31 de Julho – 1.º Dia Nacional da Vinha e do Vinho

31 de Julho

No dia 31 de Julho, em que o Instituto da Vinha e do Vinho, I.P. (IVV) comemorou 40 anos sobre a sua criação, através de Despacho do Senhor Ministro da Agricultura e Mar, foi instituído o 1.º Dia Nacional da Vinha e do Vinho. A partir de agora, esta data será marcada pela celebração anual […]

No dia 31 de Julho, em que o Instituto da Vinha e do Vinho, I.P. (IVV) comemorou 40 anos sobre a sua criação, através de Despacho do Senhor Ministro da Agricultura e Mar, foi instituído o 1.º Dia Nacional da Vinha e do Vinho.

A partir de agora, esta data será marcada pela celebração anual e afirmação pública do valor civilizacional do vinho e da centralidade da vinha na paisagem, na história, na economia, na iconografia e na cultura de Portugal.

Ao longo de quatro décadas, o IVV afirmou-se como a autoridade nacional responsável pela coordenação e controlo do sector vitivinícola, pela gestão das denominações de origem (DO) e indicações geográficas (IG) e pela valorização do património vitivinícola nacional – pilar da identidade, da economia e da cultura portuguesas. Nas palavras do Presidente do IVV, Francisco Toscano Rico, os primeiros 40 anos foram de afirmação e os próximos 40 serão de ambição.

A noite da celebração reuniu, na sede do IVV, representantes do sector, do Governo, da academia, da cultura e do corpo diplomático. Neste âmbito, decorreram várias actividades relacionadas com o tema vínico, como a mostra e degustação das 14 regiões vinhateiras nacionais, em colaboração com a ANDOVI e com os Escanções de Portugal; a mostra de vinhos estagiados na Adega do Mar, submergidos pela ECOALGA, explorando o conceito de «Marroir»; o projecto gastronómico «Menus com História» e os «Livros de Culto da Cozinha Portuguesa»; uma exposição de pintura, com destaque particular para Roque Gameiro; uma exposição de faiança de Bordallo Pinheiro alusiva à Vinha e ao Vinho; um percurso de literatura vínica que inclui o «Portugal Vinícola», de Cincinnato da Costa (original do IVV, levado à Exposição Universal de Paris, em 1900), a colecção privada de rótulos de Abel Pereira da Fonseca associada à figura de Fernando Pessoa, e a obra contemporânea «Viti, Vini, Vici», com excertos declamados pelo autor, Thomaz Vieira da Cruz; o concerto «In Vino Veritas», com o Ensemble Vocal Introitus; e o núcleo «A Ciência por detrás da Vinha e do Vinho», na Biblioteca do IVV.

Com esta efeméride, o IVV reafirmou a importância da vinha e do vinho na civilização mediterrânica e o seu papel central na identidade portuguesa.

Na mesma ocasião, foram lançados o novo Portal da Vinha e do Vinho e o Anuário 2025 de Vinhos e Aguardentes de Portugal, já disponível para consulta.

Domaine Pierre Damoy na Roederer Collection

Roederer Collection

O Domaine Pierre Damoy já faz parte da prestigiada casa de Champagne Roederer Collection. Com esta aquisição, a emblemática propriedade de GevreyChambertin, situada no Côte de Nuits, na Borgonha francesa, começa a escrever um novo capítulo da sua história. Paralelamente, esta aquisição assinala um marco para a Louis Roederer, que concretiza a sua primeira aquisição […]

O Domaine Pierre Damoy já faz parte da prestigiada casa de Champagne Roederer Collection. Com esta aquisição, a emblemática propriedade de GevreyChambertin, situada no Côte de Nuits, na Borgonha francesa, começa a escrever um novo capítulo da sua história. Paralelamente, esta aquisição assinala um marco para a Louis Roederer, que concretiza a sua primeira aquisição na referida regiãoo vitivinícola no ano em que celebra o seu 250.º aniversário.

A propriedade reúne um património vitivinícola considerado singular, graças à elevada proporção de vinhas velhas e à excepcional diversidade genética, factores que, de acordo com o comunicado, se associam à filosofia da Roederer Collection: “preservar, cuidar e transmitir propriedades vitivinícolas de excelência, cada uma com uma identidade própria, profundamente enraizada no seu território e assente num profundo respeito pela natureza.”

No total, o Domaine Pierre Damoy reúne cerca de oito hectares de vinhas classificadas como Grand Cru, maioritariamente localizadas nas denominações Chambertin, Chambertin-Clos de Bèze e Chapelle-Chambertin, bem como o Clos Tamisot, vinha situada em GevreyChambertin.

Sobre a Roederer Collection, é de realçar o roteiro vitivinícola que possui pelo mundo, de Champagne a Bordéus, da Vale do Rhône à Provence e do Douro à Califórnia.

Roederer Collection

Frédéric Rouzaud, CEO da Louis Roederer, afirmou, em comunicado o seguinte: “Este passo reflecte profundamente aquilo que somos: uma casa independente e familiar, comprometida com o longo prazo, com a terra, com o saber-fazer paciente e com a transmissão às gerações futuras. Foi precisamente o Domaine Pierre Damoy que nos levou a dar este passo, por reunir tudo aquilo que mais valorizamos: terroirs excecionais, um património vitícola ímpar, uma identidade forte e uma das histórias mais emblemáticas da Borgonha. A nossa missão é agora acompanhar esta propriedade com humildade e elevado sentido de exigência, dando continuidade ao extraordinário trabalho desenvolvido pela família Damoy, preservando tudo o que a torna verdadeiramente única.”

Caves Burmester com nova experiência museológica

Burmester

A Burmester, fundada em 1750 por Henry Burmester e John Nash, agora pertencente à Kopke Group, reabre as portas em Vila Nova de Gaia, com um novo projeto museográfico. Entre balseiros centenários, corredores de pedra granítica e vinhos que envelhecem há várias gerações, há o convite para embarcar numa viagem pela memória, tradição e identidade […]

A Burmester, fundada em 1750 por Henry Burmester e John Nash, agora pertencente à Kopke Group, reabre as portas em Vila Nova de Gaia, com um novo projeto museográfico. Entre balseiros centenários, corredores de pedra granítica e vinhos que envelhecem há várias gerações, há o convite para embarcar numa viagem pela memória, tradição e identidade desta casa históricas do Vinho do Porto.

Aqui, património e tecnologia cruzam-se através de fotografias antigas e de aromas, bem como de conteúdos audiovisuais, instalações luminosas e elementos interactivos que revelam a história da família Burmester e a sua ligação com o Vinho do Porto. Várias questões vão surgindo ao longo do percurso num diálogo constante entre passado e presente. “Com quase três séculos de história, a Burmester continua, assim, a afirmar o seu carácter elegante, cosmopolita e profundamente ligado ao Douro, preparando-se para entrar no seu tricentenário sem perder a autenticidade que a tornou uma referência incontornável no universo do Vinho do Porto”, salienta, em comunicado, Maria Manuel Ramos, Directora de Turismo do Kopke Group.

Um novo olhar sobre a região do Tejo

Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo, iniciativa bienal promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), em parceria com a Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo e com a Rota dos Vinhos do Tejo. Sob o tema “Vinho e…”, a finalidade […]

Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo, iniciativa bienal promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), em parceria com a Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo e com a Rota dos Vinhos do Tejo. Sob o tema “Vinho e…”, a finalidade deste desafio consiste em dar a conhecer a paisagem vitivinícola da região de uma forma mais artística.
Com produtores, na vinha, na adega, em momentos de enoturismo, à mesa, enquadrado no património ou integrado em tradições ou momentos culturais. Eis os protagonistas e os cenários válidos neste concurso. As fotografias podem ser de arquivo pessoal, desde que sejam originais e inéditas, a cores ou a preto e branco e não é necessário ser um fotógrafo profissional. No envio de cada uma imagem, devem constar os direitos do autor de quem se candidata a esta edição.
A inscrição é gratuita e é feita através do acesso ao site da Confraria, em www.confrariadotejo.pt, onde pode consultar o regulamento do concurso e onde está disponível a ficha de inscrição. Depois de preenchida, deve ser enviada para o e-mail confraria.enofila.tejo@gmail.com, por meio do qual cada concorrente deve enviar, no máximo, seis fotografias.
O júri do Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo é constituído por fotógrafos profissionais, que avaliarão as três melhores fotografias de cada participante. São atribuídos prémios ao 1º, 2º e 3º lugares; do 4º ao 10º são entregues diplomas de menção honrosa. O grande vencedor recebe um fim-de-semana na região dos Vinhos do Tejo (para duas pessoas), com visita e prova na Quinta da Ribeirinha, na Póvoa de Santarém, seguida de jantar, dormida e pequeno-almoço no hotel de charme Casa da Amieira, em Amiais de Cima. Ao segundo lugar é oferecida uma visita e prova de vinhos na Quinta da Badula, em Arrouquelas, Rio Maior, e jantar na Tasquinha do Lagar, na vila da Marmeleira, também em Rio Maior (para duas pessoas). O titular do terceiro lugar recebe 12 garrafas de vinhos do Tejo premiados no Concurso Vinhos do Tejo.
Os resultados serão divulgados em 2027, sendo os prémios e os diplomas entregues na anual Gala Vinhos do Tejo.

Papa Figos com nova imagem

O icónico Papa Figos apresenta uma linguagem mais contemporânea, graças à nova identidade visual, projecto desenvolvido em parceria com o estúdio português Rita Rivotti Design Studio, o qual se estende às caixas de transporte em cartão kraft. O novo packaging do branco, rosé e tinto destaca-se pela adoção de papel autocolante de maior gramagem e […]

O icónico Papa Figos apresenta uma linguagem mais contemporânea, graças à nova identidade visual, projecto desenvolvido em parceria com o estúdio português Rita Rivotti Design Studio, o qual se estende às caixas de transporte em cartão kraft. O novo packaging do branco, rosé e tinto destaca-se pela adoção de papel autocolante de maior gramagem e pela integração de outros elementos, como relevos, texturas, vernizes braille e dourados mais expressivos. Objectivo? Conferir maior elegância e protagonismo à ave que dá nome à marca.
Afinal, esta marca, inspirada no Oriolus oriolus, foi apresentada ao mercado em 2012, a ave migratória que, na Primavera, regressa ao Douro, simbolizando, segundo o comunicado, “a vitalidade e o equilíbrio do ecossistema da região”. Logo após ter entrado no mercado, o Papa Figos “tem ultrapassado os dois milhões de garrafas vendidas”.
Para Filipe Gonçalves, Chief Marketing Officer da Sogrape, esta nova fase de Papa Figos “é um passo estratégico que reafirma a nossa confiança na força da marca para continuar a levar a personalidade única do Douro a novos públicos e mercados”. A nova imagem começa a chegar ao mercado durante este mês, com implementação progressiva nos diferentes canais de distribuição nacionais e internacionais.

Taylor’s apresenta a nova garrafa

Mais leve e com um design mais sustentável, a nova garrafa da Taylor’s, desenvolvida pela Vidrala, será introduzida progressivamente em toda a gama a partir deste mês. Apesar de manter os pormenores que definem a identidade da marca, como a silhueta e o brasão em relevo, apresenta alterações subtis que permitirão poupar cerca de 350 […]

Mais leve e com um design mais sustentável, a nova garrafa da Taylor’s, desenvolvida pela Vidrala, será introduzida progressivamente em toda a gama a partir deste mês. Apesar de manter os pormenores que definem a identidade da marca, como a silhueta e o brasão em relevo, apresenta alterações subtis que permitirão poupar cerca de 350 toneladas de vidro por ano, como o peso – são 440 gramas, isto é, menos 140 gramas a menos em comparação com os 580 gramas da anterior, o que representa uma redução de aproximadamente 24%.
Adrian Bridge, Diretor-Geral da Taylor’s, afirma, em comunicado, que esta nova garrafa “demonstra que é possível alcançar melhorias ambientais significativas sem comprometer a qualidade, a elegância e a identidade que definem a Taylor’s há mais de três séculos.”
Em números, dentro do universo da produção anual da Taylor’s, correspondente a aproximadamente 2,5 milhões de garrafas, esta redução traduzir-se-á na redução de cerca de 350 toneladas de vidro por ano, evitando à volta de 210 toneladas de emissões de dióxido de carbono associadas ao fabrico das garrafas. Por outro lado, contribui para uma maior eficiência no transporte ao longo de toda a cadeia logística.
Há ainda a opção pelo papel proveniente de fontes responsáveis e o aumento da reciclabilidade dos materiais, bem como de topos de rolhas RE:WOOD®, composto fabricado a partir de resíduos de madeira e fibras provenientes de serralharias, bem como a redução progressiva da utilização de plástico virgem em toda a gama. O redesenho da garrafa e rotulagem é da autoria da agência criativa This Is Pacifica. A produção dos rótulos esteve a cargo da Etiquel e a nova rolha foi desenvolvida pela Amorim Cork Solutions.

Há uma nova esplanada em Celeirós

Com o verão no auge, que tal conhecer o Casal de Celeirós Visitors’ Center, no Douro, onde há uma nova esplanada a céu aberto? Está instalada no topo do edifício e foi criada para a realização de provas vínicas (a partir de €20). Ao todo, são 11. Estão disponíveis as clássicas e as de introdução […]

Com o verão no auge, que tal conhecer o Casal de Celeirós Visitors’ Center, no Douro, onde há uma nova esplanada a céu aberto? Está instalada no topo do edifício e foi criada para a realização de provas vínicas (a partir de €20). Ao todo, são 11. Estão disponíveis as clássicas e as de introdução ao vinho do Porto, bem como as mais segmentadas e exclusivas, centradas em terroirs distintos, vinhos do Porto Tawny, vinhos moscatel, rosés e brancos, e podem ser acompanhadas por degustações de produtos tradicionais, como azeite, tábuas de queijos e enchidos portugueses, bolachas regionais e amêndoas da terra. A oferta é complementada pela calmaria da aldeia histórica de Celeirós e pela vista privilegiada para os vinhedos da região.

Disponíveis todos os dias, das 10h00 às 18h00, as provas de vinhos são antecedidas pela visita às vinhas desta propriedade pertencente à The Fladgate Partnership, à sala de estágio dos vinhos e às caves de envelhecimento dos vinhos fortificados. Para uma experiência completa, fica a sugestão da The Manor House de Celeirós, a unidade hoteleira do mesmo grupo, com piscina exterior, e a Casas das Pipas Restaurant.

Tecnologia para travar avanço da Flavescência Dourada

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), o INESC TEC e o INIAV apresentaram os resultados do projecto VineShield-DT, na Casa dos Vinhos Verdes, no Porto. O objectivo consiste em mudar a forma como são vigiadas e protegidas as vinhas da Flavescência Dourada, uma das maiores e mais persistentes ameaças da viticultura […]

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), o INESC TEC e o INIAV apresentaram os resultados do projecto VineShield-DT, na Casa dos Vinhos Verdes, no Porto. O objectivo consiste em mudar a forma como são vigiadas e protegidas as vinhas da Flavescência Dourada, uma das maiores e mais persistentes ameaças da viticultura no país.
Este projecto contempla ainda um modelo preditivo com a capacidade de antecipar a disseminação da doença, que se está a espalhar pelo território, e o rumo do seu insecto vector, o Scaphoideus titanus, por forma a implementar a rede de armadilhas inteligentes que, aos poucos, vai substituir a inspecção manual por detecção em tempo real. Para o efeito, foram instaladas, durante a fase piloto, 15 armadilhas no terreno, com a finalidade de testar e afinar o sistema antes de qualquer alargamento futuro da rede.
“O desenvolvimento deste projecto com as entidades parceiras e a implementação de uma plataforma digital e do digital twin da vinha, permite a criação de uma rede de cerca de mil armadilhas inteligentes que se está a implementar em benefício da Região dos Vinhos Verdes, da vinha e do vinho em Portugal e de maior sustentabilidade do negócio do vinho para os produtores”, destaca Dora Simões, Presidente da CVRVV.
A apresentação do projecto, coordenada por Alexander Cornejo, Director de Sustentabilidade, I&D Inovação e Academia dos Vinhos Verdes da CVRVV, contou com a presença do investigador Lino Oliveira, da equipa do INESC TEC – liderada pelo investigador Filipe Neves dos Santos -, que explicou a plataforma digital que transforma os dados recolhidos no terreno em mapas de risco e alertas.
O VineShield-DT faz parte da iniciativa DigitalTwins4SmartTerritories (DT4ST), promovida pela Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE) em parceria com a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).