Concurso Internacional de Espumantes vai ter lugar em Lisboa

Chama-se Brut Experience e vai decorrer dia 30 de Maio no hotel Holliday Inn Lisboa-Continental. Este é o primeiro concurso internacional apenas dedicado a espumantes que se realiza em Portugal e é organizado por Luís Gradíssimo, que já tem a responsabilidade dos eventos Enóphilo Wine Fest Lisboa, Coimbra e Porto. Esta edição conta com o […]

Chama-se Brut Experience e vai decorrer dia 30 de Maio no hotel Holliday Inn Lisboa-Continental. Este é o primeiro concurso internacional apenas dedicado a espumantes que se realiza em Portugal e é organizado por Luís Gradíssimo, que já tem a responsabilidade dos eventos Enóphilo Wine Fest Lisboa, Coimbra e Porto. Esta edição conta com o apoio de José Miguel Dentinho, jornalista especializado.

Luis Gradíssimo e José Miguel Dentinho

O concurso vai classificar os espumantes em prova cega, por categorias. É aberto a espumantes brutos e brutos naturais, produzidos pelo método tradicional ou ancestral, engarrafados em todas regiões do mundo. Premiará os vinhos distribuídos pelas seguintes categorias: Jovem; Reserva; Super Reserva e Grande Reserva. O painel de prova será constituído por jornalistas e críticos da especialidade, escanções, enólogos, chefes de cozinha, proprietários de garrafeiras e lojas de especialidade, sendo que cada mesa de prova será constituída, pelo menos, por um presidente (com experiência reconhecida) e quatro jurados. A pontuação final resultará da média aritmética das classificações dos provadores, com exclusão dos extremos (notas mais baixa e mais alta) e serão atribuídas Medalha de Prata, Medalha de Ouro e Prémio Prestígio.

A entrega de prémios vai decorrer mais tarde, a 16 de Junho, ao mesmo tempo que decorrerá um evento aberto ao público e a profissionais dedicado exclusivamente a esta bebida. Este evento vai conter provas de espumantes de diversas origens nacionais e internacionais, e a harmonização com iguarias; alguns workshops vão ainda constar do programa. Mais informações em www.brutexperience.pt

Vinhos de Michel Chapoutier em workshop lisboeta

Fac et Spera  – o lema desta empresa de cariz familiar e de fama internacional – significa “Faça e Espere” e tem a ver com proactividade, paciência e esperança. Michel Chapoutier foi um elemento crucial na gestão da empresa fundada em 1808, mas que ganhou uma nova dimensão graças ao seu espírito irrequieto e inovador. […]

Fac et Spera  – o lema desta empresa de cariz familiar e de fama internacional – significa “Faça e Espere” e tem a ver com proactividade, paciência e esperança.

Michel Chapoutier foi um elemento crucial na gestão da empresa fundada em 1808, mas que ganhou uma nova dimensão graças ao seu espírito irrequieto e inovador. No início dos anos 90 do século passado avançou com agricultura biodinâmica e foi o primeiro produtor que em 1996 começou a usar o Braille nos seus rótulos. Hoje o negócio familiar cresceu de 1 milhão de garrafas até 10 milhões por ano e de 40 hectares de vinha no Vale do Rhône até 350 hectares em 10 regiões no mundo inteiro.

Recentemente foi organizado um master class dos vinhos Chapoutier destinado a escanções, responsáveis de F&B e imprensa, onde foram apresentados alguns dos vinhos franceses (Pouilly-Fuissé, Côtes-du-Rhône, Châteauneuf-du-Pape, Crozes-Hermitage e Saint-Joseph) disponíveis no mercado nacional e também dois vinhos do Douro – Eleivera e Pinteivera de 100% Touriga Nacional – que fazem parte do projecto pessoal do Michel Chapoutier iniciado em 2008. A organização ficou a cargo da Wine Time (www.wine-time.biz), distribuidora que tem a responsabilidade da marca francesa em Portugal. (VZ)

Alguns dos vinhos do produtor Michel Chapoutier na loja on-line do site da Wine Time

Adegga Winemarket 2018 começa amanhã no Porto

O Adegga WineMarket Porto vai estar no Porto Palácio Hotel com mais de 50 produtores nacionais e meia dezena de Chefs para proporcionar experiências de vinhos e gastronomia destinada a consumidores nacionais e estrangeiros. Após quatro edições na cidade do Porto, a equipa do Adegga reposiciona o conceito e torna-o mais abrangente, integrando a gastronomia […]

O Adegga WineMarket Porto vai estar no Porto Palácio Hotel com mais de 50 produtores nacionais e meia dezena de Chefs para proporcionar experiências de vinhos e gastronomia destinada a consumidores nacionais e estrangeiros.

Após quatro edições na cidade do Porto, a equipa do Adegga reposiciona o conceito e torna-o mais abrangente, integrando a gastronomia como parceiro essencial: Chefs convidados pelas marcas de vinhos presentes levam, a cada “Mesa do Chef”, provas exclusivas e a descoberta de harmonizações entre comida e vinho. Falamos de, por exemplo, três produtores: a Quinta Maria Izabel (Douro), a Quinta do Gradil (Lisboa) e a Symington (Porto e Douro).

Outra das novidades desta edição é o espaço de prova Adegga Rising Stars, que destaca enólogos e projectos em ascensão como Patrícia Santos, Quinta de Santiago, Boina, Álvaro Martinho e Parceiros na Criação. Mas são, essencialmente, os vinhos que contam: o premiado SmartWineGlass continua a marcar a diferença e elege, nesta edição, o Adegga Best of Show entre os vinhos mais apreciados durante o evento e registados pela tecnologia do Adegga, que permite recordar e guardar as marcas visitadas e os vinhos provados através do envio automático, após o evento, de um e-mail personalizado para cada visitante.

Outro evento em destaque são os vinhos raros da Sala Premium, no 19º piso. Uma selecção do sommelier Pedro Ferreira (restaurante Pedro Lemos) apresenta vinhos ‘especiais’ numa sala com lugares limitados. E, se o vinho pode ser provado no copo, as vinhas podem ser visitadas em pleno evento, através do Adegga 360, em realidade virtual.

A encerrar a edição 2018 do Adegga WineMarket Porto, a equipa oferece à cidade uma after party Adegga BYOB, na qual a organização assegura a comida, enquanto os visitantes, mediante inscrição, levam a sua própria garrafa de vinho. O custo da inscrição é de €10.

O Adegga WineMarket Porto começa às 14h e vai até às 21h. Exclusivo Club A e Profissionais, das 14h às 15h. Preço dos bilhetes: de €15 até €90, conforme as opções seleccionadas. Mais informações no site www.adegga.com

Poças abre programa do centenário com concerto gratuito dos Capitão Fausto

    A Poças, uma das poucas empresas de Vinho do Porto totalmente portuguesas e que se mantém na posse da mesma família desde a fundação, comemora este ano o seu centenário. E o primeiro acto de um vasto programa de iniciativas culturais é um concerto dos Capitão Fausto, em Lisboa, no próximo dia 10 […]

 

 

A Poças, uma das poucas empresas de Vinho do Porto totalmente portuguesas e que se mantém na posse da mesma família desde a fundação, comemora este ano o seu centenário. E o primeiro acto de um vasto programa de iniciativas culturais é um concerto dos Capitão Fausto, em Lisboa, no próximo dia 10 de Maio.

A música é a primeira arte a ir para o palco e o artista seleccionado é Tomás Wallenstein, a voz de uma bandas mais influentes da atualidade: os Capitão Fausto. O grupo vai brindar 100 fãs com um concerto gratuito no próximo dia 10, no Cine-Teatro Capitólio, em Lisboa. O concerto começa às 21h e tem entrada gratuita, mas requer inscrição obrigatória no site oficial do aniversário da Poças – www.100.pocas.pt.

O programa do centenário da Poças junta arte e família, dois pilares da filosofia da empresa, e estende-se à música, literatura, teatro e arte pública. Em cada uma destas áreas a marca vai associar-se a pessoas e projetos em que o talento artístico se revela em várias gerações da família, como se de uma herança se tratasse. 

 

O Rei tem nova carta

Rei dos Leitões Carlos Fernandes

“Mais do que Rei dos Leitões, queremos ser reis da gastronomia”. Foi assim que o Chef Carlos Fernandes introduziu a apresentação dos novos pratos do menu para a Primavera. O restaurante da Mealhada, gerido pelos proprietários Licínia Ferreira e Paulo Rodrigues, onde a procura por novos produtos de qualidade é incessante, tem agora um menu […]

“Mais do que Rei dos Leitões, queremos ser reis da gastronomia”. Foi assim que o Chef Carlos Fernandes introduziu a apresentação dos novos pratos do menu para a Primavera. O restaurante da Mealhada, gerido pelos proprietários Licínia Ferreira e Paulo Rodrigues, onde a procura por novos produtos de qualidade é incessante, tem agora um menu renovado com pratos que combinam o requinte com a descontração da estação amena.

carabineiro Rei dos Leitões
Carabineiro com abóbora, rabanete e manjericão.

Para entrada, as novidades são três e todas remetem para o mar: caviar sobre percebes com salicórnia (da ria de Aveiro) e aipo; uma elegante exposição de vieira com abacate, ouriços e cebolinho; e carabineiro com abóbora, rabanete e manjericão. No que ao peixe diz respeito, entra rodovalho acompanhado de lingueirão, tomate e hortelã da ribeira; bacalhau com favas, azeitonas e coentros; e robalo da costa aveirense, numa visão verde composta por agrião, creme de cherovia (ou pastinaca) e rúcula. Para ferrar bem o dente, mas com classe, surge cabrito com broa, alecrim e maçã bravo de Esmolfe; o real leitão com puré de laranja, cenourinhas e sob trufa negra raspada no momento; e pato que se junta a foie gras, cenoura e baunilha. E como o bom garfo também não dispensa queijos e doces, surge uma tríade dos primeiros com compota de abóbora, tomilho e “neve” de gengibre a cobrir; a alentejana sericaia com ameixa, amêndoa e hortelã; e Morgado do Bussaco na combinação clássica com nozes e mel, modernizado com lima Kaffir. As sobremesas são da autoria da chef de pastelaria Lídia Ribeiro.

robalo Rei dos Leitões
Robalo, agrião, cherovia e rúcula
Leitão Rei dos Leitões
Leitão com laranja, cenoura e trufa negra

A premiada Adega do Rei, que conta já com cerca de 3000 referências de vinho, é a fonte para as harmonizações sugeridas pelo chefe de sala Fernando Ruas. Com tanta variedade gastronómica e vínica, é seguro dizer que a única dificuldade é escolher…

 

Real Companhia Velha volta a marcar presença no Estoril Open

Pelo terceiro ano consecutivo, a Real Companhia Velha apoia o Millennium Estoril Open em ténis, este ano a decorrer de 28 de Abril a 6 de Maio, no Clube Ténis do Estoril. O produtor duriense vai apresentar durante os dez dias de prova as marcas Evel, Quinta de Cidrô, Quinta dos Aciprestes, Quinta do Síbio […]

Pelo terceiro ano consecutivo, a Real Companhia Velha apoia o Millennium Estoril Open em ténis, este ano a decorrer de 28 de Abril a 6 de Maio, no Clube Ténis do Estoril. O produtor duriense vai apresentar durante os dez dias de prova as marcas Evel, Quinta de Cidrô, Quinta dos Aciprestes, Quinta do Síbio e Quinta das Carvalhas.

No âmbito desta parceria, os vinhos da Real Companhia Velha vão ser servidos no restaurante da tenda VIP. Aqui, a marca Evel, embora centenária, vai mostrar toda a sua jovialidade e leveza (Evel é o acrónimo de Leve) ao almoço, com as recentes colheitas a serem servidas entre os dias 28 de Abril e 5 de Maio. Em contrapartida, a harmonização do último almoço – no dia 6 de Maio – terá os holofotes apontados para a dupla emblemática de monocastas da Real Companhia Velha: Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc branco e Quinta de Cidrô Touriga Nacional tinto. O desfecho do Millennium Estoril Open 2018 será protagonizado pelo Quinta das Carvalhas Porto Tawny 10 Anos. Por sua vez, os vinhos Quinta dos Acipestres branco e tinto marcarão presença ao jantar. O Quinta das Carvalhas Porto Tawny 10 anos ficará reservado para o fim.

Além da presença no restaurante, o produtor vai estar no recinto do torneio com o Real Companhia Velha Wine Bar, no Slice Lounge do Estoril Open. Na “carta de vinhos” deste espaço estarão o branco e o tinto da Quinta dos Acipestres, as duas referências atrás referidas da Quinta de Cidrô, o Quinta do Síbio Arinto branco, o Quinta das Carvalhas Porto Tawny 10 Anos e o Royal Oporto Extra Dry.

 

Alterada legislação referente ao Vinho do Porto

Já foi publicada legislação sobre duas alterações significativas no sector do Vinho do Porto. A primeira tem a ver com o grau de álcool dos vinhos Vinhos do Porto correntes, ou seja, fora dos chamados categorias especiais. Estes vinhos podem agora ter 18 graus de álcool. Este abaixamento pode ajudar a facilitar as vendas numa […]

Já foi publicada legislação sobre duas alterações significativas no sector do Vinho do Porto. A primeira tem a ver com o grau de álcool dos vinhos Vinhos do Porto correntes, ou seja, fora dos chamados categorias especiais. Estes vinhos podem agora ter 18 graus de álcool. Este abaixamento pode ajudar a facilitar as vendas numa altura em que alguns enófilos, especialmente na Europa, reclamam sobre o elevado teor de álcool nos vinhos.

Outra alteração, esta de maior monta, tem a ver com o estatuto de comerciante de Vinho do Porto: para ter este estatuto, qualquer empresa teria de ter um stock mínimo de 150 mil litros de Vinho do Porto, o que equivalerá, em números redondos, a um valor aproximado de meio milhão de euros investidos. A nova lei baixa para metade – 75.000 litros – essa obrigação. Isto irá permitir a empresas de menor dimensão o conseguirem o estatuto de comerciante e assim poderem comprar Vinho do Porto no mercado para compor os seus lotes e marcas. Estão neste caso muitas empresas de pequena e média dimensão.

Finalmente, outra alteração recente reside na possibilidade de se fazer vinagre de Vinho do Porto. Neste momento, a associação de empresas do sector e o Instituto dos Vinhos do Porto e Douro (IVDP) assinaram um protocolo, não para autorizar já isto, mas para se começar a produzir de forma experimental “Vinagre de Vinho do Porto”.

Estas medidas indicam que algo está a mexer no sector, tradicionalmente considerado “conservador” no que concerne a alterações legislativas. Analistas da área indicam que a pressão do mercado – com vendas de Porto a baixar desde há uma década – e as conclusões de um estudo que circula pelo sector desde Fevereiro, que propunha estas e outras medidas, estarão na base destas alterações.

Taylor’s, Fonseca e Croft declaram Vintage 2016

Taylor, Fonseca e Croft Vintage 2016

O grupo The Fladgate Partnership já anunciou que as suas marcas mais emblemáticas – Taylor’s, Fonseca e Croft – vão ser vintage da colheita de 2016. Com este anúncio fica praticamente confirmado que 2016 será ano de Vintage Clássico generalizado, porque todos os produtores (ou quase) o vão declarar com as suas primeiras e principais […]

O grupo The Fladgate Partnership já anunciou que as suas marcas mais emblemáticas – Taylor’s, Fonseca e Croft – vão ser vintage da colheita de 2016. Com este anúncio fica praticamente confirmado que 2016 será ano de Vintage Clássico generalizado, porque todos os produtores (ou quase) o vão declarar com as suas primeiras e principais marcas. O anúncio, como é tradição na casa, ocorreu a 23 de Abril. De uma forma geral, Adrian Bridge, director-geral, e David Guimaraens, director de enologia, concordam em dizer que 2016 foi um ano muito bom para fazer Vinho do Porto Vintage. Nos relatórios climáticos incluídos com a declaração de Vintage, David Guimaraens este de acordo com vários dos seus colegas da área, especialmente no papel importante de se ter esperado pela maturação completa das uvas: “a colheita de 2016 será lembrada por ter começado muito tardiamente. Na Quinta do Cruzeiro começou a vindimar-se no final de Setembro e na Quinta de Santo António no início de Outubro”. Contudo, em zonas mais quentes do Douro, o atraso não foi tão significativo: As primeiras uvas foram vindimadas na Quinta de Vargellas e Quinta da Roêda no dia 17 de Setembro, seguindo-se as quintas do Vale do Pinhão a começar nos dias 23 e 26, respectivamente.

Quinta de Vargellas
A Quinta de Vargellas, já no Douro Superior (foto cortesia The Fladgate Partnership)

O Taylor’s Vintage 2016 tem uma tiragem de 74.400 garrafas. O Fonseca desce para 58.800 e o Croft para 36.600 garrafas.