Chegou o Barca Velha 2015

Barca Velha

O tão aguardado “novo” Barca Velha já aí está, um ícone do Douro curiosamente apresentado no Alentejo. Foi no cenário clássico do Paço Ducal, em Vila Viçosa, que a Sogrape apresentou ontem o Barca Velha 2015, um vinho que, nas palavras do seu enólogo, Luís Sottomayor, conseguiu unir as características dos seus “irmãos mais velhos”: o volume […]

O tão aguardado “novo” Barca Velha já aí está, um ícone do Douro curiosamente apresentado no Alentejo. Foi no cenário clássico do Paço Ducal, em Vila Viçosa, que a Sogrape apresentou ontem o Barca Velha 2015, um vinho que, nas palavras do seu enólogo, Luís Sottomayor, conseguiu unir as características dos seus “irmãos mais velhos”: o volume e a estrutura do 2011 e a harmonia e a frescura do 2008. É, sem sombra de dúvida, um grandíssimo vinho (outra coisa não seria de esperar de uma marca com este histórico e pergaminhos), com muita classe e sofisticação, colocado no mercado em perfeito momento de prova, mas ainda com muito para crescer na garrafa. Como qualquer Barca Velha, o preço acompanha a qualidade e a notoriedade do nome, e até cresceu face a colheitas anteriores, devendo estar no retalho, nesta primeira fase, entre os €800 e €900.

Sogrape declara Vintage 2022 para Porto Ferreira, Sandeman e Offley

Sogrape vintage

A Sogrape fez a declaração de Vintage 2022 para a Porto Ferreira, Sandeman e Offley, as suas três casas de Vinho do Porto, depois de um ano vitícola com condições climatéricas favoráveis a uma maturação longa e equilibrada das uvas, que deram origem a vinhos cuja qualidade reflete a autenticidade e estilo de cada marca, […]

A Sogrape fez a declaração de Vintage 2022 para a Porto Ferreira, Sandeman e Offley, as suas três casas de Vinho do Porto, depois de um ano vitícola com condições climatéricas favoráveis a uma maturação longa e equilibrada das uvas, que deram origem a vinhos cuja qualidade reflete a autenticidade e estilo de cada marca, anuncia a empresa.

A região do Douro viveu um Inverno chuvoso, seguido de uma primavera e Verão amenos. Com alguma chuva em Abril e Junho, e sem ondas de calor, houve, assim, uma série de factores meteorológicos favoráveis à maturação das uvas. Em Setembro, alguns episódios de precipitação impuseram uma gestão precisa na data de colheita, de forma a garantir a qualidade pretendida em cada parcela. Luís de Sottomayor, diretor de Enologia da Sogrape, responsável pelos vinhos do Douro e Porto, assina estes três Vintages de 2022, e destaca vinhos com boa acidez, muito elegantes, que respeitam o histórico de excelência de colheitas anteriores. “O Porto Ferreira Quinta do Porto Vintage 2022 e o Sandeman Quinta do Seixo Vintage 2022 refletem a tipicidade do terroir de onde provêm”, salienta, acrescentando que “o primeiro é um vinho repleto de estrutura, profundidade e intensidade, enquanto o segundo se destaca pelo seu perfil elegante, harmonioso e complexo. O Offley Vintage 2022 também reflecte as características do ano climático, sendo um vinho com volume excepcional e estrutura assinalável”.

Para Fernando da Cunha Guedes, “mais do que um marco no tempo e de um anúncio promissor, cada declaração de vintage é a celebração do melhor que a natureza nos oferece em anos excepcionais”. Sandeman Quinta do Seixo Vintage 2022, Porto Ferreira Quinta do Porto Vintage 2022 e Offley Vintage 2022 chegarão ao mercado em Setembro.

Sogrape compra Viña Mayor em Espanha

A Sogrape adquiriu, à Entrecanales Domecq e Hijos, a Viña Mayor, empresa que produz vinhos no coração da Ribera del Duero, uma das regiões vitivinícolas espanholas de maior renome. Fundada em 1986, e contando com a certificação Wineries for Climate Protection, a Viña Mayor foi uma das primeiras empresas a integrar a Denominação de Origem […]

A Sogrape adquiriu, à Entrecanales Domecq e Hijos, a Viña Mayor, empresa que produz vinhos no coração da Ribera del Duero, uma das regiões vitivinícolas espanholas de maior renome. Fundada em 1986, e contando com a certificação Wineries for Climate Protection, a Viña Mayor foi uma das primeiras empresas a integrar a Denominação de Origem (DO) de Ribera del Duero, região que tem vindo a crescer ao longo dos últimos anos e que, hoje, é a segunda maior DO de vinhos tintos do país vizinho. A empresa também produz brancos da casta Verdejo na vizinha Rueda.

Em 2012, a Sogrape comprou, no país vizinho, a Bodegas LAN, na Rioja, integrando também a marca Santiago Ruiz, das Rías Baixas. Em 2018 reforçou a sua presença com a aquisição da Bodegas Aura, na Rueda. A este portefólio, junta agora a Viña Mayor, numa operação de consolidação do seu posicionamento no mercado ibérico.

No âmbito do acordo entre as duas empresas, a Entrecanales Domecq e Hijos manteve a marca Secreto, que será a sua insígnia de referência em Ribera del Duero.

 

Herdade do Peso: O encanto da terra dobrada

Herdade do Peso

“O grande desafio que os produtores da região têm agora, é sincronizarem-se para trabalhar a vinha em mais detalhe e profundidade, sobretudo o sentido de lugar”. É uma das primeiras coisas que nos diz Luís Cabral de Almeida junto a uma das lareiras da Herdade do Peso, e que introduz muito daquilo que tem sido […]

“O grande desafio que os produtores da região têm agora, é sincronizarem-se para trabalhar a vinha em mais detalhe e profundidade, sobretudo o sentido de lugar”. É uma das primeiras coisas que nos diz Luís Cabral de Almeida junto a uma das lareiras da Herdade do Peso, e que introduz muito daquilo que tem sido o foco, dos últimos tempos, na propriedade. “Sempre defendi a existência do microclima da Vidigueira, com a influência da Serra do Mendro e das outras até ao mar, e as amplitudes térmicas enormes em Agosto, com noites de 14 graus centígrados, que nos permitem ter excelentes maturações”, desenvolve. Enólogo do Peso desde 2012, Luís Cabral de Almeida está hoje mais em contacto com a natureza do que com as “ribaltas” da vida, e isso reflecte-se na aura de tranquilidade e serenidade que emana.

Quando nos aponta como as vinhas e as outras plantações pautam o terreno da herdade, é a “terra dobrada” que vemos, expressão dos locais para orografia ondulada. E aí também nós ficamos tranquilos e serenos, numa época do ano em que tudo começa a descansar: as cepas, as árvores, o vinho.
A Sogrape chegou ao Alentejo em 1991 e, no ano seguinte, fez um contrato para a compra das uvas da Herdade do Peso, em Pedrógão, na Vidigueira. A opção pela Vidigueira foi óbvia na altura, não só pelo potencial vitivinícola da região, mas também pela ligação familiar ao proprietário da Herdade do Peso, cunhado de Fernando Guedes, ex-líder da Sogrape e filho do seu fundador, o que abria uma possibilidade de privilegiada cooperação. Não se perdeu tempo antes do lançamento de um produto para o mercado, e o Vinha do Monte tinto 1991 foi o vinho de estreia do grupo no Alentejo, uma marca actualmente independente do resto do portefólio.

Mais tarde, em 1996, a Herdade do Peso é adquirida pela Sogrape. Na verdade, a equipa técnica já conhecia os cantos à casa, pois, até ao ano da aquisição, tinha vindo a assessorar o processo de plantação de novas vinhas. Estas plantações tiveram, naturalmente, um incremento após a compra da propriedade, e sucedeu-se a construção de um centro de vinificação no local, com capacidade para processar, à época, 750 mil quilos de uvas. A adega foi alvo, entretanto, de mais duas remodelações, uma em 2013 e outra terminada em 2022, tendo hoje capacidade para 2,500,000 quilos de uva. Mas 2013 foi também o ano do primeiro Trinca Bolotas, uma das marcas mais importantes para a operação da Herdade do Peso, cujo tinto representa hoje 1 milhão e 100 mil garrafas anuais.

 

Herdade do Peso

 

Luís Cabral de Almeida iniciou a sua carreira na Sogrape em 1991. No Dão, e desde 2012 chefia a enologia da Herdade do Peso

 

Vinha, onde faz sentido

A Herdade do Peso ocupa uma área total de 465 hectares em solos argilo-calcários, onde 160 são de vinha, 140 dos quais de uvas tintas, como Aragonez, Syrah, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Touriga Nacional, Petit Verdot, Grand Noir, Touriga Franca, Tinta Miúda e Tinto Cão. Os 20 hectares de uvas brancas incluem Antão Vaz, Arinto, Moscatel Graúdo, Chardonnay, Viognier e Verdelho. “A nossa base aqui é Alicante Bouchet e Touriga Nacional nas tintas, e Antão Vaz e Arinto nas brancas, não descurando Chardonnay, Verdelho e Viognier, por exemplo. Estamos progressivamente a cortar no Aragonez e a plantar mais Alicante no lugar dele, não reduzindo tudo. No entanto, penso que uma das próximas revoluções na região, ao nível das castas, será a Tinta Miúda”, declara-nos Luís Cabral de Almeida.

Entre 2020 e 2022, foram plantados mais nove hectares de videiras, com várias castas e uma particularidade: “Recorremos ao sistema de condução antigo em vaso, ou taça [gobelet]. A poda é mais difícil, mas as uvas ficam mais à sombra”, explica o enólogo.
Depois de um estudo profundo sobre os solos da propriedade, foram identificados 12 tipos de solo diferentes, todos derivados do argilo-calcário. Com esta informação, os técnicos da Herdade do Peso passaram a plantar vinha “apenas nos solos mais indicados para potenciar a qualidade das vinhas”, desvendou Luís Cabral de Almeida. Isso já é totalmente visível quando se passeia pela herdade, pois há muitas zonas que já não têm vinha contínua, tendo sido criados corredores de biodiversidade entre as parcelas. Para estes corredores, e não só, foi feito mais um estudo no sentido de apurar as espécies verdes naturalmente presentes: foram apontadas 157 espécies de plantas, oito das quais em grande risco de extinção. Assim, 37 destas espécies estão a ser plantadas nos sítios menos indicados para vinha. Luís Cabral de Almeida diz que o objectivo é “recuperar a flora tradicional da propriedade”.

Quanto a olival, este também representa uma parte importante da área plantada, com 50 hectares de tradicional e 50 de intensivo. Estes últimos serão, segundo o enólogo, para arrancar quando acabar o contrato vigente. Mas dentro deste tema há algo ainda mais impressionante: a alegada oliveira mais antiga de Portugal, que Luís Cabral de Almeida diz rondar uns impressionantes 3700 anos de idade. Estar na sua presença é quase desconcertante, tal a imponência e a beleza da sua velhice. “Temos um desafio, que é fazer um azeite com as azeitonas das oliveiras que têm mais de mil anos. Vamos ver se conseguimos…”, adianta. Para suportar tudo isto a nível hídrico, a Herdade do Peso conta com uma preciosa barragem, que ocupa uma área de vinte hectares. Toda a vinha da propriedade é regada, mas apenas com recurso à barragem e em sistema de gota-a-gota.

Uma adega completa

O projecto nunca parou de crescer e, em 2022, ficou concluída a mais recente ampliação da adega da Herdade do Peso, para acompanhar esse crescimento. A simples mas bonita edificação, com tecto ondulado inspirado na “terra dobrada”, contempla uma área de vinificação com 18 cubas de brancos, 13 cubas para brancos premium (5 delas em betão), 28 cubas de tintos e 12 cubas para tintos premium (2 em betão), bem como três prensas pneumáticas e uma prensa vertical de pratos. Quanto ao estágio e armazenagem, a adega dispõe de 56 cubas de inox, entre 2 mil a 35 mil litros, e dez talhas de barro, cada uma com capacidade para 1500 litros. Entre todo estes recursos, Luís Cabral de Almeida apontou-nos aqueles que estão dedicados aos “fine wines” do peso: as túlipas de betão, as cubas tronco-cónicas de inox e as talhas. Estão ainda a apostar nos grandes formatos, com tonéis de três mil litros para estágio. “Esta é uma adega com preocupação ambiental e pragmatismo em simultâneo, com grande isolamento térmico. Fazemos também re-aproveitamento da água da ETAR para lavagens e rega dos jardins”, explica o enólogo.

Os vinhos

Recentemente, a Herdade do Peso reorganizou e actualizou a sua gama de “estate wines”, que hoje inclui as sub-marcas Sossego e Trinca Bolotas, e as referências Herdade do Peso Revelado, Herdade do Peso Reserva, Herdade do Peso Parcelas e o topo de gama Herdade do Peso Ícone. Estes e outros vinhos perfazem uma produção anual de um milhão e oitocentas mil garrafas, mas é nos últimos quatro tintos que agora nos focamos.

Herdade do Peso Revelado nasceu com o propósito de ter toda a herdade engarrafada. É um blend de todos os solos e das castas mais representativas (Alicante Bouschet, Syrah e Cabernet Sauvignon), levando, desta forma, “a Vidigueira e o Alentejo de volta ao mundo”, dizem os próprios. A uvas do Revelado são desengaçadas, fermentam em inox e o vinho estagia um ano em barricas de carvalho francês. Já com Reserva, pretende-se combinar a tradição vitícola com a inovação na adega. É escolhida uma parte das uvas das “melhores” parcelas e são utilizados “materiais nobres e deixa-se o tempo actuar, fazer a sua magia”, adianta a equipa. Neste caso, as uvas provêm do talhão 28 de Alicante Bouschet, do talhão 94 de Touriga Nacional e da melhor parcela de Syrah. A fermentação dá-se em cubas tronco-cónicas de inox e, após fermentação maloláctica, o vinho estagia, separado por casta, em barricas e nos tonéis de 3 mil litros de carvalho francês durante 12 meses. Para o blend final, são escolhidos os vinhos das melhores madeiras.

O Parcelas, por sua vez, é feito com uvas das parcelas que mais se destacaram pela qualidade em cada vindima. Neste 2019 entraram o talhão 21, de Alicante Bouschet, e o talhão 101, de Petit Verdot (a edição anterior foi um 100% Alicante Bouschet, por exemplo). A fermentação ocorre em cubas tronco-cónicas e o estágio nos tonéis, durante um ano, escolhendo-se depois os melhores para o lote final. Por último, o topo de gama Herdade do Peso Ícone é o vinho que surge apenas nos anos que a equipa considera como excepcionais: o histórico deste tinto inclui 2007, 2014 e agora o 2018. Depois da selecção dos melhores bagos da Herdade do Peso, é preciso vinificar primeiro para se decidir se é engarrafado como Ícone ou não. Neste 2018 entraram as melhores uvas de Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Petit Verdot. As uvas foram desengaçadas, mas, na fermentação em tronco-cónicas de inox, adicionou-se 30% de engaço ao Alicante Bouschet, “para dar mais complexidade e estrutura”. Após fermentação maloláctica, o vinho estagiou nos tonéis por 12 meses e, mais uma vez, foram depois escolhidos os melhores.

(Artigo publicado na edição de Dezembro de 2023)

SOGRAPE DISTINGUIDA COM CERTIFICAÇÃO DE SUSTENTABILIDADE

A Sogrape foi distinguida com a Certificação de Sustentabilidade concedida pela ViniPortugal, que reconhece e confirma o empenho da empresa em promover práticas responsáveis em todas as regiões nacionais onde produz vinho. A Certificação de Sustentabilidade do Setor Vitivinícola é transparente e independente e baseia-se em auditorias realizadas por organismos acreditados. Nelas é avaliada a […]

A Sogrape foi distinguida com a Certificação de Sustentabilidade concedida pela ViniPortugal, que reconhece e confirma o empenho da empresa em promover práticas responsáveis em todas as regiões nacionais onde produz vinho.
A Certificação de Sustentabilidade do Setor Vitivinícola é transparente e independente e baseia-se em auditorias realizadas por organismos acreditados. Nelas é avaliada a gestão sustentável da organização e o seu compromisso em relação à produção sustentável de vinhos de qualidade.
Estabelecido para garantir a credibilidade e confiabilidade dos vinhos portugueses nos mercados internacionais, o processo envolve todos os temas ligados à sustentabilidade e inclui 86 indicadores distintos em termos ambientais, sociais e económicos, que foram avaliados em todas as áreas e mais de 30 instalações da Sogrape, através de auditorias realizadas pela Certis – Controlo e Certificação.
Para Mafalda Guedes, diretora de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Sogrape “a distinção é o reconhecimento do trabalho desenvolvido na área da Sustentabilidade e no âmbito do programa Seed the Future, e dá-nos ainda mais motivação para continuarmos empenhados em sustentar o nosso planeta para as gerações vindouras e em garantir que o vinho e a sua cultura possam ser preservados para aqueles que nos sucedem.”

Sogrape distribui licores da italiana Illva Saronno em Portugal

Sogrape Illva Saronno

A Sogrape é a nova distribuidora exclusiva em Portugal de todas as bebidas espirituosas Illva Saronno, passando a assumir a representação exclusiva nacional das marcas Disaronno, popular licor italiano; Disaronno Velvet e Tia Maria, reconhecido licor de café. Para Gonçalo Sousa Machado, CEO da Sogrape Distribuição, “é uma grande satisfação poder contribuir para a expansão […]

A Sogrape é a nova distribuidora exclusiva em Portugal de todas as bebidas espirituosas Illva Saronno, passando a assumir a representação exclusiva nacional das marcas Disaronno, popular licor italiano; Disaronno Velvet e Tia Maria, reconhecido licor de café.

Para Gonçalo Sousa Machado, CEO da Sogrape Distribuição, “é uma grande satisfação poder contribuir para a expansão da presença da Illva Saronno em Portugal, e diversificar e ampliar o nosso portefólio com marcas de excelência, que reforçam o nosso compromisso em oferecer as melhores bebidas espirituosas aos consumidores no mercado português”. O responsável garante, ainda, que o compromisso da Illva Saronno com a qualidade e tradição se alinha com a dedicação da distribuidora “em disponibilizar aos seus clientes uma selecção incomparável de produtos premium”.

Já Alvaro Escribano, director comercial EMEA da empresa italiana, confessa que Portugal é um país estratégico para a Illva Saronno: “É um dos pilares dos nossos planos de desenvolvimento para a região europeia. Graças à sua expertise empresarial, à sua presença marcante e liderança de mercado, a Sogrape representa para a Illva Saronno o parceiro certo para desenvolver as nossas marcas. Além disso, estamos muito entusiasmados por consolidar esta parceria iniciada há alguns anos para a distribuição em Itália das suas marcas Mateus, Offley e Sandeman”.

Sogrape e chef Vasco Coelho Santos juntos em pop-up na estação do Pinhão

Sogrape pop-up pinhão

A Sogrape abriu o pop-up gastronómico Douro Bites na estação ferroviária do Pinhão, reforçando a parceria com o chef Vasco Coelho Santos. Situado no piso superior da estação, o Douro Bites “leva um pouco da gastronomia do restaurante Seixo para este local emblemático duriense, num conceito diferente, mais leve e descontraído”, explica a Sogrape, que […]

A Sogrape abriu o pop-up gastronómico Douro Bites na estação ferroviária do Pinhão, reforçando a parceria com o chef Vasco Coelho Santos.

Situado no piso superior da estação, o Douro Bites “leva um pouco da gastronomia do restaurante Seixo para este local emblemático duriense, num conceito diferente, mais leve e descontraído”, explica a Sogrape, que já tinha e mantém, neste edifício, uma loja de vinhos e provas harmonizadas com produtos da região.

A carta do Douro Bites começa por propor gaspacho de tomate coração de boi, e segue com sugestões de bolinhos de bacalhau, cabeça de xara ou sardinha de escabeche. As sanduíches hokaido, um tipo de pão da família do brioche, e as saladas de polvo e tomate também marcam presença.

Para sobremesa, em enquadramento com o Douro e a época de vindimas, há torta de chocolate e uvas. Na carta de vinhos, encontra-se uma selecção de vinhos do Douro e do Porto do grupo, com destaque para Casa Ferreirinha e Porto Ferreira, duas referências históricas no portefólio da Sogrape.

“O Douro Bites vem reforçar a presença da Sogrape no Douro com um conceito muito complementar à oferta que existe actualmente na região”, refere Joana Pais, responsável de Relações Públicas e Hospitalidade da Sogrape, acrescentando que este é “um espaço muito confortável, com uma carta leve e diversificada, num local fascinante pela sua história e beleza”.

O pop-up Douro Bites — localizado no Largo da Estação, 5085-037 Pinhão — está aberto todos os dias, das 10H30 às 18H30, até ao final de Outubro.

Casa Ferreirinha lança edição 2014 do icónico Reserva Especial

Reserva Especial 2014

Sairá para o mercado no final de Junho, com uma produção de mais de 16 mil garrafas. O Reserva Especial 2014 é apenas a 18ª edição deste tinto icónico da Casa Ferreirinha, da Sogrape, que nasceu em 1960 pelas mãos de Fernando Nicolau de Almeida. Vinificado na Quinta da Leda, em Almendra (Douro Superior) — […]

Sairá para o mercado no final de Junho, com uma produção de mais de 16 mil garrafas. O Reserva Especial 2014 é apenas a 18ª edição deste tinto icónico da Casa Ferreirinha, da Sogrape, que nasceu em 1960 pelas mãos de Fernando Nicolau de Almeida.

Vinificado na Quinta da Leda, em Almendra (Douro Superior) — propriedade que conta, actualmente, com cerca de 170 hectares de vinha — o Reserva Especial é desenhado pelo enólogo Luís Sottomayor. “É um vinho que marca pela sua elegância, fruto de um ano temperado e com boa maturação, e também pelo excelente volume, acidez viva, taninos firmes e final extremamente longo e complexo”, afirma o responsável de enologia da Sogrape no Douro.

O Casa Ferreirinha Reserva Especial 2014 chegará ao mercado um p.v.p. recomendado de €280, ficando disponível em garrafeiras e outras lojas da especialidade, restaurantes e hotéis premium, nas Caves Ferreira e em clubes de vinho seleccionados.

Leia o artigo completo sobre este vinho numa das próximas edições da revista Grandes Escolhas

Equipas do WRC Rally de Portugal aventuram-se no rio Douro

Rally Portugal Douro

Arranca hoje, em Coimbra, a 56ª edição do Rally de Portugal, a quinta prova do WRC (Campeonato Mundial de Ralis). A prova portuguesa, que termina no dia 14 de Maio, tem este ano um percurso de 329,06km, fragmentado por 19 classificativas, concentradas sobretudo no Norte e Centro do país. A convite da Sogrape (parceira do […]

Arranca hoje, em Coimbra, a 56ª edição do Rally de Portugal, a quinta prova do WRC (Campeonato Mundial de Ralis). A prova portuguesa, que termina no dia 14 de Maio, tem este ano um percurso de 329,06km, fragmentado por 19 classificativas, concentradas sobretudo no Norte e Centro do país.

A convite da Sogrape (parceira do evento) e do Vodafone Rally de Portugal, três das principais equipas do Campeonato Mundial de Ralis foram ontem descobrir o rio Douro, a bordo de um barco Rabelo.

Rally Portugal Douro
Richard Millener, Kaj Lindström e Cyril Abiteboul.

Richard Millener (director de equipa da M-Sport Ford WRT), Kaj Lindström (director desportivo da Toyota Gazoo Racing WRT), Cyril Abiteboul (director de equipa da Hyundai Shell Mobis WRT) e outros membros das respectivas equipas, embarcaram nesta iniciativa que teve como objectivo mostrar o património histórico e cultural associado à cidade do Porto e a um dos seus produtos mais emblemáticos, o vinho do Porto. Para assinalar o momento, a Sograpre presenteou as equipas com o vinho Sandeman Porto Tawny 20 Anos.

Já considerada em cinco ocasiões como a melhor prova de rali do Mundo, o Rally de Portugal mantém, nesta edição, passagens por locais já emblemáticos da prova, como Arganil, Amarante, Fafe ou Cabeceiras de Basto. Mas o maior destaque deste ano vai para o regresso da Figueira da Foz ao programa do evento desportivo português, cidade que será palco de uma super-especial, e para a nova classificativa de Paredes.

Veja aqui alguns dos melhores momentos do icónico “salto de Fafe”, um dos locais mais cobiçados pelos espectadores presenciais do Rally de Portugal:

Sogrape apresenta programa de sustentabilidade “Seed the Future”

Sogrape Seed The Future

Através da divulgação de uma carta pública de Mafalda Guedes, representante da quarta geração da família proprietária da Sogrape, o grupo vitivinícola anunciou o seu Programa Global de Sustentabilidade, denominado “Seed the Future”. Mafalda Guedes elucida, no documento: “Esta é uma estrutura desenvolvida pela Sogrape para focar os nossos esforços, para que juntos possamos reformular […]

Através da divulgação de uma carta pública de Mafalda Guedes, representante da quarta geração da família proprietária da Sogrape, o grupo vitivinícola anunciou o seu Programa Global de Sustentabilidade, denominado “Seed the Future”.

Mafalda Guedes elucida, no documento: “Esta é uma estrutura desenvolvida pela Sogrape para focar os nossos esforços, para que juntos possamos reformular o modo como trabalhamos, de forma a construir um futuro mais sustentável, inclusivo e qualificado. Ao contribuirmos activamente para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, acreditamos que podemos fazer parte da solução para os desafios mais prementes do mundo”.

Numa primeira fase, até 2027, a Sogrape pretende, no âmbito do Seed the Future, reduzir as emissões em 50%, bem como criar estruturas de imobilização que irão permitir capturar o CO2 nas suas propriedades. “O uso de energia será mais eficiente e iremos envolver a nossa cadeia de abastecimento para que possamos ter um impacto material, bem como implementar práticas para proteger e desenvolver a natureza e a biodiversidade. Queremos elevar a herança do vinho através da preservação, Investimento & Desenvolvimento e inovação. Isto inclui equipar as comunidades e os viticultores com competências, conhecimento e recursos para uma produção de vinho viável e sustentável no futuro”, adianta Mafalda Guedes.