Há um novo wine bar no cais de Gaia

Chama-se Dalva Wine and The City e está no nº 154 da Avenida Diogo Leite. Trata-se de um espaço informal dedicado a novas formas de apreciar o universo da Dalva através do consumo de vinhos do Porto e Douro, com vista para as ribeiras de Gaia e do Porto, no interior ou na esplanada. Disponíveis […]
Chama-se Dalva Wine and The City e está no nº 154 da Avenida Diogo Leite. Trata-se de um espaço informal dedicado a novas formas de apreciar o universo da Dalva através do consumo de vinhos do Porto e Douro, com vista para as ribeiras de Gaia e do Porto, no interior ou na esplanada.
Disponíveis estão 21 referências de Vinho do Porto, desde os Tawny aos Vintage, dos biológicos aos LBV. Junte-se dois cocktails à base de Porto Tónico, as opções de brandy, Colheita Tardia, Moscatel e espumante, bem como os DOC Douro – tinto, branco e rosé. Tudo está disponível a copo e sem o conceito habitual de prova. A dinâmica envolve, isso sim, a equipa de sala com formação especializada, que aconselha consoante o gosto e a curiosidade de cada visitante.
Para acompanhar, o Chef José Guedes elaborou um menu de petiscos dividido em cinco partes. Só para abrir o apetite, há focaccia de presunto com mozarela e molho de cogumelos trufado e bacalhau fumado com azeitona verde e coentros, além de borrego com tempero do Magreb e camarões com pesto vermelho em espetada, entre outras sugestões. Quem vai resistir aos papos de anjo com calda de laranja ou ao brownie de chocolate e molho de caramelo?
O Dalva Wine and The City, em Vila Nova de Gaia, abre de Quarta-feira a Domingo, das 12h30 às 21h00.
UDACA, 60 anos dedicados ao cooperativismo

A União das Adegas Cooperativas do Dão (UDACA) – Mangualde, Penalva do Castelo, Silgueiros, Vila Nova de Tázem e Ervedal da Beira – celebrou o seu 60.º aniversário, numa cerimónia realizada em casa própria. A cerimónia foi marcada pela presença de António Leitão Amaro, Ministro da Presidência, de João Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de […]
A União das Adegas Cooperativas do Dão (UDACA) – Mangualde, Penalva do Castelo, Silgueiros, Vila Nova de Tázem e Ervedal da Beira – celebrou o seu 60.º aniversário, numa cerimónia realizada em casa própria. A cerimónia foi marcada pela presença de António Leitão Amaro, Ministro da Presidência, de João Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Viseu, de João Soares, de Arlindo Cunha, antigo Ministro da Agricultura, e António Mendes, o Presidente desta associação, bem como de diversas personalidades do sector agrícola, cooperativo, académico e empresaria, entidades nacionais, regionais e representantes dos sectores vitivinícola e cooperativo.
O exemplo da estratégia colectiva da UDACA, a qual envolve o território e os seus produtores, foram salientadas nas intervenções institucionais. Analisados foram, por sua vez, a valorização da estratégia do cooperativismo agrícola e a coesão entre estruturas ligadas à actividade agrária face à conjuntura actual no âmbito da vitivinicultura no território nacional. A sessão ficou marcada, ainda, por um momento solene traduzida numa homenagem a Mário Soares através da entrega, a João Soares, de uma garrafa serigrafada em 1989, ano da visita presidencial do antigo Presidente da República às instalações da UDACA. Estas foram oficialmente inauguradas por Arlindo Cunha, a quem foi prestado o tributo “pelo seu contributo para o desenvolvimento do sector agrícola nacional”.
Os festejos foram alargados ao descerrar da placa do novo Espaço UDACA – Enoturismo, projecto firmado na aposta reforçada na marca Dão e na criação de experiências associadas ao vinho e à identidade da região. Chegado momento do jantar, foi apresentado o Invulgar Colheita 2023, vinho comemorativo dos 60 anos da UDACA, e feita a prova de um vinho histórico da colheita de 1985.
O Douro vai receber o Concours Mondial de Bruxelles (CMB) 2027

O Concours Mondial de Bruxelles (CMB) anunciou, no passado sábado, que a sua Sessão de Vinhos Tintos e Brancos de 2027, bem como a Sessão de Vinhos Doces e Fortificados, terão lugar em Portugal, no Vale do Douro. As duas sessões decorrerão entre os dias 14 e 16 de maio de 2027. O CMB é […]
O Concours Mondial de Bruxelles (CMB) anunciou, no passado sábado, que a sua Sessão de Vinhos Tintos e Brancos de 2027, bem como a Sessão de Vinhos Doces e Fortificados, terão lugar em Portugal, no Vale do Douro. As duas sessões decorrerão entre os dias 14 e 16 de maio de 2027.
O CMB é um prestigiado concurso internacional de vinhos que recebe mais de 15 mil participações anuais nas suas diferentes sessões e competições. Fundado em 1994, o concurso saiu, em 2006, da Bélgica tendo sido Lisboa a primeira cidade a acolher o evento fora do seu país de origem. Desde então, o CMB já passou por vários países e continentes, cumprindo a sua missão de promover e valorizar grandes terroirs vitivinícolas de todo o mundo, tanto clássicos como emergentes.
Em 2012, o concurso realizou-se em Guimarães e, agora, regressa a Portugal. Organizado em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Douro (CIM Douro), este evento de relevância internacional reunirá várias centenas de compradores, sommeliers e jornalistas especializados no coração de uma das regiões vitivinícolas mais emblemáticas do mundo.
Para João Gonçalves, Presidente da CIM Douro, “Receber o Concours Mondial de Bruxelles é uma oportunidade extraordinária para projetar o Douro junto de decisores, especialistas, compradores, jornalistas e líderes de opinião de todo o mundo. Queremos que quem venha ao Douro descubra muito mais do que uma região vinícola: descubra um território vivo, acolhedor, inovador e preparado para construir futuro.”
Morgado do Quintão começa novo capítulo com Mariana Salvador

Após uma década dedicada à recuperação da propriedade, à afirmação das castas locais e à construção de uma identidade vínica própria, o Morgado do Quintão, propriedade vitivinícola, com turismo rural, localizada no concelho de Lagoa, no Algarve, acolhe a enóloga Mariana Salvador. Formada em Viticultura e Enologia pelo Instituto Superior de Agronomia, possui um currículo […]
Após uma década dedicada à recuperação da propriedade, à afirmação das castas locais e à construção de uma identidade vínica própria, o Morgado do Quintão, propriedade vitivinícola, com turismo rural, localizada no concelho de Lagoa, no Algarve, acolhe a enóloga Mariana Salvador.
Formada em Viticultura e Enologia pelo Instituto Superior de Agronomia, possui um currículo com diferentes abordagens técnicas desenvolvidas na Austrália, Nova Zelândia e no Chile. Já sobre Portugal, consta a integração na Herdade da Comporta (Península de Setúbal) e a Textura Wines (Dão), bem como o projecto pessoal, designado de Revela. No presente, e para além do Morgado do Quintão, inclui o projecto Ethos, na Beira Interior, e os vinhos tranquilos da Barbeito, na Madeira.
“O Morgado do Quintão é um projecto profundamente ligado ao território e com uma identidade muito clara. O Algarve tem um potencial enorme ainda por revelar, e é isso que mais me motiva”, declarou Mariana Salvador, em comunicado. Por sua vez, Filipe Caldas de Vasconcellos, proprietário do Morgado do Quintão, afirmou o seguinte: “estes primeiros dez anos foram de construção, aprendizagem e afirmação. A Mariana traz exatamente essa combinação de rigor técnico e sensibilidade na leitura do lugar, que sentimos ser essencial para o próximo capítulo. Sempre acreditámos que o Algarve tinha uma voz própria, ainda por revelar.”
A respeito do Morgado do Quintão, a sua fundação deve-se ao Conde de Silves, em 1810, mantendo-se na família até aos dias de hoje. Filipe e Teresa Caldas de Vasconcellos, irmãos e actuais proprietários, desde 2017, têm vindo a dar destaque às castas da região, nomeadamente à variedade tinta Negra Mole e à Crato Branco, plantadas nos 23 hectares de vinha em regime biológico, onde são vindimadas as uvas para produzir os vinhos certificados como biológicos, desde 2024. À cultura da vinha e do vinho, somam-se as casas de família restauradas e convertidas em alojamento, provas ao ar livre e almoços sob oliveiras centenárias frondosas.
Quem são os vencedores dos Mutante Awards Design at Wine?

O Douro é a região que arrecadou mais prémios, com sete tranquilos e três vinhos do Porto. Segue-se o Alentejo, com cinco referências vínicas galardoadas, a somar ao trio de rótulos que, de uma assentada só, ganha uma distinção. Em terceiro lugar, está a Beira Interior e o Tejo marca a quarta posição. Com um […]
O Douro é a região que arrecadou mais prémios, com sete tranquilos e três vinhos do Porto. Segue-se o Alentejo, com cinco referências vínicas galardoadas, a somar ao trio de rótulos que, de uma assentada só, ganha uma distinção. Em terceiro lugar, está a Beira Interior e o Tejo marca a quarta posição. Com um vencedor ficam as regiões de Lisboa, Algarve e Açores.
Se quisermos ter outra abordagem sobre os resultados, dentro de mais de uma centena de garrafas inscritas em concurso, estão contabilizados os seguintes vencedores por categoria: três, em Baixo Álcool, quatro em Espumante e Pet Nat, seis nos Brancos, três em Curtimenta, três em Rosés, dois em Palhetes & Claretes, sete nos Tintos e quatro nos Licorosos. Em jeito de conclusão, a WineStone Group (várias regiões) e a Herdade da Malhadinha Nova (Alentejo) levaram para casa, três galardões, cada um; a Encosta da Fornalha (Alentejo), Márcio Lopes Winemaker (várias regiões) e Quinta dos Loivos (Douro) ficaram com dois, cada um. Mas não é só de vinho que esta competição ‘vive’. Há ainda a categoria dos Azeites, inaugurada na edição de 2025 e que, este ano, contempla quatro premiados.
Mas, afinal, de que falamos? Dos Mutante Awards Design at Wine, criados em parceria entre a revista Mutante e a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e cuja 3ª edição foi celebrada, uma vez mais, com a premissa de destacar o papel preponderante dos rótulos de vinho. Garantia de qualidade, marcador simbólico ou ferramenta de comunicação?
Eis a questão! Ou as questões levantadas desde a primeira hora pelos fundadores, João Manaia Rato e Suzana Parreira, ambos investigadores do CIEba – Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes. No fundo, este desafio exalta o design dos rótulos, “colocando os designers no centro de uma relação com potencial positivo para todos os intervenientes”. De um modo geral, os Mutante Awards Design at Wine reúne cooperativas e associações do sector do vinho e do azeite, pequenos e grandes produtores de vinho, ateliers de design especializados e independentes, e agências generalistas.
Ainda sobre a edição de 2026, foi estreado o Prémio Especial Rótulo Histórico entregue ao Soalheiro Alvarinho Clássico, marca indissociável à casta Alvarinho, um dos pilares da região dos Vinhos Verdes. O objectivo desta distinção consiste em destacar rótulos com mais de 25 anos, preservados pelo tempo e reconhecíveis pelo consumidor. De acordo com o comunicado, “este prémio especial celebra um património imaterial que é território, paisagem e tradição ao entender o design e a identidade visual como central à cultura do vinho”.
13º Festival do Vinho do Douro Superior de 22 a 24 de Maio

Entre 22 e 24 de Maio, Vila Nova de Foz Côa celebra o Douro Superior de copo na mão ou não fosse o grande destaque do 13º Festival do Vinho do Douro Superior, a ter lugar no pavilhão Expocôa, o 13º Concurso de Vinhos do Douro Superior. Este momento, realizado sob a direcção técnica de […]
Entre 22 e 24 de Maio, Vila Nova de Foz Côa celebra o Douro Superior de copo na mão ou não fosse o grande destaque do 13º Festival do Vinho do Douro Superior, a ter lugar no pavilhão Expocôa, o 13º Concurso de Vinhos do Douro Superior.
Este momento, realizado sob a direcção técnica de Luís Lopes, crítico de vinhos e coordenador de provas da Revista Grandes Escolhas, junta especialistas nacionais e internacionais, compradores, escanções, críticos, jornalistas e representantes de garrafeiras e wine bares. Alinhadas com esta matriz estão as três provas comentadas por dois críticos de vinhos da referida publicação. A primeira acontece logo na sexta-feira, após a inauguração da 13ª edição do Festival do Vinho do Douro Superior, por Pedro Duarte, Presidente do Município. Tem como tema “Grandes Tintos do Douro Superior” e está nas mãos de Paulo Pimenta, o mesmo interlocutor da prova de Domingo, intitulada “Vinho do Porto”. Entretanto, no Sábado, é a vez dos “Grandes Brancos do Douro Superior” serem esmiuçados por Rui Caroço dos Santos.
A grande novidade deste ano é o 1º Concurso de Azeites. Está agendado para a manhã de Sábado e a direcção técnica é assumida por Francisco Pavão, Presidente da APPITAD – Associação de Agricultores de Portugal. Mas este assunto não fica por aqui, até porque, à tarde, conduz a prova comentada “Azeites do Douro Superior e Trás-os-Montes. Já o anúncio dos resultados dos dois desafios está marcado para a tarde de Domingo.
Para além dos vinhos e do azeite, os três dias contam com a presença de produtos regionais. No contexto musical, na sexta-feira e no Sábado o cartaz é preenchido, respectivamente, pelo músico e compositor brasileiro Maninho e pelo músico portuense Pedro Abrunhosa. As atuações sonoras em palco são complementadas pelo DJ Milheiro e pelo DJ Edgar Marquez.
JOÃO TIQUE: O culto do vinho do Alentejo

João Tique há muito que cultiva uma relação, direta e indiretamente, com o vinho. Inicialmente, através da indústria de preparação da cortiça e, mais tarde, o sector da distribuição, em Macau. O fascínio pelo mercado asiático determinou a criação da empresa Portuguese Topwines, com o objetivo de levar, para outras latitudes, vinhos produzidos. No âmbito […]
João Tique há muito que cultiva uma relação, direta e indiretamente, com o vinho. Inicialmente, através da indústria de preparação da cortiça e, mais tarde, o sector da distribuição, em Macau. O fascínio pelo mercado asiático determinou a criação da empresa Portuguese Topwines, com o objetivo de levar, para outras latitudes, vinhos produzidos. No âmbito deste negócio lidou, ao longo de alguns anos, com diversas especificidades, como seleção de referências vínicas nacionais, logística, fichas técnicas, compra e venda, e feiras internacionais em Hong Kong, Tóquio, Singapura e Xangai, em prol da produção nacional e com a audácia de colocar de parte o chamado mercado da saudade.
Ao regressar definitivamente ao Alentejo, João Tique decide avançar, em 2019, com o projeto próprio associado ao vinho produzido “como antigamente”, expressão repetida vezes sem conta. A comercialização começou um ano depois. São “vinhos que não se repetem”, garante, assumindo-se como o responsável pelas funções de viticultor de cinco hectares de vinha na Casa do Governador, na Quinta Alta da Queimada, propriedade localizado a norte da cidade de Évora. A composição varietal restringe-se a apenas três castas tintas: Alicante Bouschet, Syrah e Petit Verdot. “Ali só se consegue trabalhar à mão”, continua o produtor, referindo-se às tarefas que envolvem este pedaço de terra, no qual não entram herbicidas. A vindima decorre em outubro, à semelhança do que se fazia outrora. A finalidade consiste em “salvaguardar a qualidade e garantir a longevidade do vinho”, enaltece.
Produto de luxo
A vinificação das uvas tem lugar na Quinta da Plansel, produtor vitivinícola localizado no concelho de Montemor-o-Novo, distrito de Évora. É feita “sem leveduras selecionadas, sem sulfuroso na fermentação e sem correções de acidez ou de cor”, com o intuito de cada vinho deixar transparecer “a expressão mais honesta da terra e do tempo”, declara João Tique, que assegura a própria enologia. “Fui aprendendo a fazer vinho de maneira artesanal”, revela, com os ensinamentos transmitidos pelo Professor Francisco Colaço do Rosário, figura incontornável no mundo dos vinhos alentejanos.
Tratando-se de um projeto pequeno, a produção divide-se num trio de referências, com nomes em latim, em homenagem à era romana da cidade de Évora: Suavis, Bellus e Cultus. O primeiro é atribuído a “vinhos simples, consensuais”, enquanto o segundo é dado aos que se querem “memoráveis”. A produção de ambos restringe-se às cubas de inox, uma vez que João Tique prefere “defender a pureza” das castas. Já os Cultus “primam pela finesse. Têm lá tudo e em nada são exagerados”, esclarece o produtor, e, como “antigamente, as barricas eram utilizadas em vinhos excecionais”, o uso destas é igualmente limitado a esta terceira gama. A produção anual varia muito e a maior de todas foi de 3.000 garrafas.
Mas vamos por partes, até porque a prova realizada num reconhecido restaurante em Lisboa incluiu as gamas Bellus e Cultus. Na degustação entrou o Bellus branco 2024, um DOC Alentejo de curtimenta feito a partir “das uvas do ti João Menino” vindimadas numa vinha de 60 anos, localizada no Redondo. “Tem tudo a ver com os vinhos alentejanos de antigamente”, frisa João Tique. O Bellus Petit Verdot rosé 2024, com uma cor reveladora de grande extração pelicular, também foi incluído na prova, assim como o Bellus tinto 2023, o Bellus Alicante Bouschet tinto 2023, o mais consensual, e o Bellus Syrah tinto 2024, com os taninos ainda bem presentes. Para finalizar, houve o Cultus Grande Reserva Petit Verdot tinto 2021, vinho engarrafado em 2025.
Para João Tique, os vinhos “são um produto de luxo” e “só devem entrar no mercado quando estão no ponto”. Eis os motivos pelos quais se foca, sobretudo, na restauração, mais concretamente em mais de 150 restaurantes do país. O fornecimento é feito por via direta em aproximadamente 90% dos casos.
(Artigo publicado na edição de Março de 2026)
Boeira compra Romariz Vinhos

Seis décadas depois, a Quinta da Boeira e a Romariz Vinhos, criadas no início do século XIX por um emigrante português, voltam a unir-se na sequência da aquisição efetuada pela primeira. “A Romariz Vinhos traz consigo um reconhecido portefólio internacional de clientes, garantindo continuidade e expansão da presença global da Quinta da Boeira”, reforça Albino […]
Seis décadas depois, a Quinta da Boeira e a Romariz Vinhos, criadas no início do século XIX por um emigrante português, voltam a unir-se na sequência da aquisição efetuada pela primeira. “A Romariz Vinhos traz consigo um reconhecido portefólio internacional de clientes, garantindo continuidade e expansão da presença global da Quinta da Boeira”, reforça Albino Jorge, sócio-gerente da empresa. Ou seja, a compra permite a ampliação do portefólio da Quinta da Boeira e, ao mesmo tempo, actuação em diferentes segmentos do mercado de Vinho do Porto, através dos contactos mantidos com clientes tradicionais e da abertura de oportunidades em novos territórios.
Assim, a Romariz Vinhos, que firma presença em vários países, como Dinamarca, Espanha, Áustria, França, Bélgica, Holanda, Brasil, Estados Unidos e Austrália, está prestes a chegar a dois novos mercados, China e Nova Zelândia, pela mão da Boeira.
De acordo com o comunicado, esta operação “surge num momento de crescimento do sector do Vinho do Porto, especialmente na categoria premium e especiais, onde a Boeira actua”.





















