BCook: ingredientes frescos e receitas entregues em mão

Quer apreciar receitas saudáveis mas não tem tempo para ir às compras nem para estar a pensar no que vai cozinhar? A resposta é o serviço BCook, que lhe entrega à porta de casa ou do escritório os ingredientes selecionados pelo chef Joe Best (e nas quantidades exactas, o que permite reduzir o desperdício) para […]

Quer apreciar receitas saudáveis mas não tem tempo para ir às compras nem para estar a pensar no que vai cozinhar? A resposta é o serviço BCook, que lhe entrega à porta de casa ou do escritório os ingredientes selecionados pelo chef Joe Best (e nas quantidades exactas, o que permite reduzir o desperdício) para cozinhar, em cerca de 30 minutos, as receitas criadas pela chef Mónica Pereira em colaboração com a nutricionista Tânia Barbosa.
“Portugal ainda não tinha um projeto desta natureza, já muito comum noutros países, que promovesse uma alimentação saudável e equilibrada e, em simultâneo, fizesse despertar nas pessoas uma vontade de (re)descobrir o prazer de cozinhar”, resume Miguel Silva, responsável pelo projecto.
Para pertencerem à comunidade BCook, os clientes apenas têm de se registar em www.bcook.pt e escolher a modalidade preferida: uma subscrição flexível, para receberem, todas as semanas, uma caixa BCook com duas ou três receitas e todos os ingredientes necessários, separados e pesados na quantidade certa para confecionarem os pratos que escolheram, para duas ou quatro pessoas, com transporte gratuito; ou uma encomenda singular, com a BCook Tester, uma caixa com uma receita e todos os ingredientes necessários, também para duas ou quatro pessoas.

O arranque do ’BAIRRADA Vinhos & Sabores 2017’, que decorreu no Velódromo Nacional – Centro de Alto Rendimento de Sangalhos, no concelho de Anadia, até Domingo, dia 10 de Setembro, foi marcado pelo anúncio e entrega de prémios do ‘Concurso de Espumantes Bairrada 2017’. O grande vencedor desta edição foi o ‘São Domingos Elpídio 80 branco 2011’, uma edição limitada (4.821 garrafas) de um espumante premium, que a Caves do Solar de São Domingos acaba de lançar para celebrar a efeméride dos 80 anos da empresa e uma homenagem ao seu fundador, Elpídio Martins Semedo.

De entre os mais de 50 espumantes a Concurso – que se realizou na manhã do dia 8, no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, perante um painel de jurados composto por jornalistas, críticos de vinhos, enólogos e representantes do comércio –, foram treze os laureados com Medalha de Ouro (lista completa abaixo).

De destacar o facto de entre os “espumantes de ouro” seis serem da categoria ‘Baga Bairrada’: ‘Aliança Baga Bairrada Reserva branco 2014’ (Aliança Vinhos de Portugal), ‘Faina Maior Baga Bairrada branco 2014’ (Caves São João para um projecto de parceria entre o Município de Ílhavo e Associação Rota da Bairrada), ‘Montanha Baga Bairrada Grande Cuvée branco 2013’ (Caves da Montanha), ‘Primavera Baga Bairrada branco 2015’ (Caves Primavera), ‘Quinta do Poço do Lobo Baga Bairrada branco 2014’ (Caves São João) e o ‘São Domingos Baga Bairrada branco 2013 (Caves do Solar de São Domingos).

O ‘Concurso Espumantes Bairrada’ acontece de dois em dois anos, intercalado com o ‘Concurso de Vinhos e Espumantes Bairrada’. A última edição foi em 2015 e a Grande Medalha de Ouro foi também atribuída a um espumante da Caves do Solar de São Domingos: o ‘Lopo de Freitas branco 2010’.

‘São Domingos Elpídio 80 branco 2011’: um espumante premium de edição limitada

O ‘São Domingos Elpídio 80 branco 2011’ é um espumante com Denominação de Origem Bairrada produzido pelo método clássico – segunda fermentação em garrafa – e resultado da combinação das castas Pinot Noir (50%) e Pinot Blanc (50%), invulgar na produção de espumantes na região. Muito elegante e complexo de aroma, revela maturidade e frescura, predominando as notas florais e minerais, e sugestões de frutos secos. Envolvente na boca, de estrutura delicada, bolha muito fina e com uma cremosidade singular, o conjunto final apresenta-se nobre e sofisticado. A servir entre os 6 e 8.°C, acompanha pratos de carne, de peixe e marisco, mas brilha igualmente se servido a solo, num brinde entre amigos e família.

A pureza e a nobreza do ‘São Domingos Elpídio 80 branco 2011’ expressam-se nos quatro anos de estágio em cave. Após a segunda fermentação, em garrafa, o vinho estagiou sobre leveduras durante 48 meses, a uma temperatura constante de 12°C, a fim de encontrar o equilíbrio perfeito de riqueza, sabor e elegância. Seguiu-se o processo de remuage (remoção de leveduras), feita ao longo de dois meses; o degorgement glacée, para libertar as leveduras e, por fim, a adição de licor de expedição. Depois de uma estabilização, conseguida ao fim de dois meses, está pronto a sair para o mercado.

A condizer com o propósito e sendo um espumante comemorativo, o ‘São Domingos Elpídio 80 branco 2011’ veste-se a rigor para sair à rua: a solo, numa “ilustre” caixa de cartão, ou em caixa de madeira de carvalho com três garrafas. O preço recomendado de venda ao público é de 28,50 e 75,00 euros, respectivamente.

Lista de Vencedores Concurso de Espumantes Bairrada 2017

Grande Medalha de Ouro
São Domingos Elpídio 80 branco 2011 (Caves do Solar de São Domingos)
Medalhas de Ouro
Aliança Baga Bairrada Reserva branco 2014 (Aliança Vinhos de Portugal)
Campolargo Cercial branco 2013 (Manuel dos Santos Campolargo)
Faina Maior Baga Bairrada branco 2014 (Caves São João)
Flutt branco (PositiveWine)
Luiz Costa Pinot Noir Chardonnay branco 2014 (Caves São João)
Montanha Baga Bairrada Grande Cuvée branco 2013 (Caves da Montanha)
Montanha Grande Cuvée Chardonnay-Arinto branco 2010 (Caves da Montanha)
Primavera Baga Bairrada branco 2015 (Caves Primavera)
Quinta do Poço do Lobo Baga Bairrada branco 2014 (Caves São João)
Quinta dos Abibes Arinto-Baga Reserva branco 2013 (Quinta dos Abibes)
São Domingos Baga Bairrada branco 2013 (Caves do Solar de São Domingos)
São Domingos Velha Reserva branco 2013 (Caves do Solar de São Domingos)
Unum Touriga Nacional branco 2012 (Caves Primavera)

Wine Note e Teixuga eleitos os melhores do Dão

Os vinhos Wine Note 2015 tinto, da Quinta de Reis, e Teixuga branco 2013, produzido pela Caminhos Cruzados, foram considerados os melhores do Dão, no 1º Concurso de Vinhos da Feira do Vinho do Dão – Troféu Eng.º Alberto Vilhena. O júri, composto por 15 provadores (enólogos, produtores e consultores) foi coordenado por Luís Lopes, […]

Os vinhos Wine Note 2015 tinto, da Quinta de Reis, e Teixuga branco 2013, produzido pela Caminhos Cruzados, foram considerados os melhores do Dão, no 1º Concurso de Vinhos da Feira do Vinho do Dão – Troféu Eng.º Alberto Vilhena. O júri, composto por 15 provadores (enólogos, produtores e consultores) foi coordenado por Luís Lopes, director da VINHO Grandes Escolhas.

O Wine Note 2015 (preço: 23 euros) é um tinto feito com as “castas nobres do Dão”, com enologia da Vines & Wines – Consultores/Jorge Reis e que estagiou 13 meses em barricas novas de carvalho francês. “Tenho muito gosto em fazer este vinho, que só teve até agora três edições – 2008, 2011 e 2015. É o meu Barca Velha…”, explica Jorge Reis, proprietário da Quinta de Reis. “Gostei muito deste prémio, porque o júri tinha muita gente entendida e incluía outros produtores, concorrentes meus. Não há melhor do que isto.”

Quanto ao Teixuga branco 2013 (preço de venda ao público a rondar os 35 euros), é um monocasta de Encruzado cuja enologia esteve a cargo de Carlos Magalhães e Manuel Vieira. Estagiou 19 meses em barricas novas de carvalho francês. “Este prémio é um grande reconhecimento do trabalho que temos estado a desenvolver. Vermos o nosso Teixuga destacado como o melhor vinho branco do Dão é um enorme orgulho, uma vez que esta região tem uma variedade imensa de vinhos de grande qualidade”, refere Lígia Santos, produtora da Caminhos Cruzados.

Vote para podermos seguir o estudo das castas portuguesas

Projecto 671 - Castas desconhecidas, Castas de uva desconhecidas para novos vinhos

Será que existe uma casta em Portugal potencialmente melhor do que todas as outras até agora usadas? Ou que gera aromas e sabores completamente diferentes? Ou que tem condições para aguentar como nenhuma outra os tempos de seca e calor? Ou ainda com componentes que podem ajudar a combater um cancro? Esta e outras perguntas […]

Será que existe uma casta em Portugal potencialmente melhor do que todas as outras até agora usadas? Ou que gera aromas e sabores completamente diferentes? Ou que tem condições para aguentar como nenhuma outra os tempos de seca e calor? Ou ainda com componentes que podem ajudar a combater um cancro?
Esta e outras perguntas podem ficar sem resposta se acabarem os estudos que estão a ser feitos sobre as castas portuguesas. Por falta de verba, que não por falta de interesse ou de conhecimento para os fazer… Pois bem, está em apreciação um projecto no governo, dirigido ao estudo e conservação das castas portuguesas? Para o projecto ser aprovado, precisa do nosso apoio, do nosso voto. Vá até ao site https://opp.gov.pt/projetos/todos/671-castas-de-uva-desconhecidas-para-novos-vinhos e clique no rectângulo “Votar”. Depois basta inserir o número do seu cartão de cidadão e finalizar o voto. Simples e rápido.
Vai votar em quê? Pois bem, vota no projecto 671, que tem por título “Castas de uva desconhecidas para novos vinhos”. O projecto foi redigido pelo técnico António Graça, conhecido pelo trabalho que tem desenvolvido em prol do maior conhecimento das castas nacionais e da sua evolução ao longo dos anos. António Graça não é, felizmente, o único cientista português interessado nesta matéria, mas, neste caso, foi quem “deu a cara”. O projecto tem um orçamento de 200.000 euros (uma pechincha, diremos nós, para a valia do estudo), e terá a duração de 18 meses. Na redacção do projecto, à qual fizemos dois destaques a negrito, pode ler-se em mais detalhe todo o contexto. Ora leia:

EM DEMANDA DOS SEGREDOS DA EVOLUÇÃO NATURAL DA VIDEIRA PORTUGUESA
Portugal é o país da União Europeia que apresenta o maior número de castas de uva autóctones quando comparado à área do seu território. É a multiplicidade de castas nas vinhas portuguesas que confere distinção aos vinhos portugueses e os tornam apreciados dentro e fora de fronteiras por todos os gostos e preferências. São elas que tornam os vinhos de Portugal uma experiência divertida de descoberta e surpresa, suportando a mensagem para os apreciadores: Portugal, um Mundo de Diferença! Sinal inquestionável de um centro de diversidade, verificou-se recentemente que o processo de criação natural de novas castas continua nos nossos dias em Portugal. Ou seja, o processo de diversificação não parou; antes está em curso como sempre aconteceu no nosso território desde tempos ancestrais e, potencialmente, podem existir dezenas de castas desconhecidas por entre as mais antigas vinhas que ainda subsistem em Portugal. As novidades que essas castas desconhecidas podem trazer são um mundo novo por descobrir… podem trazer novos aromas e sabores para novos vinhos, podem ajudar na adaptação às alterações climáticas, podem ser fonte de substâncias importantes para farmacêutica, cosmética ou nutrição…
Em Portugal existe uma rede de vinhas de conservação e estudo que foram multiplicadas a partir de cerca de 30.000 videiras identificadas maioritariamente em vinhas antigas, de todas as regiões vitivinícolas do Continente, Açores e Madeira, onde a diversidade ancestral se encontrava intocada no momento da recolha. É nessa coleção de videiras onde, potencialmente, existe a maior probabilidade de se encontrarem castas desconhecidas, oriundas de cruzamentos naturais. Portugal é, por isso, uma verdadeira Arca de Noé da videira, onde uma viticultura moderna, desenvolvida e eficiente soube não parar o processo natural de evolução da espécie.
A nossa proposta consiste em analisar o ADN de 5.000 a 7.000 daquelas videiras, usando os meios disponíveis em instituições científicas de todo o país e compará-lo com o das castas conhecidas. Sempre que não se encontrar uma correspondência, estar-se-á na presença de uma desconhecida potencial e essas videiras serão multiplicadas e estudadas para confirmar a sua identidade, estabelecer os seus progenitores e caracterizá-las do ponto de vista agronómico e enológico para avaliar a existência de um potencial interesse económico para o setor vitivinícola nacional. Existe aqui uma rara janela de oportunidade para afirmar Portugal na liderança mundial do conhecimento e conservação da diversidade da videira, uma fonte de resiliência e sustentabilidade em tempos de instabilidade e grandes desafios, climáticos e outros, que muitos países procuram, mas que apenas Portugal tem condições para materializar no curto prazo.

Escola de Lamego vai realizar Curso de Escanção

Curso de Escanção, Escola de Hotelaria e Turismo do Douro

O curso vai começar a 16 de Outubro e prolonga-se até ao dia 5 de Junho de 2018. Serão 300 horas de formação, com horário, de 2ª e 3ª feira, das 15h às 20h. O curso será realizado na Escola de Hotelaria e Turismo do Douro – Lamego e tem como objectivo “dotar os formandos […]

O curso vai começar a 16 de Outubro e prolonga-se até ao dia 5 de Junho de 2018. Serão 300 horas de formação, com horário, de 2ª e 3ª feira, das 15h às 20h. O curso será realizado na Escola de Hotelaria e Turismo do Douro – Lamego e tem como objectivo “dotar os formandos de um conjunto de conhecimentos e competências, de forma a que no final estejam aptos a desempenhar as funções de Escanção”. As matérias a abordar são vastas e abrangem desde o conhecer os diversos vinhos produzidos em Portugal como fazer inventários, apurar consumos e calcular custos e rácios.
O custo total é de 750 euros (inclui dossier do curso e certificado) mas existem descontos para várias situações profissionais e/ou pessoais. Os desempregados, por exemplo, só pagam metade. Mais informações podem ser pedidas para o e-mail joaquim.pereira@turismodeportugal.pt ou através do telefone 254 001 234. Esteja atento também ao grupo de facebook
www.facebook.com/groups/escolasdoturismodeportugalporto/

Prémios para Portugal no China Wine & Spirits Awards

China Wine & Spirits Awards 2017

O vinho tinto Gáudio Clássico 2014 foi o maior vencedor da delegação portuguesa ao concurso China Wine & Spirits Awards (CWSA). Este vinho do produtor Ribafreixo (da Vidigueira) ganhou não só uma Dupla Medalha de Ouro (Double Gold) como o troféu CWSA Portuguese Wine of the Year, indicando que foi o mais pontuado entre os […]

O vinho tinto Gáudio Clássico 2014 foi o maior vencedor da delegação portuguesa ao concurso China Wine & Spirits Awards (CWSA). Este vinho do produtor Ribafreixo (da Vidigueira) ganhou não só uma Dupla Medalha de Ouro (Double Gold) como o troféu CWSA Portuguese Wine of the Year, indicando que foi o mais pontuado entre os vinhos portugueses. O Gáudio sucede assim ao vencedor do ano passado, o Grand ‘Arte Alvarinho 2015, da DFJ Vinhos.
Gáudio Clássico tinto 2014
Infelizmente, este ano a organização não outorgou mais nenhum troféu a vinhos portugueses (em 2016 foram 6 ao todo, a maioria para os melhores de várias regiões), provavelmente porque a pontuação obtida pelos vinhos não foi suficiente para lá chegar.
Na edição de 2017, o júri deu ainda pontuações para 8 outras Dupla Medalha de Ouro. Os vinhos portugueses obtiveram ainda 57 medalhas de Ouro, 11 de Prata e 8 de Bronze.
A organização não divulgou quantos vinhos entraram, nem a sua divisão por nacionalidades e prémios, mas foram certamente alguns milhares de amostras. A maioria de vinho, mas o concurso também inclui toda a espécie de bebidas, incluindo licores e destilados.
A organização do concurso estima que este evento, que teve lugar recentemente em Hong Kong, é “o maior e mais prestigiado concurso de vinhos & bebidas da China”. A maior diferença face a concursos internacionais (especialmente os europeus) é que o júri será seleccionado entre especialistas que conhecem bem o mercado chinês e os seus consumidores. Falamos de compradores, importadores, retalhistas e escanções.
De seguida pode ver as mais importantes medalhas para os vinhos portugueses. (AF)

CWSA Portuguese Wine of the Year e Double Gold
Gáudio Clássico 2014 (Ribafreixo Wines)
Double Gold
Casa Ermelinda Freitas Cabernet Sauvignon Reserva tinto 2013 (Casa Ermelinda Freitas)
Dona Ermelinda branco 2015 (Casa Ermelinda Freitas)
Vila Santa Reserva tinto 2014 (J. Portugal Ramos)
Pouca Roupa tinto 2015 (J. Portugal Ramos)
Convés tinto 2012 (Enolea – Sociedade Agrícola)
Maynard’s Porto LBV 2013 (Barão de Vilar)
Maynard’s Tawny 40 anos (Barão de Vilar)
Barão de Vilar Tawny 20 anos (Barão de Vilar)

Berliner Wein Trophy dá prémios a vinhos portugueses

Berliner Wine Trophy 2017

O vinho tinto Quinta do Carmo 2011 (da Bacalhôa Vinhos de Portugal) foi o único representante português nas Grandes Medalhas de Ouro no concurso alemão Berliner Wein Trophy, realizado em Julho de 2017. No total foram atribuídas 24 destas medalhas. Os produtores portugueses levaram ainda 46 Medalhas de Ouro (1.374 no total) e 12 de […]

O vinho tinto Quinta do Carmo 2011 (da Bacalhôa Vinhos de Portugal) foi o único representante português nas Grandes Medalhas de Ouro no concurso alemão Berliner Wein Trophy, realizado em Julho de 2017. No total foram atribuídas 24 destas medalhas. Os produtores portugueses levaram ainda 46 Medalhas de Ouro (1.374 no total) e 12 de Prata (1.609 no total). Se no ano passado os produtores portugueses conseguiram menos medalhas no total (54 contra 59 deste ano), em 2016 Portugal trouxe duas Grandes Medalhas de Ouro. Mas levou mais de Ouro (mais 3) e de Prata (mais 3).
A prova decorreu em Berlim e juntou um grupo de jurados internacional que avaliou mais de 5.000 vinhos. As pontuações conseguidas permitiam que existissem mais medalhas, mas, segundo as regras do concurso (inspiradas da OIV), apenas 30% dos vinhos podem receber medalhas. Assim, nenhum vinho até aos 83 pontos conseguiu qualquer medalha, quando a fórmula estipula que chegam 82 pontos.
Só por curiosidade, Portugal ficou em sexto lugar no número de medalhas, atrás da Alemanha, Itália, Espanha, França e Áustria.
Resultados completos no site do concurso.

Garrafeira Manuel Tavares já tem loja on-line

Garrafeira Manuel Tavares Loja Online

É uma das casas mais antigas na área dos produtos regionais e gourmet, mas também é famosa a sua componente garrafeira. E foi exactamente esta a ser agora inaugurada na Internet. No site www.manueltavares.com, a loja vende não só vinhos de todas as regiões de Portugal, mas também destilados, licores e bebidas aperitivas. Mas o […]

É uma das casas mais antigas na área dos produtos regionais e gourmet, mas também é famosa a sua componente garrafeira. E foi exactamente esta a ser agora inaugurada na Internet. No site www.manueltavares.com, a loja vende não só vinhos de todas as regiões de Portugal, mas também destilados, licores e bebidas aperitivas.

Mas o ex-libris da casa é mesmo os vinhos, especialmente do Porto. Aqui, o portefólio da casa inclui várias preciosidades, como, por exemplo, um Croft Vintage 1936 (€3.990) ou um Quinta do Noval Nacional de 1994 (€2.190). Vários tawnies e colheitas exclusivos estão também presentes na loja. Existem ainda várias raridades nos Vinhos da Madeira e Moscatel de Setúbal. Pode ainda encontrar os mais míticos vinhos nacionais, como várias colheitas de Barca Velha ou Pêra Manca, por exemplo.

Não julgue, contudo, que a loja tem apenas vinhos de alta exclusividade. O portefólio é vasto e inclui muitos outros vinhos de preços bem mais moderados.