Frederico Falcão é o novo administrador delegado do grupo Bacalhôa

Frederico Falcão, ex-presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), cargo que ocupou entre Abril de 2012 e o passado mês de Junho, é a partir de hoje, 2 de Julho, o novo administrador delegado do grupo Bacalhôa. Enólogo de formação, Frederico Falcão acumula 23 anos de experiência no sector, em campos tão diversos […]

Frederico Falcão, ex-presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), cargo que ocupou entre Abril de 2012 e o passado mês de Junho, é a partir de hoje, 2 de Julho, o novo administrador delegado do grupo Bacalhôa.

Enólogo de formação, Frederico Falcão acumula 23 anos de experiência no sector, em campos tão diversos como a enologia, a viticultura ou a vertente comercial, e passou por vários produtores (Esporão, Companhia das Lezírias, Pegos Claros, Fundação Abreu Callado) antes de se tornar o mais jovem presidente da história do IVV. O seu consulado ficou marcado pelo enorme crescimento da notoriedade e vendas dos vinhos portugueses no mercado internacional.

 

Kopke lança Tawny especial para celebrar 380 anos

Chama-se Kopke CNK Very Old Tawny Port e a Sogevinus Fine Wines, a empresa produtora, não hesita em considerá-lo “um vinho raro e exclusivo”. Este tawny foi elaborado com lotes muito velhos das décadas de ’20 e ’30 do século XX, a que se junta o 1900. Os primeiros estagiam sobretudo em cascos de 650 […]

Chama-se Kopke CNK Very Old Tawny Port e a Sogevinus Fine Wines, a empresa produtora, não hesita em considerá-lo “um vinho raro e exclusivo”. Este tawny foi elaborado com lotes muito velhos das décadas de ’20 e ’30 do século XX, a que se junta o 1900. Os primeiros estagiam sobretudo em cascos de 650 litros, mas o 1900 está num tonel de 2.500 litros.

Edição limitada a 380 garrafas numeradas, o Kopke CNK é uma homenagem ao fundador da Casa, Cristiano Nicolau Kopke, e simboliza, diz a Sogevinus, “a abnegação, o empenho, o cuidado, o esmero, a dedicação, a paixão e o profissionalismo de gerações de profissionais que preservaram um autêntico património vivo, aquele que hoje é possível dar a conhecer ao mundo”.

Já Carlos Alves, o enólogo para vinhos do Porto da Sogevinus, admite: “tenho a sorte de trabalhar com vinhos únicos, alguns muitíssimo antigos. Este é verdadeiramente especial. Estou muito orgulhoso deste blend e devo agradecer aos anteriores enólogos e blenders da Kopke por terem preservado vinhos impressionantes, que são um património vivo. A minha missão diária é exactamente a mesma – zelar por vinhos que garantam o futuro das próximas gerações”.

A embalagem é também especial: a Kopke desenvolveu uma garrafa especial na Marinha Grande, transparente para permitir a observação imediata da cor do vinho. O restante packaging, desenvolvido pela OM Design, inclui materiais nobres, como a caixa de madeira em nogueira portuguesa e pormenores em pele. O PVP recomendado é de €1.500.

Magos Irrigation discute rega no Douro, dia 28 de Junho

Sob o mote “+ Tecnologia, + Resultados”, a Magos Irrigation Systems leva ao Douro um debate sobre soluções de rega na cultura da vinha, a 28 de Junho, às 10h, na Quinta do Vallado, em Peso da Régua. A Magos é especialista em irrigação e considera que “no passado a rega no Douro foi encarada […]

Sob o mote “+ Tecnologia, + Resultados”, a Magos Irrigation Systems leva ao Douro um debate sobre soluções de rega na cultura da vinha, a 28 de Junho, às 10h, na Quinta do Vallado, em Peso da Régua. A Magos é especialista em irrigação e considera que “no passado a rega no Douro foi encarada com algumas reticências pelo sector vitivinícola, mas é hoje em dia uma tecnologia considerada indispensável para a produção de uvas de qualidade, nomeadamente, atendendo às alterações climáticas”.
Um dos oradores do evento é Loic Debiolles, especialista francês em soluções de rega para a cultura da vinha da empresa fabricante Rivulis, representada em Portugal pela Magos Irrigation Systems. A jornada contará também com uma mesa redonda de debate, constituída por técnicos de Viticultura do Douro.
A jornada termina com uma visita guiada à Quinta do Vallado.
A participação é grátis mas sujeita a inscrição prévia. Pode inscrever-se preenchendo este formulário.

Grupo Amorim adquire quinta no Dão

É a primeira incursão, em quase duas décadas de ligação ao sector do vinho, fora da região do Douro: o Grupo Amorim, proprietário da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, acaba de anunciar a aquisição da Quinta da Taboadella, no Dão. São cerca de 40 hectares de vinhas a mais de 500 metros de […]

É a primeira incursão, em quase duas décadas de ligação ao sector do vinho, fora da região do Douro: o Grupo Amorim, proprietário da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, acaba de anunciar a aquisição da Quinta da Taboadella, no Dão. São cerca de 40 hectares de vinhas a mais de 500 metros de altitude e adega própria, em Silvã de Cima.

Posicionada entre dois vales – do Pereiro e de Sequeiros –, a Taboadella conta com uma das maiores vinhas de altitude da região, factor primordial para produzir vinhos com elevada frescura. Esta mancha de vinha, localizada junto à ribeira das Fontainhas, usufrui de uma magnífica exposição solar, de nascente a poente, em solos com micas de granito branco e preto, para além de calcário, quartzo e ortoclásio. Características únicas que, promete o comunicado da Amorim, “vão permitir uma grande elegância e longevidade dos vinhos aqui produzidos”.

“Este passo foi pensado há alguns anos, mas só agora tivemos a oportunidade de adquirir uma quinta, onde será possível desenvolver um projeto de enorme qualidade. Temos uma estratégia familiar bem definida e acreditamos muito no conceito de pequenos ‘châteaux’ de vinhos em Portugal. A par da Quinta Nova, no Douro, esta quinta é uma das mais antigas do Dão e o passo certo para construirmos um projeto de referência nesta região clássica, berço da Touriga Nacional”, refere Luísa Amorim, administradora da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo. Que completa: “O Dão é para nós uma das regiões mais emblemáticas e promissoras do país. Viemos para investir numa região que tem uma grande história e que terá certamente um grande futuro.”

Este ano a vindima decorrerá em modo experimental, testando o potencial das uvas da propriedade e, em 2019, serão partilhados com o mercado alguns ensaios elaborados pela dupla de enologia e viticultura, Jorge Alves e Ana Mota. O lançamento do projeto com uma adega nova está previsto apenas para 2020. A Taboadella tem uma enraizada tradição agrícola e vitícola, que remontam ao período romano e época medieval. Com um casario envolto por um jardim secular, está prevista a abertura de um centro de enoturismo com visitas guiadas pela adega, provas e loja de vinho, de forma a articular uma dinâmica entre os dois terrroirs – o Dão e o Douro.

Quinta do Gradil tem novo enólogo residente

Tiago Correia é o novo enólogo da Quinta do Gradil. Tiago transita da enologia do Villa Oeiras, o projecto de vinhos de Carcavelos (e alguns vinhos brancos e tintos) da Câmara Municipal de Oeiras. Segundo a Grande Escolhas conseguiu saber, mantém-se a consultoria de António Ventura. Tiago vai substituir Vera Moreira, que estava há vários […]

Tiago Correia é o novo enólogo da Quinta do Gradil. Tiago transita da enologia do Villa Oeiras, o projecto de vinhos de Carcavelos (e alguns vinhos brancos e tintos) da Câmara Municipal de Oeiras. Segundo a Grande Escolhas conseguiu saber, mantém-se a consultoria de António Ventura.
Tiago vai substituir Vera Moreira, que estava há vários anos na adega da Quinta do Gradil, prestando ainda assistência a outras operações do grupo, fora dos vinhos de quinta. Vera Moreira está agora a criar a sua própria empresa de consultoria, mas, como nos disse, “estou ainda disponível para abraçar novos projectos”.

Estado Líquido abriu espaço para eventos

A Garrafeira Estado Líquido (situada ao pé de Caldas da Rainha) fez a apresentação oficial da renovação e ampliação da sua loja física e de um novo espaço com a sua assinatura: o Estado Líquido Studio & Lab.  Segundo Hélio Pereira, mentor da Estado Líquido, esta é “uma zona que será dedicada a formações, provas comentadas, […]

A Garrafeira Estado Líquido (situada ao pé de Caldas da Rainha) fez a apresentação oficial da renovação e ampliação da sua loja física e de um novo espaço com a sua assinatura: o Estado Líquido Studio & Lab.  Segundo Hélio Pereira, mentor da Estado Líquido, esta é “uma zona que será dedicada a formações, provas comentadas, workshops e eventos, destinados, sobretudo, a profissionais da área ‘food and beverage’ da hotelaria e restauração e a particulares interessados”. O Estado Líquido Studio & Lab ocupa uma área reservada da loja  e vai receber um conjunto de eventos:  “o calendário é semestral e já está delineado até ao final do ano”, acrescenta Hélio Pereira.Estado Líquido Studio & Lab
A esta novidade soma-se o aumento da loja física, que agora tem uma nova área de exposição.
A Garrafeira Estado Líquido está aberta ao público de segunda a sábado das 09h às 19h30 no número 17 da Rua dos Brejinhos, na zona A da Zona Industrial de Caldas da Rainha.

Tejo e Península de Setúbal ganham quota no mercado nacional

No primeiro trimestre deste ano, face ao período homólogo do ano passado, e segundo dados avançados pelas respectivas CVRs, tanto a região do Tejo como da Península de Setúbal ganharam quota de mercado nacional (números apenas do continente). Os dados vêm da consultora Nielsen e indicam, por exemplo, que a Península de Setúbal conseguiu alcançar […]

No primeiro trimestre deste ano, face ao período homólogo do ano passado, e segundo dados avançados pelas respectivas CVRs, tanto a região do Tejo como da Península de Setúbal ganharam quota de mercado nacional (números apenas do continente). Os dados vêm da consultora Nielsen e indicam, por exemplo, que a Península de Setúbal conseguiu alcançar a segunda posição entre os vinhos certificados mais consumidos no mercado nacional, com uma quota de mercado de 6,4%. O Alentejo continua a dominar em termos de regiões, tanto em litros como em valor (17 e 25%, respectivamente) mas os vinhos sem denominação de origem, chamados ‘vinhos de mesa’, continuam a ser os campeões em litros (mais de metade do mercado) e valor (cerca de 40%).

Os produtores da Península de Setúbal têm ainda outros motivos para júbilo: os vinhos da região registaram no primeiro trimestre deste ano um crescimento de 3% nas exportações para países terceiros, com destaque para o Brasil e os E.U.A. que aumentaram em 55% e 45%.

Quanto ao Tejo, os números registam um aumento substancial no total de vendas, em litros e em valor, quer na Distribuição, quer na Restauração. Em valores, isto significa um aumento de 26% no total de vendas em litros (Distribuição + Restauração) e cerca de 20% em valor.

Refira-se que o relatório trimestral da Nielsen indica uma tendência negativa do mercado nacional, com -0,4% no total de vendas em litros (Distribuição + Restauração). No entanto, em termos de valor, o mercado subiu 2,6%, indicando que se consumiram menos vinhos certificados nos primeiros três meses de 2018, mas o valor unitário era mais elevado.

A duas regiões mais afectadas foram a da Beira Atlântico (Bairrada) e do Alentejo, que perderam, nesse trimestre (e mais uma vez face ao mesmo trimestre de 2017), cerca de 17,7% e 4,4%, respectivamente. Em termos de facturação, ambas as regiões mostraram números muito menos negativos: A Beira Atlântica, por exemplo, cresceu, e o Alentejo desceu muito ligeiramente.

Faleceu Fernando Guedes, figura histórica da Sogrape

Patriarca e um dos grandes arquitectos da Sogrape, Fernando Guedes faleceu hoje. Tinha 87 anos de idade. Fernando Guedes era o mais velho dos sete filhos e nasceu a 29 de Dezembro de 1930, na Quinta da Aveleda, uma propriedade da família. Estudou no Colégio Brotero, na Foz do Douro, e no Colégio das Caldinhas, […]

Patriarca e um dos grandes arquitectos da Sogrape, Fernando Guedes faleceu hoje. Tinha 87 anos de idade.

Fernando Guedes era o mais velho dos sete filhos e nasceu a 29 de Dezembro de 1930, na Quinta da Aveleda, uma propriedade da família. Estudou no Colégio Brotero, na Foz do Douro, e no Colégio das Caldinhas, em Santo Tirso, antes de uma breve passagem pela Faculdade de Economia de Lisboa.

Em 1952 pediu ao Pai para ingressar na Sogrape, onde começou a trabalhar como “aprendiz de tanoeiro”. Três anos depois está em França para frequentar a Faculdade de Ciências da Universidade de Dijon, onde é um dos três primeiros portugueses a diplomar-se em Enologia.
Regressado a Lisboa casa-se, em 1956, com Ana Mafalda Maria Antónia de Mello Falcão Trigoso da Cunha Mendonça e Menezes, de quem viria a ter três filhos: Salvador, Manuel Pedro e Fernando, actualmente a ocupar direcção do grupo Sogrape.
Em 1957 assume a Direcção Técnica de Produção da Sogrape, desenvolvendo um profundo trabalho de construção e modernização das infra-estruturas da empresa em todo o país, e em 1969 ascende à administração da empresa, a que passou a presidir em 1987, após o falecimento de seu pai. Fernando Guedes veio a revelar-se um agente decisivo na criação do grupo empresarial de sucesso em que a Sogrape se transformou.
Na viragem do século, então com 70 anos, entendeu ser o momento de se reformar e passar o testemunho aos mais novos. Com o sucesso que se conhece.

Nas palavras de João Paulo Martins, da equipa editorial da revista Grandes Escolhas, “Fernando Guedes estava retirado da gestão quotidiana da Sogrape (a maior empresa portuguesa de vinhos) mas a sua presença era diária, sempre com o seu sentido crítico, sempre com a boa disposição com que o conhecemos, há quase 30 anos. Foi com ele que a Sogrape deu os primeiros passos no Dão, inicialmente com a Vinícola do Vale do Dão e posteriormente, já nos finais da década de 80 com a construção da adega dos Carvalhais. Foi também ele que esteve a acompanhar a internacionalização da empresa, quer para a América do Sul, quer para a Nova Zelândia.

Fernando Guedes era um senhor, no que isso implica de boa disposição, de educação, de atenção aos pequenos pormenores, de disponibilidade para receber convidados, fossem jornalistas ou fossem homens de negócios. Sempre pronto para visitar as várias adegas da empresa, em todo o lado punha o seu cunho, quer na decoração, quer na exigência de perfeição de procedimentos que exigia a todos os seus funcionários e que todos acabaram por incorporar. Seria quase um “método Sogrape”, um manual de bem-estar, de bem-fazer e bem-receber. O país perde uma das suas grandes figuras do vinho, mas o seu legado é enorme. Na forma de estar, e no vinho Legado que criou há poucos anos e que ficará como memória de um grande Senhor do Vinho, prémio concedido por esta equipa editorial, corria o ano de 2001”.

Toda a equipa da Grandes Escolhas apresenta as condolências à família Guedes e à enorme equipa da Sogrape, empresa que tão bem Fernando Guedes soube gerir.

Enólogos do Forum provam em conjunto

A primeira das duas reuniões anuais do Forum de Enólogos, um dos eventos do clube de vinhos Enoteca (criado em 1984 e acessível em www.enoteca.pt) aconteceu a 16 de Junho no recém-inaugurado Hotel Vila Galé Sintra. A prova decorreu ao fim da tarde, com a presença de Nuno Cancela de Abreu, José Gaspar, Rui Reguinga, Francisco […]

A primeira das duas reuniões anuais do Forum de Enólogos, um dos eventos do clube de vinhos Enoteca (criado em 1984 e acessível em www.enoteca.pt) aconteceu a 16 de Junho no recém-inaugurado Hotel Vila Galé Sintra. A prova decorreu ao fim da tarde, com a presença de Nuno Cancela de Abreu, José Gaspar, Rui Reguinga, Francisco Antunes, João Silva e Sousa, Graça Gonçalves, Bernardo Cabral (na foto, de pé); Manuel Vieira, Miguel Pessanha, Jorge Alves, Tiago Alves de Sousa e Filipe Sevinate Pinto (sentados). David Baverstock também participou na prova mas não integrou a foto.

Foram provados 28 vinhos, tendo todos obtido uma nota superior a 85 pontos (em 100). Do lote constavam espumantes, brancos, rosés, tintos e vinhos do Porto. Os vinhos provados e aprovados foram apresentados no jantar depois da prova, que contou com a presença, além dos enólogos, de sócios do Forum, do Enoclube e de alguns convidados.

Concurso canadiano premiou vinhos portugueses

A organização afirma que este é o “maior concurso internacional de vinhos da América do Norte”, mas, em abono da verdade, fica muito atrás em amostras se comparado com muitos concursos europeus. A edição de 2018 contou com a participação de 1.776 amostras, provenientes de 31 países de todo o mundo. Criado em 1983, este […]

A organização afirma que este é o “maior concurso internacional de vinhos da América do Norte”, mas, em abono da verdade, fica muito atrás em amostras se comparado com muitos concursos europeus. A edição de 2018 contou com a participação de 1.776 amostras, provenientes de 31 países de todo o mundo. Criado em 1983, este concurso decorre no Canadá, na cidade de Quebeque, e obedece às orientações do OIV, incluindo no número máximo de medalhas permitido, apenas 30% do total. O júri, composto por 59 provadores de 19 nações (incluindo muitos europeus, mas apenas um português) atribuiu um total de 524 medalhas: 8 de Grande Ouro (pelo menos 92 pontos), 370 de Ouro (85 a 91 pontos), 146 de Prata (82 a 84 pontos) e 5 prémios especiais. Portugal trouxe 3 Grande Ouro, o país com maior número. Vieram ainda 43 medalhas de Ouro e 20 de Prata, um resultado de grande nível. Pode consultar os resultados completos no site http://www3.smvcanada.ca/pages/resultats.aspx

Vinhos portugueses premiados com Grande Ouro
Dalva Porto Vintage 2015             C. da Silva (Vinhos)
Dalva Porto Colheita 2004            C. da Silva (Vinhos)
Reguengos Reserva dos Sócios Alentejo tinto 2014   (Carmim)