Um novo olhar sobre a região do Tejo

Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo, iniciativa bienal promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), em parceria com a Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo e com a Rota dos Vinhos do Tejo. Sob o tema “Vinho e…”, a finalidade […]

Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo, iniciativa bienal promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), em parceria com a Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo e com a Rota dos Vinhos do Tejo. Sob o tema “Vinho e…”, a finalidade deste desafio consiste em dar a conhecer a paisagem vitivinícola da região de uma forma mais artística.
Com produtores, na vinha, na adega, em momentos de enoturismo, à mesa, enquadrado no património ou integrado em tradições ou momentos culturais. Eis os protagonistas e os cenários válidos neste concurso. As fotografias podem ser de arquivo pessoal, desde que sejam originais e inéditas, a cores ou a preto e branco e não é necessário ser um fotógrafo profissional. No envio de cada uma imagem, devem constar os direitos do autor de quem se candidata a esta edição.
A inscrição é gratuita e é feita através do acesso ao site da Confraria, em www.confrariadotejo.pt, onde pode consultar o regulamento do concurso e onde está disponível a ficha de inscrição. Depois de preenchida, deve ser enviada para o e-mail confraria.enofila.tejo@gmail.com, por meio do qual cada concorrente deve enviar, no máximo, seis fotografias.
O júri do Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo é constituído por fotógrafos profissionais, que avaliarão as três melhores fotografias de cada participante. São atribuídos prémios ao 1º, 2º e 3º lugares; do 4º ao 10º são entregues diplomas de menção honrosa. O grande vencedor recebe um fim-de-semana na região dos Vinhos do Tejo (para duas pessoas), com visita e prova na Quinta da Ribeirinha, na Póvoa de Santarém, seguida de jantar, dormida e pequeno-almoço no hotel de charme Casa da Amieira, em Amiais de Cima. Ao segundo lugar é oferecida uma visita e prova de vinhos na Quinta da Badula, em Arrouquelas, Rio Maior, e jantar na Tasquinha do Lagar, na vila da Marmeleira, também em Rio Maior (para duas pessoas). O titular do terceiro lugar recebe 12 garrafas de vinhos do Tejo premiados no Concurso Vinhos do Tejo.
Os resultados serão divulgados em 2027, sendo os prémios e os diplomas entregues na anual Gala Vinhos do Tejo.

Papa Figos com nova imagem

O icónico Papa Figos apresenta uma linguagem mais contemporânea, graças à nova identidade visual, projecto desenvolvido em parceria com o estúdio português Rita Rivotti Design Studio, o qual se estende às caixas de transporte em cartão kraft. O novo packaging do branco, rosé e tinto destaca-se pela adoção de papel autocolante de maior gramagem e […]

O icónico Papa Figos apresenta uma linguagem mais contemporânea, graças à nova identidade visual, projecto desenvolvido em parceria com o estúdio português Rita Rivotti Design Studio, o qual se estende às caixas de transporte em cartão kraft. O novo packaging do branco, rosé e tinto destaca-se pela adoção de papel autocolante de maior gramagem e pela integração de outros elementos, como relevos, texturas, vernizes braille e dourados mais expressivos. Objectivo? Conferir maior elegância e protagonismo à ave que dá nome à marca.
Afinal, esta marca, inspirada no Oriolus oriolus, foi apresentada ao mercado em 2012, a ave migratória que, na Primavera, regressa ao Douro, simbolizando, segundo o comunicado, “a vitalidade e o equilíbrio do ecossistema da região”. Logo após ter entrado no mercado, o Papa Figos “tem ultrapassado os dois milhões de garrafas vendidas”.
Para Filipe Gonçalves, Chief Marketing Officer da Sogrape, esta nova fase de Papa Figos “é um passo estratégico que reafirma a nossa confiança na força da marca para continuar a levar a personalidade única do Douro a novos públicos e mercados”. A nova imagem começa a chegar ao mercado durante este mês, com implementação progressiva nos diferentes canais de distribuição nacionais e internacionais.

Taylor’s apresenta a nova garrafa

Mais leve e com um design mais sustentável, a nova garrafa da Taylor’s, desenvolvida pela Vidrala, será introduzida progressivamente em toda a gama a partir deste mês. Apesar de manter os pormenores que definem a identidade da marca, como a silhueta e o brasão em relevo, apresenta alterações subtis que permitirão poupar cerca de 350 […]

Mais leve e com um design mais sustentável, a nova garrafa da Taylor’s, desenvolvida pela Vidrala, será introduzida progressivamente em toda a gama a partir deste mês. Apesar de manter os pormenores que definem a identidade da marca, como a silhueta e o brasão em relevo, apresenta alterações subtis que permitirão poupar cerca de 350 toneladas de vidro por ano, como o peso – são 440 gramas, isto é, menos 140 gramas a menos em comparação com os 580 gramas da anterior, o que representa uma redução de aproximadamente 24%.
Adrian Bridge, Diretor-Geral da Taylor’s, afirma, em comunicado, que esta nova garrafa “demonstra que é possível alcançar melhorias ambientais significativas sem comprometer a qualidade, a elegância e a identidade que definem a Taylor’s há mais de três séculos.”
Em números, dentro do universo da produção anual da Taylor’s, correspondente a aproximadamente 2,5 milhões de garrafas, esta redução traduzir-se-á na redução de cerca de 350 toneladas de vidro por ano, evitando à volta de 210 toneladas de emissões de dióxido de carbono associadas ao fabrico das garrafas. Por outro lado, contribui para uma maior eficiência no transporte ao longo de toda a cadeia logística.
Há ainda a opção pelo papel proveniente de fontes responsáveis e o aumento da reciclabilidade dos materiais, bem como de topos de rolhas RE:WOOD®, composto fabricado a partir de resíduos de madeira e fibras provenientes de serralharias, bem como a redução progressiva da utilização de plástico virgem em toda a gama. O redesenho da garrafa e rotulagem é da autoria da agência criativa This Is Pacifica. A produção dos rótulos esteve a cargo da Etiquel e a nova rolha foi desenvolvida pela Amorim Cork Solutions.

Há uma nova esplanada em Celeirós

Com o verão no auge, que tal conhecer o Casal de Celeirós Visitors’ Center, no Douro, onde há uma nova esplanada a céu aberto? Está instalada no topo do edifício e foi criada para a realização de provas vínicas (a partir de €20). Ao todo, são 11. Estão disponíveis as clássicas e as de introdução […]

Com o verão no auge, que tal conhecer o Casal de Celeirós Visitors’ Center, no Douro, onde há uma nova esplanada a céu aberto? Está instalada no topo do edifício e foi criada para a realização de provas vínicas (a partir de €20). Ao todo, são 11. Estão disponíveis as clássicas e as de introdução ao vinho do Porto, bem como as mais segmentadas e exclusivas, centradas em terroirs distintos, vinhos do Porto Tawny, vinhos moscatel, rosés e brancos, e podem ser acompanhadas por degustações de produtos tradicionais, como azeite, tábuas de queijos e enchidos portugueses, bolachas regionais e amêndoas da terra. A oferta é complementada pela calmaria da aldeia histórica de Celeirós e pela vista privilegiada para os vinhedos da região.

Disponíveis todos os dias, das 10h00 às 18h00, as provas de vinhos são antecedidas pela visita às vinhas desta propriedade pertencente à The Fladgate Partnership, à sala de estágio dos vinhos e às caves de envelhecimento dos vinhos fortificados. Para uma experiência completa, fica a sugestão da The Manor House de Celeirós, a unidade hoteleira do mesmo grupo, com piscina exterior, e a Casas das Pipas Restaurant.

Tecnologia para travar avanço da Flavescência Dourada

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), o INESC TEC e o INIAV apresentaram os resultados do projecto VineShield-DT, na Casa dos Vinhos Verdes, no Porto. O objectivo consiste em mudar a forma como são vigiadas e protegidas as vinhas da Flavescência Dourada, uma das maiores e mais persistentes ameaças da viticultura […]

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), o INESC TEC e o INIAV apresentaram os resultados do projecto VineShield-DT, na Casa dos Vinhos Verdes, no Porto. O objectivo consiste em mudar a forma como são vigiadas e protegidas as vinhas da Flavescência Dourada, uma das maiores e mais persistentes ameaças da viticultura no país.
Este projecto contempla ainda um modelo preditivo com a capacidade de antecipar a disseminação da doença, que se está a espalhar pelo território, e o rumo do seu insecto vector, o Scaphoideus titanus, por forma a implementar a rede de armadilhas inteligentes que, aos poucos, vai substituir a inspecção manual por detecção em tempo real. Para o efeito, foram instaladas, durante a fase piloto, 15 armadilhas no terreno, com a finalidade de testar e afinar o sistema antes de qualquer alargamento futuro da rede.
“O desenvolvimento deste projecto com as entidades parceiras e a implementação de uma plataforma digital e do digital twin da vinha, permite a criação de uma rede de cerca de mil armadilhas inteligentes que se está a implementar em benefício da Região dos Vinhos Verdes, da vinha e do vinho em Portugal e de maior sustentabilidade do negócio do vinho para os produtores”, destaca Dora Simões, Presidente da CVRVV.
A apresentação do projecto, coordenada por Alexander Cornejo, Director de Sustentabilidade, I&D Inovação e Academia dos Vinhos Verdes da CVRVV, contou com a presença do investigador Lino Oliveira, da equipa do INESC TEC – liderada pelo investigador Filipe Neves dos Santos -, que explicou a plataforma digital que transforma os dados recolhidos no terreno em mapas de risco e alertas.
O VineShield-DT faz parte da iniciativa DigitalTwins4SmartTerritories (DT4ST), promovida pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE) em parceria com a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Weingut Dr. Hermann na Sogrape Distribuição

A Sogrape Distribuição reforça a oferta de referências internacionais de topo com a distribuição, em Portugal, dos vinhos da Weingut Dr. Hermann, a histórica casa alemã e uma das mais prestigiadas produtoras de Riesling no Mosel, em Erden, no noroeste da Alemanha. Com esta nova ‘aquisição’, integrada no segmento dos vinhos premium, a empresa portuguesa […]

A Sogrape Distribuição reforça a oferta de referências internacionais de topo com a distribuição, em Portugal, dos vinhos da Weingut Dr. Hermann, a histórica casa alemã e uma das mais prestigiadas produtoras de Riesling no Mosel, em Erden, no noroeste da Alemanha. Com esta nova ‘aquisição’, integrada no segmento dos vinhos premium, a empresa portuguesa do sector do vinho passa a disponibilizar uma selecção de Rieslings que traduzem diferentes expressões do Mosel, desde um Riesling seco e mineral a um Grosses Gewächs de uma das vinhas mais emblemáticas da região, complementados por um Kabinett e um Auslese provenientes das históricas vinhas do Ürziger Würzgarten.

“Estes vinhos trazem uma combinação rara de elegância, frescura e capacidade gastronómica, reforçando o nosso compromisso de disponibilizar aos clientes e consumidores portugueses algumas das mais relevantes referências internacionais do universo do vinho”, declara, em comunicado, Gonçalo Sousa Machado, CEO da Sogrape Distribuição.
Christian Hermann, proprietário e enólogo da Weingut Dr. Hermann, afirma o seguinte: “partilhamos uma paixão pela qualidade, pela autenticidade e pela expressão do terroir, o que torna esta colaboração uma escolha natural.”

Uma década de Casa do Barroso celebrada com espumante

A Casa do Barroso, projecto criado em 2016, assinala o 10º aniversário de atividade e colaboração com o enólogo Márcio Lopes, com o lançamento do primeiro espumante, o Casa do Barroso Espumante Reserva 2024, feito a partir da casta Alvarinho. Com esta estreia, este projecto situado no lugar de Cunhas, na União de Freguesias de […]

A Casa do Barroso, projecto criado em 2016, assinala o 10º aniversário de atividade e colaboração com o enólogo Márcio Lopes, com o lançamento do primeiro espumante, o Casa do Barroso Espumante Reserva 2024, feito a partir da casta Alvarinho. Com esta estreia, este projecto situado no lugar de Cunhas, na União de Freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas Cabeceiras de Basto, quer afirmar a identidade da sub-região de Basto, localizada no extremo oriental da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, bem como enaltecer a importância da referida variedade. “O que mais me entusiasmou neste projeto foi a oportunidade de explorar uma interpretação diferente do Alvarinho. Em Basto encontramos condições muito particulares, que se traduzem em vinhos de grande frescura, precisão e capacidade de evolução”, justifica Márcio Lopes em comunicado.

O projecto Casa do Barroso nasce a partir da vontade da família Barroso em reabilitar integralmente esta propriedade datada de 1730, reestruturar vinhas – hoje, com 6,2 hectares distribuídos por diferentes zonas do concelho de Cabeceiras de Basto. À frente está Jorge Barroso. Enfermeiro de formação, concilia desenvolvimento desta casa com a profissão de Enfermeiro no Hospital de Santo António, no Porto, e revela-se o elo entre o pai, Agostinho Barroso, o patriarca da família que, aos 89 anos, continua a acompanhar a evolução desta ligação à terra, e os filhos, Afonso e João Barroso, os representantes da continuidade da história desta casa para o futuro.

250 anos da Casa de Champagne Louis Roederer

A Casa de Champagne Louis Roederer, cujo grupo integra a duriense Ramos Pinto, assinalou o 250º aniversário com uma cerimónia no Centre des Congrès de Reims, em Reims, no nordeste de França. Por ocasião desta celebração, Frédéric Rouzaud, Presidente e Diretor-Geral da Louis Roederer, prestou homenagem, de acordo com o comunicado, à união desta casa […]

A Casa de Champagne Louis Roederer, cujo grupo integra a duriense Ramos Pinto, assinalou o 250º aniversário com uma cerimónia no Centre des Congrès de Reims, em Reims, no nordeste de França. Por ocasião desta celebração, Frédéric Rouzaud, Presidente e Diretor-Geral da Louis Roederer, prestou homenagem, de acordo com o comunicado, à união desta casa familiar: “na Louis Roederer, criar um grande vinho sempre significou amar a terra que lhe dá origem, os gestos que o moldam, as mulheres e os homens que lhe dedicam o seu talento e aqueles com quem o partilhamos. A forma mais fiel de honrar a nossa história é continuar a criar, juntos.”

Esta comemoração integrou a apresentação de dois projetos artísticos: a Casa de Família, igualmente conhecida como Hotel Particulier foi recriada através de uma instalação da artista Bianca Bondi; e uma obra colectiva da autoria do artista Lee Shulman ‘construída’ a partir de fotografias pessoais cedidas por colaboradores, viticultores, artesãos, parceiros e amigos da casa. Acresce o lançamento exclusivo do Cristal 2018 e a nova expressão da Louis Roederer, Cristal Late Release, da colheita de 2008.

No alinhamento de tão distinta exclusividade, consta, na agenda deste ano da Casa de Champagne Louis Roederer, o 150º aniversário do Champagne Cristal, a lendária cuvée criada, em 1876, a pedido do Czar Alexandre II.

Por ocasião dos festejos do 15º aniversário da Fundação Louis Roederer, foi apresentada, no passado dia 23 de Maio, na praça em frente à Catedral de Reims, uma performance de dança desenhada pelo coreógrafo Dimitri Chamblas para e com os habitantes da cidade.