Granvinhos abre nova unidade hoteleira

Gran Cruz

Vila Nova de Gaia soma e segue! Desta vez, com a estreia da Gran Cruz Apartments, da Granvinhos, localizada no nº 120 da Rua Guilherme Gomes Fernandes, situada no centro histórico da cidade e paralela à marginal que acompanha a margem esquerda do rio Douro. Trata-se de um alojamento constituído por seis apartamentos, com tipologias […]

Vila Nova de Gaia soma e segue! Desta vez, com a estreia da Gran Cruz Apartments, da Granvinhos, localizada no nº 120 da Rua Guilherme Gomes Fernandes, situada no centro histórico da cidade e paralela à marginal que acompanha a margem esquerda do rio Douro. Trata-se de um alojamento constituído por seis apartamentos, com tipologias que vão desde os estúdios aos T2. Todos estão distribuídos por andares dos dois edifícios contíguos antigos e contemplam serviço de concierge, housekeeping e lavandaria, assim como da possibilidade de entrega matinal de pequeno-almoço.

A recuperação de ambos edifícios foi feita como manda a cartilha. Mantidos foram a fachada, com os seus respectivos elementos originais, desde as ombreiras e as soleiras aos parapeitos em granito às varandas decoradas com gradeamento em ferro. Sem descurar da cor original. No alinhamento da narrativa visual da Gran Cruz House – a primeira unidade hoteleira da Granvinhos inaugurada, em 2018, no Cais da Ribeira do Porto –, a Gran Cruz Apartments acolhe igualmente a enigmática Mulher de Negro, ícone da marca Porto Cruz desde há várias décadas, reinterpretada pela artista plástica Tamara Alves no lobby desta unidade. Já cada apartamento acolhe imagens retratadas pelo fotógrafo português João Bernardino.

Além da Gran Cruz Apartments e da Gran Cruz House, cujo restaurante, de nome Casario, é uma autêntica montra do portefólio vínico da Granvinhos e da arte de bem-fazer dos chefs Miguel Castro e Silva e José Guedes, a Granvinhos detém o Espaço Porto Cruz, no Cais de Gaia, onde a aposta no enoturismo remonta a 2012 e a restauração também conta com a referida dupla de cozinheiros. Some-se o Ventozelo Hotel & Quinta, em São João da Pesqueira, propriedade de 400 hectares, 200 dos quais estão ocupados por vinha, com 29 quartos e um restaurante, e um vasto programa de atividades que unem vinho, gastronomia, natureza e história.

Grupo Gran Cruz cresce e agora chama-se Granvinhos

Granvinhos

Granvinhos é a nova denominação do grupo até agora apelidado de Gran Cruz. A recente designação decorre do processo de fusão por incorporação das empresas C. da Silva e Companhia União dos Vinhos do Porto e Madeira, na Gran Cruz Porto, agora redenominada para Granvinhos. “Esta fusão enquadra-se numa estratégia de racionalização e crescimento do […]

Granvinhos é a nova denominação do grupo até agora apelidado de Gran Cruz. A recente designação decorre do processo de fusão por incorporação das empresas C. da Silva e Companhia União dos Vinhos do Porto e Madeira, na Gran Cruz Porto, agora redenominada para Granvinhos. “Esta fusão enquadra-se numa estratégia de racionalização e crescimento do grupo”, revela a Granvinhos, em comunicado de imprensa, que adianta ainda: “Na sequência deste processo, todas as actividades de produção e comercialização de vinhos, bem como da distribuição das bebidas espirituosas da La Martiniquaise em Portugal, passam a estar concentradas no grupo Granvinhos”.

Contudo, esta alteração da denominação não afecta individualmente as designações comerciais das marcas já existentes e de maior destaque dentro das empresas fusionadas: Porto Cruz, Porto Dalva, Porto Presidential e C. da Silva mantêm os seus nomes no mercado.

Mas não é só o novo nome que o grupo agora comunica, há também aquisições importantes e recentes, que vão permitir, além do reforço da presença nas regiões onde o grupo já opera, a expansão para outras Denominações de Origem. Através da aquisição de 60% do capital social da Vicente Faria Vinhos S.A., a Granvinhos passa a deter o controlo accionista desta empresa, “a segunda maior empresa exportadora de vinhos do Douro”, refere o grupo. Adicionalmente, é com esta compra que a Granvinhos inicia a comercialização de Vinho Verde e vinho de Lisboa, num total de mais de 4 milhões de garrafas por ano.

A Granvinhos adquiriu, ainda, uma marca às Caves Borlido, “Albergaria”, criada em 1972, que comercializa dois dos licores portugueses mais populares no mercado nacional: o Licor de Amêndoa Amarga e o Licor de Ginja, com vendas superiores a um milhão de garrafas por ano.

“Na forja está ainda a construção de uma moderna adega, eficiente e sustentável, na Quinta do Cedro, no Rodo, em Peso da Régua. Trata-se de um centro de vinificação dotado de capacidade para vinificar mais de 8 mil toneladas de uva, com tecnologia adaptada à produção quer de vinho do Douro, quer do Porto. O projecto pretende ainda dar resposta ao referencial de sustentabilidade ambiental, económico e social, com que a empresa se quer comprometer. Esta adega insere-se na Agenda Mobilizadora para a Inovação Empresarial ‘Vine and Wine Portugal’, que a Granvinhos lidera no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência português (PRR)”, adianta o grupo, no mesmo comunicado de imprensa.

Grupo Gran Cruz declara Vintage 2018 para as suas marcas

Dalva, Gran Cruz e Quinta de Ventozelo acabam de ser anunciados como vinho do Porto Vintage 2018, pelo Grupo Gran Cruz, estando disponíveis para venda a partir de Setembro de 2020. Em comunicado de imprensa, o grupo descreve estes vinhos: “Porto Vintage da Gran Cruz tem o perfil mais redondo, sem perder a robustez desejada […]

Dalva, Gran Cruz e Quinta de Ventozelo acabam de ser anunciados como vinho do Porto Vintage 2018, pelo Grupo Gran Cruz, estando disponíveis para venda a partir de Setembro de 2020.

Em comunicado de imprensa, o grupo descreve estes vinhos: “Porto Vintage da Gran Cruz tem o perfil mais redondo, sem perder a robustez desejada num vinho desta categoria. De cor muito intensa, com reflexos azuis, revela um aroma marcado pela fruta madura. Em prova, o volume de boca é potenciado pela acidez viva, sendo o final extraordinariamente marcante. Quando falamos do Vintage Dalva, podemos defini-lo como um Vintage de perfil mais elegante. Os aromas florais, a fruta madura e as notas mentoladas, combinam-se de forma harmoniosa, sem sobreposições. A boca, de taninos opulentos, e, no entanto, equilibrados, revela um final delicioso, fresco e longo. O Vintage de Ventozelo expressa toda a tipicidade do terroir de anos mais frescos e vindimas mais tardias. As notas profundas de fruta vermelha e preta, combinam-se de forma elegante com o carácter fresco e vegetal. Denso, de taninos robustos e maduros, este vintage evoca a singularidade de uma Quinta muito própria e distinta”.