Iniciativa para restauração “Best Wine Selection” valoriza vinhos do Dão  

Best Wine Selection

O programa “Best Wine Selection” — iniciativa que nasceu de um esforço conjunto entre a ViniPortugal e a AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal) — tem agora o seu primeiro ensaio junto da CIM Viseu Dão Lafões, com o objectivo de valorizar o projecto “Enoturismo na Região Demarcada dos Vinhos do Dão”. Esta primeira fase, na região do […]

O programa “Best Wine Selection” — iniciativa que nasceu de um esforço conjunto entre a ViniPortugal e a AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal) — tem agora o seu primeiro ensaio junto da CIM Viseu Dão Lafões, com o objectivo de valorizar o projecto “Enoturismo na Região Demarcada dos Vinhos do Dão”. Esta primeira fase, na região do Dão, resulta de uma parceria promovida pela CIM Viseu Dão Lafões, com a AHRESP, o Turismo Centro de Portugal e a Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão.

Segundo a organização, a iniciativa tem como finalidade principal “dignificar e promover os vinhos portugueses, neste caso os vinhos do Dão, gerando uma rede de restaurantes que garanta a satisfação dos seus clientes, através da oferta de vinhos de qualidade e da prestação de um serviço irrepreensível.” 

Fruto deste projecto, os restaurantes da região Viseu Dão Lafões vão poder exibir um novo selo de qualidade, o “Best Wine Selection”, que atesta a excelência do serviço prestado no domínio dos vinhos do Dão.  Para poderem ser candidatos ao “Best Wine Selection”, os restaurantes têm de ser previamente aderentes ao programa “Seleção Gastronomia e Vinhos”, lançado pela AHRESP. Depois, devem manifestar o interesse na candidatura através do preenchimento de um boletim de inscrição, disponível no site da AHRESP.

Os restaurantes que integrem esta Rede passam a usufruir de várias vantagens, como o direito de exibirem uma placa e um diploma “Best Wine Selection”, podendo utilizar a marca para promover e divulgar iniciativas próprias, aceder a canais de promoção inerentes ao próprio programa e serem incorporados no site das entidades parceiras, com ligação a outros sites de interesse turístico. Além disso, ficam abrangidos por estímulos a processos de modernização e de implementação de boas práticas.

Restaurante Vinum, da Graham’s, abre terraço sobre o Douro

Terraço Vinum

É já no dia 7 de Junho a inauguração do novo espaço exterior do Vinum, restaurante da Graham’s sito nas suas instalações em Vila Nova de Gaia. A vista de luxo do terraço do Vinum — sobre as duas margens do Douro e a ponte D. Luís I — e a constante procura do mesmo […]

É já no dia 7 de Junho a inauguração do novo espaço exterior do Vinum, restaurante da Graham’s sito nas suas instalações em Vila Nova de Gaia.

A vista de luxo do terraço do Vinum — sobre as duas margens do Douro e a ponte D. Luís I — e a constante procura do mesmo pelos clientes do restaurante, levou a que a Graham’s investisse na ampliação e no conforto do espaço, que abre agora e mesmo a tempo das tardes e noites quentes que aí vêm.

Assim, segundo a Graham’s, o Terraço do Vinum “passa a contar com 160 lugares dispostos em diferentes áreas e patamares, sendo 80 lugares destinados aos clientes que pretendem conhecer a exclusiva carta do Vinum, anteriormente apenas disponível no interior do restaurante, os restantes lugares estão destinados ao novo Lounge, para quem procura um momento mais leve e descontraído enquanto desfrutam de uma vista idílica, seja apenas para um copo de vinho ou para uma refeição mais descontraída com petiscos, conservas e cocktails”.

Com a abertura do terraço, surgem também novidades ao nível dos cocktails, mas também da animação: “Os cocktails ganham um novo fulgor e prometem competir com a extensa carta de vinhos. Desde logo pelo novo e elegante bar exterior que servirá o Lounge mas sobretudo pelas novas e arrojadas criações do renomado Bartender Daniel Carvalho (Barman do Ano 2017 e atual Brand Ambassador da Amer Global Brands), que aceitou o desafio de trazer ao “palco” do Vinum muitas e inesperadas combinações onde os vinhos do Porto serão obviamente o ingrediente principal. Os fins de tarde, de Quinta a Sábado prometem também muita agitação, com os ‘Sunset at Vinum’ e um dos nomes mais influentes da cena eletrónica portuense como DJ residente, Rui Martins Pereira, mais conhecido como Rui Trintaeum”.

Na inauguração de dia 7 de Junho, serão apresentadas as novas edições dos vinhos do Porto Graham’s Blend Nº5 e Blend Nº12, criados especialmente para a utilização em cockteleria. De Barcelona, chegará DJ Gigi para partilhar a cabina com o DJ Rui Trintaeum.

O Vinum localiza-se na Rua do Agro 141 (Caves Graham’s) em Vila Nova de Gaia, e está aberto de forma ininterrupta das 12h00 à 00h00, em todos os dias da semana.

75 anos de Rei

75 anos Rei

Texto: Luís Lopes 15 de Maio é data de aniversário no Rei dos Leitões, já que terá sido nesse mesmo dia, em 1947, que o primeiro leitão ali assado mudou o destino de uma humilde taberna da Mealhada. O resto é história, feita de muitas estórias que contam o percurso de um dos mais notáveis […]

Texto: Luís Lopes

15 de Maio é data de aniversário no Rei dos Leitões, já que terá sido nesse mesmo dia, em 1947, que o primeiro leitão ali assado mudou o destino de uma humilde taberna da Mealhada. O resto é história, feita de muitas estórias que contam o percurso de um dos mais notáveis restaurantes de Portugal. O Rei comemorou ontem 75 anos de idade e está mais jovem do que nunca.

75 anos Rei
Licínia Ferreira e António Paulo Rodrigues. ©Miguel Ferreira – A Lei do Vinho

A revolução encetada por Licínia Ferreira e Paulo Rodrigues a partir de 2011, alterando e desenvolvendo todo o conceito deste restaurante, nunca está dada por terminada. Há sempre algo para mudar, processos para afinar na cozinha, na decoração, na sala, no serviço, na origem do produto, no modelo de negócio. Talvez por isso, o Rei dos Leitões continua a estar, intocável, no “top of mind” dos apreciadores da boa mesa, como referência de primeira grandeza.

How 10DollarDepositCasinos Explains Low Deposit Thresholds in New Zealand

New Zealand’s online gambling market has undergone significant structural changes over the past decade, and one of the most visible shifts has been the proliferation of casinos accepting deposits as low as ten New Zealand dollars. This development is not accidental. It reflects a deliberate intersection of regulatory conditions, banking infrastructure, payment technology, and operator strategy. Understanding why low deposit thresholds have become so prevalent in the New Zealand market requires looking at each of these factors in detail, rather than treating the phenomenon as simply a marketing gimmick designed to attract casual players. The reality is considerably more nuanced, and resources that track this segment of the market have helped clarify what is actually happening at the structural level of online gambling in this country.

The Regulatory Environment That Enables Low Deposit Models

New Zealand occupies an unusual position in global gambling regulation. The Gambling Act 2003 governs most forms of gambling within the country, but it was drafted at a time when online casino gaming was still in its early commercial stages internationally. As a result, the Act does not explicitly license offshore online casinos to operate within New Zealand, nor does it criminalize New Zealand residents for accessing them. This regulatory gap — sometimes called a grey market — has allowed offshore operators licensed in jurisdictions such as Malta, Gibraltar, Curaçao, and the Isle of Man to accept New Zealand players without facing domestic prosecution.

The Department of Internal Affairs, which oversees gambling regulation in New Zealand, has historically focused its enforcement attention on domestic operators and on preventing unlicensed gambling from occurring within the country’s borders. Offshore platforms serving New Zealand residents have largely operated outside this enforcement framework, provided they hold valid licenses from their home jurisdictions and do not physically establish themselves in New Zealand. This situation has created a competitive offshore market where operators must differentiate themselves through product features rather than domestic regulatory standing.

Low deposit thresholds are one such differentiating feature. When dozens of offshore operators are all legally accessible to New Zealand players, the barriers to entry for players become a key competitive variable. A ten-dollar minimum deposit lowers the financial risk for a new player evaluating a platform, which increases trial rates. Operators understand this dynamic well, and the ten-dollar threshold has emerged as something of a market standard in the New Zealand offshore segment precisely because it sits at the intersection of accessibility and commercial viability — low enough to attract cautious players, high enough that the operator’s payment processing costs remain manageable on a per-transaction basis.

It is also worth noting that New Zealand’s relatively high per-capita income and strong banking infrastructure mean that ten New Zealand dollars is genuinely a small discretionary sum for most adults in the country. The same deposit threshold would carry different economic meaning in a lower-income market. In New Zealand, it functions as a genuine trial amount rather than a significant financial commitment, which aligns with how regulators in other jurisdictions have begun thinking about responsible gambling frameworks — specifically, the idea that lower barriers to entry can coexist with responsible gambling if other safeguards are in place.

How Payment Infrastructure Shapes Deposit Minimums

The mechanics of how money moves between a New Zealand player and an offshore casino operator have a direct bearing on what minimum deposit thresholds are commercially feasible. Payment processing in the online gambling sector involves multiple intermediaries, each of whom charges fees. Credit card processors, e-wallet providers, and bank transfer facilitators all extract a percentage of each transaction, and in some cases a flat fee per transaction as well. For a casino to profit from a ten-dollar deposit, the combined cost of processing that deposit, the cost of any welcome bonus attached to it, and the expected margin on the player’s wagering activity must still yield a positive expected value for the operator.

The growth of e-wallet services — particularly POLi, Skrill, Neteller, and more recently various cryptocurrency options — has been instrumental in making low deposit thresholds viable. These payment methods typically carry lower per-transaction costs than traditional credit card processing, and they often settle faster, which reduces the operator’s exposure to chargeback risk. POLi in particular has gained significant traction in New Zealand because it facilitates direct bank transfers without requiring the player to share card details with the casino, addressing a common concern among New Zealand players about online financial security.

Cryptocurrency deposits have introduced another dimension to this picture. Bitcoin, Ethereum, and stablecoins like USDT can be transferred with transaction fees that are largely independent of the transfer amount, meaning a ten-dollar equivalent deposit in cryptocurrency costs the operator almost the same to process as a five-hundred-dollar deposit. This has allowed some operators to lower their minimum thresholds even further for crypto deposits, though the ten-dollar NZD equivalent remains a common benchmark across payment methods. The broader point is that infrastructure improvements in payment technology have progressively reduced the floor below which minimum deposits become commercially unworkable for operators.

Detailed analysis of how these payment dynamics play out across different operator categories is available through resources that specialize in tracking the low-deposit segment of the New Zealand market. For instance, http://10-dollar-deposit-casinos.com provides structured information about which platforms accept these deposit levels and what payment methods are supported at that threshold, reflecting the kind of granular market data that helps players and analysts understand the actual mechanics of deposit accessibility rather than relying on generalized claims. This type of resource has become increasingly useful as the number of operators accepting New Zealand players has grown and differentiation between platforms has become harder to assess without systematic comparison.

Banking-side restrictions have also shaped the landscape in ways that are sometimes overlooked. Following increased scrutiny of gambling-related transactions by New Zealand banks — particularly after ANZ and ASB tightened their policies on credit card gambling transactions around 2019 and 2020 — many players shifted toward debit cards and e-wallets for gambling deposits. This shift actually worked in favor of low-deposit models, because debit card and e-wallet transactions tend to have cleaner processing pathways for gambling merchants than credit card transactions, which face additional compliance layers in some jurisdictions.

The Role of Bonus Structures in the Ten-Dollar Threshold

Bonus structures at online casinos are not designed independently of deposit thresholds — they are calibrated to work with them. The relationship between minimum deposit requirements and welcome bonuses is one of the more technically interesting aspects of how low-deposit casinos operate, and it explains a great deal about why the ten-dollar figure has stabilized as a market norm rather than continuing to fall toward five dollars or even lower.

Most welcome bonuses at offshore casinos accepting New Zealand players are expressed as a percentage match on the first deposit, often between 50% and 200%, subject to wagering requirements. A 100% match on a ten-dollar deposit yields ten dollars in bonus funds. For this to be commercially sustainable, the operator needs the wagering requirement — typically expressed as a multiple of the bonus amount, often between 30x and 50x — to generate enough expected revenue to offset the bonus cost. On a ten-dollar bonus with a 35x wagering requirement, the player must wager 350 dollars in total before withdrawing. The house edge on slots, which are typically the qualifying game category, runs between 3% and 8% depending on the specific game’s return-to-player rate. At a 5% house edge, the operator expects to retain approximately 17.50 dollars from that wagering activity, netting roughly 7.50 dollars after the bonus cost — a thin but positive margin.

This arithmetic explains why ten dollars functions as a practical floor for minimum deposits with attached bonuses. Below this level, the expected revenue from the wagering requirement becomes so small that even minor variations in player behavior — a lucky session, for instance — can turn the transaction unprofitable for the operator. Some casinos have responded by excluding their lowest-tier deposits from bonus eligibility entirely, offering bonuses only on deposits above a higher threshold. Others have maintained the ten-dollar bonus but attached stricter wagering requirements or lower maximum bonus amounts. The diversity of approaches reflects genuine commercial experimentation rather than a standardized industry formula.

10DollarDepositCasinos, as a resource focused specifically on this market segment, has documented how these bonus structures vary across operators serving New Zealand players. The variation is substantial: some platforms offer free spins packages rather than cash bonuses at the ten-dollar tier, which sidesteps the wagering requirement complexity while still providing an incentive for trial. Others offer no bonus at the minimum deposit level but provide enhanced loyalty program accumulation rates, effectively deferring the incentive to repeat depositors rather than first-time players. Understanding these structural differences matters for players who are comparing platforms based on the actual value of their first deposit, not just the headline bonus percentage.

Responsible gambling considerations have also begun to intersect with bonus design at low deposit levels. The New Zealand Problem Gambling Foundation has noted that low-cost entry points can lower psychological barriers to gambling for vulnerable individuals, and there has been ongoing discussion about whether bonus structures at low deposit levels should be subject to additional safeguards. Some operators have voluntarily implemented deposit limits and cooling-off period options at the account level, independent of regulatory requirements, as a way of demonstrating responsible gambling credentials to New Zealand players who are increasingly aware of these issues.

Market Trends and the Future of Low Deposit Thresholds in New Zealand

The ten-dollar deposit threshold did not emerge fully formed — it evolved through a process of market competition and technological development that has been underway since roughly 2012, when offshore online casino marketing to New Zealand players became significantly more aggressive. In the early years of the offshore market, minimum deposits of fifty or even one hundred New Zealand dollars were common, reflecting both higher payment processing costs and a more conservative approach to player acquisition among operators who were uncertain about the legal risk of serving New Zealand residents.

As legal clarity improved — or more precisely, as it became apparent that the grey market status of offshore operators was stable and enforcement risk was low — operators began competing more aggressively on accessibility. Minimum deposits fell progressively through the 2010s, reaching the twenty-dollar level around 2015 and the ten-dollar level as a widespread standard by approximately 2018. This timeline tracks closely with the expansion of e-wallet availability in New Zealand and the increasing sophistication of payment processing infrastructure for offshore gambling merchants.

The next phase of development in this market is likely to be shaped by two converging forces. The first is the ongoing discussion in New Zealand about whether the Gambling Act 2003 needs to be updated to address online gambling more explicitly. The Department of Internal Affairs has commissioned multiple reviews of gambling regulation over the past decade, and there is growing political pressure — from both public health advocates and the domestic gambling industry, which faces competition from offshore platforms — to establish a formal licensing regime for online casinos serving New Zealand residents. If such a regime is established, it would likely impose minimum standards on deposit thresholds, bonus structures, and responsible gambling tools, potentially standardizing what is currently a highly varied landscape.

The second force is the continued evolution of payment technology. Open banking frameworks, which allow third-party applications to initiate bank transfers directly with user consent, are being rolled out in New Zealand as part of broader financial infrastructure modernization. If open banking becomes widely adopted for gambling deposits, it could further reduce per-transaction processing costs and potentially push viable minimum deposits below ten dollars. Alternatively, if regulators attach responsible gambling conditions to open banking gambling transactions — such as mandatory deposit limits or real-time affordability checks — it could create new friction that stabilizes or even raises minimum thresholds.

Resources like 10DollarDepositCasinos have a role to play in this evolving landscape by providing players with accurate, current information about what is actually available in the market rather than what operators claim in their marketing materials. The gap between advertised minimum deposits and the actual minimum deposit required to access a bonus or a full game library can be significant, and independent tracking of these details provides genuine informational value in a market where operator-produced content has obvious commercial incentives to present conditions favorably.

The story of low deposit thresholds in New Zealand’s online gambling market is ultimately a story about the interaction between regulatory structure, financial technology, and competitive market dynamics. The ten-dollar standard that has emerged is not arbitrary — it reflects a specific set of conditions that make this threshold commercially viable for operators, accessible for players, and consistent with the current regulatory environment. Whether those conditions persist, or whether regulatory reform and technological change push the market in a different direction, will depend on decisions being made now in both the public policy arena and the technology sector. For New Zealand players and market observers, understanding the structural logic behind deposit minimums is considerably more useful than treating them as simple marketing features, and that understanding is what a careful analysis of this market segment ultimately provides.

Na celebração do 75º aniversário, Licínia e Paulo terão certamente recebido muitas prendas. Acredito, porém, que as incontáveis estrelas que clientes e amigos sobre eles despejam em cada visita, serão sempre a prenda mais festejada.

Cabrito é rei no evento Arcos à Mesa, em Arcos de Valdevez

Arcos à Mesa

No fim-de-semana de 9 e 10 de Abril, o Município de Arcos de Valdevez organiza mais uma edição da iniciativa “Arcos à Mesa”, com os restaurantes arcuenses, onde a estrela é o Cabritinho Mamão da Serra. Este prato tradicional da gastronomia arcuense será servido em 19 restaurantes aderentes, ao lado de outras iguarias da locais, […]

No fim-de-semana de 9 e 10 de Abril, o Município de Arcos de Valdevez organiza mais uma edição da iniciativa “Arcos à Mesa”, com os restaurantes arcuenses, onde a estrela é o Cabritinho Mamão da Serra.

Este prato tradicional da gastronomia arcuense será servido em 19 restaurantes aderentes, ao lado de outras iguarias da locais, como a laranja de Ermelo, charutos de ovos, bolo de discos, tudo harmonizado os vinhos da região (Vinho Verde).

O Município de Arcos de Valdevez sugere às famílias, neste fim-de-semana “uma visita ao concelho”, com destaque para “o Paço de Giela, Monumento Nacional, as Oficinas de Criatividade Himalaya, o Centro Interpretativo do Barroco, a Peneda, Sistelo, Monumento Nacional e uma das 7 Maravilhas de Portugal, e Soajo, conhecido pela sua Eira dos Espigueiros Comunitária”; aproveitando de uma forma mais completa o itinerário pelos restaurantes que serão palco do Arcos à Mesa.

Consulte o programa do Arcos à Mesa e a lista dos restaurantes AQUI.

Revelados os restaurantes aderentes ao concurso Tejo Gourmet 2022

Tejo Gourmet 2022

O Tejo Gourmet 2022, Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo que este ano chega à 10ª edição, já tem definidos os restaurantes nacionais que aderiram à iniciativa. São 63 os espaços — do continente e ilhas — que submeteram os seus menus vínicos à prova, nesta competição promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo […]

O Tejo Gourmet 2022, Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo que este ano chega à 10ª edição, já tem definidos os restaurantes nacionais que aderiram à iniciativa. São 63 os espaços — do continente e ilhas — que submeteram os seus menus vínicos à prova, nesta competição promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) e pela Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo.

De 1 de Fevereiro a 31 de Março de 2022, os visitantes destes restaurantes poderão fazer a “Rota do Tejo Gourmet”, para provar e desfrutar dos menus vínicos criados especialmente para o concurso. Cada menu é composto por entrada, prato e sobremesa e, como não podia deixar de ser, é harmonizado, a cada momento, com diferentes Vinhos do Tejo. Para além da avaliação feita pelos comensais, caberá a um painel de jurados, composto por quatro profissionais em cada visita, pontuar a gastronomia, os vinhos e a harmonização. O Tejo Gourmet 2022 premeia “O Melhor Restaurante” em absoluto, assim como as categorias “Melhor Entrada”, “Melhor Prato Principal”, “Melhor Sobremesa”, “Melhor Carta de Vinhos”, “Melhor Promoção”, “Restaurante Revelação”, “Melhor Casa de Petiscos”, “Melhor Cozinha Tradicional”, “Melhor Cozinha de Autor” e “Melhor Cozinha Internacional”. São ainda entregues diplomas de Prata e de Ouro. O anúncio e entrega dos prémios acontecem por ocasião da Gala Vinhos do Tejo, marcada para o dia 28 de Maio de 2022.

Luís de Castro, Presidente da CVR Tejo, afirma: “Estamos bastante satisfeitos com a adesão a esta edição do Tejo Gourmet, que vem confirmar o espaço que este nosso Concurso já ocupa no panorama nacional. Conta já com uma dezena de edições, o que tem, sem dúvida, ajudado a afirmar os Vinhos do Tejo dentro e fora da região. Se na primeira edição aderiram 22 restaurantes, apenas da região dos Vinhos do Tejo, na última, em 2019, o número subiu para 58 e, este ano, para 63 restaurantes, neste que foi salto triplo, a contar da génese”.

Criado em 2010, o Tejo Gourmet começou por ser um concurso de âmbito regional, passando, em 2012, a contemplar os restaurantes de lés-a-lés de Portugal. Esta mudança contribuiu, segundo os organizadores, “para o seu crescimento, quer em qualidade, quer em quantidade, no que diz respeito ao número de restaurantes participantes”.10ª Edição TEJO GOURMET – Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo
Lista dos restaurantes participantes:

• A Casa do Avô (Guia, Albufeira)

• A Lúria (Portela de São Pedro, Tomar)

• A Toca do Coelho (Usseira, Óbidos)

• A Varanda do Parque (Santarém)

• Adega Açoriana – Tapas & Wine House (Pico, Açores)

• Alecrim.com (Funchal, Madeira)

• Almourol Restaurante (Tancos, Vila Nova da Barquinha)

• Amassa (Santarém)

• Atual Restaurante (Silveira, Torres Vedras)

• Aveiramariscos (Aveiras de Cima)

• Beef & Wines (Funchal, Ilha da Madeira)

• Belpaço (Tomar)

• Black Frog Restaurante & Gin House (Santarém)

• Burro Velho (Batalha)

• Café Alentejo (Évora)

• Capriola – Hotel Lusitano (Golegã)

• Casa Chef Victor Felisberto (Alferrarede, Abrantes)

• Casa de Pasto “A Regional Valonguense” (Valongo)

• Chalet Vicente (Funchal, Madeira)

• Clube Naval de São Roque do Pico (Pico, Açores)

• Cordel Maneirista (Coimbra)

• Danidoce Marisqueira (Alpiarça)

• De’gustar (Torres Novas)

• DiGusto (Santarém)

• Dom Joaquim (Évora)

• Dona Laura – Tapas e Vinhos (Évora)

• Genuinu’s (Aveiras de Cima)

• InPar Restaurante by Aroeira Lisbon Hotel (Aroeira, Charneca da Caparica)

• Mãe – Cozinha com Amor (Lisboa)

• Magma (Pico, Açores)

• Magna Carta – Wine & Food (Paredes da Vitória, Pataias)

• Mensa – Hotel Le Malibu Foz (Figueira da Foz)

• No Tacho (Coimbra)

• O Castelo (Belver)

• O Cavalo do Sorraia (Alpiarça)

• O Convite – Dom Gonçalo Hotel Spa (Fátima)

• O Febra (Almeirim)

• O Picadeiro (Tomar)

• O Poço do Zé (Casais de Santa Helena, Caldas da Rainha)

• O Rochedo (Pico, Açores)

• Oh!Vargas (Santarém)

• Palhinhas Gold (Rio Maior)

• Papa Figos (Torres Novas)

• Pátio da Graça (Santarém)

• Petiscaki (Montemor-o-Novo)

• Petrarum Domus Bar Restaurante (Óbidos)

• Pirá Cevicheria (Loulé)

• Praça – Hotel República (Tomar)

• Roots (Torres Vedras)

• Sabores de Az (Funchal, Madeira)

• Stop (Vila Nova da Barquinha)

• Taberna Lusitana (Matosinhos)

• Taberna Portuguesa 1865 (Rio Maior)

• Taberna Zé Cristino (Urqueira, Ourém)

• Tasko d’Adega (Fazendas de Almeirim)

• Taverna 1488 (Constância)

• Taverna Antiqua (Tomar)

• Taxiko Tapas (Funchal, Madeira)

• Triangular – Hamburgueria Artesanal (Évora)

• Villa Lausana (Lousã)

• Vintage (Pombal)

• Wish Restaurante & Sushi (Porto)

Sagardi Porto organiza jantar vínico com Mouchão

jantar Sagardi Mouchão

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]É já no dia 16 de Dezembro que o Sagardi — restaurante de cozinha Basca autêntica, no Porto — recebe os vinhos do icónico produtor alentejano Mouchão para um jantar que irá harmonizá-los com ingredientes da região […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]É já no dia 16 de Dezembro que o Sagardi — restaurante de cozinha Basca autêntica, no Porto — recebe os vinhos do icónico produtor alentejano Mouchão para um jantar que irá harmonizá-los com ingredientes da região de Tolosa.

Assim, entre pratos como a Txistorra de Orio, a Feijoada de Tolosa, o Txuleton de vaca velha complementado por pimentos de piquillo frescos ou os queijos artesanais Bascos, serão servidos os vinhos Dom Rafael Branco 2019, Dom Rafael Tinto 2018, Ponte de Mouchão Branco 2020, Ponte de Mouchão Tinto 2016, Mouchão 2014 e a Aguardente Bagaceira Mouchão 6 Anos.

“Na Sagardi somos apaixonados pelas tradições, pela autenticidade dos produtos, as suas origens e as melhores técnicas para os confeccionar… quase sempre ao fogo e de forma calma e lenta. Essa paixão faz parte do ADN Basco e é algo que sempre procuramos quando trabalhamos com um novo fornecedor ou produtor. Uma genuinidade rara que encontramos no Alentejo através dos vinhos da Herdade do Mouchão, nascida em 1901 e pioneira no uso da casta Alicante Bouschet”, refere o restaurante localizado na Rua de São João nº 54.

O jantar vínico Sagardi e Mouchão tem um custo de €60 por pessoa, e as reservas devem ser feitas através do número de telefone 221130987 ou do e-mail reservas@sagardi.pt.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Mesa de Lemos tem novo menu com vinho do Chef Diogo Rocha

Mesa de Lemos menu Verão

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]O “estrelado” restaurante Mesa de Lemos, situado em Passos de Silgueiros, no Dão, reabriu no dia 5 de Maio com novo menu de Verão e um pormenor muito especial: um vinho feito especialmente para o Chef Diogo […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]O “estrelado” restaurante Mesa de Lemos, situado em Passos de Silgueiros, no Dão, reabriu no dia 5 de Maio com novo menu de Verão e um pormenor muito especial: um vinho feito especialmente para o Chef Diogo Rocha e para a nova carta, pelo enólogo da Quinta de Lemos, Hugo Chaves.

O “Vinho do Chef”, uma edição limitada a 2 mil garrafas, é um lote de Touriga Nacional e Tinta Roriz da colheita de 2006. Nas palavras de Diogo Rocha, é “a personificação do vinho do Dão – um vinho muito gastronómico, com alguns anos, uma acidez extraordinária e muita fruta, que permite uma excelente harmonização com a nova carta do Mesa de Lemos.”

Quanto ao novo menu de Verão, mantêm-se os produtos regionais e nacionais de época, como já é assinatura do restaurante, numa proposta que combina com a estação vindoura, a apostar na frescura e nos elementos de maior acidez. A iniciação dá-se com um sorbet de tomate verde e com dois snacks. O primeiro, dominado pela cenoura, é composto por “gelado de cenoura roxa e bolo lêvedo”; “tartelette de cenoura”; “cenoura em pickle” e “cenoura assada com requeijão”. E o segundo, à base de mexilhão, traz “pastel de massa tenra de mexilhão”; “mousse de mexilhão e estufado ácido de couve lombarda”; “tártaro de mexilhão”; “mexilhão alimado” e “massada de mexilhão”.

O amuse-bouche chega na forma de “enguia fumada com ervilhas”, antes dos momentos principais. Para entrada, “línguas de bacalhau com caril e mostarda” e “lagostim e beterraba”. Seguem-se os pratos de peixe, com “tamboril com molho de espumante, pêra-abacate e curgete”, e “imperador com molho fragateiro e chouriço alentejano, pimentos em cebolada”.

No capítulo das carnes, surge “cabrito do Caramulo com salada de pepino doce, maçã verde e batata” e “bochecha de porco alentejano estufado em vinho Quinta de Lemos e boletus de Verão”.

Para finalizar a refeição, com notas doces, entra a pré-sobremesa que vem limpar o palato, um “gelado de figo com creme de iogurte e gengibre”. Depois, para rematar, “queijada de mirtilo, gelado de ameixa, entremeio de framboesa e curd de amora” e “pudim de hortelã com suspiro de morango e gelado de kiwi”.

Para reforçar o envolvimento de vários elementos da família Lemos, a nova mise en place apresenta a louça desenhada por Geraldine de Lemos.

Esta nova carta poderá ser experimentada em duas modalidades de menu: O Menu Lemos — 5 momentos e 2 conjuntos de snacks, amuse-bouche e pré-sobremesa, por €90 — e o Menu do Chef — 7 momentos, 2 conjuntos de snacks, amuse-bouche, pré-sobremesa e sobremesas, com o valor de €115. O Mesa de Lemos opera à quarta e quinta-feira ao jantar, à sexta e sábado ao almoço e ao jantar, e domingo ao almoço.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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JNcQUOI Avenida abre duas garrafas icónicas, já amanhã

JNcQUOI garrafas icónicas

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[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Para celebrar o segundo aniversário do Big Bottle Day — uma iniciativa lançada em 2019 que oferece a oportunidade de, todas as sextas-feiras, provar a copo os vinhos mais extraordinários, em garrafas de grande formato, raras e exclusivas, a um preço acessível — o JNcQUOI Avenida (em Lisboa) vai abrir dois grandes vinhos do “Novo Mundo”, já amanhã, dia 23 de Abril: Opus One 2014 (Estados Unidos) e Almaviva 2017 (Chile).

A partir das 12h00, quem ainda conseguir reservar presença, terá a oportunidade imperdível de conhecer estes dois vinhos, servidos a copo a partir de duas garrafas de 6 litros, Opus One por €120/copo e Almaviva por €60/copo. As reservas para o Big Bottle Day podem ser realizadas através de e-mail (bookatable@jncquoiavenida.com) ou telefone (+351 219 369 900).

Para quem não conhece os dois icónicos vinhos, o JNcQUOI explica: “Opus One, originário da região de Napa Valley (Califórnia), é um vinho mundialmente reconhecido por representar o resultado da união de duas personalidades marcantes do mundo dos vinhos: Robert Mondavi, pioneiro na produção de vinhos de alta qualidade na Califórnia, e o Barão Philippe de Rothschild. Já o Almaviva, do Chile, nasceu pelas mãos de Concha y Toro e da família Rothschild que partilhavam o desejo de criar um “Grand Cru Classé” do Chile”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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