Lisbon Bar Show 2018 promovido em Londres

O organizador do Lisbon Bar Show, Alberto Pires, esteve em Londres na promoção do maior evento de cocktails e bar a nível nacional. O local foi o London Cocktail Week, um dos maiores eventos do mundo na área dos cocktails e bar, com várias palestras, workshops, degustações e outras actividades em diversos bares e destilarias […]

O organizador do Lisbon Bar Show, Alberto Pires, esteve em Londres na promoção do maior evento de cocktails e bar a nível nacional. O local foi o London Cocktail Week, um dos maiores eventos do mundo na área dos cocktails e bar, com várias palestras, workshops, degustações e outras actividades em diversos bares e destilarias na capital inglesa. Decorreu entre os dias 2 e 8 de Outubro.
Alberto Pires aproveitou ainda para participar como jurado no “50 World’s Best Bars”, uma lista anual que estabelece um ranking anual de bares, votados por mais de 500 especialistas em bebidas de todo o mundo. A lista é um dos melhores guias internacionais para todos os interessados no mundo da mixologia.
A 5ª Edição do Lisbon Bar Show, já agora, vai acontecer no início de 2018.

Cinco produtores lusos na lista dos 100 melhores da Wine & Spirits

Wine & Spirits Top 100 Wineries of 2017

Cinco produtores portugueses integram a lista Wine & Spirits Top 100 Wineries of 2017, que distingue os produtores de vinho que mais se destacaram este ano, na opinião do quadro editorial desta revista americana. São eles Anselmo Mendes, Henriques & Henriques, Soalheiro, Taylor Fladgate e Vadio. Este ranking é compilado com base nas classificações dos […]

Cinco produtores portugueses integram a lista Wine & Spirits Top 100 Wineries of 2017, que distingue os produtores de vinho que mais se destacaram este ano, na opinião do quadro editorial desta revista americana. São eles Anselmo Mendes, Henriques & Henriques, Soalheiro, Taylor Fladgate e Vadio. Este ranking é compilado com base nas classificações dos vinhos provados pelo painel de provadores da revista americana Wine & Spirits.
A lista contém produtores de várias partes do mundo. Pode consultar a lista completa no site da Wine & Spirits.

 

Em Outubro, o vinho é a copo

“HÁ VINHO PARA AS 7” é a proposta para o mês de Outubro em dez espaços selecionados de Lisboa: vinho a copo, tapas e música no final do dia de trabalho. E por falar em viagem, há desconto no serviço Cabify. Se até aqui os sunsets preenchiam os finais de tarde, agora é a vez […]

“HÁ VINHO PARA AS 7” é a proposta para o mês de Outubro em dez espaços selecionados de Lisboa: vinho a copo, tapas e música no final do dia de trabalho. E por falar em viagem, há desconto no serviço Cabify. Se até aqui os sunsets preenchiam os finais de tarde, agora é a vez do momento afterwork tornar o dia mais especial. E que tal beber um copo de vinho em boa companhia?

Esta é a proposta da iniciativa “HÁ VINHO PARA AS 7”, promovida pela PrimeDrinks, que acontece todas as quintas-feiras, entre as 18h00 e as 21h00, de 5 a 26 de Outubro em dez espaços da cidade de Lisboa. São eles: Vestigius, Cockpit Tapas & Gins, Palácio Chiado, Café da Fábrica, Le Chat, Clube Naval de Lisboa, The View Rooftop, Prego Lx, Love Lisbon (Martim Moniz) e Figus. Todos estes espaços estão incluídos na ‘Coleção AQUI HÁ COPO – Wine Afterwork’ da Zomato.

Os vinhos Defesa do Esporão, Assobio, Dona Ermelinda, entre outros, poderão ser apreciados a copo (preço de venda ao público recomendado: 3€/copo) e acompanhados por uma tapa ou petisco preparados especialmente para cada copo de vinho (preços variáveis): tiborna de bacalhau, tábua de queijos/enchidos ou brocheta de Folegandros.

E nem só de sabores se fazem estes wine afterworks. Para além da degustação dos melhores vinhos portugueses e dos aperitivos, é possível descontrair ao som de DJs ou de músicos como saxofonistas ou fadistas. Mas há mais! Em parceria com a Cabify, a iniciativa “HÁ VINHO PARA AS 7” oferece um desconto de 10% nas viagens com o serviço Cabify, de e para os espaços aderentes. Aqueles que utilizarem pela primeira vez a aplicação Cabify, recebem um código promocional de 8€ para descontar na viagem seguinte.

Top 100 Best Buys da Wine Enthusiast com 9 vinhos lusos

Top 100 Best Buys 2017 Wine Enthusiast

Uma das grandes revistas americanas acabou de publicar o seu ranking anual de vinhos com excelente relação preço/qualidade. É o “Top 100 Best Buys” de 2017 e inclui 9 vinhos portugueses, quase um décimo dos premiados. A estrela que brilhou mais alto foi o tinto de Lisboa de seu nome Stones & Bones 2014, produzido […]

Uma das grandes revistas americanas acabou de publicar o seu ranking anual de vinhos com excelente relação preço/qualidade. É o “Top 100 Best Buys” de 2017 e inclui 9 vinhos portugueses, quase um décimo dos premiados. A estrela que brilhou mais alto foi o tinto de Lisboa de seu nome Stones & Bones 2014, produzido pela Casa Santos Lima (o vinho é exclusivo para o mercado americano). Este vinho ficou em 4º lugar no ranking, conseguindo ainda 90 pontos de classificação. Custa apenas 9 dólares.
A revista diz que esta lista “destaca alguns dos vinhos mais excitantes e baratos que avaliámos em 2017. Todos estes vinhos Best Buys—e existem muitos —custam 15 dólares ou menos e têm que obedecer a um elevado rácio preço-qualidade”. A lista dos Best Buys tem mais de 1.450 vinhos. Estes 100 foram os que mais se destacaram.
Mais alguma informação: há vinhos de 17 países e de mais de 35 castas diferentes.
Refira-se que dois vinhos portugueses já conseguiram chegar ao topo desta lista nos últimos anos. Em 2014, o foi o Quinta da Aveleda 2013 e em 2012 coube a vez ao tinto Veja 2009, do Douro (produzido pela DFJ Vinhos). O número de vinhos lusos nesta lista tem também mostrado uma notável tendência de se manter estável ao longo dos anos: só no ranking de 2013 é que Portugal conseguiu fazer entrar 10 vinhos. Desde aí tem mantido 9. Mais tarde sairá outro ranking, o dos “Cellar Selections”, dedicado aos vinhos mais caros. Pode ver o ranking completo no site da Wine Enthusiast.

Best Buys portugueses no Top 100 da Wine Enthusiast
Posição na lista, vinho (produtor, pontuação e preço nos EUA)
4     Stones & Bones Lisboa tinto 2014 (Casa Santos Lima, 90, $9)
19   Casa da Passarella Dão branco 2016 (Abrigo da Passarella, 90, $14)
25   Lua Cheia em Vinhas Velhas Douro tinto 2015 (Wines & Winemakers, 90, $14)
34   Morgado da Canita Reg. Alentejano tinto 2014 (Casa Agr. Santos Jorge, 88, $8)
39   Grand’Arte Alvarinho Lisboa branco 2016 (DFJ Vinhos, 90, $13)
54   J. Portugal Ramos Reg. Alentejano Reserva tinto 2015 (90, $12)
59   Adega Vila Real Douro Reserva tinto 2013 (90, $12)
75   Silk & Spice vinho tinto 2015 (Sogrape Vinhos, 90, $15)
85   Allo Loureiro-Alvarinho Reg. Minho branco 2016 (Quinta de Soalheiro, 90, $15)

Monte da Capela Premium branco 2016 já no mercado

O produtor alentejano Monte da Capela acaba de lançar no mercado o novo Monte da Capela Premium branco, um vinho que integra uma nova linha de vinhos “premium” bi-varietais e mono-varietais. O vinho nasceu em terras de Pias, elaborado a partir das variedades Antão Vaz e Arinto, plantadas em solos de calcário. O produtor aconselha-o para […]

O produtor alentejano Monte da Capela acaba de lançar no mercado o novo Monte da Capela Premium branco, um vinho que integra uma nova linha de vinhos “premium” bi-varietais e mono-varietais. O vinho nasceu em terras de Pias, elaborado a partir das variedades Antão Vaz e Arinto, plantadas em solos de calcário.
O produtor aconselha-o para acompanhar com pratos de peixe confeccionado, como peixe assado, caldeirada ou cataplana e bacalhau espiritual; ou ainda para acompanhar carnes brancas, cogumelos gratinados no forno, ou ainda um queijo seco de ovelha. A distribuição está a cargo da MisterWine e o vinho deverá custar €6,90 no retalho.

Maçanita é nome de Douro

Joana e António são irmãos e são enólogos, tendo o seu nome, individualmente ou em conjunto, associado a diversos projectos vínicos, que vão desde o Algarve aos Açores, passando pelo Alentejo. No Douro criaram uma empresa com um propósito firme: fazer vinhos que lhes deem prazer.   TEXTO Luís Lopes FOTOS Ricardo Palma Veiga ANTÓNIO, […]

Joana e António são irmãos e são enólogos, tendo o seu nome, individualmente ou em conjunto, associado a diversos projectos vínicos, que vão desde o Algarve aos Açores, passando pelo Alentejo. No Douro criaram uma empresa com um propósito firme: fazer vinhos que lhes deem prazer.

 

TEXTO Luís Lopes FOTOS Ricardo Palma Veiga

ANTÓNIO, o mais velho dos irmãos, foi quem primeiro se adiantou no mundo do vinho, através da bem-sucedida Fita Preta, no Alentejo, projecto lançado em 2004. Joana juntou-se-lhe dois anos depois, na empresa de consultoria enológica Wine ID, que dá apoio a diversos produtores vitivinícolas um pouco por todo o país. O Douro, no entanto, era um sonho antigo que faltava tornar realidade. O convite, em 2010, para trabalharem o vinho Mãos, levou-os a aprofundar o conhecimento e a paixão pelo Douro. Mas uma coisa é fazer vinho para outros, outra é fazer o seu. A oportunidade surgiu em 2011, com a aquisição das uvas de uma pequena vinha em Castedo. Nos anos seguintes os irmãos estenderam a sua “exploração” a todo o Douro, do Baixo Corgo ao Douro Superior. Hoje, fazem vinhos de muitas vinhas diferentes, em alguns casos misturando origens, idades, castas, altitudes, noutros isolando na garrafa o “terroir” específico do vinhedo.

Na verdade, Joana e António nem sabem dizer bem o que procuram. Talvez a “vinha certa” para fazer o “vinho certo”. Claro que, como todos os projectos, este também é um negócio. Mas a componente mais racional (representada pelo “base de gama” Maçanita Douro, 20.000 garrafas de tinto e 7.500 de branco, mais coisa menos coisa), não impede que os irmãos enólogos materializem as suas “manias” (a palavra é deles) e intuições, em experiências que depois originam autênticos “vinhos de garagem”, vinhos únicos de vinhas singulares, com produções que, no máximo, pouco passam as 1000 garrafas e, no mínimo, nem a metade disso chegam (uma barrica, e é tudo).

Nomes originais para vinhos que fazem da originalidade apenas um dos seus muitos atributos: “Gouveio by Joaninha”, “Malvasia Fina by António”, “É Sousão ou será Vinhão?”, “As Olgas”, “Os Canivéis”. Nomes intimistas, também, e estes vinhos convidam-nos a descobrir a sua intimidade, os seus segredos, as estórias que têm para contar. Como se descreve uma vinha com mais de três dezenas de castas, chamadas Praça, Malvasia Parda, Reconco, Trincadeira Branca, Chancelar, Carrega Branco, Donzelinho tinto, Tinta Bastardinha? O Douro de Joana e António é assim. E os irmãos sentem-se como dois miúdos largados num quarto cheio de brinquedos. A próxima brincadeira chama-se Vinho do Porto. Aposto que se vão divertir.

Global Wines estabelece parceria com a Quinta do Cerrado, no Dão

A Global Wines estabeleceu uma parceria operacional com a Quinta do Cerrado, em Carregal do Sal, um produtor com 20 hectares de vinha onde pontificam as castas tradicionais do Dão. Trata-se, para já, de prestar apoio comercial, apoio técnico nas diferentes áreas operacionais e na área financeira e o seu know-how de mercado. Mas a […]

A Global Wines estabeleceu uma parceria operacional com a Quinta do Cerrado, em Carregal do Sal, um produtor com 20 hectares de vinha onde pontificam as castas tradicionais do Dão. Trata-se, para já, de prestar apoio comercial, apoio técnico nas diferentes áreas operacionais e na área financeira e o seu know-how de mercado. Mas a empresa não descarta a possibilidade de “aprofundar a relação agora iniciada, nomeadamente ao nível de uma eventual participação no capital da sociedade”.

A Global Wines foi criada em 1990, primordialmente focada nos vinhos do Dão, onde assume papel de liderança no sector, mas neste momento já actua nas principais regiões vinícolas portuguesas, com quintas e marcas nas regiões dos Verdes, Douro, Dão, Bairrada, Estremadura e Alentejo, bem como no Vale de S. Francisco, no Brasil.

Atenta a “oportunidades de parceria que possam criar valor para a empresa”, a Global Wines junta agora ao seu universo, ainda que apenas em regime de parceria operacional, a Quinta do Cerrado, sua “vizinha” em Carregal do Sal. São 20 hectares de vinha (com as castas brancas Encruzado e Malvasia Fina e as tintas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Jaen, Trincadeira Preta e Alfrocheiro), a casa rural onde funciona uma sala de provas e uma adega com quatro lagares de granito, capacidade para vinificar um milhão de litros e depósitos em inox e betão com capacidade total de armazenamento de três milhões de litros.

Inteligência Artificial vai ajudar a calcular volume da vindima

Uvas brancas

A Universidade de Lincoln (www.lincoln.ac.nz), da Nova Zelândia, está a desenvolver um sistema que se pretende vir a conseguir ‘olhar’ para uma vinha e determinar qual vai ser a produção final. O sistema, baseado em inteligência artificial e com sensores electrónicos, consegue contar e analisar o número, tamanho e distribuição dos cachos numa vinha. A […]

A Universidade de Lincoln (www.lincoln.ac.nz), da Nova Zelândia, está a desenvolver um sistema que se pretende vir a conseguir ‘olhar’ para uma vinha e determinar qual vai ser a produção final. O sistema, baseado em inteligência artificial e com sensores electrónicos, consegue contar e analisar o número, tamanho e distribuição dos cachos numa vinha. A intenção é acelerar o processo de preparação de vindima e poupar alguma mão-de-obra no processo. Este sistema permite ainda calcular, à posteriori, quanto vinho irá ser produzido nesse ano.
O estudo para conceber este sistema começou já com a casta mais famosa na Nova Zelândia, a branca Sauvignon Blanc, mas está já a ser adaptado para a tinta Pinot Noir.
Por outro lado, à medida que os dados forem sendo adquiridos (e eventualmente afinados), o sistema tenderá a ficar cada vez mais preciso nas avaliações. Ou seja, vai tirar partido do histórico de dados. O programa vai durar cinco anos e envolve dois organismos de investigação e vários produtores de vinho.
Não se sabe ainda como vai funcionar concretamente o sistema e se este poderá ser adaptado a climas mais quentes, como o português, onde existe uma maior tendência a esconder os cachos na folhagem da videira.