Symington e Esporão são duas das marcas mais admiradas do mundo

Um inquérito realizado a vários líderes de opinião e a 160.000 consumidores de vinho de todo o mundo deu resultados extraordinários para duas empresas e/ou marcas portuguesas. De facto, tanto a Symington como o Esporão conseguiram entrar no top 50 da lista The World’s Most Admired Wine Brands (As marcas de vinho mais admiradas do […]
Um inquérito realizado a vários líderes de opinião e a 160.000 consumidores de vinho de todo o mundo deu resultados extraordinários para duas empresas e/ou marcas portuguesas. De facto, tanto a Symington como o Esporão conseguiram entrar no top 50 da lista The World’s Most Admired Wine Brands (As marcas de vinho mais admiradas do mundo), acabada de editar pela revista inglesa Drinks International.
A Symington ficou no 7º lugar e o Esporão no 13.º lugar no ranking dos The World’s Most Admired Wine Brands 2020. Estes prémios, atribuídos desde 2011, distinguem as marcas de vinho mais conceituadas e prestigiantes do mundo. A Symington ficou à frente de empresas/marcas como Veja Sicilia (Espanha), Cloudy Bay (Nova Zelândia) ou Barefoot (EUA). Ambas as empresas superaram outros nomes sonantes de todo o mundo vínico, como Sassicaia, Cono Sur, Marqués de Riscal, Frescobaldi, Yellow Tail, Château d’Yquem ou Cheval Blanc, ou ainda Robert Mondavi ou Château Pétrus.
Nos três primeiros lugares ficaram a Catena Zapata (Argentina), a australiana Penfolds e a espanhola Torres.
Para a atribuição destes prémios, a Drinks International reuniu um conjunto de especialistas constituída por profissionais da indústria do vinho, desde comerciantes, retalhistas, importadores, bartenders, proprietários de garrafeiras e bares, Masters of Wine, críticos de vinho, jornalistas especializados em vinho e professores de enologia. Depois, com o recurso à Wine Intelligence (empresa especializada em estudos de mercado, estatísticas e consultoria), foram realizadas mais de 160.000 inquéritos a consumidores de vinho de 48 países. Os critérios avaliados passam por qualidade e consistência, relação preço – qualidade, “sentido de lugar” dos vinhos, país de origem ou o tipo de castas produzidas.
Rupert Symington, CEO da Symington Family Estates avança que “este é um fantástico reflexo da reputação que temos contruído ao longo de muitos anos – não apenas como empresa familiar de vinhos com credenciais de qualidade impecáveis, mas também, em nosso entender, um testemunho da nossa reputação de longo prazo e compromisso sério em sermos uma empresa responsável e ética, especialmente agora que nos tornarmos na primeira empresa de vinhos em Portugal com certificação B Corporation. Este reconhecimento chega numa altura difícil para todos a nível mundial – independentemente do país ou setor onde cada um de nós trabalha – e é uma motivação bem-vinda para a nossa equipa que tem respondido de forma notável aos desafios de adaptação à nova realidade criada pelo coronavírus.”
Quanto a João Roquette, o CEO do Esporão disse que “este reconhecimento é particularmente especial para o Esporão, pelo seu caracter global, pela abrangência e qualidade do painel que o atribui e como motivação no momento delicado que o mundo vive. Construir uma marca de vinhos reconhecida em todo o mundo era parte central da visão inicial e ousada dos fundadores do Esporão. Estamos, e continuaremos a realizar essa visão.”
“Esporão no Porto” com provas e workshops

O Esporão no Porto, localizado na Rua do Almada 501, acaba de apresentar a sua agenda de provas e workshops de Janeiro a Março. Sujeitos a reservas pelo telefone ou e-mail, vão decorrer também algumas provas e workshops especiais de carácter único, como as conversas de azeite, que contarão com a oleóloga do Esporão Ana […]
O Esporão no Porto, localizado na Rua do Almada 501, acaba de apresentar a sua agenda de provas e workshops de Janeiro a Março. Sujeitos a reservas pelo telefone ou e-mail, vão decorrer também algumas provas e workshops especiais de carácter único, como as conversas de azeite, que contarão com a oleóloga do Esporão Ana Carrilho e a participação de produtores de Trás-os-Montes e Alentejo.
De Terça-feira a Sábado, antes do almoço ou durante a tarde, haverá várias provas: Vinhos de Talha, Loureiro do Minho, Brancos e Tintos com Madeira, Terroir de Murças, entre outras. Para quem gosta de azeite, está prevista também uma prova sobre Azeite do Esporão e para os adeptos de cerveja haverá uma prova das versões Lager, Amber e IPA da Cerveja Sovina.
As reservas são feitas através do e-mail esporaonoporto@esporao.com
A agenda:
Provas – Todos os dias de 3.ª a Sábado antes do almoço ou durante a tarde
Alentejo vs. Douro – Quatro vinhos que contam a história de duas regiões
Brancos e Tintos com Madeira – Quatro vinhos do Alentejo que mostram as diferenças dos estágios em madeira
Talha vs. Ânfora – Vinho alentejano que resulta de uma técnica ancestral e uma nova perspectiva no Douro
Vinhos de Talha – Vinhos produzidos em ânforas antigas de barro — Talhas
Loureiro do Minho – A versatilidade da casta em três vinhos distintos
Terroir de Murças – Três vinhos que exprimem a diversidade da Quinta dos Murças no Douro
Azeite do Esporão – Três azeites, sabores distintos, usos diversos
Herdade do Esporão – A gama principal do Esporão é dada à prova em quatro vinhos
Cerveja Sovina – A cerveja artesanal do Esporão nas versões Lager, Amber e IPA
Provas Especiais e Workshops
Janeiro
Dia 14 / Terça – Gama Esporão Com o enólogo David Baverstock
Dia 17 / Sexta – Conversas de Azeite Com a oleóloga Ana Carrilho
Dia 23 / Quinta – Queijos e Vinhos Prova com Alberte Díaz, Queijaria do Almada e António Roquette, Enoturismo da Herdade do Esporão
Conversas com os Artesãos – Outono – Com Passa Ao Futuro
Fevereiro
Dia 11 / Terça – Prova — As Diferentes Origens da Quinta dos Murças Com o enólogo José Luís Moreira da Silva
Dia 20 / Quinta – Cerveja Sovina Visita à fábrica e prova no Esporão No Porto + petiscos, com o mestre cervejeiro Fábio Torre
Dia 27 / Quinta – Prova Varietais Com o enólogo David Baverstock
Março
Dia 4 / Quarta – Sovina e Sobremesas Pairing de sobremesas e Sovina com o mestre cervejeiro Fábio Torre
Dia 10 / Terça – Prova vertical Quinta Dos Murças Reserva, 2010 – 2015 Com o enólogo José Luís Moreira da Silva
Dia 24 / Terça – Vinhos de Talha Com o Gestor do Enoturismo da Herdade do Esporão António Roquette
Dia 21 / Sábado – Montra Esporão No Porto #2
O novo miúdo do Esporão

O restaurante da herdade alentejana mudou de conceito, mas está em boas mãos. Carlos Teixeira é o chef que se segue. TEXTO Ricardo Dias Felner O almoço acabou e o jovem chef da herdade guia-nos pelas escadas até ao piso de baixo, onde ficam os bastidores do restaurante, espécie de parque infantil para foodies. Num […]
O restaurante da herdade alentejana mudou de conceito, mas está em boas mãos. Carlos Teixeira é o chef que se segue.
TEXTO Ricardo Dias Felner
O almoço acabou e o jovem chef da herdade guia-nos pelas escadas até ao piso de baixo, onde ficam os bastidores do restaurante, espécie de parque infantil para foodies. Num frigorífico, mais de uma dúzia de kombuchas — cereja, laranja, alperce. Na prateleira ao lado, aparece um boião de molho picante fermentado, outro de kimchi caseiro, logo seguido da secção de especiarias, meia centena delas arrumadas em pequenas caixinhas transparentes devidamente etiquetadas: “garam masala caseiro”, “pó de iogurte”, “lima persa pó fino”, “levístico”, “katsoboshi”, “karela”.
Carlos Teixeira faz a visita guiada com o entusiasmo de um hacker a entrar na área restrita da CIA. Tem apenas 26 anos, mas já anda em cozinhas profissionais desde os 15, idade com que se estreou no SANA Lisboa. Nessa altura, podia ter optado pelo hóquei em patins, mas virou-se antes para a culinária, onde era já hábil “em bifes e arrozes”, arte que aperfeiçoou desde os oito anos. “Eu vivia só com o meu pai, que chegava do banco tarde, e tinha de preparar o jantar”, diz.
Muito depois disso, haveria de estagiar no The Clove Club, em Londres, eleito o 33º melhor restaurante do mundo, na lista dos 50’s Best de 2018, para depois de se juntar à equipa do Esporão em 2015. Aqui, iniciou-se como braço direito de Pedro Pena Bastos, assumindo a liderança em 2018.
A passagem de testemunho não terá sido fácil. Na altura, entre a comunidade gastronómica, muita gente olhou para esse processo como uma desistência da estrela Michelin por parte do Esporão. Não se querendo alongar sobre o assunto, António Roquette, responsável pelo enoturismo da herdade, admite a ideia de se fazer “uma cozinha mais informal”, “com outro conceito”; mas recusa que isso tenha significado baixar a fasquia. Em todo o caso, nessa altura, aos olhos de alguns, Carlos Teixeira surgiu como uma espécie de solução caseira e barata.[/vc_column_text][vc_gallery type=”nectarslider_style” images=”40365,40366″ bullet_navigation_style=”see_through” onclick=”link_no”][vc_column_text]Juventude com disciplina e rigor
Hoje, todavia, não se tem essa sensação quando o conhecemos ou quando comemos da sua cozinha. Apesar de muito novo, tem uma energia pura, domada por disciplina e rigor.
À nossa frente, abre-se agora a porta de uma câmara frigorífica e surgem vários lúcios-perca enganchados à maneira da pescada arrepiada. “Primeiro secamo-los um pouco e depois maturamo-los por dez dias”, conta o chef. O resultado é extraordinário, como tínhamos podido comprovar minutos antes. O prato de lúcio-perca, pescado no Alqueva, é um lombo grelhado, magnífico de lascas, banhado numa espécie de piso alentejano, feito do caldo das espinhas com poejos, coentros, alho e azeite. A acompanhar, migas de alho e cebola, no topo pele de porco insuflada e crocante — um prodígio de produto, técnica e sabor, tridente estrutural da filosofia Esporão, seja na adega, no lagar de azeite ou na cozinha.
Este foi, no entanto, apenas um dos destaques num almoço de grande nível. Começou no pão, feito na casa com massa mãe, e nas manteigas: de cabra com pó de louro e de banha de porco temperada; ao lado, um pratinho de azeite dos Arrifes, topo de gama da casa, vivíssimo, feito da varietal Cobrançosa, produzida em modo biológico, apanhada a escassas centenas de metros e espremida ainda mais perto, no moderno lagar da herdade. Houve ainda umas ervilhas com silarcas laminadas e gema de ovo, depois o borrego da Quinta das Dúvidas (vizinhos e “amigos” do Esporão), e por fim a laranja da Torre (apanhada na zona dos laranjais da torre, também da herdade) com iogurte de cabra.
Do que se pode ver, com ou sem Michelin no horizonte, usa-se cada vez mais o que vem da horta da quinta (65 por cento do valor total dos hortícolas usados na carta, diz Carlos Teixeira) e parece haver uma aproximação à culinária tradicional portuguesa, com a introdução semanal de pratos resultantes do projecto A Cozinha Portuguesa a Gostar dela Próprio. Tudo sempre refinado pelos sabores que Carlos Teixeira vai produzindo na sua cave de experiências misteriosas.[/vc_column_text][image_with_animation image_url=”40364″ alignment=”” animation=”Fade In” border_radius=”none” box_shadow=”none” max_width=”100%”][vc_column_text css=”.vc_custom_1576234412378{background-color: #ddadb1 !important;}”]Como se prova um azeite?
A experiência gastronómica no Esporão só fica completa com uma visita guiada à adega, remodelada pelo ateliê Skrei, mas também com a experiência do azeite. Ana Carrilho, oleóloga residente, leva-nos primeiro ao olival da quinta, onde se produz já em modo sustentável e orgânico, seja em formato intensivo ou tradicional. Na antiga pista de avião, perto do olival dos Arrifes, avistam-se grandes pilhas de compostagem, feita com os desperdícios da quinta, adubo precioso para as árvores de cobrançosa que hão-de frutificar em breve. Enquanto isso não acontece, pode-se sempre beber o sumo de azeitona da colheita anterior, na sala de provas.
É isso que faz quem entra nas visitas guiadas da quinta, depois de ir ao lagar onde a extracção acontece. Numa sala lateral, está uma mesa comprida à nossa espera, com vários copos, todos tapados com um vidro de relógio, todos da mesma cor. “O azul cobalto é a cor usada oficialmente nas provas”, explica Ana Carrilho. A cor do azeite, ao contrário do que sucede com os vinhos, “não deve influenciar o julgamento do provador”.
Começa tudo no nariz. A ideia é rodar suavemente os copos tapados, depois tirar o vidro de relógio e inspirar profundamente. Como se faz com o vinho. O nariz dá-nos coisas fantásticas, como aromas da água da salada de tomate ou de relva verde. Na boca, devemos deixar que o líquido chegue a todos os cantinhos. Na garganta, sentimos notas mais picantes e intensas (Azeite Virgem Extra Bio, do Olival dos Arrifes) ou mais doces e verdes (como nos monovarietais de Galega e nos blends do Norte Alentejano). Importante é ir intercalando cada golo no azeite com lâminas de maçã verde, dispostas no pratinho ao seu lado, para limpar o palato. Beba sem moderação.[/vc_column_text][vc_column_text]
Edição Nº26, Junho 2019
“Esporão no Porto” abre na Rua do Almada

O Esporão acaba de abrir portas na Rua do Almada 501, no Porto, com restaurante, loja e provas de vinhos, azeites e cerveja. Esta é a primeira vez que a empresa marca presença numa cidade e fora dos seus territórios de produção. Para Catarina Santos, Directora de Marketing do Esporão, “Estar aqui no Porto reforça […]
O Esporão acaba de abrir portas na Rua do Almada 501, no Porto, com restaurante, loja e provas de vinhos, azeites e cerveja. Esta é a primeira vez que a empresa marca presença numa cidade e fora dos seus territórios de produção.
Para Catarina Santos, Directora de Marketing do Esporão, “Estar aqui no Porto reforça a proximidade do universo Esporão à rotina dos dias na cidade. Através das nossas histórias, dos nossos produtos ou da gastronomia tradicional – centrada nas regiões e na sazonalidade dos produtos – queremos proporcionar momentos de pausa e com sabores únicos, entre amigos e família”.
No Porto, o Esporão terá uma equipa de cozinha local que, com a liderança e coordenação do chef Carlos Albuquerque, executará um menu de inspiração tradicional, onde o produto, região e estação são elementos centrais. Pratos descomplicados e genuínos, exclusivos deste espaço, para usufruir com os vinhos, azeites e cervejas do Esporão.
Para além das provas, almoços e jantares, será possível petiscar durante a tarde e participar em workshops e provas especiais que serão agendadas todos os meses.
Esporão adquire Quinta do Ameal, nos Vinhos Verdes

Mais uma transacção de peso no sector vitivinícola: O Esporão acaba de formalizar a compra da Quinta do Ameal, projecto da região dos Vinhos Verdes liderado por Pedro Araújo e pertencente à sua família desde a década de 90. Com 30 hectares e situada no vale do Rio Lima, esta propriedade vem enriquecer o portefólio […]
Mais uma transacção de peso no sector vitivinícola: O Esporão acaba de formalizar a compra da Quinta do Ameal, projecto da região dos Vinhos Verdes liderado por Pedro Araújo e pertencente à sua família desde a década de 90. Com 30 hectares e situada no vale do Rio Lima, esta propriedade vem enriquecer o portefólio do Esporão com uma marca que é referência importante na região, especificamente na zona onde a casta Loureiro nasceu e desempenha o papel de estrela.
Para Pedro Araújo, que se manterá na equipa, “Esta foi uma oportunidade que dificilmente se repetiria, a de conciliar a notoriedade e o reconhecimento dos vinhos Quinta do Ameal – fruto de um intenso trabalho ao longo de mais de 20 anos – com o potencial fantástico de um produtor com a força, a estratégia e a filosofia em total sintonia, como é o Esporão”.
João Roquette, administrador do Esporão, afirma: “Esta ideia foi-se formando com o reconhecimento da grande qualidade e potencial dos vinhos feitos na Quinta do Ameal pelo Pedro Araújo, a confiança, amizade e visão futura que fomos construindo, e a ambição de fazer grandes vinhos, com identidade e sentido de lugar, desafiando também o status quo da região”.
Esporão lança novos Private Selection

O Esporão Private Selection Branco foi lançado em 2001 com o intuito de criar um vinho branco alentejano marcante. As vinhas com idade média de 22 anos conjugadas com a aposta na casta Sémillon e a selecção cuidadosa das barricas novas de carvalho francês, foram os ingredientes usados para a colheita de 2017. Já o […]
O Esporão Private Selection Branco foi lançado em 2001 com o intuito de criar um vinho branco alentejano marcante. As vinhas com idade média de 22 anos conjugadas com a aposta na casta Sémillon e a selecção cuidadosa das barricas novas de carvalho francês, foram os ingredientes usados para a colheita de 2017.
Já o Esporão Private Selection Tinto é uma continuidade do Esporão Garrafeira Tinto, lançado pela primeira vez em 1987. Na colheita de 2014, conjugaram-se as castas Syrah e Alicante Bouschet com a Aragonez. Depois das uvas serem pisadas a pé, na Adega dos Lagares, o vinho passou por um estágio em barrica de carvalho francês, durante 18 meses.
Para a produção destes dois vinhos, segundo o enólogo David Baverstock, estes são aspectos importantes: “Antes da vindima, seleccionamos as melhores uvas para estes vinhos. Depois, a maneira como nós fazemos o processo de vinificação, permite que estes adquiram uma grande estrutura, longevidade e potencial para guarda”.
O rótulo do Esporão Private Selection Branco 2017 (€19,99) é ilustrado pelo artista Albuquerque Mendes. Uma fotografia do arquitecto e fotógrafo Duarte Belo ilustra o rótulo do Esporão Private Selection Tinto 2014 (€49).
Esporão galardoado com “Melhor Azeite do Mercado”

O Azeite Biológico Olival dos Arrifes, produzido pelo Esporão, foi considerado o Melhor Azeite do Mercado, no Concurso Nacional de Azeites de Portugal 2019, pelo segundo ano consecutivo. Este azeite, que tem um p.v.p. de €12,29, foi igualmente premiado com medalha de Ouro no World Olive Oil Competition, que decorreu em Nova Iorque, em conjunto […]
O Azeite Biológico Olival dos Arrifes, produzido pelo Esporão, foi considerado o Melhor Azeite do Mercado, no Concurso Nacional de Azeites de Portugal 2019, pelo segundo ano consecutivo.
Este azeite, que tem um p.v.p. de €12,29, foi igualmente premiado com medalha de Ouro no World Olive Oil Competition, que decorreu em Nova Iorque, em conjunto com o Esporão Cordovil e o Selecção. Este é um dos concursos de azeite mais prestigiados a nível mundial.
Proveniente do Olival dos Arrifes da Herdade do Esporão, e com certificação biológica, este azeite passa por uma selecção cuidada dos seus frutos, com o objectivo de manter o seu sabor autêntico e genuíno. Segundo o produtor, “revela um aroma complexo e ligeiramente picante, com toques florais e um final de boca que lembra frutos secos”.
O lagar de azeite onde é produzido pode ser visitado, no âmbito da oferta de enoturismo da Herdade do Esporão, bem como a participação em provas de azeite “on site”.
Esporão Reserva tinto 2016: novo e com rótulo de Albuquerque Mendes

O Esporão acaba de lançar o Esporão Reserva Tinto 2016 com rótulo de Albuquerque Mendes, o artista português convidado para ilustrar as novas colheitas do Esporão Reserva e Private Selection. Já é tradição a descoberta dos novos rótulos destes dois vinhos, frutos da aposta da empresa num design original e de autor para estas referências. […]
O Esporão acaba de lançar o Esporão Reserva Tinto 2016 com rótulo de Albuquerque Mendes, o artista português convidado para ilustrar as novas colheitas do Esporão Reserva e Private Selection.

Já é tradição a descoberta dos novos rótulos destes dois vinhos, frutos da aposta da empresa num design original e de autor para estas referências. Isto já acontece desde 1985, variando colheita após colheita, consoante a abordagem do artista convidado.
O pintor e performer que, em 1974, construiu um tapete gigante de flores, que foi distribuindo no caminho do Porto a Coimbra, usou a sua vivência pessoal com o vinho para criar o rótulo do Esporão Reserva tinto 2016: o seu pai vinificava uvas que amigos lhe entregavam e criava os seus próprios rótulos à mão. “Havia sempre vinho em minha casa e desde criança que sei como se faz vinho. E a partir de certa altura comecei também a experimentar e a apreciar, principalmente o vinho tinto. Não gosto de mais nenhuma bebida alcoólica e penso que gosto de vinho não só pelo seu sabor, mas pelo respeito que tenho pela sua história. Nunca perco a moderação, não quero que aquele momento de prazer se perca no meu corpo, no meu cérebro e na minha memória”, conta Albuquerque Mendes.
A estória deste rótulo é contada pelo artista, num vídeo do Esporão: