Homenagem ao Professor Antero Martins

A 13ª edição do Concurso Vinhos de Portugal, promovido pela ViniPortugal, estreou o Prémio Homenagem, distinção entregue em mãos ao Professor Antero Martins, engenheiro agrónomo e doutorado em melhoramento de plantas pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, onde é Professor Jubilado. É reconhecido pela criação da metodologia de selecção policlonal da videira, […]
A 13ª edição do Concurso Vinhos de Portugal, promovido pela ViniPortugal, estreou o Prémio Homenagem, distinção entregue em mãos ao Professor Antero Martins, engenheiro agrónomo e doutorado em melhoramento de plantas pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, onde é Professor Jubilado. É reconhecido pela criação da metodologia de selecção policlonal da videira, temática de destaque internacional através da resolução OIV-VITI 564b-2019, directriz científica e técnica adoptada pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), bem como pela preservação e valorização das castas autóctones portuguesas, com o subsequente reforço da identidade e autenticidade dos vinhos nacionais.
O Professor Antero Martins, desempenhou ainda a função de Presidente da Associação Portuguesa para a Diversidade da Videira (PORVID), desde a fundação até 2021, é autor de um cem-número livros e de mais de 200 contribuições científicas, integrando ainda o grupo de peritos nacionais de viticultura da Comissão Nacional da OIV e o grupo de peritos GENET da OIV.
“Esta homenagem vem reconhecer a importância do conhecimento científico, da preservação da diversidade vitícola e do trabalho desenvolvido ao longo de décadas em prol do futuro dos vinhos portugueses”, declarou, em comunicado, Frederico Falcão, Presidente da ViniPortugal.
Com a implementação deste novo Prémio Homenagem, que passará a ter um carácter bienal, a ViniPortugal tem como objectivo “distinguir personalidades cujo percurso tenha contribuído de forma extraordinária para a afirmação e valorização dos vinhos portugueses, em Portugal e no mundo”.
A Bagos D’Ouro Wine Party está à porta

No próximo dia 30 de Maio, entre as 18h00 e as 22h00, a Wine Party regressa ao Douro, para brindar à solidariedade. Trata-se da segunda edição deste evento na região promovido pela Associação Bagos D’Ouro, com lugar marcado na Quinta de São Luiz, propriedade vitivinícola da Kopke localizada em Adorigo, no concelho de Tabuaço. Prometido […]
No próximo dia 30 de Maio, entre as 18h00 e as 22h00, a Wine Party regressa ao Douro, para brindar à solidariedade. Trata-se da segunda edição deste evento na região promovido pela Associação Bagos D’Ouro, com lugar marcado na Quinta de São Luiz, propriedade vitivinícola da Kopke localizada em Adorigo, no concelho de Tabuaço.
Prometido está um final de tarde em que estão reunidos mais de 20 produtores vínicos da região, mas a festa começa com um cocktail volante de boas-vindas assinado pelo Chef Vítor Oliveira. No alinhamento do programa, consta boa música e vista para o Rio Douro, a par com a mais recente versão refrescante de Porto tónico, o Kopke on Ice e os gelados artesanais da Segreti, marca do Chef António Vieira.
“É aqui que estão muitos dos nossos parceiros, que são um dos pilares fundamentais para a sustentabilidade da nossa atividade e, sobretudo, para o crescimento da Bagos D’Ouro. No fundo, a Wine Party é um agradecimento por todo o apoio e o compromisso de que tudo faremos para continuar e expandir o trabalho que temos desenvolvido em conjunto”, declara, em comunicado, Maria Inês Taveira, Coordenadora Geral da Bagos D’Ouro.
Alijó, Armamar, Mesão Frio, Murça, Sabrosa, São João da Pesqueira, Tabuaço e, mais recentemente, Carrazeda da Ansiães são os oito concelhos que contam com o apoio da Bagos D’Ouro, que, ao longo de 15 anos, tem vindo a contribuir para a educação mais de 250 crianças e 140 famílias.
Além dos bilhetes (€50/disponíveis aqui https://www.ticketline.pt/evento/bagos-d-ouro-wine-party-douro-2026-102846/sessao/124492_4488_1780160400) para a segunda edição da Wine Party no Douro, cuja receita reverte integralmente para o apoio às crianças e jovens que acompanha, até dia 30 de Junho, é possível doar 1% do IRS à Bagos Douro, sem qualquer custo associado. Mais informações disponíveis em https://irs.bagosdouro.com/.
António Soares Franco na José Maria da Fonseca

António Soares Franco, elemento da sétima geração da família proprietária, assume o papel de Head of Marketing da José Maria da Fonseca, a centenária casa da região dos Vinhos da Península de Setúbal e uma das mais históricas do país. A função, que resulta de uma reorganização do departamento de marketing desta empresa familiar, tem […]
António Soares Franco, elemento da sétima geração da família proprietária, assume o papel de Head of Marketing da José Maria da Fonseca, a centenária casa da região dos Vinhos da Península de Setúbal e uma das mais históricas do país. A função, que resulta de uma reorganização do departamento de marketing desta empresa familiar, tem como finalidade dar resposta aos desafios associados à comunicação do portefólio de marcas dentro e fora de portas. Acresce a integração do plano de replantação vitícola na estratégia global de marcas.
Em suma, “o objectivo passa por reforçar a consistência e a relevância das nossas marcas, através de uma abordagem mais integrada e global, respeitando sempre o legado que nos define, mas preparados para responder às exigências dos mercados atuais e futuros”, declarou, em comunicado, o Head of Marketing.
Paralelamente, a entrada de António Soares Franco – que foi responsável pela marca NOS Empresas e liderou projectos de estratégia e gestão de marcas de referência em agências, como a SAMY Iberia e a Fullsix (Havas CX), além de ter trabalhado no Reino Unido, na Hungria e no Cazaquistão, onde integrou a AICEP – vem reforçar a progressiva transição geracional na José Maria da Fonseca, por forma a assegurar e dar continuidade ao modelo familiar da empresa.
Sobre a Aguardente do Douro no Vinho do Porto

A Associação das Empresas de Vinho do Porto (AEVP) define como “inviável” e “ilegal” a obrigatoriedade e exclusividade de aguardente produzida a partir de uvas da região do Douro para o vinho do Porto descrita na Proposta de Lei, que, segundo o comunicado “ameaça o estatuto do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da UNESCO […]
A Associação das Empresas de Vinho do Porto (AEVP) define como “inviável” e “ilegal” a obrigatoriedade e exclusividade de aguardente produzida a partir de uvas da região do Douro para o vinho do Porto descrita na Proposta de Lei, que, segundo o comunicado “ameaça o estatuto do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da UNESCO e a sobrevivência do ecossistema vitivinícola da região”. No mesmo documento, “a associação classifica a medida como uma ilusão perigosa que, sob o pretexto de resolver o problema dos excedentes de vinho DOC Douro, esconde uma total inviabilidade jurídica, operacional e económica que ameaça colapsar a viticultura regional duriense”.
A justificação para esta contestação prende-se, segundo a AEVP, com o facto de os vinhos excedentários do Douro não apresentarem “o perfil nem a qualidade exigida para a destilação de aguardente de beneficiação”. Por outro lado, alerta para a eventualidade de Bruxelas fazer uma revisão dos cadernos de encargos inerente ao Vinho do Porto, interferindo nas bases da produção deste, “como o sistema de Benefício, a Lei do Terço e até o engarrafamento na origem”.
Segundo a AEVP, esta Proposta de Lei vai originar “uma subida de 40% no preço dos vinhos standard”, colocando “em risco direto 198 milhões de euros em vendas anuais”. No âmbito do impacto social, a AEVP receia “uma contração do negócio em 50%”, que poderá ter consequências na região, como o despedimento de 3.000 pessoas e a consequente inoperância de centros de vinificação, armazéns e linhas de engarrafamento, a interrupção de compra de uvas na vindima e a “perda de valor fundiário e venda de propriedades por falta de viabilidade “. A associação adverte ainda para o “risco de perda de reputação da Região Demarcada do Douro” e o comprometimento da venda de mais de 260 milhões de litros de Vinho do Porto.
Face a este cenário, a AEVP propõe um plano assente em três medidas: ajuste de oferta, com a ativação da vindima em verde; a implementação de projectos-piloto de créditos de carbono e de natureza, e valorização dos serviços de ecossistema; e destilação voluntária de uvas do Douro e subvencionada pelo Estado.
LUGARES: Vinhos e perfumes na Mezzanine

Nos últimos meses, a Mezzanine do Bairro Alto Hotel, localizado no Chiado, em Lisboa, tornou-se palco de eventos vínicos mensais. A primeira iniciativa, com o tema “Vinhos e Perfumes”, teve lugar em fevereiro, sob a batuta do Head Sommelier do hotel, Wilian Botignon, que também é perfumista. Em Março, o tema será “Mulheres do Vinho”, […]
Nos últimos meses, a Mezzanine do Bairro Alto Hotel, localizado no Chiado, em Lisboa, tornou-se palco de eventos vínicos mensais. A primeira iniciativa, com o tema “Vinhos e Perfumes”, teve lugar em fevereiro, sob a batuta do Head Sommelier do hotel, Wilian Botignon, que também é perfumista. Em Março, o tema será “Mulheres do Vinho”, com uma prova de vinhos produzidos por mulheres e conduzida por uma sommelière. No dia 8 de Abril, o “Blend do Vinho” é explorado num workshop com o sommelier Gonçalo Mendes. Já para 6 de Maio, João van Zeller, com a colaboração do chef de pastelaria da referida unidade de cinco estrelas, Guilherme Santana, vai preparar uma prova com harmonização intitulada “Vinhos do Porto e Chocolate”.
Mas voltando aos vinhos e perfumes, e à sessão a que assisti, gostaria de partilhar algumas impressões. Como sabemos, ambos os universos são altamente sensoriais e, tanto perfumistas, como provadores de vinho, utilizam o olfato como principal ferramenta de avaliação. Quem trabalha com vinho recorre também ao palato, mas grande parte do sabor resulta dos aromas e da percepção retronasal. É evidente que a concentração aromática no vinho é muito inferior, por vezes ténue, quando comparada com a de um perfume. Nesta experiência, os compostos aromáticos estavam preparados a cerca de 20%, evidenciando essa disparidade. A abordagem sensorial difere e é precisamente esta diferença que torna o exercício particularmente desafiante.
A sessão centrou-se na identificação e associação de matérias-primas da perfumaria e o seu reconhecimento no vinho. A casta escolhida para fazer esta comparação foi a Sauvignon Blanc pelos seus aromas característicos conhecidos por muitos. Para explorar as várias expressões da casta, Wilian trouxe quatro vinhos de diferentes origens: um Pouilly-Fumé Bonnard, de França; um Casillero del Diablo, do Vale Central do Chile; um Villa Maria, de Marlborough, na Nova Zelândia; e um português da Vicentino.
Os participantes foram encorajados a comparar os aromas identificados nos vinhos com aqueles presentes nas tiras olfativas borrifadas com compostos aromáticos correspondentes a cada exemplar. Identificaram, partilharam e discutiram as notas de limão e toranja, fruta tropical como manga, maracujá, ananás e melão, bem como aromas vegetais e verdes de relva cortada, folha de tomate, pimenta verde, sálvia branca e ainda groselha verde. Esta última é muito característica da Sauvignon Blanc, mas o fruto em si é pouco conhecido em Portugal, o que tornou o exercício especialmente interessante para muitos participantes. Outro exemplo curioso foi o gálbano, uma resina aromática extraída de uma planta, que apresenta um aroma intenso, verde, balsâmico e amadeirado ao mesmo tempo. É possível identificar esta nota em alguns vinhos de Sauvignon Blanc.
A experiência teve um feedback muito positivo por parte dos convidados e, certamente, repetir-se-á, tornando-se um evento recorrente na Mezzanine.
Apenas uma nota final: a sensação que tive neste espaço foi a de entrar numa sala de estar – sóbria, elegante, cuidadosamente decorada e iluminada, com uma sofisticação discreta, mas sem qualquer luxo intimidante. É um espaço onde apetece sentar e relaxar, tomar um copo e conversar sem pressa, ou até ler. Mesmo sem nenhum evento associado, é uma zona de conforto de onde não apetece sair.
Praça Luís de Camões, 2, 1200-243 Lisboa
E-mail: guest.service@bairroaltohotel.com
Tel.: 213 408 288
Experiência vínica: €45 (por pessoa)
Horário: das 18h00 às 19h30
Nota: Requer reserva
Os “Melhores do Ano” do Concurso Vinhos de Portugal 2026

Foram desvendados os vencedores da 13ª edição do Concurso Vinhos de Portugal, promovido pela ViniPortugal. O destaque maior é direccionada para os “Melhores do Ano”, distinção atribuída aos vinhos que mais se evidenciaram entre as 1.170 referências que fizeram parte desta competição. Neste alinhamento, constam os seguintes: o Chryseia 2023, da Symington Family Estates, no […]
Foram desvendados os vencedores da 13ª edição do Concurso Vinhos de Portugal, promovido pela ViniPortugal. O destaque maior é direccionada para os “Melhores do Ano”, distinção atribuída aos vinhos que mais se evidenciaram entre as 1.170 referências que fizeram parte desta competição. Neste alinhamento, constam os seguintes: o Chryseia 2023, da Symington Family Estates, no Douro (Melhor do Ano), o Andreza Espumante Brut Nature 2020, da Lua Cheia, Saven, no Douro (Espumante), o Encontro 1 Arinto , da Quinta do Encontro, na Bairrada (Varietal Branco), o Quinta do Noval Touriga Nacional 2021, da Quinta do Noval, no Douro (Varietal Tinto), o Quinta das Bágeiras Fogueira 2023, da Quinta das Bágeiras, na Bairrada (Vinho Branco – blend), o Chryseia 2023 (Vinho Tinto – blend) e o Henriques & Henriques Boal 30 anos, da Henriques & Henriques, da região da Madeira (Licoroso).
No total, foram entregues 351 prémios distribuídos por 30 de Grande Ouro, 87 de Ouro e 234 de Prata, sendo o Douro a região mais premiada, com um total de 98 medalhas. De acordo com o comunicado da ViniPortugal, “os vinhos distinguidos com medalhas de Grande Ouro e Ouro garantem presença em eventos internacionais organizados pela ViniPortugal, ao longo do ano, o que reforça o papel do Concurso como plataforma estratégica de promoção internacional”.
O Concurso Vinhos de Portugal 2026 representou o culminar de três dias de provas técnicas realizadas entre 4 e 6 de Maio, envolvendo a avaliação efetuada por 141 especialistas – enólogos, sommeliers, jornalistas e wine educators –, dos quais 24 internacionais. As referências distinguidas com Medalha de Ouro e reconhecidas como os Melhores do Ano foram submetidas a uma nova aferição, papel desempenhado pelo Grande Júri constituído por Bento Amaral, Dirceu Júnior MW, Luís Lopes, Paulo Nunes, John Sumners e Victoria Mackenzie MW.
“Este Concurso tem um papel muito relevante na forma como os vinhos portugueses são percebidos lá fora. Ao reunir jurados internacionais com diferentes perfis, desde sommeliers a jornalistas e líderes de opinião, estamos a criar uma rede de embaixadores que conhecem de perto a qualidade, a diversidade e a autenticidade do que se produz em Portugal. Esse contacto directo é decisivo para aumentar a confiança e a presença dos nossos vinhos nos mercados externos”, declarou Frederico Falcão, Presidente da ViniPortugal.
A lista completa dos premiados pode ser consultada no site do Concurso Vinhos de Portugal em: https://concursovinhosdeportugal.pt/.
Regenerative Wine Fest regressa à Herdade das Servas

No dia 16 de Maio, das 16h00 às 18h00, a Herdade das Servas, propriedade vitivinícola localizada a escassos quilómetros da cidade de Estremoz, é palco de conversas de campo, debates, vinho e gastronomia. Trata-se da 3ª edição do Regenerative Wine Fest, que, este ano, reúne especialistas, curiosos e 15 produtores que passaram a optar pela […]
No dia 16 de Maio, das 16h00 às 18h00, a Herdade das Servas, propriedade vitivinícola localizada a escassos quilómetros da cidade de Estremoz, é palco de conversas de campo, debates, vinho e gastronomia. Trata-se da 3ª edição do Regenerative Wine Fest, que, este ano, reúne especialistas, curiosos e 15 produtores que passaram a optar pela viticultura regenerativa. O objectivo deste encontro tem como base repensar modelos agrícolas mais resilientes e sustentáveis, com benefícios diretos para as vinhas e para o ecossistema agrícola, em prol do futuro da produção vitivinícola no país.
O evento começa com uma conversa intitulada “Regenerativa: prática real ou narrativa?” Maria João Cabrita, docente no Departamento de Fitotecnia da Universidade de Évora e Investigadora no MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento, David de Brito, co-fundador e General Manager na Terramay, João Barroso, Director de Sustentabilidade, Investigação e Desenvolvimento dos Vinhos do Alentejo, e Paula Bragança, Directora de Viticultura e Enologia no Monte da Raposinha são os intervenientes.
Seguem-se as primeiras “Conversas de Campo”, cujo desafio é conduzir os participantes pelo terreno, para fazer uma leitura directa das práticas regenerativas implementadas na Herdade das Servas. A experiência prolonga-se ao almoço de partilha, assinado pelo chef Ricardo Gonçalves, do Legacy Winery Restaurant, instalado na Herdade das Servas, uma vez que os pratos são confecionados com produtos de origem regenerativa.
Para a tarde, está agendada a conversa “Quem paga a transição regenerativa?” Georgete Félix, Consultora na área da sustentabilidade e ESG, Pedro Santos, Director-Geral na Consulai, João Raposeira, representante da Vinha Viva, Associação Portuguesa de Viticultura Regenerativa, e Filipa Saldanha, Directora de Sustentabilidade no Crédito Agrícola, vão falar sobre os desafios económicos e estruturais da mudança de paradigma.
Ao longo de todo o dia, estão disponíveis para prova vinhos dos 15 produtores associados à iniciativa: Adega Mayor (Alentejo), Família Nicolau Wines (Lisboa), Herdade das Servas (Alentejo), Herdade dos Grous (Alentejo), Monte da Raposinha (Alentejo), ODE Winery (Tejo), Paulo Coutinho (Douro), Pupa Vinhos (Alentejo), Quinta da Costa do Pinhão (Douro), Quinta da Covela – Lima & Smith (Vinhos Verdes), Reynolds Wine Growers (Alentejo), Tapada de Coelheiros (Alentejo) e Vale dos Ares (Vinhos Verdes), Fita Preta (Alentejo) e Quinta de Adorigo (Douro).
Após o debate, são retomadas as “Conversas no Campo”. O dia termina com um momento de convívio e música, enquanto a noite é brindada com um Menu de Degustação Regenerativo ao jantar.
Os bilhetes (20€ por pessoa / inclui copo, prova de vinhos e acesso ao evento)
já estão disponíveis no site deste encontro (https://www.regenerativewinefest.pt/), com preços especiais para reservas efetuadas até 10 de Maio. Há ainda a opção do pack constituído por bilhete e jantar (65€ por pessoa).
Estão abertas as candidaturas para as Bolsas Barca-Velha Golden Vines® MW 2026

A Casa Ferreirinha, produtora histórica do Douro e marca do portefólio Sogrape, anuncia, em parceria com a Fundação Gérard Basset, a abertura das candidaturas para as Bolsas Barca-Velha Golden Vines® MW 2026, acção que se prolonga até à à meia-noite de 14 de junho de 2026. Esta iniciativa, que “simboliza o compromisso com a excelência […]
A Casa Ferreirinha, produtora histórica do Douro e marca do portefólio Sogrape, anuncia, em parceria com a Fundação Gérard Basset, a abertura das candidaturas para as Bolsas Barca-Velha Golden Vines® MW 2026, acção que se prolonga até à à meia-noite de 14 de junho de 2026. Esta iniciativa, que “simboliza o compromisso com a excelência e o futuro do conhecimento no sector do vinho”, segundo o comunicado, destina-se a apoiar candidatos ao título atribuído pelo The Institute of Masters of Wine.
Cada vencedor receberá o financiamento de 35.000 libras (GBP), apoio destinado a suportar os custos do curso de Master of Wine e de um programa de estágio personalizado. Este é, por sua vez, elaborado “com o apoio de um painel internacional de mentores e desenvolvido junto de algumas das mais reputadas propriedades de vinho e bebidas espirituosas a nível global”. A somar este financiamento, cada bolseiro é convidado a visitar as propriedades da Sogrape no Porto, no Douro e noutras regiões vitivinícolas do país, na companhia da respectiva equipa técnica.
Richard Bampfield MW, Nina Basset FIH, da Fundação Gérard Basset, António Graça, Director de Investigação e Desenvolvimento da Sogrape, Joana Pais, Directora de Marcas Prestige da Sogrape, Jancis Robinson OBE MW e Neil Tully MW, em representação do The Institute of Masters of Wine constituem o painel de jurados responsável pela selecção dos vencedores.
Para informações detalhadas sobre o processo e o acesso ao formulário de candidatura, consulte: https://gerardbassetfoundation.org/scholarships/the-barca-velha-golden-vines-mw-scholarships-in-wine
Na foto, estão as vencedoras da edição de 2025 – Svitlana Karamshuk, ucraniana residente no Reino Unido, e a Leila Killoran, de origem iraniana e também radicada no Reino Unido –, e Fernando da Cunha Guedes, Presidente e CEO da Sogrape.




