Forno D’Oro a subir no 50 Top Pizza World 2026

O Forno D’Oro, em Lisboa, do Chef Tanka Sapkota conquistou o 49º lugar no ranking mundial do 50 Top Pizza World 2026, representando uma subida no ranking mundial. Lembramos que no ano de 2025, o mesmo espaço de restauração do Chef nepalês alcançou o 61.º lugar e entrou, pela primeira vez, no Top 10 do […]
O Forno D’Oro, em Lisboa, do Chef Tanka Sapkota conquistou o 49º lugar no ranking mundial do 50 Top Pizza World 2026, representando uma subida no ranking mundial. Lembramos que no ano de 2025, o mesmo espaço de restauração do Chef nepalês alcançou o 61.º lugar e entrou, pela primeira vez, no Top 10 do 50 Top Pizza Europa, depois de ter ocupado a 73.ª posição mundial em 2024 e a 80.ª em 2023.
“Estar no Top 50 das melhores pizzarias do mundo é um enorme orgulho e, acima de tudo, um reconhecimento do trabalho de toda a equipa. Trabalhamos todos os dias com a mesma ambição: fazer cada vez melhor, respeitando a tradição napolitana, a qualidade dos ingredientes e a técnica. É também uma enorme felicidade poder levar Lisboa e Portugal connosco e mostrar que podemos estar lado a lado com os melhores do mundo”, afirma, em comunicado, o Chef Tanka Sapkota.
O Forno D’Ouro abriu em 2014, no nº 16 B, da Rua Artilharia 1, em Lisboa, e tem como foco a pizza napolitana. A massa é feita com base no processo que envolve a fermentação lenta, com 36 horas, e a cozedura, a cerca de 450 ºC e com duração de menos de um minuto, é feita num forno a lenha revestido a folhas de ouro, daí o nome do restaurante.
É de enaltecer a vertente de solidariedade social do Chef Tanka Sapkota, que, este ano, envolveu os seus quatro restaurantes (Forno D’Ouro, Come Prima, Il Mercato e Casa Nepalesa) em duas iniciativas de angariação de fundos: a primeira destinada a apoiar as vítimas na Venezuela e, mais recentemente, com as vítimas das cheias no Nepal, o seu país natal. Ambas dão continuidade a acções que têm vindo a marcar o seu percurso em Portugal.
Relembramos que o Chef Tanka Sapkota recebeu, em 2022, pela Revista Grandes Escolhas, o galardão de “Melhor Cozinha do Mundo em Portugal” pelo trabalho desenvolvido no Come Prima.
Port Wine Day: Prémios Douro + Sustentável 2026

Nuno Pizarro de Magalhães, Pedro Coelho, Torel Quinta da Vacaria – Douro Valley e a Associação Bagos d’Ouro receberam os Prémios Douro + Sustentável 2026 atribuídos pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), no âmbito das celebrações do Port Wine Day. Os galardões foram conferidos, respectivamente, nas categorias de Viticultura, Enologia, Enoturismo […]
Nuno Pizarro de Magalhães, Pedro Coelho, Torel Quinta da Vacaria – Douro Valley e a Associação Bagos d’Ouro receberam os Prémios Douro + Sustentável 2026 atribuídos pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), no âmbito das celebrações do Port Wine Day. Os galardões foram conferidos, respectivamente, nas categorias de Viticultura, Enologia, Enoturismo e Revelação. O objectivo desta iniciativa consiste em valorizar o trabalho desenvolvido em diferentes áreas de atividade, bem como reconhecer acções que visem a dinâmica ligada à sustentabilidade, nas dimensões económica, social e ambiental, e enaltecer percursos e iniciativas que contribuem para a protecção e a projecção da Região Demarcada do Douro.
Vamos por partes. Professor Emérito da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Nuno Pizarro de Magalhães é autor de várias obras de referência e participou na formação de gerações de enólogos e viticultores, deixando um relevante contributo para a investigação, o ensino e a modernização da viticultura portuguesa.
Pedro Coelho é proprietário e enólogo da Pormenor Vinhos, projecto criado em 2013, assente em pequenas produções, e com um percurso que se traduz numa abordagem que associa identidade territorial e valorização da diversidade vitivinícola do Douro.
Inaugurado em 2024, o Torel Quinta da Vacaria – Douro Valley, em Peso da Régua, articula vinho, hotelaria, gastronomia, bem-estar e paisagem numa propriedade com mais de 400 anos de história, transformando esta quinta histórica no contributo para a afirmação turística do Douro.
O prémio atribuído à Associação Bagos d’Ouro destaca, por sua vez, o acompanhamento que tem vindo a ser feito a crianças e jovens de oito concelhos da região, desde a infância até à entrada no ensino superior ou no mercado de trabalho, evidenciando a importância da coesão social, da qualificação e da criação de oportunidades para as novas gerações.
Geradora, o novo restaurante do Esporão

Na histórica Tapada da Ajuda, um edifício industrial centenário reabre a 18 de setembro, no meio de um cenário campestre, com árvores frondosas, dando lugar ao projecto do Esporão na cidade de Lisboa, a Geradora. O Chef Manuel Liebaut, cujo currículo soma várias experiências em restaurantes reconhecidos (ao lado de Ferran Adrià, em Barcelona, n’ […]
Na histórica Tapada da Ajuda, um edifício industrial centenário reabre a 18 de setembro, no meio de um cenário campestre, com árvores frondosas, dando lugar ao projecto do Esporão na cidade de Lisboa, a Geradora. O Chef Manuel Liebaut, cujo currículo soma várias experiências em restaurantes reconhecidos (ao lado de Ferran Adrià, em Barcelona, n’ O Viajante, em Londres, no Noma, em Copenhaga, e no Burnt Ends, em Singapura), promete uma cozinha de produto, sazonal e cheia de sabor. O conceito? Contemporaneidade, mas simultaneamente descomplicada e confortável.
A ligação com o vinho é feita de forma descontraída. Para já, ao almoço. Há a oportunidade de fazer uma prova vínica, ideal para aprofundar o conhecimento inerente a uma região ou a uma colheita. Ou simplesmente beber um copo. Mas o melhor é visitar a garrafeira e cave da Geradora, onde pode escolher uma garrafa, para acompanhar a refeição, ou simplesmente descobrir as referências das diferentes regiões em que o Esporão produz vinho.
Além do restaurante, a Geradora inclui uma loja e um núcleo museológico. É, também, um pólo ligado às artes, com uma programação regular de música, cinema e exposições. Soma-se a proximidade e a relação com o Instituto Superior de Agronomia, ou não fosse a agricultura, a biodiversidade, a ciência e o conhecimento transversal a este projecto. “Queremos que a Geradora seja um lugar aberto e vivo, onde as pessoas possam chegar por razões diferentes e acabar por descobrir mais do que vinham à procura. Vir para almoçar com família ou amigos e encontrar uma exposição, participar numa prova e ficar para um concerto, ou simplesmente passar tempo na Tapada. Mais do que criar um novo espaço, queremos criar um lugar que faça parte de Lisboa e ao qual apeteça voltar”, afirma, em comunicado, João Roquette, Presidente do Conselho de Administração do Esporão.
A título de curiosidade, sabia que o edifício da Geradora, localizado na outrora Tapada Real de Alcântara, criada no século XVIII, por D. João IV, foi construído com o propósito de produzir electricidade para o Palácio da Ajuda, mas acabou por nunca cumprir verdadeiramente a função para a qual tinha sido projectado.
Geradora
Reservas Restaurante Geradora: https://www.sevenrooms.com/explore/geradora/reservations/create/search/
Horário de Quinta a Segunda-Feira
Morada Tapada da Ajuda, Lisboa
APCOR: a cortiça está no coração de Nova Iorque

A campanha internacional Cork.Connect, promovida pela Associação Portuguesa da Cortiça (APCOR), marca presença na Times Square, Nova Iorque, nos Estados Unidos, através da mensagem Drink Responsibly. Choose Wine with a Natural Cork. exibida, até 22 de Novembro, num dos ecrãs mais emblemáticos da cidade, durante praticamente 24 horas por dia. Para além do reforço do […]
A campanha internacional Cork.Connect, promovida pela Associação Portuguesa da Cortiça (APCOR), marca presença na Times Square, Nova Iorque, nos Estados Unidos, através da mensagem Drink Responsibly. Choose Wine with a Natural Cork. exibida, até 22 de Novembro, num dos ecrãs mais emblemáticos da cidade, durante praticamente 24 horas por dia. Para além do reforço do consumo responsável de vinho, “acreditamos que esta campanha contribui para uma valorização crescente da cortiça enquanto vedante de excelência para o vinho, integrada numa estratégia mais ampla de afirmação da cortiça e do seu potencial para responder aos desafios da sustentabilidade, da inovação e da criação de valor”, acrescenta, em comunicado, Paulo Américo Oliveira, presidente da APCOR.
Esta iniciativa reforça, assim, a aposta da indústria da cortiça num dos principais mercados do sector. Ao mesmo tempo, está alinhada com a estratégia internacional de comunicação da indústria do vinho, no sentido de reforçar a notoriedade, o posicionamento e a diferenciação da cortiça em diversos mercados. Por outro lado, esta mensagem estará activa em Times Square durante a realização de alguns dos mais relevantes eventos de vinho em Nova Iorque – Wine Spectator Wine Experience, o New York Food & Wine Festival e o Great Wines of Italy, de James Suckling, entre outros –, constituindo uma oportunidade adicional para chegar a diversos líderes de opinião particularmente relevantes no mercado americano.
Em 2025, os Estados Unidos representaram 14% das exportações portuguesas de cortiça, posicionando-se no top 3 dos mercados de destino. A dimensão desta acção em Nova Iorque acompanha, assim, a relevância do mercado norte-americano para a cortiça e a sua capacidade de influenciar tendências globais no setor do vinho.
EDITORIAL Setembro: Acima de tudo, clássico

Editorial da edição nrº 113 (Setembro de 2026) O Porto Vintage é uma das poucas categorias de vinho em que uma declaração geral continua a ter um significado colectivo e histórico extraordinariamente forte. Geram-se expectativas, opiniões e até alguma polémica. Paradoxalmente, todo este movimento se concentra no topo da pirâmide, numa ínfima parte, cerca […]
Editorial da edição nrº 113 (Setembro de 2026)
O Porto Vintage é uma das poucas categorias de vinho em que uma declaração geral continua a ter um significado colectivo e histórico extraordinariamente forte. Geram-se expectativas, opiniões e até alguma polémica. Paradoxalmente, todo este movimento se concentra no topo da pirâmide, numa ínfima parte, cerca de 1%, de todo o Vinho do Porto produzido.
Lembro-me de que, na altura das declarações gerais consecutivas de 2016 e 2017, os comentadores estrangeiros mais críticos referiam, com algum sarcasmo, que o Vintage clássico agora era todos os anos. Com a declaração de 2018, a ‘acusação’ ressurgiu, embora esse ano, apesar de excelente, não tenha sido considerado clássico. Entretanto, em Portugal ganhou força a convicção de que o velho padrão de três grandes Vintage por década já não fazia sentido: o Vintage é quando o homem quiser. A natureza parece ter discordado. Foram precisos sete anos para que chegasse outro clássico: 2024.
Será que hoje, com viticultura de precisão, adegas bem equipadas, melhores aguardentes e muito conhecimento científico, não se consegue produzir um grande Vintage todos os anos? Sim, temos hoje essa capacidade. Mas não em todo o lado e não ao mesmo tempo. Mesmo nos anos péssimos, há sempre qualidade algures. São vitórias de terroir. E a decisão de declarar um Vintage cabe ao produtor. As grandes casas podem encontrar condições óptimas numa ou noutra propriedade para um Single Quinta Vintage; os produtores mais pequenos interpretam o ano a partir das suas próprias vinhas. Se a Câmara de Provadores do IVDP aprovar, Vintage será.
O que verdadeiramente distingue um ano bom de um ano extraordinário é a qualidade transversal e generalizada. Quando tudo acontece no timing certo e na medida certa, ou quando um excesso é compensado por outro factor, como por exemplo, a falta de água no Verão, pela precipitação generosa no Inverno. Nestes anos, os Vintage das grandes casas são um lote de vinhos de várias propriedades sob o nome da marca principal – Graham’s, Dow’s, Taylor’s, Fonseca, Ferreira, Sandeman, Kopke – e não de uma só quinta. O resultado vai para além da soma das partes.
Foi o que aconteceu em 2024. Depois de anos muito secos, marcados por ondas de calor e precipitação errática, este veio com humidade suficiente no solo, sem vagas de calor prolongadas e com noites frescas, permitindo uma maturação lenta e uniforme de diversas castas em variadíssimas vinhas.
O barómetro do Vinho do Porto é sempre o desempenho da Touriga Franca. Em 2024, porém, muitos produtores destacam a Touriga Nacional. Até as castas mais complicadas, como a Tinta Roriz ou a Malvasia Preta, entregaram uma qualidade acima da média, como referiram vários enólogos na recente prova de 40 Vintages 2024 organizada pela Associação das Empresas de Vinho do Porto (AEVP). Esta prova, entre outras realizadas este ano, permite identificar alguns traços do Vintage 2024: pureza excepcional da fruta, muita frescura de boca, taninos sedosos e um charme imediato, mas com o potencial de envelhecimento.
Também foram partilhadas impressões sobre os vinhos de 2025 em estágio, muito opacos e densos, já uma grande promessa. Há indícios de que poderemos ter novamente uma declaração generalizada. Talvez seja essa a ironia: podemos estar cada vez mais preparados para fazer grandes Vintage, mas ainda não podemos comandar o ano. Podemos discutir quantos anos clássicos cabem numa década, mas a natureza continuará a decidir quando eles acontecem. (V.Z.)
RESTAURANTE CIRO: No princípio era o fogo

Falamos do Ciro, a nova aposta do grupo Vila Vita, que é já o seu quinto restaurante aberto fora daquele resort de luxo e o décimo quarto da cadeia! Tivemos a oportunidade de o conhecer ainda antes da sua abertura ao público que aconteceu nos primeiros dias de Agosto. O Ciro começa por impressionar pelo […]
Falamos do Ciro, a nova aposta do grupo Vila Vita, que é já o seu quinto restaurante aberto fora daquele resort de luxo e o décimo quarto da cadeia! Tivemos a oportunidade de o conhecer ainda antes da sua abertura ao público que aconteceu nos primeiros dias de Agosto. O Ciro começa por impressionar pelo arranjo do espaço. Está instalado numa grande vivenda, totalmente remodelada, mesmo no centro urbano de Guia, no concelho de Albufeira, e tem uma capacidade de 120 lugares. Mas, apesar da sua dimensão, consegue a proeza de permitir criar vários ambientes distintos, alguns deles mesmo bastante cosy. São dois bares, um terraço magnífico, dois pátios ao livre e duas salas distribuídas por dois pisos. Em vez da monotonia de um único lugar, o restaurante permite acomodar desde grupos grandes, com refeições demoradas, a simples momentos casuais de partilha, conversas íntimas, reuniões de amigos ou de família.
Mas é na proposta da sua cozinha que está a verdadeira essência do Ciro. A assinatura “Mediterranean Fire Cooking” permite adivinhar ao que vamos. No centro de tudo está, pois, o fogo… e a inspiração mediterrânea, sem a qual podíamos pensar estar perante uma churrasqueira! Longe disso: sob a batuta do Chef Francisco Barbosa, o que nos é dado a provar é uma cozinha que alia a tradição gastronómica algarvia com os sabores frescos da cozinha mediterrânea. Numa cozinha à vista em que sobressai a bela peça da grelha com três andares, todos os pratos, de uma forma ou outra, tiveram na passagem pelo fogo um passo no seu processamento. Isso é visível logo no couvert com um belo pão de trigo de massa mãe, acompanhado por manteiga fumada, baba ganoush com pimentos assados e queijo de cabra com za’atar. As entradas são marcadas pelos aromas fumados do peixe curado, como a cavala ou o sargo, ou pelo rosbife com cebola caramelizada com emulsão de botarga e pelos legumes grelhados combinados com lacticínios, ervas aromáticas e notas ácidas.
Nos pratos principais, as sugestões vão desde a vegetariana beringela com emulsão de tahini, granola de sementes e sumac, passando pelo peixe do dia, grelhado com couve kale, feijão branco, molho de manteiga e limão, pela lula, bem marcada pela grelha, com espinafres e nabos salteados, pelas presas de porco ibérico, com arroz de enchidos e pickles, ou pela sempre vistosa espetada de novilho com guanciale, harissa, molho chimichurri acompanhada de batata de frita. Para os amantes irredutíveis da carne não falta o impressionante tomahawk com molho de assinatura e as inevitáveis batatas fritas. E não falta a devida homenagem à Guia, com o frango à Ciro, uma metade desossada com azeite de malagueta, agrião, tzatziki de coentros, acompanhado de pão de iogurte.
Tanto as sobremesas, como a carta do bar, não fogem à filosofia do fogo e dos sabores mediterrâneos, havendo sempre algum ingrediente que passou pelo fumo ou mesmo pelas brasas. A carta de vinhos é diversificada e tem opções que se adequam às propostas gastronómicas, com o habitual senão de carregar mais a conta final.
Quer seja para desfrutar um cocktail de assinatura, uns petiscos informais ou uma refeição completa, o espírito de partilha à mesa é comum a todos estes momentos que fazem do Ciro um local especial e muito agradável dentro do panorama da oferta do Algarve.
Ciro – Mediterranean Fire Cooking
Rua General Humberto Delgado, 16-18, Guia, Albufeira
Tel.: 282320337
Horário: de Quarta-feira a Domingo, das 18h00 às 22h30.
Encerra: Segunda-feira e Terça
Preço médio: €50
Quinta do Vallado com novo CEO

Joe Álvares Ribeiro assume a liderança da centenária Quinta do Vallado, na Região Demarcada do Douro. O objectivo consiste em reforçar a continuidade de um legado versado no alinhamento entre o passado e a forte aposta no futuro, com o foco nos mercados nacional e d’além fronteiras, através do compromisso associado ao vinho, à hotelaria, […]
Joe Álvares Ribeiro assume a liderança da centenária Quinta do Vallado, na Região Demarcada do Douro. O objectivo consiste em reforçar a continuidade de um legado versado no alinhamento entre o passado e a forte aposta no futuro, com o foco nos mercados nacional e d’além fronteiras, através do compromisso associado ao vinho, à hotelaria, com a Quinta do Vallado Wine Hotel, em Peso da Régua, no Baixo Corgo, e o Casa do Rio Wine Hotel, em Foz Côa, no Douro Superior, e, consequentemente, ao enoturismo de qualidade.
A nomeação de Joe Álvares Ribeiro para CEO da Quinta do Vallado advém da sua sólida experiência em diferentes áreas de gestão e do conhecimento consolidado no sector vínico, comprovados por meio da administração executiva em marketing, vendas, distribuição e enoturismo em um dos grupos de vinhos nacionais.
Vindimas 2026: De tesoura e cacho na mão

Vinhos Verdes “Da Vinha ao Copo” é o nome do desafio apresentado pela Quinta da Torre, em Monção. Engloba duas vindimas; uma diurna e uma noturna. A primeira começa às 9h30, com apanha das uvas, pausa para uma bucha, visita guiada à propriedade e almoço tradicional minhoto harmonizado com prova de vinhos. A segunda decorre […]

Vinhos Verdes
“Da Vinha ao Copo” é o nome do desafio apresentado pela Quinta da Torre, em Monção. Engloba duas vindimas; uma diurna e uma noturna. A primeira começa às 9h30, com apanha das uvas, pausa para uma bucha, visita guiada à propriedade e almoço tradicional minhoto harmonizado com prova de vinhos. A segunda decorre das 18h30 às 23h30, seguindo-se um jantar com proposta tradicional de caldo verde e bifanas. Ambos os programas incluem o saco da experiência e a tesoura de vindima.
Data: 5 (vindima diurna) e 12 de Setembro (vindima noturna)
Preço: €100 (vindima diurna) e €75 (vindima noturna)
Reservas: +351 913 797 986 ou anselmomendes.pt
Dão
A Quinta da Taboadella, em Silvã de Cima, abre as portas, das 10h00 às 13h30, para quem quer participar no corte das uvas e a assistir à vinificação na adega antes de uma prova de vinhos. Depois da visita, os visitantes são convidados a desfrutar dos sabores dispostos no cesto de merenda, num dos vários recantos da propriedade, que dispõe de alojamento, a Casa Villae 1255, da Relais & Châteaux, e uma loja, onde pode comprar o vinho deste produtor, bem como uma mão cheia de produtos da região.
Data: Setembro (de Terça-Feira a Sábado)
Preço: €60
Reservas: online
Tejo
A Adega do Cartaxo propõe três programas de vindimas: o Pack Regional inclui receção dos participantes, visita à adega e prova de vinhos; o Pack Reserva, que, à experiência anterior, soma visita às vinhas, vindima manual, com corte de uvas, e almoço; e, no programa completo, estas acções são complementadas por um passeio de barco no rio Tejo. Estes programas são válidos para grupos entre dez a 18 pessoas.
Data: 7 (Pack Regional), 9 (Pack Reserva) e 11 de Setembro (programa completo)
Preço: €15 e €45 (respectivamente), aos quais acrescem €20 (programa completo)
Reservas: +351 919 912 238 ou loja@adegacartaxo.pt (com 72 horas de antecedência)
A centenária Casa Paciência, em Alpiarça, dispõe de três opções distintas, disponíveis diariamente, das 10h00 às 18h00. Na opção “Flash Vindima”, há bebida de boas-vindas, oferta do kit de vindima, passeio pelas vinhas e participação no corte de uvas, com bucha tradicional, enquanto na adega é feita uma prova de mosto da uva acabada de prensar. Na “Vindima Pé Descalço” (€35,00), além da bebida de boas-vindas, há visita guiada à adega, pisa de uvas tintas, prova de mosto e degustação de três vinhos, acompanhados por compota e um sortido regional. O “Top Vindima” contempla todas as actividades das duas propostas anteriores. As crianças são bem-vindas, com programa ajustado.
Data: até 28 de Setembro
Preço: €25 (Flash Vindima), €35 (Vindima Pé Descalço) e €50 (Top Vindima)
Reservas: +351 936 219 342

Também em Alpiarça, a Quinta da Atela propõe, entre as 09h00 e as 11h30, o programa “Venha Vindimar Connosco”, com passeio de tractor pelas vinhas, apanha de uvas, bucha na vinha, com prova de vinho e visita à adega, seguida de pisa a pé. Inclui oferta de t-shirts e chapéu.
Data: Setembro
Preço: €24
Reservas: +351 243 247 648 ou geral@quinta da Atela.pt
A Quinta São João Batista, localizada na Reserva Natural da Biosfera do Paul do Boquilobo e pertencente à Enoport Wines, é palco de um programa, a decorrer entre as 10h30 e as 16h00, o qual inclui pisa de uvas à moda antiga, almoço harmonizado com uma selecção de vinhos, provas especiais e música com DJ.
Data: 5 de Setembro
Preço: €70
Reservas: +351 243 999 070
A Quinta da Alorna, em Almeirim, tem “Experiência de Vindimas”, entre as 9h00 e as 15h00. Começa na Vinha do Calhau Rolado ou outra vinha deste produtor, para apanhar os cachos, seguindo-se a visita à adega, o lanche, o acompanhamento da chegada das uvas e participação na escolha e selecção de uvas, pisa a pé (opcional) e explicação do processo de vinificação das uvas. Termina com um almoço às 13h00, na vinha.
Data: Setembro (dias de segunda a sexta-feira)
Preço: €100
Reservas: + 351 243 570 706 ou enoturismo@alorna.pt
Na Quinta do Sampayo, no Cartaxo, a escolha é feita entre três programas: “Vindima & Prova”, “Vindimar com um vinhateiro” e “Vinho até ao fim”. Todos decorrem das 9h00 às 11h00. O primeiro abrange visita à adega e cave, e culmina com uma prova de vinhos e degustação de produtos regionais; no segundo, há pequeno-almoço tradicional (mata-bicho), visita à vinha de tractor, pisa-a-pé na adega e almoço regional, seguido de visita à adega e à cave; ao terceiro soma-se a experiência de fazer o seu próprio vinho sob a orientação do enólogo da casa. As crianças podem participar nas duas últimas opções (por €40). Todos têm direito a kit de vindima.
Data: Setembro
Preço: €25, €80 e €150 (respectivamente)
Península de Setúbal
A Adega de Palmela providencia “Um Dia de Vindimas”, actividade em que os participantes são desafiados a seleccionar um dos três programas que permitem viver a vindima O programa de meio-dia, decorre entre as 09h00 e as 12h00, e inclui apanha de uvas, piquenique nas vinhas, visita guiada e pisa de uvas. À opção do dia completo, que se prolonga até às 16h00, é acrescentado um almoço regional na cave harmonizado com vinhos da Adega de Palmela. A opção com estadia inclui, ainda, uma noite de alojamento no RM The Experience, em Setúbal (duas pessoas por quarto). Independentemente da escolha, todos recebem uma garrafa de vinho da Adega de Palmela e um kit de vindima.
Data: 9, 16, 23 e 30 de Setembro
Preço: €45, €90 e €135 (respectivamente)
Reservas: enoturismo@acpalmela.pt

Já a Venâncio da Costa Lima, na Quinta do Anjo, propõe o desafio “Acontece na Vindima”. As boas-vindas são dadas com mata-bicho, seguindo-se a faina na vindima e a bucha na vinha. Pisa a pé no lagar, visita guiada à adega e almoço na Adega Velha também fazem parte deste programa de cariz regional.
Data: 19 de Setembro
Reservas: +351 917 764 685 ou enoturismo.vcl@gmail.com
A Fernão Pó Adega convida a reservar um “Dia de Vindima com o Enólogo”, com a visita à vinha e a apanha manual da uva, a visita à adega e pisa a pé no lagar, além de uma prova de vinhos seguida de almoço regional. A experiência contempla um kit de vindima.
Data: 19 de Setembro
Preços: €45 (adultos), €40 (13-17 anos), €25 (5-12 anos)
Reservas: + 351 212 334 398 ou enoturismo@fernaopo.pt
Na Casa Ermelinda Freitas, em Fernando Pó, está a decorrer a actividade “Brincar com as Castas”, ponto de partida para descobrir diferentes variedades da região e participar numa prova comentadas de vinhos brancos, tintos e Moscatel de Setúbal. Acresce a visita à vinha pedagógica e à adega.
Data: Setembro (de segunda a sexta-feira)
Preço: €10 (adultos), €10 (13-17 anos)
Reservas: +351 915 290 729
Alentejo
A Adega José de Sousa, da José Maria da Fonseca, localizada no coração de Reguengos de Monsaraz, promove programas com ou sem almoço. Todos incluem visita guiada à Adega Nova e à Adega dos Potes, participação nas actividades de vindima em curso, prova de três vinhos e degustação de produtos regionais. A experiência termina com almoço de petiscos alentejanos. Oferece-se t-shirt e chapéu.
Data: até 15 de Setembro
Preço: €28 (sem almoço) e €60 (com almoço)
Reservas: +351 918 269 569 ou josedesousa@jmfonseca.pt
A Casa de Santa Vitória, na Herdade da Malhada, concelho de Beja, convida a começar o dia com uma bebida de boas-vindas. O programa prossegue com um passeio pelas vinhas, com participação na apanha manual da uva, a visita à adega e à cave de barricas, e uma prova de vinhos acompanhada por petiscos regionais. Termina com um almoço harmonizado com os vinhos da casa, no restaurante Alentejo Vineyards. A oferta contempla uma garrafa de vinho Santa Vitória Seleção e um kit de vindima.
Data: até 10 de Setembro
Preço: €65
Reservas: loja@santavitoria.pt
A Quinta de Valbom, casa da Cartuxa, está de portas abertas a quem quer experienciar a escolha da uva e a tradicional pisa a pé, conhecer a adega, bem como fazer uma prova de seis vinhos premium e de dois azeites produzidos pela Fundação Eugénio de Almeida acompanhadas por uma selecção de produtos regionais, no âmbito do “programa Vindimas”. Está disponível, ainda, o Programa Vindimas Premium, que inclui uma refeição harmonizada na Enoteca Cartuxa. O kit de vindima está prometido.
Data: de 5 de Setembro a 4 de Outubro
Preço: €200 e €275 (respectivamente)
Reservas: +351 266 748 383 ou enoturismo.cartuxa@fea.pt
A Fita Preta, em Arraiolos, aguarda por quem queira viver os bastidores da produção de vinho durante a campanha das vindimas. Ao longo de cerca de quatro horas, pode acompanhar o trabalho desenvolvido na adega, colaborar na selecção de uvas, em remontagens, provas e análises laboratoriais de mostos. A experiência termina com um almoço com a equipa da Fita Preta. Para quem anseia por mais acção, há a possibilidade de vindimar na vinha e até uma “Kids’ Experience”, com actividades desenhadas para os mais novos.
Data: até 18 de Setembro
Preço: €150 (experiência principal + €35 para a apanha manual da uva) e €50 (Kids’ Experience)
Reservas: +351 918 266 993 ou enoturismo@fitapreta.com
Para quem prefere ir ao cerne das tradições mais antigas, a Gerações da Talha convida a “Mexer das Talhas”, com visita guiada à adega, participação na missão de mexer das talhas, prova de quatro vinhos de talha harmonizada com petiscos regionais.
Data: Setembro
Preço: €45
Reservas: +351 967 566 930 ou enoturismo.geracoes@gmail.com
A tradição vínica alentejana vive-se na Herdade das Servas, com a “Pisa a Pé” nos lagares de mármore. O programa inclui visita à vinha, à adega e à cave de barricas, uma prova comentada de quatro vinhos harmonizada com produtos alentejanos, terminando com a oferta de uma garrafa de vinho.
Data: Setembro
Preço: €55 (adulto)
Reservas: +351 268 333 949 ou enoturismo@herdadedasservas.com
A Adega Vila Santa, em Extremoz, propriedade da João Portugal Ramos, convida a apanhar a uva lado a lado com os trabalhadores da vinha, bem como saborear a bucha, experimentar a pisa da uva em lagares de mármore (mediante disponibilidade), visitar a adega e as caves e saborear um almoço regional na companhia de vinhos Marquês de Borba.
Data: até 26 de Setembro
Preço: €110
Reservas: enoturismo@jportugalramos.com
A Mainova, em Arraiolos, abre as portas da herdade para mais uma edição da “Moinante Experience”, com participação nas actividades do dia, prova de vinhos, refeição e outros momentos que celebram a campanha da vindima.
Data: 5 de Setembro
Preço: €120
Reservas: +351 910 732 526 ou enoturismo@mainova.pt
Reservas: enoturismo@plansel.com // 266 898 920

Na Quinta do Quetzal, as vindimas podem ser vividas através de duas experiências. A primeira combina a participação na vindima com uma visita à adega e um piquenique preparado pelo Chef João Mourato, harmonizado com os vinhos da propriedade. A segunda está contemplada pela bucha alentejana e um almoço vínico.
Data: Setembro
Preço: €70 e €100 (respectivamente)
Reservas: reservas@quintadoquetzal.com
A Herdade do Sobroso, na Vidigueira, dispõe de um conjunto de Wine Tours, com visita à vinha e à adega, e prova comentada de vinhos acompanhada por queijos da região. Destaque para o Wine Tour combinado com almoço tradicional, com um almoço tipicamente alentejano, sob o conceito farm-to-table, e harmonizado com vinhos da herdade.
Data: Setembro
Preço: €35 a €180 (Wine Tours e provas); €75 a €95 (Wine Tour combinado com almoço tradicional)
Reservas: + 351 284 456 116 ou reservas@herdadedosobroso.pt










