QUINTA NOVA DE N. SRª DO CARMO: Serenidade na mudança

Quinta Nova

Fiel às origens, a Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, localizada no concelho de Sabrosa, pertencente à região do Douro, assume que o tempo é de mudança de atitude. Não porque se renegue o passado, mas sobretudo porque o futuro será exigente, e quem se preparar antecipadamente, terá maiores possibilidades de sucesso. A história […]

Fiel às origens, a Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, localizada no concelho de Sabrosa, pertencente à região do Douro, assume que o tempo é de mudança de atitude. Não porque se renegue o passado, mas sobretudo porque o futuro será exigente, e quem se preparar antecipadamente, terá maiores possibilidades de sucesso.

A história da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo inicia-se bem lá atrás, em 1764. Em meados do século XVIII, o Douro era o Vinho do Porto e toda a dinâmica de planeamento de viticultura e vinificação fazia-se à sua volta.

Após a aquisição desta propriedade pela família Amorim, a adega, já em 2003, é ainda recuperada à imagem da tradição duriense e, mais de dois terços da capacidade é afeta à produção de Vinho do Porto, cabendo o remanescente para os vinhos DOC Douro. A atual filosofia é diametralmente diversa e assume-se, sem reservas, vocacionada para os vinhos DOC, tendo sido esse o propósito da total renovação da adega em 2024.

Mas as mudanças não ficaram por aí. Em 2025, estenderam-se à viticultura, passando para a coordenação de Pedro Prata. Já a enologia, agora liderada por António Bastos, tem como objetivo partilhar conhecimento com uma figura ímpar da enologia e do ensino, Riccardo Cotarella, o enólogo italiano ligado à família Amorim por uma relação antiga de amizade.

A colaboração de Riccardo Cotarella com as três propriedades do universo Amorim (Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, Taboadella, no Dão, e Herdade Aldeia de Cima, no Alentejo) não será de estrita consultoria, mas, sobretudo, de mútua partilha de experiências e diálogo, que tem como elo comum dois países com tradição multimilenar de sabedoria empírica no cuidado da vinha e do vinho. A admiração é mútua, reconhecendo Riccardo Cotarella em Luísa Amorim a virtude do detalhe, do saber fazer profundamente conectado com cada lugar, cada ecossistema, sobretudo no que se relaciona com viticultura de montanha.

A colaboração de Riccardo Cotarella com as três propriedades do universo Amorim será sobretudo, de mútua partilha de experiências e diálogo

 

A preponderância do cimento

A principal e mais notória mudança surge no trio de vinhos Reserva lançados, um branco e dois tintos, que ostentam não apenas um rebranding da imagem, mas também um maior cuidado com a identidade que transparece de cada uma das 41 parcelas plantadas em altitudes, exposições e perfis distintos. Aqui, busca-se uma leitura mais aprofundada, não apenas das origens, mas igualmente de uma adega de múltiplas potencialidades, onde o cimento ganha uma crescente preponderância, na busca de vinhos mais diretos, genuínos e, sobretudo, mais frescos.

Luísa Amorim, CEO da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, fala sobre o novo perfil dos Reserva: “sentimo‑nos profundamente realizados com estes três vinhos Reserva – uma gama que tem para nós um significado especial e uma importância estratégica no nosso portefólio. Estes vinhos traduzem, com grande fidelidade, a essência das parcelas da Quinta Nova e todo o trabalho de viticultura que temos desenvolvido ao longo de 26 anos.”

Em 2000, foram plantados 50 hectares de vinha traduzida em 41 parcelas, “de dimensão muito reduzida, totalizando 85 hectares, numa zona histórica e emblemática da margem direita do Douro, diria mesmo, na zona do Cima Corgo onde existiam os vinhos de feitoria, eleita no Alto Douro, para a primeira demarcação do Douro, a mais antiga do Mundo”, acrescenta. Por conseguinte, “ver, hoje, o resultado no copo, dá‑nos a certeza de que cada hora dedicada ao projeto de remodelação desta adega – construída em 1764, apenas oito anos após a primeira demarcação do Douro – é um esforço que sentimos que valeu a pena. Ao longo dos anos, sempre soubemos que o clima estava em mudança; já não é tabu para ninguém. A adaptação a esta nova realidade era uma necessidade urgente, não apenas para o presente, mas sobretudo para garantir a continuidade da qualidade e a solidez deste projeto de futuro”, esclarece Luísa Amorim.

Hoje, a capacidade de adaptação a cada vindima é uma realidade nesta propriedade duriense. “Dispomos de circuitos de produção distintos, com mesas de escolha específicas para rosés, brancos e tintos, e a possibilidade de conduzir fermentações mais longas, mais calmas e mais precisas, parcela a parcela. A instalação das 32 cubas de cimento foi determinante: permitiu‑nos afinar textura, reforçar a frescura natural das nossas uvas e preservar uma acidez viva e vibrante, resultando em vinhos aromaticamente mais puros, precisos e expressivos, com o classicismo que só o Vale do Douro consegue oferecer”, sublinha a CEO da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo.

O mote desta nova abordagem é um exercício de contemporaneidade, equilíbrio e elegância, o que de facto se confirma. Na caracterização dos anos vitícolas, 2024 e 2025 foram distintos. Contudo, em ambos foi na precocidade da vindima que esteve o click redentor, permitindo captar mais frescura, vibrância e tensão, afastando sobrematurações e concentração alcoólica. Já a nova imagem dos Quinta Nova Reserva se afirma, sobretudo, como reforço da identidade e da origem, tendo como elemento central a Capela de Nossa Senhora do Carmo, construída pelos barqueiros no Penedo do Carmo, um dos locais mais temidos da navegação no Douro.

 

Quinta Nova

“Estes vinhos traduzem a essência das parcelas da Quinta Nova e todo o trabalho de viticultura que temos desenvolvido ao longo de 26 anos”, afirma Luísa Amorim

 

A incontornável referência de brancos

Sobre o Mirabilis branco e a sua importância no contexto da afirmação dos grandes brancos durienses, provavelmente, podemos escrever um tratado. Se a memória não me trai, o Mirabilis branco, ao contrário do seu congénere tinto, tem sido lançado todos os anos desde 2011.

Se a filosofia da origem da uva não se tem alterado, podendo somente variar as parcelas, a vinificação tem conhecido diversas experimentações ao longo de mais de uma década. Viosinho e Gouveio, em vinhas com mais de 70 anos e, algumas, centenárias, altitude, maioritariamente superior a 500 metros, solos de transição xisto/granito de Murça, Alijó e Sabrosa. Na adega é onde tudo se transforma, com a integração de diversos materiais: madeira nova de carvalho francês das florestas Tronçais, Vosges, Nevers, Jura e Allier, foudre novo de 1200 litros, barrica de segundo e terceiro ano e, claro, o cimento cru. Um tempero complexo de lote traduzido num resultado de afirmação de amplitude, complexidade, presença de fruta e um mineral salino que lhe define um estilo que, não sendo imutável, lhe define a personalidade.

 

Rosé de inspiração

O Quinta Nova Rosé 2025 continua a evidenciar a inspiração provençal, cuja vinificação ocorre com prensagem de cacho inteiro. O critério de seleção das uvas – Tinta Roriz (50%), Tinta Francisca (30%) e Touriga Franca (20%) – é rigoroso, desde a escolha das parcelas, passando pela vindima manual e seleção na mesa de escolha.

A vinificação, contudo, ganha, a cada colheita, uma abordagem diversa de modo a garantir e exponenciar a pureza aromática e a delicadeza que se exige num rosé desta dimensão. Metade do lote estagia em barricas usadas de carvalho francês, 25% evolui em cubas de cimento e os restantes 25% em depósitos de inox. Convenhamos, mudar é apenas uma das mais naturais leis da vida. Quem permanecer agarrado ao passado e ao presente, dificilmente terá um futuro.

(Artigo publicado na edição de Julho de 2026)

 

20 anos de Quinta Nova Vinha Centenária

quinta nova

Recordo-me bem, corria o início de verão de 2007, de chegar pela primeira vez à Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo. A propriedade, que até dois anos antes fazia parte do portefólio da J.W. Burmester, era uma típica quinta do Douro produtora de Vinho do Porto. Totalmente típica não…, pois a sua dimensão numa […]

Recordo-me bem, corria o início de verão de 2007, de chegar pela primeira vez à Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo. A propriedade, que até dois anos antes fazia parte do portefólio da J.W. Burmester, era uma típica quinta do Douro produtora de Vinho do Porto. Totalmente típica não…, pois a sua dimensão numa das melhores zonas no Cima Corgo – 120 hectares ao longo de 1,5 km de rio – era bem superior ao habitual na região. À frente da quinta estreava-se Luísa Amorim e, já nesse tempo, bastavam pouco minutos de conversa para concluir que muita coisa iria mudar na propriedade. E mudou!

A propriedade combina agora uma imaculada adega topo de gama e uma unidade de turismo de luxo com 11 quartos

Referenciada desde a primeira demarcação pombalina, em 1756, a Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo foi propriedade da Casa Real Portuguesa até 1725, e tornou-se uma “quinta nova” pela junção de duas quintas (o que explica a sua dimensão). Durante os séculos XVIII e XIX, viveram na quinta várias famílias portuguesas que mantiveram vivas a produção de uva e vinho, fruta e azeite. Mais recentemente, já no século XX, produzia exclusivamente uvas para Vinho do Porto. Quase vinte anos volvidos da primeira vez que lá fomos, basta olhar de cima, na estrada que serpenteia e circunda a propriedade, para notar que muito mudou na Quinta Nova. Desde logo, no que respeita ao edificado, principescamente restaurado, e albergando um dos melhores hotéis da região do Douro, inserido na prestigiada insígnia Relais & Châteaux. A propriedade, que era exclusivamente agrícola e vitícola até chegar às mãos de Luísa, combina agora uma imaculada adega topo de gama e uma unidade de turismo de luxo com 11 quartos (para a qual há um projeto de expansão, mas que, por enquanto, está no segredo dos Deuses) e um restaurante. Antes de chegarmos à casa senhorial que alberga o hotel, encontramos um conjunto de edifícios tradicionais com largas portas de madeira por onde, no passado, passavam as pipas de Vinho do Porto para os carros de bois. Hoje, esse espaço acolhe um wine bar lindíssimo, com os melhores copos disponíveis no mercado. Foi aí que tivemos a oportunidade de percorrer a prova vertical dos dois topos de gama batizados de Vinha Centenária.

Mas voltemos alguns anos atrás, regressando a 2007. Foi nesse início de verão que provei vários lotes dos primeiros vinhos DOC desta quinta, na altura quase todos da colheita de 2005. Provei-os numa adega bem diferente e mais modesta que a atual. Logo no início, após a separação da quinta da marca Burmester, quem começou na enologia foi Rui Cunha, apesar do pouco tempo disponível que as suas consultadorias lhe permitiam. Nesse ano de 2007, foi já Francisco Montenegro, enólogo da quinta até 2010, quem nos deu a provar o Grande Reserva 2005, um tinto magnífico com Touriga Nacional e alguma vinha velha, um vinho que, provado agora em vertical, continua em grande forma. Entretanto a área de vinha aumentou e, atualmente, já após replantações, a quinta tem uma mancha única de 85 hectares de vinha, toda ela tinta. Hoje, a produção ascende a 650 mil garrafas, grande parte centrada na gama premium, num posicionamento propositalmente alto e ambicioso, diz-nos Luísa Amorim.

Mudança e evolução são uma constante nos projetos chefiados por Luísa Amorim. Mas uma coisa mantém-se, ainda que se ajustando à passagem do tempo: os icónicos Vinha Centenária

 

As vinhas antigas

Aos comandos da enologia desde a colheita de 2011 e até março de 2025, tem estado Jorge Alves, que tem contado com a preciosa ajuda de Duarte Costa e Sónia Pereira. Como acima dissemos, muito, muito mesmo, mudou nesta magnifica propriedade da margem direita do Douro. Dir-se-ia até que mudança e evolução são uma constante nos projetos chefiados por Luísa Amorim. Mas uma coisa mantém-se, ainda que se ajustando à passagem do tempo: os icónicos Vinha Centenária.

Com efeito, se algo não mudou foram as vinhas mais antigas da propriedade que, sendo um património invulgar, foi preservado pelos cuidados da viticóloga Ana Mota, que conhece a propriedade e as vinhas como ninguém. Algumas dessas vinhas remontam da primeira plantação monovarietal na região do Douro, que resultou de um estudo realizado entre 1979 e 1981, em conjunto com o Ministério da Agricultura. À época, foram selecionadas três parcelas em patamares com as melhores exposições solares para a plantação de três grandes castas tradicionais, Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz. É, pois, desta iniciativa pioneira que nascem as duas referências ícones, primeiro denominadas de Grande Reserva e, desde a colheita de 2018, de Vinha Centenária. A primeira colheita foi em 2005 a partir de Touriga Nacional. A versão com base em Tinta Roriz surgiu em 2008. Existem outros topos de gama da propriedade – caso do Aeternus (homenagem familiar ao empresário Américo Amorim) e do Mirabilis – mas são os Vinha Centenária que continuam a ser o retrato do terroir que os viu nascer e acomodam, em si, a história da modernização do Douro e todo o passado da Quinta Nova.

Sucintamente, o Vinha Centenária Ref P29/P21 provém, como o nome indica, da Parcela 29 plantada com Touriga Nacional entre os 170 e os 205 metros de altitude, e da centenária Parcela 21. Já o Vinha Centenária Ref P28/P21 resulta da Parcela 28 plantada com Tinta Roriz entre os 205 e os 210 metros, e novamente a vinha centenária Parcela 21. As parcelas 29 e 28 são muito pequenas – 1,65 e 1,96 hectares, respetivamente – e a vinha velha, em co-plantação com Donzelinho Tinto, não ultrapassa os 3,5 hectares. Com produções médias entre 2500 e 2700kg por hectares não admira que no mercado não sejam lançadas mais do que 5000 garrafas de cada vinho. As uvas sempre foram 100% desengaçadas para ambos os vinhos, estagiando numa média de 12 meses em barricas novas de carvalho francês. Nota final para a enorme qualidade de ambos os vinhos na edição de 2021, comprovando a qualidade do ano (mais fresco que o habitual) e uma enologia cada vez mais de precisão e contenção.

Nota: O autor escreve segundo o novo acordo ortográfico

Vertical: Quinta Nova Grande Reserva/Vinha Centenária Ref.ª P29/P21

18,5 A

Quinta Nova Grande Reserva tinto 2005

Muito fruto negro e encarnado, sente-se o ano quente com notas de compota, profundo, floral maduro e tabaco doce. Cremoso em boca, alcaçuz, tanino vivo, firme, madeira harmoniosa. Dá grande prova, mas tem ainda alguns anos pela frente. (14%)

19 B

Quinta Nova Grande Reserva tinto 2007

Aroma jovem e intenso, com muito brilho na cor. Revela no nariz muito fruto, negro e azul, barrica de qualidade, tudo ainda a evoluir bem. Muito intenso em boca, fruta em camadas, leve chocolate sedutor, termina capitoso e muito jovem. (15%)

18,5 A

Quinta Nova Grande Reserva tinto 2008

Aroma plenamente silvestre com notas a floresta e chão de bosque, fruto azul, turfa. Sente-se a frescura do não em boca, floral aberto, fruto encarnado, mas já bastante redondo e sedutor, talvez no seu ponto ótimo para ser bebido. (14,5%)

19 A

Quinta Nova Grande Reserva tinto 2012

Muito bem no aroma, latente, sério, ameixa fresca, urze, grande integração e equilíbrio. A prova de boca segue o mesmo perfil, saboroso e redondo, muito especiado e complexo. Ótima fase de consumo, está agora no seu melhor! (14%)

18,5 B

Quinta Nova Grande Reserva tinto 2013

A cor e o aroma denotam juventude. Fechado e misterioso no nariz, levemente químico, abre para notas balsâmico e alcaçuz. Muito tanino em boca, intenso e espigado, cheio de garra, meio-corpo em boca, mas com alguma frescura e muitos anos pela frente. (14%)

18,5 A

Quinta Nova Grande Reserva tinto 2015

Aroma jovem, com a barrica a sentir-se na frente, secundada por fruto maduro em camadas, floral aberto, grafite, e chocolate preto. Muito bem em boca, largo e lácteo, com muito sabor, longo. Vai continuar a evoluir, mas a dar já grande prova. (14%)

18,5 B

Quinta Nova Grande Reserva tinto 2017

Aroma fantástico, com muita fruta encarnada, barrica impecável, especiados vários, e perceção de frescura. Muito intenso em boca, tanino maduro robusto, granulado e longo, é um vinho de porte aristocrático com futuro pela frente. (14%)

18,5 B

Quinta Nova Vinha Centenária Ref.ª P29/P21 tinto 2018

Aroma muito bonito, com fruto azul (mirtilo e amora), perceção frescura, profundo e balsâmico. Muito sabor em boca, revela-se jovem e com garra, ligeiramente menos concentrado, com a Touriga Nacional a marcar o conjunto magnífico. (14,5%)

19 B

Quinta Nova Vinha Centenária Ref.ª P29/P21 tinto 2019

Muito bem no aroma, todo jovem e profundo, químico (tinta-da-china), fruto negro, leve grafite. Prova de boca com muito sabor e potência, intenso com notas de alcaçuz e alcatrão, termina já longo, apesar de ter muito para crescer. (14,5%)

18,5 B

Quinta Nova Vinha Centenária Ref.ª P29/P21 tinto 2020

Fechado aromaticamente nesta fase, abre para notas latentes de fruta e barrica, algumas notas de chá e bergamota. Prova de boca em linha, diálogo entre a fruta e a barrica, tudo num perfil jovem e enérgico. (14,5%)

(Artigo publicado na edição de Maio de 2025)

Mirabilis celebra 10 anos com prova transmitida em directo

Mirabilis celebra 10 anos

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A marca Mirabilis, da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, celebra 10 anos e apresenta-se na colheita de 2019, em branco e tinto. Para assinalar o aniversário, haverá uma prova de luxo transmitida em directo da […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A marca Mirabilis, da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, celebra 10 anos e apresenta-se na colheita de 2019, em branco e tinto. Para assinalar o aniversário, haverá uma prova de luxo transmitida em directo da Quinta Nova, no Douro, no dia 21 de Abril pelas 17h30, na qual todos se podem inscrever.

Luísa Amorim refere, sobre os vinhos Mirabilis: “Hoje, volvidos uns bons anos, vale a sempre a pena esperar por um grande vinho. Os vinhos MIRABILIS são vinhos de estágio longo em garrafa, e reitero o que referi há uns anos – o privilégio de festejarmos um aniversário com um vinho que não só nos aquece a alma, mas o coração – só que desta vez ainda mais maravilhoso, diria mesmo… majestoso esperando que fique no segredo da garrafa por muitos anos”.

Mirabilis celebra 10 anos
Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo. ©Francisco Nogueira

Na sala de prova “virtual” estarão Luisa Amorim, CEO da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo; Ana Mota, directora de produção e viticultura; o enólogo Jorge Alves e dois oradores convidados: o crítico de vinhos João Paulo Martins e o Master of Wine Dirceu Vianna Junior, ambos também colaboradores da Grandes Escolhas. A prova online será pautada pelo lançamento do Mirabilis 2019, branco e tinto, mas terá também outros momentos importantes, como uma vertical destes vinhos, comentada por João Paulo Martins, e a exposição de Dirceu Vianna Junior sobre a perspetiva internacional do Douro nos últimos 10 anos.

Inscreva-se AQUI na prova online, através do formulário dedicado. A Quinta Nova lembra que “não será necessário fazer download ou instalação de qualquer outro aplicativo para assistir. No dia do evento, o acesso deve ser feito 10 minutos antes da apresentação, sendo os participantes convidados a aguardar em ‘sala de espera’. No final da apresentação, seguir-se-á uma sessão de perguntas e respostas”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Bagos d’Ouro e Enoteca criam kit solidário para Dia do Pai e Páscoa

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[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]O Dia do Pai e a Páscoa estão quase aí, e por isso a Enoteca – Clube de Vinhos e a Associação Bagos d’Ouro têm uma sugestão vínica e solidária: um conjunto especial de três vinhos, cuja metade do valor das vendas reverterá para a Bagos d’Ouro. Esta iniciativa é feita em sinergia com o Rotary Club Porto-Douro.

Com as três sub-regiões do Douro — Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior — representadas nesta oferta, o conjunto (€59) inclui um Caldas Vinhas Velhas tinto 2015, um Quinta Nova Terroir Blend tinto 2018 e um Barão de Vilar Garrafeira tinto 2015, respectivamente.

A Bagos d’Ouro tem como missão apoiar crianças e jovens de famílias carenciadas, da região do Douro, no seu percurso escolar. Perante o atual contexto pandémico, a associação tem vindo a reforçar o seu apoio às famílias, ajudando a combater o isolamento digital, numa região já por si isolada.

O Conjunto Solidário Bagos d’Ouro pode ser encomendado através do e-mail enoteca@enoteca.pt, do telefone 228 348 440 ou diretamente no site da Enoteca.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo integra cadeia Relais & Châteaux

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[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A reconhecida cadeia hoteleira internacional Relais & Châteaux (R&C) está agora no Douro, com a integração da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo Winery House — hotel vínico inaugurado em 2005. Segundo a R&C, “o espírito da Quinta Nova reflecte perfeitamente os valores da Relais & Châteaux, o espírito de compromisso, partilha, serviço e cultura local”.

Luísa Amorim, CEO da Quinta Nova, refere: “Foi um projeto muito pensado ao longo de mais de 15 anos. Sentimos que esta era a altura certa, em que o Douro atinge uma atractividade enorme como destino mundial e, paralelamente, a nossa equipa alcança um elevado nível de know-how e experiência em torno do enoturismo e da gastronomia, onde hoje nos dedicamos ao movimento slow food e onde somos os primeiros e únicos no Douro. Tivemos o privilégio de dar os primeiros passos nesta área, numa altura em que não havia turistas na região do Douro, e é gratificante perceber que os hóspedes e clientes que nos visitam de todo o mundo se sentem em casa, numa casa duriense, e que esta aliança com a Relais & Châteaux faz todo o sentido. 

A Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo Winery House reabre a 5 de Abril, com os seus 11 quartos, um restaurante a receber um novo nome – Terraçu’s – e uma nova carta.[/vc_column_text][vc_gallery type=”nectarslider_style” images=”50874,50875,50876,50877,50873,50872,50871″ bullet_navigation_style=”see_through” onclick=”link_no”][vc_column_text]Fotos: ©Francisco Nogueira[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/2″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo reabre a 5 de Junho

Esta e muitas outras quintas de enoturismo, em várias regiões, já começaram a anunciar as datas de reabertura, quase todas para o início de Junho. Na verdade, segundo pesquisa da Grandes Escolhas, muitas das casas de turismo rural/campestre/vínico, em algumas regiões do país, já têm a sua lotação esgotada para o Verão de 2020, com […]

Esta e muitas outras quintas de enoturismo, em várias regiões, já começaram a anunciar as datas de reabertura, quase todas para o início de Junho. Na verdade, segundo pesquisa da Grandes Escolhas, muitas das casas de turismo rural/campestre/vínico, em algumas regiões do país, já têm a sua lotação esgotada para o Verão de 2020, com o público a aperceber-se que esta será uma das melhores opções para manter o isolamento social e a segurança, sem deixar de fazer férias com a sua família.

Posto isto, a Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, no Douro, reabre a 5 de Junho com espaços renovados e com o selo da certificação Clean & Safe, atribuído pelo Turismo de Portugal. Esta Quinta é uma das mais antigas e emblemáticas da região, contendo uma casa oitocentista com onze quartos, localizada junto à adega datada de 1764. São 120 hectares para relaxar, e também um restaurante aberto ao público diariamente, o Conceitus.

Para celebrar os 15 anos de atividade, a QNNSC lançou um conjunto de programas de visitas de um dia – “Um Dia no Douro Autêntico” – e de estadias de 3 a 5 noites – “Slowliving no Douro” –, que incluem várias atividades, desde caminhadas pelos trilhos da quinta, a piqueniques preparados pelo chef, passeios de barco privado no rio Douro e ainda uma experiência de enólogo por um dia, incluindo criação de lote, engarrafamento, arrolhamento, criação da imagem e rotulagem da garrafa.

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo já tem museu

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, muxseu

Chama-se Wine Museum Centre Fernanda Ramos Amorim, nasceu na Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e é o mais recente museu do Douro. Com mais de 12.000 turistas anuais, o projecto enoturístico desta quinta situada na margem direita do rio, perto do Pinhão, que já contempla alojamento e restaurante, fica ainda mais completo. O […]

Chama-se Wine Museum Centre Fernanda Ramos Amorim, nasceu na Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e é o mais recente museu do Douro. Com mais de 12.000 turistas anuais, o projecto enoturístico desta quinta situada na margem direita do rio, perto do Pinhão, que já contempla alojamento e restaurante, fica ainda mais completo.
O museu resulta do sonho da coleccionadora, Fernanda Amorim, de preservar a memória cultural da região do Douro, partilhando-a com todos os amantes de vinho que a visitam. O edifício foi desenhado por Arnaldo Barbosa, considerado um dos “arquitectos do Douro”, e os conteúdos estiveram a cargo da empresa de museologia MUSE, com a colaboração da Fundação Museu do Douro. O espólio reflecte a tradição secular do Douro, agora apresentada num acervo representativo do ciclo produtivo do Vinho do Porto, com peças dos séculos XIX e XX, reunidas ao longo de vários anos por Fernanda Ramos Amorim.