Alentejo cresce nas exportações

Os primeiros seis meses deste ano trouxeram boas notícias aos vinhos do Alentejo. Dados divulgados pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) apontam para um crescimento das exportações que atinge os 28 por cento em valor e 17 por cento em quantidade, face a igual período de 2016. O preço médio por litro subiu nove por […]
Os primeiros seis meses deste ano trouxeram boas notícias aos vinhos do Alentejo. Dados divulgados pela Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) apontam para um crescimento das exportações que atinge os 28 por cento em valor e 17 por cento em quantidade, face a igual período de 2016. O preço médio por litro subiu nove por cento.
Brasil, Angola, EUA, Suíça e França são os principais mercados externos – no seu conjunto, estes cinco países representam mais de metade (57%) do valor exportado e da quantidade (55%). Os vinhos DOC Alentejo e Regional Alentejano chegam a 112 mercados internacionais e a quantidade exportada duplicou nos últimos dez anos. Francisco Mateus, presidente da CVRA, assume que o objectivo é “fechar 2017 como o melhor ano na exportação”.
Os vinhos alentejanos cresceram mais do que a média nacional em termos de valorização no mercado externo. No primeiro semestre de 2017, os vinhos portugueses venderam-se a 2,75 euros por litro, uma variação de +4% face ao ano anterior; os néctares alentejanos saíram para o mercado a um preço médio de 3,08 euros, mais 9% do que em 2016. Dados que indiciam uma “maior percepção da qualidade por parte dos importadores e consumidores internacionais”, comenta Francisco Mateus.
Prémios para Portugal no China Wine & Spirits Awards

O vinho tinto Gáudio Clássico 2014 foi o maior vencedor da delegação portuguesa ao concurso China Wine & Spirits Awards (CWSA). Este vinho do produtor Ribafreixo (da Vidigueira) ganhou não só uma Dupla Medalha de Ouro (Double Gold) como o troféu CWSA Portuguese Wine of the Year, indicando que foi o mais pontuado entre os […]
O vinho tinto Gáudio Clássico 2014 foi o maior vencedor da delegação portuguesa ao concurso China Wine & Spirits Awards (CWSA). Este vinho do produtor Ribafreixo (da Vidigueira) ganhou não só uma Dupla Medalha de Ouro (Double Gold) como o troféu CWSA Portuguese Wine of the Year, indicando que foi o mais pontuado entre os vinhos portugueses. O Gáudio sucede assim ao vencedor do ano passado, o Grand ‘Arte Alvarinho 2015, da DFJ Vinhos
Na edição de 2017, o júri deu ainda pontuações para mais oito Dupla Medalha de Ouro. Os vinhos portugueses obtiveram ainda 57 medalhas de Ouro, 11 de Prata e 8 de Bronze. A organização não divulgou quantos vinhos entraram, nem a sua divisão por nacionalidades e prémios, mas foram certamente alguns milhares de amostras. A maioria de vinho, mas o concurso também inclui toda a espécie de bebidas, incluindo licores e destilados. Resultados completos e informações em: http://www.cwsa.org.
Este evento, que teve lugar recentemente em Hong Kong, é “o maior e mais prestigiado concurso de vinhos & bebidas da China”, garante a organização. A maior diferença face a concursos internacionais (especialmente os europeus) é que o júri será seleccionado entre especialistas que conhecem bem o mercado chinês e os seus consumidores. Falamos de compradores, importadores, retalhistas e escanções.
Principais prémios para vinhos portugueses:
CWSA Portuguese Wine of the Year e Double Gold
Gáudio Clássico 2014 (Ribafreixo Wines)
Double Gold
Casa Ermelinda Freitas Cabernet Sauvignon Reserva tinto 2013 (Casa Ermelinda Freitas)
Dona Ermelinda branco 2015 (Casa Ermelinda Freitas)
Vila Santa Reserva tinto 2014 (J. Portugal Ramos)
Pouca Roupa tinto 2015 (J. Portugal Ramos)
Convés tinto 2012 (Enolea – Sociedade Agrícola)
Maynard’s LBV 2013 (Barão de Vilar)
Maynard’s Tawny 40 anos (Barão de Vilar)
Barão de Vilar Tawny 20 anos (Barão de Vilar)
Moscatel Torna Viagem regressou a casa

Após mais um périplo do navio-escola Sagres, o famoso Moscatel Torna Viagem, da José Maria da Fonseca, já regressou a Azeitão. A bordo, para uma viagem de cinco meses no mar, seguiram um casco com Moscatel de Setúbal 1911, colheita que não tinha sido anunciada na data da partida por questões de sigilo, um de […]
Após mais um périplo do navio-escola Sagres, o famoso Moscatel Torna Viagem, da José Maria da Fonseca, já regressou a Azeitão. A bordo, para uma viagem de cinco meses no mar, seguiram um casco com Moscatel de Setúbal 1911, colheita que não tinha sido anunciada na data da partida por questões de sigilo, um de Bastardinho 2011 e dois de Moscatel de Setúbal 2016. À semelhança do sucedido em ocasiões anteriores, espera-se que estes vinhos tenham desenvolvido nesta viagem uma qualidade superior, tornando-se mais aveludados e ganhando muito maior complexidade.
Vidigueira Signature com o toque do enólogo Luis Leão

Luis Morgado Leão é um enólogo que tem vindo a levantar sobrolhos nos últimos anos. E o seu trabalho tem ajudado à notoriedade dos vinhos da Adega Cooperativa de Vidigueira Cuba e Alvito (ACVCA). Por isso não estranha que Luis leão tenha assinado uma colheita especial, o Vidigueira Signature branco de 2016, aquilo que poderemos […]
Luis Morgado Leão é um enólogo que tem vindo a levantar sobrolhos nos últimos anos. E o seu trabalho tem ajudado à notoriedade dos vinhos da Adega Cooperativa de Vidigueira Cuba e Alvito (ACVCA). Por isso não estranha que Luis leão tenha assinado uma colheita especial, o Vidigueira Signature branco de 2016, aquilo que poderemos chamar de um “Vinho de Autor”. Lá dentro está um lote de Antão Vaz, Perrum e Arinto, a partir de uvas produzidas em solos de xisto, como é frequente nesta área alentejana. O Vidigueira Signature branco 2016 tem 12,5⁰ de teor alcoólico e estagiou três meses em barricas de carvalho francês com removimento diário de borras. O vinho está apenas disponível nas lojas da cadeia Continente e, com a promoção a decorrer, está a €4,49.
DFJ Vinhos nas 5 melhores empresas europeias de vinhos

José Neiva Correia, enólogo-chefe e proprietário da DFJ Vinhos, está contente. A sua empresa entrou para a lista dos prémios anuais da revista americana Wine Enthusiast, na categoria “European Winery of the Year”. Esta categoria inclui mais quatro nomes (de grande prestígio, diga-se): Domaines Schlumberger (França), Dr. Loosen (Alemanha); Fontanafredda (Itália) e González Byass (Espanha). […]
José Neiva Correia, enólogo-chefe e proprietário da DFJ Vinhos, está contente. A sua empresa entrou para a lista dos prémios anuais da revista americana Wine Enthusiast, na categoria “European Winery of the Year”. Esta categoria inclui mais quatro nomes (de grande prestígio, diga-se): Domaines Schlumberger (França), Dr. Loosen (Alemanha); Fontanafredda (Itália) e González Byass (Espanha).
Este prémio integra-se num apanhado das empresas e personalidades que mais se destacam no mundo do vinho. Em liça estão 16 categorias, a maioria delas afastada do mundo fora dos Estado Unidos.
A revista vai divulgar quem vencerá dia 9 de Novembro e o jantar de entrega de prémios ocorrerá em Miami, dia 29 de Janeiro.
José Neiva Correia disse a propósito que “é uma honra sermos eleitos por esta revista americana, uma das mais influentes do mundo do vinho. Este é um excepcional reconhecimento para o trabalho desenvolvido por todos na DFJ Vinhos (…)”. Refira-se ainda que a DFJ Vinhos controla cerca de 400 hectares de vinhas, a maioria na região de Lisboa. A empresa produz uma média anual de 6 milhões de garrafas (mais de 98% exportada para mais de 50 países) com uma equipe de 34 pessoas.
Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo já tem museu

Chama-se Wine Museum Centre Fernanda Ramos Amorim, nasceu na Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e é o mais recente museu do Douro. Com mais de 12.000 turistas anuais, o projecto enoturístico desta quinta situada na margem direita do rio, perto do Pinhão, que já contempla alojamento e restaurante, fica ainda mais completo. O […]
Chama-se Wine Museum Centre Fernanda Ramos Amorim, nasceu na Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo e é o mais recente museu do Douro. Com mais de 12.000 turistas anuais, o projecto enoturístico desta quinta situada na margem direita do rio, perto do Pinhão, que já contempla alojamento e restaurante, fica ainda mais completo.
O museu resulta do sonho da coleccionadora, Fernanda Amorim, de preservar a memória cultural da região do Douro, partilhando-a com todos os amantes de vinho que a visitam. O edifício foi desenhado por Arnaldo Barbosa, considerado um dos “arquitectos do Douro”, e os conteúdos estiveram a cargo da empresa de museologia MUSE, com a colaboração da Fundação Museu do Douro. O espólio reflecte a tradição secular do Douro, agora apresentada num acervo representativo do ciclo produtivo do Vinho do Porto, com peças dos séculos XIX e XX, reunidas ao longo de vários anos por Fernanda Ramos Amorim.
Magos Irrigation Systems tem novo site

Dando continuidade à sua estratégia de partilha de conhecimento com os agricultores sobre soluções de rega, a Magos Irrigation Systems inaugurou um novo site na Internet. Localizado no endereço www.magos.pt, o site foi completamente remodelado e tem novas funcionalidades. Entre elas, destaca-se a possibilidade de funcionar em todas as plataformas, incluindo tablets e telemóveis. Recorde-se […]
Dando continuidade à sua estratégia de partilha de conhecimento com os agricultores sobre soluções de rega, a Magos Irrigation Systems inaugurou um novo site na Internet. Localizado no endereço www.magos.pt, o site foi completamente remodelado e tem novas funcionalidades. Entre elas, destaca-se a possibilidade de funcionar em todas as plataformas, incluindo tablets e telemóveis. Recorde-se que a Magos afirma-se como “líder no sector e com actividade exclusiva em sistemas de rega”, incluindo a rega gota-a-gota, por aspersão e por pivot. A empresa cobre todo o leque de soluções, desde o projecto à instalação, incluindo suporte pós-venda. Do seu portefólio de clientes incluem-se grandes produtores de vinhos como a Symington Family Estates.
Mundus Vini Summer Tasting deu boas medalhas para Portugal

O concurso alemão decorre sem interrupções há 16 anos e este ano reuniu quase 4.300 vinhos, provenientes de 42 zonas de vinho de todo o mundo. Os vinhos foram avaliados por um conjunto de 164 jurados, oriundos de 41 países. Portugal trouxe duas medalhas Grande Ouro, 69 de Ouro e 80 de Prata. Os Grande […]
O concurso alemão decorre sem interrupções há 16 anos e este ano reuniu quase 4.300 vinhos, provenientes de 42 zonas de vinho de todo o mundo. Os vinhos foram avaliados por um conjunto de 164 jurados, oriundos de 41 países.
Portugal trouxe duas medalhas Grande Ouro, 69 de Ouro e 80 de Prata. Os Grande Ouro foram para o branco alentejano Conde d’ Ervideira Reserva 2016 e para o tinto duriense Quinta do Cume Grande Reserva 2014. Estes dois vinhos levaram ainda o título de “Best of Show”, indicando que foram os melhores portugueses nas categorias de branco e tinto, respectivamente.
Os vinhos portugueses, já agora, trouxeram um conjunto de medalhas invejável, especialmente se considerarmos que os produtores de vinho da Itália (que inscreveram 1.200 vinhos), Alemanha (800) e Espanha (750) enviaram muito mais amostras que os produtores portugueses (325). O único país que ombreou connosco foi a França, mas os gauleses, contudo, trouxeram muito menos medalhas: 5 Grande Ouro, 41 de Ouro e 60 de Prata (contra, relembramos, 2, 69 e 80 para os néctares portugueses). Os países com mais medalhas foram Itália (411), Alemanha, (341) e Espanha (340).
O título de “Melhor produtor português” foi para a Sogrape Vinhos, que trouxe 5 medalhas de Ouro e 7 de Prata.
Nota de realce ainda para os vinhos de alguns países que podemos considerar como ‘exóticos’ no mundo do vinho. Brunei e Taiwan, por exemplo; mas também a Dinamarca e a Bélgica, que conseguiram, inclusive, algumas medalhas.
A competição decorreu em Neustadt an der Weinstrasse e foi organizada pela editora Meininger Verlag, especialista em órgão de comunicação social para a indústria do vinho.
Pode consultar os resultados completos no site do concurso.