A empresa portuguesa de representação, importação e distribuição de vinhos Cave Tirsense dá os primeiros passos na expansão internacional, com a representação exclusiva de Champagne Camille Bonville em Portugal. Sediada em Avize, no coração da sub-região de Champagne Côte des Blancs, onde os solos de giz definem o território, esta casa centra as atenções na […]
A empresa portuguesa de representação, importação e distribuição de vinhos Cave Tirsense dá os primeiros passos na expansão internacional, com a representação exclusiva de Champagne Camille Bonville em Portugal. Sediada em Avize, no coração da sub-região de Champagne Côte des Blancs, onde os solos de giz definem o território, esta casa centra as atenções na casta branca Chardonnay. A gama apresentada em
Por cá, a gama apresentada reúne três cuvées: um Millésime Grand Cru Blanc de Blancs 2021, outro 100% Chardonnay, submetido a um estágio prolongado sobre borras finas; um Grand Cru Blanc de Blancs, igualmente elaborado com Chardonnay de Avize; e um rosé, com de Chardonnay e uma pequena porção de Pinot Noir.
“Desde o início, quisemos trabalhar com produtores de pequena escala, ligados ao lugar e com uma identidade própria. Em Camille Bonville reconhecemos essa mesma visão. É um passo importante para a Cave Tirsense e o início de um caminho que queremos construir com consistência, produtor a produtor”, afirma José Andrade Sousa, fundador da Cave Tirsense.
Em consequência desta boa nova, a empresa anuncia em comunicado que “assegurará a apresentação da casa, a formação das equipas, o acompanhamento comercial e a construção da marca em Portugal, ligando o produtor à restauração, ao retalho especializado e ao consumidor final”.
“Foi uma vindima de paciência”, diz-nos David Guimaraens, chefe de enologia da Fladgate Family Wines, agora a completar 40 vindimas no Douro. O porquê da paciência vem de seguida: muita água disponível no solo derivado ao inverno chuvoso de 2023/24; depois, de 2 de Junho até à vindima não voltou a chover e, apesar dos […]
“Foi uma vindima de paciência”, diz-nos David Guimaraens, chefe de enologia da Fladgate Family Wines, agora a completar 40 vindimas no Douro. O porquê da paciência vem de seguida: muita água disponível no solo derivado ao inverno chuvoso de 2023/24; depois, de 2 de Junho até à vindima não voltou a chover e, apesar dos calores de Junho e Julho, as vinhas estavam viçosas.
Neste jogo, pode dizer-se que o Ás de Espadas saiu a partir de 18 de Agosto: noites muito frescas permitiram que a maturação se desenrolasse com toda a calma. Assim foi possível decidir o momento exacto da vindima de cada parcela, sem stress, sem o sufoco da perspectiva de chuva ou outros acidentes muito vulgares nesta época do ano. Poder escolher o dia certo da vindima é o sonho de qualquer enólogo e estender a vindima quanto se quiser é o sonho 2.0. A principal consequência deste “estender de vindima” é a qualidade da fruta e dos taninos, que resultam com grande finura. Tudo isso aconteceu em 2024.
Quinta da Roêda
Há um método especial para vintages?
A resposta não é óbvia. Todavia, David Guimaraens tem os seus pontos-chave e as suas irritações crónicas, quando o assunto são os vintages. Começando pelo princípio, a defesa da pisa a pé, sobretudo no início do corte do lagar é determinante, ainda que na segunda parte do trabalho de lagar já se usem muitos pisadores mecânicos. Nas quatro adegas onde decorrem os trabalhos, há lagares para pisa a pé e em três delas há pisadores para a segunda fase da pisa, complementada com o trabalho dos “macacos de madeira”, para envolver e baixar a manta. Cerca de 70% do Vinho do Porto da empresa é feito em lagar e o restante em inox.
David Guimaraens considera que o uso de 100% do engaço continua a ser fundamental, embora alguns outros produtores apontem para a diminuição da percentagem do mesmo. O engaço é elemento equilibrador na doçura natural do Vinho do Porto. Na prensagem, tem uma influência física que se transforma, no envelhecimento, numa influência organoléptica. Das irritações, David Guimaraens também não as esconde: o uso “exagerado” de Touriga Nacional, que veio introduzir um estilo novo (muito aromático), mas que, como sempre acontece com o Vintage. Portanto, convém ter algum cuidado com as mudanças, pois os resultados só serão visíveis dentro de 20 ou 30 anos.
Outro factor a que torce o nariz é ao uso crescente da casta Alicante Bouschet (e também Sousão) para fazer Vinho do Porto, principalmente porque têm muita cor. Ora, opina, a cor não é necessariamente uma condição exclusiva e não é por ter cor a mais que o Vintage é melhor. Estão, agora, a fazer-se vintages com mais cor do que nunca, mas “só cor não é o que me interessa”, afirma.
Aqui não se confunde qualidade com identidade e, ao gerir parcelas em propriedades muito diferentes, David Guimaraens procura que cada quinta transmita ao Vintage a identidade do lugar. E, afirma, “o que faz um grande Vintage é o binómio qualidade e longevidade.” Nos anos mais quentes este tipo de vinho tende a “abrir” muito tarde, precisa de muito anos para se revelar. Porém, nos anos frescos, os vintages dão sempre boa prova em qualquer momento.
Um dos elementos que muito tem contribuído para a qualidade actual dos vintages é a aguardente, hoje muito melhor quando comparada com a dos anos 80 e 90, do século passado, por exemplo. Com a inovação introduzida por Charles Symington, aplaudida por David Guimaraens, a aguardente é, agora, adicionada a baixa temperatura ao mosto, preservando assim muitos aromas outrora perdidos.
Os vintages de 2024 estão já todos alocados, continuando a ser o Reino Unido (40%) e os Estados Unidos (30%) os principais mercados, mas o consumo interno é cada vez mais importante
Os 2024 à lupa
Dos vintages de 2024, em que as três principais empresas do da Fladgate Family Wines fizeram em média metade da produção habitual em anos clássicos, registamos estes dados, sempre interessantes e úteis. Do vintage Croft fizeram-se 19 200 garrafas. Cerca de 85% do vinho tem origem na Quinta da Roêda, desde sempre a base destes vinhos, aqui acrescidos com alguns vinhos do vale do Pinhão. Maioritariamente vinhas velhas com muita Tinta Francisca, embora a base seja composta por Touriga Francesa, Tinta Roriz e Barroca e, curiosamente, alguma Alicante Bouschet, que já lá existia. Tem 92 gramas de açúcar.
A Fonseca, cuja base é a Quinta do Panascal, associada, aqui, a vinhos das propriedades no vale do Pinhão – Santo António e Cruzeiro –, além das uvas de uma vinha localizada ao lado do Panascal e recentemente adquirida, a Quinta Socalcos de Vale de Muros. A soma perfaz 48 000 garrafas e o vinho apresenta-se com cerca de 96 gramas de açúcar. A uvas vinificadas do Panascal dão a gordura, mas as outras confer
em a frescura e os taninos, vitais para o equilíbrio do conjunto.
Já a Taylor’s – desde sempre baseada na Quinta de Vargellas – totaliza 60 000 garrafas, também aqui cerca de metade da quantidade habitual. O que David Guimaraens mais salienta no Taylor’s é a precisão e, apesar de nunca brilhar nas provas, tem sempre um futuro radioso. Apresenta igualmente 92 gramas de açúcar.
O Vintage Taylor’s Sentinels (vai na 3ª edição) ganhou o nome inspirado nos marcos de Feitoria que existem em algumas propriedades do vale do Pinhão. É todo ele daquela zona, beneficiando não só das uvas que não foram incluídas nas outras marcas, como também das boas propriedades que a empresa dispõe na região, onde se destaca o Junco e Eira Velha, por exemplo. Fizeram-se 31 200 garrafas, aqui também com cerca de 92 gramas de açúcar.
Como aconteceu com outras declarações anteriores, para satisfazer todos os mercados onde a Fladgate Family Wines está presente, os vintages de 2024 estão já todos alocados, continuando a ser o Reino Unido (40%) e os Estados Unidos (30%) os principais mercados, com a procura interna a ser cada vez mais importante.
Cerca de 70% do Vinho do Porto da empresa é feito em lagar e o restante em inox
David Guimaraens
Revisitar o passado
Após a prova dos vintages de 2024, David Guimaraens fez-nos regressar a alguns vintages da Fonseca de anos anteriores, recuando até 1994. Assim começámos pelos mais novos e provámos o 2017, nascido num ano quente e seco. Mostra-se ainda muito concentrado e rico, um Vintage rijo, com muitos anos pela frente. O 2016, com algumas parecenças com o 2017, mas mais elegante e a mostrar uma grande harmonia de conjunto. Já no 2007 encontrámos algumas semelhanças de estilo com o de 2024, ambos nascidos em anos mais frescos, este já a mostrar alguns aromas de garrafa. Dá muito prazer a beber.
O ano de 2003 foi especialmente quente e gerou vinhos com muita concentração e cor. É um tipo de Vintage que precisa de muitos anos para começar a mostrar o seu melhor perfil. É este o caso. Com 23 anos de vida, começa agora a abrir e a mostrar muita elegância, com curiosas notas de eucalipto e leve mentol. Uma bela surpresa. Terminámos esta viagem ao passado com o 1994, este a mostrar uma (eventual?) evolução algo precoce, a dizer-nos que poderá estar já no seu melhor momento de prova. Mas bebe-se muito bem agora.
Globalmente, o negócio do Vinho do Porto vai mal, com o registo de quedas acentuadas nas vendas mas, a contrario sensu, “nunca se vendeu tanto Vinho do Porto de categorias especiais como agora”. E hoje há muito mais empresas a engarrafar Vinho do Porto do que havia há algumas décadas. No caso do Vintage, a tradição sempre o ligou às empresas de Vila Nova de Gaia, porque recebiam vinhos de vários produtores e, depois, faziam o lote e distinguiam os anos de maior e menor guarda (daí nasceu a ideia do Clássico e não Clássico, ou single quinta).
Os novos produtores do Douro não têm a tradição da declaração do Vintage, nem dispõem da mesma diversidade de lotes de zonas diferentes, como sempre aconteceu com as empresas. David Guimaraens não deixou nada para o fim e afirmou: “os Vintages não são vinhos democráticos, são vinhos para os apaixonados. Se queremos democracia, já temos os tawnies”. E os 2025? perguntámos em antecipação. É cedo para dizer, mas “têm muita cor”, concluiu o enólogo.
“Tudo isto nasce de um sonho, de querer fazer algo diferente.” As palavras de Paulo Teixeira, proferidas na inauguração da nova loja Paulo Teixeira Vinhos, revelam a enorme paixão manifestada pelo próprio em relação ao mundo dos vinhos, pelo qual enveredou nos anos 90 do século XX. Situado no Caminho da Levada, “a dois quilómetros, […]
“Tudo isto nasce de um sonho, de querer fazer algo diferente.” As palavras de Paulo Teixeira, proferidas na inauguração da nova loja Paulo Teixeira Vinhos, revelam a enorme paixão manifestada pelo próprio em relação ao mundo dos vinhos, pelo qual enveredou nos anos 90 do século XX. Situado no Caminho da Levada, “a dois quilómetros, em linha reta, do centro de Ponta Delgada”, este espaço dedicado aos vinhos, bebidas espirituosas e azeites marca o novo capítulo da história da família, ou não estivesse o filho mais velho, “Paulo Teixeira Júnior”, inteiramente focado neste novo desafio.
A nova loja ocupa uma área de 157 metros quadrados, permitindo a capacidade para a expor 12 500 garrafas de meia centena de produtores nacionais e de todas as regiões vitivinícolas de Portugal, inclusivamente de cinco ilhas do arquipélago açoriano, além do armazém, com 150 metros quadrados. Itália, França e Espanha são outros dos países representados neste espaço amplo e com uma decoração sóbria e contemporânea traçada pelo bom gosto, e devidamente climatizada.
Carlos Farinha, Diretor Regional do Turismo da Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas dos Açores, presente na inauguração, salientou a importância que este espaço representa para o turismo da região. O representante do Turismo do Governo Regional dos Açores evidenciou ainda a preponderância “da sala de provas e de formação” da Paulo Teixeira Vinhos, “onde se vão realizar formações ligadas ao vinho, particularmente numa altura em que tanto se fala da necessidade de qualificação da nossa oferta turística”.
Loja com sala de provas
Para assumir a missão de conduzir provas as vínicas na sala de provas, Paulo Teixeira reuniu “três pessoas com curso de formação de formadores e grande conhecimento sobre vinhos”. O porquê desta decisão? “Temos consumidores atentos, clientes fiéis e consumidores que querem provas, formações, que querem aprender mais sobre vinho”, justifica.
Além dos cursos de iniciação à prova, um de duas horas e outro de quatro horas, sendo que, este último, inclui um jantar no final, estão desenhadas provas de vinhos regionais, seja de Portugal Continental, seja das ilhas, por forma “a mostrar a diversidade sobre o que se faz nos Açores”. Sem esquecer a Madeira. Por último, mas não menos importante, há a vertente de formação para os profissionais de restauração e hotelaria. Para o nosso anfitrião, é fundamental aprimorar o conhecimento na área da hotelaria e da restauração: “como vender vinho, como sugerir vinho, como articular o vinho com a gastronomia.”
“Quero que o espaço seja versátil”, acrescenta Paulo Teixeira. O proprietário destaca a vontade de a garrafeira abrir portas a apresentações de livros sobre vinhos, de um vinho topo de gama, de uma bebida de excelente qualidade, de uma moto, de uma máquina agrícola ou a uma exposição de pintura. “Por que não fazê-lo na ilha de São Miguel?”
“Tudo isto só é possível quando há clientes, quando há mercado, quando há uma economia que responde, e à vontade de fazer”, declara Paulo Teixeira, revelador da arte de bem receber e saber ler o que o cliente pretende. Afinal, a experiência neste setor já o acompanha há cerca de três décadas, quando de um cargo ligado à distribuição de vinhos passou a pôr em prática a venda direta ao público, numa garrafeira em Ponta Delgada. Daí a “traçar o próprio caminho”, com uma distribuidora em nome próprio, foi quase um passo.
Viajar para conhecer
Foi o que aconteceu a 1 de fevereiro de 2010, data marcada pelo arranque da Paulo Teixeira Vinhos no então armazém, agora reconvertido em loja de vinhos com o mesmo nome. “Trabalhei sozinho durante quatro anos: comprar, vender, cobrar, entregar e pagar. De 2010 a 2014.” No final de 2014, admitiu o primeiro funcionário.
Pelo meio, frequentou e concluiu cursos associados à prova de vinhos. Inicialmente, não “Nesta altura, não tinha um nariz tão evoluído como tenho hoje. Era o grande desgosto que eu tinha. Cheguei a estar uma semana inteira em Lisboa, só para fazer um curso de iniciação à prova”, mas assegura que concluiu cada curso com distinção, muito à conta das provas sistemáticas que foi fazendo, para conseguir atingir a perfeição. Ia às feiras nacionais e visitava produtores.
“Fiz provas que marcaram a minha vida” e convites para visitar adegas não faltam, “mas não visitei todas, por não ter tempo disponível para o fazer. Montei uma empresa do zero e precisei de ir construindo e solidificando relações, parcerias e portefólio, ser criterioso e sentir o projeto”, sublinha. Visitou feiras internacionais, como a Vinexpo, a Prowein e a Vinitaly, para ampliar conhecimento.
“Ultimamente, tenho investido muito em formação de vinho estrangeiro. Tenho ido lá fora para provar em Itália, França, Espanha, Austrália, Chile. Quero trazer mais vinhos do mundo para cá. Os açorianos merecem ter este conhecimento e terem acesso a vinhos que se produzem lá fora”, afirma Paulo Teixeira, que, no novo espaço, abre o leque das diversidades no contexto das bebidas espirituosas. “Já foi a Cuba provar runs, a Inglaterra, para ver como se faz gin, ao Brasil pela cachaça, a Cognac…” O propósito é ir às raízes, para perceber como são as bebidas originais, “poder vender com conhecimento e adequar o produto à necessidade do cliente. Há que ser profissional na área”, evidencia o nosso anfitrião, que mantém a operação de distribuição, a partir do armazém inaugurado a 1 de fevereiro de 2025, no Pico D’Agua Park, com 560 metros quadrados. Sobre este tema, Paulo Teixeira informa que distribui para perto de 50 restaurantes da ilha de São Miguel, para além dos que reúne nas ilhas das Flores, do Faial, da Graciosa, da Terceira e de Santa Maria.
Ventozelo Hotel & Quinta reforça a aposta na sustentabilidade e na valorização dos recursos locais através de uma parceria com a Oliófora, marca artesanal de cosmética natural sediada em Amarante e fundada por Daria Maximova. Iniciada em 2022, com a criação de sabonetes naturais, a colaboração evoluiu em 2026 para um projeto de economia circular que […]
Ventozelo Hotel & Quinta reforça a aposta na sustentabilidade e na valorização dos recursos locais através de uma parceria com a Oliófora, marca artesanal de cosmética natural sediada em Amarante e fundada por Daria Maximova. Iniciada em 2022, com a criação de sabonetes naturais, a colaboração evoluiu em 2026 para um projeto de economia circular que integra a produção de amenities e demais produtos, inspirados nos aromas e nas matérias-primas e com com ingredientes naturais provenientes do Ventozelo.
A alfazema ali cultivada, assim como os resíduos de citrinos, cuja produção abunda na Quinta, foi incorporada nas formulações desenvolvidas em exclusivo para esta unidade hoteleira, dando origem a produtos que evocam o Jardim dos Aromas e a paisagem natural de Ventozelo Hotel & Quinta.
Esta parceria assenta num modelo de aproveitamento e troca de recursos: Ventozelo fornece à Oliófora alfazema seca, colhida anualmente na propriedade, bem como resíduos de limão e laranja, utilizados na produção dos amenities do hotel e de outros artigos da marca, como sabonetes e sais de banho; por seu lado, a Oliófora disponibiliza farinha de amêndoa, um subproduto da produção dos seus óleos de amêndoa adquirida a produtores do Douro, que é posteriormente utilizada na Cantina de Ventozelo na confecção da tradicional Tarte de Amêndoa e dos biscoitos oferecidos como cortesia aos hóspedes do hotel e clientes do restaurante.
Esta iniciativa integra uma estratégia mais ampla de sustentabilidade que privilegia a valorização das produções da Quinta, a colaboração com produtores locais (como já é o caso do pão e dos enchidos servidos em Ventozelo, por exemplo) e o reaproveitamento de matérias-primas.
Os amenities e demais produtos desenvolvidos no âmbito desta colaboração estão disponíveis na Mercearia de Ventozelo e, em alguns casos, também na loja online do grupo Granvinhos ( www.cave360.pt ), incluindo sabonetes naturais, fragrância exclusiva de Ventozelo, spray de alfazema para almofada, saquinhos de alfazema, sais de banho e um conjunto de amenities inspirado nos aromas da propriedade.
A oferta permite aos visitantes prolongar a experiência sensorial de Ventozelo além da sua estadia, levando consigo produtos que refletem a identidade da Quinta e a sua ligação ao território.
PRODUTOS DISPONÍVEIS:
Gel de cabelo e corpo
Disponível como cortesia nos quartos.
À venda na Mercearia de Ventozelo em embalagem individual de 100 ml. PVP: 18€.
Loção corporal
Disponível como cortesia nos quartos.
À venda na Mercearia de Ventozelo em embalagem individual de 100 ml. PVP: 18€.
Amaciador de cabelo
Disponível como cortesia nos quartos.
À venda na Mercearia de Ventozelo em embalagem individual de 100 ml. PVP: 18€.
Sabonetes naturais
Disponíveis como cortesia nos quartos.
À venda na Mercearia de Ventozelo e em www.cave360.pt . Pack 6 unidades. PVP: 12.99€.
Fragrância de Ventozelo
Micado aromático, utilizado em diversos espaços da propriedade.
À venda na Mercearia de Ventozelo. PVP: 30€
Good Night Pillow Spray
Spray difusor à base de óleo essencial de alfazema.
À venda na Mercearia de Ventozelo. PVP: 18€.
Saquinho de Alfazema
É utilizado para perfumar os vários espaços de Ventozelo.
À venda na Mercearia de Ventozelo e em www.cave360.pt . PVP: 9.50€
Sais de banho
À venda na Mercearia de Ventozelo. PVP: 18€.
Pack de amenities do quarto
Bolsa composta por: 1 embalagem de 50 ml de gel de cabelo e corpo, 1 embalagem de
50 ml de loção corporal e 1 embalagem de 100 ml de condicionador de cabelos.
À venda na Mercearia de Ventozelo e em www.cave360.pt . PVP: 40€.
Absolvido é uma nova marca de vinhos desalcoolizados da Adega do Cartaxo na versão de um branco e um espumante. Ambos são produzidos a partir das castas aromáticas Moscatel Graúdo e Fernão Pires e contêm menos de 0.5% de álcool. Segundo Pedro Gil, diretor de enologia da Adega do Cartaxo, “foi um desafio grande avançar […]
Absolvido é uma nova marca de vinhos desalcoolizados da Adega do Cartaxo na versão de um branco e um espumante.
Ambos são produzidos a partir das castas aromáticas Moscatel Graúdo e Fernão Pires e contêm menos de 0.5% de álcool.
Segundo Pedro Gil, diretor de enologia da Adega do Cartaxo, “foi um desafio grande avançar com este projeto, porque ainda é tudo muito recente e queríamos ter a garantia de oferecer um produto de qualidade e que não defraudasse no paladar. Estamos conscientes das alterações de consumo e que há cada vez mais momentos em que queremos um copo de vinho, mas não queremos – ou não podemos – consumir álcool. É desse espaço entre o “não beber” e o prazer de brindar que nasceu Absolvido, espumante e vinho branco desalcoolizado que pretende trazer uma escolha diferente à mesa portuguesa. O Absolvido chega num momento em que as escolhas de consumo estão a mudar e em que restaurantes, bares e consumidores procuram propostas sem álcool capazes de ocupar o mesmo lugar à mesa que uma garrafa de vinho.”.
Os vinhos estão a chegar ao mercado, mas já se encontram disponíveis na loja on-line da Adega do Cartaxo em caixas de seis garrafas.
O Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos (CECH) da Universidade de Coimbra procura cadernos de receitas de família, manuscritos, antigos ou recentes, para os transformar numa exposição. Pode ser um caderno de uma avó, um bloco repleto de anotações e recortes alusivos a receitas, ou folhas soltas com ou sem indicações acrescentadas ao longo dos […]
O Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos (CECH) da Universidade de Coimbra procura cadernos de receitas de família, manuscritos, antigos ou recentes, para os transformar numa exposição. Pode ser um caderno de uma avó, um bloco repleto de anotações e recortes alusivos a receitas, ou folhas soltas com ou sem indicações acrescentadas ao longo dos anos, em receitas de família.
O foco está na história de cada receita, de cada caderno. Quem escreveu? Quem as ensinou e as aprendeu? Como é que essas receitas chegaram às mãos de quem o guarda? Qual o significado desse objecto para o seu guardião? O apelo é dirigido a qualquer pessoa residente em Portugal, independentemente da nacionalidade e do idioma em que estão escritas as receitas.
Para o efeito, basta preencher, até 5 de Outubro, o formulário de participação disponível na página desta iniciativa (www.uc.pt/cech/cadernos-de-receitas-de-familia/). Os cadernos selecionados serão cedidos temporariamente para integrarem a exposição, sendo posteriormente devolvidos aos respetivos proprietários.
Sob o título “Cadernos de Receitas de Família”, esta mostra estará patente entre 21 de Outubro e 20 de Novembro de 2026, na Sala do Catálogo da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.
O Forno D’Oro, em Lisboa, do Chef Tanka Sapkota conquistou o 49º lugar no ranking mundial do 50 Top Pizza World 2026, representando uma subida no ranking mundial. Lembramos que no ano de 2025, o mesmo espaço de restauração do Chef nepalês alcançou o 61.º lugar e entrou, pela primeira vez, no Top 10 do […]
O Forno D’Oro, em Lisboa, do Chef Tanka Sapkota conquistou o 49º lugar no ranking mundial do 50 Top Pizza World 2026, representando uma subida no ranking mundial. Lembramos que no ano de 2025, o mesmo espaço de restauração do Chef nepalês alcançou o 61.º lugar e entrou, pela primeira vez, no Top 10 do 50 Top Pizza Europa, depois de ter ocupado a 73.ª posição mundial em 2024 e a 80.ª em 2023.
“Estar no Top 50 das melhores pizzarias do mundo é um enorme orgulho e, acima de tudo, um reconhecimento do trabalho de toda a equipa. Trabalhamos todos os dias com a mesma ambição: fazer cada vez melhor, respeitando a tradição napolitana, a qualidade dos ingredientes e a técnica. É também uma enorme felicidade poder levar Lisboa e Portugal connosco e mostrar que podemos estar lado a lado com os melhores do mundo”, afirma, em comunicado, o Chef Tanka Sapkota.
O Forno D’Ouro abriu em 2014, no nº 16 B, da Rua Artilharia 1, em Lisboa, e tem como foco a pizza napolitana. A massa é feita com base no processo que envolve a fermentação lenta, com 36 horas, e a cozedura, a cerca de 450 ºC e com duração de menos de um minuto, é feita num forno a lenha revestido a folhas de ouro, daí o nome do restaurante.
É de enaltecer a vertente de solidariedade social do Chef Tanka Sapkota, que, este ano, envolveu os seus quatro restaurantes (Forno D’Ouro, Come Prima, Il Mercato e Casa Nepalesa) em duas iniciativas de angariação de fundos: a primeira destinada a apoiar as vítimas na Venezuela e, mais recentemente, com as vítimas das cheias no Nepal, o seu país natal. Ambas dão continuidade a acções que têm vindo a marcar o seu percurso em Portugal.
Relembramos que o Chef Tanka Sapkota recebeu, em 2022, pela Revista Grandes Escolhas, o galardão de “Melhor Cozinha do Mundo em Portugal” pelo trabalho desenvolvido no Come Prima.
Nuno Pizarro de Magalhães, Pedro Coelho, Torel Quinta da Vacaria – Douro Valley e a Associação Bagos d’Ouro receberam os Prémios Douro + Sustentável 2026 atribuídos pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), no âmbito das celebrações do Port Wine Day. Os galardões foram conferidos, respectivamente, nas categorias de Viticultura, Enologia, Enoturismo […]
Nuno Pizarro de Magalhães, Pedro Coelho, Torel Quinta da Vacaria – Douro Valley e a Associação Bagos d’Ouro receberam os Prémios Douro + Sustentável 2026 atribuídos pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), no âmbito das celebrações do Port Wine Day. Os galardões foram conferidos, respectivamente, nas categorias de Viticultura, Enologia, Enoturismo e Revelação. O objectivo desta iniciativa consiste em valorizar o trabalho desenvolvido em diferentes áreas de atividade, bem como reconhecer acções que visem a dinâmica ligada à sustentabilidade, nas dimensões económica, social e ambiental, e enaltecer percursos e iniciativas que contribuem para a protecção e a projecção da Região Demarcada do Douro.
Vamos por partes. Professor Emérito da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Nuno Pizarro de Magalhães é autor de várias obras de referência e participou na formação de gerações de enólogos e viticultores, deixando um relevante contributo para a investigação, o ensino e a modernização da viticultura portuguesa.
Pedro Coelho é proprietário e enólogo da Pormenor Vinhos, projecto criado em 2013, assente em pequenas produções, e com um percurso que se traduz numa abordagem que associa identidade territorial e valorização da diversidade vitivinícola do Douro.
Inaugurado em 2024, o Torel Quinta da Vacaria – Douro Valley, em Peso da Régua, articula vinho, hotelaria, gastronomia, bem-estar e paisagem numa propriedade com mais de 400 anos de história, transformando esta quinta histórica no contributo para a afirmação turística do Douro.
O prémio atribuído à Associação Bagos d’Ouro destaca, por sua vez, o acompanhamento que tem vindo a ser feito a crianças e jovens de oito concelhos da região, desde a infância até à entrada no ensino superior ou no mercado de trabalho, evidenciando a importância da coesão social, da qualificação e da criação de oportunidades para as novas gerações.