SYMINGTON FAMILY ESTATES: 2024, a declaração de um clássico

SYMINGTON

Havia um sereno júbilo no segundo andar do prédio onde fica o Matriarca, o elegante restaurante, bar de vinhos e academia de vinhos pertencente ao grupo Symington, com localização privilegiada na Praça Carlos Alberto, no Porto. A mesa de provas preparada, as garrafas em exposição. Ao fundo, quatro membros da família, Rupert e Charles, da […]

Havia um sereno júbilo no segundo andar do prédio onde fica o Matriarca, o elegante restaurante, bar de vinhos e academia de vinhos pertencente ao grupo Symington, com localização privilegiada na Praça Carlos Alberto, no Porto. A mesa de provas preparada, as garrafas em exposição. Ao fundo, quatro membros da família, Rupert e Charles, da geração actualmente à frente da empresa, ladeados por Harry e Anthony, a geração seguinte, pacatamente a preparar-se para a sua vez. O júbilo resultava da ocasião de apresentar os Portos Vintage de 2024, ano que vai ser de festiva declaração generalizada. Um grande clássico para Dow’s, Graham’s, Warre’s, Cockburn’s, Quinta do Vesúvio, bem como o Graham’s The Stone Terraces, o Capela da Quinta do Vesúvio e o Quinta de Roriz. Os Symington vão lançar todas as suas pérolas, desde as marcas clássicas, cujo terroir é o lote, assim se tem descrito, às novas marcas mais focadas no lugar, a definição mais usual de terroir.

O júbilo era ainda reforçado pela raridade da ocasião, já que a última declaração clássica generalizada tinha sido a vindima de 2017. São sete anos de diferença, o que se, por um lado perturba os financeiros da empresa, por outro descansa os clientes e admiradores. Afinal, a família Symington demonstra que não há cedências quando está em jogo o desejo de qualidade irrepreensível face à exigência estabelecida nestes vinhos, que representam o pináculo do vinho português e capturam a admiração dos winelovers do mundo.

Desde 2017, muito quente e de vindima precoce, não havia, no Douro, um ano agrícola tão perfeito para fazer Porto Vintage. Se pensarmos no período de tempo entre 2018 a 2023, encontramos sempre vinhos excepcionais, tintos, brancos e mesmo vinhos do Porto. Mas foram anos com “chuvas inconstantes e ciclos de crescimento desafiantes”, segundo os responsáveis da Symington. Temos de nos lembrar de que um Vintage clássico tem como perspectiva o consumo de muitas décadas. E, por que não, um século? Já lá vamos.

Mudanças e legado

Mesmo assim, e o enólogo principal Charles Symington não deixou de o enfatizar, os vintages mais recentes podem ser apreciados logo desde o lançamento para o mercado. Há boas razões para isso, entre a qualidade das aguardentes, as plantações de novas castas com ciclo vegetativo compatível com as alterações climáticas, o envelhecimento das vinhas, que também se vão adaptando aos sítios, e a enologia, que acumula cada vez mais sabedoria sobre os ingredientes e o processo para fazer um grande vinho, abordável desde o cedo. Um exemplo dos pormenores que contam: até o transporte das uvas melhorou muito. Charles Symington ainda se lembrava dos cestos de 60-70 kg, hoje uma longínqua memória. Também todas as quintas disporem de pequenas adegas ajuda ao processamento imediato das uvas, em vez de longas jornadas em camião. Hoje, “todos os vinhos têm um estilo mais polido”.

Entre os presentes, comentava-se também que a nossa idade já não nos permitirá a todos esperar as décadas que esses grandes vinhos mereceriam. A antiga regra de beber os vinhos comprados pelos nossos pais, enquanto compramos os vinhos para os nossos filhos, nem sempre foi aplicada a tempo. Por isso, bebamos estes jovens infantes, debiquemos os outros que tivemos a lucidez de comprar há uns anos. Contudo, não nos esqueçamos dos nossos filhos, que um grande Vintage na sua idade madura é um prazer raro que temos obrigação de lhes legar.

Para desfrutar ou guardar

Vamos aos 24’s. O ano agrícola teve uma perfeição cintilante. Foi um ano “à moda antiga.” Muita chuva no Inverno, o que é logo um bom começo. A saturação dos solos em Novembro foi a mais precoce já registada e durou até fim de Março, a mais tardia já registada. Todas as fases de desenvolvimento das uvas vieram na altura normal, o que, nos últimos anos, tem sido completamente anormal. Abrolhamento em Março, floração em Maio, tudo normal. Abril seco poupou as vinhas ao míldio, Maio e Junho com chuva média, o que manteve a vinha sem problemas. Julho foi quente, mas sem extremos. Agosto teve máximas nos 31, 32 ºC, mínimas nos 19 ºC, uma boa amplitude térmica que permite a maturação das uvas e boa preservação dos ácidos, essenciais para obter vinhos elegantes, equilibrados, com muita pureza de fruta. Setembro teve máximas inferiores a 30 ºC e mínimas nos 12 ºC, e as vindimas começaram no dia 4, com Sousão, Alicante Bouschet e vinha velha. A Touriga Nacional começou a ser colhida a 16 de Setembro, uma data típica, mas há anos que não se via. Era preciso colher mais cedo. A cereja no topo do bolo, segundo Charles Symington, foi a Touriga Franca, a casta decisiva para definir um grande ano. Uvas de grande qualidade asseguraram, assim, este Vintage que espalha sorrisos entre os provadores. Algumas pingas de água já no fim da vindima não tiveram influência, e as temperaturas foram perfeitas para as fermentações: nunca foi preciso aquecer os lagares no princípio, nem arrefecer no fim. Todos os vinhos foram fermentados em lagares, com o uso da pisa a pé tradicional na Quinta do Vesúvio; nas outras há lagares robóticos.

Cada vinho tem origem em quintas específicas tradicionalmente usadas para cada marca. São todas pertencentes ao grupo ou propriedade pessoal de membros da família. As combinações de origens e castas usadas em cada vinho também são específicas, além de que procuram preservar o estilo histórico e identidade própria.

A qualidade geral dos vintages de 2024 é fantástica, é realmente um ano fabuloso, para desfrutar já em jovem ou para guardar e envelhecer muitos anos. Justifica-se comprar caixas e acompanhar a evolução destas pérolas. É também incrível a distinção e variedade dos oito vinhos provados. Cada apreciador terá o seu favorito. Vale muito a pena procurar provar todos e escolher por si próprio. Dentro da minha experiência com cada uma destas marcas, em jovem e ao longo do tempo, vejo nuances que são específicas deste ano de 2024, que vai certamente ficar para fazer história.

O almoço não terminaria sem uma mousse de chocolate exemplar, que serviu de pista de aterragem para um mimo, o Dow’s Porto Vintage de 1924, jóia trazida das caves históricas da família. Termino com a sua descrição: cor âmbar translúcida. Nariz com a fruta muito escondida, notas minerais e vegetais; tudo é encantamento e sedução, num foco tawny-não-tawny. Fumo, caramelo, especiarias, chá, tabaco. A boca complementa a perfeição. Cognac, suave calor da madeira, taninos muito resolvidos, doçura suave e cintilante, acidez a dar frescura, final infinito e cheio de nuances. Um vinho inesquecível, sem nota. É para momentos como este que compramos Porto Vintage.

(Artigo publicado na edição de Maio de 2026)

 

Picowines passa a ser “A Cooperativa”

picowines

Com a renovação da identidade visual, a Picowines assume a designação institucional Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico, passando a chamar-se A Cooperativa. O objectivo desta mudança consiste em reforçar a origem da marca, ou seja, o colectivo de produtores da uva da Ilha do Pico. “Não mudámos quem somos, apenas a forma como nos […]

Com a renovação da identidade visual, a Picowines assume a designação institucional Cooperativa Vitivinícola da Ilha do Pico, passando a chamar-se A Cooperativa. O objectivo desta mudança consiste em reforçar a origem da marca, ou seja, o colectivo de produtores da uva da Ilha do Pico. “Não mudámos quem somos, apenas a forma como nos apresentamos, porque aquilo que torna esta marca única nunca foi apenas o vinho, foram a ilha, as pessoas e, sobretudo, a comunidade, e gerações de produtores que transformaram um território num legado”, declara, em comunicado, Losménio Goulart, administrador d’A Cooperativa.

Este novo capítulo advém da necessidade de criar uma marca-mãe e, ao mesmo tempo, de reforçar a valorização do território através da ligação com o turismo, com provas e visitas. Afinal, são mais de 75 anos de um trabalho firmado na história, na cultura e na comunidade da Ilha do Pico. “Esta nova fase não representa uma ruptura com o passado, antes uma evolução natural de uma organização que continua profundamente ligada às suas raízes”, sustenta em comunicado.

Rodolfo Tristão preside o Top 100 Sommeliers Portugal

Top 100 Sommeliers

Fundado pela comunidade online de escanções Sommelier Edit em 2023, no Reino Unido, a iniciativa Top 100 Sommeliers chegou este ano ao nosso país, onde adoptou a designação Top 100 Sommeliers Portugal, que recentemente anunciou a eleição de Rodolfo Tristão para Presidente. O desempenho deste papel centra-se não apenas na organização estratégica, mas também no […]

Fundado pela comunidade online de escanções Sommelier Edit em 2023, no Reino Unido, a iniciativa Top 100 Sommeliers chegou este ano ao nosso país, onde adoptou a designação Top 100 Sommeliers Portugal, que recentemente anunciou a eleição de Rodolfo Tristão para Presidente. O desempenho deste papel centra-se não apenas na organização estratégica, mas também no apoio na selecção e “desenvolvimento dos principais sommeliers de Portugal”, bem como nas relações com o comércio mundial do vinho”.

“Hoje, o escanção afirma-se cada vez mais como uma peça essencial no restaurante. A crescente valorização desta profissão reflecte a importância do serviço de vinhos e do aconselhamento na experiência do cliente à mesa. Com esta iniciativa, pretende-se reforçar o reconhecimento dos escanções, aumentar a sua presença e dar maior visibilidade à riqueza e à relevância desta profissão”, explica Rodolfo Tristão à Revista Grandes Escolhas.

Por cá, o Top 100 Sommeliers Portugal é organizado em parceria com a Taylor’s Port e tem como objectivo criar um ranking de escanções do país. A inscrição é feita através do link https://sommelieredit.com/pt/top-100-sommeliers/nomeacoes/.

O Top 100 Sommeliers já reúne outras edições em outros países, como Espanha (2024, 2025 e 2026) e Nova Zelândia (2025 e 2026), além de Portugal e Austrália (2026), com previsão para rumar a outras latitudes em 2027.

 

ISA: inovação tecnológica e sustentável

ISA

Com o intuito de dar resposta aos novos desafios da agricultura, da floresta, do ambiente e da sustentabilidade, num contexto em que a alimentação volta a ser tema de debate e de preocupação na Europa, o Instituto Superior de Agronomia (ISA), em Lisboa, implementou uma reforma curricular, quer nas licenciaturas, quer nos mestrados, liderada pela […]

Com o intuito de dar resposta aos novos desafios da agricultura, da floresta, do ambiente e da sustentabilidade, num contexto em que a alimentação volta a ser tema de debate e de preocupação na Europa, o Instituto Superior de Agronomia (ISA), em Lisboa, implementou uma reforma curricular, quer nas licenciaturas, quer nos mestrados, liderada pela presidente do Conselho Científico, Teresa Ferreira, e implementada pelo Conselho da Gestão do ISA.

Uma das apostas recai na tecnologia. A inteligência artificial, os drones, os sensores ambientais e os robôs agrícolas fazem parte do dia-a-dia dos estudantes na cadeira de Sistemas Inteligentes e Robótica, transversal a várias licenciaturas. Esta actividade permite antecipar pragas, otimizar a rega e melhorar a gestão dos recursos naturais em prol da biodiversidade. Está associada ao AgriTechEdu, hub de aprendizagem iniciado em 2024, com o objectivo de, por um lado, prover o ISA com tecnologia de ponta e, por outro, fomentar as competências digitais e tecnológicas nas Ciências Agrárias.

O AgriTechEdu está, por sua vez, integrado no Living Lab da Tapada da Ajuda, o primeiro integrado numa instituição de ensino superior portuguesa e ligado à Rede Europeia de Living Labs, para que empresas, investigadores e estudantes possam testar tecnologias verdes e digitais em contexto real. “A formação tecnológica estende-se também à sociedade através do Open Campus do ISA, iniciativa lançada em 2023”, segundo o comunicado.

Esta acção conjunta contribui para a consolidação da empregabilidade dos estudantes formados próxima dos 100%. “Há empresas como a Corticeira Amorim ou a The Navigator Company que procuram ativamente engenheiros florestais de excelência, como os que aqui são formados”, informa, através de comunicado, Madalena Lordelo, Vice-Presidente do Conselho de Gestão e do ISA, que tem a alumnISA, a associação de antigos alunos do ISA, colo elo de ligação entre a escola e o mundo empresarial.

Em suma, o ISA assume-se como o epicentro da formação de profissionais com capacidade de resposta face a alguns dos temas mais prementes do século XIX; produção de alimentos, gestão de florestas, preservação e protecção da biodiversidade, e utilização de tecnologias que favoreçam os recursos naturais.

Granvinhos inaugura a Adega do Cedro

Granvinhos

Em Peso da Régua, região do Douro, a Granvinhos abre oficialmente as portas daquela que chama de ‘adega do futuro’. Trata-se da Adega do Cedro, erguida da Quinta do Cedro, cujo investimento total ascendeu a 27 milhões de euros, dos quais cerca de 19% teve a comparticipação do Plano de Recuperação e Resiliência. Com a […]

Em Peso da Régua, região do Douro, a Granvinhos abre oficialmente as portas daquela que chama de ‘adega do futuro’. Trata-se da Adega do Cedro, erguida da Quinta do Cedro, cujo investimento total ascendeu a 27 milhões de euros, dos quais cerca de 19% teve a comparticipação do Plano de Recuperação e Resiliência.

Com a finalidade de processar 8000 toneladas de uva e a função de produção de vinhos do Porto e Douro, reúne “um conjunto de inovações tecnológicas que permitem maximizar o potencial qualitativo das uvas provenientes de cerca de 800 viticultores, distribuídos por oito concelhos da Região Demarcada do Douro, que nos confiam a sua produção”, nas palavras de Jorge Dias, Director-Geral do grupo. Dentro das acções inovadores desta unidade industrial, destacam-se a automatização e o desenvolvimento de processos, que, ao mesmo tempo, incrementam a segurança e minimizam a dependência de mão de obra; a reutilização de 50% das águas residuais; a instalação de uma central de energia fotovoltaica; e a implementação equipamentos que contribuem para a redução até 40% das necessidades energéticas da adega. O objectivo é reforçar o compromisso com a sustentabilidade no âmbito do sector vitivinícola nacional. Paralelamente à funcionalidade, este edifício de grande dimensão, cujo projecto é projeto assinado pelo arquiteto Alexandre Burmester, cumpre os critérios de enquadramento paisagístico.

Recorde-se que o grupo Granvinhos integra no universo dos vinhos do Porto, do Douro, Verdes, de Lisboa e da Madeira, a par com o enoturismo, o qual converge com o grupo francês La Martiniquaise Bardinet, detido pela família Cayard.

Há um novo Wine Terraza na Comporta

Wine Terraza

A Garcias abriu oficialmente a Wine Terraza by Garcias Wines & Spirits na Boutique Garcias Comporta, localizada na Estrada nacional 253, na Herdade da Comporta, para receber o verão. Trata-se de um novo espaço para, entre vinhos, um copo de gin ou um porto tónico, brindar ao estilo de vida da Comporta. Para acompanhar, há […]

A Garcias abriu oficialmente a Wine Terraza by Garcias Wines & Spirits na Boutique Garcias Comporta, localizada na Estrada nacional 253, na Herdade da Comporta, para receber o verão. Trata-se de um novo espaço para, entre vinhos, um copo de gin ou um porto tónico, brindar ao estilo de vida da Comporta. Para acompanhar, há petiscos com produtos da região.

“Queremos que a Wine Terraza seja um prolongamento natural da Boutique Garcias Comporta, um espaço onde se descobre, se prova e se vive o universo Garcias de forma descontraída, próxima e memorável”, afirma Filipa Garcias, CEO da Garcias, em comunicado.

Já a Boutique Garcias Comporta continua a ter uma ampla selecção premium, quer de vinhos, quer de espirituosos, além de outros produtos, num formato que alia retalho ao lifestyle, experiência consolidada com o Wine Terraza by Garcias Wines & Spirits, que convida a ficar o tempo que se quiser. Afinal, o horário de funcionamento é diário, das 10h00 às 20h00, durante a época de estio.

 Wine Terraza

Corticeira Amorim recebe distinção internacional

Corticeira Amorim

A Corticeira Amorim arrecada os prémios de Melhor Empresa na Redução de Carbono na Indústria de Produtos Vínicos 2025 e Empresa Mais Sustentável na Indústria de Produtos Vínicos 2026 atribuídos. Ambas as distinções são atribuídas pela revista internacional World Finance e estão associadas à forma como as empresas implementam os critérios ESG (Environmental, Social and […]

A Corticeira Amorim arrecada os prémios de Melhor Empresa na Redução de Carbono na Indústria de Produtos Vínicos 2025 e Empresa Mais Sustentável na Indústria de Produtos Vínicos 2026 atribuídos. Ambas as distinções são atribuídas pela revista internacional World Finance e estão associadas à forma como as empresas implementam os critérios ESG (Environmental, Social and Governance) nos modelos de negócio, em particular no que diz respeito à acção climática, à inovação e ao impacto das operações.

No que toca ao primeiro galardão, está em evidência o facto de, em 2025, a Corticeira Amorim se ter destacado “pelo compromisso de longo prazo com a acção climática”, nomeadamente através da aposta na electrificação de processos produtivos, no investimento efectuado em energias renováveis e na opção por soluções logísticas com menor intensidade carbónica no âmbito da transformação da cortiça.

Corticeira Amorim

Segundo o comunicado, a segunda distinção, recebida de forma consecutiva desde 2019, está associada ao reconhecimento da posição da empresa “na valorização da cortiça enquanto material renovável e com características de circularidade e na preservação dos ecossistemas de sobreiro”, bem como à mitigação da pegada ambiental por meio de iniciativas que reforçam a biodiversidade e, ao mesmo tempo, prolongam e optimizam o ciclo de vida dos seus produtos.

António Rios de Amorim, Presidente e CEO da Corticeira Amorim, enaltece, em comunicado, o seguinte: “a renovação destas distinções atribuídas pela World Finance reforça o reconhecimento do nosso compromisso estratégico de longo prazo com a sustentabilidade, assente na valorização da cortiça enquanto material de excelência ambiental e na inovação contínua dos nossos processos e soluções. Continuaremos a investir em iniciativas que reforcem a descarbonização da nossa atividade e contribuam para um futuro mais sustentável para toda a cadeia de valor do sector vinícola.”

 

 

36 vinhos vencedores no Concurso da Península de Setúbal

Concurso Vinhos

O antigo Centro de Depuração de Ostras do Tejo, no Gaio-Rosário, freguesia do concelho da Moita, localizada à beira do Estuário do Tejo, recebeu a cerimónia de entrega de prémios da XXIV edição do Concurso de Vinhos da Península de Setúbal. Das 36 referências vínicas vencedoras, 12 arrecadaram medalhas de Ouro e 24 de Prata, […]

O antigo Centro de Depuração de Ostras do Tejo, no Gaio-Rosário, freguesia do concelho da Moita, localizada à beira do Estuário do Tejo, recebeu a cerimónia de entrega de prémios da XXIV edição do Concurso de Vinhos da Península de Setúbal. Das 36 referências vínicas vencedoras, 12 arrecadaram medalhas de Ouro e 24 de Prata, para além das seis distinções especiais atribuídas aos melhores vinhos da referida região vitivinícola.

Sobre este sexteto, a Casa Ermelinda Freitas arrecadou quatro medalhas nas categorias de Melhor Vinho Branco DO Palmela, para o Dona Ermelinda branco 2024, bem como de Melhor Vinho Tinto, Melhor Vinho Branco e Melhor Vinho Rosado Regional Península de Setúbal, para Vinha do Torrão Grande Escolha 2023, Vinha da Valentina Premium tinto 2024 e Túlipa rosé 2025, respectivamente. A Adega Cooperativa de Palmela ganhou na categoria de Melhor Vinho Generoso de Setúbal, com Adega de Palmela Moscatel Roxo de Setúbal Superior 15 Anos DO Palmela, e a distinção de Melhor Vinho Tinto de Palmela ficou nas mãos da adega Fernando Santana Pereira, que se destacou com Quinta do Monte Alegre Homenagem Grande Reserva Castelão 2019.

Por ocasião desta cerimónia, Henrique Soares, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS), enalteceu a “inigualável” geografia da região, sublinhou a importância da união dentro do sector agrícola e evidenciou o papel do vinho, não só a respeito de toda “a ciência que está por trás de uma garrafa”, mas também no que concerne à sustentabilidade económica e social que lhe está associada.

Organizada pela Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS), esta competição contou com um júri constituído por técnicos especialistas em análise sensorial das várias regiões vitivinícolas nacionais, académicos, enólogos, escanções, jornalistas e membros do painel de prova da ASAE (Autoridade da Segurança Alimentar e Económica).

Concurso de Vinhos da Península de Setúbal 2026

Categorias Especiais

Melhor Vinho Generoso de Setúbal

Adega de Palmela Moscatel Roxo de Setúbal Superior 15 Anos DO Palmela (Adega Coop. de Palmela)

Melhor Vinho Tinto DO Palmela

Quinta do Monte Alegre Homenagem Grande Reserva Castelão 2019 (Fernando Santana Pereira)

Melhor Vinho Branco DO Palmela

Dona Ermelinda 2024 (Casa Ermelinda Freitas)

Melhor Vinho Tinto Regional Península de Setúbal

Vinha do Torrão Grande Escolha 2023 (Casa Ermelinda Freitas)

Melhor Vinho Branco Regional Península de Setúbal

Vinha da Valentina Premium 2024 (Casa Ermelinda Freitas)

Melhor Vinho Rosado Regional Península de Setúbal

Túlipa 2025 (Casa Ermelinda Freitas)

 

Medalhas de Ouro

Vinho Branco D.O. Palmela

Dona Ermelinda Reserva 2024 (Casa Ermelinda Freitas)

Vinho Tinto D.O. Palmela

Camolas Selection Premium Castelão, Touriga Nacional e Alicante Bouschet 2021 (Camolas & Matos)

Castro de Chibanes Superior 2020 (Camolas & Matos)

Vinho Branco Regional Península de Setúbal

Vinha do Torrão Grande Escolha 2024 (Casa Ermelinda Freitas)

Vinho Tinto Regional Península de Setúbal

Barrosinha Reserva 2022 (Companhia Agrícola da Barrosinha)

Camolas Alicante Bouschet 2023 (Camolas & Matos)

 

Medalhas de Prata

Vinho Generoso DO Setúbal

Adega Camolas Superior 10 Anos (Camolas & Matos)

Vinho Branco DO Palmela

Fontanário de Pegões Vinhas Velhas 2021 (Coop. Agr. de Santo Isidro de Pegões)

Camolas Selection Premium Moscatel Graúdo 2023 (Camolas & Matos)

Camolas Reserva Moscatel Galego Branco, Moscatel Graúdo e Arinto (Camolas & Matos)

Quinta da Mimosa 2024 (Casa Ermelinda Freitas)

Vinho Rosado DO Palmela

Dona Ermelinda 2025 (Casa Ermelinda Freitas)

 

Vinho Branco Regional Península de Setúbal

Vinha da Valentina Chardonnay 2024 (Casa Ermelinda Freitas)

Quinta da Bacalhôa 2024 (Grupo Bacalhôa)

Casa Ermelinda Freitas Sauvignon Blanc e Verdelho 2024 (Casa Ermelinda Freitas)

Vinha do Torrão Reserva 2024 (Casa Ermelinda Freitas)

Catarina 2024 (Grupo Bacalhôa)

Bocage 2024 (Casa Ermelinda Freitas)

Vinho Rosado Regional Península de Setúbal

Bocage 2025 (Casa Ermelinda Freitas)

Vinho Tinto Regional Península de Setúbal

Vale e Touros Reserva Premium Syrah 2023 (Adega Coop. De Palmela)

Rovisco Pais Premium 2022 (Coop. Agr. de Santo Isidro de Pegões)

Adega de Pegões Alicante Bouschet 2023 (Coop. Agr. de Santo Isidro de Pegões)

Papo Amarelo Grande Escolha 2021 (Coop. Agr. de Santo Isidro de Pegões)

Encostas da Arrábida Vinhas Velhas 2021 (Coop. Agr. de Santo Isidro de Pegões)

Sobreiro de Pegões Premium 2023 (Coop. Agr. de Santo Isidro de Pegões)

Comporta Castelão 2020 (Adega Herdade da Comporta)

Adega de Pegões Merlot 2023 (Coop. Agr. de Santo Isidro de Pegões)

Vinha do Torrão Reserva 2023 (Casa Ermelinda Freitas)

Encostas da Arrábida Reserva 2023 (Coop. Agr. de Santo Isidro de Pegões)

Casa Ermelinda Freitas Touriga Nacional Reserva 2023 (Casa Ermelinda Freitas)