Gatão e Gazela surgem em lata, a inagurar o bom tempo

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]É comum noutros países, mas em Portugal nem tanto. O vinho em lata não é novidade no nosso país, tendo surgido há uns anos pelas mãos da Barão de Vilar, mas só agora algumas marcas mais populares […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]É comum noutros países, mas em Portugal nem tanto. O vinho em lata não é novidade no nosso país, tendo surgido há uns anos pelas mãos da Barão de Vilar, mas só agora algumas marcas mais populares pegaram no conceito. É o caso do Gatão, da Sociedade dos Vinhos Borges, e do Gazela, da Sogrape.

Já disponível no mercado “comum” (€1,29 por unidade), e na Loja Online da JMV, o Gatão Vinho Branco em lata de 250ml tem um design moderno, colorido e atractivo (da autoria do Atelier Rita Rivotti), e o seu blend é constituído por castas tradicionais da região dos Vinhos Verdes: Azal, Pedernã, Trajadura, Avesso e Loureiro. “É inquestionável o excelente nível de conservação que o vinho em lata atinge, mantendo-se sempre no seu topo de frescura. As paredes opacas e o seu material bloqueiam qualquer entrada de luz e de oxigénio e o nível de gaseificação foi estudado para perpetuar a sensação refrescante. A Borges iniciou vários testes ao processo de enlatamento há já mais de um ano, sempre com o máximo rigor e exigência, de forma a assegurar o mesmo perfil, comportamento, qualidade e longevidade do vinho Gatão, mas agora em lata”, explica o director de produção da Borges, Miguel Carvalheira.

O Gazela em lata, por sua vez, entrará no mercado em Maio, numa lata “slim” também de 250ml — em Portugal, nos EUA e na Noruega — reforçando o conceito de vinho “descomplicado” e ideal para todos os momentos de consumo, neste formato que tem como grande vantagem a facilidade acrescida de transporte e refrigeração. João Gomes da Silva, administrador da Sogrape, contextualiza: “Sabemos que o consumidor de Gazela pode saborear o vinho em ocasiões tão distintas como à mesa, a acompanhar uma refeição tradicional, ou num momento de convívio entre amigos, fora de casa. Ao longo dos últimos tempos, temos percebido que existem vários mercados onde o formato de lata tem permitido facilitar o consumo descontraído de vinho em todas as gerações, registando até um crescimento a três dígitos nos últimos dois anos”.

Os vinhos em lata, adequados para momentos de descontração e despreocupação, sobretudo “on the go”, têm inegáveis vantagens ambientais e sociais, com uma reduzida pegada de carbono. Segundo a Borges, “A taxa global de reciclagem da lata de alumínio é cerca de três vezes superior à do vidro. À menor energia necessária para refrigeração, junta-se a menor energia requerida para o transporte da lata: menos espaço, menos peso, menor consumo”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Mateus Rosé é o vinho “não-francês” mais vendido em França

É sempre bom que o vinho mais vendido, num determinado país, seja português. Neste caso referimo-nos ao Masteus Rosé, da Sogrape, o vinho “não-francês” mais vendido em França em 2020, do segmento “vinho tranquilo com preço acima de €3” (fonte: IRI YTD P13 2020). Já com 75 anos de sucesso internacional, o Mateus Rosé mudou […]

É sempre bom que o vinho mais vendido, num determinado país, seja português. Neste caso referimo-nos ao Masteus Rosé, da Sogrape, o vinho “não-francês” mais vendido em França em 2020, do segmento “vinho tranquilo com preço acima de €3” (fonte: IRI YTD P13 2020).

Já com 75 anos de sucesso internacional, o Mateus Rosé mudou recentemente de modelo de garrafa, com o objectivo de “aproximar este rosé do mundo lifestyle e de novos consumidores”, refere o comunicado de imprensa.

A par desta conquista, e ainda segundo a empresa, é se assinalar também “o sucesso do recente lançamento da gama Mateus Sparkling em França”.

Vinhos da Quinta dos Carvalhais já têm site e loja online

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Já está online o novo site oficial e loja da Quinta dos Carvalhais, propriedade da Sogrape no Dão.  Além da história da marca — com informação sobre a quinta, as vinhas e a equipa da casa — […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Já está online o novo site oficial e loja da Quinta dos Carvalhais, propriedade da Sogrape no Dão. 

Além da história da marca — com informação sobre a quinta, as vinhas e a equipa da casa — este sítio online tem uma loja integrada, onde os consumidores podem comprar os vinhos Quinta dos Carvalhais de forma rápida e segura. As encomendas são realizadas por intermédio da plataforma vinhoemcasa.com, com entrega em qualquer ponto do país.

“Ainda que estivesse já nos planos da marca Quinta dos Carvalhais avançar com a criação de uma loja online própria para chegar mais perto dos consumidores, a evolução do contexto pandémico acabou por acelerar o projeto de lançamento do novo site com serviço de e-commerce integrado”, refere a empresa, em comunicado.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/2″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Finalmente, Barca-Velha 2011 chega ao mercado em Abril

Depois da decisão — em Outubro passado, por parte da enologia da Casa Ferreirinha — de rearrolhar o Barca-Velha 2011 e adiar o seu lançamento, a equipa liderada por Luís Sottomayor anuncia agora que este icónico tinto tem luz verde para ser comercializado a partir de Abril. O rearrolhamento — uma medida de precaução em linha […]

Depois da decisão — em Outubro passado, por parte da enologia da Casa Ferreirinha — de rearrolhar o Barca-Velha 2011 e adiar o seu lançamento, a equipa liderada por Luís Sottomayor anuncia agora que este icónico tinto tem luz verde para ser comercializado a partir de Abril.

O rearrolhamento — uma medida de precaução em linha com a cultura de excelência da empresa — foi posto em marcha depois da Casa Ferreirinha verificar que havia bastante dificuldade em extrair as rolhas originais das garrafas de 75cl de Barca-Velha 2011. Segundo a declaração de Luís Sottomayor, ainda em Outubro, o objectivo foi “preservar a longevidade do vinho e proteger a sua notoriedade e qualidade irrepreensível”.

Para o presidente da Sogrape, Fernando Cunha Guedes, “entre todos os Barca-Velha, e por todos os episódios que o seu lançamento encerra, 2011 é o maior símbolo de uma busca apaixonada pela perfeição”.  

Caves Ferreira iniciam Ciclo de Provas Especiais

Começa hoje — 10 de Dezembro, às 17h30 — mas prolonga-se para 2021. O Ciclo de Provas Especiais nas Caves Ferreira tem como protagonistas alguns dos mais emblemáticos vinhos do Porto da Ferreira, desde a gama Dona Antónia aos Vintage, com destaque para o recentemente lançado Vintage 2018.  “O objetivo é fazer uma viagem pelo […]

Começa hoje — 10 de Dezembro, às 17h30 — mas prolonga-se para 2021. O Ciclo de Provas Especiais nas Caves Ferreira tem como protagonistas alguns dos mais emblemáticos vinhos do Porto da Ferreira, desde a gama Dona Antónia aos Vintage, com destaque para o recentemente lançado Vintage 2018. 

“O objetivo é fazer uma viagem pelo universo do vinho do Porto, explorando o portefólio e estilo da mais portuguesa marca da categoria. As provas serão conduzidas por um enólogo, sendo que a primeira caberá ao responsável da Sogrape pelos vinhos do Douro e Porto, Luís Sottomayor, e as próximas a anunciar brevemente”, explica a empresa, em comunicado. 

Além da sessão inaugural de hoje — uma prova de Vintage “Especial Quinta do Porto” — estão previstas pelo menos mais três, a acontecer nos dias 14 de Janeiro, 11 de Fevereiro e 11 de Março de 2021. Cada sessão tem a duração de duas horas e está aberta a doze presenças, cumprindo todos os padrões de segurança impostos pela DGS e Turismo de Portugal. Os bilhetes, que custam 150 euros, estão disponíveis no site das Caves Ferreira.

Os vinhos da prova de hoje:

Quinta dos Carvalhais lança tinto de vinha perdida nos incêndios de 2017

Quinta dos Carvalhais Parcela 45 é um tinto de 2017, de Alfrocheiro, o último proveniente de uma vinha para sempre perdida nos incêndios desse ano, que devastaram Mangualde, no Dão. Por ser um vinho totalmente irreproduzível, é uma edição muito especial e limitada. Este Alfrocheiro, cujas uvas foram apanhadas apenas dias antes da catástrofe, revelou-se, […]

Quinta dos Carvalhais Parcela 45 é um tinto de 2017, de Alfrocheiro, o último proveniente de uma vinha para sempre perdida nos incêndios desse ano, que devastaram Mangualde, no Dão. Por ser um vinho totalmente irreproduzível, é uma edição muito especial e limitada.

Este Alfrocheiro, cujas uvas foram apanhadas apenas dias antes da catástrofe, revelou-se, segundo a empresa, “o melhor Alfrocheiro já produzido em Carvalhais”. Beatriz Cabral de Almeida, enóloga da casa, explica: “Já nasceu especial. É um Alfrocheiro que vem da parcela das colmeias, a 45, para a qual sempre olhámos como abelhas à volta de flores. Foi vindimado no momento perfeito de equilíbrio entre fruta, frescura e estrutura. Resta-nos a memória de como a natureza funcionou tão bem e um vinho como nunca se tinha provado”.

O Quinta dos Carvalhais Parcela 45 Alfrocheiro tinto 2017 tem um p.v.p. recomendado de €54, está disponível em garrafeiras, lojas da especialidade e restaurantes de topo. Foram feitas 2036 garrafas.

vinho da casa #38 – Quinta dos Carvalhais Encruzado 2019

Sogrape adia lançamento do Barca-Velha 2011

Foi uma decisão de coragem tomada em equipa, que a Sogrape acaba de anunciar e que revela a cultura de excelência desta empresa. Depois de verificar que havia bastante dificuldade em extrair as rolhas originais das garrafas de 75cl de Barca-Velha 2011 — o mais recente, lançado em Setembro que passou — o enólogo Luís […]

Foi uma decisão de coragem tomada em equipa, que a Sogrape acaba de anunciar e que revela a cultura de excelência desta empresa. Depois de verificar que havia bastante dificuldade em extrair as rolhas originais das garrafas de 75cl de Barca-Velha 2011 — o mais recente, lançado em Setembro que passou — o enólogo Luís Sottomayor, e a sua equipa, decidiu rearrolhar toda a produção. O objectivo, segundo o comunicado de imprensa, será “preservar a longevidade do vinho e proteger a sua notoriedade e qualidade irrepreensível (…)”. 

Este processo exige, naturalmente, que o lançamento deste Barca-Velha para o mercado seja adiado para “depois de 2020 (…), por forma a garantir que o vinho expresse em pleno o seu tradicional bouquet”, reforça a Sogrape no comunicado.

Assim, ao longo dos próximos tempos, a equipa de enologia do Douro desta empresa vai monitorizar a evolução do vinho, para que a melhor decisão seja tomada. Como diz Luís Sottomayor, “o vinho é que manda!”. E neste caso, também as rolhas…