Dahlia wine bar: Vinho, música e um tempo bem passado

Dahlia

Abriu em Julho de 2021, no Cais do Sodré, numa capital já completamente “minada” de wine bars e coisas que tais. No entanto, o Dahlia é muito mais do que um bar no Cais. TEXTO Mariana Lopes FOTOS Dahlia Querer ir a um bar mesmo no centro da movida de Lisboa, mas não saber qual […]

Abriu em Julho de 2021, no Cais do Sodré, numa capital já completamente “minada” de wine bars e coisas que tais. No entanto, o Dahlia é muito mais do que um bar no Cais.

TEXTO Mariana Lopes
FOTOS Dahlia

Querer ir a um bar mesmo no centro da movida de Lisboa, mas não saber qual escolher porque a oferta é enorme e a originalidade é pouca. Esta é uma condição comum, que para os verdadeiros amantes de música, vinho e boa comida, já tem uma solução: a Travessa do Carvalho nº 13, no Cais do Sodré, ganhou o Dahlia, um “listening wine bar”. Os listening bars, como explica a Mumbli — uma empresa que avalia e certifica o “bem-estar sonoro” de espaços abertos ao público, com base na qualidade de conversação e níveis de som saudáveis — popularizaram-se no Japão na década de 50 e são, na sua maioria, bares com equipamento de som de elevada qualidade, que tocam discos vinil cuidadosamente escolhidos por quem gere o espaço. Recentemente, o fenómeno dos listening bars alargou-se às grandes capitais do resto do Mundo e David Wolstencroft, juntamente com outros três sócios, Hamish Seears, Tiago Oudman e Harrison Iuliano, trouxe-o em Julho do ano passado para Lisboa.

O interior do Dahlia lembra, no design, uma mistura de “mid-century modern” —  sobretudo nos tons de verde-azulado e laranja-abóbora, e nos candeeiros abaulados suspensos sobre o balcão comprido que atravessa, do lado direito, todo o bar — com uma grande simplicidade nos detalhes. Atrás do balcão, na parede, pode ver-se a vasta colecção de vinil da casa, com dezenas de discos a pedir para serem escolhidos por David (Dj Trus’me) ou por um dos clientes que queria muito impor a sua curadoria aos demais. Afinal, a música é aqui protagonista, com a cozinha e os vinhos a apoiá-la com excelência.Quem visita o Dahlia, dificilmente não repara na presença do enérgico e atento Adam Purnell. Nascido no Reino Unido, Adam trabalhou, até 2015, em Business Development e Publicidade. Nesse ano, como o próprio conta, teve uma espécie de epifania e decidiu mudar de vida, demitiu-se, acabou a relação com a namorada da altura e mudou-se de malas e bagagens para Berlim. Na capital alemã geriu espaços semelhantes a este, e em 2021 acabou por aceitar o convite dos amigos e veio para Lisboa gerir o Dahlia. Sendo ele próprio enófilo, um mundo que Adam diz estar a descobrir cada vez mais, a carta de vinhos — que inicialmente foi desenhada pelos proprietários com o conceito “natural”, mas que na verdade vai além desta corrente (afinal, o que são mesmo vinhos naturais…?) — está agora a seu cargo, e vai sofrendo pequenos ajustes. Falamos de mais de duas dezenas de rótulos de vários países como, a título de exemplo, o Uivo, na versão varietal de Rabigato, da Folias de Baco (Douro); A Seara Castas Brancas, um Ribeiro (Espanha) de Iria Otero; Charmeleon Chardonnay (Australia); Phaunus Loureiro, da Aphros (Vinho Verde); Pai Abel Chumbado, da Quinta das Bágeiras (Bairrada); Madeleine, de Les Dolomies (Jura, França); Luna Llena, de Kindeli (Nelson, Nova Zelândia); ou o alentejano Vira Cabeças, da Cabeças do Reguengo. Há também alguns Pet Nat (como o Javali, do Douro), Uivo Colheita Tardia e, fora do vinho mas na mesa carta, Mezcal Amores Misterios. Algumas destas referências estão disponíveis a copo. Já para quem prefere cocktails, o Dahlia tem uma selecção personalizada, preparada pelo mixologista Rony Hernandez, que inclui receitas como Mezcal Negroni ou Hibiscus Frizz, além do Grilled Pineapple Smash ou Orange Fashioned.E o que vem da cozinha é, na verdade, uma revelação. Os chefs Vítor Oliveira (ex-chef do Damas, também em Lisboa) e Gabriel Rivera têm uma grande preocupação em utilizar apenas produtos frescos, sazonais — e, em alguns dos casos, comprados na zona — e um “dedo” muito talentoso para combinações inusitadas em petiscos de autor, onde tudo funciona em harmonia e com muito sabor. Recentemente, a dupla apresentou um novo menu, onde propõe momentos como as entradas Bolinhos de Feijão (€4) ou Pakora (€4, um prato típico da Índia e do Paquistão); e os pratos Rosti de batata doce com molho agridoce (€7,50), Salada de melão, mostarda vinagrete e menta (€7,50), Couve-flor assada, cacau e kimchi de tomate (€8,50), Massa fresca do dia (€12,50) e Franguito fumado, farofa, limão (€15). Nas sobremesas, a sugestão vai para Chocolate tahini, banana e crumble (€6), Arroz doce caramelizado e limão preto (€6) e Bolo de figo com doce de pastinaca (€6). “O novo menu reflecte a criatividade dos nossos chefs. Acreditamos que estas novas criações do Dahlia vão voltar a surpreender os nossos clientes, com uma experiência diferenciadora que inclui não só a cozinha, mas também o bar e a música, tudo num ambiente muito ‘cool’ e descontraído”, convida Adam Purnell.

O Dahlia tem capacidade para 29 lugares e abre de terça-feira a sábado, com a cozinha a funcionar das 18h30 às 23h00. E, para deleite dos mais organizados, aceita reservas!

Quinta do Gradil junta-se à Missão de Natal da AMI

Quinta Gradil AMI Natal

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Já é a segunda vez que a Quinta do Gradil se associa à Missão de Natal da AMI (Assistência Médica Internacional). Este ano, o produtor de vinhos da região de Lisboa contribuirá com 25 cabazes alimentares para […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Já é a segunda vez que a Quinta do Gradil se associa à Missão de Natal da AMI (Assistência Médica Internacional). Este ano, o produtor de vinhos da região de Lisboa contribuirá com 25 cabazes alimentares para famílias com dificuldades, abrangidas pela rede de apoio desta instituição, e também com uma acção na sua loja online: até ao próximo dia 5 de Dezembro, os visitantes da loja podem também contribuir, com 10% de cada compra doados à Missão de Natal da AMI.

“O envolvimento de uma prestigiada marca como a Quinta do Gradil nesta campanha de Natal vem não só fortalecer a iniciativa, como demonstrar a importância do trabalho conjunto entre as organizações da economia social e do sector empresarial”, salienta a AMI. 

Já Luís Vieira, administrador e proprietário da Quinta do Gradul, acrescenta: “Tem sido hábito juntarmo-nos à AMI nesta altura de Natal, mas durante o ano estamos sempre atentos a outras iniciativas que possam encher-nos de orgulho, como o apoio à Associação CASA e, no passado, à Casa do Artista. Temos como foco produzir bons vinhos, mas faz parte do nosso ADN ser solidários e sensíveis à realidade que está à nossa volta”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Vinhos de Torres Vedras distinguidos em concurso nas Festas da Cidade

Torres Vedras vinho

As Festas da Cidade de Torres Vedras — que aconteceram de 27 de Outubro a 11 de Novembro — tiveram uma programação completa e rica em gastronomia, vinho, música, inovação e muito mais. Um dos momentos mais importantes desta edição foi o RESERVA, um Fórum de Inovação de Gastronomia e Vinho que, entre outras actividades, […]

As Festas da Cidade de Torres Vedras — que aconteceram de 27 de Outubro a 11 de Novembro — tiveram uma programação completa e rica em gastronomia, vinho, música, inovação e muito mais. Um dos momentos mais importantes desta edição foi o RESERVA, um Fórum de Inovação de Gastronomia e Vinho que, entre outras actividades, incluiu, no dia 27, o concurso “Vinho Tinto e Vinho Branco de Torres Vedras 2021”, organizado pelo Município em coordenação com o INIAV – Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária.

O painel de provadores — composto por Margarida Lourenço (INIAV), Luís Fernando Louret (Confraria dos Enófilos da Estremadura), José Miguel Meneses (CVR Lisboa), Raul Jesus (República Wine Bar), Ana Almeirante (Associação Portuguesa de Enologia e Viticultura) e Tiago Paula (Associação de Escanções de Portugal e Revista Escanção) — provou todos os vinhos “às cegas”. 

Torres Vedras vinho
O vinho Quinta da Murnalha 2017 foi o vencedor na categoria “Tintos”.

Nos vinhos brancos, atribuiu o primeiro lugar ao vinho Alma Vitis 2020 (Adega Cooperativa de São Mamede da Ventosa), tendo obtido os segundo e terceiros lugares, respetivamente, os vinhos Quinta da Boa Esperança Fernão Pires 2018 (Sociedade Agrícola da Gama) e Velhos Tempos Reserva Arinto 2020 (Adega Cooperativa da Carvoeira).

Já no que toca aos tintos, os vencedores foram o vinho Quinta da Murnalha 2017 (Frutas Nobres), em primeiro lugar, e Surf Syrah 2019 (Caves Barbosa) e Património Colheita Selecionada 2017 (António Francisco Bonifácio & Filhos), em segundo e terceiro, por esta ordem.

Quinta de S. Sebastião lança o seu primeiro DOC Arruda

Quinta Sebastião DOC Arruda

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A Quinta de S. Sebastião — localizada em Arruda dos Vinhos, região de Lisboa — lançou recentemente um tinto DOC Arruda com o mesmo nome, da colheita de 2019. Lançar um DOC Arruda era um objectivo antigo […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A Quinta de S. Sebastião — localizada em Arruda dos Vinhos, região de Lisboa — lançou recentemente um tinto DOC Arruda com o mesmo nome, da colheita de 2019.

Lançar um DOC Arruda era um objectivo antigo do projecto, e um desejo do seu proprietário António Parente. Filipe Sevinate Pinto, enólogo da Quinta de S. Sebastião, explica esta Denominação de Origem e o vinho agora apresentado: “Após diversas solicitações por parte do mercado, resolvemos lançar a nossa interpretação do perfil de um vinho da Arruda: a precocidade que a carateriza em relação a outras Denominações da Região de Lisboa, mas também a frescura atlântica, as temperaturas amenas das encostas viradas a nascente da quinta e das diversas altitudes”.

Quinta Sebastião DOC ArrudaO Quinta de S. Sebastião DOC Arruda tinto 2019 é um blend das castas Touriga Nacional e Tinta Roriz, de vinhas maioritariamente de encosta ao alto, em solos argilo-calcários, com curtimenta curta, tendo 40% do vinho estagiado em barricas de carvalho francês usadas.

“Arruda dos Vinhos é o coração da nossa produção e as nossas uvas vêm de vinhas situadas dentro do concelho, com uma diversidade enorme de condições. Toda a nossa comunicação passa por este sentido de origem que acreditamos estar muito presente nos nossos vinhos”, acrescenta Filipe Sevinate Pinto. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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Lisboa é nome de (muito bom) tinto

Grande Prova Tintos Lisboa

Bastaria o nome para, a nível internacional, Lisboa ser a zona vitivinícola mais inequivocamente associada a Portugal. Juntando a isso, na última década e meia, os vinhos de Lisboa criaram um modelo de negócio de enorme sucesso, assente em bons vinhos a bom preço, transformando a região na maior exportadora relativa do país (vinho do […]

Bastaria o nome para, a nível internacional, Lisboa ser a zona vitivinícola mais inequivocamente associada a Portugal. Juntando a isso, na última década e meia, os vinhos de Lisboa criaram um modelo de negócio de enorme sucesso, assente em bons vinhos a bom preço, transformando a região na maior exportadora relativa do país (vinho do Porto à parte). Mas Lisboa é bem mais do que isso. Diversidade de solos, castas e clima associam-se ao factor humano para fazer nascer vinhos de primeira grandeza. Como é o caso dos tintos que provámos.

Texto: Valéria Zeferino e Luís Antunes

Notas de Prova: Luís Antunes

 A região de Lisboa começa a partir da capital e estende-se quase 140 km para Norte até Pombal. Em toda a sua extensão é delimitada pelo oceano Atlântico, ocupando em largura entre 20 e 40 km. Pela posição geográfica, a influência Atlântica é a principal “feature” da região, perdendo ligeiramente a sua força à medida que se afasta da orla marítima.

O clima apresenta características da transição entre o Atlântico e o Mediterrânico.  A Serra de Montejunto situada a cerca de 20 km da costa Atlântica, com orientação Noroeste-Sudeste, marca a divisão em parte norte e sul da região, impedindo a progressão das massas de ar marítima. A Noroeste as massas de ar húmido e frio, provenientes do oceano contribuem para a formação de densas neblinas; a Sudeste, ao abrigo dos ventos, com maior exposição solar e menos precipitação, as condições são mais quentes e secas. Até o tipo de vegetação muda de semelhante à da Europa Central para o coberto vegetal mais esparso e rasteiro típico do Mediterrânio.

Os níveis de humidade variam em função da proximidade do mar e orografia. Assim, o clima em Óbidos e Encostas d’Aire é considerado húmido; em Bucelas, Carcavelos, Colares e Torres Vedras – sub-húmido chuvoso; e em Alenquer e Arruda – sub-húmido seco, sendo esta uma zona de tintos por excelência.

Os solos ao longo da região também apresentam grande variedade. A Norte, as vinhas estão assentes no maciço calcário ao longo das encostas das serras de Sicó, Aire e Candeeiros, onde o terreno é formado por ondulações relativamente suaves. Nos vales, assim formados, os solos são bastante mais férteis. Mais a Sul, na zona de Bombarral, Cadaval e Caldas de Rainha variam de calcários aos argilo-calcários. Na zona litoral à volta de Óbidos, Peniche, Lourinhã, encontram-se arenitos, argilas e margas de elevada fertilidade. Em Alenquer e Arruda os solos são predominantemente argilo-calcários e em Bucelas derivados de margas e calcários duros. Carcavelos está assente em solos de formação calcárea e não podemos esquecer o famoso chão de areia de Colares. Assim, olhando para a localização da propriedade é relativamente fácil fazer a leitura das condições climatéricas que acompanham o ciclo vegetativo.

Tiago Correia, da equipa de enologia da Quinta do Gradil, localizada a 18 km do mar no lado norte do sopé da Serra de Montejunto, conta que de manhã há sempre humidade, que desaparece durante o dia. Em comparação, na Quinta do Rol, em Lourinhã ou em São Mamede da Ventosa a cerca de 8 km do mar, há dias de verão em que o sol não aparece.

Sandra Tavares da Silva, responsável pela enologia do projecto familiar na Quinta da Chocapalha em Alenquer (do outro lado da Serra de Montejunto) refere que naquela zona a influência Atlântica nota-se, mas não é “cáustica”. No verão, pode-se falar da clássica brisa marítima suave que até às 10h da manhã faz desaparecer as orvalhadas matinais.

A história é diferente em Torres Vedras, com exposição quase directa ao Atlântico. Os dias de amadurecimento das uvas são mais amenos e nas noites sente-se a frescura marítima. O enólogo da Adega Mãe, Diogo Lopes, nota a diferença em temperatura, por exemplo, desde a saída de Lisboa, com 30˚C, até chegar à adega já com 22-23˚C. É por isso que, para a produção de vinhos tintos, a Adega Mãe explora a Quinta de Dom Carlos em Alenquer.

Grande Prova tintos LisboaVinhas e castas

 Segundo os dados do Instituto da Vinha e do Vinho, a área de vinha da região de Lisboa ocupa 17 989 ha e, pela informação da CVR Lisboa, 10 000 ha correspondem à vinha certificada, apta a produzir uvas para vinhos DO e IG. Este valor mantém-se estável, mas com tendência para crescer, sendo a Região de Lisboa uma das que mais candidaturas tem apresentado para a plantação de novas vinhas. Estes 10 mil hectares são explorados por 2 mil viticultores o que dá uma área média por viticultor de 5 hectares, muito superior à média nacional.

O vinho tinto predomina na região com 75%, deixando 20% para branco e 5% para rosé. Em termos de diversidade varietal, se desconsiderar a Caladoc, utilizada maoiritariamente para vinhos sem denominação de origem, as castas com maior expressão são Castelão, Syrah, Aragonez/Tinta Roriz, Alicante Bouschet e Touriga Nacional. Sandra Tavares da Silva não hesita em afirmar que a Castelão sempre foi aposta da Quinta da Cocapalha, mas é preciso ter paciência. Está numa parcela virada à norte, produzindo vinhos com menos densidade e mais frescura.

Diogo Lopes confessa que hoje dá mais atenção a Castelão do que no início do projecto Adega Mãe. Gosta da sua acidez franca e fruta vermelha. Em parcelas certas com boa exposição e tendo em conta as alterações climáticas é uma opção interessante. Deve-se é evitar a tentação de extrair demais, procurando a sua originalidade e elegância.

Tiago Correia adianta que, no caso de Castelão, é preciso saber trabalhar com os clones certos.

A Tinta Roriz mostra-se bastante bem, mas nem todos os anos. “Dá grandes alegrias, mas também anos com dificuldade de amadurecer; mas é muito boa nos rosés”, – diz Tiago; e Sandra Tavares refere que a casta é extremamente sensível ao stress hídrico, mas em solos argilo-calcários profundos, virada a poente, consegue maturação suave e longa.

Com Alicante Bouschet conseguem-se bons resultados, mas, segundo Tiago Correia, precisa de gestão de produção muito cuidada, começando pela poda de inverno curta para controlar a rebentação, desladroamento a tempo, e monda de cachos ao pintor, se for preciso. A partir dos 8-9 toneladas perde completamente a identidade, acrescenta. No que toca a Touriga Nacional, é fácil de reconhecer o seu carácter, com descritores aromáticos bem presentes, mas às vezes pode faltar-lhe a maturação fenólica e corpo; não é homogénea, conclui Tiago.

Já Sandra Tavares gosta muito da sua experiência com Touriga Nacional, cujas varas trouxeram de Nelas. Dá vinhos com boa concentração, frescura e densidade. Surpreendentemente bem, deu-se na zona de Alenquer, a Touriga Franca. Foi difícil encontrar solos certos, pois fica melhor em terrenos mais pobres e com inclinação. Também é mais sensível à humidade, precisa de zonas bem arejadas e controlo do vigor. Mas segundo Sandra, o resultado vale a pena o esforço.

Já a variedade Ramisco, não tendo muita expressão em termos da área plantada, tem a sua importância, porque não existe em mais lado nenhum do país e no binómio com Colares origina vinhos de carácter único que ultimamente estão a gozar um merecido renascimento.

Algumas castas estrangeiras são populares na região a contribuir para uma diversidade de estilos, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot. A experiência com Tannat na Quinta do Gradil é um caso de sucesso. O Pinot Noir também aparece na região e consegue amadurecer de forma equilibrada em zonas onde, normalmente, são plantadas castas brancas.

Grande Prova tintos LisboaDe Lisboa para o mundo

 Segundo a informação da CVR Lisboa, as vendas anuais da região rondam os 65 milhões de garrafas. Este valor duplicou nos últimos 5 anos, sendo esta a região que mais cresceu neste período em termos absolutos. Em volume de vendas, é actualmente a 4ª maior região depois de Alentejo, Vinho Verde e Douro (sem Porto). Em 2020 o crescimento em vendas representou 17% (cerca de mais 10 milhões de garrafas). Nos vinhos não licorosos, Lisboa representa 14% das vendas totais de vinhos certificados, por comparação com o Alentejo, que detém cerca de 22%.

Mas o mais impressionante é que 80% do total de vendas da região de Lisboa corresponde à exportação para cerca de 100 destinos. Tirando o Vinho do Porto, é a região que mais exporta em percentagem do total das suas vendas. Nos últimos 5 anos, Lisboa foi responsável por 33% do crescimento das exportações de vinhos certificados ou seja, olhando apenas para o volume adicional das exportações nestes 5 anos, 1 em 3 garrafas exportadas foi de Lisboa. E para onde vai todo este vinho? Dentro da União Europeia, os principais mercados são Polónia e Países Escandinavos. No resto do mundo avultam os Estados Unidos, Rússia, Canadá, Brasil e Austrália.

Os grandes tintos de Lisboa

Em prova, a região mostra uma grande vitalidade neste segmento de topo, aparecendo vinhos de grande qualidade e também de preços altos. Os preços altos são um pau de dois gumes, se nós consumidores preferimos galinha gorda por pouco dinheiro, os produtores precisam de receitas e boas margens para assegurar a sustentabilidade dos seus projectos, e os preços altos são sempre indicador de sucesso e prestígio. Para uma região andar para a frente, é sempre preciso haver vinhos icónicos que lideram e fazem subir a ambição geral. Impressiona ainda a grande variedade de estilos, de castas, de combinações. Temos de ter em atenção que mudar uma vinha é sempre um projecto a longo prazo. Constatamos assim que estas apostas começaram já há muito tempo, e temos agora o resultado dessa experimentação na vinha, a que se segue experimentação na adega, e finalmente a adesão do público que pode ou não validar as apostas. Vemos assim castas trazidas do Douro e do Alentejo, outras de França, pensamos que numa tentativa (conseguida!) de recuperar algum do atraso que Lisboa leva junto da opinião pública, em relação a outras regiões mais populares. Vemos ainda uma gama variada de estilos, desde vinhos mais frescos e leves a vinhos mais concentrados, desde vinhos mais pálidos a vinhos totalmente opacos. Nota-se igualmente um pouco de indefinição de estilo, dentro de alguns produtores, com tintos de Castelão de cor estranhamente carregada, ou vinhos atlânticos com algum peso alcoólico, ou ainda vinhos com alguma idade que já terão passado os melhores dias. Ainda do lado da diversidade de estilo, aqui com traços bem positivos, vemos vinhos extremamente bem desenhados, por exemplo baseados em Syrah mas não só, com apelo e sedução imediatos, vemos o renascimento da Ramisco como uma grande casta com carácter saudoso único, a ser finalmente feito com enologia moderna que lhe dá afabilidade sem desvirtuar esse carácter, vemos ainda vinhos que já venceram a prova do tempo, com enorme qualidade e encanto, mas que se apresentam ainda prontos para durar muitos anos mais.

E nas recomendações gastronómicas que acompanham por vezes as notas de prova, vemos que estes vinhos são versáteis e amigos da mesa. Há excelência nos tintos de Lisboa, há belíssimas relações qualidade-preço, há a história de uma região com história, que agora se agrupa em torno de um nome, sem esquecer o seu passado se aponta para o futuro. Bravo!

(Artigo publicado na edição de Agosto 2021)[/vc_column_text][vc_column_text]

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Gordon Ramsay nas vinhas de Colares? Estreou o aguardado episódio

Gordon Ramsay Colares

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Foi no dia 15 de Outubro de 2021, às 22h10, que estreou o primeiro episódio da terceira temporada de “Gordon Ramsay: Uncharted”, gravado na totalidade em Portugal, com cenas em Colares. Transmitido no canal National Geographic e, […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]Foi no dia 15 de Outubro de 2021, às 22h10, que estreou o primeiro episódio da terceira temporada de “Gordon Ramsay: Uncharted”, gravado na totalidade em Portugal, com cenas em Colares.

Transmitido no canal National Geographic e, em simultâneo, no 24Kitchen, o programa mostra o famoso chef a visitar as vinhas de Colares (e não só), na companhia do enólogo Helder Cunha, da Casca Wines, que levou Ramsay a descobrir as videiras com cerca de 200 anos.

“Um dos tesouros mais bem guardados de Portugal”. Foi assim que Gordon Ramsay descreveu as parcelas plantadas nos solos arenosos de Colares, dizendo que “nunca tinha visto uvas impregnadas em areia”.

Este episódio de Uncharted incluiu ainda uma das cenas mais hilariantes do programa, que envolve o “Sr. Gonçalo”, as canas que sustêm as videiras, e as “jóias da família” de Gordon Ramsay… é ver para saber mais.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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AdegaMãe renova imagem e lança especialidades

AdegaMãe imagem

Para assinalar os dez anos de AdegaMãe, o produtor de Torres Vedras renova agora toda a sua imagem corporativa (incluindo rótulos), lança novas referências da marca homónima, os Vinhos de Parcela, nova colheita (2020) do Dory tinto, já conhecido pelo mercado, e novas referências de AdegaMãe Reserva e de Pinta Negra. “Tudo em sequência daquilo […]

Para assinalar os dez anos de AdegaMãe, o produtor de Torres Vedras renova agora toda a sua imagem corporativa (incluindo rótulos), lança novas referências da marca homónima, os Vinhos de Parcela, nova colheita (2020) do Dory tinto, já conhecido pelo mercado, e novas referências de AdegaMãe Reserva e de Pinta Negra. “Tudo em sequência daquilo que é a génese e o terroir AdegaMãe, marcadamente influenciados pelo mar.”, refere a empresa.

A AdegaMãe nasce na família fundadora do Grupo Riberalves e a principal marca, Dory, surge “como um tributo à herança portuguesa da pesca do bacalhau”. Por isso mesmo, nesta renovação de imagem os vinhos Dory assumem um protagonismo especial, num trabalho desenvolvido pela M&A Creative Agency.

Bernardo Alves, CEO da AdegaMãe, explica: “Este é um momento muito especial para nós, que acaba por traduzir toda a dinâmica e exigência associada ao projecto. Alcançámos muito em 10 anos, mas procuramos continuar a contribuir, da melhor forma, para a afirmação da região dos Vinhos de Lisboa enquanto região diferenciadora, de qualidade e excelência. Os nossos vinhos atlânticos são cada vez mais procurados pelo mercado e todo o trabalho desenvolvido, ao nível do produto, da imagem e comunicação, só pode ser bem-vindo”.

Já os novos Vinhos de Parcela AdegaMãe assentam em expressões particulares do terroir da casa de Lisboa: AdegaMãe Vinhas Velhas (100% Vital, de uma encosta da Serra de Montejunto, já no mercado), um Viosinho e um Pinot Noir. Também os AdegaMãe Reserva e os entrada de gama Pinta Negra vêm a “família” aumentar, com o AdegaMãe Castelão e o Vinha Experimental (para venda exclusiva nas lojas online e física do produtor); e com os Pinta Negra Reserva, Espumante e “lata”.

Saiba mais sobre este lançamento na próxima edição, de Novembro, da revista Grandes Escolhas.

Grupo Abegoaria adquire Vidigal Wines

Abegoaria Vidigal Wines

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A Encostas de Alqueva acaba de anunciar a aquisição da Vidigal Wines, juntando assim esta empresa histórica e referência no mercado de exportação, ao Grupo Abegoaria. Com este investimento, a Abegoaria amplia grandemente a sua geografia comercial […]

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]A Encostas de Alqueva acaba de anunciar a aquisição da Vidigal Wines, juntando assim esta empresa histórica e referência no mercado de exportação, ao Grupo Abegoaria. Com este investimento, a Abegoaria amplia grandemente a sua geografia comercial e transforma-se numa das maiores e mais relevantes empresas vitivinícolas de Portugal, com uma faturação estimada de 50 milhões de euros para 2021.

Manuel Bio, CEO da Encostas de Alqueva (Grupo Abegoaria), comunicou hoje a aquisição da Vidigal Wines, empresa sedeada em Cortes (Leiria) e desde há muito com uma posição de relevo no mercado internacional, exportando mais de 90% da sua produção, sobretudo para a União Europeia e América do Norte. Um dos vinhos portugueses de maior notoriedade na exportação é o bem conhecido Porta 6, da região de Lisboa, que em 2021 ultrapassará os 5 milhões de garrafas vendidas para mais de 40 mercados distintos. Mas do portefólio da Vidigal Wines constam outras marcas de sucesso, como Brutalis, Coragem, Julia Florista, Boa Noite Lisboa e Zavial.

António Mendes Lopes, até agora acionista maioritário (restante quota de capital norueguês) e mentor da Vidigal Wines, que a adquiriu quase inativa em 1986 e a desenvolveu enormemente até aos dias de hoje (32% de crescimento em 2020), buscava um parceiro que continuasse esta dinâmica e a expandisse. O Grupo Abegoaria/Encostas de Alqueva apareceu assim como a escolha mais natural, devido à sua dimensão, distribuição geográfica, pujança e complementaridade comercial.

Abegoaria Vidigal Wines
A Abegoaria é um grupo familiar liderado por Ana e Manuel Bio.

Fundado em 2007, o grupo familiar liderado por Manuel Bio tem vindo a conquistar uma forte presença no mercado nacional, um crescimento sustentado com a gestão de unidades vinícolas e a aquisição de propriedades. No Alentejo, a Abegoaria gere um vasto portefólio desde a Adega Cooperativa da Granja Amareleja à Amareleza Vinhos (Piteira), passando por Herdade da Madeira Velha e Herdade do Gamito. A família Bio detém igualmente a Herdade da Abegoaria dos Frades, propriedade de 500 hectares situada à beira do Alqueva, com grande potencial enoturístico e cujos primeiros vinhos chegarão ao mercado em 2022. O grupo gere ainda diretamente a Adega Cooperativa de Alijó (Douro), a Quinta Vale de Fornos (Tejo) e tem parcerias de produção em Lisboa, Dão e nos Vinhos Verdes, produzindo e engarrafando mais de 20 milhões de litros. Entre as suas marcas de maior impacto comercial, presentes nas casas de muitos milhares de consumidores portugueses, estão nomes como Portal de São Braz, Piteira, Maria Ana, Granja Amareleja, Abelharuco ou Fonte da Perdiz.

Com esta aquisição, o Grupo Abegoaria junta uma significativa dimensão internacional à posição de relevo que detém no mercado interno, com um volume de negócios estimado que ultrapassará os 50 milhões de euros em 2021, o que desde logo coloca a empresa entre as mais importantes do sector do vinho em Portugal.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][divider line_type=”Full Width Line” line_thickness=”1″ divider_color=”default”][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/3″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]

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