Caves Fonseca com novo programa de sábado à noite

A Fonseca vai lançar, em Abril, um programa especial para as noites de sábado, nas suas caves em Vila Nova de Gaia. A experiência inclui uma visita guiada, que começa pelas 19h, seguindo-se um jantar e um espectáculo de fado. Tudo começa com mais de 200 anos de história condensados num circuito, onde é possível […]
A Fonseca vai lançar, em Abril, um programa especial para as noites de sábado, nas suas caves em Vila Nova de Gaia. A experiência inclui uma visita guiada, que começa pelas 19h, seguindo-se um jantar e um espectáculo de fado.
Tudo começa com mais de 200 anos de história condensados num circuito, onde é possível descobrir mais sobre o processo de produção, viajar até ao Douro e à Quinta do Panascal, onde nascem os vinhos do Porto Fonseca, e ainda acompanhar o envelhecimento dos vinhos, em tonéis e balseiros. A visita termina na sala de provas, com a degustação do vinho do Porto “Siroco”. Para terminar o programa, um jantar composto por pratos tradicionais portugueses, como caldo verde, bacalhau com broa e leite creme, devidamente harmonizados. Em plano de fundo, um concerto de fado protagonizado por dois músicos e um fadista.
O programa tem o custo de €65 por pessoa, e os bilhetes podem ser adquiridos online ou diretamente na bilheteira do centro de visitas da marca. Pode ser comprado por pessoas individuais ou grupos, num total de 40 pessoas por noite.
Cristiano e Francisca van Zeller mostram novos Vintage e LBV da Van Zellers & Co

Decorreu em Lisboa, no dia 10 de Fevereiro, a apresentação de novidades Van Zellers & Co, empresa familiar que trouxe agora os seus novos vinhos do Porto. O momento foi também aproveitado para prova de algumas colheitas anteriores. Assim, do LBV foram provados os 2014, 2015 e 2017 (este a novidade); e dos Vintage começou-se […]
Mais sobre estes vinhos numa das próximas edições da revista Grandes Escolhas
Messias celebra 96 anos com 5 lançamentos especiais

A caminho da celebração do centenário da sua fundação, que ocorrerá em 2026, a Messias juntou à mesa três das cinco gerações que completam a história da empresa com origem na Bairrada, fundada por Messias Baptista, lançando nesse momento cinco produtos muito especiais. Estas novidades vêm juntar-se a um vasto portefólio, que abarca vinhos tranquilos, […]
A caminho da celebração do centenário da sua fundação, que ocorrerá em 2026, a Messias juntou à mesa três das cinco gerações que completam a história da empresa com origem na Bairrada, fundada por Messias Baptista, lançando nesse momento cinco produtos muito especiais. Estas novidades vêm juntar-se a um vasto portefólio, que abarca vinhos tranquilos, espumantes, vinhos do Porto e aguardentes, oriundos de três regiões vitivinícolas: Bairrada, Dão e Douro.
Da Bairrada, região onde a empresa deu os primeiros passos, surgem os vinhos tranquilos Messias Clássico branco 2017, um lote composto pelas castas Bical e Cercial; e Messias Garrafeira tinto 1998, um vinho 100% Baga que homenageia a capacidade de guarda tão singular na região. Na categoria dos espumantes, o Messias Sur Lie é a grande novidade, com um pequeno “twist”: elaborado a partir de Chardonnay, pelo método clássico (faz a 2ª fermentação em garrafa), é colocado à disposição do consumidor sem ter sido feito o degorgement, dando oportunidade ao consumidor de estagiar e fazer evoluir este espumante em sua casa, ainda com as borras consequentes das leveduras, até decidir abri-lo. Seguindo uma tradição da empresa, e agora com novo design, é também lançada a Aguardente Vínica Velhíssima “Avô”. Finamente destilada, foi preservada durante anos em cascos, onde envelheceu nobremente.
A partir de cinco castas tradicionais no Douro – Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Tinto Cão – nasce ainda o Messias 50 Anos, um Porto Tawny que estagiou por 5 décadas nos armazéns da Messias, em Vila Nova de Gaia. Um Tawny que, segundo o produtor, “retrata com sumptuosidade e delicadeza a história do vinho do Porto e a identidade de uma família”.
IVDP organizou masterclass memorável de vinhos do Porto da década de 80

No âmbito das comemorações do Port Wine Day, pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), foi promovida uma masterclass de vinhos do Porto da década de 80, numa vertente didáctica, onde cada um dos 10 vinhos foi apresentado pela respectiva casa produtora, seguindo-se uma conversa à volta das referências em prova. TEXTO […]
No âmbito das comemorações do Port Wine Day, pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), foi promovida uma masterclass de vinhos do Porto da década de 80, numa vertente didáctica, onde cada um dos 10 vinhos foi apresentado pela respectiva casa produtora, seguindo-se uma conversa à volta das referências em prova.
TEXTO Valeria Zeferino
Paulo Russel-Pinto — Certified Port Educator e membro da Câmara de Provadores do IVDP — descreveu a conjuntura geral na indústria do vinho do Porto nesta época. A década de 80 foi marcada por três acontecimentos principais relacionados com vinhos do Porto e do Douro. Em 1982, foi criado o regulamento para a DOC Douro. A partir de meados da década, teve início o Projecto de Desenvolvimento Rural Integrado de Trás-os-Montes (PDRITM). E, finalmente, foi autorizada a comercialização e exportação directa a partir do Douro por produtores não sediados em Vila Nova de Gaia.
Começou-se com o Dalva Golden White 1989, uma marca conhecida pelos seus Colheita brancos. O director de enologia da Gran Cruz, José Manuel Sousa Soares, contou que em 2007, quando o grupo adquiriu a C. da Silva e a marca Dalva, ficou com um grande stock de vinhos em casco. Já existia o Dalva Golden White 1952 e depois lançaram o 1963, 1971 e 1989, escolhendo o melhor por década, pela complexidade e profundidade em boca.
De cor âmbar, o vinho apresentou grande intensidade aromática com pêssego em calda, alperce, passas e mel de laranjeira. Com untuosidade e muito sabor e frescura proporcionada pelas castas brancas, persistiu no palato, longo e profundo.
Seguiu-se o Niepoort Vintage 1987, um ano de baixa produção e poucas declarações. Dirk Niepoort declarou a razão pela qual gostou do lado mais elegante do vinho. E, realmente, o vinho apresenta uma cor menos concentrada, com aromas delicados de fruta vermelha e cogumelos, notas de terra e resinas, chá de rosa-mosqueta e doce de tomate. Muita sedosidade na textura e macieza geral. Parece frágil, mas aguenta-se bem no seu registo elegante.
De 1985, ano quente em toda a região até ao final da vindima, dois Vintage Clássicos: Graham’s e Taylor’s. O primeiro preservou muita concentração quer na cor, quer no palato. Surgem notas de granito, bagas de fruta com película macerada, cereja e ameixa madura, eucalipto delicado e flores secas. Denso, aveludado, com tanino a mostrar garra, a assegurar a estrutura e a conferir a vivacidade de conjunto, muito envolvente. O segundo Vintage, feito com maior número de castas, mostrou-se mais aberto na cor, com menos concentração, mas ainda com elegância e sedosidade, a revelar fruta vermelha, geleia de ameixa e leve floral.
O ano 1983, um dos mais amenos da década, foi exemplificado pelo Vintage Offley Boa Vista. Este demonstrou fruta mais discreta na sua vertente mais balsâmica com notas mentoladas e caruma. Tanino decisivo e intenso, sem ser muito cheio, tem uma óptima estrutura e força.
Do bastante seco ano 1982, provou-se um Colheita e um Vintage. O Andresen Colheita, de bonita cor âmbar, impressionou pela sua intensidade e complexidade aromática. Revelou notas de tâmaras, casca de laranja, madeiras exóticas. Estratificado, com acidez cítrica vibrante. Evoluía no copo a cada minuto que passava e permanecia no palato por imenso tempo. O Ramos Pinto Vintage, por sua vez, revelou uma cor bastante profunda, mostrando um lado floral, fruta compotada, ameixa doce, chá preto e rosas. Muito melado na textura, com bom nível de tanino.
Da Kopke, a mais antiga casa de vinho do Porto, famosa pelos seus Porto velhos, surgiu o Colheita 1981. De cor topázio com laivos avermelhados, mostrou-se rico e guloso. Ameixa seca, especiaria (canela, cravinho e noz-moscada). Amplo, com grande equilíbrio e frescura.
A terminar a década, dois colheitas de 1980: Royal Oporto e Messias, de perfis completamente diferentes. O Royal Oporto, tijolado na cor e discreto no aroma, com especiaria, ameixa seca, iodo, tâmaras, figo seco, xarope de cenoura, não muito prolongado na boca; e Messias, de cor dourada, revelou doce de laranja, marmelada, flor de laranjeira, largo, mas com bom foco, a terminar com uma boa secura.
Foi bem exemplificativa esta prova que permitiu comparar os estilos das casas diferentes, através dos vinhos do Porto de duas principais categorias com indicação de vindima (Vintage e Colheita), originários da década 80.
Graham’s lança Colecção do Bicentenário

Duzentos anos de Graham’s: um marco histórico que as especiais circunstâncias do ano de 2020 impediram que fosse devidamente comemorado, mas que agora a família Symington resolveu assinalar, com vinho, claro. São seis Porto Colheita e seis Porto Vintage de excepcional qualidade e raridade, reunidos num armário concebido especialmente para o efeito e que é […]
Duzentos anos de Graham’s: um marco histórico que as especiais circunstâncias do ano de 2020 impediram que fosse devidamente comemorado, mas que agora a família Symington resolveu assinalar, com vinho, claro. São seis Porto Colheita e seis Porto Vintage de excepcional qualidade e raridade, reunidos num armário concebido especialmente para o efeito e que é só por si uma obra de arte.
Os vinhos foram selecionados por membros da terceira, quarta e quinta gerações da família Symington. Os seis Vintage contemplam exemplares de anos que correspondem a algumas das mais importantes declarações dos últimos dois séculos, incluindo os famosos 1963, 1994 e 2011. Já os seis Colheita (ou Tawny Single Harvest como a Symington prefere chamar) foram engarrafados exclusivamente para a colecção, incluindo o 1982, engarrafado pela primeira vez para assinalar o nascimento do príncipe George e dois vinhos nunca lançados, 2000 e 2006.

A Coleção Bicentenário da Graham’s é reunida num móvel-armário elaborado a partir de raríssima madeira de pau-rosa, certificada pelo “Forest Stewardship Council” (FSC), trabalhada por marceneiros portugueses da empresa WeWood. Além dos vinhos, este “cabinet” contempla também um decantador de vidro soprado – de fabrico manual – e um conjunto de copos idealizados por Jancis Robinson em parceria com o designer britânico, Richard Brendon; um saca-rolhas concebido para retirar rolhas de vinhos finos e, finalmente, um funil decantador feito por encomenda pela Ourivesaria Coutinho, do Porto. Fizeram-se apenas 30 Coleções do Bicentenário, sendo que a primeira será leiloada pela Christie’s de Londres, no próximo mês de dezembro. As receitas angariadas com o leilão irão reverter para duas associações de solidariedade escolhidas pela família Symington: a “Scottish Wildlife Trust” e a Santa Casa da Misericórdia de Carrazeda de Ansiães. As restantes 29 edições do “cabinet” serão produzidas por encomenda, com entregas a partir de janeiro de 2023.
School of Port lança curso “The Masters”

A School of Port, plataforma educativa da produtora de vinho do Porto Symington Family Estates, lançou um novo curso em vídeo intitulado “The Masters”. Depois do sucesso da série “The Essentials”, um curso de 16 episódios que aborda as várias etapas de produção de vinhos do Porto, surge agora “The Masters”, que leva o participante […]
A School of Port, plataforma educativa da produtora de vinho do Porto Symington Family Estates, lançou um novo curso em vídeo intitulado “The Masters”. Depois do sucesso da série “The Essentials”, um curso de 16 episódios que aborda as várias etapas de produção de vinhos do Porto, surge agora “The Masters”, que leva o participante ao nível seguinte, abordando os vários temas com maior detalhe técnico.
“The Masters” é um curso de 5 episódios que explora questões de produção, envelhecimento e engarrafamento dos diferentes estilos de Porto, desta vez com diferentes convidados a partilhar a sua experiência e conhecimento em primeira-mão.
Ao fazer este curso, o visualizador aprenderá sobre os processos de fermentação e fortificação com grande detalhe e ouvirá testemunhos dos profissionais que estão directamente envolvidos na produção e envelhecimento de Porto. Para além disso, ficará a conhecer os processos de blending e de engarrafamento.
“The Masters” é o curso da School of Port mais técnico até à data, e está alojado no website da School of Port. Para aceder, basta um breve registo ou login no website. Estão disponíveis legendas em português e inglês, assim como um pequeno exame final para aqueles que, à semelhança do curso anterior, queiram obter uma certificação.
School of Port da Symington lança bootcamp para sommeliers

É já em Setembro, entre os dias 11 e 14, que se realiza a primeira edição do Douro Somm Camp, um bootcamp imersivo que receberá 13 sommeliers europeus de 13 países diferentes, vencedores de várias competições. Esta iniciativa da School of Port — academia de vinho do Porto criada pela Symington Family States — tem […]
É já em Setembro, entre os dias 11 e 14, que se realiza a primeira edição do Douro Somm Camp, um bootcamp imersivo que receberá 13 sommeliers europeus de 13 países diferentes, vencedores de várias competições. Esta iniciativa da School of Port — academia de vinho do Porto criada pela Symington Family States — tem como objectivo proporcionar, aos sommeliers participantes, uma experiência de aprendizagem enriquecedora no Douro, durante a época da vindima. Estes terão a oportunidade única de contactar directamente com aqueles que trabalham nas várias áreas do sector do vinho do Porto — dos viticultores aos comerciais — e acesso privilegiado aos “bastidores” da produção.
No programa do Douro Somm Camp está prevista uma ida às caves Graham’s, em Vila Nova de Gaia, uma visita à moderna adega da Dow’s, na Quinta do Bomfim, no Pinhão; bem como a pisa tradicional na Quinta do Vesúvio, no Douro Superior. Pelo meio, haverá provas, masterclasses e almoços diante das paisagens durienses, assim como jantares vínicos onde edições especiais de vinho do Porto e Douro estarão à prova. Há ainda alguns elementos surpresa preparados.
Segundo a School of Port, a ideia é “fazer do Douro Somm Camp um grande evento anual no calendário da sommelerie, convidando a cada ano as novas caras vencedoras das competições nacionais para uma experiência única e inesquecível sobre o vinho do Porto e o Douro”.
Vinhos Borges lança Porto Vintage 2020

Com origem na Quinta da Soalheira, Borges Porto Vintage 2020 é a mais recente declaração da Sociedade dos Vinhos Borges. Segundo o produtor, apesar das adversidades meteorológicas extremadas do ano vitícola 2019-2020, que levaram a uma vindima precoce, “as maturações repentinas e as uvas de elevada qualidade e concentração, resultaram num néctar de excelência, declarado […]
Com origem na Quinta da Soalheira, Borges Porto Vintage 2020 é a mais recente declaração da Sociedade dos Vinhos Borges.
Segundo o produtor, apesar das adversidades meteorológicas extremadas do ano vitícola 2019-2020, que levaram a uma vindima precoce, “as maturações repentinas e as uvas de elevada qualidade e concentração, resultaram num néctar de excelência, declarado pela Sociedade dos Vinhos Borges, como um Vintage Clássico”.
De Touriga Nacional, Touriga Francesa e Sousão, de solos maioritariamente xistosos, este Porto Vintage foi vinificado em lagar, com pisa a pé.
“O Borges Porto Vintage 2020 é um vinho único e distinto, criado num ano histórico para a humanidade e inesquecível por todas as razões. É o fruto de um ano de grande desafio, determinação, superação e retribuição. É uma criação resultante da paixão pela vinha, dedicação, entrega e crença no terroir! Acreditamos que será um néctar memorável, carregado de história e estórias, para momentos únicos e inspiradores entre amigos, família ou simplesmente a sós”, afirma a Vinhos Borges.

