A The Vine House, mais recente proposta do grupo Sogevinus acaba de abrir o seu primeiro restaurante com o cunho do Chef Vítor de Oliveira. Aberto de terça a domingo, o novo espaço da Quinta de São Luiz by Chef Vítor de Oliveira já aceita reservas. O rio Douro serve de inspiração para o conceito […]
A The Vine House, mais recente proposta do grupo Sogevinus acaba de abrir o seu primeiro restaurante com o cunho do Chef Vítor de Oliveira. Aberto de terça a domingo, o novo espaço da Quinta de São Luiz by Chef Vítor de Oliveira já aceita reservas.
O rio Douro serve de inspiração para o conceito gastronómico desenvolvido, que tem como pano de fundo as tradições da região duriense e os sabores trabalhados e apresentados de forma informal e orgânica. A essência do fogo lento e das panelas de ferro preto esquecidas ao lume, fazem parte do imaginário recriado, ao qual se juntam matérias-primas como o Bacalhau Salgado Seco, o Polvo do Algarve, a Carne Barrosã DOP, o Porco Bísaro e até o Galo Celta.
Nas tábuas esculpidas a partir de barricas centenárias surgem dispostos os exclusivos Queijos de Ovelha com Alecrim ou Malagueta de Trás-os-Montes e o Queijo de Cabra Biológico, mas também as melhores peças de presunto, dada a mestria do chef no manuseio do presunto alentejano, fumado e ibérico. A terra de berço do Tomate Coração Boi, é também palco de laranjas, toranjas e limões que ganham destaque na cozinha do chef Vítor de Oliveira.
Os vinhos da casa fazem companhia aos pratos e assumem um merecido protagonismo, das icónicas referências de Porto Kopke às colheitas mais recentes DOC Douro da gama São Luiz, sem esquecer o carácter experimentalista de São Luiz Winemaker’s Collection.
Para além do restaurante, onde é possivel degustar as iguarias do chef, existem também outras ofertas disponíveis, como um Piquenique na Quinta de São Luiz. Desta experiência, que tem como pano de fundo uma paisagem cultural da região e a tradição vitivinícola da quinta, será possível pedir um cesto que inclui as seguintes especialidades: Pão e Broa de Milho, Pastel Salgado Tradicional da Região, Tábua de Queijos Portugueses, Saladas de Legumes e Fruta, Sandes de Presunto Ibérico e Azeite da Quinta, Sardinha com Azeite e Tomilho, Doce Tradicional da Região, Fruta da Época e uma garrafa de vinho São Luiz Colheita Branco ou Colheita Tinto. O cesto é válido para duas pessoas e tem um valor de €80,00.
Situada na margem esquerda do rio Douro, perto do Pinhão, em plena sub-região do Cima-Corgo, a Quinta de São Luiz oferece agora a todos os seus visitantes uma experiência enoturística que une o vinho e a gastronomia.
Quinta de São Luiz by Chef Vítor de Oliveira Morada: E.N. 222 – Adorigo | 5120-012 Tabuaço Horários: De Terça-feira a Domingo, das 19h00 às 22h00. Sábados e Domingos aberto ao almoço das 12h30 às 15h00. Encerra à Segunda-feira Reservas: +351 939 953 311 ou book@saoluiz.rest Preço médio: 30,00€ por pessoa (sem bebidas incluídas)
Na localidade de Portela, Famalicão, a poucos metros do restaurante de fine dining Ferrugem, num aprazível quintal de uma velha casa de família, é-nos proposta uma autêntica viagem no tempo através das nossas memórias gastronómicas, aquelas que estão profundamente inculcadas no ADN da nossa identidade. Ao ar livre, no chão, em cima de fogo vivo […]
Na localidade de Portela, Famalicão, a poucos metros do restaurante de fine dining Ferrugem, num aprazível quintal de uma velha casa de família, é-nos proposta uma autêntica viagem no tempo através das nossas memórias gastronómicas, aquelas que estão profundamente inculcadas no ADN da nossa identidade.
Ao ar livre, no chão, em cima de fogo vivo ou de brasas incandescentes, estão grandes potes de ferro fundido fumegantes, cozinha em modo lento e onde a partilha das vitualhas é palavra de ordem. Um evento que se repete por 10 vezes, entre Maio e Outubro, e em que cada sessão tem a mais-valia de ter um chefe convidado, num duelo fraternal de troca de experiências e saberes, garantindo que as propostas são sempre diferentes. Daqueles velhos potes, primorosamente restaurados e limpos, saem caldos deliciosos, cozidos pungentes, gloriosos estufados de comer e chorar por mais. O difícil é conseguir parar!
Aos vinhos é também dado o devido destaque, com um produtor convidado em cada uma das jornadas. Anselmo Mendes, Kompassus, Palato do Côa, PicoWines, Quinta da Lapa, Quinta das Bágeiras, Quinta de Cottas, Quinta do Crasto, Secret Spot Wines, Adega Casa da Torre e Soalheiro, reservaram presença nas diversas edições a realizar durante o ano 2023.
O espaço em redor é idílico. Árvores frondosas, caramanchão bucólico, mesas e cadeiras espalhadas fomentando o convívio e a interação entre os participantes. Na edição em que fui, no ano passado, tirando os chefs (o anfitrião e o convidado) e o produtor presente, não conhecíamos mais ninguém. Nada que impedisse o diálogo divertido e o espírito de camaradagem que depressa se estabeleceram entre todos, como se fossemos membros de uma velha tertúlia.
Não há nada como a boa comida para soltar a língua e a boa disposição aos portugueses, pontuada aqui e ali por sonoras gargalhadas! Na sua primeira edição, o “Ir Com Sede ao Pote” foi distinguido como «Experiência Turística 2022» nos Prémios de Inovação e Turismo do Minho, em reconhecimento do seu papel na promoção e valorização da cultura gastronómica da região. Renato Cunha e a mulher Anabela, têm iniciativa e são persistentes. Mas acima de tudo fazem deste evento uma declaração de amor às nossas raízes e á nossa cultura.
Morada:
Casa de Ana Monteiro, Portela, Vila Nova de Famalicão Sessões:
20 de Maio; 3 e 17 de Junho; 1, 15 e 29 de Julho; 12 de Agosto; 9 e 23 de Setembro; 7 de Outubro. A partir das 18:00 horas. Cada sessão limitada a 40 participantes Bilhetes:
Através do número 932012974 ou do e-mail restaurante@ferrugem.pt
€100 por pessoa; 50€ para crianças entre os 4 e 12 anos
O jantar “Verão” de dia 5 de Julho, está inserido no ciclo de eventos do restaurante Marlene que celebram as estações do ano e será o 4º e último evento desta primeira edição que reúne diversos chefs reconhecidos pelo guia Michelin em Portugal. Convidados por Marlene Vieira para partilharem a cozinha aberta do seu restaurante […]
O jantar “Verão” de dia 5 de Julho, está inserido no ciclo de eventos do restaurante Marlene que celebram as estações do ano e será o 4º e último evento desta primeira edição que reúne diversos chefs reconhecidos pelo guia Michelin em Portugal.
Convidados por Marlene Vieira para partilharem a cozinha aberta do seu restaurante gastronómico, os chefs juntam-se para uma noite de homenagem e valorização dos produtos nacionais de excelência, inspirados na essência portuguesa, apresentando um exclusivo menu que celebra a sazonalidade com os melhores produtos da época.
Os três chefs convidados irão representar Lisboa e o Algarve, um dos ex-líbris do nosso país nesta altura do ano, com os chefs Pedro Pena Bastos, do restaurante Cura, João Oliveira e Louis Anjos, responsáveis por dois projetos de excelência da região sul – Vista e Al Sud, respetivamente – que celebram a proximidade ao mar com menus focados no peixe e marisco.
Chef Pedro Pena Bastos
Chef Louis Anjos
O quarto evento de celebração da portugalidade e do melhor que cada estação oferece contará com um menu de degustação de 10 momentos dedicado ao melhor da extensa e rica costa portuguesa. Os chefs convidados estarão encarregues, cada um, da criação de uma entrada e um prato. Diretamente do Algarve, Louis Anjos irá trabalhar ostras da Ria, choco e a tradicional alcagoita; João Oliveira, também com base no Algarve, fará os icónicos carapau, anchova, lula e a delicada gamba violeta brilhar; Pedro Pena Bastos combinará a sarda, lavagante, tomate, alperce, e o pinhão, com a chef Marlene celebrará emblemáticos ingredientes sazonais como a cereja, ervilha, flor de curgete e espargos verdes.
“É com enorme felicidade que conto com três dos colegas que mais admiro neste jantar de Verão que, tal como eu, partilham esta paixão e dedicação para com o produto sazonal – e nacional – de qualidade. Encerramos, assim, a primeira edição dos jantares de Estação, que contaram com grandes nomes do panorama gastronómico nacional, e prometemos lançar a segunda edição já no outono, agora com reconhecidos convidados internacionais, conhecidos pelo seu trabalho e valorização de ingredientes locais, bem como o respeito pela sazonalidade, em noites que irão destacar o melhor de Portugal e dos nossos sabores”, afirma Marlene Vieira.
Chef João Oliveira
Sommelier Gabriela Marques
Como é já característico destes eventos, a sommelier Gabriela Marques tratará da harmonização vínica muito completa e de excelência, que contará com o apoio de dois reconhecidos nomes da Bairrada, Luís e Maria João Pato, pai e filha, enquanto parceiros do evento, e que estarão presentes para dar a conhecer a história dos seus vinhos e da família Pato. Luis Pato traz a essência bairradina que tanto o caracteriza com quatro referências, começando pelo espumante o Espumante Vinha Pan 2015, depois Luís Pato Quinta do Ribeirinho Sercialinho 2021 e Luís Pato Vinha das Valadas Pé Franco 2018, e para a parte mais gulosa do menu, o M Sercialinho, um vinho muito especial feito em parceria com o Mugaritz, considerado um dos melhores restaurantes do mundo.
Este 4º evento tem início entre as 19:00 e as 20:30, e um custo de 200€ por pessoa, e inclui wine pairing.
As reservas podem ser feitas pelas vias habituais (website, email ou telefone).
E na verdade não deveria porque o conceito é inovador. Somam-se já cinco casas com o mesmo nome, espalhadas pela cidade, e a linhagem é respeitável, ou não fosse o grupo Prumo o proprietário, o mesmo do restaurante Paparico de boa memória, agora que este está momentaneamente encerrado e com promessas de ressurreição a prazo, […]
E na verdade não deveria porque o conceito é inovador. Somam-se já cinco casas com o mesmo nome, espalhadas pela cidade, e a linhagem é respeitável, ou não fosse o grupo Prumo o proprietário, o mesmo do restaurante Paparico de boa memória, agora que este está momentaneamente encerrado e com promessas de ressurreição a prazo, com nova localização a revelar.
Rissol Picante do Diabo
Bife Tártaro com Salada de Mistura de Alfaces e Batatas Chips.
Pois a minha primeira Brasão foi a última, aberta no final de 2022 na zona das Antas, mesmo em frente à Praça Velazquez. A localização é excelente e dificilmente passa despercebida pelo impacto da fachada exterior, que convida a espreitar, e interiormente cria um ambiente ao mesmo tempo descontraído, urbano e diferenciador, com os seus três pisos, o último dos quais uma esplanada que promete ser um “must”, quando o tempo o permitir. Mas foram as suas propostas gastronómicas que mais me entusiasmaram. Conversando com Rui Martins, director gastronómico do grupo, percebe-se que há uma linha e elementos comuns às outras cervejarias, mas que se procura destacar alguns pratos emblemáticos que ajudam a marcar a diferença. No caso da Brasão das Antas, a estrela de cartaz é aquilo a que chamaram “francesinha à antiga”, porque recupera a primeira versão daquele clássico, que teria sido feita com carne assada, enchidos, queijo e o inevitável e incontornável molho feito à base de tomate e cerveja. Note-se que esta versão convive pacificamente com a “normal”, para descanso dos puristas. A mim, confesso, encantaram-me mais as outras propostas, que saem da oferta habitual das cervejarias convencionais. Acho que é aqui que a Brasão mostra que está noutra dimensão. Falo de entradas como chips de arroz com picante, no couvert, bife tártaro e rissóis (negros) de carne, cogumelos e trufa, e na coroa de cebola; nas versões de bacalhau primorosamente apresentadas; nos pratos vegetarianos que piscam o olho a uma clientela exigente e nas sobremesas que são uma tentação para os gulosos, como a tarte merengada ou as natas do céu, entre outras. Como boa cervejaria que se preza, a Brasão das Antas aposta em cervejas diferenciadas, como uma gama alargada de IPA, e não esquece os vinhos, onde os espumantes da Bairrada assumem um protagonismo surpreendente.
Morada Av. de Fernão de Magalhães 1530, 4350-157 Porto
Contactos
913 807 372 / reservas@brasao.pt
Horário
Seg. a Sex.: 12h – 15h e 19h – 00h; Sáb. e Dom.: 12h – 15h30 e 19h – 00h
A Quinta de Nápoles, da Niepoort, será palco da 5ª edição do Concurso Tomate Coração de Boi do Douro, evento que coloca este rubi vermelho suculento — cultivado nas quintas e quintais do Douro e de Trás-os-Montes — em competição, no dia 26 de Agosto, e nas mesas dos restaurantes da região, durante todo o […]
A Quinta de Nápoles, da Niepoort, será palco da 5ª edição do Concurso Tomate Coração de Boi do Douro, evento que coloca este rubi vermelho suculento — cultivado nas quintas e quintais do Douro e de Trás-os-Montes — em competição, no dia 26 de Agosto, e nas mesas dos restaurantes da região, durante todo o mês.
Celeste Pereira, uma das mentoras do projecto, comenta: “Em apenas 6 anos, transformámos a época de produção de tomate Coração de Boi numa festa no Douro, atraindo à região um número cada vez maior de pessoas. A iniciativa centra-se no Tomate Coração de Boi do Douro, mas vai muito além disso. É também um momento de exaltação da região vinhateira nas suas múltiplas vertentes, promovendo o vinho, o território, o turismo, as gentes do Douro que aqui trabalham todos os dias e aqueles que, com visão, nele investem”.
Para a prova do tomate em concurso, a organização — que, além de Celeste, integra o jornalista Edgardo Pacheco e o produtor de vinhos Abílio Tavares da Silva, da Quinta de Foz Torto — volta a reunir um júri de especialistas: chefs de cozinha de referência, enólogos, jornalistas e outros actores na área da gastronomia. Terminado o apuramento do vencedor, pelas 18h30, haverá um jantar volante, animado por uma mesa de sabores locais e vinhos das quintas concorrentes. A inscrição neste jantar, com lotação limitada, custa €50 e a reserva e o pagamento prévio devem ser feitos através do e-mail greengrape@greengrape.pt.
A par do concurso, e durante todo o mês de Agosto, os restaurantes de referência da região do Douro aderem à Festa do Tomate Coração de Boi, incluindo nas suas ementas pratos inspirados no tomate. Entre os restaurantes aderentes está o DOC (Folgosa), Bonfim 1896 (Quinta do Bomfim, Pinhão), Pickles do hotel Six Senses Douro Valley (Lamego), O Lagar (Torre de Moncorvo), Taberna do Carró (Torre de Moncorvo), Bistrô and Terrace (Quinta do Tedo), Cais da Villa (Vila Real), Casa de Pasto Chaxoila (Vila Real), Cozinha da Clara (Quinta de La Rosa, Pinhão), Toca da Raposa (Ervedosa do Douro), Cais da Ferradosa (São João da Pesqueira), Cêpa Torta (Alijó), o Aneto & Table (Peso da Régua), Quinta do Portal (Sabrosa), Quinta da Pacheca (Lamego), Cantina de Ventozelo (Quinta de Ventozelo, S. João da Pesqueira), Castas e Pratos (Régua) e Flor de Sal (Mirandela).
Edgardo Pacheco, jornalista especializado em gastronomia, explica sobre o tomate Coração de Boi: “Não há volta a dar. Todas as regiões produzem bom tomate, mas nenhum chega aos calcanhares do tomate Coração de Boi do Douro. Por quatro razões: primeiro, a conservação das sementes dos melhores frutos, que é uma prática com décadas no Douro; segundo, o solo xistoso é o terroir perfeito para a vida equilibrada da planta; terceiro, as temperaturas altas injectam doçura nos frutos; e quarto, as amplitudes térmicas são responsáveis pela textura firme dos frutos”.
Em 2022, o Município de Alijó regressa aos grandes eventos de promoção do território com a Feira Vinhos e Sabores dos Altos, que se realiza de 17 a 19 de junho, no Parque da Vila de Alijó. A designação “vinhos dos Altos” diz respeito aos vinhos produzidos em cotas mais altas, nomeadamente no planalto do concelho […]
Em 2022, o Município de Alijó regressa aos grandes eventos de promoção do território com a Feira Vinhos e Sabores dos Altos, que se realiza de 17 a 19 de junho, no Parque da Vila de Alijó.
A designação “vinhos dos Altos” diz respeito aos vinhos produzidos em cotas mais altas, nomeadamente no planalto do concelho de Alijó. É uma zona onde é possível produzir vinhos mais frescos e aromáticos, de muita qualidade, entre 500 e 700 metros de altitude.
A Feira dos Vinhos e Sabores dos Altos associa a promoção dos vinhos à gastronomia, harmonizando provas de vinho comentadas por especialistas com demonstrações gastronómicas. Conta ainda com a presença de expositores de gastronomia e produtos locais, nomeadamente pão, azeite, fumeiro, queijos, amêndoa, entre outros.
Um evento com provas de vinho comentadas, showcooking de produtos locais, Concurso Escolha de Imprensa Vinhos dos Altos, concertos dos 4 e meia, Carolina Deslandes, FF, DJ Rita Mendes e muita animação.
Programa da Feira:
SEXTA-FEIRA 17
17h00 – Abertura do Evento
17h30 – Inauguração Oficial
18h00 – Prova Comentada “Grandes Vinhos Brancos dos Altos”
19h00 – Showcooking: Tapas e Petiscos com um Copo de Vinho
22h00 – Concerto “Os Quatro e Meia”
00h30 – DJ Pantaleão
SÁBADO 18
09h00 – Concurso Escolha de Imprensa Vinhos dos Altos 2022
(Museu de Favaios)
10h00 – Demonstração de Equipamentos de Viticultura
(Quinta Da Granja)
17h00 – Abertura da Feira
18h00 – Entrega de Prémios Escolha de Imprensa Vinhos dos Altos 2022
18h30 – Prova Comentada “Grandes Vinhos Tintos dos Altos”
19h00 – Showcooking: Pratos Regionais
22h00 – Concerto Carolina Deslandes
00H30 – DJ Rita Mendes
DOMINGO 19
16h00 – Abertura da Feira
– Animação Cultural
18h00 – Prova Comentada Moscatel
19h00 – Showcooking: Cocktails com Moscatel
21h30 – FF com Banda Filarmónica de São Mamede de Ribatua
Abriu em Julho de 2021, no Cais do Sodré, numa capital já completamente “minada” de wine bars e coisas que tais. No entanto, o Dahlia é muito mais do que um bar no Cais. TEXTO Mariana Lopes FOTOS Dahlia Querer ir a um bar mesmo no centro da movida de Lisboa, mas não saber qual […]
Abriu em Julho de 2021, no Cais do Sodré, numa capital já completamente “minada” de wine bars e coisas que tais. No entanto, o Dahlia é muito mais do que um bar no Cais.
TEXTO Mariana Lopes FOTOS Dahlia
Querer ir a um bar mesmo no centro da movida de Lisboa, mas não saber qual escolher porque a oferta é enorme e a originalidade é pouca. Esta é uma condição comum, que para os verdadeiros amantes de música, vinho e boa comida, já tem uma solução: a Travessa do Carvalho nº 13, no Cais do Sodré, ganhou o Dahlia, um “listening wine bar”. Os listening bars, como explica a Mumbli — uma empresa que avalia e certifica o “bem-estar sonoro” de espaços abertos ao público, com base na qualidade de conversação e níveis de som saudáveis — popularizaram-se no Japão na década de 50 e são, na sua maioria, bares com equipamento de som de elevada qualidade, que tocam discos vinil cuidadosamente escolhidos por quem gere o espaço. Recentemente, o fenómeno dos listening bars alargou-se às grandes capitais do resto do Mundo e David Wolstencroft, juntamente com outros três sócios, Hamish Seears, Tiago Oudman e Harrison Iuliano, trouxe-o em Julho do ano passado para Lisboa.
O interior do Dahlia lembra, no design, uma mistura de “mid-century modern” —sobretudo nos tons de verde-azulado e laranja-abóbora, e nos candeeiros abaulados suspensos sobre o balcão comprido que atravessa, do lado direito, todo o bar — com uma grande simplicidade nos detalhes. Atrás do balcão, na parede, pode ver-se a vasta colecção de vinil da casa, com dezenas de discos a pedir para serem escolhidos por David (Dj Trus’me) ou por um dos clientes que queria muito impor a sua curadoria aos demais. Afinal, a música é aqui protagonista, com a cozinha e os vinhos a apoiá-la com excelência.Quem visita o Dahlia, dificilmente não repara na presença do enérgico e atento Adam Purnell. Nascido no Reino Unido, Adam trabalhou, até 2015, em Business Development e Publicidade. Nesse ano, como o próprio conta, teve uma espécie de epifania e decidiu mudar de vida, demitiu-se, acabou a relação com a namorada da altura e mudou-se de malas e bagagens para Berlim. Na capital alemã geriu espaços semelhantes a este, e em 2021 acabou por aceitar o convite dos amigos e veio para Lisboa gerir o Dahlia. Sendo ele próprio enófilo, um mundo que Adam diz estar a descobrir cada vez mais, a carta de vinhos — que inicialmente foi desenhada pelos proprietários com o conceito “natural”, mas que na verdade vai além desta corrente (afinal, o que são mesmo vinhos naturais…?) — está agora a seu cargo, e vai sofrendo pequenos ajustes. Falamos de mais de duas dezenas de rótulos de vários países como, a título de exemplo, o Uivo, na versão varietal de Rabigato, da Folias de Baco (Douro); A Seara Castas Brancas, um Ribeiro (Espanha) de Iria Otero; Charmeleon Chardonnay (Australia); Phaunus Loureiro, da Aphros (Vinho Verde); Pai Abel Chumbado, da Quinta das Bágeiras (Bairrada); Madeleine, de Les Dolomies (Jura, França); Luna Llena, de Kindeli (Nelson, Nova Zelândia); ou o alentejano Vira Cabeças, da Cabeças do Reguengo. Há também alguns Pet Nat (como o Javali, do Douro), Uivo Colheita Tardia e, fora do vinho mas na mesa carta, Mezcal Amores Misterios. Algumas destas referências estão disponíveis a copo. Já para quem prefere cocktails, o Dahlia tem uma selecção personalizada, preparada pelo mixologista Rony Hernandez, que inclui receitas como Mezcal Negroni ou Hibiscus Frizz, além do Grilled Pineapple Smash ou Orange Fashioned.E o que vem da cozinha é, na verdade, uma revelação. Os chefs Vítor Oliveira (ex-chef do Damas, também em Lisboa) e Gabriel Rivera têm uma grande preocupação em utilizar apenas produtos frescos, sazonais — e, em alguns dos casos, comprados na zona — e um “dedo” muito talentoso para combinações inusitadas em petiscos de autor, onde tudo funciona em harmonia e com muito sabor. Recentemente, a dupla apresentou um novo menu, onde propõe momentos como as entradas Bolinhos de Feijão (€4) ou Pakora (€4, um prato típico da Índia e do Paquistão); e os pratos Rosti de batata doce com molho agridoce (€7,50), Salada de melão, mostarda vinagrete e menta (€7,50), Couve-flor assada, cacau e kimchi de tomate (€8,50), Massa fresca do dia (€12,50) e Franguito fumado, farofa, limão (€15). Nas sobremesas, a sugestão vai para Chocolate tahini, banana e crumble (€6), Arroz doce caramelizado e limão preto (€6) e Bolo de figo com doce de pastinaca (€6). “O novo menu reflecte a criatividade dos nossos chefs. Acreditamos que estas novas criações do Dahlia vão voltar a surpreender os nossos clientes, com uma experiência diferenciadora que inclui não só a cozinha, mas também o bar e a música, tudo num ambiente muito ‘cool’ e descontraído”, convida Adam Purnell.
O Dahlia tem capacidade para 29 lugares e abre de terça-feira a sábado, com a cozinha a funcionar das 18h30 às 23h00. E, para deleite dos mais organizados, aceita reservas!
O Tejo Gourmet 2022, Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo que este ano chega à 10ª edição, já tem definidos os restaurantes nacionais que aderiram à iniciativa. São 63 os espaços — do continente e ilhas — que submeteram os seus menus vínicos à prova, nesta competição promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo […]
O Tejo Gourmet 2022, Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo que este ano chega à 10ª edição, já tem definidos os restaurantes nacionais que aderiram à iniciativa. São 63 os espaços — do continente e ilhas — que submeteram os seus menus vínicos à prova, nesta competição promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) e pela Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo.
De 1 de Fevereiro a 31 de Março de 2022, os visitantes destes restaurantes poderão fazer a “Rota do Tejo Gourmet”, para provar e desfrutar dos menus vínicos criados especialmente para o concurso. Cada menu é composto por entrada, prato e sobremesa e, como não podia deixar de ser, é harmonizado, a cada momento, com diferentes Vinhos do Tejo. Para além da avaliação feita pelos comensais, caberá a um painel de jurados, composto por quatro profissionais em cada visita, pontuar a gastronomia, os vinhos e a harmonização. O Tejo Gourmet 2022 premeia “O Melhor Restaurante” em absoluto, assim como as categorias “Melhor Entrada”, “Melhor Prato Principal”, “Melhor Sobremesa”, “Melhor Carta de Vinhos”, “Melhor Promoção”, “Restaurante Revelação”, “Melhor Casa de Petiscos”, “Melhor Cozinha Tradicional”, “Melhor Cozinha de Autor” e “Melhor Cozinha Internacional”. São ainda entregues diplomas de Prata e de Ouro. O anúncio e entrega dos prémios acontecem por ocasião da Gala Vinhos do Tejo, marcada para o dia 28 de Maio de 2022.
Luís de Castro, Presidente da CVR Tejo, afirma: “Estamos bastante satisfeitos com a adesão a esta edição do Tejo Gourmet, que vem confirmar o espaço que este nosso Concurso já ocupa no panorama nacional. Conta já com uma dezena de edições, o que tem, sem dúvida, ajudado a afirmar os Vinhos do Tejo dentro e fora da região. Se na primeira edição aderiram 22 restaurantes, apenas da região dos Vinhos do Tejo, na última, em 2019, o número subiu para 58 e, este ano, para 63 restaurantes, neste que foi salto triplo, a contar da génese”.
Criado em 2010, o Tejo Gourmet começou por ser um concurso de âmbito regional, passando, em 2012, a contemplar os restaurantes de lés-a-lés de Portugal. Esta mudança contribuiu, segundo os organizadores, “para o seu crescimento, quer em qualidade, quer em quantidade, no que diz respeito ao número de restaurantes participantes”.10ª Edição TEJO GOURMET – Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo Lista dos restaurantes participantes:
• A Casa do Avô (Guia, Albufeira)
• A Lúria (Portela de São Pedro, Tomar)
• A Toca do Coelho (Usseira, Óbidos)
• A Varanda do Parque (Santarém)
• Adega Açoriana – Tapas & Wine House (Pico, Açores)
• Alecrim.com (Funchal, Madeira)
• Almourol Restaurante (Tancos, Vila Nova da Barquinha)
• Amassa (Santarém)
• Atual Restaurante (Silveira, Torres Vedras)
• Aveiramariscos (Aveiras de Cima)
• Beef & Wines (Funchal, Ilha da Madeira)
• Belpaço (Tomar)
• Black Frog Restaurante & Gin House (Santarém)
• Burro Velho (Batalha)
• Café Alentejo (Évora)
• Capriola – Hotel Lusitano (Golegã)
• Casa Chef Victor Felisberto (Alferrarede, Abrantes)
• Casa de Pasto “A Regional Valonguense” (Valongo)
• Chalet Vicente (Funchal, Madeira)
• Clube Naval de São Roque do Pico (Pico, Açores)
• Cordel Maneirista (Coimbra)
• Danidoce Marisqueira (Alpiarça)
• De’gustar (Torres Novas)
• DiGusto (Santarém)
• Dom Joaquim (Évora)
• Dona Laura – Tapas e Vinhos (Évora)
• Genuinu’s (Aveiras de Cima)
• InPar Restaurante by Aroeira Lisbon Hotel (Aroeira, Charneca da Caparica)
• Mãe – Cozinha com Amor (Lisboa)
• Magma (Pico, Açores)
• Magna Carta – Wine & Food (Paredes da Vitória, Pataias)
• Mensa – Hotel Le Malibu Foz (Figueira da Foz)
• No Tacho (Coimbra)
• O Castelo (Belver)
• O Cavalo do Sorraia (Alpiarça)
• O Convite – Dom Gonçalo Hotel Spa (Fátima)
• O Febra (Almeirim)
• O Picadeiro (Tomar)
• O Poço do Zé (Casais de Santa Helena, Caldas da Rainha)