Prova de conservas nacionais em Lisboa

A Associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixe (ANICP) organizou, recentemente, em Lisboa, uma prova comentada de conservas no restaurante Taberna Albricoque. Durante o evento foram servidos vários tipos de conservas, desde as mais tradicionais, como a Barriga de atum, às criadas mais recentemente em Portugal, como a Bicuda fumada dos Açores, para mostrar […]

A Associação Nacional dos Industriais de Conservas de Peixe (ANICP) organizou, recentemente, em Lisboa, uma prova comentada de conservas no restaurante Taberna Albricoque.

Durante o evento foram servidos vários tipos de conservas, desde as mais tradicionais, como a Barriga de atum, às criadas mais recentemente em Portugal, como a Bicuda fumada dos Açores, para mostrar o potencial da oferta nacional nesta área, que inclui quase 800 referências de 34 espécies de peixes e moluscos.

Entre outros, foi servido um patê de ovas de pescada picante, que fez boa companhia ao Marquês de Marialva Bical, da Adega de Cantanhede, um dos vinhos selecionados para acompanhar a prova, tal como com as conservas selecionadas para entrada durante este almoço, onde se salientaram o Taco de polvo com salicórnia e o Chicharro fumado dos Açores em ceviche de aipo. Outro dos vinhos seleccionados para o repasto, o Serra Mãe Reserva Branco, um Arinto da Sociedade Vinícola de Palmela, fez grande companhia com o resto do repasto, onde se salientou a Bicuda fumada dos Açores com mexilhões de caldeirada e xarém.

As conservas apresentadas são produzidas por 10 empresas do sector de Portugal Continental e Açores. Foram seleccionadas na loja da ANICP, em Lisboa, e trabalhadas na cozinha pelo chef Bertílio Gomes, proprietário do restaurante e apreciador convicto das conservas portuguesas, com o objectivo de mostrar a sua qualidade e salientar os seus aromas e sabores diferenciados, na companhia de uma selecção de vinhos portugueses. J.M.D.

Algarve recebe a primeira cerimónia do Guia Michelin Portugal

Guia Michelin Portugal

O Algarve foi a região escolhida para a celebração da cerimónia do Guia Michelin, na qual será desvendada a selecção do Guia Michelin Portugal 2024. Esta será a primeira vez que Portugal apresenta a sua própria selecção, separada de Espanha, com um evento próprio. A escolha do Algarve como cenário de uma jornada tão especial […]

O Algarve foi a região escolhida para a celebração da cerimónia do Guia Michelin, na qual será desvendada a selecção do Guia Michelin Portugal 2024. Esta será a primeira vez que Portugal apresenta a sua própria selecção, separada de Espanha, com um evento próprio.

A escolha do Algarve como cenário de uma jornada tão especial destaca, segundo os promotores, “uma das regiões ícones de Portugal e um dos destinos gastronómicos de referência na Europa, com uma vasta riqueza culinária, que atrai inúmeros amantes da gastronomia, provenientes de todos os cantos do mundo”.

A gala acontecerá no dia 27 de Fevereiro de 2024, no NAU Salgados Palace & Congress Center da Guia, em Albufeira, espaço onde se reunirão todos os protagonistas do panorama gastronómico português para assinalar a publicação do Guia Michelin Portugal 2024. Os chefs Dieter Koschina, do Vila Joya (2 Estrelas Michelin), e Rui Silvestre, do Vistas Rui Silvestre (1 Estrela Michelin), serão os coordenadores de um grupo de chefs do Algarve encarregues do jantar, durante o qual os convidados poderão desfrutar de alguns pratos e produtos emblemáticos da gastronomia portuguesa.

Portugal tem 5 novos restaurantes com Estrela Michelin e 7 com dupla Estrela

Estrelas Michelin Portugal

Na cerimónia que aconteceu esta terça-feira, dia 22 de Novembro, em Toledo, Espanha, a chuva de Estrelas Michelin para o guia de 2023 “abençoou” 38 restaurantes de Portugal, 5 dos quais estreantes. Assim, o país conta agora com 7 restaurantes com dupla estrela, e 31 com uma estrela. Já a Estrela Verde — insígnia que […]

Na cerimónia que aconteceu esta terça-feira, dia 22 de Novembro, em Toledo, Espanha, a chuva de Estrelas Michelin para o guia de 2023 “abençoou” 38 restaurantes de Portugal, 5 dos quais estreantes. Assim, o país conta agora com 7 restaurantes com dupla estrela, e 31 com uma estrela. Já a Estrela Verde — insígnia que premeia a componente sustentável dos restaurantes — foi atribuída a três espaços portugueses.

Em Toledo, foi ainda anunciado que, no próximo ano, o Guia Michelin ibérico fará a cerimónia em Portugal e Espanha, dividida por dois eventos. Segundo a organização, que está a trabalhar neste sentido junto do Turismo de Portugal, há a vontade de “contribuir para a promoção de Portugal como destino gastronómico incontornável”.

Restaurantes com 2 Estrelas Michelin:

Novos restaurantes com 1 Estrela Michelin:

Outros restaurantes com 1 Estrela Michelin:

No Wine Bar da Herdade do Esporão já se pode almoçar

Wine Bar Esporão

Utilizando os mesmos ingredientes do restaurante da Herdade do Esporão — cuja cozinha, a cargo do chef Carlos Teixeira e segundo o Esporão, tem foco na sustentabilidade e no produto — no Wine Bar da propriedade são agora servidos “pratos de conforto sazonais, frescos e simples”, além da oferta já existente de provas de vinho, […]

Utilizando os mesmos ingredientes do restaurante da Herdade do Esporão — cuja cozinha, a cargo do chef Carlos Teixeira e segundo o Esporão, tem foco na sustentabilidade e no produto — no Wine Bar da propriedade são agora servidos “pratos de conforto sazonais, frescos e simples”, além da oferta já existente de provas de vinho, azeite e cerveja artesanal.

António Roquette, Gestor de Operações do Esporão, explica o conceito: “Planeávamos há algum tempo melhorar e alargar a oferta gastronómica do nosso Wine Bar. Queríamos estar disponíveis para receber grupos mais alargados neste espaço mais descontraído, ao mesmo tempo que nos tornamos ainda mais sustentáveis e eficientes. É um espaço novo onde podemos aproveitar os ingredientes frescos, e na sua totalidade, que chegam diariamente às nossas cozinhas. A sazonalidade, os ingredientes disponíveis no momento e a criatividade da equipa de cozinha estão na base do menu, que pode mudar todos os dias”.

Os pratos actuais passam por exemplos como “Peixinhos da nossa horta”, que tanto podem ser de feijão verde, como de curgete, pimento ou couve-flor; o “Escabeche do campo”, cujas possibilidades vão do pato, ao frango ou coelho, a “Salada de beterraba” acompanhada por ameixas, pêssegos ou dióspiros dependendo da época, ou os “Croquetes” e a “Pá de Borrego” assada lentamente no forno, que nos permitem a utilização de animais no seu todo. Mas ao domingo e à segunda-feira, dias em que o restaurante está encerrado, o Esporão desvenda que “podem haver surpresas provenientes directamente do menu do restaurante”.

O Wine Bar — cujo menu completo, com preços, pode ser consultado AQUI — está aberto todos os dias, entre as 12h30 e as 15h30, e os preços poderão variar entre 5 euros e 25 euros. Aconselha-se reserva prévia através do e-mail reservas@esporao.com ou do telefone (+351) 266 509 280.

Tomate Coração de Boi volta a ser estrela no Douro

Tomate Coração Boi Douro

A Quinta de Nápoles, da Niepoort, será palco da 5ª edição do Concurso Tomate Coração de Boi do Douro, evento que coloca este rubi vermelho suculento — cultivado nas quintas e quintais do Douro e de Trás-os-Montes — em competição, no dia 26 de Agosto, e nas mesas dos restaurantes da região, durante todo o […]

A Quinta de Nápoles, da Niepoort, será palco da 5ª edição do Concurso Tomate Coração de Boi do Douro, evento que coloca este rubi vermelho suculento — cultivado nas quintas e quintais do Douro e de Trás-os-Montes — em competição, no dia 26 de Agosto, e nas mesas dos restaurantes da região, durante todo o mês. 

Celeste Pereira, uma das mentoras do projecto, comenta: “Em apenas 6 anos, transformámos a época de produção de tomate Coração de Boi numa festa no Douro, atraindo à região um número cada vez maior de pessoas. A iniciativa centra-se no Tomate Coração de Boi do Douro, mas vai muito além disso. É também um momento de exaltação da região vinhateira nas suas múltiplas vertentes, promovendo o vinho, o território, o turismo, as gentes do Douro que aqui trabalham todos os dias e aqueles que, com visão, nele investem”.

Para a prova do tomate em concurso, a organização — que, além de Celeste, integra o jornalista Edgardo Pacheco e o produtor de vinhos Abílio Tavares da Silva, da Quinta de Foz Torto — volta a reunir um júri de especialistas: chefs de cozinha de referência, enólogos, jornalistas e outros actores na área da gastronomia. Terminado o apuramento do vencedor, pelas 18h30, haverá um jantar volante, animado por uma mesa de sabores locais e vinhos das quintas concorrentes. A inscrição neste jantar, com lotação limitada, custa €50 e a reserva e o pagamento prévio devem ser feitos através do e-mail greengrape@greengrape.pt.

A par do concurso, e durante todo o mês de Agosto, os restaurantes de referência da região do Douro aderem à Festa do Tomate Coração de Boi, incluindo nas suas ementas pratos inspirados no tomate. Entre os restaurantes aderentes está o DOC (Folgosa), Bonfim 1896 (Quinta do Bomfim, Pinhão), Pickles do hotel Six Senses Douro Valley (Lamego), O Lagar (Torre de Moncorvo), Taberna do Carró (Torre de Moncorvo), Bistrô and Terrace (Quinta do Tedo), Cais da Villa (Vila Real), Casa de Pasto Chaxoila (Vila Real), Cozinha da Clara (Quinta de La Rosa, Pinhão), Toca da Raposa (Ervedosa do Douro), Cais da Ferradosa (São João da Pesqueira), Cêpa Torta (Alijó), o Aneto & Table (Peso da Régua), Quinta do Portal (Sabrosa), Quinta da Pacheca (Lamego), Cantina de Ventozelo (Quinta de Ventozelo, S. João da Pesqueira), Castas e Pratos (Régua) e Flor de Sal (Mirandela).

Edgardo Pacheco, jornalista especializado em gastronomia, explica sobre o tomate Coração de Boi: “Não há volta a dar. Todas as regiões produzem bom tomate, mas nenhum chega aos calcanhares do tomate Coração de Boi do Douro. Por quatro razões: primeiro, a conservação das sementes dos melhores frutos, que é uma prática com décadas no Douro; segundo, o solo xistoso é o terroir perfeito para a vida equilibrada da planta; terceiro, as temperaturas altas injectam doçura nos frutos; e quarto, as amplitudes térmicas são responsáveis pela textura firme dos frutos”.

75 anos de Rei

75 anos Rei

Texto: Luís Lopes 15 de Maio é data de aniversário no Rei dos Leitões, já que terá sido nesse mesmo dia, em 1947, que o primeiro leitão ali assado mudou o destino de uma humilde taberna da Mealhada. O resto é história, feita de muitas estórias que contam o percurso de um dos mais notáveis […]

Texto: Luís Lopes

15 de Maio é data de aniversário no Rei dos Leitões, já que terá sido nesse mesmo dia, em 1947, que o primeiro leitão ali assado mudou o destino de uma humilde taberna da Mealhada. O resto é história, feita de muitas estórias que contam o percurso de um dos mais notáveis restaurantes de Portugal. O Rei comemorou ontem 75 anos de idade e está mais jovem do que nunca.

75 anos Rei
Licínia Ferreira e António Paulo Rodrigues. ©Miguel Ferreira – A Lei do Vinho

A revolução encetada por Licínia Ferreira e Paulo Rodrigues a partir de 2011, alterando e desenvolvendo todo o conceito deste restaurante, nunca está dada por terminada. Há sempre algo para mudar, processos para afinar na cozinha, na decoração, na sala, no serviço, na origem do produto, no modelo de negócio. Talvez por isso, o Rei dos Leitões continua a estar, intocável, no “top of mind” dos apreciadores da boa mesa, como referência de primeira grandeza.

How 10DollarDepositCasinos Explains Low Deposit Thresholds in New Zealand

New Zealand’s online gambling market has undergone significant structural changes over the past decade, and one of the most visible shifts has been the proliferation of casinos accepting deposits as low as ten New Zealand dollars. This development is not accidental. It reflects a deliberate intersection of regulatory conditions, banking infrastructure, payment technology, and operator strategy. Understanding why low deposit thresholds have become so prevalent in the New Zealand market requires looking at each of these factors in detail, rather than treating the phenomenon as simply a marketing gimmick designed to attract casual players. The reality is considerably more nuanced, and resources that track this segment of the market have helped clarify what is actually happening at the structural level of online gambling in this country.

The Regulatory Environment That Enables Low Deposit Models

New Zealand occupies an unusual position in global gambling regulation. The Gambling Act 2003 governs most forms of gambling within the country, but it was drafted at a time when online casino gaming was still in its early commercial stages internationally. As a result, the Act does not explicitly license offshore online casinos to operate within New Zealand, nor does it criminalize New Zealand residents for accessing them. This regulatory gap — sometimes called a grey market — has allowed offshore operators licensed in jurisdictions such as Malta, Gibraltar, Curaçao, and the Isle of Man to accept New Zealand players without facing domestic prosecution.

The Department of Internal Affairs, which oversees gambling regulation in New Zealand, has historically focused its enforcement attention on domestic operators and on preventing unlicensed gambling from occurring within the country’s borders. Offshore platforms serving New Zealand residents have largely operated outside this enforcement framework, provided they hold valid licenses from their home jurisdictions and do not physically establish themselves in New Zealand. This situation has created a competitive offshore market where operators must differentiate themselves through product features rather than domestic regulatory standing.

Low deposit thresholds are one such differentiating feature. When dozens of offshore operators are all legally accessible to New Zealand players, the barriers to entry for players become a key competitive variable. A ten-dollar minimum deposit lowers the financial risk for a new player evaluating a platform, which increases trial rates. Operators understand this dynamic well, and the ten-dollar threshold has emerged as something of a market standard in the New Zealand offshore segment precisely because it sits at the intersection of accessibility and commercial viability — low enough to attract cautious players, high enough that the operator’s payment processing costs remain manageable on a per-transaction basis.

It is also worth noting that New Zealand’s relatively high per-capita income and strong banking infrastructure mean that ten New Zealand dollars is genuinely a small discretionary sum for most adults in the country. The same deposit threshold would carry different economic meaning in a lower-income market. In New Zealand, it functions as a genuine trial amount rather than a significant financial commitment, which aligns with how regulators in other jurisdictions have begun thinking about responsible gambling frameworks — specifically, the idea that lower barriers to entry can coexist with responsible gambling if other safeguards are in place.

How Payment Infrastructure Shapes Deposit Minimums

The mechanics of how money moves between a New Zealand player and an offshore casino operator have a direct bearing on what minimum deposit thresholds are commercially feasible. Payment processing in the online gambling sector involves multiple intermediaries, each of whom charges fees. Credit card processors, e-wallet providers, and bank transfer facilitators all extract a percentage of each transaction, and in some cases a flat fee per transaction as well. For a casino to profit from a ten-dollar deposit, the combined cost of processing that deposit, the cost of any welcome bonus attached to it, and the expected margin on the player’s wagering activity must still yield a positive expected value for the operator.

The growth of e-wallet services — particularly POLi, Skrill, Neteller, and more recently various cryptocurrency options — has been instrumental in making low deposit thresholds viable. These payment methods typically carry lower per-transaction costs than traditional credit card processing, and they often settle faster, which reduces the operator’s exposure to chargeback risk. POLi in particular has gained significant traction in New Zealand because it facilitates direct bank transfers without requiring the player to share card details with the casino, addressing a common concern among New Zealand players about online financial security.

Cryptocurrency deposits have introduced another dimension to this picture. Bitcoin, Ethereum, and stablecoins like USDT can be transferred with transaction fees that are largely independent of the transfer amount, meaning a ten-dollar equivalent deposit in cryptocurrency costs the operator almost the same to process as a five-hundred-dollar deposit. This has allowed some operators to lower their minimum thresholds even further for crypto deposits, though the ten-dollar NZD equivalent remains a common benchmark across payment methods. The broader point is that infrastructure improvements in payment technology have progressively reduced the floor below which minimum deposits become commercially unworkable for operators.

Detailed analysis of how these payment dynamics play out across different operator categories is available through resources that specialize in tracking the low-deposit segment of the New Zealand market. For instance, http://10-dollar-deposit-casinos.com provides structured information about which platforms accept these deposit levels and what payment methods are supported at that threshold, reflecting the kind of granular market data that helps players and analysts understand the actual mechanics of deposit accessibility rather than relying on generalized claims. This type of resource has become increasingly useful as the number of operators accepting New Zealand players has grown and differentiation between platforms has become harder to assess without systematic comparison.

Banking-side restrictions have also shaped the landscape in ways that are sometimes overlooked. Following increased scrutiny of gambling-related transactions by New Zealand banks — particularly after ANZ and ASB tightened their policies on credit card gambling transactions around 2019 and 2020 — many players shifted toward debit cards and e-wallets for gambling deposits. This shift actually worked in favor of low-deposit models, because debit card and e-wallet transactions tend to have cleaner processing pathways for gambling merchants than credit card transactions, which face additional compliance layers in some jurisdictions.

The Role of Bonus Structures in the Ten-Dollar Threshold

Bonus structures at online casinos are not designed independently of deposit thresholds — they are calibrated to work with them. The relationship between minimum deposit requirements and welcome bonuses is one of the more technically interesting aspects of how low-deposit casinos operate, and it explains a great deal about why the ten-dollar figure has stabilized as a market norm rather than continuing to fall toward five dollars or even lower.

Most welcome bonuses at offshore casinos accepting New Zealand players are expressed as a percentage match on the first deposit, often between 50% and 200%, subject to wagering requirements. A 100% match on a ten-dollar deposit yields ten dollars in bonus funds. For this to be commercially sustainable, the operator needs the wagering requirement — typically expressed as a multiple of the bonus amount, often between 30x and 50x — to generate enough expected revenue to offset the bonus cost. On a ten-dollar bonus with a 35x wagering requirement, the player must wager 350 dollars in total before withdrawing. The house edge on slots, which are typically the qualifying game category, runs between 3% and 8% depending on the specific game’s return-to-player rate. At a 5% house edge, the operator expects to retain approximately 17.50 dollars from that wagering activity, netting roughly 7.50 dollars after the bonus cost — a thin but positive margin.

This arithmetic explains why ten dollars functions as a practical floor for minimum deposits with attached bonuses. Below this level, the expected revenue from the wagering requirement becomes so small that even minor variations in player behavior — a lucky session, for instance — can turn the transaction unprofitable for the operator. Some casinos have responded by excluding their lowest-tier deposits from bonus eligibility entirely, offering bonuses only on deposits above a higher threshold. Others have maintained the ten-dollar bonus but attached stricter wagering requirements or lower maximum bonus amounts. The diversity of approaches reflects genuine commercial experimentation rather than a standardized industry formula.

10DollarDepositCasinos, as a resource focused specifically on this market segment, has documented how these bonus structures vary across operators serving New Zealand players. The variation is substantial: some platforms offer free spins packages rather than cash bonuses at the ten-dollar tier, which sidesteps the wagering requirement complexity while still providing an incentive for trial. Others offer no bonus at the minimum deposit level but provide enhanced loyalty program accumulation rates, effectively deferring the incentive to repeat depositors rather than first-time players. Understanding these structural differences matters for players who are comparing platforms based on the actual value of their first deposit, not just the headline bonus percentage.

Responsible gambling considerations have also begun to intersect with bonus design at low deposit levels. The New Zealand Problem Gambling Foundation has noted that low-cost entry points can lower psychological barriers to gambling for vulnerable individuals, and there has been ongoing discussion about whether bonus structures at low deposit levels should be subject to additional safeguards. Some operators have voluntarily implemented deposit limits and cooling-off period options at the account level, independent of regulatory requirements, as a way of demonstrating responsible gambling credentials to New Zealand players who are increasingly aware of these issues.

Market Trends and the Future of Low Deposit Thresholds in New Zealand

The ten-dollar deposit threshold did not emerge fully formed — it evolved through a process of market competition and technological development that has been underway since roughly 2012, when offshore online casino marketing to New Zealand players became significantly more aggressive. In the early years of the offshore market, minimum deposits of fifty or even one hundred New Zealand dollars were common, reflecting both higher payment processing costs and a more conservative approach to player acquisition among operators who were uncertain about the legal risk of serving New Zealand residents.

As legal clarity improved — or more precisely, as it became apparent that the grey market status of offshore operators was stable and enforcement risk was low — operators began competing more aggressively on accessibility. Minimum deposits fell progressively through the 2010s, reaching the twenty-dollar level around 2015 and the ten-dollar level as a widespread standard by approximately 2018. This timeline tracks closely with the expansion of e-wallet availability in New Zealand and the increasing sophistication of payment processing infrastructure for offshore gambling merchants.

The next phase of development in this market is likely to be shaped by two converging forces. The first is the ongoing discussion in New Zealand about whether the Gambling Act 2003 needs to be updated to address online gambling more explicitly. The Department of Internal Affairs has commissioned multiple reviews of gambling regulation over the past decade, and there is growing political pressure — from both public health advocates and the domestic gambling industry, which faces competition from offshore platforms — to establish a formal licensing regime for online casinos serving New Zealand residents. If such a regime is established, it would likely impose minimum standards on deposit thresholds, bonus structures, and responsible gambling tools, potentially standardizing what is currently a highly varied landscape.

The second force is the continued evolution of payment technology. Open banking frameworks, which allow third-party applications to initiate bank transfers directly with user consent, are being rolled out in New Zealand as part of broader financial infrastructure modernization. If open banking becomes widely adopted for gambling deposits, it could further reduce per-transaction processing costs and potentially push viable minimum deposits below ten dollars. Alternatively, if regulators attach responsible gambling conditions to open banking gambling transactions — such as mandatory deposit limits or real-time affordability checks — it could create new friction that stabilizes or even raises minimum thresholds.

Resources like 10DollarDepositCasinos have a role to play in this evolving landscape by providing players with accurate, current information about what is actually available in the market rather than what operators claim in their marketing materials. The gap between advertised minimum deposits and the actual minimum deposit required to access a bonus or a full game library can be significant, and independent tracking of these details provides genuine informational value in a market where operator-produced content has obvious commercial incentives to present conditions favorably.

The story of low deposit thresholds in New Zealand’s online gambling market is ultimately a story about the interaction between regulatory structure, financial technology, and competitive market dynamics. The ten-dollar standard that has emerged is not arbitrary — it reflects a specific set of conditions that make this threshold commercially viable for operators, accessible for players, and consistent with the current regulatory environment. Whether those conditions persist, or whether regulatory reform and technological change push the market in a different direction, will depend on decisions being made now in both the public policy arena and the technology sector. For New Zealand players and market observers, understanding the structural logic behind deposit minimums is considerably more useful than treating them as simple marketing features, and that understanding is what a careful analysis of this market segment ultimately provides.

Na celebração do 75º aniversário, Licínia e Paulo terão certamente recebido muitas prendas. Acredito, porém, que as incontáveis estrelas que clientes e amigos sobre eles despejam em cada visita, serão sempre a prenda mais festejada.

Cabrito é rei no evento Arcos à Mesa, em Arcos de Valdevez

Arcos à Mesa

No fim-de-semana de 9 e 10 de Abril, o Município de Arcos de Valdevez organiza mais uma edição da iniciativa “Arcos à Mesa”, com os restaurantes arcuenses, onde a estrela é o Cabritinho Mamão da Serra. Este prato tradicional da gastronomia arcuense será servido em 19 restaurantes aderentes, ao lado de outras iguarias da locais, […]

No fim-de-semana de 9 e 10 de Abril, o Município de Arcos de Valdevez organiza mais uma edição da iniciativa “Arcos à Mesa”, com os restaurantes arcuenses, onde a estrela é o Cabritinho Mamão da Serra.

Este prato tradicional da gastronomia arcuense será servido em 19 restaurantes aderentes, ao lado de outras iguarias da locais, como a laranja de Ermelo, charutos de ovos, bolo de discos, tudo harmonizado os vinhos da região (Vinho Verde).

O Município de Arcos de Valdevez sugere às famílias, neste fim-de-semana “uma visita ao concelho”, com destaque para “o Paço de Giela, Monumento Nacional, as Oficinas de Criatividade Himalaya, o Centro Interpretativo do Barroco, a Peneda, Sistelo, Monumento Nacional e uma das 7 Maravilhas de Portugal, e Soajo, conhecido pela sua Eira dos Espigueiros Comunitária”; aproveitando de uma forma mais completa o itinerário pelos restaurantes que serão palco do Arcos à Mesa.

Consulte o programa do Arcos à Mesa e a lista dos restaurantes AQUI.

Prémios Beira Interior Gourmet 2021 elegeram vencedores

Beira Interior Gourmet vencedores

Numa cerimónia que aconteceu dia 21 de Fevereiro, no grande auditório do Teatro Municipal da Guarda, foram entregues os Prémios Beira Interior Gourmet 2021. A celebração do melhor que se faz a nível gastronómico na Beira Interior — e, nesta edição, também no resto do país — foi presidida por Ana Abrunhosa, Ministra da Coesão […]

Numa cerimónia que aconteceu dia 21 de Fevereiro, no grande auditório do Teatro Municipal da Guarda, foram entregues os Prémios Beira Interior Gourmet 2021. A celebração do melhor que se faz a nível gastronómico na Beira Interior — e, nesta edição, também no resto do país — foi presidida por Ana Abrunhosa, Ministra da Coesão Territorial.

À semelhança da edição inaugural de 2020, o júri composto por especialistas do sector percorreu a região, e ao longo de mais de dois meses visitou presencialmente todos os restaurantes a concurso. A grande novidade foi a extensão do concurso a restaurantes de fora da Beira Interior, que teve grande adesão. “Com finalidades diferentes dentro e fora da região, neste último caso aferiu-se a validade e brilho dos menus no que toca à harmonização com os vinhos da Beira Interior”, explica a Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior, em comunicado.

Os vencedores da segunda edição do Beira Interior Gourmet: 

Melhor Espaço – Convento de Belmonte, em Belmonte
Melhor Carta de Vinhos – Nobre Vinhos e Tal, na Guarda
Melhor Serviço de Vinhos – Colmeia, na Guarda
Melhor Entrada – Alquimia, no H2otel Congress & Medical SPA na Covilhã
Melhor Prato – Adega dos Apalaches, em Oleiros
Melhor Sobremesa – Taverna da Matilde, em Figueira de Castelo Rodrigo
Melhor Harmonização Vinho e Comida – Soadro, na Guarda
Melhor Restaurante – Alkymia, na Covilhã

Estreou-se também o prémio especial Valdir Lubave, “em memória de um dos obreiros mais excelentes e dedicados à Beira Interior”. Este prémio foi entregue aos Chefs Mário Rui Ramos e Júlio Fernandes.]