Adega de Cantanhede faz mudanças na equipa de enologia

Adega de Cantanhede enologia

A Adega Cooperativa de Cantanhede — produtora de reconhecidos vinhos da Bairrada, como Marquês de Marialva ou Foral de Cantanhede — está a fazer grandes mudanças na equipa de enologia. Osvaldo Amado anunciou que deixa agora de ser enólogo consultor da Adega de Cantanhede, posição que será ocupada por outro experiente enólogo, António Ventura, facto […]

A Adega Cooperativa de Cantanhede — produtora de reconhecidos vinhos da Bairrada, como Marquês de Marialva ou Foral de Cantanhede — está a fazer grandes mudanças na equipa de enologia.

Osvaldo Amado anunciou que deixa agora de ser enólogo consultor da Adega de Cantanhede, posição que será ocupada por outro experiente enólogo, António Ventura, facto confirmado hoje, por este, à Grandes Escolhas.

Em comunicado de imprensa, Osvaldo Amado — que trabalhou com a cooperativa durante mais de 12 anos — refere que, entre os vários vinhos da Adega de Cantanhede que assinou, os que mais o marcaram foram rótulos como Marquês de Marialva Confirmado, Foral de Cantanhede, Grande Reserva Baga e Grande Reserva Arinto, Baga Unoaked e Baga Complexo, Espumantes Primitivo Cuvée e Baga Cuvée.

“A Adega de Cantanhede representou um grande desafio, que considero superado”, declarou o enólogo.

Marquês de Marialva distribuído em exclusivo pela Vinalda

Produzida pela Adega de Cantanhede, na Bairrada, a marca Marquês de Marialva passa, a partir de Setembro, a ser distribuída em exclusivo pela Vinalda, no mercado Nacional. Tendo completado 65 anos em 2019, a Adega de Cantanhede tem como enólogo-chefe Osvaldo Amado e conta com 55o associados activos, que somam mais de mil hectares de […]

Produzida pela Adega de Cantanhede, na Bairrada, a marca Marquês de Marialva passa, a partir de Setembro, a ser distribuída em exclusivo pela Vinalda, no mercado Nacional. Tendo completado 65 anos em 2019, a Adega de Cantanhede tem como enólogo-chefe Osvaldo Amado e conta com 55o associados activos, que somam mais de mil hectares de vinha.

José Espírito Santo, Director-Geral da Vinalda, sublinha “a história, a qualidade e a liderança da marca Marquês de Marialva no mercado” e revela que “a Vinalda passa a liderar mais uma região vitivinícola portuguesa, ajudando este negócio a cumprir a sua missão de voltar a ser a distribuidora de vinhos de referência em Portugal”. Já Victor Damião, Presidente da Adega de Cantanhede, frisa: “Acreditamos que será uma parceria ganhadora, que aquela marca e os seus excelentes vinhos e espumantes merecem, dado haver muito ‘espaço’ no mercado, que até agora não explorámos”.

Os vinhos Marquês de Marialva:

Vinhos Tranquilos 

– Colheita Selecionada (Tinto, Branco e Rosé);

– Reserva (Baga, Bical e Arinto);

– Grande Reserva (Tinto e Arinto);

– Garrafeira 2001, 65 Anos (Tinto);  

Espumantes 

– Blanc de Blancs (Bruto, Meio Seco e Doce);

– Bical & Arinto (Bruto e Reserva Bruto);

– Blanc de Noir, Baga Bairrada (Bruto);

– Baga (Tinto Bruto, Rosé Bruto e Cuvée Bruto):

– Cuvée Primitivo;

Licorosos

– XO 20 Anos;

– Reserva dos Sócios;

– Singular.

Mundus Vini: Cantanhede em grande

Primeiro dia de provas no Mundus Vini 2020 (cortesia Ralf Ziegler - Ad Lumina)

Já terminou a 26ª edição do concurso alemão Mundus Vini – Spring Tasting. O contingente vínico português não se portou nada mal, trazendo para casa 5 Grandes Medalhas de Ouro (das 43 atribuídas), 140 de Ouro (das 1.546) e 130 de Prata (das 1.406). Para conseguir uma Grande Medalha de Ouro, um vinho tem que […]

Já terminou a 26ª edição do concurso alemão Mundus Vini – Spring Tasting. O contingente vínico português não se portou nada mal, trazendo para casa 5 Grandes Medalhas de Ouro (das 43 atribuídas), 140 de Ouro (das 1.546) e 130 de Prata (das 1.406). Para conseguir uma Grande Medalha de Ouro, um vinho tem que receber, pelo menos, 95 pontos (numa escala até 100). Daí até aos 90 pontos leva Ouro.
A Itália foi o país que levou mais distinções, com 658. A seguir ficou a Espanha (631) e a França (325), Portugal (286) e a Alemanha (239). A organização informou também do número de amostras de cada país: Itália (1.747), Espanha (1.543), França (819), Portugal (724) e Alemanha (620).
Entraram quase 7.500 vinhos, de 45 países, que foram avaliados por um conjunto de 268 provadores, oriundos de 54 países diferentes. A competição durou uma semana e desenrolou-se em Neustadt.
Destaque, em termos de qualidade dos prémios, para a Adega de Cantanhede, responsável por 3 dos 5 Grande Ouro e o Best of Show Bairrada. Esta casa bairradina trouxe ainda dois ‘Ouros’ e duas ‘Pratas’. Curiosamente (ou não), a Vinho Grande Escolhas tinha atribuído, uma semana antes, o prémio Grandes Escolhas Cooperativa de 2019 a esta mesma empresa. A Casa Santos Lima também se destacou, trazendo 28 medalhas (!): 8 de Ouro e o restante de Prata.
Veja agora as principais medalhas que vieram para Portugal, as Grande Ouro. Além destas, alguns vinhos levaram, ao mesmo tempo, a distinção Best of Show, indicando que foi o melhor na sua região/denominação.
Pode consultar todos os resultados no site da organização.
(texto de António Falcão.  Foto cortesia Ralf Ziegler – Ad Lumina)

Grande Ouro e Best of Show Douro
Carm Reserva tinto 2017 (Casa Agr. Roboredo Madeira)

Grande Ouro e Best of Show Bairrada
Foral de Cantanhede Baga Grande Reserva tinto 2011 (Adega de Cantanhede)

Grande Ouro
Marquês de Marialva Grande Reserva tinto 2013 (Adega de Cantanhede)
Colinas de Ançã Baga Reserva tinto 2015 (Adega de Cantanhede)

Grande Ouro e Best of Show Tawny Port
Quinta do Pego Porto Colheita 2011 (Quinta do Pégo)

Adega do Cartaxo brilha no concurso Mundus Vini

Mundus Vini Spring Tasting 2018

Os vinhos da Adega do Cartaxo ficaram especialmente bem cotados no concurso Mundus Vini Spring Tasting, que se celebrou recentemente na Alemanha. Das quatro medalhas portuguesas Grande Ouro – o prémio máximo – a Adega do Cartaxo trouxe três! (A quarta foi para o Douro, para o duriense Quinta da Gaivosa 2013). Não contente com […]

Os vinhos da Adega do Cartaxo ficaram especialmente bem cotados no concurso Mundus Vini Spring Tasting, que se celebrou recentemente na Alemanha. Das quatro medalhas portuguesas Grande Ouro – o prémio máximo – a Adega do Cartaxo trouxe três! (A quarta foi para o Douro, para o duriense Quinta da Gaivosa 2013). Não contente com isto, a Adega do Cartaxo conseguiu ainda 6 medalhas de Ouro. Outro produtor que se saíu muito bem foi a Casa Santos Lima, conquistando 11 medalhas de Ouro e o título de “Melhor Produtor Português”. A Adega de Cantanhede, com 10 Ouros, ficou logo a seguir.
Portugal trouxe 321 medalhas no total, entre as 2.702 atribuídas (cerca de 11,9% do total). Para além das 4 Medalhas Grande Ouro (das 33 atribuídas), os vinhos lusos conseguiram 130 de Ouro (1.102) e 187 de Prata (1.575). A organização atribuiu ainda a designação “Best of Show” para o vinho melhor classificado dentro de determinada região ou denominação.
O concurso decorreu em finais de Fevereiro na Alemanha e contou com a participação de quase 6.770 vinhos de mais de 150 regiões produtoras de vinho de todo o mundo. Os vinhos foram avaliados por um conjunto de 270 provadores de mais de 40 países diferentes. (AF)

Grand Gold para vinhos portugueses
Quinta da Gaivosa tinto 2013 (Alves de Sousa) (Best of Show Douro)
Bridão Touriga Nacional Tejo tinto 2015 (Adega do Cartaxo) (best of Show Tejo)
Coudel Mor Tejo Reserva tinto 2015 (Adega do Cartaxo)
Bridão Tejo Reserva tinto 2015 (Adega do Cartaxo)

Gold e “Best of Show”
Best of Show Vinho Verde
Quinta da Raza Alvarinho Trajadura branco 2017 (Quinta da Raza)
Best of Show Bairrada
Quinta dos Abibes Reserva tinto 2013 (Quinta dos Abibes)
Best of Show Dão
Titular Reserva tinto 2015 (Caminhos Cruzados)
Best of Show Lisboa
Touriz tinto 2014 (Casa Santos Lima)
Best of Show Reg. Alentejano
Blog Alicante Bouschet e Syrah tinto 2015 (Tiago Cabaço)
Best of Show Alentejo
Herdade do Peso Essência do Peso tinto 2015 (Sogrape Vinhos)
Best of Show Port
Cálem Porto Colheita 1998 (Sogevinus)