Croft lança Pink & Tonic, o primeiro Portonic rosé em lata

Croft Pink & Tonic

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Depois do lançamento do Taylor’s Chip Dry & Tonic em lata, a Croft — casa de vinho do Porto do mesmo grupo, The Fladgate Partnership — revela agora o Croft Pink & Tonic, o primeiro Portonic rosé […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Depois do lançamento do Taylor’s Chip Dry & Tonic em lata, a Croft — casa de vinho do Porto do mesmo grupo, The Fladgate Partnership — revela agora o Croft Pink & Tonic, o primeiro Portonic rosé em lata.

“Apesar da sua longa história e reputação, a Croft nunca se deixou limitar pela tradição e em 2008 lançou o primeiro vinho do Porto rosé: o Croft Pink, que a todos surpreendeu pelo arrojo e novidade. O Croft Pink atraiu novos e mais jovens consumidores para o vinho do Porto e criou novas oportunidades de consumo, nomeadamente associadas à preparação de cocktails e bebidas de Verão, onde era o ingrediente essencial”, explica Adrian Bridge, director-geral da Croft. Neste sentido, para a empresa chegou o momento de apresentar este Porto em versão “pronto-a-beber”, com água tónica e em lata (de 250ml, 100% reciclável), na sequência do surgimento no mercado de vários vinhos do Porto tónicos neste formato, e da recente aprovação legal do termo Portonic para designar estas bebidas, pelo Instituto dos Vinhos do Douro e Porto.

Já David Guimaraens, enólogo da Croft, garante: “O Croft Pink & Tonic que agora apresentamos é irresistível, pois combina a explosão de aromas de fruta com o atractivo final seco da nossa água tónica. É delicioso e muito prático para apreciar em qualquer momento e em qualquer lugar”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Taylor’s, Croft e Fonseca declaram os seus Vintage 2019

Taylor's Vintage 2019

Três casas de Vinho do Porto da The Fladgate Partnership declararam recentemente os seus Vintage 2019: Quinta de Vargellas Vintage 2019 (5000 caixas) e Quinta de Terra Feita Vintage 2019 (1500 caixas), da Taylor’s; Guimaraens Vintage 2019 (4000 caixas), da Fonseca; e Quinta da Roêda Vintage 2019 (2950 caixas), da Croft. Sobre os dois Vintage […]

Três casas de Vinho do Porto da The Fladgate Partnership declararam recentemente os seus Vintage 2019: Quinta de Vargellas Vintage 2019 (5000 caixas) e Quinta de Terra Feita Vintage 2019 (1500 caixas), da Taylor’s; Guimaraens Vintage 2019 (4000 caixas), da Fonseca; e Quinta da Roêda Vintage 2019 (2950 caixas), da Croft.

Sobre os dois Vintage 2019 da Taylor’s, Adrian Bridge, director-geral desta casa, comenta: “A vindima de 2019 produziu excelentes vinhos com grande capacidade de envelhecimento em garrafa. O Vintage Quinta de Vargellas 2019 mostra a elegância e a estrutura que associamos a esta excelente propriedade, enquanto que o Vintage Quinta de Terra Feita 2019 exprime uma opulência sumptuosa, marca distintiva desta propriedade histórica”. E acrescenta: “A Taylor’s sempre comercializou Vintage ’single quinta’ já com algum envelhecimento, estamos actualmente a vender a Quinta de Vargellas 2013. Guardando em garrafeira os 2019, estamos a procurar satisfazer a procura deste tipo de Vintage em 2029/2030”.

Também o Fonseca Guimaraens Vintage 2019 será guardado em cave para lançar mais tarde, nos próximos 8 ou 10 anos. “O Inverno quente e seco e as condições frescas da Primavera conduziram a baixos rendimentos e a muita intensidade aromática, aos quais o período de maturação fresco acrescentou acidez viva e grande pureza da fruta. O ano de 2019 exibe todo o carácter de fruta fina que esperamos dos Vintage Guimaraens combinados com uma frescura e finesse típicas do ano”, elucida David Guimaraens, enólogo.

Sobre o Quinta da Roêda Vintage 2019, Adrian Bridge refere: “O nosso investimento nas vinhas da Roêda continua a colher benefícios em termos de vinhos consistentemente de grande classe”. Este Vintage será também preservado em cave por perto de uma década, para mais tarde satisfazer a procura crescente por Vintage ‘single quinta’ com mais maturidade.

TEXTO Mariana Lopes

O grupo The Fladgate Partnership anunciou hoje, 23 de Abril – como já é tradição para a empresa, no dia de São Jorge – a declaração do Taylor’s Vintage 2018, o único “clássico” do trio apresentado, e os Fonseca Guimaraens Vintage 2018 e Croft Quinta da Roêda Vintage 2018. A designação “clássico”, apesar de não reconhecida oficial e formalmente pelo Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, é para os produtores de Vinho do Porto um sinal de que se atingiu, nesse ano e para uma localização em concreto, uma qualidade muito elevada.

Neste caso de 2018, David Guimaraens, director técnico e de enologia da Fladgate, elucida: “A colheita de 2018 produziu excelentes Vintage, embora o ano tenha tido os seus desafios. Um deles foi a severa tempestade de granizo que devastou muitas vinhas do vale do Pinhão, no dia 28 de Maio, entre elas a Quinta do Junco da Taylor’s. É importante notar que os vinhos de 2018 têm a mais alta intensidade de cor dos últimos anos, o que é normalmente um sinal de boa extracção e longevidade”.

A apresentação dos Vintage 2018 foi feita por Adrian Bridge, administrador do grupo, através de um “directo” na página de Instagram @taylorsportwine. Adrian começou por dizer que “o que tornou 2018 num ano tão bom, foi ter feito bastante calor no Verão, e mesmo no resto do ano o calor ter sido relativamente elevado”. Quanto ao facto de o Taylor’s ser o único dito “clássico” dos três, o CEO explicou que na localização da Quinta de Vargellas (na foto principal e uma das quintas que lhe dão origem), no Douro Superior, “teve óptimas condições meteorológicas para uvas de vinho do Porto, muitas delas vindas de vinhas velhas, o que nos permitiu declarar este Taylor’s como Vintage clássico”. Já o Fonseca Guimaraens, por exemplo, que vem das Quintas Cruzeiro, Santo António e Panascal, viu estas localizações mais frescas do que Vargellas, este ano. Em relação a este Vintage Guimaraens, que é o primeiro de seu nome desde 2015, David Guimaraens afirma “acredito que o 2018 seja um dos melhores exemplos recentes de um Guimaraens Vintage, com os seus ricos e densos frutos da floresta e taninos resistentes, mas optimamente integrados”. Adrian Bridge, durante a apresentação online, acrescentou que “o conceito do Fonseca Guimaraens é o de um vinho com a mesma constituição e carácter que os clássicos Vintage Fonseca, mas feito num estilo mais acessível”. Quanto ao Croft Quinta da Roêda Vintage 2018, Bridge desvenda que este “oferece a fruta madura e perfumada característica dos vinhos da Roêda, juntamente com os taninos tensos”.

Fladgate Partneship Vintages 2018Com uma terceira declaração seguida de um Vintage clássico, algo que é inédito no grupo Fladgate e também noutros, é natural que o consumidor se pergunte sobre o que poderá estar na origem de “tantos anos favoráveis” a vinho do Porto Vintage. Adrian Bridge confirmou que, entre outras razões, os grandes avanços técnicos na viticultura e na enologia desempenham um papel muito importante nessa matéria. Também as alterações climáticas terão, com certeza, uma palavra a dizer aqui. “Nunca declarámos três Taylor’s de seguida. É ‘unusual’, mas é o que é. Debatemos muito esta questão, porque seria algo único e inovador para a nossa empresa e por causa da crise mundial que estamos a atravessar, mas chegámos à conclusão de que, se a qualidade está lá, vamos fazê-lo. Se não o fizéssemos por conta do coronavírus, isso não estaria conforme aos nossos standards de qualidade”, reiterou o administrador.

Numa pré-avaliação do futuro do vinho do Porto da sua casa, Adrian confessa: “Vamos ser desafiados por este ano 2020 porque a manutenção da segurança dos trabalhadores será garantida, através, por exemplo, da distância de segurança na vinha ou até nos lagares, o que nos vai levar a mudanças, mas no final a nossa produção manterá a qualidade”.

Do Taylor’s foram feitas 7800 caixas, do Fonseca Guimaraens, 4700, e do Croft Quinta da Roêda, 2000. Estes três Vintage começarão a ser vendidos no início de 2021.

Vintage 2018: Taylor’s vai ser ‘clássico’, mas é o único do grupo

Fladgate Partneship Vintages 2018

Da colheita de 2018 apenas será engarrafado como Porto Vintage a marca Taylor’s, anunciou o grupo The Fladgate Partnership. As marcas Fonseca e Croft não serão Vintage “clássico”, antes usando segundas designações, a saber: Fonseca Guimaraens Vintage 2018 e Croft Quinta da Roeda Vintage 2018. A designação “clássico”, apesar de não reconhecida “oficialmente” pelo Instituto […]

Da colheita de 2018 apenas será engarrafado como Porto Vintage a marca Taylor’s, anunciou o grupo The Fladgate Partnership. As marcas Fonseca e Croft não serão Vintage “clássico”, antes usando segundas designações, a saber: Fonseca Guimaraens Vintage 2018 e Croft Quinta da Roeda Vintage 2018. A designação “clássico”, apesar de não reconhecida “oficialmente” pelo Instituto do Vinho do Douro e Porto, é, em alguns produtores de Vinho do Porto, um sinal de que se atingiu nesse ano uma qualidade muito elevada.

Esta é a terceira vez consecutiva que a Taylor’s declara Vintage “clássico”, algo muito raro, até porque, em média, apenas sucede três vezes por década.

O lançamento destes Vintage acontecerá hoje, dia 23 de Abril às 16h00, via Instagram Live da @taylorsportwine.

Fladgate declara Vintage das suas quatro casas

As quatro casas históricas de vinho do Porto do grupo The Fladgate Partnership – Taylor’s, Fonseca, Croft e Krohn – acabam de anunciar a sua decisão de declarar Vintage 2017. Para além destes quatro Vintage clássicos, há ainda dois engarrafamentos de vinhas velhas: Taylor’s Vargellas Vinha Velha e Croft Sērikos. Estes dois últimos, de quantidades […]

As quatro casas históricas de vinho do Porto do grupo The Fladgate Partnership – Taylor’s, Fonseca, Croft e Krohn – acabam de anunciar a sua decisão de declarar Vintage 2017. Para além destes quatro Vintage clássicos, há ainda dois engarrafamentos de vinhas velhas: Taylor’s Vargellas Vinha Velha e Croft Sērikos.

Estes dois últimos, de quantidades muito reduzidas e sujeitos a alocação, são referências bastante raras. O Vargellas Vinha Velha 2017 é um Vintage produzido com uvas das vinhas mais antigas da Quinta de Vargellas, sendo apenas o oitavo lançamento da sua espécie. Já o Croft Sērikos 2017 é uma estreia, um vinho proveniente das vinhas velhas da Quinta da Roêda. O seu nome significa “seda” em grego, numa referência ao período pós-filoxera da Quinta da Roêda, altura em que a devastação da vinha levou à plantação de amoreiras para produção de seda.

Adrian Bridge, director-geral da The Fladgate Partnership, comenta: “Após o longo intervalo que seguiu a declaração do Vintage 2011, é com grande satisfação que vemos os muito aclamados Vintage 2016 serem sucedidos pelos excepcionais vinhos de 2017. Todas as nossas casas e as suas quintas produziram vinhos extraordinários que impressionam pela sua densidade, profundidade e potencial aromático”.

E enólogo e director técnico do grupo, David Guimaraens, revelou alguns pormenores sobre os vinhos: “As uvas perfeitamente maduras, com as suas películas muito espessas, produziram vinhos densos, muito bem estruturados e profundos, exibindo grandes reservas de aroma. Alguns vinhos apresentam uma agradável dimensão mineral que confere um toque de elegância e sobriedade ao frutado muito intenso e poderoso.”

Os Vintage 2017 do grupo The Fladgate Partnership estarão disponíveis no Outono.

Brandy Croft volta à origem

Após vários anos de gestão e distribuição por empresas multinacionais, o Brandy Croft vai regressar à “casa mãe”. A Croft acaba de anunciar a aquisição, recuperando agora o controlo total sobre a marca. A nova fase da marca conta com nova distribuição, que passou a ser assegurada pelo Grossão, empresa detida pelo grupo The Fladgate […]

Após vários anos de gestão e distribuição por empresas multinacionais, o Brandy Croft vai regressar à “casa mãe”. A Croft acaba de anunciar a aquisição, recuperando agora o controlo total sobre a marca.

A nova fase da marca conta com nova distribuição, que passou a ser assegurada pelo Grossão, empresa detida pelo grupo The Fladgate Partnership, à qual pertence também a Croft.

No mercado desde o início da década de 60, altura em que a casa Croft investiu no alargamento e diversificação a sua gama de vinhos do Porto, o Brandy Croft afirmou-se como um verdadeiro caso de sucesso, sobretudo em Portugal, conquistando seguidores fiéis.

O Brandy Croft é produzido a partir de uma selecção de aguardentes vínicas com diferentes estágios de envelhecimento.

Croft: Uma casa com 430 anos!

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[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Um produtor com um passado da dimensão do Vinho do Porto. Um Vintage de sonho produzido a partir de uvas de uma quinta mítica. Uma celebração inesquecível.

TEXTO Nuno de Oliveira Garcia

FOTOS Anabela Trindade

Existem colheitas que produziram Vintages de que ninguém se esquece. Colheitas que viraram lendas, e anos que rimam com perfeição. A par da colheita de 1963, talvez só a de 1945 adquiriu esse estatuto, e perspetiva-se que 2011 possa, com o teste dos anos vindouros, vir a ser também dessa índole. Pois bem, da colheita de 1945 é unânime que um dos melhores Vintage desse ano foi o da Croft. Provado recentemente no evento que comemorou os 430 anos da empresa, resta-nos dizer sobre ele que qualquer adjetivo peca por defeito.
Melhor do que isso só poder confirmar, numa prova vertical muito especial em homenagem ao 430º aniversário, que também anos como 1948, 1955, 1963, 1966 e 1970 permitiram à Croft fazer alguns dos melhores Vintage que já provámos, e não estamos a exagerar. E a verdade é que a marca Croft, apesar de ter transitado de proprietários algumas vezes, sempre se manteve presente nas escolhas dos consumidores portugueses e ingleses, sendo uma referência muito relevante no universo Porto. Talvez o caso mais evidente, a par dos Vintages, tenha sido o Croft’s Invalid Port, um produto de enorme sucesso, tido por um tónico com propriedades medicinais e que chegou a expor no respetivo rótulo uma sugestiva cruz vermelha…
Com tanto sucesso e história (no Vinho do Porto e no Sherry), em 2001, e após algumas tentativas anteriores não sucedidas, a então Taylor Fladgate & Yeatman (atual The Fladgate Partnership) adquiriu o negócio do Vinho do Porto da Croft (do negócio ficou fora a área do Sherry). Mas, para além de uma marca intemporal, dos stocks e instalações, a razão da aquisição era bem clara, e consubstanciava um sonho antigo – voltar a possuir a Quinta da Roêda, inicialmente comprada pela Croft em 1889.
Trata-se de uma propriedade extensa junto ao Pinhão, em pleno Cima-Corgo, na margem norte, fácil de identificar pela curva majestosa que o rio Douro desenha nesse mesmo local. A exposição das vinhas é virada a sul, com uma altitude que não ultrapassa os 300 metros, o que explica que a vindima aconteça, por vezes, mais cedo do que em propriedades rio acima. Os vinhos aqui produzidos também revelam essa exposição e terroir, com um perfil muito aromático, cheio de fruto robusto, e nota florestal. Os primeiros registos de plantações datam de 1811, sendo que a casa principal, e demais edifícios agrícolas, terão sido edificados por volta do ano 1920.
Com a aquisição pela Taylor Fladgate & Yeatman, coube ao reputado e experiente António Magalhães a liderança da replantação de mais de 5 hectares por ano, reservando intocáveis apenas as melhores vinhas velhas. Atualmente a quinta comporta 75ha de vinha, sendo que as parcelas mais velhas, pouco mais de 10ha, foram plantadas a seguir à filoxera. As primeiras replantações tiveram, curiosamente, como objetivo arrancar alguma vinha plantada nas décadas de 60 e 70 do século passado, que não se adequavam à qualidade que se pretende na propriedade. Mais recentemente, viria a surgir uma adega quase nova, novos lagares e robots mecânicos de pisa, e a ambição não mais parou.
David Guimaraens, responsável máximo pela enologia, é perentório ao afirmar que não irá descansar enquanto os Vintages da Croft não alcançarem o estatuto que já tiveram, e enquanto não tiverem a mesma reputação das duas restantes marcas do grupo – Taylor’s e Fonseca.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” equal_height=”yes” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom” shape_type=””][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/2″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Provados os vinhos da nova era, já sob a propriedade da The Fladgate Partnership, somos da opinião que esse exigente desígnio é alcançável a curto e médio prazos, com destaque para os belíssimos 2003 e 2011 a convencerem-nos disso.
Para comemorar a fantástica efeméride de 430 anos, a marca lançou um vinho dedicado à fundação da Croft, em 1588, por Henry Thompson, precisamente no ano da invasão pela Invencível Armada, um Reserve Ruby de muito bom nível, cheio de fruto como é apanágio da marca.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/2″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][image_with_animation image_url=”28116″ alignment=”” animation=”Fade In” img_link_target=”_blank” border_radius=”none” box_shadow=”none” max_width=”100%” img_link=”https://grandesescolhas.com/vinho/croft-430th-anniversary-celebration-edition”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”No Line” custom_height=”30″][vc_column_text]

Edição Nº15, Julho 2018

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Croft celebra 430 anos com edição limitada

Para comemorar a passagem do seu 430º aniversário, a Croft, a mais antiga casa de Vinho do Porto em actividade, decidiu produzir uma edição limitada, o Croft 430th Anniversary Celebration Edition. O vinho será comercializado em 35 países e, em Portugal, estará disponível em garrafeiras e lojas especializadas a partir de Julho, com o PVP recomendado […]

Para comemorar a passagem do seu 430º aniversário, a Croft, a mais antiga casa de Vinho do Porto em actividade, decidiu produzir uma edição limitada, o Croft 430th Anniversary Celebration Edition. O vinho será comercializado em 35 países e, em Portugal, estará disponível em garrafeiras e lojas especializadas a partir de Julho, com o PVP recomendado de €17,90.

O vinho, um lote criado em exclusivo para esta edição de celebração, é explicado pelo Director de Enologia, David Guimaraens: “A Croft é conhecida pelos seus vinhos do Porto Vintage com aromas de fruta pungente e taninos sedosos. Este é um Porto Reserva Ruby soberbo, exibindo todo o seu carácter frutado, característico do estilo distintivo da casa.” Os rótulos ostentam a recriação da obra “Naufrágio da Armada Espanhola em 1588”, do artista plástico Holandês Jan Luyken, que faz parte do acervo do Rijksmuseum de Amesterdão. 

A longa história da casa de Vinho do Porto Croft, não começa nem em Portugal nem com a família Croft. Começa na cidade Inglesa de York, pela mão de Henry Thompson, que, em 1588, fundou a empresa para se dedicar ao comércio de vinhos – no mesmo ano da frustrada tentativa de invasão de Inglaterra pela Armada Invencível do Rei Filipe II de Espanha.

Em 1739 John Croft torna-se o primeiro Croft sócio da empresa e o percussor de uma notável linhagem. Um antigo livro de registos da firma mostra que, em 1788, foi expedido para Inglaterra o Vintage 1781, configurando-se como o primeiro Vintage de que há registo. Em 1962 a Croft foi vendida à multinacional IDV, que anos mais tarde deu lugar à Diageo, onde permaneceu até 2001, ano em que foi adquirida pelo grupo The Fladgate Partnership.