Enoteca vai vender Inevitável 2016 en primeur

CHAMA-SE Projecto Barrica II e resulta este ano de uma parceria entre o clube de vinhos Enoteca e o produtor alentejano Casa de Santa Vitória. No fundo, trata-se de permitir aos enófilos conseguirem comprar um vinho topo de gama a preços muito em conta. O vinho em causa é o Inevitável 2016, que fica na […]
CHAMA-SE Projecto Barrica II e resulta este ano de uma parceria entre o clube de vinhos Enoteca e o produtor alentejano Casa de Santa Vitória. No fundo, trata-se de permitir aos enófilos conseguirem comprar um vinho topo de gama a preços muito em conta. O vinho em causa é o Inevitável 2016, que fica na posição cimeira da hierarquia do portefólio da Casa de Santa Vitória. O vinho ainda não existe oficialmente, porque o lote final ainda não foi feito (serão duas castas mas ainda não está determinado quais) e os seus elementos base estão neste momento a repousar em barricas na adega do produtor, a sul de Beja. Ou seja, trata-se de uma venda ‘en primeur’, uma técnica muito usada nos topos de gama de Bordéus (e não só). O promotor tem a vantagem de receber imediatamente o dinheiro pelo vinho que ainda está a estagiar, mas o enófilo (ou investidor) tem a vantagem de o conseguir comprar bem mais barato. Quanto mais? Pois bem, cerca de metade. Cada garrafa irá sair a 12 euros. Mas apenas se fizer a aquisição até 31 de Agosto. A partir daí e até 30 Abril de 2018, o preço sobe para €18. E depois vigora o preço final, de €24. Será, aliás, por esta altura, Maio de 2018, que irá receber o vinho que comprou.
A quantidade mínima é 1/16 de barrica, o que corresponde a 3 caixas de 6 garrafas (€216 no total). Mas poderá comprar o equivalente a uma barrica (48 caixas) e gastar €3.456. Pelo meio existem muitas outras alternativas…
O participante na iniciativa, que terá de ser sócio da Enoteca (não é caro), tem outras vantagens: Em Setembro será convidado para provar o lote final, na adega. Pode ainda usufruir de condições vantajosas de alojamento no Vila Galé Clube de Campo (onde está a adega da Casa de Santa Vitória) e vai também receber relatórios periódicos sobre a evolução do vinho. Melhor ainda, a Enoteca garante a devolução do valor caso a qualidade do vinho não corresponda à qualidade expectável. Pode obter mais informações no site da Enoteca: www.enoteca.pt/enoteca/projeto-barrica.
AF
Dez anos de Adega Mayor com nova imagem

A Adega Mayor celebra dez anos no mercado com uma nova imagem e novidades na sua gama, agora organizada sob o lema “Abre os Sentidos”. As alterações mais visíveis – para além dos rótulos, claro – têm a ver com o fim da linha de vinhos Adega Mayor, que agora passa a chamar-se Reserva, com […]
A Adega Mayor celebra dez anos no mercado com uma nova imagem e novidades na sua gama, agora organizada sob o lema “Abre os Sentidos”. As alterações mais visíveis – para além dos rótulos, claro – têm a ver com o fim da linha de vinhos Adega Mayor, que agora passa a chamar-se Reserva, com varietais brancos de Pinot Gris, Verdelho e Viognier, tinto de Touriga Nacional e rosé de Pinot Noir.
O lema “Abre os Sentidos”, dá forma aos novos rótulos, com a gama Caiado associada à pintura, os Reserva conotados com a fotografia, os monocasta ao ritmo da música, os topos de gama sob o signo da literatura e o espumante ligado ao design. Rita Nabeiro, directora geral, explica que a empresa muda “para aumentar a notoriedade, reforçar-se como símbolo de qualidade e atrair novos consumidores”; e, de caminho, deixa alguns números do que é a Adega Mayor após uma década no mercado: 180 hectares de vinha, 4,5 milhões de litros de vinho, 1 milhão de garrafas, duas adegas, 15 referências, 5 milhões de euros de facturação anual.
A apresentação dos novos vinhos e imagem da Adega Mayor decorreu no Sem Título, um espaço “pop up” que funcionará durante o mês de Julho na Rua do Alecrim, em Lisboa, sob a batuta do chefe Nuno Bergonse. Mais do que um restaurante, este é um espaço de experiências, onde se pode beber um copo de vinho, mas também viver uma refeição que desafia as regras instituídas. Ao longo do mês, haverá três menus distintos.
LF
Explorar o Porto com a Poças

UMA garrafa de Vinho do Porto, dois copos e um mapa. O Emotions Explorer Kit é uma proposta da Poças para viajantes na cidade do Porto que gostam de saborear os lugares em boa companhia. Criada pelo designer portuense Luís Mendonça, a caixa Emotions Explorer é facilmente transportável e desafia os visitantes do Porto a […]
UMA garrafa de Vinho do Porto, dois copos e um mapa. O Emotions Explorer Kit é uma proposta da Poças para viajantes na cidade do Porto que gostam de saborear os lugares em boa companhia. Criada pelo designer portuense Luís Mendonça, a caixa Emotions Explorer é facilmente transportável e desafia os visitantes do Porto a descobrirem os seus próprios percursos da cidade, recantos, esquinas, escadas, bancos de jardim ou miradouros que merecem uma pausa e um Vinho do Porto, em partilha. Custa 18 euros e pode ser adquirido em diversas lojas e guest houses do Porto.
Grandes Escolhas | Vinhos&Sabores, na FIL, em Outubro

VAI tomando forma a grande feira nacional do vinho e da gastronomia, a ocorrer de 27 a 30 de Outubro. O espaço, confirma-se, será a FIL, no Parque das Nações. Este espaço é, logo à partida, ideal para este evento, que se quer o maior do calendário português. De facto, segundo João Geirinhas, gestor do […]
VAI tomando forma a grande feira nacional do vinho e da gastronomia, a ocorrer de 27 a 30 de Outubro. O espaço, confirma-se, será a FIL, no Parque das Nações. Este espaço é, logo à partida, ideal para este evento, que se quer o maior do calendário português. De facto, segundo João Geirinhas, gestor do evento, “o Parque das Nações usufrui de condições ímpares, como o estacionamento confortável e muitos e variados acessos: falo do comboio (Gare do Oriente), metropolitano e estação de camionagem. E mesmo o aeroporto não está longe…”. Melhor ainda, não falta alojamento por perto.
O generoso espaço proporcionado por este moderno complexo vai servir também como rampa de lançamento para uma série de inovações em eventos deste tipo. Recorde-se que a equipa que está a produzir o Grandes Escolhas | Vinhos&Sabores (evento ligado a esta revista) tem vasta experiência no assunto desde o ano 2000.
A respeito de inovações, João Geirinhas referiu-nos “uma maior interacção com os visitantes, com acções diferenciadas para diferentes públicos, do mais conhecedor ao que está agora a começar”. Outra inovação acontecerá na segunda-feira, dia dedicado aos profissionais do ramo, em que todos os anos será escolhido um país. Este ano será a vez da Suíça, um dos países com maior consumo mundial per capita, em quantidade e valor. Vamos ter compradores e jornalistas suíços a visitar a feira; mas, ao mesmo tempo, iremos apresentar o mercado suíço aos produtores portugueses”, referiu João Geirinhas. Do programa estão ainda previstas masterclasses sobre vinhos portugueses com a delegação suíça.
Os expositores terão espaços para poderem reunir com os seus clientes, em conforto e sossego.
A nível da gastronomia, o espaço vai ter muita escolha, com destaque para o conceito de regiões e gastronomias locais, assim como para novos conceitos de comida.
Voltando ao evento na sua totalidade, João Geirinhas referiu que “a adesão – até esta altura – está a superar as nossas expectativas iniciais. Já se inscreveram quase todas as CVR’s do país, grandes distribuidores e muitos produtores, especialmente os de maior dimensão e notoriedade”.
AF

Não perca estes eventos que, nos próximos meses, vão ter o envolvimento directo da equipa da VINHO Grandes Escolhas:
8 A 10 SETEMBRO
Bairrada Vinho & Sabores. Um evento da Comissão Vitivinícola da Bairrada e da Câmara Municipal de Anadia, realizado no Centro de Alto Rendimento de Sangalhos (Velódromo Nacional).
27 A 30 DE OUTUBRO
Feira Grandes Escolhas | Vinhos&Sabores, em Lisboa na FIL (Parque das Nações). O maior evento do sector em Portugal. A mesma equipa que criou o conceito de feiras de vinhos para consumidores em Portugal há 17 anos, aproveita agora as condições ímpares da FIL Parque da Nações para introduzir um conjunto de novidades tanto para visitantes, como para profissionais. Interacção entre público e críticos, conversas sobre vinhos, actividades para diferentes tipos de consumidores, novo conceito de apresentação de sabores. Na segunda-feira, dia totalmente dedicado aos profissionais, com workshops, apresentações, reuniões de trabalho e um mercado externo em destaque: Suíça e as oportunidades de negócio. Pode obter mais informações na página do Facebook da VINHO Grandes Escolhas: https://www.facebook.com/Vinho-Grandes-Escolhas-392115407823590/
Gazela com duas novas versões

GAZELA, uma das mais icónicas marcas de Vinho Verde, acaba de reforçar a sua gama com duas novas referências – Gazela Mare e Gazela Aire – com nova imagem e um novo posicionamento: De sabor leve e aroma a frutos tropicais, o branco Gazela Mare pode acompanhar pratos de peixe ou marisco. Para desfrutar com […]
GAZELA, uma das mais icónicas marcas de Vinho Verde, acaba de reforçar a sua gama com duas novas referências – Gazela Mare e Gazela Aire – com nova imagem e um novo posicionamento: De sabor leve e aroma a frutos tropicais, o branco Gazela Mare pode acompanhar pratos de peixe ou marisco. Para desfrutar com carnes brancas ou saladas, surge o rosé Gazela Aire. O preço da garrafa ronda os 4,49 euros.
Tributo a uma longa história: Taylor’s 325

PARA comemorar os seus 325 anos de história, a Taylor’s resolveu fazer uma edição especial apresentada numa espectacular garrafa inspirada numa antiga botija do século XVII, com selo gravado no vidro. Para o conteúdo, recorreu a diversos vinhos que entram normalmente nos Tawnies com indicação de idade da empresa. O resultado é um Tawny Reserva, […]
PARA comemorar os seus 325 anos de história, a Taylor’s resolveu fazer uma edição especial apresentada numa espectacular garrafa inspirada numa antiga botija do século XVII, com selo gravado no vidro. Para o conteúdo, recorreu a diversos vinhos que entram normalmente nos Tawnies com indicação de idade da empresa. O resultado é um Tawny Reserva, não especialmente velho, mas com muito bom equilíbrio, espelhando a arte da elaboração do lote. O responsável foi David Guimaraens, o enólogo da empresa, que não hesita em recomendá-lo para sobremesas à base de amêndoa, chocolate preto ou frutos silvestres. Mas também pode ser apreciado com intensos queijos azuis.
Vercoope: A união que continua a fazer a força

A Vercoope – União de Adegas Cooperativas da Região dos Vinhos Verdes – abriu as suas portas a um público seleccionado para apresentar o seu portfólio actualizado de vinhos. Casimiro Alves, presidente da empresa, congregou um grupo de pessoas para marcar o momento e convocou o chef Rui Martins (restaurante RIB) para abrilhantar a prova […]
A Vercoope – União de Adegas Cooperativas da Região dos Vinhos Verdes – abriu as suas portas a um público seleccionado para apresentar o seu portfólio actualizado de vinhos.
Casimiro Alves, presidente da empresa, congregou um grupo de pessoas para marcar o momento e convocou o chef Rui Martins (restaurante RIB) para abrilhantar a prova com as suas criações culinárias, resultando numa experiência particularmente bem-sucedida.
Fundada em 1964 com o objectivo de engarrafar, promover e comercializar os vinhos produzidos nas adegas cooperativas de Amarante, Braga, Guimarães, Famalicão, Felgueiras, Paredes e Vale de Cambra, a Vercoope abarca a produção de cerca de 5 mil viticultores da Região dos Vinhos Verdes. A produção anual ronda os 6 milhões de garrafas, o que automaticamente a configura como um dos principais produtores da região. O mercado interno é o mais relevante para o escoamento comercial dos vinhos, crescendo de forma sustentada. O capítulo internacional tem ao mesmo tempo vindo a ser impulsionado com vigor, graças ao esforço feito junto de mercados exteriores. Neste momento, o negócio lá fora está implantado em mais de 30 países, distribuídos pelos cinco continentes.
A marca Via Latina é o porta-estandarte da Vercoope, com uma aceitação forte por parte do canal Horeca, ao mesmo tempo que capta progressivamente mais consumidores particulares. Nos vinhos brancos apresenta-se com o branco de lote, composto pelas castas tradicionais dos Vinhos Verdes, a saber Arinto, Loureiro e Trajadura. Há ainda um 100% Loureiro, um Loureiro-Alvarinho e um 100% Alvarinho, cuja relação preço qualidade tem angariado várias distinções em concursos. O vinho espumante é uma área de reconhecido crescimento, com o mercado a solicitar à Vercoope mais quantidade e perfis distintos, para bem da diversidade. O branco é composto pelas castas Arinto, Bical, Loureiro e Trajadura, enquanto o rosé é 100% Espadeiro, casta importante no cenário dos verdes tintos. De resto, o Via Latina apresenta também no seu leque um verde tinto 100% Vinhão, vocacionado para o mercado tradicional e pensado para acompanhar a gastronomia da região. A marca Terras de Felgueiras tem um perfil semelhante, com diversos estilos e castas a oferecer vinhos de bom talante a preços moderados, indo ao encontro da procura de vinhos para todos os dias.
FM
Montalegre vai ter a vinha mais alta de Portugal

O produtor e enólogo Francisco Gonçalves (à direita, na foto), em conjunto com o seu irmão Paulo (à esquerda), está a plantar a vinha mais alta de Portugal, a 1025 metros de altitude. A terraplanagem do terreno, ao pé de Montalegre (região de Trás-os-Montes), está pronta e a localização foi judiciosamente escolhida para uma exposição […]
O produtor e enólogo Francisco Gonçalves (à direita, na foto), em conjunto com o seu irmão Paulo (à esquerda), está a plantar a vinha mais alta de Portugal, a 1025 metros de altitude. A terraplanagem do terreno, ao pé de Montalegre (região de Trás-os-Montes), está pronta e a localização foi judiciosamente escolhida para uma exposição sul e com protecção dos ventos frios que vêm da costa atlântica. O solo vai receber plantas de Rufete e Bastardo.
Francisco disse-nos que a escolha destas castas residiu na sua precocidade; sendo de maturação mais temporã, Rufete e Bastardo terão tempo de amadurecer antes das primeiras chuvas de Setembro. Francisco e Paulo sabem que estão a correr riscos ao plantar a esta altitude porque há pouco ou nenhum histórico em Portugal de vinha a estas cotas. O grande problema estará nos factores que impedem a maturação das uvas: a mais de mil metros, as temperaturas são bastante mais frescas do que em cotas mais baixas e, ao mesmo tempo, as névoas e humidade desta altitude podem atrasar bastante o desenvolvimento das uvas. Um pouco ao estilo do que acontece, aliás, nos Açores (e daí os chamados currais de pedra vulcânica). A área total é pequena, apenas 2 hectares, mas os irmãos ponderam ampliar o terreno se o projecto tiver sucesso. Está previsto que a vinha esteja plantada até ao final do mês de Julho.
Recorde-se que Francisco e Paulo já possuem vinhos em Trás-os-Montes, com uma vasta gama com a marca Montalegre, vila de onde são originários. Da gama consta um clarete, que resulta da mistura de vinhos brancos e tintos. A área comercial é assegurada por Diana Silva, também na foto.
AF