Quanta Terra apresenta nova exposição de arte contemporânea no Douro

Quanta Terra

A quinta edição desta iniciativa cultural, a segunda consecutiva com a curadoria da Galeria Contagiarte, reforça o compromisso de Celso Pereira e Jorge Alves, enólogos cofundadores da Quanta Terra: dinamizar e facilitar o acesso à arte e cultura no interior do país. E apenas um ano depois de ter sido criado, em 2023, este projeto […]

A quinta edição desta iniciativa cultural, a segunda consecutiva com a curadoria da Galeria Contagiarte, reforça o compromisso de Celso Pereira e Jorge Alves, enólogos cofundadores da Quanta Terra: dinamizar e facilitar o acesso à arte e cultura no interior do país. E apenas um ano depois de ter sido criado, em 2023, este projeto já valeu à adega o título de “Best of Wine Tourism”, o mais alto reconhecimento a nível mundial. Desde então, mais de 5 mil visitantes já passaram por Favaios, Alijó.

A partir deste mês, e até 31 de Dezembro, o Espaço Quanta Terra volta a transformar-se numa galeria de arte contemporânea, recebendo obras inéditas de quatro artistas portugueses que se distribuem por espaços inesperados da adega, entre salas de barricas, cubas centenárias ou salas de prova. Com algumas das obras concebidas especialmente para estes lugares, procurando uma relação direta com a arquitetura e a atmosfera do espaço, o objetivo é criar uma experiência imersiva, sensorial e um diálogo perfeito entre vinho e arte.

Vanessa Teodoro, Ana + Betânia, Mário Ferreira e Pant. são os artistas convidados para a quinta edição desta iniciativa cultural, numa mostra coletiva intitulada “A Pele da Terra”. Em comum, partilham a abordagem: a exploração da arte enquanto matéria viva, construída em camadas, volumes e gestos tridimensionais. “Tal e qual o Douro”, afirmam Celso Pereira e Jorge Alves, “cuja identidade visual e cultural nasce da sobreposição de socalcos, texturas e cores em permanente transformação ao longo das estações”.

A exposição “A Pele da Terra”, que inclui uma visita à adega, a todas as obras da exposição (temporária e permanente) e uma prova de vinhos, pode ser visitada de quarta a domingo, entre as 9h30 e as 18h00, e nos restantes dias sob pedido. Para mais informações ou reservas, por favor usar este link: https://quantaterradouro.com/formulario-reservas/

Quanta Terra

 

Quinta do Gradil com Certificação Nacional de Sustentabilidade

Quinta do Gradil

A Certificação Nacional de Sustentabilidade obtida pela Quinta do Gradil, ao abrigo do Referencial Nacional de Certificação de Sustentabilidade do Sector Vitivinícola, gerido pela ViniPortugal, é concedida pela CERTIS – Entidade de Certificação Independente. Abrange as actividades de produção primária (viticultura) e transformação (adega e engarrafamento). Entre as principais acções que atestam este novo capítulo […]

A Certificação Nacional de Sustentabilidade obtida pela Quinta do Gradil, ao abrigo do Referencial Nacional de Certificação de Sustentabilidade do Sector Vitivinícola, gerido pela ViniPortugal, é concedida pela CERTIS – Entidade de Certificação Independente. Abrange as actividades de produção primária (viticultura) e transformação (adega e engarrafamento). Entre as principais acções que atestam este novo capítulo na história desta centenária propriedade vinhateira localizada em Vilar, no concelho do Cadaval, destacam-se, de acordo com o comunicado, a gestão eficiente de recursos, nomeadamente, o “uso responsável da água”; a preservação da biodiversidade, com o propósito de fomentar a “proteção de espécies sensíveis”; a promoção da responsabilidade social – “colaboradores com benefícios alargados e forte envolvimento com a comunidade local” –; e a aposta na económica circular através da “valorização de subprodutos, como a compostagem e o reaproveitamento de aparas de madeira”.

Em suma, este reconhecimento garante aos consumidores nacionais e internacionais que os vinhos da Quinta do Gradil são produzidos segundo as práticas globais de sustentabilidade.

Boeira compra Romariz Vinhos

Boeira

Seis décadas depois, a Quinta da Boeira e a Romariz Vinhos, criadas no início do século XIX por um emigrante português, voltam a unir-se na sequência da aquisição efetuada pela primeira. “A Romariz Vinhos traz consigo um reconhecido portefólio internacional de clientes, garantindo continuidade e expansão da presença global da Quinta da Boeira”, reforça Albino […]

Seis décadas depois, a Quinta da Boeira e a Romariz Vinhos, criadas no início do século XIX por um emigrante português, voltam a unir-se na sequência da aquisição efetuada pela primeira. “A Romariz Vinhos traz consigo um reconhecido portefólio internacional de clientes, garantindo continuidade e expansão da presença global da Quinta da Boeira”, reforça Albino Jorge, sócio-gerente da empresa. Ou seja, a compra permite a ampliação do portefólio da Quinta da Boeira e, ao mesmo tempo, actuação em diferentes segmentos do mercado de Vinho do Porto, através dos contactos mantidos com clientes tradicionais e da abertura de oportunidades em novos territórios.

Assim, a Romariz Vinhos, que firma presença em vários países, como Dinamarca, Espanha, Áustria, França, Bélgica, Holanda, Brasil, Estados Unidos e Austrália, está prestes a chegar a dois novos mercados, China e Nova Zelândia, pela mão da Boeira.

De acordo com o comunicado, esta operação “surge num momento de crescimento do sector do Vinho do Porto, especialmente na categoria premium e especiais, onde a Boeira actua”.

Fladgate Family Wines declara 2024 um ano Vintage

Fladgate

No alinhamento da tradição da Fladgate Family Wines, hoje, Dia de São Jorge, a divisão de vinhos do grupo The Fladgate Partnership anuncia o lançamento de Vintage 2024 da Taylor’s (com duas edições, uma das quais o Taylor’s Sentinels Vintage Port), Croft e Fonseca. Trata-se da primeira declaração conjunta das três centenárias casas desde 2017. […]

No alinhamento da tradição da Fladgate Family Wines, hoje, Dia de São Jorge, a divisão de vinhos do grupo The Fladgate Partnership anuncia o lançamento de Vintage 2024 da Taylor’s (com duas edições, uma das quais o Taylor’s Sentinels Vintage Port), Croft e Fonseca. Trata-se da primeira declaração conjunta das três centenárias casas desde 2017. De acordo com o comunicado, este acto representa “um momento histórico, não apenas pela convergência entre Taylor’s, Croft e Fonseca, mas sobretudo porque representa a mais limitada declaração de sempre destas casas”.

Adrian Bridge, Director-Geral da Fladgate Family Wines, sublinha a “qualidade excecional” e a “incrível profundidade e complexidade” do quarteto de vinhos do Porto Vintage, cujos números representam menos quantidade. Mas a “qualidade compensa a matemática”, assegura, em comunicado, David Guimaraens, director de enologia da Fladgate Family Wines, até porque “declarar um ano clássico é uma enorme responsabilidade”.

 

Como é do conhecimento dos entendidos nesta matéria, cada casa se afirma através de uma expressão muito própria do seu terroir duriense. Em comunicado, no Taylor’s Vintage 2024, lote produzido a partir das uvas das vinhas da Quinta de Vargellas, da Quinta da Terra Feita e da Quinta de Junco, “os taninos firmes e musculados são equilibrados, com sabores de fruta vivos e delicadas notas herbais, resultando num vinho vibrante e complexo, com a elegância e a precisão típicas”. Já o Taylor’s Sentinels Vintage Port 2024, elaborado a partir das uvas das propriedades históricas no Douro, revela um “perfil mais direto e generoso”. O Croft Vintage 2024, cujas base é feita com uvas da Quinta da Roêda, denota “equilíbrio entre opulência e contenção”, enquanto o Fonseca Vintage 2024, lote de uvas vindimadas na Quinta do Panascal, “revela a sua habitual profundidade, intensidade e generosidade de fruta, conjugada com uma mineralidade muito apelativa e um final fresco”.

Os Vintage 2024 da Taylor’s, Croft e Fonseca vão para o mercado em setembro de 2026, com distribuição exclusiva da Heritage Wines.

 

Costa Boal reforça estratégia de sustentabilidade na viticultura

Costa Boal

No âmbito do Dia da Terra, celebrado hoje, dia 22 de Abril, a Costa Boal Family Estates enfatiza o compromisso com uma viticultura sustentável traduzida em práticas agrícolas consistentes e conscientes no que ao meio ambiente diz respeito. “Na Costa Boal, acreditamos que o futuro da viticultura passa por uma relação mais inteligente com os […]

No âmbito do Dia da Terra, celebrado hoje, dia 22 de Abril, a Costa Boal Family Estates enfatiza o compromisso com uma viticultura sustentável traduzida em práticas agrícolas consistentes e conscientes no que ao meio ambiente diz respeito. “Na Costa Boal, acreditamos que o futuro da viticultura passa por uma relação mais inteligente com os recursos disponíveis. Valorizar o que já existe na vinha é uma forma concreta de reduzir impacto, aumentar eficiência e reforçar a autenticidade dos nossos vinhos”, declara, em comunicado, António Boal, produtor e CEO da empresa.

Uma das acções em destaque consiste no desenvolvimento de estimulantes e fungicidas biológicos naturais feitos a partir de folhas, lenha recolhida na época da poda e mostos. Estas matérias-primas são ricas em compostos fenólicos, que ajudam a reforçar o equilíbrio das funções orgânicas da vinha, por forma a aumentar a sua capacidade de resposta face às condições climáticas adversas. Paralelamente, contribuem para a diminuição de produtos químicos em prol de um solo mais são.

Eis a estratégia desenvolvida em articulação com o Instituto Politécnico de Bragança, que tem a investigadora Sandrina Heleno como responsável pela coordenação científica dos ensaios: “A valorização de subprodutos vitícolas constitui uma abordagem alinhada com os princípios da economia circular, permitindo a reintegração de biomassa residual em novos ciclos de valor. Esta colaboração evidencia a importância da transferência de conhecimento científico para a indústria, promovendo soluções sustentáveis, tecnicamente validadas e ajustadas às necessidades reais do sector.”Costa Boal

No Dão, às 17h00?

Dão

Até Outubro, as tardes de Sábado estão reservadas para uma nova iniciativa conjunta em torno do enoturismo. Chama-se “No Dão às 5h” e tem como objective invadir, de forma ordeira e munida de curiosidade, quintas desta região vitivinícola localizada no Centro do país, para explorar os bastidores e ouvir as histórias de quem faz vinho […]

Até Outubro, as tardes de Sábado estão reservadas para uma nova iniciativa conjunta em torno do enoturismo. Chama-se “No Dão às 5h” e tem como objective invadir, de forma ordeira e munida de curiosidade, quintas desta região vitivinícola localizada no Centro do país, para explorar os bastidores e ouvir as histórias de quem faz vinho neste território, onde a cultura e a paisagem acompanham o tempo, lado a lado.

De portas abertas para esta acção estão os seguinte produtores: Adega de Vila Nova de Tazem (comercial@adegatazem.pt / WhatsApp: 914 588 590), Quinta da Giesta – Boas Quintas (wines@boasquintas.com / WhatsApp: 935 739 898), Paço dos Cunhas (enoturismo.santar@1990.pt / WhatsApp: 915 351 558), Pedra Cancela (pedracancela@gmail.com / WhatsApp: 961 307 232), Soito Wines (winetourism@soitowines.com / WhatsApp: 963 034 140 ou 928 368 234), Taboadella (taboadellawinetourism@amorimfamilyestates.com / WhatsApp: 967 116 877) e Quinta do Gato (geral@quintadogato.pt / WhatsApp: 914 871 646). As visitas são gratuitas, com reserva prévia junto de cada propriedade, começam às 17h00 e têm duração entre 30 a 45 minutos.

Este movimento colectivo foi impulsionado pela Taboadella e assume-se como “uma plataforma aberta e agregadora, pensada para crescer ao longo do tempo e envolver um número crescente de agentes da região”, esclarece Luisa Amorim, CEO da Taboadella. Envolvidas estão ainda entidades institucionais, como a Comissão Vitivinícola Regional do Dão.

Dão
Quinta do Gato

O Prémio Enólogo/a do ano é….. Marta Lourenço

A produção de espumantes pelo método clássico – a segunda fermentação ocorre em garrafa, com leveduras livres – é, naturalmente, herdeira do saber e da técnica usada em Champagne, a região que serve de modelo a todas as outras que querem seguir este procedimento. A técnica pode ser muito simples ou extremamente complicada, pode ser […]

A produção de espumantes pelo método clássico – a segunda fermentação ocorre em garrafa, com leveduras livres – é, naturalmente, herdeira do saber e da técnica usada em Champagne, a região que serve de modelo a todas as outras que querem seguir este procedimento. A técnica pode ser muito simples ou extremamente complicada, pode ser muito rápida ou demorar mais de uma década. Recordo-me de ter provado espumantes que saiam para o mercado em Dezembro/Janeiro, feitos a partir de uvas colhidas três meses antes, mas também me recordo de provar vinhos que estiveram dez e mais anos em cave, à espera que o tempo fizesse o seu papel, para, então, serem colocados no mercado.

Na Murganheira (e na Raposeira) o método clássico é levado muito a sério e todos os vinhos seguem esta técnica. Isso obriga a longos períodos de estágio em cave e são muitos milhões as garrafas que nas adegas descansam à espera que lhes seja dada “guia de marcha”, para poderem ser consumidas. Ainda que usando algumas castas portuguesas e locais, é com as clássicas champanhesas – Pinot Noir e Chardonnay – que os topos de gama se fazem, porque são as variedades que melhores resultados mostram.

Marta Lourenço entrou para a Murganheira como estagiária em 2006. Dois anos depois, passou a responsável da enologia e da viticultura, quer da Murganheira, quer da Raposeira. Confessa que a primeira aprendizagem a sério nos espumantes foi feita com os Cava da casa Gramona, mas todos os anos ruma a Champagne onde, com os contactos que tem, vai actualizando o saber e as técnicas. Beneficia da relação privilegiada com a Station Oenotechnique de Champagne (herdada do Professor Lourenço) e uma ligação pessoal forte com a equipa técnica da Möet & Chandon. Apesar do portefólio já muito completo, Marta reconhece que há vinhos que lhe dão muito mais trabalho que outros, como é o caso do Czar, um rosé especialmente exigente na fase do acompanhamento da prensagem, porque o clima e as castas da região não são propícios àquele tipo de espumante. Está a trabalhar em espumantes bio e também em espumantes feitos pelo método ancestral. Responsável pela enologia e viticultura de duas empresas tão grandes não é um desafio excessivo? “É, mas eu gosto”, diz-nos Marta! J.P.M.

O Prémio Enóloga do ano é patrocinado por: Cosvalinox 

(Artigo publicado na edição de Março de 2026)

Kopke Group anuncia duplo lançamento de Vintage 2024

Kopke Group

Das casas Burmester e Kopke resultam as duas declarações Vintage de 2024 da Kopke Group. De acordo com o comunicado, o inverno e a primavera amenos e chuvosos, e o verão quente e seco, equilibrado por noites frescas e temperaturas mais moderadas durante a vindima, contribuíram para “maturações completas, com excelente sanidade, e um notável […]

Das casas Burmester e Kopke resultam as duas declarações Vintage de 2024 da Kopke Group. De acordo com o comunicado, o inverno e a primavera amenos e chuvosos, e o verão quente e seco, equilibrado por noites frescas e temperaturas mais moderadas durante a vindima, contribuíram para “maturações completas, com excelente sanidade, e um notável equilíbrio entre concentração, frescura e estrutura”.

Tanto o Burmester Vintage 2024, como o Kopke Vintage 2024 são assinados por Carlos Alves, Master Blender do Kopke Group, e cada um expressa o perfil da respectiva casa. De uma maneira geral, “são vinhos que expressam, de forma muito clara, o carácter do Douro e aquilo que procuramos enquanto enólogos: autenticidade, precisão e longevidade”, reforça. O primeiro é “marcado pela elegância e pela expressividade aromática”, enquanto na boca enaltece-se “um estilo mais refinado e acessível, sem comprometer a sua capacidade de envelhecimento”. A respeito do segundo, “revela uma profundidade aromática marcada por notas de fruta ácida, nuances cítricas, apontamentos de especiaria e cacau, bem como subtis notas mentoladas. Na boca, evidencia volume, estrutura e taninos firmes, sustentados por uma acidez vibrante que lhe confere tensão e capacidade de evolução”.

O Burmester Vintage 2024 está limitado a 9 964 garrafas de 0,75 litros e 300 de 1,5 litros; e o Kopke Vintage 2024 está disponível em 11 984 garrafas de 0,75 litros e 600 de 1,5 litros.