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Gatão e Gazela surgem em lata, a inagurar o bom tempo

By 19 de Março, 2021 Sem comentários

É comum noutros países, mas em Portugal nem tanto. O vinho em lata não é novidade no nosso país, tendo surgido há uns anos pelas mãos da Barão de Vilar, mas só agora algumas marcas mais populares pegaram no conceito. É o caso do Gatão, da Sociedade dos Vinhos Borges, e do Gazela, da Sogrape.

Já disponível no mercado “comum” (€1,29 por unidade), e na Loja Online da JMV, o Gatão Vinho Branco em lata de 250ml tem um design moderno, colorido e atractivo (da autoria do Atelier Rita Rivotti), e o seu blend é constituído por castas tradicionais da região dos Vinhos Verdes: Azal, Pedernã, Trajadura, Avesso e Loureiro. “É inquestionável o excelente nível de conservação que o vinho em lata atinge, mantendo-se sempre no seu topo de frescura. As paredes opacas e o seu material bloqueiam qualquer entrada de luz e de oxigénio e o nível de gaseificação foi estudado para perpetuar a sensação refrescante. A Borges iniciou vários testes ao processo de enlatamento há já mais de um ano, sempre com o máximo rigor e exigência, de forma a assegurar o mesmo perfil, comportamento, qualidade e longevidade do vinho Gatão, mas agora em lata”, explica o director de produção da Borges, Miguel Carvalheira.

O Gazela em lata, por sua vez, entrará no mercado em Maio, numa lata “slim” também de 250ml — em Portugal, nos EUA e na Noruega — reforçando o conceito de vinho “descomplicado” e ideal para todos os momentos de consumo, neste formato que tem como grande vantagem a facilidade acrescida de transporte e refrigeração. João Gomes da Silva, administrador da Sogrape, contextualiza: “Sabemos que o consumidor de Gazela pode saborear o vinho em ocasiões tão distintas como à mesa, a acompanhar uma refeição tradicional, ou num momento de convívio entre amigos, fora de casa. Ao longo dos últimos tempos, temos percebido que existem vários mercados onde o formato de lata tem permitido facilitar o consumo descontraído de vinho em todas as gerações, registando até um crescimento a três dígitos nos últimos dois anos”.

Os vinhos em lata, adequados para momentos de descontração e despreocupação, sobretudo “on the go”, têm inegáveis vantagens ambientais e sociais, com uma reduzida pegada de carbono. Segundo a Borges, “A taxa global de reciclagem da lata de alumínio é cerca de três vezes superior à do vidro. À menor energia necessária para refrigeração, junta-se a menor energia requerida para o transporte da lata: menos espaço, menos peso, menor consumo”.

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