Alentejo e Dão apontam para aumento na produção

A Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo (CVRA) estima uma produção de 108 milhões de litros de vinho na campanha de vindimas de 2026, o que representa um crescimento de cerca de 20% face a 2025, ano em que a região registou uma produção de 87 milhões de litros. Estes dados resultam do estudo desenvolvido em […]
A Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo (CVRA) estima uma produção de 108 milhões de litros de vinho na campanha de vindimas de 2026, o que representa um crescimento de cerca de 20% face a 2025, ano em que a região registou uma produção de 87 milhões de litros. Estes dados resultam do estudo desenvolvido em parceria com a Universidade do Porto, os quais apontam para uma campanha favorável, tanto em termos quantitativos, como qualitativos, graças às condições climatéricas favoráveis registadas ao longo do ciclo da vinha.
Em comunicado, Luís Sequeira, Presidente da CVRA., declara o seguinte: “Estes resultados reforçam a confiança dos produtores e a capacidade do Alentejo em continuar a afirmar-se pela qualidade dos seus vinhos.” No Alentejo, as vindimas assumem particular relevância, já que, de acordo com a CVRA, a “região representa cerca de 40% do valor total das vendas de vinhos certificados em Portugal, reforçando o peso económico e estratégico dos Vinhos do Alentejo no panorama nacional”.

De acordo com o Boletim de Evolução Intercalar do Ano Vitícola 2026, elaborado pelo Polo do Dão do CoLAB VINES & WINES, em parceria com a Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR Dão), estima-se um aumento até cerca de 5%, face ao ano anterior, da produção de vinho. Esta previsão está associada à melhoria da qualidade das uvas, graças às condições climáticas favoráveis, condição que contribuiu positivamente no âmbito do plano fitossanitário.
Para Manuel Pinheiro, presidente da CVR Dão, “esta estimativa representa um sinal de confiança para a região e para os produtores do Dão. Uma previsão de crescimento da produção, ainda que moderado, é positiva para o sector, sobretudo quando está associada a boas perspectivas de qualidade, já que as uvas do ano estão excelentes e estamos, portanto, na expectativa de grandes vinhos.”
O Boletim de Evolução Intercalar do Ano Vitícola 2026 resulta do acompanhamento técnico e científico realizado pelo Polo do Dão do CoLAB VINES & WINES e constitui uma ferramenta de monitorização das condições meteorológicas, fenológicas e fitossanitárias da Região Demarcada do Dão.
31 de Julho – 1.º Dia Nacional da Vinha e do Vinho

No dia 31 de Julho, em que o Instituto da Vinha e do Vinho, I.P. (IVV) comemorou 40 anos sobre a sua criação, através de Despacho do Senhor Ministro da Agricultura e Mar, foi instituído o 1.º Dia Nacional da Vinha e do Vinho. A partir de agora, esta data será marcada pela celebração anual […]
No dia 31 de Julho, em que o Instituto da Vinha e do Vinho, I.P. (IVV) comemorou 40 anos sobre a sua criação, através de Despacho do Senhor Ministro da Agricultura e Mar, foi instituído o 1.º Dia Nacional da Vinha e do Vinho.
A partir de agora, esta data será marcada pela celebração anual e afirmação pública do valor civilizacional do vinho e da centralidade da vinha na paisagem, na história, na economia, na iconografia e na cultura de Portugal.
Ao longo de quatro décadas, o IVV afirmou-se como a autoridade nacional responsável pela coordenação e controlo do sector vitivinícola, pela gestão das denominações de origem (DO) e indicações geográficas (IG) e pela valorização do património vitivinícola nacional – pilar da identidade, da economia e da cultura portuguesas. Nas palavras do Presidente do IVV, Francisco Toscano Rico, os primeiros 40 anos foram de afirmação e os próximos 40 serão de ambição.
A noite da celebração reuniu, na sede do IVV, representantes do sector, do Governo, da academia, da cultura e do corpo diplomático. Neste âmbito, decorreram várias actividades relacionadas com o tema vínico, como a mostra e degustação das 14 regiões vinhateiras nacionais, em colaboração com a ANDOVI e com os Escanções de Portugal; a mostra de vinhos estagiados na Adega do Mar, submergidos pela ECOALGA, explorando o conceito de «Marroir»; o projecto gastronómico «Menus com História» e os «Livros de Culto da Cozinha Portuguesa»; uma exposição de pintura, com destaque particular para Roque Gameiro; uma exposição de faiança de Bordallo Pinheiro alusiva à Vinha e ao Vinho; um percurso de literatura vínica que inclui o «Portugal Vinícola», de Cincinnato da Costa (original do IVV, levado à Exposição Universal de Paris, em 1900), a colecção privada de rótulos de Abel Pereira da Fonseca associada à figura de Fernando Pessoa, e a obra contemporânea «Viti, Vini, Vici», com excertos declamados pelo autor, Thomaz Vieira da Cruz; o concerto «In Vino Veritas», com o Ensemble Vocal Introitus; e o núcleo «A Ciência por detrás da Vinha e do Vinho», na Biblioteca do IVV.
Com esta efeméride, o IVV reafirmou a importância da vinha e do vinho na civilização mediterrânica e o seu papel central na identidade portuguesa.
Na mesma ocasião, foram lançados o novo Portal da Vinha e do Vinho e o Anuário 2025 de Vinhos e Aguardentes de Portugal, já disponível para consulta.
Domaine Pierre Damoy na Roederer Collection

O Domaine Pierre Damoy já faz parte da prestigiada casa de Champagne Roederer Collection. Com esta aquisição, a emblemática propriedade de GevreyChambertin, situada no Côte de Nuits, na Borgonha francesa, começa a escrever um novo capítulo da sua história. Paralelamente, esta aquisição assinala um marco para a Louis Roederer, que concretiza a sua primeira aquisição […]
O Domaine Pierre Damoy já faz parte da prestigiada casa de Champagne Roederer Collection. Com esta aquisição, a emblemática propriedade de GevreyChambertin, situada no Côte de Nuits, na Borgonha francesa, começa a escrever um novo capítulo da sua história. Paralelamente, esta aquisição assinala um marco para a Louis Roederer, que concretiza a sua primeira aquisição na referida regiãoo vitivinícola no ano em que celebra o seu 250.º aniversário.
A propriedade reúne um património vitivinícola considerado singular, graças à elevada proporção de vinhas velhas e à excepcional diversidade genética, factores que, de acordo com o comunicado, se associam à filosofia da Roederer Collection: “preservar, cuidar e transmitir propriedades vitivinícolas de excelência, cada uma com uma identidade própria, profundamente enraizada no seu território e assente num profundo respeito pela natureza.”
No total, o Domaine Pierre Damoy reúne cerca de oito hectares de vinhas classificadas como Grand Cru, maioritariamente localizadas nas denominações Chambertin, Chambertin-Clos de Bèze e Chapelle-Chambertin, bem como o Clos Tamisot, vinha situada em GevreyChambertin.
Sobre a Roederer Collection, é de realçar o roteiro vitivinícola que possui pelo mundo, de Champagne a Bordéus, da Vale do Rhône à Provence e do Douro à Califórnia.
Frédéric Rouzaud, CEO da Louis Roederer, afirmou, em comunicado o seguinte: “Este passo reflecte profundamente aquilo que somos: uma casa independente e familiar, comprometida com o longo prazo, com a terra, com o saber-fazer paciente e com a transmissão às gerações futuras. Foi precisamente o Domaine Pierre Damoy que nos levou a dar este passo, por reunir tudo aquilo que mais valorizamos: terroirs excecionais, um património vitícola ímpar, uma identidade forte e uma das histórias mais emblemáticas da Borgonha. A nossa missão é agora acompanhar esta propriedade com humildade e elevado sentido de exigência, dando continuidade ao extraordinário trabalho desenvolvido pela família Damoy, preservando tudo o que a torna verdadeiramente única.”
Caves Burmester com nova experiência museológica

A Burmester, fundada em 1750 por Henry Burmester e John Nash, agora pertencente à Kopke Group, reabre as portas em Vila Nova de Gaia, com um novo projeto museográfico. Entre balseiros centenários, corredores de pedra granítica e vinhos que envelhecem há várias gerações, há o convite para embarcar numa viagem pela memória, tradição e identidade […]
A Burmester, fundada em 1750 por Henry Burmester e John Nash, agora pertencente à Kopke Group, reabre as portas em Vila Nova de Gaia, com um novo projeto museográfico. Entre balseiros centenários, corredores de pedra granítica e vinhos que envelhecem há várias gerações, há o convite para embarcar numa viagem pela memória, tradição e identidade desta casa históricas do Vinho do Porto.
Aqui, património e tecnologia cruzam-se através de fotografias antigas e de aromas, bem como de conteúdos audiovisuais, instalações luminosas e elementos interactivos que revelam a história da família Burmester e a sua ligação com o Vinho do Porto. Várias questões vão surgindo ao longo do percurso num diálogo constante entre passado e presente. “Com quase três séculos de história, a Burmester continua, assim, a afirmar o seu carácter elegante, cosmopolita e profundamente ligado ao Douro, preparando-se para entrar no seu tricentenário sem perder a autenticidade que a tornou uma referência incontornável no universo do Vinho do Porto”, salienta, em comunicado, Maria Manuel Ramos, Directora de Turismo do Kopke Group.
Um novo olhar sobre a região do Tejo

Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo, iniciativa bienal promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), em parceria com a Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo e com a Rota dos Vinhos do Tejo. Sob o tema “Vinho e…”, a finalidade […]
Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo, iniciativa bienal promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), em parceria com a Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo e com a Rota dos Vinhos do Tejo. Sob o tema “Vinho e…”, a finalidade deste desafio consiste em dar a conhecer a paisagem vitivinícola da região de uma forma mais artística.
Com produtores, na vinha, na adega, em momentos de enoturismo, à mesa, enquadrado no património ou integrado em tradições ou momentos culturais. Eis os protagonistas e os cenários válidos neste concurso. As fotografias podem ser de arquivo pessoal, desde que sejam originais e inéditas, a cores ou a preto e branco e não é necessário ser um fotógrafo profissional. No envio de cada uma imagem, devem constar os direitos do autor de quem se candidata a esta edição.
A inscrição é gratuita e é feita através do acesso ao site da Confraria, em www.confrariadotejo.pt, onde pode consultar o regulamento do concurso e onde está disponível a ficha de inscrição. Depois de preenchida, deve ser enviada para o e-mail confraria.enofila.tejo@gmail.com, por meio do qual cada concorrente deve enviar, no máximo, seis fotografias.
O júri do Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo é constituído por fotógrafos profissionais, que avaliarão as três melhores fotografias de cada participante. São atribuídos prémios ao 1º, 2º e 3º lugares; do 4º ao 10º são entregues diplomas de menção honrosa. O grande vencedor recebe um fim-de-semana na região dos Vinhos do Tejo (para duas pessoas), com visita e prova na Quinta da Ribeirinha, na Póvoa de Santarém, seguida de jantar, dormida e pequeno-almoço no hotel de charme Casa da Amieira, em Amiais de Cima. Ao segundo lugar é oferecida uma visita e prova de vinhos na Quinta da Badula, em Arrouquelas, Rio Maior, e jantar na Tasquinha do Lagar, na vila da Marmeleira, também em Rio Maior (para duas pessoas). O titular do terceiro lugar recebe 12 garrafas de vinhos do Tejo premiados no Concurso Vinhos do Tejo.
Os resultados serão divulgados em 2027, sendo os prémios e os diplomas entregues na anual Gala Vinhos do Tejo.
Papa Figos com nova imagem

O icónico Papa Figos apresenta uma linguagem mais contemporânea, graças à nova identidade visual, projecto desenvolvido em parceria com o estúdio português Rita Rivotti Design Studio, o qual se estende às caixas de transporte em cartão kraft. O novo packaging do branco, rosé e tinto destaca-se pela adoção de papel autocolante de maior gramagem e […]
O icónico Papa Figos apresenta uma linguagem mais contemporânea, graças à nova identidade visual, projecto desenvolvido em parceria com o estúdio português Rita Rivotti Design Studio, o qual se estende às caixas de transporte em cartão kraft. O novo packaging do branco, rosé e tinto destaca-se pela adoção de papel autocolante de maior gramagem e pela integração de outros elementos, como relevos, texturas, vernizes braille e dourados mais expressivos. Objectivo? Conferir maior elegância e protagonismo à ave que dá nome à marca.
Afinal, esta marca, inspirada no Oriolus oriolus, foi apresentada ao mercado em 2012, a ave migratória que, na Primavera, regressa ao Douro, simbolizando, segundo o comunicado, “a vitalidade e o equilíbrio do ecossistema da região”. Logo após ter entrado no mercado, o Papa Figos “tem ultrapassado os dois milhões de garrafas vendidas”.
Para Filipe Gonçalves, Chief Marketing Officer da Sogrape, esta nova fase de Papa Figos “é um passo estratégico que reafirma a nossa confiança na força da marca para continuar a levar a personalidade única do Douro a novos públicos e mercados”. A nova imagem começa a chegar ao mercado durante este mês, com implementação progressiva nos diferentes canais de distribuição nacionais e internacionais.
Taylor’s apresenta a nova garrafa

Mais leve e com um design mais sustentável, a nova garrafa da Taylor’s, desenvolvida pela Vidrala, será introduzida progressivamente em toda a gama a partir deste mês. Apesar de manter os pormenores que definem a identidade da marca, como a silhueta e o brasão em relevo, apresenta alterações subtis que permitirão poupar cerca de 350 […]
Mais leve e com um design mais sustentável, a nova garrafa da Taylor’s, desenvolvida pela Vidrala, será introduzida progressivamente em toda a gama a partir deste mês. Apesar de manter os pormenores que definem a identidade da marca, como a silhueta e o brasão em relevo, apresenta alterações subtis que permitirão poupar cerca de 350 toneladas de vidro por ano, como o peso – são 440 gramas, isto é, menos 140 gramas a menos em comparação com os 580 gramas da anterior, o que representa uma redução de aproximadamente 24%.
Adrian Bridge, Diretor-Geral da Taylor’s, afirma, em comunicado, que esta nova garrafa “demonstra que é possível alcançar melhorias ambientais significativas sem comprometer a qualidade, a elegância e a identidade que definem a Taylor’s há mais de três séculos.”
Em números, dentro do universo da produção anual da Taylor’s, correspondente a aproximadamente 2,5 milhões de garrafas, esta redução traduzir-se-á na redução de cerca de 350 toneladas de vidro por ano, evitando à volta de 210 toneladas de emissões de dióxido de carbono associadas ao fabrico das garrafas. Por outro lado, contribui para uma maior eficiência no transporte ao longo de toda a cadeia logística.
Há ainda a opção pelo papel proveniente de fontes responsáveis e o aumento da reciclabilidade dos materiais, bem como de topos de rolhas RE:WOOD®, composto fabricado a partir de resíduos de madeira e fibras provenientes de serralharias, bem como a redução progressiva da utilização de plástico virgem em toda a gama. O redesenho da garrafa e rotulagem é da autoria da agência criativa This Is Pacifica. A produção dos rótulos esteve a cargo da Etiquel e a nova rolha foi desenvolvida pela Amorim Cork Solutions.
Há uma nova esplanada em Celeirós

Com o verão no auge, que tal conhecer o Casal de Celeirós Visitors’ Center, no Douro, onde há uma nova esplanada a céu aberto? Está instalada no topo do edifício e foi criada para a realização de provas vínicas (a partir de €20). Ao todo, são 11. Estão disponíveis as clássicas e as de introdução […]
Com o verão no auge, que tal conhecer o Casal de Celeirós Visitors’ Center, no Douro, onde há uma nova esplanada a céu aberto? Está instalada no topo do edifício e foi criada para a realização de provas vínicas (a partir de €20). Ao todo, são 11. Estão disponíveis as clássicas e as de introdução ao vinho do Porto, bem como as mais segmentadas e exclusivas, centradas em terroirs distintos, vinhos do Porto Tawny, vinhos moscatel, rosés e brancos, e podem ser acompanhadas por degustações de produtos tradicionais, como azeite, tábuas de queijos e enchidos portugueses, bolachas regionais e amêndoas da terra. A oferta é complementada pela calmaria da aldeia histórica de Celeirós e pela vista privilegiada para os vinhedos da região.
Disponíveis todos os dias, das 10h00 às 18h00, as provas de vinhos são antecedidas pela visita às vinhas desta propriedade pertencente à The Fladgate Partnership, à sala de estágio dos vinhos e às caves de envelhecimento dos vinhos fortificados. Para uma experiência completa, fica a sugestão da The Manor House de Celeirós, a unidade hoteleira do mesmo grupo, com piscina exterior, e a Casas das Pipas Restaurant.




