5ª edição do Concurso de Cocktails Blend Series

Todos os bartenders e mixologistas do mundo inteiro estão convocados a inscrever-se, até ao dia 13 de Fevereiro, na 5ª edição do Concurso de Cocktails Blend Series, uma iniciativa da Symington Family Estates. Objectivo? Criarem cocktails elaborados com os vinhos do Porto Blend Nº5 Branco e Blend Nº 12 Ruby. Para o efeito, basta indicar […]
Todos os bartenders e mixologistas do mundo inteiro estão convocados a inscrever-se, até ao dia 13 de Fevereiro, na 5ª edição do Concurso de Cocktails Blend Series, uma iniciativa da Symington Family Estates. Objectivo? Criarem cocktails elaborados com os vinhos do Porto Blend Nº5 Branco e Blend Nº 12 Ruby. Para o efeito, basta indicar o nome do cocktail, escrever uma descrição e a receita detalhada, e incluir uma fotografia do resultado.
Após o período das inscrições, esta iniciativa avança para as Competições Nacionais, a terem lugar nos meses de Fevereiro, Março e Abril de 2026, nos seguintes países: Reino Unido, Lituânia, Holanda, Alemanha, Portugal, Coreia do Sul, República Checa, Cazaquistão, Islândia, Brasil e Canadá. A nomeação de cada vencedor é entregue a um painel internacional de jurados especialistas convidados a participar na Final Global. Esta etapa está agendada, por sua vez, para o período entre 10 e 12 de Maio de 2026, no Porto, e incluirá experiências no universo da Graham’s, com atividades em Vila Nova de Gaia e no Vale do Douro. O vencedor receberá um prémio no valor de €2.000, stock de Graham’s Blend Nº5 e Blend Nº12 e um convite para representar a marca Graham’s num Guest Shift organizado.
As inscrições na 5ª edição do Concurso de Cocktails Blend Series e outras informações podem ser encontradas aqui (Graham’s – Blend Series).
Beykush Winery, da Ucrânia a Lisboa

A Sala Ogival, em Lisboa, foi palco de uma prova de vinhos do produtor ucraniano Beykush Winery promovida pela ViniPortugal. O evento contou com a presença de Eugene Shneyderis, fundador deste projecto familiar localizado na costa do Mar Negro, na região de Mykolaiv, e que teve o início em 2010. As vinhas situam-se na estreita […]
A Sala Ogival, em Lisboa, foi palco de uma prova de vinhos do produtor ucraniano Beykush Winery promovida pela ViniPortugal. O evento contou com a presença de Eugene Shneyderis, fundador deste projecto familiar localizado na costa do Mar Negro, na região de Mykolaiv, e que teve o início em 2010. As vinhas situam-se na estreita faixa de terra entre o mar e o estuário do rio Berezansky. Cruzando o estudo de solos e de dados climáticos, a escolha recaiu em 17 variedades, entre estrangeiras, tradicionais e autóctones, distribuídas pelos 14 hectares da propriedade.
A prova começou com um rosé da gama de entrada, Artania 2024, feito de Pinot Grigio com 5% de Pinot Noir, muito fresco e agradável, mostrando, primeiro, o lado terroso e vegetal e, depois, uma leve fruta vermelha. Faz lembrar um vinho branco leve e suave, com acidez viva, mas não cortante. Seguiu-se a gama de vinhos monovarietais, da qual provámos três referências. O Alvarinho 2023 (ou Albariño, no sinónimo espanhol), aromático, não expansivo, mas preciso, com notas de flor de laranjeira, jasmim, alperce e tangerina. Textura macia e acidez fina. Embora sem estágio em barrica, revelou uma nota de especiaria doce. O Chardonnay Reserve 2022, com barrica, que se mostrou afinado no aroma, com pimenta branca, maçã e pera, pedra, ervas amargas e toranja. Focado, sério e austero, com muita pimenta branca e noz-moscada. O Pinotage 2024 apresentou cor rubi pouco concentrada e aromas terrosos, com notas de sangue, couro e tomilho. Encorpado, mas fluido, com tanino bastante macio.
As últimas duas referências integram a gama de “vinhos históricos” que evocam a memória regional. O Loca Deserta 2021, que significa “terra deserta” em latim, remete às estepes e paisagens selvagens do Norte do Mar Negro, onde está situada a propriedade. É um lote complexo de Merlot, Cabernet Sauvignon, Tempranillo, Rubin (variedade búlgara originada pelo cruzamento de Syrah e Nebbiolo), Malbec e Pinot Noir, podendo variar consoante o ano. O vinho revelou um conjunto diverso de aromas, desde groselha preta e beterraba até notas terrosas e de carvão; tanino com garra, mas sem perder o polimento. O nome do último vinho é Kara Kermen 2021. Refere-se a um “forte preto” que existiu, em tempos, neste território. O estilo é inspirado no Amarone, feito a partir de uvas colhidas e deixadas a secar lentamente antes da vinificação, concentrando aromas e estrutura. As duas castas utilizadas, porém, nada têm a ver com Itália. Tratam-se da espanhola Tempranillo e da georgiana Saperavi, muito popular na Ucrânia. Como seria de esperar, o vinho é potente e encorpado.
Eugene tem um distribuidor no Reino Unido e os vinhos já chegam a vários mercados europeus. Em Portugal, ainda não estão disponíveis, mas quem sabe se esta prova não será a primeira de muitas. V.Z.
Poente by Vallado. Onde? Na cidade do Porto

É o novo marco na expansão do enoturismo da Quinta do Vallado. Está instalado num edifício de quatro pisos, datado do século XVIII, localizado na zona ribeirinha da “Invicta” e totalmente recuperado em 2024. O projeto de arquitetura de interiores é da autoria do Arquiteto Francisco Vieira de Campos, que primou pelo cruzamento de linhas […]
É o novo marco na expansão do enoturismo da Quinta do Vallado. Está instalado num edifício de quatro pisos, datado do século XVIII, localizado na zona ribeirinha da “Invicta” e totalmente recuperado em 2024. O projeto de arquitetura de interiores é da autoria do Arquiteto Francisco Vieira de Campos, que primou pelo cruzamento de linhas contemporâneas cruzadas com as memórias do património histórico edificado da cidade.
No piso térreo, está a loja de vinhos, onde é possível adquirir toda a gama de produtos Vallado, uma sala dedicada aos vinhos do Porto, um espaço museológico criado com base na história da referida propriedade duriense, fundada em 1716, e esplanada virada para o rio Douro, destinada ao serviço de vinhos e tapas. A mesma vista é partilhada pela esplanada do primeiro piso, onde o wine bar e restaurante dá palco à carta assinada pelo Chef David Jesus. A premissa é enfatizar os sabores do Douro. A harmonização cabe aos vinhos de mesa e do Porto. Já o segundo andar é constituído por uma sala aberta a vários tipos de degustações, que vão das provas standard às colheitas antigas. No topo do edifício está a Sala Adelaide. O espaço mais exclusivo do Poente by Vallado presta homenagem a D. Antónia e ao vinho icónico Adelaide, e está preparada para refeições privadas, que aliam menus de degustação a vinhos premium, sessões corporativas e provas especiais. A vista, já se sabe, é para o rio Douro.
A gestão está nas mãos de Matilde Álvares Ribeiro, para quem “o Poente nasceu da vontade de aproximar o Vallado do Porto e do mundo. É um espaço que liga a memória do Douro ao pulso da cidade, onde queremos receber cada visitante como recebemos quem chega à nossa casa. Para nós, é mais do que enoturismo: é assumir a identidade do Vallado e projetá-la, com autenticidade e ambição, para o futuro”.
SITEVI, uma montra de inovação e tecnologia

A edição de 2025 do SITEVI, salão internacional dedicado aos sectores da vitivinicultura, enologia, fruticultura e olivicultura registou 51.000 entradas de profissionais provenientes de 62 países, maioritariamente de Espanha, Itália, Suíça, Portugal e Alemanha. Dada a afluência, revelou-se o ponto de encontro internacional favorável ao sector, nomeadamente em relação ao reforço do conhecimento sobre as […]
A edição de 2025 do SITEVI, salão internacional dedicado aos sectores da vitivinicultura, enologia, fruticultura e olivicultura registou 51.000 entradas de profissionais provenientes de 62 países, maioritariamente de Espanha, Itália, Suíça, Portugal e Alemanha. Dada a afluência, revelou-se o ponto de encontro internacional favorável ao sector, nomeadamente em relação ao reforço do conhecimento sobre as tendências do mercado, à partilha boas práticas e ao encontro de soluções necessárias para enfrentar os desafios económicos, sociais e ambientais.
Sobre os Prémios de Inovação SITEVI, houve o registo de 70 candidaturas, das quais foram galardoados 17 produtos e serviços. De acordo com o comunicado, os “premiados espelham a diversidade da oferta apresentada no certame e ilustram as principais tendências: melhoria da qualidade dos produtos e adaptação às necessidades do mercado, resiliência das explorações face aos fenómenos climáticos e a qualidade dos produtos, conveniência e facilidade para o utilizador”.
Destaque ainda para o espaço LAB TECH, que reuniu cerca de uma dezena de empresas e startups percursoras na área da transformação digital e tecnológica do abrangente sector agrícola.
Grosso modo, o certame organizou um programa com mais de 60 conferências e workshops, com mais 2.500 participantes e mais de 200 oradores, enquanto o fórum de masterclasses e provas de vinhos atraiu aproximadamente 1.000 visitantes. No âmbito das Business Meetings, o SITEVI registou 1.400 encontros, que permitiram reuniões directas com expositores.
Cork Supply com certificação B Corp

A norte-americana Cork Supply, fundada em 1981 e com sede de Investigação & Desenvolvimento implementada em Portugal, obteve a certificação B Corp. Atribuída pela organização sem fins lucrativos B Lab, esta declaração formal destaca o reconhecimento desta empresa no âmbito da responsabilidade corporativa. Assim, para além das boas práticas nas antigas florestas ibéricas de sobreiros, […]
A norte-americana Cork Supply, fundada em 1981 e com sede de Investigação & Desenvolvimento implementada em Portugal, obteve a certificação B Corp. Atribuída pela organização sem fins lucrativos B Lab, esta declaração formal destaca o reconhecimento desta empresa no âmbito da responsabilidade corporativa. Assim, para além das boas práticas nas antigas florestas ibéricas de sobreiros, ganha destaque pela ética, graças ao trabalho efetuado com artesãos especializados nas unidades de produção.
Paralelamente, é dado destaque às parcerias de longa duração com proprietários florestais, trabalho que deu azo ao desenvolvimento de programas de gestão e reabilitação florestal, por forma a promover a qualidade da cortiça e, ao mesmo tempo, apoiar as economias locais.
“O nosso propósito sempre foi mais do que apenas negócio. Vemos a sustentabilidade como um dever para com as nossas equipas, comunidades e para com o planeta, criando valor a longo prazo para todos. Esta certificação é um reconhecimento dos valores que moldaram o nosso grupo desde a sua origem”, afirma o fundador e Presidente da Cork Supply, Jochen Michalski.
Por esse motivo, a mesma dedicação que resultou na obtenção da certificação B Corp é extensível ao Harv 81 Group – grupo centrado na especialização em cápsulas de madeira, bartops para espirituosos, barris e alternativas de carvalho, e cujo nome é inspirado no ano em que Michalski fundou a Cork Supply e se tornou importador de rolhas no norte da Califórnia –, que alcançou 89,3 pontos, número superior ao exigido para a certificação B Corp.
Já na área de investigação & desenvolvimento, o objectivo consiste em “produzir as rolhas mais consistentes, preservando, simultaneamente, recursos essenciais como a cortiça e a água”, de acordo com o comunicado. Este investimento permitiu desenvolver uma acção circular, em que os subprodutos da produção de rolhas naturais são destinados ao fabrico de rolhas técnicas, enquanto o pó de cortiça é recolhido nas unidades industriais, para alimentar as caldeiras. Mas sem descurar a parte da sustentabilidade, seja ambiental, seja social, por forma a promover a economia local.
Nova temporada no Esporão

José Luís Moreira da Silva, que está há 10 anos no Esporão, é o novo CEO da empresa, cargo a ocupar a partir de 1 de Janeiro de 2026. Esta nomeação assinala a nova era, que, de acordo com o comunicado, vai dar “continuidade dos valores, da cultura e da visão que têm guiado o […]
José Luís Moreira da Silva, que está há 10 anos no Esporão, é o novo CEO da empresa, cargo a ocupar a partir de 1 de Janeiro de 2026. Esta nomeação assinala a nova era, que, de acordo com o comunicado, vai dar “continuidade dos valores, da cultura e da visão que têm guiado o Esporão ao longo das últimas cinco décadas”.
“A nomeação do José Luís marca um momento importante para o futuro do Esporão. A sua competência, visão e profundo entendimento da nossa cultura dão-nos total confiança na liderança que irá exercer neste novo ciclo. Estou certo de que continuará a criar valor e a inspirar toda a equipa”, declara João Roquette, Presidente do Conselho de Administração do Esporão. Por sua vez, José Luís Moreira da Silva afirma o seguinte: “é um enorme privilégio e uma grande responsabilidade liderar o Esporão, dando continuidade ao trabalho desenvolvido pelo João.”
Recordamos que José Luís Moreira da Silva iniciou funções em 2015 como gestor de enologia da Quinta dos Murças. O empenho determinou a nomeação para o cargo de COO, integrando, desde 2022, o Conselho de Administração do Esporão. João Roquette continuará como Presidente do Conselho de Administração não executivo.
Grupo Abegoaria com nova Directora de Marketing

Márcia Farinha assume o cargo de Diretora de Marketing do Grupo Abegoaria, com a missão de assumir o desafio de reforçar a estratégia de crescimento e o posicionamento das marcas de vinhos da empresa. O objectivo deste compromisso estende-se à aposta reforçada a respeito da comunicação e do marketing, no sentido de expandir o nome […]
Márcia Farinha assume o cargo de Diretora de Marketing do Grupo Abegoaria, com a missão de assumir o desafio de reforçar a estratégia de crescimento e o posicionamento das marcas de vinhos da empresa. O objectivo deste compromisso estende-se à aposta reforçada a respeito da comunicação e do marketing, no sentido de expandir o nome do produtor no mercado nacional como internacional.
Sobre esta boa nova, Márcia Farinha afirma: “é a oportunidade de contribuir de forma decisiva para o crescimento de um dos players mais relevantes do setor, que valoriza a qualidade, a inovação e o compromisso com as pessoas. Encaro este desafio com entusiasmo, motivação e um forte sentido de missão: reforçar a presença das nossas marcas e potenciar o crescimento sustentável de um grupo que é referência no panorama vitivinícola português.”
O percurso de Márcia Farinha inclui a Quinta da Alorna, na região do Tejo, a Quinta de Pancas, no território dos Vinhos de Lisboa, bem como a Herdade das Servas e da Adega de Borba, ambas no Alentejo.
Sobre o Grupo Abegoaria, é de destacar que se trata de um dos cinco maiores produtores em Portugal, com vinhos nas regiões de Vinhos Verdes, Douro, Dão, Tejo, Lisboa, Beira Interior, Alentejo, Algarve e Açores.
5 adegas portuguesas na lista das 50 melhores da Forbes

Foi revelado o ranking anual da revista norte-americana Forbes, no qual entraram cinco adegas portuguesas, de três regiões: Vinho Verde, Douro e Alentejo. Esta lista foi elaborada pelos especialistas da Virgin Wines, retalhista online sediado no Reino Unido. Entre os critérios utilizados contam-se a importância histórica, a inovação na viticultura, a transparência, a certificações de […]
Foi revelado o ranking anual da revista norte-americana Forbes, no qual entraram cinco adegas portuguesas, de três regiões: Vinho Verde, Douro e Alentejo. Esta lista foi elaborada pelos especialistas da Virgin Wines, retalhista online sediado no Reino Unido. Entre os critérios utilizados contam-se a importância histórica, a inovação na viticultura, a transparência, a certificações de sustentabilidade e a responsabilidade social.
No 6º lugar surge a Quinta da Aveleda, propriedade histórica localizada na região dos Vinhos Verdes, que combina a produção meticulosa de vinhos com jardins botânicos repletos de espécies raras e experiências imersivas para visitantes. Já no 26º lugar encontra-se a Fitapreta, instalada num palácio do século XIV, próximo de Évora. Trata-se de um projecto do enólogo António Maçanita, reconhecido pelo forte empenho na recuperação de castas autóctones.
A Quinta do Bomfim, no 31º lugar, representa o Douro, preservando mais de um século de história da família Symington enquanto produtora de vinhos do Porto emblemáticos, oferecendo visitas a vinhas em socalcos e provas com vista para o rio que empresta o nome à região vinhateira.
Voltando ao Alentejo, o 36º lugar pertence à Torre de Palma, propriedade com raízes medievais que integra hotel, adega e diversas experiências no âmbito do enoturismo.
Em 50º, e também no Alentejo, aparece a Herdade do Sobroso, uma vasta propriedade situada na Vidigueira, onde vinhas, hotel rural, safáris, entre outras experiências, convivem com um terroir marcado pela Serra do Mendro e pelo Rio Guadiana, originando vinhos de perfil elegante.
No fundo, Portugal representa uma décima parte desta lista, o que já é significativo. Este reconhecimento reforça a crescente visibilidade internacional dos vinhos portugueses e a diversidade de propostas que os nossos produtores têm para oferecer.










