LUGARES: Vinhos e perfumes na Mezzanine

Nos últimos meses, a Mezzanine do Bairro Alto Hotel, localizado no Chiado, em Lisboa, tornou-se palco de eventos vínicos mensais. A primeira iniciativa, com o tema “Vinhos e Perfumes”, teve lugar em fevereiro, sob a batuta do Head Sommelier do hotel, Wilian Botignon, que também é perfumista. Em Março, o tema será “Mulheres do Vinho”, […]
Nos últimos meses, a Mezzanine do Bairro Alto Hotel, localizado no Chiado, em Lisboa, tornou-se palco de eventos vínicos mensais. A primeira iniciativa, com o tema “Vinhos e Perfumes”, teve lugar em fevereiro, sob a batuta do Head Sommelier do hotel, Wilian Botignon, que também é perfumista. Em Março, o tema será “Mulheres do Vinho”, com uma prova de vinhos produzidos por mulheres e conduzida por uma sommelière. No dia 8 de Abril, o “Blend do Vinho” é explorado num workshop com o sommelier Gonçalo Mendes. Já para 6 de Maio, João van Zeller, com a colaboração do chef de pastelaria da referida unidade de cinco estrelas, Guilherme Santana, vai preparar uma prova com harmonização intitulada “Vinhos do Porto e Chocolate”.
Mas voltando aos vinhos e perfumes, e à sessão a que assisti, gostaria de partilhar algumas impressões. Como sabemos, ambos os universos são altamente sensoriais e, tanto perfumistas, como provadores de vinho, utilizam o olfato como principal ferramenta de avaliação. Quem trabalha com vinho recorre também ao palato, mas grande parte do sabor resulta dos aromas e da percepção retronasal. É evidente que a concentração aromática no vinho é muito inferior, por vezes ténue, quando comparada com a de um perfume. Nesta experiência, os compostos aromáticos estavam preparados a cerca de 20%, evidenciando essa disparidade. A abordagem sensorial difere e é precisamente esta diferença que torna o exercício particularmente desafiante.
A sessão centrou-se na identificação e associação de matérias-primas da perfumaria e o seu reconhecimento no vinho. A casta escolhida para fazer esta comparação foi a Sauvignon Blanc pelos seus aromas característicos conhecidos por muitos. Para explorar as várias expressões da casta, Wilian trouxe quatro vinhos de diferentes origens: um Pouilly-Fumé Bonnard, de França; um Casillero del Diablo, do Vale Central do Chile; um Villa Maria, de Marlborough, na Nova Zelândia; e um português da Vicentino.
Os participantes foram encorajados a comparar os aromas identificados nos vinhos com aqueles presentes nas tiras olfativas borrifadas com compostos aromáticos correspondentes a cada exemplar. Identificaram, partilharam e discutiram as notas de limão e toranja, fruta tropical como manga, maracujá, ananás e melão, bem como aromas vegetais e verdes de relva cortada, folha de tomate, pimenta verde, sálvia branca e ainda groselha verde. Esta última é muito característica da Sauvignon Blanc, mas o fruto em si é pouco conhecido em Portugal, o que tornou o exercício especialmente interessante para muitos participantes. Outro exemplo curioso foi o gálbano, uma resina aromática extraída de uma planta, que apresenta um aroma intenso, verde, balsâmico e amadeirado ao mesmo tempo. É possível identificar esta nota em alguns vinhos de Sauvignon Blanc.
A experiência teve um feedback muito positivo por parte dos convidados e, certamente, repetir-se-á, tornando-se um evento recorrente na Mezzanine.
Apenas uma nota final: a sensação que tive neste espaço foi a de entrar numa sala de estar – sóbria, elegante, cuidadosamente decorada e iluminada, com uma sofisticação discreta, mas sem qualquer luxo intimidante. É um espaço onde apetece sentar e relaxar, tomar um copo e conversar sem pressa, ou até ler. Mesmo sem nenhum evento associado, é uma zona de conforto de onde não apetece sair.
Praça Luís de Camões, 2, 1200-243 Lisboa
E-mail: guest.service@bairroaltohotel.com
Tel.: 213 408 288
Experiência vínica: €45 (por pessoa)
Horário: das 18h00 às 19h30
Nota: Requer reserva
Os “Melhores do Ano” do Concurso Vinhos de Portugal 2026

Foram desvendados os vencedores da 13ª edição do Concurso Vinhos de Portugal, promovido pela ViniPortugal. O destaque maior é direccionada para os “Melhores do Ano”, distinção atribuída aos vinhos que mais se evidenciaram entre as 1.170 referências que fizeram parte desta competição. Neste alinhamento, constam os seguintes: o Chryseia 2023, da Symington Family Estates, no […]
Foram desvendados os vencedores da 13ª edição do Concurso Vinhos de Portugal, promovido pela ViniPortugal. O destaque maior é direccionada para os “Melhores do Ano”, distinção atribuída aos vinhos que mais se evidenciaram entre as 1.170 referências que fizeram parte desta competição. Neste alinhamento, constam os seguintes: o Chryseia 2023, da Symington Family Estates, no Douro (Melhor do Ano), o Andreza Espumante Brut Nature 2020, da Lua Cheia, Saven, no Douro (Espumante), o Encontro 1 Arinto , da Quinta do Encontro, na Bairrada (Varietal Branco), o Quinta do Noval Touriga Nacional 2021, da Quinta do Noval, no Douro (Varietal Tinto), o Quinta das Bágeiras Fogueira 2023, da Quinta das Bágeiras, na Bairrada (Vinho Branco – blend), o Chryseia 2023 (Vinho Tinto – blend) e o Henriques & Henriques Boal 30 anos, da Henriques & Henriques, da região da Madeira (Licoroso).
No total, foram entregues 351 prémios distribuídos por 30 de Grande Ouro, 87 de Ouro e 234 de Prata, sendo o Douro a região mais premiada, com um total de 98 medalhas. De acordo com o comunicado da ViniPortugal, “os vinhos distinguidos com medalhas de Grande Ouro e Ouro garantem presença em eventos internacionais organizados pela ViniPortugal, ao longo do ano, o que reforça o papel do Concurso como plataforma estratégica de promoção internacional”.
O Concurso Vinhos de Portugal 2026 representou o culminar de três dias de provas técnicas realizadas entre 4 e 6 de Maio, envolvendo a avaliação efetuada por 141 especialistas – enólogos, sommeliers, jornalistas e wine educators –, dos quais 24 internacionais. As referências distinguidas com Medalha de Ouro e reconhecidas como os Melhores do Ano foram submetidas a uma nova aferição, papel desempenhado pelo Grande Júri constituído por Bento Amaral, Dirceu Júnior MW, Luís Lopes, Paulo Nunes, John Sumners e Victoria Mackenzie MW.
“Este Concurso tem um papel muito relevante na forma como os vinhos portugueses são percebidos lá fora. Ao reunir jurados internacionais com diferentes perfis, desde sommeliers a jornalistas e líderes de opinião, estamos a criar uma rede de embaixadores que conhecem de perto a qualidade, a diversidade e a autenticidade do que se produz em Portugal. Esse contacto directo é decisivo para aumentar a confiança e a presença dos nossos vinhos nos mercados externos”, declarou Frederico Falcão, Presidente da ViniPortugal.
A lista completa dos premiados pode ser consultada no site do Concurso Vinhos de Portugal em: https://concursovinhosdeportugal.pt/.
Regenerative Wine Fest regressa à Herdade das Servas

No dia 16 de Maio, das 16h00 às 18h00, a Herdade das Servas, propriedade vitivinícola localizada a escassos quilómetros da cidade de Estremoz, é palco de conversas de campo, debates, vinho e gastronomia. Trata-se da 3ª edição do Regenerative Wine Fest, que, este ano, reúne especialistas, curiosos e 15 produtores que passaram a optar pela […]
No dia 16 de Maio, das 16h00 às 18h00, a Herdade das Servas, propriedade vitivinícola localizada a escassos quilómetros da cidade de Estremoz, é palco de conversas de campo, debates, vinho e gastronomia. Trata-se da 3ª edição do Regenerative Wine Fest, que, este ano, reúne especialistas, curiosos e 15 produtores que passaram a optar pela viticultura regenerativa. O objectivo deste encontro tem como base repensar modelos agrícolas mais resilientes e sustentáveis, com benefícios diretos para as vinhas e para o ecossistema agrícola, em prol do futuro da produção vitivinícola no país.
O evento começa com uma conversa intitulada “Regenerativa: prática real ou narrativa?” Maria João Cabrita, docente no Departamento de Fitotecnia da Universidade de Évora e Investigadora no MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento, David de Brito, co-fundador e General Manager na Terramay, João Barroso, Director de Sustentabilidade, Investigação e Desenvolvimento dos Vinhos do Alentejo, e Paula Bragança, Directora de Viticultura e Enologia no Monte da Raposinha são os intervenientes.
Seguem-se as primeiras “Conversas de Campo”, cujo desafio é conduzir os participantes pelo terreno, para fazer uma leitura directa das práticas regenerativas implementadas na Herdade das Servas. A experiência prolonga-se ao almoço de partilha, assinado pelo chef Ricardo Gonçalves, do Legacy Winery Restaurant, instalado na Herdade das Servas, uma vez que os pratos são confecionados com produtos de origem regenerativa.
Para a tarde, está agendada a conversa “Quem paga a transição regenerativa?” Georgete Félix, Consultora na área da sustentabilidade e ESG, Pedro Santos, Director-Geral na Consulai, João Raposeira, representante da Vinha Viva, Associação Portuguesa de Viticultura Regenerativa, e Filipa Saldanha, Directora de Sustentabilidade no Crédito Agrícola, vão falar sobre os desafios económicos e estruturais da mudança de paradigma.
Ao longo de todo o dia, estão disponíveis para prova vinhos dos 15 produtores associados à iniciativa: Adega Mayor (Alentejo), Família Nicolau Wines (Lisboa), Herdade das Servas (Alentejo), Herdade dos Grous (Alentejo), Monte da Raposinha (Alentejo), ODE Winery (Tejo), Paulo Coutinho (Douro), Pupa Vinhos (Alentejo), Quinta da Costa do Pinhão (Douro), Quinta da Covela – Lima & Smith (Vinhos Verdes), Reynolds Wine Growers (Alentejo), Tapada de Coelheiros (Alentejo) e Vale dos Ares (Vinhos Verdes), Fita Preta (Alentejo) e Quinta de Adorigo (Douro).
Após o debate, são retomadas as “Conversas no Campo”. O dia termina com um momento de convívio e música, enquanto a noite é brindada com um Menu de Degustação Regenerativo ao jantar.
Os bilhetes (20€ por pessoa / inclui copo, prova de vinhos e acesso ao evento)
já estão disponíveis no site deste encontro (https://www.regenerativewinefest.pt/), com preços especiais para reservas efetuadas até 10 de Maio. Há ainda a opção do pack constituído por bilhete e jantar (65€ por pessoa).
Estão abertas as candidaturas para as Bolsas Barca-Velha Golden Vines® MW 2026

A Casa Ferreirinha, produtora histórica do Douro e marca do portefólio Sogrape, anuncia, em parceria com a Fundação Gérard Basset, a abertura das candidaturas para as Bolsas Barca-Velha Golden Vines® MW 2026, acção que se prolonga até à à meia-noite de 14 de junho de 2026. Esta iniciativa, que “simboliza o compromisso com a excelência […]
A Casa Ferreirinha, produtora histórica do Douro e marca do portefólio Sogrape, anuncia, em parceria com a Fundação Gérard Basset, a abertura das candidaturas para as Bolsas Barca-Velha Golden Vines® MW 2026, acção que se prolonga até à à meia-noite de 14 de junho de 2026. Esta iniciativa, que “simboliza o compromisso com a excelência e o futuro do conhecimento no sector do vinho”, segundo o comunicado, destina-se a apoiar candidatos ao título atribuído pelo The Institute of Masters of Wine.
Cada vencedor receberá o financiamento de 35.000 libras (GBP), apoio destinado a suportar os custos do curso de Master of Wine e de um programa de estágio personalizado. Este é, por sua vez, elaborado “com o apoio de um painel internacional de mentores e desenvolvido junto de algumas das mais reputadas propriedades de vinho e bebidas espirituosas a nível global”. A somar este financiamento, cada bolseiro é convidado a visitar as propriedades da Sogrape no Porto, no Douro e noutras regiões vitivinícolas do país, na companhia da respectiva equipa técnica.
Richard Bampfield MW, Nina Basset FIH, da Fundação Gérard Basset, António Graça, Director de Investigação e Desenvolvimento da Sogrape, Joana Pais, Directora de Marcas Prestige da Sogrape, Jancis Robinson OBE MW e Neil Tully MW, em representação do The Institute of Masters of Wine constituem o painel de jurados responsável pela selecção dos vencedores.
Para informações detalhadas sobre o processo e o acesso ao formulário de candidatura, consulte: https://gerardbassetfoundation.org/scholarships/the-barca-velha-golden-vines-mw-scholarships-in-wine
Na foto, estão as vencedoras da edição de 2025 – Svitlana Karamshuk, ucraniana residente no Reino Unido, e a Leila Killoran, de origem iraniana e também radicada no Reino Unido –, e Fernando da Cunha Guedes, Presidente e CEO da Sogrape.
Comissão Vitivinícola do Algarve reforça enoturismo

A 2ª edição da Feira de Enoturismo, decorrida no passado dia 27 de Abril, e a iniciativa Road to Wine 2026, que tiveram lugar a 25 e 26 do mesmo mês, ambas organizadas pela Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA), com o apoio do Município de Lagoa, foram determinantes para posicionar o Algarve no centro das […]
A 2ª edição da Feira de Enoturismo, decorrida no passado dia 27 de Abril, e a iniciativa Road to Wine 2026, que tiveram lugar a 25 e 26 do mesmo mês, ambas organizadas pela Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA), com o apoio do Município de Lagoa, foram determinantes para posicionar o Algarve no centro das atenções de produtores, operadores turísticos, restauração, hotelaria e público em geral.
Para além das provas vínicas, o certame foi palco de partilha de informação sobre experiências e demais actividades desenhadas no âmbito da oferta turística ligada ao vinho. Já o Road to Wine conduziu profissionais numa viagem pelo território, por forma a dar a conhecer o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na região no âmbito da cultura da vinha e do vinho, bem como mostrar diferentes projectos de enoturismo.
De acordo com o comunicado da CVA, “a crescente adesão de profissionais e público confirma o dinamismo do sector e o interesse crescente pelo enoturismo, consolidando estas iniciativas como plataforma-chave para a promoção da região e para a criação de novas oportunidades de negócio”.
Quinta das Fiandeiras com projeto de olivoturismo em 2027

O Quinta das Fiandeiras Azeite Virgem Extra Premium, feito a partir das variedades Cobrançosa e Verdeal, assinala a estreia da marca no mercado e abre caminho para a criação de uma unidade turística centrada na cultura do azeite, na propriedade homónima de 54 hectares localizada em Ervedosa do Douro, no concelho de São João da […]
O Quinta das Fiandeiras Azeite Virgem Extra Premium, feito a partir das variedades Cobrançosa e Verdeal, assinala a estreia da marca no mercado e abre caminho para a criação de uma unidade turística centrada na cultura do azeite, na propriedade homónima de 54 hectares localizada em Ervedosa do Douro, no concelho de São João da Pesqueira. Segundo o comunicado, o projecto de olivoturismo, com abertura prevista para 2027, irá incluir 13 quartos no edifício principal e outros dois na Cabana do Rio, um restaurante com ementa inspirada na cozinha duriense e uma varanda panorâmica sobre o curso de água que empresta o nome da região. Provas de azeite no antigo lagar, percursos pedestres, passeios de barco, piscina e piqueniques na propriedade constituem a oferta turística. Paralelamente, é assegurada a sustentabilidade através da irrigação gota-a-gota, de práticas inerentes à agricultura biológica, da implementação de painéis solares e de iluminação LED, e utilização de produtos ecológicos.
Quanto ao azeite, segundo o comunicado, este “traduz o resultado de uma herança natural e única, aliada ao cuidado e respeito por cada etapa da produção”, nas palavras de Álvaro Veiga, fundador do projecto Quinta das Fiandeiras, propriedade pertencente à Fábrica Douro, empresa liderada pelo próprio, com o apoio da mulher, Elisabete Veiga.
Sobre a Quinta das Fiandeiras, nome atribuído à propriedade em tributo à tradição secular ligada à fiação e à tecelagem do linho naquele lugar, é constituída por cerca de 10 hectares de vinha e 20 hectares de olival centenário, com mais de 20 variedades de azeitona e onde oliveiras ultrapassam os 300 anos. Nos planos, consta a plantação de mais três hectares de olival, bem como a preservação de parte da vinha velha a par com “um processo de requalificação que valoriza o património agrícola existente”.
Quinta do Noval declara Porto Vintage 2024 x 3

Quinta do Passadouro Vintage Port 2024 constituem o trio associado ao anúncio de declaração de vinhos do Porto excepcionais. Christian Seely, Administrador da Quinta do Noval, afirma em comunicado: “os vinhos mostram grande pureza de fruto, estrutura e profundidade aromática. São precisos, refinados e muito equilibrados, com uma notável combinação de elegância e intensidade. São […]
Quinta do Passadouro Vintage Port 2024 constituem o trio associado ao anúncio de declaração de vinhos do Porto excepcionais. Christian Seely, Administrador da Quinta do Noval, afirma em comunicado: “os vinhos mostram grande pureza de fruto, estrutura e profundidade aromática. São precisos, refinados e muito equilibrados, com uma notável combinação de elegância e intensidade. São Portos Vintage já muito expressivos na juventude, mas com a estrutura, a profundidade e o equilíbrio necessários para uma longa e promissora evolução em garrafa”.
Segundo o comunicado, as condições climáticas registadas ao longo do Inverno e durante o Verão contribuíram para a “maturação lenta e homogénea das uvas”. Graças a este cenário somado às noites frescas de Setembro, foi possível preservar “a frescura, a pureza aromática e o equilíbrio”. Christian Seely salientou ainda a qualidade excepcional “de várias vinhas de Touriga Nacional, Touriga Francesa e Sousão”, bem como da Vinha Nacional e de diversos talhões de vinhas velhas constituídos por castas distintas.
Quanta Terra apresenta nova exposição de arte contemporânea no Douro

A quinta edição desta iniciativa cultural, a segunda consecutiva com a curadoria da Galeria Contagiarte, reforça o compromisso de Celso Pereira e Jorge Alves, enólogos cofundadores da Quanta Terra: dinamizar e facilitar o acesso à arte e cultura no interior do país. E apenas um ano depois de ter sido criado, em 2023, este projeto […]
A quinta edição desta iniciativa cultural, a segunda consecutiva com a curadoria da Galeria Contagiarte, reforça o compromisso de Celso Pereira e Jorge Alves, enólogos cofundadores da Quanta Terra: dinamizar e facilitar o acesso à arte e cultura no interior do país. E apenas um ano depois de ter sido criado, em 2023, este projeto já valeu à adega o título de “Best of Wine Tourism”, o mais alto reconhecimento a nível mundial. Desde então, mais de 5 mil visitantes já passaram por Favaios, Alijó.
A partir deste mês, e até 31 de Dezembro, o Espaço Quanta Terra volta a transformar-se numa galeria de arte contemporânea, recebendo obras inéditas de quatro artistas portugueses que se distribuem por espaços inesperados da adega, entre salas de barricas, cubas centenárias ou salas de prova. Com algumas das obras concebidas especialmente para estes lugares, procurando uma relação direta com a arquitetura e a atmosfera do espaço, o objetivo é criar uma experiência imersiva, sensorial e um diálogo perfeito entre vinho e arte.
Vanessa Teodoro, Ana + Betânia, Mário Ferreira e Pant. são os artistas convidados para a quinta edição desta iniciativa cultural, numa mostra coletiva intitulada “A Pele da Terra”. Em comum, partilham a abordagem: a exploração da arte enquanto matéria viva, construída em camadas, volumes e gestos tridimensionais. “Tal e qual o Douro”, afirmam Celso Pereira e Jorge Alves, “cuja identidade visual e cultural nasce da sobreposição de socalcos, texturas e cores em permanente transformação ao longo das estações”.
A exposição “A Pele da Terra”, que inclui uma visita à adega, a todas as obras da exposição (temporária e permanente) e uma prova de vinhos, pode ser visitada de quarta a domingo, entre as 9h30 e as 18h00, e nos restantes dias sob pedido. Para mais informações ou reservas, por favor usar este link: https://quantaterradouro.com/formulario-reservas/








