Terceiro mandato de Rodolfo Queirós

A Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior conta, pelo terceiro ano consecutivo, com Rodolfo Queirós na presidência. A direção deste órgão institucional integra Agostinho Monteiro e Tiago Cristóvão, respectivamente, na qualidade de representantes da Produção e do Comércio. O Presidente do Conselho Geral, José Madeira Afonso, foi igualmente reconduzido para um terceiro mandato. Para este […]

A Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior conta, pelo terceiro ano consecutivo, com Rodolfo Queirós na presidência. A direção deste órgão institucional integra Agostinho Monteiro e Tiago Cristóvão, respectivamente, na qualidade de representantes da Produção e do Comércio. O Presidente do Conselho Geral, José Madeira Afonso, foi igualmente reconduzido para um terceiro mandato.

Para este triénio (2026-2029), a direção pretende e a elevar a consolidação da marca Beira Interior no universo vitivinícola, assim como valorizar o território através das vendas dos vinhos com denominação DO Beira Interior e IG Terras da Beira, tanto no mercado nacional como além-fronteiras, e do enoturismo, destacando o projecto “Beira Interior Wine Villages” (link: https://biwinevillages.com/pt), integrado na Rota dos Vinhos da Beira Interior.

Natural de Marco de Canaveses, Rodolfo Queirós é licenciado em Engenharia Agrícola, pela Escola Superior Agrária de Viseu, e possui uma pós-graduação em Marketing de Vinhos, pela Escola Superior Agrária de Ponte de Lima. No currículo, conta ainda com o diploma WSET 3 e exerce funções como formador no Turismo de Portugal. É também presidente da Associação das Rotas dos Vinho de Portugal (ARVP) e vogal da direcção da Associação Nacional das Denominações de Origem Vitivinícolas (ANDOVI).

 

MANICHE: Depois do futebol, o champanhe

Maniche

Nuno Ricardo de Oliveira Ribeiro, mais conhecido como Maniche dentro das quatro linhas do retângulo futebolístico nacional, foi um dos raros atletas que envergou a camisola dos três clubes conhecidos como os grandes do futebol português. Germinou no Benfica, foi campeão europeu no Futebol Clube do Porto e pendurou a chuteiras, depois de uma rápida […]

Nuno Ricardo de Oliveira Ribeiro, mais conhecido como Maniche dentro das quatro linhas do retângulo futebolístico nacional, foi um dos raros atletas que envergou a camisola dos três clubes conhecidos como os grandes do futebol português. Germinou no Benfica, foi campeão europeu no Futebol Clube do Porto e pendurou a chuteiras, depois de uma rápida passagem pelo Sporting, clube do coração e do qual era sócio. Entretanto, foi ainda atleta de clubes bem conhecidos dos adeptos de bom futebol.

Enquanto jogador foi um médio com grande apetência para municiar o ataque e explorou, com grande sucesso, a apetência para a marcação de golos muito vistosos de longa distância. Para a história, ficou aquele contra a Holanda, no Euro 2004, de um dos ângulos da grande área. Em todo este percurso de sucesso houve um denominador comum – a camisola com o número 18.

Quando pendurou as chuteiras, em 2011, ainda tentou enveredar pela carreira de treinador. Orientou o Paços de Ferreira e a Académica de Coimbra, enquanto adjunto. No entanto, no ano de 2016 encerrou esta nova faceta no mundo de futebol, para dar lugar a uma paixão que fermentava com cada vez maior intensidade.

 

“Eu não podia escolher um parceiro qualquer. A mim só me interessam os produtos de topo”, afirma Maniche

 

Do Douro para Champagne

O pontapé de saída no mundo dos vinhos foi dado em 2016 com a compra de vinhas no Douro e posterior lançamento de dois vinhos em parceria com a Quinta da Pacheca. A enologia coube a Maria Serpa Pimentel. Esse seria apenas o primeiro passo na fileira vínica nacional. Tal como na vida futebolística, a paixão de Maniche cresceu e galgou fronteiras em direção à região de Champagne, mais especificamente Reims, localizada no nordeste de França, onde assinou uma nova parceria com uma casa com 400 anos de história desenvolvida ao longo de treze gerações de produtores. Nada mais do que uma das mais prestigiadas referências da região, a Maison Cattier, casa fundada em 1625 pela família homónima. Tal como referiu Maniche: “este foi um passo muito pensado e ponderado tendo em vista a internacionalização do nosso portefólio. Eu não podia escolher um parceiro qualquer. A mim só me interessam os produtos de topo.”

Ainda assim, o vínculo entre o futebol e o vinho volta a fortalecer-se através de um acaso que deveria estar escrito no firmamento futebolístico. Jean-Jacques Cattier, líder da pretérita geração familiar, que conseguiu guindar e cimentar a marca como um produto muito exclusivo e de grande sucesso mundial, também é um dos principais acionistas da equipa Stade de Reims.

O Reims é um dos clubes com mais vitórias na história do futebol francês, com um palmarés que inclui a conquista de seis títulos da Ligue 1, duas Taças da França e cinco Troféus dos Campeões. O clube também ostenta um bom desempenho a nível europeu – no currículo apresenta duas finais, nas edições de 1956 e 1959, da Taça dos Campeões da Europa, a conquista da Taça Latina e da Taça dos Alpes em 1953 e 1977.

Nas palavras de Maniche: “Esta é uma união carregada de pontos comuns, com um futebol ganhador de títulos e de conquistas memoráveis”.

 

Maniche

 

“Esta é uma união carregada de pontos comuns, com um futebol ganhador de títulos e de conquistas memoráveis”, declara o ex-futebolista

 

Novas aquisições vínicas

Nesta renovada temporada de desafios, Maniche apresenta dois champanhes denominados, Cattier Emedezoito by Maniche Brut rosé Premier Cru e Cattier Emedezoito by Maniche Brut Premier Cru. Ambos foram lançados ao público na cidade do Porto, seguido de um evento internacional em Madrid.

Segundo as palavras de Maniche, o primeiro foi produzido “pela adição de vinho tinto à mistura”. É um Brut rosé Premier Cru, que “reflete a qualidade das castas Pinot Noir e Pinot Meunier da Montagne de Reims e a sua deslumbrante complexidade aromática”. Já o segundo “foi produzido a partir de uma mistura dominada por Pinot Noir das minhas nove aldeias favoritas, caracterizando-se pela sua elegância, generosidade e personalidade intensamente frutada, dada pelos três anos de estágio”, concluiu.

(Artigo publicado na edição de Janeiro de 2026)

 

M&A Creative Agency galardoada 3X

M&A Creative

Entre mais de 3.900 projectos a concurso provenientes de 57 países, a M&A Creative Agency foi a única agência portuguesa premiada na categoria de Packaging dos Winner German Design Awards 2026. Melhor ainda, recebeu três distinções atribuídas pelo júri internacional independente desta iniciativa organizada pelo German Design Council. Este reconhecimento no panorama internacional do design […]

Entre mais de 3.900 projectos a concurso provenientes de 57 países, a M&A Creative Agency foi a única agência portuguesa premiada na categoria de Packaging dos Winner German Design Awards 2026. Melhor ainda, recebeu três distinções atribuídas pelo júri internacional independente desta iniciativa organizada pelo German Design Council.

Este reconhecimento no panorama internacional do design deve-se ao trabalho desenvolvido entre a M&A Creative Agency e a Casa Aragão, de Trás-os-Montes, a Herdade Grande, do Alentejo, e a Agromariense Copp, dos Açores. Os galardões distribuem-se, respectivamente, pelo Azeite Virgem Extra Premium Podence, pelo Azeite Virgem Extra Herdade Grande, também produtor de vinhos, e pelos vinhos Céptico IG Açores, da Cooperativa de Agricultores Agro-Pecuários da Ilha de Santa Maria, Açores.

De acordo com o comunicado, a agência de comunicação, design e packaging nacional, tratam-se de projectos que “representam a singularidade cultural do país” e estão integrados em regiões, com “tradições centenárias enraizadas nas pessoas que vivem e ‘lutam’ diariamente para que se mantenham vivas por muitas décadas de forma sustentável”.

Tejo Gourmet em ação!

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Até ao dia 31 Março, 55 restaurantes de Portugal Continental e da ilha da Madeira criam menus de harmonização com Vinhos do Tejo, no âmbito da 12ª edição do Tejo Gourmet, iniciativa que inclui 17 novos espaços de restauração. Este evento gastronómico, organizado pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) e pela Confraria Enófila […]

Até ao dia 31 Março, 55 restaurantes de Portugal Continental e da ilha da Madeira criam menus de harmonização com Vinhos do Tejo, no âmbito da 12ª edição do Tejo Gourmet, iniciativa que inclui 17 novos espaços de restauração. Este evento gastronómico, organizado pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) e pela Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo, é mais do que um concurso, com direito a um painel de jurados, entre gastrónomos e especialistas na matéria, com a missão de avaliar o alinhamento constituído por entrada, prato, sobremesa e referências vínicas da referida região vitivinícola. É, também, o convite aberto ao público em geral a experimentar as novidades dos 56 restaurantes aderentes (espreite AQUI a lista) e conhecer o pairing selecionado entre vinhos certificados DoTejo e Vinho Regional Tejo. Na lista de inscritos para esta edição, a maioria está localizada no centro do país, seguindo-se Porto e Norte, Alentejo, Algarve e Madeira.

A 22 de Maio, no espaço IVV, em Almeirim, onde terá lugar a Gala Tejo 2026, será revelado o melhor restaurante da competição, assim como os que se destacaram pela carta de vinhos e pela harmonização. Sem esquecer os mais bem classificados nos conceitos gastronómicos a que se candidatam: casa de petiscos, cozinha tradicional, cozinha de autor e cozinha internacional. Em cada categoria, serão ainda entregues diplomas de grande ouro, ouro e prata.

O Tejo Gourmet teve início em 2010, com o objetivo de promover os Vinhos do Tejo. De uma competição de índole regional passou a contemplar, dois anos mais tarde, os restaurantes de lés-a-lés do país.

 

Prémios Grandes Escolhas «Os Melhores do Ano» dia 6 de Março no Estoril

prémios

Os Prémios Grandes Escolhas definem-se como a celebração do que melhor se faz em cada ano na área dos vinhos e da gastronomia em Portugal. Têm como objectivo o reconhecimento da excelência do trabalho no sector, premiando anualmente os melhores vinhos, os melhores profissionais, empresas, produtores,restaurantes, garrafeiras e instituições que mais se distinguiram, segundo os critérios editoriais […]

Os Prémios Grandes Escolhas definem-se como a celebração do que melhor se faz em cada ano na área dos vinhos e da gastronomia em Portugal.

Têm como objectivo o reconhecimento da excelência do trabalho no sector, premiando anualmente os melhores vinhos, os melhores profissionais, empresas, produtores,restaurantes, garrafeiras e instituições que mais se distinguiram, segundo os critérios editoriais da revista.

Em 2026 o Jantar de Gala volta a realizar-se em Lisboa, mais especificamente no Centro de Congressos do Estoril, com centenas de convidados presentes no dia 6 de Março.

No que se refere aos vinhos, a grande espectativa é mais uma vez revelar o Top 30, aqueles que o conjunto de provadores e críticos da Grandes Escolhas consideram serem os 30 melhores vinhos absolutos provados durante o ano 2025, e dentro destes, qual o melhor espumante, o melhor vinho branco, rosé, tinto e fortificado. Ainda nos vinhos são também anunciados os melhores em cada região, aquilo que a revista designa como “Os Melhores de Portugal”.

Já no que se refere aos Troféus Grandes Escolhas, serão anunciados no final do jantar os 20 Prémios Especiais, cobrindo as áreas da viticultura, da enologia, da performance dos produtores e das empresas, com assim como sommeliers e restaurantes. Em qualquer destes domínios a equipa da Grandes Escolhas escolhe por consenso os premiados que mais se distinguiram no ano transacto nas seguintes categorias:

 

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Esta cerimónia de anúncio dos Prémios Grandes Escolhas relativos ao ano 2025 continuará a ser divulgada online (pode assistir AQUI) e poderá ser seguida em directo por todos os interessados. Fica desde já o convite!

Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal com novo Presidente

Rodolfo Queiros

Rodolfo Queirós, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior, assume a função de Presidente da Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal (ARVP) para o mandato de 2026/2029. O objectivo é incrementar o desenvolvimento desta entidade, através da agregação de mais parceiros e do crescimento da sua representatividade em todo o território nacional. “Acredito […]

Rodolfo Queirós, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior, assume a função de Presidente da Associação das Rotas dos Vinhos de Portugal (ARVP) para o mandato de 2026/2029. O objectivo é incrementar o desenvolvimento desta entidade, através da agregação de mais parceiros e do crescimento da sua representatividade em todo o território nacional. “Acredito que as rotas dos vinhos têm um papel fundamental na promoção do enoturismo e dos diferentes territórios. Por isso, queremos uma associação mais forte, mais musculada, com mais parceiros e que possa impulsionar dinâmicas de trabalho em rede em todo o país”, isto é, “dar um novo impulso à associação, que passará por dar continuidade e consolidar as ações já desenvolvidas, mas, sobretudo, criar novas dinâmicas e encontrar novas soluções e formas de financiamento”, declara.

A eleição dos novos órgãos sociais da ARVP ocorreu em Assembleia Geral no passado dia 31 de Janeiro, em Estremoz, durante a qual foi aprovada por unanimidade a única lista apresentada. De acordo com o comunicado, o presidente da Mesa da Assembleia Geral é Rui Ventura, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro (ERTC). Foram admitidos ainda três novos associados: a GRATER – Associação de Desenvolvimento Regional (Açores), a Associação dos Escanções de Portugal (AEP) e a Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA).

De acordo com o comunicado a Mesa da Assembleia Geral é constituída pela ERTC, representada por Rui Ventura (Presidente), a AEP, com Tiago Paula (Vice-Presidente) e a Federação das Confrarias Gastronómicas Portuguesas, com Álcides Nóbrega (Secretário). Na Direcção estão Rodolfo Queirós, como Presidente; Ângelo Machado, da Rota de Vinhos da Península de Setúbal, Pedro Soares, da Rota da Bairrada, e Sara Silva, da CVA, como Vice-Presidentes; José Arruda, da Associação de Municípios Portugueses do Vinho, como Tesoureiro, Manuel Machado, da Federação das Confrarias Báquicas, como Secretário, e Emanuel Pereira, da Associação Madeira Rural, como Vogal. José Santos, da Entidade Regional do Turismo Alentejo e Ribatejo, Paula Santos, da GRATER, e António Oliveira, TOC, são, respectivamente, Presidente, Secretário e Relator do Conselho Fiscal.

Lindeborg Wines reforça estrutura técnica

Duarte

Duarte de Deus, enólogo e nome associado a um já reconhecido produtor vitivinícola do Alto Alentejo, assume, agora, o papel de Coordenador de Enologia do grupo Lindeborg Wines. No âmbito desta função, tem como missão “coordenar a estratégia enológica transversal do grupo, garantir a consistência qualitativa entre projetos, preservando a identidade de cada um, apoiar […]

Duarte de Deus, enólogo e nome associado a um já reconhecido produtor vitivinícola do Alto Alentejo, assume, agora, o papel de Coordenador de Enologia do grupo Lindeborg Wines. No âmbito desta função, tem como missão “coordenar a estratégia enológica transversal do grupo, garantir a consistência qualitativa entre projetos, preservando a identidade de cada um, apoiar nas decisões vitícolas e de adega, em articulação com as equipas locais, e contribuir para o desenvolvimento técnico contínuo do portefólio, tanto para o mercado nacional como internacional”.

Segundo Thomas Lindeborg, Chairman e Fundador da Lindeborg Wines, “a integração de Duarte de Deus representa um passo natural na consolidação do nosso projecto. Acreditamos que o crescimento deve ser acompanhado por rigor técnico, visão de longo prazo e respeito absoluto pela identidade de cada terroir”. Por sua vez, António Pista, CEO do grupo, enaltece que “a sua integração permite-nos elevar o nível de consistência e ambição dos nossos vinhos, sem nunca perder a autenticidade de cada projecto”.

Actualmente, a Lindeborg Wines detém uma quinta no Sul da Suécia, a Tånga Vingård, localizada em Ängelhol. Em Portugal, está presente em várias regiões vitivinícolas, com destaque para a Quinta da Folgorosa, os Vinhos Cortém e a Quinta da Barrosa, três propriedades localizadas na região dos Vinhos de Lisboa), a Quinta Vale do Armo, no Tejo, e a Herdade da Cabeceira, no Alentejo.

Casa Redondo adquire a Sheridan’s à Diageo

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A emblemática garrafa de dupla câmara que separa café e creme faz parte do portefólio premium da Casa Redondo, empresa familiar fundada em 1940 por José Carranca Redondo e sediada na Lousã. Esta aquisição do licor mundialmente reconhecido Sheridan’s à Diageo reforça o compromisso do grupo no que diz respeito à expansão do seu portefólio […]

A emblemática garrafa de dupla câmara que separa café e creme faz parte do portefólio premium da Casa Redondo, empresa familiar fundada em 1940 por José Carranca Redondo e sediada na Lousã. Esta aquisição do licor mundialmente reconhecido Sheridan’s à Diageo reforça o compromisso do grupo no que diz respeito à expansão do seu portefólio no âmbito de marcas de referência e da presença consolidada a nível mundial, reforçando a visão global.

Segundo Daniel Redondo, CEO da Casa Redondo, a “Sheridan’s é uma marca verdadeiramente icónica, com um posicionamento superior e uma ligação forte ao consumidor em vários mercados internacionais. A nossa ambição passa por reforçar a presença da Sheridan’s em mercados onde a marca já é forte e acelerar o seu crescimento nos países estratégicos”. De acordo com o comunicado, a entrada desta marca abre mais de 20 novos mercados à empresa familiar, a somar aos mais de 70 onde o grupo já se encontra presente. Ao mesmo tempo, esta acção além-fronteiras permite à empresa familiar portuguesa prosseguir com a missão de “levar, aos quatro cantos do mundo, a cultura e a gastronomia portuguesas, através das marcas do nosso portefólio que carregam as nossas raízes”, acrescenta Daniel Redondo.

Ricardo Redondo, CFO da Casa Redondo, revela: “para 2026, definimos como objetivo um crescimento muito significativo, com a ambição de duplicar a dimensão do negócio ao longo do ano, sendo também a primeira vez que mais de 50% da faturação do grupo será gerada fora de Portugal.”

Fundada em 1940 por José Carranca Redondo e que ganhou fama com a produção do Licor Beirão possui um portefólio com mais de 50 marcas.