Vinho e infusões sem fronteiras

Da parceria entre a Infusões com História e o produtor vitivinícola dos Castelares resultou a estreia do Fronteira Infusion rosé. Trata-se de uma referência vínica infusionada, a qual denota notas de chá e morango, e baixo teor alcoólico. No alinhamento desta união, foram criados dois lotes de infusão, a Tranquilizante e Digestiva, e o chá […]
Da parceria entre a Infusões com História e o produtor vitivinícola dos Castelares resultou a estreia do Fronteira Infusion rosé. Trata-se de uma referência vínica infusionada, a qual denota notas de chá e morango, e baixo teor alcoólico. No alinhamento desta união, foram criados dois lotes de infusão, a Tranquilizante e Digestiva, e o chá Detox, os quais foram inspirados na flora da sub-região do Douro Superior e desenvolvido para a Quinta.
Este trio faz parte do packaging do Fronteira Infusion rosé, cuja apresentação teve lugar na Sala dos Espelhos do The One Palácio da Anunciada, em Lisboa, evento celebrado com um menu assinado pelo chef executivo do hotel. A harmonização, feita com infusões e vinhos do referido produtor, esteve nas mãos do escanção André Figuinha. Este momento exclusivo foi complementado pela experiência olfativa da perfumista Cláudia Camacho, bem como a estreia do novo blend inspirado nos jardins do The One Palácio da Anunciada e personalizado para este hotel de cinco estrelas.
Sobre este dia, Pedro Martins, Diretor-Geral e enólogo da Casa Agrícola Manuel Joaquim Caldeira, afirma: “conseguimos mostrar que, apesar do sector dos vinhos ser um sector clássico, também se consegue inovar.” Miguel Moreira, CEO e Teamaker da Infusões com História, confirmou uma vez mais que é possível “fazer uma refeição com uma harmonização perfeita entre Infusões e vinho”.
Duorum: a primeira vindima na nova adega

Construída de raiz em Vila Nova de Foz Côa, na sub-região do Douro Superior, sob o pilar da sustentabilidade, a nova adega pertencente ao Grupo João Portugal Ramos Vinhos, está pronta para abrir as portas às uvas vindimadas este ano, na Quinta de Castelo Melhor. De acordo com os parâmetros estabelecidos no âmbito da eficiência […]
Construída de raiz em Vila Nova de Foz Côa, na sub-região do Douro Superior, sob o pilar da sustentabilidade, a nova adega pertencente ao Grupo João Portugal Ramos Vinhos, está pronta para abrir as portas às uvas vindimadas este ano, na Quinta de Castelo Melhor.
De acordo com os parâmetros estabelecidos no âmbito da eficiência energética, contexto extensível à selecção de materiais de construção, foram instalados painéis fotovoltaicos na cobertura desta nova unidade de produção dos vinhos da Duorum, com o propósito de fomentar a produção de grande parte da energia consumida. A cave para estágio do vinho em barricas está semi-enterrada, de modo a ficar protegida da luz solar e, simultaneamente, manter os níveis de temperatura e de humidade apropriados. A cobertura, em betão armado pré-fabricado, será ajardinada, por forma a contribuir para o controlo da temperatura do edifício. A nova adega será dotada ainda de uma ETAR monitorizada, que permitirá o tratamento das águas a serem reutilizadas na lavagem do pavimento e na rega.
Raposeira entra no portefólio da PrimeDrinks

A marca de espumantes com mais de 125 anos de história junta-se à distribuidora, com propostas leves, frescas e versáteis para o Verão. Desde há muito a acompanhar brindes no nosso país, a marca de espumantes nacionais Raposeira anuncia, agora, a sua chegada ao portefólio da PrimeDrinks. Esta parceria vem reforçar a presença deste nome […]
A marca de espumantes com mais de 125 anos de história junta-se à distribuidora, com propostas leves, frescas e versáteis para o Verão.
Desde há muito a acompanhar brindes no nosso país, a marca de espumantes nacionais Raposeira anuncia, agora, a sua chegada ao portefólio da PrimeDrinks. Esta parceria vem reforçar a presença deste nome icónico e garantir que este produto chega a mais lugares e momentos. Ao mesmo tempo, reafirma a presença da distribuidora neste segmento.
Afinal, há sempre bons motivos não só para celebrar as datas especiais previamente marcadas na agenda, mas também saborear cada momento e tardes sem fim entre amigos e em família. Como? Com os Raposeira Super Reserva Rosé, produzidos a partir das castas Touriga Franca e Tinta Roriz, e Blanc de Blancs, elaborado exclusivamente com a casta Malvasia Fina, a dupla de sugestões refrescantes e versáteis para os dias quentes de Verão.
Quinta de Paços: Há 500 anos a produzir vinho

Os proprietários da secular Quinta de Paços, localizada em Rio Côvo (Santa Eulália), no concelho de Barcelos, descobriram recentemente documentos a comprovar que, dentro da propriedade, existiram vinhas no ano 906. De acordo com os documentos escritos, no auto de partilhas de Santa Eulália de Rio Côvo, entre Dom Nausto, Bispo da Sé de Coimbra, […]
Os proprietários da secular Quinta de Paços, localizada em Rio Côvo (Santa Eulália), no concelho de Barcelos, descobriram recentemente documentos a comprovar que, dentro da propriedade, existiram vinhas no ano 906.
De acordo com os documentos escritos, no auto de partilhas de Santa Eulália de Rio Côvo, entre Dom Nausto, Bispo da Sé de Coimbra, e Dom Sesnando, Bispo da Sé de Iria, coube à parte do Bispo Dom Sesnando, que refere o seguinte, na versão original: “todo o campo do ribeiro; o pomar de Teoderizo, na totalidade; metade do campo de Gonçalo; o pomar de Gonçalo e de Leovigildo e toda a vinha (hoje as propriedades em redor do lugar do Agro)”. Este lugar e campo do Agro fazem parte da Quinta de Paços desde o século XVI e tem como nome de família mais comum Gonçalo, e de apelido Gonçalves (filho de Gonçalo) e Silva. No mesmo período temporal, esta propriedade minhota, já tinha a designação actual, tendo como proprietário Thomé Gonçalves da Silva, “falecido em 1585, e 3ª vida do Prazo (contrato) feito à Comenda de Chavão, onde uma parte da renda era já paga em vinho”.
Em suma, a Quinta de Paços, inserida na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, está na mesma família há cerca de 16 gerações, “criando, assim, um elevando sentido de legado e de continuidade geracional”.
Tomate em festa no coração do Douro

Em Agosto, este fruto carnudo da época de estio tem direito a concurso, prova de azeite e flor de sal, mercadinho e muita animação. Paralelamente, é estrela em restaurantes da mais antiga região demarcada do mundo. A Festa do Tomate Coração de Boi já vai na 10ª edição. Como tal, dia 29 de Agosto está […]
Em Agosto, este fruto carnudo da época de estio tem direito a concurso, prova de azeite e flor de sal, mercadinho e muita animação. Paralelamente, é estrela em restaurantes da mais antiga região demarcada do mundo.
A Festa do Tomate Coração de Boi já vai na 10ª edição. Como tal, dia 29 de Agosto está de regresso à mesa da prova, às 18h00, na Quinta da Pacheca, em Lamego. Eis o ponto de encontro de chefs, enólogos, jornalistas e outros players na área da gastronomia, cuja missão é eleger o melhor tomate da temporada a concurso. Há ainda tempo para uma conversa sobre a mais-valia dos produtos tradicionais do Douro, um jantar volante e a revelação do vencedor da referida competição. Para participar no repasto (80€ por pessoa), é necessário proceder à reserva e ao pagamento prévios via e-mail, para greengrape@greengrape.pt.
No dia 30 de Agosto, a Festa do Tomate Coração de Boi ruma à praça da Capela Barroca de Arroios, em Vila Real. Aqui, a festa começa às 17h30, com a degustação deste produto com vários perfis de azeite. Este momento é conduzido por Francisco Pavão, nome maior no que a este líquido de ouro diz respeito. Em modo tempero, participam chefs de cozinha e Jorge Raiado, rosto da empresa algarvia Salmarim. O evento continua com um mercadinho, petiscos e muita animação.
No âmbito deste evento anual, criado por Celeste Pereira (Greengrape), Edgardo Pacheco (jornalista) e Abílio Tavares da Sila (produtor de vinho), durante o mês e Agosto há Tomate Coração de Boi para todos os gostos em 24 restaurantes desta região vinhateira. Na lista de participantes, constam o DOC, do chef Rui Paula (Folgosa, Armamar), o Seixo by Vasco Coelho Santos (Tabuaço) e o Bonfim 1896 by Pedro Lemos (Quinta do Bomfim, Pinhão), o São Luiz by Vítor Oliveira (Quinta de S. Luís, Tabuaço), o Vale Abraão do hotel Six Senses Douro Valley (Lamego), o Lagar (Torre de Moncorvo), a Taberna do Carró (Torre de Moncorvo), o Cais da Villa (Vila Real), a Casa de Pasto Chaxoila (Vila Real), a Toca da Raposa (Ervedosa do Douro), o Cais da Ferradosa (São João da Pesqueira), o Cêpa Torta (Alijó), o Flor de Sal (Mirandela), The Wine House (Quinta da Pacheca, Lamego), Cantina de Ventozelo (Quinta de Ventozelo, S. João da Pesqueira), o Castas e Pratos (Régua), o Calça Curta (Foz do Tua). Novidades este ano, surgem os restaurantes o Panorâmico (Quinta de S. José do Barrilário, Armamar, da Quinta da Pacheca), o Terraçu’s (Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo) e o The Bridge 1870 (Pinhão).
Foto de entrada: Paulo Pereira
A nova era da Symington Family Estates em Portugal

Há uma nova fase de liderança na Symington Family Estates em Portugal. Cinco membros da 5ª geração desta casa assumem novos cargos. São eles Charlotte, Harry, Anthony, Vicky e Teresa, que assumem as novas funções de liderança nas respetivas áreas de Marketing, Vendas e Enoturismo. Em conjunto, reúnem muitos anos de experiência nos referidos domínios […]
Há uma nova fase de liderança na Symington Family Estates em Portugal. Cinco membros da 5ª geração desta casa assumem novos cargos. São eles Charlotte, Harry, Anthony, Vicky e Teresa, que assumem as novas funções de liderança nas respetivas áreas de Marketing, Vendas e Enoturismo. Em conjunto, reúnem muitos anos de experiência nos referidos domínios e vão continuar a trabalhar com Rupert Symington (Presidente e Director-Geral Conjunto) e com Charles Symington (Director de Produção e Director-Geral Conjunto), ambos representantes da 4ª geração, bem como com Hugh Symington, primo de ambos, que integra a equipa da empresa importadora da família nos Estados Unidos.
Já Rob Symington, que, durante os últimos oito anos, se dedicou à Symington Family Estates em Portugal, assume o cargo de Director-Geral da Berry Bros. & Rudd (Reino Unido e Irlanda), sediada em Londres. Paralelamente, fica como Director não executivo na Symington e na Fells, a importadora britânica detida maioritariamente pela família. Ao mesmo tempo, vai manter a presidência no conselho da Hambledon, produtor de espumantes inglês detido conjuntamente pela Symington e pela Berry Bros. & Rudd.
O vinho Madeira e a ligação à Noruega

O que têm a ver as comemorações do Bicentenário da Travessia do Restauration com a candidatura das Tradições do Vinho Madeira a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO? Em 1825, o navio Restauration transportou o primeiro grupo de noruegueses para Nova Iorque. Durante a viagem, a enorme embarcação fez, a 28 de Julho desse ano, […]
O que têm a ver as comemorações do Bicentenário da Travessia do Restauration com a candidatura das Tradições do Vinho Madeira a Património Imaterial da Humanidade da UNESCO?
Em 1825, o navio Restauration transportou o primeiro grupo de noruegueses para Nova Iorque. Durante a viagem, a enorme embarcação fez, a 28 de Julho desse ano, uma paragem no porto do Funchal, na ilha da Madeira, mas antes, e segundo relatos históricos, a tripulação deparou-se com um barril de vinho Madeira a flutuar no oceano. Os passageiros, embriagados, foram recebidos com generosidade pela população local, que lhes ofereceu comida. Duzentos anos depois, a viagem comemorativa do Restauration – de Stavanger a Nova Iorque – torna a incluir a Madeira na rota.
E no âmbito do Bicentenário da Travessia do Restauration, o dia 30 de Julho está marcado por duas mostras gastronómicas, que contemplam as cozinhas madeirense e norueguesa. A primeira decorre às 12:30, no Porto do Funchal, e segunda tem lugar às 19:30, no Colégio dos Jesuítas. As duas acções contam com a participação do chef Bjarte Finne, membro ativo do movimento Slow Food e Embaixador de Bergen – Cidade Criativa da Gastronomia da UNESCO.
Na mesma data, decorrem visitas guiadas às vinhas tradicionais das costas Norte e Sul da ilha. Esta iniciativa assinala o arranque do projecto HeViTOUR MAD, centrado na valorização da viticultura heroica da Madeira, tendo esta candidatado as Tradições do Vinho Madeira à distinção de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.
Esta acção é promovida pela Universidade da Madeira, em parceria com a Embaixada da Noruega, a Slow Food de Bergen, a Cátedra UNESCO do Património Cultural Imaterial da Universidade de Évora, Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira, Blandys e The Views Hotels, entre outras entidades.
João Grave na Quinta da Alorna

Eis o nome eleito para responsável pela área de enologia e operações, cuja missão consiste em consolidar o percurso de afirmação dos vinhos desta histórica propriedade da região vitivinícola do Tejo. Com um reconhecido percurso em enologia, João Grave assume a liderança das equipas da adega, Wine Creations e vinha da Quinta da Alorna, localizada […]
Eis o nome eleito para responsável pela área de enologia e operações, cuja missão consiste em consolidar o percurso de afirmação dos vinhos desta histórica propriedade da região vitivinícola do Tejo.
Com um reconhecido percurso em enologia, João Grave assume a liderança das equipas da adega, Wine Creations e vinha da Quinta da Alorna, localizada em Almeirim, na região do Vinhos do Tejo. Esta nomeação incide na coordenação de todas as etapas e operações intrínsecas à cultura da vinha e do vinho, isto é, desde a vindima à produção final dos vinhos, com o rótulo desta propriedade tricentenária, que, agora, dá início a uma nova.
“A Quinta da Alorna tem vindo a consolidar a quota no mercado nacional e, sobretudo, no internacional. A experiência de João Grave, com trabalho em várias regiões vitivinícolas, é uma mais-valia que agora culmina com o desafio da versatilidade da região do Tejo”, destaca Pedro Lufinha, diretor geral da Quinta da Alorna.
Para João Grave, “é uma grande motivação continuar o trabalho de construção de marca, transmissão de valores e aperfeiçoamento do perfil dos vinhos para que o consumidor, em qualquer parte do mundo, tenha cada vez mais bem definido o porquê de abrir uma garrafa da Quinta da Alorna”.
Licenciado em engenharia agronómica pelo Instituto Superior de Agronomia e com mestrado na área de viticultura e enologia na mesma instituição de ensino, João Grave soma, no currículo, experiências internacionais nas adegas Kirrihill Wines (Austrália) e Chalk Hill Estate Winery (Estados Unidos). Por cá, passou pela Casa Santos Lima, em Alenquer, contactando com o território vitivinícola do Algarve, Alentejo, Dão, Vinhos Verdes, Lisboa e Açores; e também fez parte da Montez Champalimaud, como diretor de produção dos vinhos da Quinta do Côtto (Douro) e Paço de Teixeiró (Vinhos Verdes).