Bechamelo: A importância de ser restaurador

Estamos em plena era dos chefs, são muito poucos os que na juventude decidem ir formar-se para ser empregados de mesa e quase nenhuns a querer simplesmente ser restauradores, com tudo o que vem com a profissão. É no, entanto, aí que está o ponto fulcral da operação e êxito de um restaurante. Como é […]

Estamos em plena era dos chefs, são muito poucos os que na juventude decidem ir formar-se para ser empregados de mesa e quase nenhuns a querer simplesmente ser restauradores, com tudo o que vem com a profissão. É no, entanto, aí que está o ponto fulcral da operação e êxito de um restaurante. Como é que se inverte esta tendência?

Fernando Melo

Sempre venerei as segundas linhas, assim como sempre me impressionaram mal as ribaltas prematuras. Penso que decorre da natureza de qualquer profissão exercida de corpo e alma, preferir o trabalho à fama, assim como procurar a excelência em todos os detalhes. A profissão de restaurador – o melhor termo que encontrei até hoje – é além do ponto de convergência de todas as funções na operação de um restaurante, a mais importante de todas elas. As atribuições mais importantes são justamente aqueles por que ninguém dá, à excepção de quem tem muitos anos de experiência na área. E essa é a primeira grande razão para a falta de vocações, bem mais grave que a falta de cozinheiros ou empregados de mesa.

Quando se pensa num restaurante a partir do zero, junta-se normalmente uma equipa de especialistas para trabalhar conjuntamente no projecto. Tenho visto e acompanhado alguns desde o início dos inícios, com reuniões em chão de cimento cru e pontos de água e gás a brotar do chão sem perceber exactamente para quê. Há um arquitecto que trata de layouts de sala, iluminação, cores e mobiliário, que trabalha – quase sempre mal – juntamente com um projectista de cozinhas de produção, que juntos vão engendrando um orçamento que nunca se fica pelos números previstos; excede duas ou três vezes o que se pensava. E foi sempre porque não existia a figura do restaurador. Do homem que não espera pelo parecer do arquitecto; antecipa-se-lhe e faz o programa – é assim que se diz – para o espaço. Culpa-se frequentemente o arquitecto pelos desmazelos encontrados na exploração de um restaurante, quando o que aconteceu foi simplesmente o programa não ter sido pensado por alguém com experiência de facto. A pessoa de quem falamos é a única que pensa em tudo, e a quem depois se pede contas de tudo, sobretudo erros. É quem tem o peso da responsabilidade. Quantas vezes aspectos triviais de conforto tais como ruído, som e reverberação só são olhados depois da abertura, com custos brutais acrescidos? E a qualidade do som, quem a pensou? É um de mil pormenores de que invariavelmente todos os envolvidos se demitem, dizendo simplesmente que ninguém lhes disse. É por isso que não só não é fácil ter um restaurante como não querendo entrar por essas especificidades é melhor nunca chegar a ter.

São muito raros os chefs que têm esta percepção global e ao mesmo tempo minuciosa das frentes de operação de um restaurante. Os seus conhecimentos quando muito são úteis na definição inicial da cozinha, copa e espaços adjacentes, e mesmo assim nem sempre têm conhecimentos suficientes para as decisões que tomam. A figura do gestor – restaurador – é muito importante, é uma espécie de timoneiro que sabe sempre para onde está o barco a ir. Fico sempre muito nervoso quando vejo um chef na televisão num daqueles programas que aceitaram fazer, a opinar sobre a luz, o conforto, os equipamentos e até a salubridade, muitas vezes sem saber bem o que estão a dizer. Digo isto porque infelizmente nem os aspectos culinários fundamentais estão bem dominados e às vezes é de deitar as mãos à cabeça, tal a impreparação. De nada adianta encenar – é de encenação que se trata – aberturas dramáticas de câmaras frigoríficas com tudo podre e o chef aos gritos para impressionar, até porque nesse ponto já não há nada a fazer, para além de deitar tudo para o lixo, limpar e repor stocks. Pelo menos tem solução; a falta de cultura de restauração não. E o meu pensamento enquanto estou a ver esses programas vai para os restauradores, proprietários, directores, chamem-lhe o que quiserem, que sustentam a verve e o topete com que os chefs falam em tom de julgamento. Acho que está tudo mal.

O bom restaurador é não só uma pessoa com experiência e solidez de conhecimentos, como também e principalmente um motivador. Enternece-me o carinho que vejo na forma como grandes profissionais da nossa restauração promover os que trabalham consigo. E na operação na sala é muito fácil perceber isso, sobretudo pela coreografia com que se movimentam, mas sobretudo pela empatia que revelam ter. O chef tem de estabelecer os standards de serviço de cada prato e isso tem de ser reavivado todos os dias, talvez até antes de cada serviço, o chef de sala tem de governar o trabalho todo de serviço e fluxos de trabalho, mas mesmo perante as brigadas mais brilhantes, a figura do nosso restaurador é determinante. Não há dois dias iguais e as pessoas não são autómatos; tem de existir o “middleman” para adaptar o serviço à sala, e a cozinha ao serviço. A formação é a um tempo a tábua de salvação de uma casa e a garantia de regeneração. Escolher dois ou três colaboradores e ir com eles a outros restaurantes, chamando-lhes a atenção para pormenores e puxando pelo seu sentido crítico para que vão dizendo o que lhes parece. Viajar é outro aspecto crítico que na medida do orçamento disponível deve ser posto em prática. Não há formação específica nas escolas de hotelaria para esta figura especial que afinal é aquela de quem falamos quando falamos das casas onde nos sentimos bem. Agora já sabemos como se chama: restaurador.

Artigo da edição nº43, Novembro 2020

Natal no World of Wine tem brunch, estacionamento grátis e muita animação

O World of Wine — quarteirão cultural de Vila Nova de Gaia, com 55 mil metros quadrados, seis experiências museológicas e muita gastronomia — ajustou a sua programação de Natal às restrições de circulação, com novidades. Ao fim de semana, o WOW está aberto das 9h às 13h. Os visitantes podem visitar os seis museus […]

O World of Wine — quarteirão cultural de Vila Nova de Gaia, com 55 mil metros quadrados, seis experiências museológicas e muita gastronomia — ajustou a sua programação de Natal às restrições de circulação, com novidades.

Ao fim de semana, o WOW está aberto das 9h às 13h. Os visitantes podem visitar os seis museus e todas as lojas. Em vários espaços do WOW, haverá ainda mercadinhos com artesãos locais, marcas nacionais e produtores de vinho. Já no restaurante VP, aos Sábados e Domingos de manhã, há um Brunch, que inclui iguarias como Ovos Benedict (8€), “French Toast” (5€), Bagels (8€) e Crepes (7€). À semana, a programação mantém-se. Há espetáculos diários de música, dança e teatro.

E até ao final deste ano, o parque de estacionamento do WOW é gratuito. “É um incentivo para que todos possam vir comodamente ao WOW, estacionando gratuitamente e acedendo diretamente aos museus, lojas e restaurantes, sem se expor ao frio ou à chuva. Relembro ainda que todas as áreas do WOW são amplas e desafogadas, permitindo a circulação sem ajuntamentos e com segurança”, sublinha Adrian Bridge, CEO do World of Wine. 

Também a grande árvore de Natal na praça ao ar livre, e o videomapping especial de Natal, às 18h15 e às 21h15, são dois excelentes motivos para desfrutar da magia de Natal no WOW. 

NOTA: o WOW estará aberto no Natal e na Passagem de Ano. Os restaurantes estarão a funcionar com menus especiais para a quadra e também à carta. As reservas devem ser feitas no site do WOW.)

JNcQUOI com cabazes e wine boxes de luxo para o Natal

É uma selecção de cabazes, kits e wine boxes para o Natal, com a assinatura de sofisticação do JNcQUOI — restaurante e clube do Grupo Amorim, na Avenida da Liberdade, em Lisboa — e produtos do seu Deli Bar. O Cabaz Starter (85€), composto por um queijo Vale da Serra, vinho Grainha tinto Quinta Nova […]

É uma selecção de cabazes, kits e wine boxes para o Natal, com a assinatura de sofisticação do JNcQUOI — restaurante e clube do Grupo Amorim, na Avenida da Liberdade, em Lisboa — e produtos do seu Deli Bar.

O Cabaz Starter (85€), composto por um queijo Vale da Serra, vinho Grainha tinto Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e chourição Maldonado, é a primeira sugestão. Já o Cabaz Truffle World (100€, na foto), ideal para os apaixonados por trufa, inclui molho de tomate trufado Tartufi Morra, sal, mostarda, pesto de azeitona, vinagre balsâmico e azeite trufado da marca Maison de la Truffe. O Cabaz Manly (135€), concebido a pensar em momentos de pura descontração, é composto por copos Digestive da Zalto, Vinho do Porto Quinta do Crasto Vintage e charutos Siglo II Cohiba. Para os verdadeiros gastrónomos, o Cabaz Gourmet (275€) é a opção ideal: inclui bellini e massa tagliolini da Cipriani, pasta de trufa e creme de queijo da Tartufi Ponzio, mostarda trufada, risotto e trufa inteira da Maison de la Truffe, foie gras e patê da Vidal, e pesto truffado, molho de tomate trufado, azeite de trufa preta, sal trufado e puré de trufa branca da marca Tartufi Morra. O Kit Coravin (420€), composto por dois copos Burgundy e um Coravin, é perfeito para os verdadeiros apreciadores de vinho.

Em alternativa, é possível criar o próprio cabaz “Do It Yourself” ou “Wine Box”. As encomendas podem ser feitas por telefone (+351 963 820 024) ou por e-mail (order@jncquoi.com). As entregas são gratuitas na área metropolitana de Lisboa até 22 de Dezembro.

Chef João Sá celebra dois anos de SÁLA com jantar solidário

SÁLA é o restaurante do chef João Sá — situado na Rua dos Bacalhoeiros, Lisboa — que completa agora dois anos. Para celebrar o aniversário, o chef decidiu organizar um jantar solidário, no próximo dia 1 de Outubro, cuja receita reverterá totalmente a favor da associação Crescerbem. Esta é uma IPSS que trabalha em parceria […]

SÁLA é o restaurante do chef João Sá — situado na Rua dos Bacalhoeiros, Lisboa — que completa agora dois anos. Para celebrar o aniversário, o chef decidiu organizar um jantar solidário, no próximo dia 1 de Outubro, cuja receita reverterá totalmente a favor da associação Crescerbem. Esta é uma IPSS que trabalha em parceria com o hospital Dona Estefânia, no apoio a famílias e crianças em situação de vulnerabilidade social. 

“Uma vez que o pediatra da minha filha trabalha no Hospital Dona Estefânia, e que as crianças hospitalizadas ou socialmente vulneráveis são grupos fortemente afetados pela conjuntura atual, quisemos apoiar a dedicação que a associação Crescerbem presta junto das inúmeras famílias que aqui recorrem”, explica João Sá.

Para reserva no jantar solidário, está disponível o número 218873045.

The One: Cozinha de luxo, com vista de encantar

Ganhou o Prémio de Excelência da revista americana Wine Spectator e nós fomos ver se era verdade. Não só se confirma a excelência, como se recomenda pelo “whole package”: serviço, cozinha, ambiente e vista dançam juntos para proporcionar uma experiência de luxo, no restaurante do Tivoli Carvoeiro. Mariana Lopes Um final de tarde ameno convidava […]

Ganhou o Prémio de Excelência da revista americana Wine Spectator e nós fomos ver se era verdade. Não só se confirma a excelência, como se recomenda pelo “whole package”: serviço, cozinha, ambiente e vista dançam juntos para proporcionar uma experiência de luxo, no restaurante do Tivoli Carvoeiro.

Mariana Lopes

Um final de tarde ameno convidava a jantar na varanda do The One, e a preguiça do sol em pôr-se deu-nos um início de experiência com toda a bonita luz e vista para o mar do Carvoeiro a que tínhamos direito. Com o desenrolar das ondas a fazer as honras da música de fundo, fomos introduzidos à refeição por Francisco Meira, chefe de sala e sommelier do restaurante do Tivoli Carvoeiro. Sem pretensões exageradas e com pedagogia, precisão e conhecimento no serviço de vinhos, Francisco foi a primeira boa surpresa da noite. 

O menu de degustação principal do The One, começa com “crème brûlée” de foie gras, gelatina do mesmo feita com vinho Madeira Blandy’s Verdelho 5 Anos (o mesmo vinho com que harmonizou o prato), sorvete de cereja e crumble, com um amor-perfeito no topo. A combinação é óptima, com a cereja gelada a cortar a gordura delicada do foie, e o crumble a dar crocância ao prato. Depois, com o rosé algarvio Villa Alvor de Moscatel Galego Roxo — projecto da Aveleda nesta região — vem filete de sardinha com carpaccio de tomate, também tomate cereja e alongado, broa de milho e espuma de pimento vermelho, naquilo que Francisco Meira explicou ser “uma homenagem do Chef aos Santos Populares”. O rosé, bem seco e apto para acompanhar comida, conseguiu ligar-se bem a todo o tomate do prato, algo que sabemos ser uma harmonização bem difícil de concretizar, e ao peixe gordo que é a sardinha. O que se segue é polvo em tempura com um arroz malandrinho de berbigão, de revirar os olhos, pleno de sabor mas muito fino, ao lado do branco Colinas Chardonnay. Por esta altura, e antes do prato de carne, já é tempo de lavar o palato com um tira gosto e é isso que chega, de rum com maracujá, côco, eucalipto, num shot de frescura muito agradável. A fechar os pratos principais, é servido um magret de pato com gnocchi de batata doce roxa, jus de pato com figo e legumes biológicos, acompanhado do tinto Cabrita Negra Mole, uma casta autóctone do Algarve que imprime originalidade ao pairing, num tinto leve mas com estrutura, que combina exemplarmente com o pato. A pré-sobremesa deliciosa poderia deixar cair o “pré”, um gelado de maracujá com gelatina do mesmo e crocante de côco num conjunto muito fresco e revitalizante, que é mesmo o que se quer após uma refeição de vários pratos. Aqui juntou-se ao branco doce Cabrita Moscatel. A sobremesa de chocolate, no entanto, é uma perdição para os fãs do doce, e remata tudo junto do L.B.V da Graham’s.[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column centered_text=”true” column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_gallery type=”parallax_image_grid” images=”47203,47201,47195,47196,47197,47198,47199,47200,47204,47202″ display_title_caption=”true”][/vc_column][/vc_row]Tivemos ainda oportunidade de provar, como terceiro momento, um prato que não faz parte do menu de degustação, mas que está na carta e que merece todas as vénias: lavagante e finíssimo raviolli com molho Bisque e alga Tosaka, tudo com textura de chorar por mais, a par do espumante Filipa Pato 3B (um Bruto de Baga e Bical) que ligou sem falhas.

Este menu custa 75 euros por pessoa, mais 35 com o pairing de vinhos (opcional), um preço que consideramos francamente bom para a qualidade da experiência. Para quem desejar apenas um prato ou dois, a carta inclui os do menu e muitos outros para escolher. A lista de vinhos, por sua vez, tem uma oferta grande e bastante diversificada de vinhos nacionais e estrangeiros, organizada de forma exemplar. Está também disponível uma degustação vegetariana com o mesmo número de pratos, por 65 euros, no qual chama a atenção o linguini de chilli e limão com bolonhesa de legumes, e o risotto de côco e lima, com tempura de legumes e molho de soja.

O chef Bruno Augusto não estava presente nessa noite, mas a causa era nobre: meteu-se em “sarilhos” a dobrar, e acorreu ao que soubemos, no dia seguinte, ter sido um falso alarme. Pelo que conseguimos apurar, o nascimento dos gémeos está previsto para o final de Outubro. Mas uma coisa é certa, a cozinha do The One manteve a excelência sem a presença do chef e sob o comando do sous-chef Fábio Bernardo, o que mostra que a consistência é mais um ponto forte deste restaurante. Vale muito a pena a visita ao Algarve para aqui jantar e, porque não, ficar a relaxar no Tivoli Carvoeiro…

Tomate Coração de Boi do Douro volta a ser estrela 

Desta vez não há o já habitual concurso (seria a 5ª edição), mas o festim está de regresso: os melhores tomates Coração de Boi das tradicionais hortas do Douro voltam à prova nos restaurantes referenciais da região. Durante todo o mês de agosto, os apreciadores podem degustar esta iguaria carnuda, suculenta e de sabor único. […]

Desta vez não há o já habitual concurso (seria a 5ª edição), mas o festim está de regresso: os melhores tomates Coração de Boi das tradicionais hortas do Douro voltam à prova nos restaurantes referenciais da região. Durante todo o mês de agosto, os apreciadores podem degustar esta iguaria carnuda, suculenta e de sabor único. Na própria região onde é produzido, por inúmeros agricultores do Douro que, por causa da nossa paixão por tomate, recuperaram as velhas hortas. 

Assim, em saladas ou em pratos especiais concebidos para este mês, 14 restaurantes durienses vão colocar nas suas ementas emblemático tomate Coração de Boi. Pratos clássicos ou modernos, com nomes de crescer água na boca como Sopa de Tomate Coração de Boi, Tataki de atum, húmus de grão-de-bico e granizado de Tomate Coração de Boi, Arroz de Tomate Coração de Boi, Cherne, Molho fricassé e o Tomate Coração de Boi, Cuscus Transmontanos de Tomate Coração de Boi e Trio de Porco Bísaro, Queijo de ovelha com doce de Tomate Coração de Boi ou Tomate Coração de Boi com gelado de ervas, vão estar à sua espera. A organização é, mais uma vez, da Greengrape e da incansável Celeste Pereira e conta com a curadoria do jornalista Edgardo Pacheco. A lista dos restaurantes aderentes, que abrange toda a região, pode ser consultada aqui.

Concurso Beira Interior Gourmet está de volta e já tem data

Beira Interior concurso restaurantes

A primeira edição do Concurso Beira Interior Gourmet irá finalmente “para a estrada”! Um evento que decorrerá entre os dias 10 de de Julho e 10 de Agosto, com todas as medidas de segurança garantidas pelos restaurantes aderentes. Em conjunto com os produtores de vinhos da região, estes restaurantes pretendem potenciar um dos ex-libris da […]

A primeira edição do Concurso Beira Interior Gourmet irá finalmente “para a estrada”! Um evento que decorrerá entre os dias 10 de de Julho e 10 de Agosto, com todas as medidas de segurança garantidas pelos restaurantes aderentes. Em conjunto com os produtores de vinhos da região, estes restaurantes pretendem potenciar um dos ex-libris da Beira Interior, a sua gastronomia e os seus vinhos. Esta iniciativa tem agora um significado adicional: ajudar a impulsionar negócios que tanto foram prejudicados pela pandemia do novo coronavírus.

Estarão diferentes pratos a concurso, harmonizados com vinhos da região, que o público terá oportunidade de provar durante este período. Os restaurantes estarão em competição no âmbito das seguintes categorias:

O menu a concurso é composto por entrada, prato principal e sobremesa, que deverão ser acompanhados por vinhos da Beira Interior certificados (DO e/ou IG) inseridos na carta de vinhos do restaurante.

Esta iniciativa insere-se na estratégia de promoção do enoturismo da região, no qual a recentemente criada Rota dos Vinhos da Beira Interior faz deste evento uma aposta no desenvolvimento da região. Para avaliação, foi reunido um júri das áreas da cozinha; turismo e cultura; ensino e enologia, cuja presidência estará a cargo de Fernando Melo, conceituado crítico de vinhos e cozinha, também colaborador da Grandes Escolhas.

Sogrape lança plataforma aCarta para menus digitais do canal HORECA

Desenvolvida internamente pelo departamento de Sistemas de Informação da Sogrape, a plataforma aCarta destina-se à criação de menus digitais e está já disponível gratuitamente para todos os restaurantes e bares do país que queiram aderir. Esta é uma solução que vem limitar o contacto físico com as cartas deste tipo de estabelecimentos, evitando que estas […]

Desenvolvida internamente pelo departamento de Sistemas de Informação da Sogrape, a plataforma aCarta destina-se à criação de menus digitais e está já disponível gratuitamente para todos os restaurantes e bares do país que queiram aderir.

Esta é uma solução que vem limitar o contacto físico com as cartas deste tipo de estabelecimentos, evitando que estas circulem em mão entre clientes.

Como diz o comunicado de imprensa, “para aderir aos menus digitais basta aceder ao site e efetuar um registo simples para a criação de um perfil para o estabelecimento em causa, que pode representar mais do que um bar ou restaurante, ou até mesmo uma cadeia, permitindo gerir centralmente todos os espaços. O passo seguinte, e o principal, é dedicado aos menus. Aqui, aCarta permite criar, em Português e Inglês, desde a ementa à carta de vinhos, passando por sobremesas ou bar. O acesso do cliente aos vários menus é feito através de um código QR gerado automaticamente quando da criação do perfil, que poderá ser facilmente impresso.

Manuel Sousa Pinto, CEO da Sogrape Distribuição, explica: “Sendo o sector da restauração um dos mais afetados pela pandemia da Covid-19, esta solução surge como um passo natural. O objetivo é ajudar os nossos parceiros e todos os proprietários de restaurantes e bares pelo país a reerguer os seus negócios, contribuindo com mais uma medida de prevenção, higiene e segurança”.