Diogo Campilho é o novo Director de Enologia da Aveleda

A partir do dia 23 de Maio, Diogo Campilho entra na Aveleda como Director de Enologia do grupo, passando a ser responsável pelas quatro regiões onde a empresa produz vinho: Vinhos Verdes (Aveleda, Casal Garcia e Adega Velha), Douro (Quinta Vale D. Maria), Bairrada (Quinta d’Aguieira) e Algarve (Villa Alvor). Diogo Campilho — licenciado em […]
A partir do dia 23 de Maio, Diogo Campilho entra na Aveleda como Director de Enologia do grupo, passando a ser responsável pelas quatro regiões onde a empresa produz vinho: Vinhos Verdes (Aveleda, Casal Garcia e Adega Velha), Douro (Quinta Vale D. Maria), Bairrada (Quinta d’Aguieira) e Algarve (Villa Alvor).
Diogo Campilho — licenciado em Enologia pela Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro, com pós-graduação em Gestão pela Nova School of Economics – tem 20 anos de experiência no sector dos vinhos, tendo passado também pela Austrália, região do Hunter Valley, antes de ingressar no projecto familiar da Quinta da Lagoalva.
Nova imagem do Casal Garcia reforça identidade da marca

Com mais de 80 anos de história, a marca Casal Garcia acaba de revelar uma nova imagem, que passa sobretudo pelo reforço dos elementos gráficos que mais a caracterizam. Os vinhos Casal Garcia têm, agora, um rótulo renovado, com uma evolução visível sobretudo, segundo a Aveleda (empresa que detém a marca lançada em 1939), “na […]
Com mais de 80 anos de história, a marca Casal Garcia acaba de revelar uma nova imagem, que passa sobretudo pelo reforço dos elementos gráficos que mais a caracterizam.
Os vinhos Casal Garcia têm, agora, um rótulo renovado, com uma evolução visível sobretudo, segundo a Aveleda (empresa que detém a marca lançada em 1939), “na icónica renda que faz agora sobressair o fundo em cor viva, permitindo uma leitura mais clara. O logotipo, com um tipo de letra mais contemporâneo, eleva todo o visual. O brasão, representante máximo da heritage da marca, surge estampado a cor, o que potencia a perceção de valor e confiança. No topo, Partilha a Alegria reforça a sua força motriz e posicionamento intemporal”.
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As alterações de imagem e rótulos são transversais a toda a gama Casal Garcia, incluindo o original branco; também o Sparkling branco e rosé; e ainda as Sangrias tinta, branca e Frutos Vermelhos. Nestas últimas, o rótulo passa a dar um maior destaque às frutas, com o objectivo de conferir maior sensação de frescura e de tornar o produto mais apelativo.
“Casal Garcia é uma marca com mais de 80 anos e, naturalmente, a evolução da sua imagem acompanha esta passagem de gerações. A nova imagem valoriza os elementos icónicos que sempre fizeram parte da essência da marca e reforça os valores da partilha, energia e Alegria”, explica Isabel Barbosa, Senior Brand Manager da Casal Garcia.
O anúncio da nova imagem, por parte da marca, vem acompanhado da notícia de que está para breve a introdução de novos produtos no mercado, algo que será “comunicado brevemente”.
Manuel Soares na Sociedade dos Vinhos Borges

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Vindima terminada, há já movimentações entre os profissionais do sector. No próximo dia 18 de Outubro, o enólogo Manuel Soares entra na Sociedade dos Vinhos Borges, pertencente ao grupo JMV, assumindo a direcção de operações desta unidade […]
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Vindima terminada, há já movimentações entre os profissionais do sector. No próximo dia 18 de Outubro, o enólogo Manuel Soares entra na Sociedade dos Vinhos Borges, pertencente ao grupo JMV, assumindo a direcção de operações desta unidade de negócio.
A empresa, fundada em 1884, produz vinhos nas regiões dos Vinhos Verdes, Douro/Porto e Dão, para além dos espumantes Fita Azul e Real Senhor. Desde 1998 integrada no Grupo JMV, liderado pela família Vieira e com capitais exclusivamente portugueses, a Borges integra um vasto portefólio com origem nas três regiões demarcadas portuguesas referidas.
Licenciado em Enologia pela UTAD, com pós-Graduação em enologia pela Universidade Católica e formação em Gestão, Manuel Soares vem da Aveleda, onde estava desde 2001 como director de enologia.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]
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Quinta Vale D. Maria: O Sabor do Douro Superior

A Quinta Vale D. Maria expandiu recentemente o seu portfólio para o Douro Superior, com vinhos oriundos da Quinta Vale do Sabor, junto a Torre de Moncorvo. Um branco e dois tintos, agora no mercado. Texto: Mariana Lopes Antes de adquirir a Quinta Vale D. Maria à família Van Zeller, em 2017, a Aveleda já […]
A Quinta Vale D. Maria expandiu recentemente o seu portfólio para o Douro Superior, com vinhos oriundos da Quinta Vale do Sabor, junto a Torre de Moncorvo. Um branco e dois tintos, agora no mercado.
Texto: Mariana Lopes
Antes de adquirir a Quinta Vale D. Maria à família Van Zeller, em 2017, a Aveleda já tinha, em 2016, comprado um conjunto de várias quintas contíguas no Douro Superior, que formam hoje a Quinta Vale do Sabor. Localizada junto à foz do rio que lhe dá nome — o rio Sabor, em Torre de Moncorvo — esta quinta é a segunda da marca Vale D. Maria. Juntas representam, para António Guedes, administrador da Aveleda e descendente da quinta geração da família fundadora da empresa, “a oportunidade de fazer vinhos premium no Douro, de diferentes perfis”.
A nível orográfico, a Quinta Vale do Sabor é, no mínimo, original, perfazendo, numa perspectiva longitudinal, a forma de um “W”, que seria ainda mais visível se se fizesse um corte na vertical e se pudesse contemplar todo o solo e subsolo. Estendendo-se por 43 hectares de vinha (cerca de 140 mil plantas), esta propriedade comporta uma grande diversidade de exposições e tipos de solo, indo dos 170 aos 300 metros de altitude. A maior parte das vinhas contempla idades a partir dos 10 anos, mas há também doze hectares com videiras que já levam 35 anos. Quem nos contou foi a dupla Manuel Soares, director de enologia do grupo Aveleda, e Pedro Barbosa, director de viticultura, que nos acompanhou numa caminhada de reconhecimento do terreno, juntamente com Cristiano Van Zeller, enólogo e administrador da Quinta Vale D. Maria, e António Guedes. “Numa parte do vale a reenxertia já está concluída, e na outra está em curso”, descortinou Pedro. O encepamento inclui castas como as tintas Touriga Francesa, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Alicante Bouschet e Baga; ou as brancas Rabigato, Viosinho, Arinto, entre outras. Parte da Touriga Nacional veio das vinhas da Aveleda na Bairrada e em Nelas: “Achámos interessante complementar a Touriga Nacional que está agora no mercado vitícola com uns clones mais antigos…”, explicou António Guedes. E Pedro Barbosa referiu o porquê da ausência de Sousão: “Não gostamos dele aqui. Por sua vez, o Alicante Bouschet dá-se aqui melhor. Mesmo a Touriga Francesa porta-se melhor do que a Nacional nesta quinta, por causa da severidade do calor”. Adicionalmente, a Baga veio da Bairrada, “para complementar os lotes”. Quanto à água para as vinhas, utilizam a da chuva, que é recuperada para dois reservatórios durante o Inverno, e a rega é feita por gravidade. “O respeito pelo terroir e pela sustentabilidade dizem-nos muito. Todos os projetos que temos vindo a desenvolver são pensados numa ótica de longo prazo”, expõe António Guedes.
Já o edifício principal, é uma mistura entre pragmatismo e organização, nas zonas de trabalho enológico, e deslumbre e contemplação, na área dedicada às provas, refeições e lazer, com uma varanda invejável para o vale. A adega tem três lagares, já construídos depois de 2016, vinte e sete cubas de armazenagem e 18 de fermentação, de diferentes dimensões. No centro da zona das cubas está uma praça de barricas para fermentação. A cave de estágio, por sua vez, alberga dezenas de barricas de 250, 300 e 500 litros, e também três balseiros para Touriga Nacional e Francesa. “Estamos a apostar cada vez mais nos balseiros, que conferem muita elegância à Touriga Nacional”, adiantou Manuel Soares.
Os vinhos que agora surgem no mercado revelam todo este cuidado. O tinto Vale D. Maria Douro Superior 2018 tem no lote Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinta Roriz, e outras em quantidade residual. Tendo fermentado em inox, estagiou em barricas de carvalho francês de 2º e 3º ano, durante seis meses, e depois voltou a cubas de inox para estagiar mais 13 meses. O Vale D. Maria Vinhas do Sabor tinto 2018 já é composto por Touriga Francesa, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Alicante Bouschet e Baga, que fermentam e são pisadas em lagar de granito. O vinho faz maloláctica e estagia depois vinte e um meses em barricas usadas, sendo depois feita uma selecção das melhores barricas. A colheita de 2017 deste vinho está ainda no mercado, a mostrar o potencial de evolução. Já o Vale D. Maria Vinhas do Sabor branco 2019 é um blend de Rabigato, Viosinho e Arinto, que fermenta e estagia nove meses em barrica.
(Artigo publicado na edição de Novembro 2020)
Aveleda lança vinhos Bairrada, da Quinta d’Aguieira

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A Quinta d’Aguieira, situada em Águeda, na região da Bairrada, já pertence à Aveleda desde 1997, ano em que António e Luís Guedes — da quarta geração da família — se apaixonaram pelo seu património arquitectónico, pelas […]
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A Quinta d’Aguieira, situada em Águeda, na região da Bairrada, já pertence à Aveleda desde 1997, ano em que António e Luís Guedes — da quarta geração da família — se apaixonaram pelo seu património arquitectónico, pelas vinhas adjacentes e, sobretudo, pela sua garrafeira plena de vinhos brancos e tintos da década de 40, que surpreenderam a dupla com a longevidade que aparentavam. “ Por sua vez, António Azevedo Guedes, da quinta geração, lançou-se logo de seguida num estudo aprofundado das parcelas que compunham os 21 hectares de vinha.
Hoje, a empresa lança quatro novos vinhos de duas marcas da Quinta d’Aguieira, já com algum estágio em garrafa: Arco d’Aguieira branco 2017 (81% Maria Gomes, 17% Chardonnay, Rabo de Ovelha e Bical), Arco d’Aguieira tinto 2016 (95 % Touriga Nacional, 4% Cabernet Sauvignon e Tinta Roriz), Quinta d’Aguieira branco 2018 (90% Maria Gomes, 8%Chardonnay, Rabo de Ovelha e Bical) e Quinta d’Aguieira tinto 2017 (apenas Touriga Nacional).

António Guedes explica: “Em virtude da localização da quinta e da natureza dos seus solos, com origem no leito do rio, foram seleccionadas as castas mais adaptadas, com destaque para a Touriga Nacional e a Maria Gomes. Os vinhos desta quinta da Bairrada são reconhecidos pela sua longevidade, e por isso decidimos lançá-los ao mercado com alguns anos de envelhecimento em garrafa”.
Os Arco d’Aguieira (€17,99) serão vinhos produzidos todos os anos, e lançados com um mínimo de dois (para o branco) e três anos (para o tinto) em garrafa. Já os Quinta d’Aguieira (€34,99) serão apresentados ao mercado “apenas em anos excepcionais”, como refere a Aveleda em comunicado.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]
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Casal Garcia cria jogo-passatempo para smartphones

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[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A Casal Garcia — marca da Aveleda, criada há mais de 80 anos — entra agora na esfera dos jogos para smartphones com o lançamento do Casal Garcia Crush, uma app com um jogo que é também um passatempo.
Disponível para as plataformas iOS e Android, esta aplicação móvel permite fazer uma viagem pela gama da marca, através de três vídeos de Realidade Aumentada, activados através do scan dos diferentes rótulos dos produtos da Casal Garcia. Será possível também encontrar diferentes momentos de consumo ideais para todos estes produtos. Esta actividade integra-se num jogo-passatempo, de raciocínio em formato puzzle personalizado que, ao longo de 12 semanas de acção, de 14 de Junho a 5 de Setembro, atribuirá mais de 300 prémios aos vencedores, distribuídos em prémios diários, prémios semanais e prémios finais.
O grande prémio final do jogo Casal Garcia Crush será uma viagem à Madeira, mas há centenas de outras recompensas bem apetecíveis, como a possibilidade de ter em casa um
Chef a confeccionar uma refeição para toda a família, um frigorífico retro, colunas de som ou “Packs Alegria”, que podem incluir uma garrafa de Casal Garcia Branco, Rosé, Sweet; Sangria Branca, Tinta, Frutos Vermelhos; e Sparkling Branco e Rosé.
Este jogo é abordagem original de comunicação, da Casal Garcia, activada sob o já conhecido slogan da marca “Haja alegria, haja Casal Garcia”. Faça download da app AQUI, e consulte o regulamento do passatempo NESTA PÁGINA.
Veja o vídeo sobre o jogo:[/vc_column_text][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=mOoCZ9rVwKA” align=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]
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Aveleda convida a degustar rosé com brigadeiros em workshop digital

No dia 12 de Fevereiro, a Aveleda une-se à Negrinhos — doçaria artesanal especializada no fabrico do doce Brigadeiro — para proporcionar uma experiência gastronómica única: um workshop especial que irá dar a conhecer o modo de fabrico dos brigadeiros, e como a harmonização com o vinho é possível. A decorrer no Instagram @provas_em_casa (criado […]
No dia 12 de Fevereiro, a Aveleda une-se à Negrinhos — doçaria artesanal especializada no fabrico do doce Brigadeiro — para proporcionar uma experiência gastronómica única: um workshop especial que irá dar a conhecer o modo de fabrico dos brigadeiros, e como a harmonização com o vinho é possível.
A decorrer no Instagram @provas_em_casa (criado pela Aveleda no primeiro confinamento), nesta experiência os participantes poderão criar “o brigadeiro perfeito” e prová-lo com o Villa Alvor Moscatel Roxo (€12), o rosé algarvio da Aveleda. Os interessados em acompanhar o direto deverão seguir a página @provas_em_casa onde serão divulgados em breve os ingredientes para acompanhar esta experiência.
A Aveleda oferece ainda packs especiais, para o Dia de São Valentim, na sua loja online, com destaque para o pack do Villa Alvor Moscatel Galego Roxo acompanhado por uma caixa de seis brigadeiros.
Aveleda avalia vindima 2020 e partilha reflexões

A Aveleda acaba de partilhar as suas considerações sobre a vindima de 2020, em relação às várias regiões onde opera: Vinho Verde, Douro, Bairrada e Algarve. À excepção do Douro, em todas as outras a produção terá aumentado. No que toca a qualidade, a Aveleda refere que, apesar de ser cedo para tirar conclusões, “está […]
A Aveleda acaba de partilhar as suas considerações sobre a vindima de 2020, em relação às várias regiões onde opera: Vinho Verde, Douro, Bairrada e Algarve. À excepção do Douro, em todas as outras a produção terá aumentado. No que toca a qualidade, a Aveleda refere que, apesar de ser cedo para tirar conclusões, “está confiante que irá produzir vinhos de grande qualidade”. Leia o comunicado:
“Em termos de produção, a região do Douro, onde a Aveleda possui a Quinta Vale D. Maria, deverá ter um decréscimo na produção devido às condições meteorológicas. De acordo com o Instituto do Vinho e da Vinha, a variabilidade meteorológica verificada durante o Verão, com o calor excessivo ocorrido no mês de julho e, mais recentemente, em setembro, provocou escaldão em muitas uvas, com consequente perda de produção. No entanto, tudo aponta para uma qualidade superior nos Vinhos do Porto, e os vinhos brancos e tintos, embora em menor quantidade, têm mostos extremamente frutados e intensos.
Já no Algarve, região onde a Aveleda arrancou com as vindimas, prevê-se uma melhoria das produções, com a colheita de 2020 a expressar muito bem a tipicidade e pureza das castas plantadas nesta propriedade. Na Bairrada, a produção está equiparada aos anos anteriores, devido ao facto da Aveleda recorrer à viticultura de precisão, que permite a produção de cerca de 1,5kg por videira.
Na região dos Vinhos Verdes, berço da Aveleda, as perspectivas de vindima são positivas. As amplitudes térmicas no final da maturação foram elevadas, concedendo uma excelente componente aromática e concentração às castas Loureiro e Alvarinho. Embora 2020 tenha sido um ano atípico, as expectativas de vendas no mercado nacional e internacional seguem uma tendência de crescimento: “O aumento de vendas da empresa, assim como de toda a região dos Vinhos Verdes, vem demonstrar o enorme dinamismo da Região dos Vinhos Verdes. Neste cenário de crescimento consistente de vendas é crucial que a região continue a investir na viticultura como eixo de melhoria e diferenciação dos seus produtos, nunca esquecendo a sustentabilidade da fileira. Neste sentido é urgente que a CVRVV, na figura do seu Conselho Geral, continue a apoiar os viticultores da região com medidas que permitam a estes melhorar os seus rendimentos e, assim, investirem no futuro”, refere António Guedes, CO-CEO da Aveleda”.
