Pêra-Manca em branco e tinto

A Fundação Eugénio de Almeida colocou os primeiros vinhos no mercado em 1986, quando lançou a marca Cartuxa, em versão tinto e branco. Quatro anos depois surgiam os primeiros vinhos da marca Pêra-Manca: o branco, vendido em garrafa renana e o tinto. Desde então, estes vinhos têm tido muitas edições, mais frequentes nos brancos e […]
A Fundação Eugénio de Almeida colocou os primeiros vinhos no mercado em 1986, quando lançou a marca Cartuxa, em versão tinto e branco. Quatro anos depois surgiam os primeiros vinhos da marca Pêra-Manca: o branco, vendido em garrafa renana e o tinto. Desde então, estes vinhos têm tido muitas edições, mais frequentes nos brancos e mais espaçadas no tinto.
Recentemente, a ocasião para o lançamento de uma nova edição do tinto foi motivo suficiente para se provarem outros vinhos da Fundação. O momento teve lugar em Évora, num ambiente que os franceses chamariam de “petit comité”, com um pequeno número de convivas à volta da mesa.
Se Pêra-Manca é a marca mais emblemática da Fundação Eugénio de Almeida, Cartuxa é o nome de um conjunto de vinhos notáveis, que têm enorme aceitação no mercado. Nas várias versões, de brancos a tintos e Reservas, estamos a falar de cerca de 900 000 garrafas por ano. O Cartuxa Reserva tinto, que também provámos, é um vinho com edição anual, mas tal só aconteceu após 2005. Até então, só em alguns anos se comercializava o Reserva. Começaram com 35000 garrafas, mas, actualmente, e fruto da boa aceitação do público, produzem-se 75000 garrafas de Reserva tinto; em 2021 essa quantidade será elevada para 90000.
É um tinto que integra Alicante Bouschet, Aragonez e Cabernet Sauvignon. A percentagem de Cabernet Sauvignon já foi mais elevada, mas agora situa-se nos cinco por cento. Apresenta uma imagem renovada, com uma nova cor de rótulo, que permite facilmente distinguir os dois tintos Cartuxa: o “normal” e o Reserva.
As castas do Pêra-Manca tinto são a Trincadeira e a Aragonez, variando a percentagem conforme a qualidade da colheita. As parcelas têm, por norma, cerca de 30 anos
Fidelidades em branco e tinto
O Pêra-Manca branco é tradicionalmente feito de Arinto e Antão Vaz, combinação que identifica muitos dos brancos do Alentejo, com o Arinto a ser maioritário, isto é, a dominar 65 por cento do lote. A primeira edição, como todas as primeiras edições, funcionou como uma espécie de teste, uma vez que não se adivinhava qual seria a evolução do vinho em garrafa e em cave. Não foi há muitos anos que provei essa primeira edição. A surpresa foi enorme: pela saúde que apresentava, pelas notas terpénicas, pela acidez que conservava tão bem o branco. É um vinho com edição anual e dele fazem-se agora cerca de 100 000 garrafas, quantidade que será aumentada com a colheita de 2024. Atendendo ao preço, pode dizer-se que estamos perante um enorme sucesso de vendas, um grande reconhecimento por parte dos consumidores. No lote, todo o Antão Vaz fermenta em barrica, parcialmente nova, e cerca de 30% por cento do Arinto também estagia em madeira após a fermentação. Este 2023 é um enorme branco alentejano.
O tinto também alinha pelo mesmo padrão de fidelidade e as castas usadas são apenas a Trincadeira e a Aragonez, variando a percentagem conforme a qualidade da colheita. As parcelas têm, por norma, cerca de 30 anos. Ao chegar à adega, e após escolha, as uvas são desengaçadas e os mostos são fermentados em balseiros. O estágio decorre, depois, em tonéis, maioritariamente usados, mas todos os anos há alguns novos, renovando-se, assim, o parque de madeiras. São 18 meses de estágio na madeira, a que se segue um estágio em garrafa.
Como se trata de vinhas velhas, a replantação das cepas que vão morrendo é sempre uma preocupação. Pedro Baptista, administrador e responsável pela enologia da Fundação Eugénio de Almeida, salientou que fazem questão de apenas usar material clonal retirado das vinhas antigas, fazendo-se uma selecção própria, casta a casta. Pode parecer óbvio que assim se proceda, mas não é assunto pacífico. Há limitações legais ao uso de material não certificado, invocando sempre razões sanitárias. Sem essa certificação as varas poderão conter vírus que irão propagar-se na vinha, nomeadamente vírus do enrolamento e nó curto. Sabendo-se que não há maneira de erradicar essas doenças, a forma mais eficaz é exactamente a utilização de material isento de vírus e a queima das cepas infectadas. Mas Pedro Baptista reconhece que a exclusiva utilização de material certificado “padroniza a produção” e acaba por retirar originalidade a muitos vinhos.
O Pêra-Manca vai agora seguir o seu caminho, com sucesso garantido junto de consumidores fiéis, nomeadamente brasileiros, que entram numa garrafeira em Lisboa e fazem a pergunta fatal (cena que já presenciei): tem Pêra-Manca? Se a resposta for positiva, temos brasileiros felizes. Fiz questão de indagar se esse brasileiro, com quem acabei por trocar umas palavras, achava o preço caro. ‘Caro? Oi cara, isto no Brásil (é melhor levar o acento…) custaria quatro vezes mais!’ Palavras para quê?
(Artigo publicado na edição de Dezembro de 2025)
EA LIVE ÉVORA anuncia cartaz para 2023

Depois do grande sucesso da edição de 2022, o EA LIVE ÉVORA anuncia que regressa em 2023, nos dias 14, 15, 21 e 22 de Julho. O local é o mesmo de sempre, a zona exterior, com as vinhas em plano de fundo, da Adega Cartuxa, onde actuarão, desta vez, Rui Veloso Trio (convidado especial, Vitorino), […]
Depois do grande sucesso da edição de 2022, o EA LIVE ÉVORA anuncia que regressa em 2023, nos dias 14, 15, 21 e 22 de Julho. O local é o mesmo de sempre, a zona exterior, com as vinhas em plano de fundo, da Adega Cartuxa, onde actuarão, desta vez, Rui Veloso Trio (convidado especial, Vitorino), Os Quatro e Meia, Resistência e Ana Moura.
Mas no EA LIVE ÉVORA 2023 há uma novidade: para se aproveitarem as noites de verão alentejanas, o evento é prolongado com a EA LIVE PARTY, ao som dos DJ da Rádio Comercial, Ana Isabel Arroja, Nuno Luz, Rob Willow e Wilson Honrado. Estes fins de noite acontecerão no pátio principal da Adega Cartuxa.
Nomeado recentemente para os Iberian Festival Awards, nas categorias Best Small Festival, Best Brand Activation, Best Hosting & Reception, o EA LIVE ÉVORA junta diversão e conforto, com plateia ao ar livre (limitada a 1000 lugares marcados) e a oferta de um kit Lanyard + Copo e três serviços de vinhos EA à escolha.
Os bilhetes têm o custo entre €25 e €30 e estão disponíveis na BOL e noutros locais habituais. Todas as informações e o programa podem ser consultados no site do EA LIVE.
Pêra-Manca tinto 2015 chega ao mercado

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text] TEXTO João Geirinhas [/vc_column_text][vc_row_inner column_margin=”default” text_align=”left”][vc_column_inner column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]Foi apresentada à comunicação social — ontem, dia 30 de Setembro, em Évora — a nova colheita do Pêra-Manca tinto, de 2015. […]
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]
TEXTO João Geirinhas
[/vc_column_text][vc_row_inner column_margin=”default” text_align=”left”][vc_column_inner column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]Foi apresentada à comunicação social — ontem, dia 30 de Setembro, em Évora — a nova colheita do Pêra-Manca tinto, de 2015. Trata-se da terceira edição consecutiva do Pêra-Manca, depois das colheitas de 2013 e 2014, facto inédito na história deste ícone alentejano que só é produzido em anos de comprovada qualidade. Pedro Baptista, enólogo e administrador da Fundação Eugénio de Almeida, confessou que esta sucessão de boas colheitas chegou a fazê-lo hesitar sobre a oportunidade de lançar esta edição, mas no fim prevaleceu a avaliação da equipa de enologia, que considerou a qualidade como excepcional.
Produzido, como habitualmente, a partir das tradicionais castas Aragonez e Trincadeira, a versão 2015 tem uma ligeira preponderância da primeira sobre a segunda (55% e 45%), formula que é sempre ajustada em função das particularidades de cada vindima. Segundo os responsáveis da Cartuxa, o ano 2015 decorreu seco, com falta de humidade no solo originando um fraco vigor vegetativo das videiras, assim como a formação de bagos de reduzidas dimensões que apresentaram, assim, uma boa relação película-polpa propícia à obtenção de vinhos de grande concentração.
Como sempre acontece na elaboração dos Pêra-Manca, as técnicas de vinificação são rigorosas e e exigentes: maceração pelicular pré-fermentativa, fermentação em grandes balseiros de carvalho francês com temperatura controlado a 27ºC e remontagens manuais seguidas de longas macerações. O vinho beneficia depois de um estágio de 18 meses em balseiros e de mais 48 meses em garrafa.
Ao contrário do que tem acontecido em colheitas anteriores, o 2015 esperou 6 anos para ver a luz do dia em vez dos habituais 4 ou 5 anos de estágio. Talvez por isso o vinho nos pareceu já pronto para consumo, apesar do potencial evolutivo que promete.
Numa primeira apreciação, o Pêra-Manca tinto 2015 surpreende porque conjuga, com souplesse, a habitual concentração e taninos robustos com frescura notável e uma boca macia, indicando que está pronto a ser degustado com grande prazer. No jantar de lançamento, elaborado pelo Chef José Júlio Vintém, isso ficou particularmente evidente quando o vinho acompanhou uma versão da perdiz estufada e a harmonização com o prato fez realçar, em pleno, todas as suas virtudes.
A apresentação do Pêra-Manca 2015 foi uma cerimónia muito concorrida, na qual sobressaiu um forte contingente de jornalistas e compradores brasileiros, fruto da enorme popularidade de que a marca desfruta no Brasil. Haverá vinho para todos, porque a produção atingiu nesta colheita o valor recorde de 44 mil garrafas. O único óbice poderá ser o preço, já que sai da loja da adega a €275 e este valor tem tendência, com o passar do tempo, a aumentar bastante nas prateleiras das garrafeiras.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]
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Fundação Eugénio de Almeida terá novo “Dia Aberto”

Será nos dias 1, 2 e 3 de Outubro que a Fundação Eugénio de Almeida receberá os cidadãos e visitantes da cidade de Évora no seu “Dia Aberto”, já na nona edição, convidando-os para um programa de actividades gratuitas concebidas para dar a conhecer os espaços, as equipas e os projectos educativos, culturais e de […]
Será nos dias 1, 2 e 3 de Outubro que a Fundação Eugénio de Almeida receberá os cidadãos e visitantes da cidade de Évora no seu “Dia Aberto”, já na nona edição, convidando-os para um programa de actividades gratuitas concebidas para dar a conhecer os espaços, as equipas e os projectos educativos, culturais e de desenvolvimento social que a fundação promove. Esta iniciativa — que terá como palcos o Enoturismo Cartuxa, Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, Centro de Arte e Cultura, Páteo de São Miguel, Centro de Inovação Social e a “natureza” — enquadra-se no Dia Europeu de Fundações e Doadores, que se celebra no dia 1 de Outubro.
O “Dia Aberto” é “um momento especial de proximidade e de partilha com a comunidade, que permite aprofundar o conhecimento sobre o projecto singular criado por Vasco Maria Eugénio de Almeida, há 58 anos, um projecto institucional de filantropia, de serviço à comunidade que continua vivo e activo, profundamente comprometido com a promoção do bem comum”, refere Francisco José Senra Coelho, presidente do Concelho de Administração da Fundação Eugénio de Almeida.
Devido ao actual contexto pandémico, a Fundação Eugénio de Almeida garante que as medidas preventivas de higiene, segurança e distanciamento social serão asseguradas em todas as actividades, sendo por isso necessária inscrição prévia, excepto para as visitas livres ao património e equipamentos culturais.
Consulte o programa completo do “Dia Aberto” da Fundação Eugénio de Almeida AQUI.
Voluntários à vacinação da Fundação Eugénio de Almeida homenageados

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A Fundação Eugénio de Almeida — entidade que detém, entre outras marcas, a Cartuxa — formou, em Fevereiro de 2021, uma equipa de voluntários para o projecto Apoio à Vacinação para a Covid-19. Esta iniciativa, em colaboração […]
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A Fundação Eugénio de Almeida — entidade que detém, entre outras marcas, a Cartuxa — formou, em Fevereiro de 2021, uma equipa de voluntários para o projecto Apoio à Vacinação para a Covid-19. Esta iniciativa, em colaboração com o Apoio do Agrupamento Centros de Saúde do Alentejo Central, está a decorrer no Centro de Vacinação Covid-19 de Évora, a cidade-mãe da Fundação Eugénio de Almeida.
Já amanhã, dia 27 de Julho pelas 18 horas, a Fundação vai prestar homenagem pública a estes voluntários de apoio à vacinação, que já cumpriu, desde Fevereiro, 2200 horas de voluntariado. O momento solene acontecerá no jardim tardoz do Centro de Arte e Cultura, em Évora, com a presença do Vogal do Conselho de Administração da Fundação Eugénio de Almeida, José Morais Palos, e com a presença da Directora Executiva do Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Central, Maria do Céu Canhão.
Como explica a Fundação Eugénio de Almeida, o Projecto de Voluntariado no Apoio à Vacinação para a Covid-19 envolve um conjunto de 95 voluntários, os quais passam por um processo de capacitação, realizado através de formação online que incidiu sobre Ser Voluntário em Tempos de Covid-19, tendo também incluído visitas formativas aos diferentes locais do Centro de Vacinação. Das suas tarefas, têm constado o apoio complementar ao serviço prestado pelas diversas equipas de profissionais presentes no espaço, designadamente no acolhimento, encaminhamento, informação e assistência aos utentes, na ajuda a preencher os questionários e, não menos importante, no apoio emocional a todos os que vão ser vacinados, particularmente os mais idosos e os mais frágeis. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]
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Festival EA Live Évora regressa em Julho

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Desde 2016 que o EA Live, um conceito idealizado pela Fundação Eugénio de Almeida para os amantes de vinho, tem assumido vários formatos: slow fest, fast festival ou music sessions, sempre harmonizados com os vinhos EA. Nos fins […]
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Desde 2016 que o EA Live, um conceito idealizado pela Fundação Eugénio de Almeida para os amantes de vinho, tem assumido vários formatos: slow fest, fast festival ou music sessions, sempre harmonizados com os vinhos EA. Nos fins de semana de 16 a 24 de Julho deste ano, reunidas as condições de segurança necessárias, volta a haver EA Live Évora, “com a promessa de dar palco à música, mas também à descontração, felicidade e diversão”, diz o produtor. Será num ambiente intimista, com as vinhas da Adega Cartuxa (na Quinta de Valbom, Évora) como paisagem, que os concertos acústicos de artistas portugueses consagrados — Pedro Abrunhosa, Carolina Deslandes, Tiago Nacarato e Bárbara Tinoco — terão lugar.
Assim, a lotação do festival EA Live irá respeitar as normas indicadas pela DGS, e os bilhetes terão o valor de €30, estando disponíveis nos locais de venda habitual, incluindo os mesmos uma degustação de vinhos EA, um copo e fita EA Live e ainda um clipcup.
O evento decorrerá numa área de fácil acesso, com estacionamento gratuito no centro da cidade, que estará interligado à Quinta de Valbom por transferes. O programa do EA Live Évora 2021:
16JUL – Pedro Abrunhosa | 20h30
17JUL – Carolina Deslandes | 20h30
23JUL – Bárbara Tinoco | 20h30
24JUL – Tiago Nacarato | 20h30[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]
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Tapada do Chaves lança nova colheita, de vinhas com 120 anos

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]São das vinhas mais velhas da região do Alentejo, plantadas na sub-região de Portalegre há 120 anos. É delas que vêm as uvas de Trincadeira e Grand Noir do Tapada do Chaves Vinhas Velhas tinto, agora lançado […]
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]São das vinhas mais velhas da região do Alentejo, plantadas na sub-região de Portalegre há 120 anos. É delas que vêm as uvas de Trincadeira e Grand Noir do Tapada do Chaves Vinhas Velhas tinto, agora lançado na colheita de 2013.
A vinificação deste vinho muito especial passa por uma fermentação alcoólica com as leveduras indígenas da uva, em cuba de inox, antes de uma maceração de 30 dias, que precede o estágio de 18 meses em barricas de carvalho português e francês, e outro de 24 meses em garrafa.
A Fundação Eugénio de Almeida, que adquiriu a Tapada do Chaves em 2017, explica que o ano vitícola de 2013 se caracterizou “por um Inverno e Primavera com elevada pluviosidade, o que permitiu repor parte das reservas de água no solo, mas também por ondas de calor que condicionaram o ciclo vegetativo das videiras. Tal refletiu-se em maturações lentas, mas de elevado potencial qualitativo”.
O Tapada do Chaves Vinhas Velhas tinto 2013 está disponível em garrafeiras, restaurantes habituais e na loja online da marca, com um preço recomendado de 110 euros. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/2″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]
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Adega Cartuxa lança novas colheitas dos Scala Coeli

São vinhos de premium da Adega Cartuxa, já bem conhecidos pelos enófilos. Os novos Scala Coeli branco 2018 e tinto 2017 já estão aí, e representam “o resultado da seleção de castas não autóctones que melhor se adaptaram ao terroir alentejano”, nesses anos. É uma marca da Fundação Eugénio de Almeida, inspirada no Mosteiro de […]
São vinhos de premium da Adega Cartuxa, já bem conhecidos pelos enófilos. Os novos Scala Coeli branco 2018 e tinto 2017 já estão aí, e representam “o resultado da seleção de castas não autóctones que melhor se adaptaram ao terroir alentejano”, nesses anos. É uma marca da Fundação Eugénio de Almeida, inspirada no Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli, conhecido como a Cartuxa de Évora, onde viveram os Monges Cartuxos.
O Scala Coeli tinto 2017 (€79,99) é proveniente de vinhas com mais de 30 anos de idade, produzido com a casta Syrah, que passou por uma “escolha de bagos muito rigorosa”, diz a empresa. Estagiou 15 meses em barricas de carvalho francês, e depois 12 meses em garrafa nas caves do Mosteiro. Por sua vez, o branco 2018 (€35), é de Verdelho, colhido em vinhas com 15 anos de idade, obtido “através das melhores fermentações do ano, pautando-se por uma escolha de bagos criteriosa, sendo seleccionadas unicamente as uvas em perfeito estado de maturação”. A fermentação decorreu em inox e o estágio também, durante 12 meses e sobre borras finas, com bâtonnage.





