Azeite Herdade do Rocim tem nova imagem e garrafa

Azeite Herdade do Rocim

Numa edição numerada, o novo azeite da Herdade do Rocim — propriedade localizada na Vidigueira, Baixo Alentejo — tem uma imagem renovada e apresenta-se em dois formatos de garrafa, agora de vidro escuro: 25cl, com um p.v.p. de €7,50; e 50cl, a custar €10. A variedade de azeitona dominante é Cobrançosa, representando 90% do lote. […]

Numa edição numerada, o novo azeite da Herdade do Rocim — propriedade localizada na Vidigueira, Baixo Alentejo — tem uma imagem renovada e apresenta-se em dois formatos de garrafa, agora de vidro escuro: 25cl, com um p.v.p. de €7,50; e 50cl, a custar €10. A variedade de azeitona dominante é Cobrançosa, representando 90% do lote.

O novo rótulo do azeite Herdade do Rocim tem bem presente, à semelhança dos vinhos da mesma gama, a planta Linaria Ricardoi, endémica de Cuba e em perigo de extinção, que pode ser encontrada sobretudo em alguns olivais tradicionais do Baixo Alentejo. “Save Our Linaria”, pode ler-se no selo destacável do topo da garrafa, numa luta que já vem a ser travada pela equipa do Rocim há alguns anos. A referência à Linaria Ricardoi simboliza, segundo o produtor, “a nossa paixão, compromisso e respeito pela terra”.

FICHA TÉCNICA DO PRODUTOR (garrafa 50cl)

REGIÃO: Vidigueira
PRODUTOR: Herdade do Rocim
VARIEDADE: 90% Cobrançosa
PROCESSO DE EXTRAÇÃO: Contínuo, por centrifugação a frio.
NOTAS DE PROVA: Muito frutado, fresco, com ligeiro picante no final.

DECLARAÇÃO NUTRICIONAL (por 100g)

ENERGIA: 3669 kj | 899 kcal
LÍPIDOS TOTAIS: 99,9 g
LÍPIDOS SATURADOS: 18,3 g
LÍPIDOS INSATURADOS: 0,0g
HIDRATOS DE CARBONO: 0,0g
PROTEÍNAS: 0,0g
SAL: 0,0g

Não contém glúten.

Adega Cooperativa de Vidigueira doa parte da receita do seu Antão Vaz à AMI

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[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]É fácil ajudar a AMI, através da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA): por cada garrafa de Vidigueira Antão Vaz, vendida na Loja da Adega, a ACVCA doará €0,50 à Assistência Médica Internacional. A campanha “Os AMIgos são para as ocasiões” vigora durante o presente mês de Março.

Este protocolo, assinado entre as duas entidades, tem como objectivo ajudar a AMI com fundos para a aquisição e entrega de bens essenciais aos mais afectados financeiramente pela pandemia.

José Miguel Almeida, presidente do Conselho de Administração da ACVCA, refere que esta campanha procura “garantir o respeito e dignidade humana, como é a missão desta entidade de ajudar o Ser Humano numa escala global. Infelizmente esta pandemia veio desequilibrar os recursos económicos de muitas famílias. Foi com este sentido de missão que assinamos um protocolo com a AMI, e é também com este sentido de missão que temos ajudado diversas entidades do Baixo Alentejo”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Vidigueira Vinho de Talha vence Prémio Intermarché

Os vencedores do Prémio Intermarché — já na sua sétima edição — foram anunciados, e o Vidigueira Vinho de Talha, da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA), levou o galardão na categoria “Produtos Transformados”. “Este projecto do Intermarché tenciona valorizar e promover o que é nacional e sensibilizar a sociedade para a importância […]

Os vencedores do Prémio Intermarché — já na sua sétima edição — foram anunciados, e o Vidigueira Vinho de Talha, da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA), levou o galardão na categoria “Produtos Transformados”.

“Este projecto do Intermarché tenciona valorizar e promover o que é nacional e sensibilizar a sociedade para a importância do Sector Primário português”, explica a ACVCA em comunicado.

As uvas que dão origem a este Vidigueira Vinho de Talha são provenientes de vinhas centenárias, propriedade de associados da Adega que as disponibilizam. Das castas brancas tradicionais que entregam, algumas delas encontram-se quase em extinção: Antão Vaz, Roupeiro, Manteúdo, Diagalves, Larião e Perrum. “Esta produção é um orgulho para a Adega e o prémio do Intermarché só veio fomentar ainda mais o valor deste produto a nível nacional”, diz a empresa.

Veja o vídeo promocional deste vinho:

 

Adega Cooperativa de Vidigueira descobre adega centenária nas suas instalações

Ao recuperar o espaço da sua loja de vinhos, a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) descobriu uma adega do século XVIII. Durante estes trabalhos de remodelação, surgiram estruturas antigas, com várias fases de construção. Como seria de esperar, a ACVCA optou por alterar o sentido original da decoração e deixar à vista […]

Ao recuperar o espaço da sua loja de vinhos, a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) descobriu uma adega do século XVIII. Durante estes trabalhos de remodelação, surgiram estruturas antigas, com várias fases de construção. Como seria de esperar, a ACVCA optou por alterar o sentido original da decoração e deixar à vista a estrutura desta adega centenária.

José Miguel de Almeida, administrador, refere: “A Adega Cooperativa de Vidigueira Cuba e Alvito está sediada junto da zona nobre e de primeira ocupação da vila de Vidigueira. De facto, não esperávamos que o edifício contíguo à Loja da Adega albergasse uma construção antiga com estas características, o que só vem dignificar esta Adega e a região”.

Em comunicado, a ACVCA descortina ainda: “Após investigação, concluiu-se que esta rua foi ocupada por um número significativo de pessoas no início do séc. XVIII, como uma zona de expansão recente da vila de Vidigueira. Assume-se que terá origens bem mais antigas, entre os finais do séc. XVII e meados do séc. XVIII a contar pelas várias fases de construção que se encontraram”.

A Adega Velha, aberta ao público, pretende ser um complemento da Casa das Talhas, o espaço de enoturismo da Adega, cujo foco é o vinho de talha e toda a sua abrangência história e cultural.

Rocim cria Time Capsule com Cláudio Martins e Rodolfo Tristão

Herdade do Rocim Time Capsule é, como o nome sugere, uma autêntica cápsula do tempo de luxo que resulta de uma parceria entre o produtor Rocim — localizado na Vidigueira, Alentejo — o wine advisor Cláudio Martins e o sommelier Rodolfo Tristão. Esta Time Capsule inclui duas garrafas de Olho de Mocho Reserva branco 2008, […]

Herdade do Rocim Time Capsule é, como o nome sugere, uma autêntica cápsula do tempo de luxo que resulta de uma parceria entre o produtor Rocim — localizado na Vidigueira, Alentejo — o wine advisor Cláudio Martins e o sommelier Rodolfo Tristão.

Esta Time Capsule inclui duas garrafas de Olho de Mocho Reserva branco 2008, um saca rolhas de lâminas (ideal para abrir vinhos velhos, pois retira rolhas sensíveis sem as danificar) e um copo Zalto.

O Olho de Mocho Reserva branco 2008 é um 100% Antão Vaz, e com ele a Herdade do Rocim pretende demonstrar a longevidade da casta, em garrafa. 

A Time Capsule entra agora no mercado a custar 145 euros.

Adega de Vidigueira recebe três selos de segurança e higiene

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito decidiu submeter o seu Enoturismo à avaliação de três entidades competentes na área da segurança, higiene e limpeza: Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Turismo de Portugal e World Travel & Tourism Council. Para que os visitantes se sintam seguros, o produtor anuncia agora que […]

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito decidiu submeter o seu Enoturismo à avaliação de três entidades competentes na área da segurança, higiene e limpeza: Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, Turismo de Portugal e World Travel & Tourism Council. Para que os visitantes se sintam seguros, o produtor anuncia agora que foi bem sucedido e recebeu os três selos respeitantes a estas entidades, nomeadamente o “Certificado de Compromisso com o Destino Seguro e Sustentável”, “Clean & Safe” e “Safe Travels”.

Com a segurança dos seus colaboradores em mente, a Adega criou ainda um Guia de Recomendações Vindimas 2020, com medidas especificas que já estão a ser implementadas e que vão de encontro às recomendações da DGS, para que se garantam as condições necessárias à proteção de saúde de todos os intervenientes na vindima de 2020.

José Miguel Almeida, Presidente da Adega, refere que “esta é uma época do ano muito movimentada, os associados trazem as suas uvas e os visitantes gostam de observar a entrega e descarga. Sempre foi uma altura que implica cuidados específicos com as pessoas que se encontram dentro dos nossos espaços, fossem internas ou externas. E com a pandemia que surgiu, recebermos as três distinções que nos caracterizam como um destino seguro e sustentável é um reflexo de todos os cuidados que a Adega demonstra ter com todas as pessoas que circulam dentro dos seus espaços, e é também mais uma garantia de segurança para todos os que nos visitam”.

vinho da casa #34 – Quinta do Paral Vinhas Velhas tinto 2017

vinho da casa #23 – Herdade do Rocim Touriga Nacional rosé 2019

vinho da casa #18 – Paço dos Infantes Antão Vaz branco 2019

Anna Jorgensen assume chefia na enologia e na gestão de Cortes de Cima

O pai é dinamarquês e a mãe americana, mas Anna Jorgensen já nasceu em Portugal, depois dos pais assumirem as suas planícies alentejanas como base para formar família e erguer um projecto de grande valor, Cortes de Cima, na Vidigueira. Tendo viajado pelo mundo do vinho – Austrália, EUA, França e Nova Zelândia – para […]

O pai é dinamarquês e a mãe americana, mas Anna Jorgensen já nasceu em Portugal, depois dos pais assumirem as suas planícies alentejanas como base para formar família e erguer um projecto de grande valor, Cortes de Cima, na Vidigueira. Tendo viajado pelo mundo do vinho – Austrália, EUA, França e Nova Zelândia – para adquirir experiência e conhecimento, ganhou uma paixão especial pelo conceito de terroir e pela sustentabilidade, valores que agora aplicará na sua nova aventura: a direcção geral, de enologia e de viticultura da empresa que a viu crescer.

Em comunicado, a Cortes de Cima assume que foi “uma transição natural e há muito programada, onde saem reforçados os valores e pilares da família Jorgensen”.

Já Anna declara que o seu “intuito será sempre respeitar a natureza, trabalhar com ela e nunca contra ela. Criar e cultivar um ecossistema resiliente e equilibrado deve ser feito através da promoção da biodiversidade e da policultura”. Anna trabalhará com uma equipa experiente, com muito anos de experiência de casa.

No que toca ao futuro próximo, a Cortes de Cima pretende, num projecto liderado e impulsionado por Anna, converter toda a vinha para modo de produção biológico, algo “que já está em curso e numa fase bastante adiantada”.

Depois de 20 anos sob a liderança da dupla Carrie e Hans Jorgensen, pais de Anna, é a enóloga que agora se “chega à frente”, naquele que representa o início de uma nova era de Cortes de Cima.

Mariana Lopes