonização vínica muito completa e de excelência, que contará com o apoio de dois reconhecidos nomes da Bairrada, Luís e Maria João Pato, pai e filha, enquanto parceiros do evento, e que estarão presentes para dar a conhecer a história dos seus vinhos e da família Pato. Luis Pato traz a essência bairradina que tanto o caracteriza com quatro referências, começando pelo espumante o Espumante Vinha Pan 2015, depois Luís Pato Quinta do Ribeirinho Sercialinho 2021 e Luís Pato Vinha das Valadas Pé Franco 2018, e para a parte mais gulosa do menu, o M Sercialinho, um vinho muito especial feito em parceria com o Mugaritz, considerado um dos melhores restaurantes do mundo.

Este 4º evento tem início entre as 19:00 e as 20:30, e um custo de 200€ por pessoa, e inclui wine pairing.

As reservas podem ser feitas pelas vias habituais (website, email ou telefone).

Reservas

marlene@marlene.pt | 91 262 67 61

Absolut lança as primeiras garrafas em papel

absolut Vodka papel

É a primeira vez que estas garrafas de papel são vendidas por uma empresa global de bebidas espirituosas após a realização de alguns testes experimentais efetuados por Absolut, em festivais no Reino Unido e na Suécia. Esta garrafa será testada com Absolut Vodka, com um teor de álcool de 40%, sendo objetivo da marca testar […]

É a primeira vez que estas garrafas de papel são vendidas por uma empresa global de bebidas espirituosas após a realização de alguns testes experimentais efetuados por Absolut, em festivais no Reino Unido e na Suécia. Esta garrafa será testada com Absolut Vodka, com um teor de álcool de 40%, sendo objetivo da marca testar a forma como a garrafa de papel é transportada e como os consumidores a percepcionam.

Absolut Vodka papel

As garrafas de papel de molde único de 500 ml serão vendidas em 22 lojas Tesco, na região de Grande Manchester, durante o Verão. Estas garrafas de primeira geração, são feitas de 57% de papel com uma barreira integrada de plástico reciclável, em que o consumidor vai poder simplesmente reciclar a embalagem como papel através do lixo doméstico normal.

Embora as garrafas de vidro normais também sejam recicláveis, as garrafas de papel são oito vezes mais leves e mais fáceis de transportar, sendo ideais para ocasiões fora de casa, tais como festivais. Esta inovadora garrafa de papel vai manter o design da icónica garrafa de vidro Absolut, e vem complementá-la, não substituir.

Estive lá: Brasão das Antas, muito para além da francesinha

Brasão das Antas

E na verdade não deveria porque o conceito é inovador. Somam-se já cinco casas com o mesmo nome, espalhadas pela cidade, e a linhagem é respeitável, ou não fosse o grupo Prumo o proprietário, o mesmo do restaurante Paparico de boa memória, agora que este está momentaneamente encerrado e com promessas de ressurreição a prazo, […]

E na verdade não deveria porque o conceito é inovador. Somam-se já cinco casas com o mesmo nome, espalhadas pela cidade, e a linhagem é respeitável, ou não fosse o grupo Prumo o proprietário, o mesmo do restaurante Paparico de boa memória, agora que este está momentaneamente encerrado e com promessas de ressurreição a prazo, com nova localização a revelar.

Pois a minha primeira Brasão foi a última, aberta no final de 2022 na zona das Antas, mesmo em frente à Praça Velazquez. A localização é excelente e dificilmente passa despercebida pelo impacto da fachada exterior, que convida a espreitar, e interiormente cria um ambiente ao mesmo tempo descontraído, urbano e diferenciador, com os seus três pisos, o último dos quais uma esplanada que promete ser um “must”, quando o tempo o permitir. Mas foram as suas propostas gastronómicas que mais me entusiasmaram. Conversando com Rui Martins, director gastronómico do grupo, percebe-se que há uma linha e elementos comuns às outras cervejarias, mas que se procura destacar alguns pratos emblemáticos que ajudam a marcar a diferença. No caso da Brasão das Antas, a estrela de cartaz é aquilo a que chamaram “francesinha à antiga”, porque recupera a primeira versão daquele clássico, que teria sido feita com carne assada, enchidos, queijo e o inevitável e incontornável molho feito à base de tomate e cerveja. Note-se que esta versão convive pacificamente com a “normal”, para descanso dos puristas. A mim, confesso, encantaram-me mais as outras propostas, que saem da oferta habitual das cervejarias convencionais. Acho que é aqui que a Brasão mostra que está noutra dimensão. Falo de entradas como chips de arroz com picante, no couvert, bife tártaro e rissóis (negros) de carne, cogumelos e trufa, e na coroa de cebola; nas versões de bacalhau primorosamente apresentadas; nos pratos vegetarianos que piscam o olho a uma clientela exigente e nas sobremesas que são uma tentação para os gulosos, como a tarte merengada ou as natas do céu, entre outras. Como boa cervejaria que se preza, a Brasão das Antas aposta em cervejas diferenciadas, como uma gama alargada de IPA, e não esquece os vinhos, onde os espumantes da Bairrada assumem um protagonismo surpreendente.

Morada
Av. de Fernão de Magalhães 1530, 4350-157 Porto

Contactos

913 807 372 / reservas@brasao.pt

Horário

Seg. a Sex.: 12h – 15h e 19h – 00h; Sáb. e Dom.: 12h – 15h30 e 19h – 00h