Vinhos portugueses arrasam em concurso italiano

O concurso de vinhos a Selezione do Sindaco, organizado pela Città do Vino, celebrou-se este ano em Tramonti, Itália. Os três primeiros vinhos, em pontuação, foram portugueses. São todos licorosos e, aparentemente, os jurados ficaram deliciados. A maior pontuação foi de 94,8 pontos e coube ao Moscatel de Setúbal Reserva 2008 da Venâncio da Costa […]
O concurso de vinhos a Selezione do Sindaco, organizado pela Città do Vino, celebrou-se este ano em Tramonti, Itália. Os três primeiros vinhos, em pontuação, foram portugueses. São todos licorosos e, aparentemente, os jurados ficaram deliciados. A maior pontuação foi de 94,8 pontos e coube ao Moscatel de Setúbal Reserva 2008 da Venâncio da Costa Lima.
O segundo foi o Vinho do Porto Old + 40 Anos, de José António Fonseca Guedes; conseguiu 94,4 pontos. O pódio ficou completo com outro Moscatel, neste caso Roxo, da Casa Ermelinda Freitas. Trata-se do Superior 2010, que levou 94 pontos. Só a seguir ficou um vinho de Itália. Todos estes vinhos levaram Grande Medalha de Ouro e, melhor ainda, das 23 atribuídas, os vinhos portugueses levaram 11! A organização não informou quantos vinhos entraram no concurso mas foram premiados 350 vinhos.
Pelas regras da OIV (Organização Internacional do Vinho), só podem levar medalhas um máximo de 30% dos vinhos em prova. Os vinhos portugueses levaram ainda 65 medalhas de Ouro (das 236 atribuídas) e 22 de Prata (das 97). Não temos a lista completa dos vinhos, mas a grande maioria era certamente composta por vinhos italianos. Pode consultar os resultados completos no site www.cittadelvino.it.
AF
Ribafreixo lança brancos e rosé 2016

A Ribafreixo, produtora da Vidigueira, lançou cinco edições 2016. Nos brancos de lote pontua o Pato Frio Selecção, um lote de Antão Vaz, Síria e Arinto. Nos varietais, as colheitas de 2016 incem agora o Pato Frio Antão Vaz e os Gáudio Alvarinho e Verdelho. Por fim, o Connections Chenin Blanc, o único vinho desta […]
A Ribafreixo, produtora da Vidigueira, lançou cinco edições 2016. Nos brancos de lote pontua o Pato Frio Selecção, um lote de Antão Vaz, Síria e Arinto. Nos varietais, as colheitas de 2016 incem agora o Pato Frio Antão Vaz e os Gáudio Alvarinho e Verdelho. Por fim, o Connections Chenin Blanc, o único vinho desta casta branca em Portugal. O rosé é o Pato Frio Cashmere 2016, feito de Touriga Nacional.
Manoella com primeiro branco

MANOELLA branco 2016 é o novo vinho duriense que vem alargar o portefólio da Wine&Soul, o projecto do casal de enólogos Sandra Tavares e Jorge Serôdio Borges. São apenas 2.800 garrafas deste branco proveniente de uma vinha velha a 500 metros de altitude em solo granítico, situada no Cima Corgo. O preço deverá rondar os […]
MANOELLA branco 2016 é o novo vinho duriense que vem alargar o portefólio da Wine&Soul, o projecto do casal de enólogos Sandra Tavares e Jorge Serôdio Borges. São apenas 2.800 garrafas deste branco proveniente de uma vinha velha a 500 metros de altitude em solo granítico, situada no Cima Corgo. O preço deverá rondar os €13 no retalho.
Porta 6 continua a cativar no Reino Unido

O tinto Porta 6 não é apenas apelativo pelo original rótulo, uma espécie de caricatura de uma rua lisboeta com eléctrico. O vinho tem recebido boas críticas no Reino Unido mas recebeu recentemente nova recomendação, desta vez por parte da revista inglesa Decanter. Christelle Guibert, directora de provas, escolheu o Porta 6 de 2015 como […]
O tinto Porta 6 não é apenas apelativo pelo original rótulo, uma espécie de caricatura de uma rua lisboeta com eléctrico. O vinho tem recebido boas críticas no Reino Unido mas recebeu recentemente nova recomendação, desta vez por parte da revista inglesa Decanter. Christelle Guibert, directora de provas, escolheu o Porta 6 de 2015 como uma das 5 melhores compras nas lojas da retalhista Majestic com preço abaixo das 20 libras (€22,70).
O vinho recebeu 90 pontos de classificação.
Romaneira vence Concurso Nacional de Azeites

O azeite Quinta da Romaneira Virgem Extra conseguiu o mais prestigiado prémio do Concurso Nacional de Azeites de Portugal, celebrado recentemente. O prémio “Medalha Prestígio” é destinado ao azeite em prova com a melhor classificação. Este azeite já tinha obtido uma Medalha de Ouro (1º Lugar) na categoria “Frutado Verde Intenso”. Do concurso resultaram ainda […]
O azeite Quinta da Romaneira Virgem Extra conseguiu o mais prestigiado prémio do Concurso Nacional de Azeites de Portugal, celebrado recentemente. O prémio “Medalha Prestígio” é destinado ao azeite em prova com a melhor classificação. Este azeite já tinha obtido uma Medalha de Ouro (1º Lugar) na categoria “Frutado Verde Intenso”. Do concurso resultaram ainda 10 medalhas de Ouro, para vários produtores; o Esporão consegui três destas medalhas. Os ‘ouros’ corresponderam a diferentes categorias em prova: por exemplo, azeites em “Modo de Produção Biológico”, vários tipos de azeites de quinta, grandes lotes (acima de 20.000 litros) ou ainda por região ou denominação de origem protegida.
O Concurso Nacional de Azeites de Portugal realiza-se anualmente no palco que constitui a Feira Nacional de Agricultura, em Santarém. Reservado a azeites nacionais, este concurso teve a sua primeira edição em 2007 e conta actualmente com cerca de uma centena de azeites em competição. Será por isso um dos maiores concursos mundiais. O painel de provadores conta com alguns dos melhores oleólogos portugueses, integrando igualmente “provadores estrangeiros de referência”. O presidente do painel é o professor José Gouveia e a direcção do concurso está a cargo de Henrique Palma Herculano.
A organização está a cargo do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo e do Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas mas tem a colaboração da Confederação dos Agricultores de Portugal e o patrocínio do Conselho Oleícola Internacional.Os resultados completos deste concurso e de um outro – Prémio Mário Solinas Portugal -podem ser consultados no site da organização: www.concursonacionaldeazeite.pt.
AF
7 Mares, o vermute português

UM vermute é uma bebida à base de vinho ao qual foram adicionados ingredientes. Ao contrário de alguns países, não é arreigada a tradição de vermutes em Portugal mas Luis Antunes (nosso ex-colega na revista) e a enóloga Rita Marques querem mudar ou panorama. E em grande. Luis e Rita não quiseram fazer apenas mais […]
UM vermute é uma bebida à base de vinho ao qual foram adicionados ingredientes. Ao contrário de alguns países, não é arreigada a tradição de vermutes em Portugal mas Luis Antunes (nosso ex-colega na revista) e a enóloga Rita Marques querem mudar ou panorama. E em grande. Luis e Rita não quiseram fazer apenas mais um vermute. O seu projecto, com ou nome 7 MARES, foi feito com vinhos seleccionados, produtos naturais e usando técnicas artesanais. O vinho e uma parte dos ingredientes são de Portugal. O resto vem de várias partes do mundo, como os citrinos, as especiarias e outras ervas (e daí ou nome 7Mares). O grande segredo está, primeiro, na escolha dos ingredientes. E depois no mix de todos eles. O objectivo foi definido à partida: “O vermute procura a frescura, a leveza, e ao mesmo tempo a profusa complexidade e exuberância”. Do mix constam vinhos secos e licorosos, infusões naturais de especiarias, extractos e óleos de frutos, ervas aromáticas e flores. Todos os produtos, garante o produtor, são “rigorosamente naturais”. E quanto ao modo de consumo? Luis Antunes aconselha aos puristas o vermute puro com gelo. Mas, “para explorar a sua versatilidade, pode ser adicionada uma cunha de pepino e um grão de sal, ou ser incluído num exótico cocktail com ginger beer. Antes, durante ou após a refeição”.
A distribuição nacional está a cargo da Viriathus Drinks, que já começou a disponibilizar o vermute 7 MARES em locais seleccionados. Dentro em breve poderá estar em lojas e garrafeiras. Em garrafa de 0,75 litros, o preço recomendado de venda ao público será de €13.99. Mais informações em www.vermute7mares.com ou na respectiva página (vermute7mares) do Facebook e Instagram.
AF
Vinhos da África do Sul em Portugal

KWV é uma empresa de vinhos sul-africana que acabou de entrar em Portugal pela mão da distribuidora algarvia Prime Wine. À frente desta empresa está Bill Godley (Tel. 914 666 476 ou bill@primewine.eu.com), que é um enófilo encartado. A distribuição está neste momento muito virada para o Algarve, especialmente nos supermercados Apolónia, mas Bill não […]
KWV é uma empresa de vinhos sul-africana que acabou de entrar em Portugal pela mão da distribuidora algarvia Prime Wine. À frente desta empresa está Bill Godley (Tel. 914 666 476 ou bill@primewine.eu.com), que é um enófilo encartado. A distribuição está neste momento muito virada para o Algarve, especialmente nos supermercados Apolónia, mas Bill não tem problemas em enviar para qualquer região do país. A KWV tem longas raízes no vinho, começando em 1918 – o ano em que nasceu Nelson Mandela – como uma pequena cooperativa de viticultores. É por isso que se chamam de “Proud Pioneers”. A empresa foi criada a nível governamental com uma função de regulação do mercado e de investigação, especialmente de castas. Foi crescendo e passou por várias fases até ser ‘privatizada’, em 1997. Hoje é controlada por um fundo de investimentos e produz mais de 100 néctares diferentes, incluindo bebidas espirituosas (com muita fama) e vinhos fortificados.
As uvas vêm de quase toda a África do Sul e são vinificadas numa enorme adega em Paarl, que possui dentro uma outra adega, a famosa Cathedral Cellar, onde são produzidos os brandies e alguns dos vinhos mais ambiciosos. A KWV produz anualmente alguns milhões de litros de vinho.
O portefólio dos vinhos inclui algumas marcas famosas, como a Roodeberg (que existe desde 1949) e a The Mentors, a linha topo de gama. Ou ainda a Laborie, que aqui está representada por um espumante. Os preços não são proibitivos e os vinhos merecem ser avaliados pelos enófilos mais atentos.
AF
Novidades Carmim em pequenas produções

A Carmim tem largas centenas de associados, que possuem cerca de 3.600 hectares de vinha. Não lhe falta uva, portanto, e os 33 milhões de litros de capacidade de armazenamento e 74 referências são números que falam por si. Mas as novidades mais recentes saídas da maior adega do Alentejo falam-nos de pequenas produções. São […]
A Carmim tem largas centenas de associados, que possuem cerca de 3.600 hectares de vinha. Não lhe falta uva, portanto, e os 33 milhões de litros de capacidade de armazenamento e 74 referências são números que falam por si. Mas as novidades mais recentes saídas da maior adega do Alentejo falam-nos de pequenas produções.
São cinco os novos vinhos da Carmim: um branco varietal de Gouveio 2016, já na sua terceira edição; outro de Viosinho 2016, que se estreia no portefólio do produtor; um branco Monsaraz Reserva 2016, também inédito; o tinto Monsaraz Premium 2014; e o primeiro Conde de Monsaraz Grande Reserva 2014. Este último, um topo de gama feito com Tinta Caiada (87%) e Touriga Nacional, estagiou 18 meses em barricas e mais seis na garrafa – a excelente expressão da casta dominante em 2014 deu o empurrão decisivo a uma ideia que já germinava há alguns anos.
Todos estes vinhos surgem com o objectivo confesso de alargar o portefólio, reforçar o prestígio do produtor e criar valor. Isto a par da aposta no mercado da restauração, segmento a que apontam outros dois vinhos da casa: os Reguengos Selecção branco e tinto.