A nova era da Symington Family Estates em Portugal

Há uma nova fase de liderança na Symington Family Estates em Portugal. Cinco membros da 5ª geração desta casa assumem novos cargos. São eles Charlotte, Harry, Anthony, Vicky e Teresa, que assumem as novas funções de liderança nas respetivas áreas de Marketing, Vendas e Enoturismo. Em conjunto, reúnem muitos anos de experiência nos referidos domínios […]

Há uma nova fase de liderança na Symington Family Estates em Portugal. Cinco membros da 5ª geração desta casa assumem novos cargos. São eles Charlotte, Harry, Anthony, Vicky e Teresa, que assumem as novas funções de liderança nas respetivas áreas de Marketing, Vendas e Enoturismo. Em conjunto, reúnem muitos anos de experiência nos referidos domínios e vão continuar a trabalhar com Rupert Symington (Presidente e Director-Geral Conjunto) e com Charles Symington (Director de Produção e Director-Geral Conjunto), ambos representantes da 4ª geração, bem como com Hugh Symington, primo de ambos, que integra a equipa da empresa importadora da família nos Estados Unidos.

Já Rob Symington, que, durante os últimos oito anos, se dedicou à Symington Family Estates em Portugal, assume o cargo de Director-Geral da Berry Bros. & Rudd (Reino Unido e Irlanda), sediada em Londres. Paralelamente, fica como Director não executivo na Symington e na Fells, a importadora britânica detida maioritariamente pela família. Ao mesmo tempo, vai manter a presidência no conselho da Hambledon, produtor de espumantes inglês detido conjuntamente pela Symington e pela Berry Bros. & Rudd.

Editorial: Nº 100

editorial

Editorial da edição nrº 100 (Agosto de 2025)   100 meses, 100 edições. Um número bem redondinho que assinala um percurso bonito, iniciado em maio de 2017, recheado de desafios (um covid 19 pelo meio, parece que foi há um século…) e superações. Foram também 100 editoriais, publicados nesta página. Revisito aqui alguns deles, abrindo […]

Editorial da edição nrº 100 (Agosto de 2025)

 

100 meses, 100 edições. Um número bem redondinho que assinala um percurso bonito, iniciado em maio de 2017, recheado de desafios (um covid 19 pelo meio, parece que foi há um século…) e superações. Foram também 100 editoriais, publicados nesta página. Revisito aqui alguns deles, abrindo uma cápsula do tempo de memórias vínicas destes quase oito anos e meio.

 

“Número 1. Gosto deste algarismo e dos seus múltiplos significados. Pode querer dizer o primeiro, no sentido qualitativo do termo, mas também início e único. Acredito que todos eles se aplicam à revista que agora apresentamos. V Grandes Escolhas, é o seu nome.” (Maio 2017)

“A viticultura sustentável não é uma moda ou uma tendência, antes uma necessidade. E uma necessidade de que muitos produtores estão conscientes, sobretudo aqueles que querem deixar algo para as gerações vindouras (as suas e as dos outros).” (Dezembro 2017)

“Fico zangado com a rolha quando esta me deixa ficar mal, quando frustra as minhas expectativas, quando mata um vinho que acarinhei durante anos para um momento de glória que afinal não foi. Mais do que arruinar o vinho, o TCA destrói o momento.” (Dezembro 2018)

“A Touriga Nacional é a minha casta favorita? Não, de todo. Mas é a melhor que temos e a mais bem colocada para representar a grandeza vinícola de Portugal. É exuberante, vaidosa, impositiva, egocêntrica? Sim, claro. O Cristiano Ronaldo também.” (Maio 2019)

“Existem muitas definições para o chamado factor X. Aquela de que mais gosto explica-o desta forma: “Uma variável, numa dada situação, que pode vir a ter o impacto mais significativo no resultado”. No caso do vinho, não tenho qualquer dúvida: a variável principal, o factor X, é o factor humano.” (Setembro 2019)

“O salto digital foi gigantesco para todos. Veio para ficar? Vai ser assim de agora em diante? Vai substituir a conversa cara a cara, o aperto de mão, o abraço, o tocar dos copos? O take-away e a venda online não salva restaurantes, lojistas e produtores, tal como o WhatsApp não resolve as saudades da família e dos amigos. É um compromisso pífio e frustrante. Mas ajuda.” (Maio 2020)

“Só quem sabe muito de viticultura e enologia se pode dar ao luxo de abdicar da segurança e correr riscos. Mas só correndo riscos se criam vinhos que nos seduzem e impressionam pela sua qualidade, originalidade, personalidade. E mesmo com todo o conhecimento, talento e atenção, quem caminha na linha vermelha, sabe que, por vezes, as coisas correm mal.” (Fevereiro 2021)

“Gosto discute-se, qualidade não. A qualidade é imediatamente reconhecível, mesmo por quem não é especialista ou conhecedor. Se um vinho cheira mal, não há quem me convença de que cheira bem. Uma couve podre é uma couve podre, um guisado queimado é um guisado queimado. Não há volta a dar.” (Janeiro 2022)

“Agora que toda a gente sabe o que é Vinho de Talha Alentejo, seria bom não esquecermos os amadores (no verdadeiro sentido da palavra, ‘aqueles que amam’) que, teimosamente, ao longo das últimas décadas, mantiveram vivos não apenas a tradição como o conhecimento, o saber fazer.” (Julho 2023)

“Aqueles que se intitulam ‘fora da caixa’ (sem perceberem que assim se inserem, desde logo, numa caixa e num rótulo) são, frequentemente, os que mais se esforçam por colocar todos os outros vinhos e produtores em caixinhas muito bem fechadas, catalogadas e arrumadas num canto, de preferência escuro e longínquo. Como se o mundo do vinho se resumisse a ‘nós’ e ‘outros’.” (Dezembro 2023)

“Quantas vezes assisti, em sessões de prova, ao arrasar de um vinho com o singular argumento de que se ‘sente a madeira’. (…) Curiosamente, quem diaboliza a mais leve sugestão de fumado ou especiaria da barrica, é capaz de acolher embevecido e lacrimejante de prazer o aroma a pez da talha ou o sabor taninoso do engaço verde no lagar.” (Junho 2024)

“Melhores vinhos. De todos os ‘prognósticos’ para 2025, este é o que podemos tomar como garantido. A cada ano que passa, nascem em Portugal melhores vinhos, brancos, rosados e tintos. Não sei quando o mundo vai verdadeiramente reconhecer (e pagar) a grandeza destes vinhos. Mas pouco importa, eu sei onde os encontrar.” (Janeiro 2025) L.L.

Verão com boas novas no Bar 360 do The Yeatman

The Yeatman

Porque a época de estio rima com barbecue, nada melhor que optar por uma refeição leve e fresca, inspirada na culinária mediterrânica, para saborear a céu aberto. Eis a estreia no Bar 360 do The Yeatman, o icónico rooftop desta unidade localizada em Vila Nova de Gaia, com a curadoria de Ricardo Costa, o chef […]

Porque a época de estio rima com barbecue, nada melhor que optar por uma refeição leve e fresca, inspirada na culinária mediterrânica, para saborear a céu aberto. Eis a estreia no Bar 360 do The Yeatman, o icónico rooftop desta unidade localizada em Vila Nova de Gaia, com a curadoria de Ricardo Costa, o chef executivo deste hotel de cinco estrelas virado para a cidade do Porto.

A oferta gastronómica continua em Setembro e tem como base uma seleção de ingredientes frescos e sazonais. À grelha, onde cabem as carnes, os peixes e os legumes grelhados, acrescenta-se o forno a lenha, destinado às focaccias, ao pão de alho ou ao leitão assado, prato simbólico para o chef Ricardo Costa. Na estação de saladas, o destaque vai para as combinações nutritivas e equilibradas. O momento mais guloso, criativo e original fica reservado para o final da refeição.

The Yeatman

Quanto ao serviço, os produtos são confeccionados ou finalizados à vista do cliente num ambiente informal e descontraído. O menu varia a cada dia de evento e, na carta de bebidas, não faltam cocktails clássicos, espumantes, champagnes, Vinho do Porto, entre outros.

Esta experiência gastronómica acontece todas as sextas-feiras, das 18h30 às 21h00, aos sábados ao almoço e ao jantar, das 13h00 às 15h00 e das 18h30 às 21h00, e aos domingos, das 13h00 às 15h00. O valor é de 65€ por pessoa, sem bebidas incluídas. Impera a reserva.

 

Vinalda entra no mundo do bourbon

Vinalda

A distribuidora nacional de vinhos e de bebidas espirituosas passou a distribuir duas referências da icónica Buffalo Trace Distillery, do grupo Sazerac, localizada em Frankfort, Kentucky, nos Estados Unidos: a Buffalo Trace Kentucky Straight Bourbon Whiskey e a Eagle Rare Kentucky Straight Bourbon Whiskey. O primeiro é produzido em homenagem aos poderosos búfalos e ao […]

A distribuidora nacional de vinhos e de bebidas espirituosas passou a distribuir duas referências da icónica Buffalo Trace Distillery, do grupo Sazerac, localizada em Frankfort, Kentucky, nos Estados Unidos: a Buffalo Trace Kentucky Straight Bourbon Whiskey e a Eagle Rare Kentucky Straight Bourbon Whiskey.

O primeiro é produzido em homenagem aos poderosos búfalos e ao espírito robusto e independente dos pioneiros que os seguiram, e submetido a um envelhecimento em barricas de carvalho novas, durante vários anos, em armazéns centenários, até atingir o pico da maturidade. O segundo, considerado uma preciosidade na categoria premium, é envelhecido durante, no mínimo, dez anos. Ambos são peças preponderantes da produção da bicentenária Buffalo Trace Destillery, classificada como Património Histórico Nacional.

Com este reforço, a Vinalda torna-se um player de relevo na categoria do bourbon em Portugal e reforça o portefólio com a distribuição do Paddy Irish Whiskey, com raízes em 1779 e tido, por muitos, como a verdadeira essência do whisky irlandês.

 

Saiba os resultados do Concurso de Vinhos Escanções de Portugal

Concurso

No dia 12 de Julho, o Hotel Holiday Inn Lisboa – Continental recebeu a 6ª edição do Concurso de Vinhos Escanções de Portugal promovido pela Associação dos Escanções de Portugal e reconhecido pelo Instituto da Vinha e do Vinho. Foram entregues seis Grandes Tambuladeiras de Ouro, prémio maior destinado aos vinhos de excelência dentro de […]

No dia 12 de Julho, o Hotel Holiday Inn Lisboa – Continental recebeu a 6ª edição do Concurso de Vinhos Escanções de Portugal promovido pela Associação dos Escanções de Portugal e reconhecido pelo Instituto da Vinha e do Vinho. Foram entregues seis Grandes Tambuladeiras de Ouro, prémio maior destinado aos vinhos de excelência dentro de cada categoria. Nesta lista, constam o “Melhor Vinho Tinto”, o Torre de Palma Reserva da Família Tinto 2017 (Torre de Palma, Alentejo); o “Melhor Vinho Branco”, o Quinta do Pinto Limited Edition Arinto Branco 2021 (Quinta do Pinto, Lisboa); o “Melhor Vinho Rosé”, o Casa Relvas Rosé Pom-Pom Rosé 2024 (Casa Relvas, Alentejo); o “Melhor Espumante”, o Quinta do Cerrado da Porta Espumante Grande Reserva Pinot Noir 2016 (Cerrado da Porta, Lisboa); o “Melhor Vinho Licoroso”, o Vista Alegre 30 Anos Tawny Porto (Vallegre Vinhos do Porto S.A., Douro); a “Melhor Aguardente”, a 32.ª Série da Aguardente Vínica XO Clássica (Adega Cooperativa da Lourinhã, Lisboa).

Além deste galardão, esta competição atribuiu 81 Medalhas de Ouro. A este número, somam-se 109 referências vínicas com Selo de Qualidade distribuída pelas referências vínicas com 90 ou mais pontos, totalizando, assim, 109 rótulos.

Presidida por Tiago Paula, Presidente da Comissão Técnica, a 6ª edição do Concurso de Vinhos Escanções de Portugal contou com um painel de mais de 50 jurados especializados, entre escanções, enólogos e outros profissionais do sector provenientes de várias regiões do país. Pela primeira vez, houve painéis específicos de prova, com um júri dedicado a espumantes e dois painéis dedicados à avaliação de vinhos licorosos e aguardentes, de modo a garantir uma avaliação mais rigorosa e tecnicamente adequada a cada categoria.

O vinho Madeira e a ligação à Noruega

O que têm a ver as comemorações do Bicentenário da Travessia do Restauration com a candidatura das Tradições do Vinho Madeira a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO? Em 1825, o navio Restauration transportou o primeiro grupo de noruegueses para Nova Iorque. Durante a viagem, a enorme embarcação fez, a 28 de Julho desse ano, […]

O que têm a ver as comemorações do Bicentenário da Travessia do Restauration com a candidatura das Tradições do Vinho Madeira a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO?

Em 1825, o navio Restauration transportou o primeiro grupo de noruegueses para Nova Iorque. Durante a viagem, a enorme embarcação fez, a 28 de Julho desse ano, uma paragem no porto do Funchal, na ilha da Madeira, mas antes, e segundo relatos históricos, a tripulação deparou-se com um barril de vinho Madeira a flutuar no oceano. Os passageiros, embriagados, foram recebidos com generosidade pela população local, que lhes ofereceu comida. Duzentos anos depois, a viagem comemorativa do Restauration – de Stavanger a Nova Iorque – torna a incluir a Madeira na rota.

E no âmbito do Bicentenário da Travessia do Restauration, o dia 30 de Julho está marcado por duas mostras gastronómicas, que contemplam as cozinhas madeirense e norueguesa. A primeira decorre às 12:30, no Porto do Funchal, e segunda tem lugar às 19:30, no Colégio dos Jesuítas. As duas acções contam com a participação do chef Bjarte Finne, membro ativo do movimento Slow Food e Embaixador de Bergen – Cidade Criativa da Gastronomia da UNESCO.

Na mesma data, decorrem visitas guiadas às vinhas tradicionais das costas Norte e Sul da ilha. Esta iniciativa assinala o arranque do projecto HeViTOUR MAD, centrado na valorização da viticultura heroica da Madeira, tendo esta candidatado as Tradições do Vinho Madeira à distinção de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

Esta acção é promovida pela Universidade da Madeira, em parceria com a Embaixada da Noruega, a Slow Food de Bergen, a Cátedra UNESCO do Património Cultural Imaterial da Universidade de Évora, Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira, Blandys e The Views Hotels, entre outras entidades.

Sanleti: Um poiso de petiscos na Praia da Rocha

Sanleti Tapas & Vinhos

O meu Algarve não é o meu poiso de férias, como acontece com muitos outros portugueses. É a minha terra, aquela onde brinquei, joguei  ao berlinde e aos jogos de apanhada, fiz amizades eternas, estudei e aprendi, andei pelos campos, apanhando aqui e ali uma romã, uma nêspera, uma laranja, e fui à pesca, à […]

O meu Algarve não é o meu poiso de férias, como acontece com muitos outros portugueses. É a minha terra, aquela onde brinquei, joguei  ao berlinde e aos jogos de apanhada, fiz amizades eternas, estudei e aprendi, andei pelos campos, apanhando aqui e ali uma romã, uma nêspera, uma laranja, e fui à pesca, à ameijoa e ao berbigão, num dos sítios para onde gosto mais de olhar: a Ria Formosa. É um Algarve de muitos algarves, parecidos, mas todos ainda um pouco diferentes uns dos outros, apesar da muralha de casario, um pouco desordenado, que separa a linha de costa do resto, parecer querer uniformizar a paisagem.

Sanleti Tapas & Vinhos

Sítio de comer

Uma das coisas que gosto é conseguir encontrar sempre sítios de comer onde me sinto bem e sou bem tratado. São vários por toda a região e um deles, na zona de Portimão, é o Sanleti Tapas & Vinhos, sobretudo porque tem uma oferta diversificada de petiscos, que vai variando ao longo do ano, uma carta bem composta de vinhos algarvios e, à noite boa música ao vivo, calma, tocada e cantada por bons interpretes. Ao longo do tempo, fui conhecendo melhor o seu proprietário, Rui Silva, moço da região que estudou e deu os primeiros passos na profissão pelo norte, mas não resistiu a voltar.

Estabeleceu o seu Sanleti em Ferragudo, perto da margem esquerda do rio Arade, e mudou-se mais recentemente para a zona da Praia da Rocha, para um espaço maior com vista para a marina de Portimão, que continua a ser essencialmente uma casa de petiscos, cuja oferta vai variando ao longo do ano. Já lá comi Peixinhos da horta, Moxama de atum, Bolinhas de alheira com chouriço e outros, mas desta vez optamos pela Tiborna de Cavala com tomate, manga e pimentos vermelhos aos cubos, em pão tostado, que repito quase sempre, mais uma Tirinhas de polvo salteadas com puré de pimentos e Brás do Sanleti, com bacalhau, batata, camarão e ovo. Tudo saboroso e agradável, como habitual, desta vez apreciado na companhia de um Lagoa Reserva single vineyard, da casta Crato Branco, um vinho branco de aroma fresco, com notas de alperce, pêssego e fruta branca e o volume e frescura apropriados para o repasto.

Faltou-me apenas a tarte de amêndoa da mãe do Rui, incontornável, mas apenas porque me esqueci de reservar, já que a concorrência é grande pela sobremesa e é apenas ela que a sabe fazer. Mas fica para a próxima.

Sanleti Tapas & Vinhos

 

 

 

 

Sanleti Tapas & Vinhos

Morada:  R. Bartolomeu Dias, Loja A, Praia da Rocha, 8500-806 Portimão

Tel.: 963 405 776

Site: sanleti.wixsite.com

 

25 anos de Quanta Terra pelas mãos de Vhils

O resultado? A criação de uma edição colaborativa limitada de 250 garrafas de cinco litros em parceria com o artista urbano inspirada na íris, símbolo de identidade. O produtor duriense, fundado pelos enólogos Jorge Alves e Celso Pereira, celebra bodas de prata, com a apresentação de um vinho especial, o Quanta Terra Íris tinto 2019. […]

O resultado? A criação de uma edição colaborativa limitada de 250 garrafas de cinco litros em parceria com o artista urbano inspirada na íris, símbolo de identidade.

O produtor duriense, fundado pelos enólogos Jorge Alves e Celso Pereira, celebra bodas de prata, com a apresentação de um vinho especial, o Quanta Terra Íris tinto 2019. Cada garrafa é uma peça de arte intervencionada manualmente, com os traços marcantes de um olhar humano, e numerada diretamente sobre o vidro pelo reconhecido artista urbano Alexandre Farto, aka Vhils, com a precisão de um mestre artesão. Trata-se de uma tradução artística entre o vinho e o tempo, em que a fruta, as especiarias e a mineralidade se envolvem num vinho que se quer excelente, como se de uma expressão artística do Douro se tratasse. A chegada ao mercado está marcada para Outubro. Porém, há a possibilidade do seu nome constar na lista de espera através do registo em https://vhils.quantaterradouro.com/.

Distinguido com dois prémios Best of Wine Tourism – Arte e Cultura (2023 e 2025) pelas Great Wine Capitals, o espaço Quanta Terra tem vindo a tornar-se um palco de manifestações culturais, de acesso gratuito, tornando-se um agente cultural do interior, promovendo o diálogo entre vinho, arte e território, e mantendo as portas abertas da antiga destilaria da Casa do Douro a várias formas artísticas, sem descurar “o papel do vinho como motor da economia do território”.