Douro de Excelência

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Nascem na região alguns dos mais famosos vinhos tintos do país vinhateiro e também alguns dos mais caros. Mas há diferenças, com origem no território e no perfil que cada produtor quer imprimir ao seu vinho. O Douro está longe de ser uniforme, revelando-se um verdadeiro mosaico onde diversidade e qualidade andam de mãos dadas.
TEXTO João Paulo Martins FOTOS Ricardo Palma Veiga
OS 2015 são realmente melhores ou é mais a fama? E os 2014 como estão em termos de prova? E se os colocarmos perto de vinhos de colheitas anteriores o que vamos encontrar? Como estão a evoluir os vinhos que são filhos da moderna enologia e da nova viticultura?
Algumas respostas ou sugestões das mesmas são possíveis neste painel de prova que juntou mais de sessenta vinhos durienses. O Douro, entre os enófilos, virou moda. E tudo começou há 25 anos quando se estrearam os primeiros produtores-engarrafadores. Hoje é sabido que se quisermos listar os mais conceituados vinhos do país lá teremos o Douro a marcar presença. Aquilo que os nossos pais não julgavam possível tornou-se realidade: a região não só é excelente para produzir vinho generoso como também pode dar cartas em tintos e brancos que entram na categoria DOC Douro.
Um dos trunfos da região foi o uso continuado e quase exclusivo das castas tradicionais, agora divididas claramente em três grupos: as que, por regra, fazem melhor figura no Vinho do Porto (como a Tinta Barroca), as que se dão muito bem com os DOC (como a Tinta Amarela) e o grosso da coluna, as castas que tanto podem originar bons Porto como excelentes DOC: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz… Outro trunfo (este com repercussões nos media internacionais) foi a manutenção de técnicas antigas, como os lagares com pisa a pé, ou a sua substituição por diversas formas de lagares mecânicos que procuram reproduzir a pisa tradicional. A fama trouxe também um claro aumento dos preços. Hoje encontramos na região algo que há década e meia era impensável, como vinhos brancos a preços dos melhores tintos e um conjunto muito alargado de tintos a preços elevados.
O Douro vive, no entanto, numa encruzilhada: tem uva a mais, paga preços baixos à produção, substancialmente mais baixos do que outras regiões com custos mais acessíveis, como o Alentejo. Para as soluções faltam acordos e os agentes locais não são propriamente adeptos de grandes consensos. Os combates fazem-se depois nas grandes superfícies, nas promoções e nas feiras em que nos surgem vinhos do Douro a preço ridículo (um tinto a €1,29 numa recente feira de supermercado) e por vezes até com designativos de qualidade. Estranho? Talvez, mas o Douro é assim que funciona.
A história não começou no Barca Velha
A fama e a glória da região chegaram pela excelência dos vinhos generosos (Vinho do Porto) ali produzidos. Algo desqualificados e recebedores de pouca atenção, os chamados “vinhos de consumo” ou “vinhos de pasto”, chegaram a ter protagonismo ou grande aceitação junto do público. Muitos dos que ali se produziam nem indicavam que tinham origem duriense, uma vez que na região não existia regulamentação para a Denominação de Origem Douro. No entanto seria injusto não referir alguns tintos que estiveram na mesa dos nossos pais e que antecederam o mítico Barca Velha.
Duas empresas se destacavam na produção de vinhos Douro: a Real Companhia Velha e a Real Vinícola, concorrentes e muito activas na criação de marcas. Foi assim que nasceram referências como Grandjó, Grantom e Granléve, Marquis de Soveral ou Evel. Também firmas como a Constantino tinham vinhos na região, como o Gran Reserva San Marco. Algumas das marcas de empresas que hoje conhecemos e cujo nome associamos ao Vinho do Porto, como Barros Almeida, Kopke, entre outras, também surgiam no mercado com vinhos que não eram de produção própria mas sim feitos a partir de lotes comprados em adegas cooperativas. Mesmo uma empresa como a Sogrape tinha no Douro a marca Campo Grande.
A este conjunto de marcas há depois que juntar as de alguns produtores, como a Quinta da Pacheca, inovadora nos anos 80 com brancos de castas estrangeiras e das adegas cooperativas Foi preciso chegar aos anos 90 do século passado para se começarem a fazer notar os chamados “vinhos de quinta” e a chegarem ao mercado os vinhos das empresas de Vinho do Porto que resolveram vinificar para Douro as uvas que não tinham direito a benefício e que, por via disso, não se podiam destinar a Vinho do Porto.
A história dos DOC Douro só tem, em boa verdade, algo para contar a partir dos anos 90. O própria marca Barca Velha, apesar de então já ser caro e raro, estava muito longe de ser o ícone em que hoje se transformou. E se, por hipótese, em 1991 se quisesse dar um jantar com grandes vinhos do Douro, muito poucas marcas eram chamadas à sala: Barca Velha (ou o Reserva Especial noutros anos), Lello, Confradeiro, Vinha Grande e Quinta do Côtto. Seguramente no tal jantar não se incluiriam brancos, uma vez que, de referência, poucos existiam.
O arranque dos DOC Douro foi em força e continua nos dias de hoje, espalhando-se por todos os tipos de vinho, dos brancos aos rosés, dos tintos aos Colheita Tardia. Uma história em movimento, uma região que se renova. Para esta renovação muito contribuíram as empresas que até aos anos 90 apenas comercializavam Vinho do Porto e que começaram então a estender o negócio aos DOC Douro. Exemplos não faltam, com algum pioneirismo neste campo a ser muito justamente atribuído à Ramos Pinto e à Niepoort, casas que impuseram vinhos do Douro com novo perfil, mostrando gradualmente também a qualidade das uvas brancas da região para a produção de bons vinhos DOC quando, até então, eram maioritariamente usadas para Porto. Actualmente, das grandes casas de Porto, apenas o grupo Quinta & Vineyard Bottlers – onde se incluem as marcas Taylor, Fonseca e Croft – não estão no negócio dos DOC Douro. Para algumas empresas, como a Niepoort, o negócio em volume já ultrapassou a facturação do Vinho do Porto.
Mas não chega fazer bom vinho; é preciso que ele seja conhecido e reconhecido como tal. A região beneficiou neste aspecto de dois factores importantes: por um lado o Vinho do Porto arrastou o DOC Douro e as mesmas empresas que iam apresentar Vinho do Porto em qualquer parte do mundo eram as mesmas que aproveitavam essa boleia para levar os seus DOC Douro; em segundo lugar foi inegável o papel que tiveram organizações como os Douro Boys, uma criação de marketing que veio ajudar à projecção de um conjunto de produtores que apostavam fortemente nos tintos da região. A situação alterou-se: de zona menosprezada pelos wine writers internacionais (que apenas ligavam ao Porto), o Douro passou a ser destino obrigatório de tudo quanto é jornalista de publicação credível e as visitas são agora frequentes, a mostrar que o Douro já faz parte das grandes regiões do mundo que, qual Meca, se têm de visitar ao menos uma vez na vida.
A notoriedade também captou o interesse dos investidores de outras regiões do país e estrangeiros que viram ali uma oportunidade de negócio. Dos primeiros, duas referências merecem destaque: o Esporão, que adquiriu a Quinta dos Murças; e João Portugal Ramos, que, com José Maria Soares Franco, criou de raiz o projecto Duorum no Douro Superior. Os segundos chegaram de várias origens, desde Angola a França, da Alemanha ao Brasil e da Inglaterra à Bélgica. Este sangue novo funciona como uma renovação e acaba também por chamar a atenção internacional para a originalidade da região, que é, diga-se, a maior área de vinha de montanha de todo o mundo, cobrindo 38.300 hectares de vinhedos com 30% de inclinação.
Esta inclinação e as variadas orientações que as parcelas podem ter permitem obter uvas de tipo diferente. As variações de temperatura média são notórias, com 2ºC a separarem, por exemplo, o Vale Mendiz (mais fresco) e a zona da Quinta do Vesúvio, no Douro Superior. E não podemos esquecer que por cada 300 metros que subimos em altitude a temperatura média baixa 1,5ºC, com a consequente modificação das uvas. É nos altos que se obtêm assim uvas com mais acidez e que podem ser determinantes num blend com outras de zonas mais baixas.
Douro, números e factos
O Douro é uma região imensa com uma área de vinha de cerca de 42.079 ha. A sub-zona que tem mais vinha é o Cima Corgo, com aproximadamente 47% da área total; seguem-se o Baixo Corgo, com 30%, e o Douro Superior com 23% da área de vinhedos. Da área total, cerca de 39.627ha são aptos à classificação de Denominação de Origem. A região produz muito mais Vinho do Porto do que DOC Douro; assim, e com dados relativos a 2016, produziram-se 80.516.692 litros de Porto contra 42.582.023 litros de DOC Douro. A maioria das parcelas (mais de 25.000) têm entre 2 e 5ha. Aqui pontificam (dados de 2016) 966 agentes, dos quais 357 são viticultores-engarrafadores. O número de produtores tem vindo a diminuir na proporção da diminuição da percentagem de jovens na região: de 2001 a 2011 a população entre os 25 e 24 anos diminuiu 32%.
As vendas de Vinho do Porto têm sofrido uma baixa tendencial desde o ano 2000, ao contrário dos vinhos DOC Douro, que têm conhecido um incremento, mas a região é excedentária em quase 30 milhões de litros, que acabam por ser vendidos a preço muito baixo, puxando para baixo os preços do vinho engarrafado – e isto numa região em que os custos de produção são muito altos, se comparados com o Alentejo, por exemplo.
A produção por hectare é muito baixa no Douro, se comparada com outras regiões, sendo por isso incompatível com preços baixos de venda e excedentes, que é a situação actual. Os excedentes de DOC Douro têm sido transaccionados no mercado num máximo de 0,40€/kg quando os custos de produção apontam para valores entre os 0,70 e 0,90€/kg.
O Vinho do Porto gera mais-valias muito mais elevadas: 63% da produção da região (Vinho do Porto) gerou 87% do rendimento e 37% da produção (DOC Douro) gerou 13% do rendimento. O Vinho do Porto continua, assim, a ser o produto mais importante, quer em termos de imagem quer em termos estritamente financeiros.
Um Douro ou vários Douros?
Tradicionalmente dividido em três zonas – Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior – o Douro tem hoje um carácter multifacetado. O Baixo Corgo, quando o assunto era apenas Vinho do Porto, era zona produtora de vinhos para as categorias de entrada de gama, mas já nos anos 80 se tinha percebido que ali se poderiam produzir bons DOC Douro (de que a Quinta do Côtto é um bom exemplo). Não se estranha por isso que vários produtores-engarrafadores ali tenham surgido – a Quinta do Vallado e Domingos Alves de Sousa são apenas dois de muitos exemplos que poderiam ser dados. O Cima Corgo, digamos num raio de 20 km à volta do Pinhão, é, por excelência, a zona produtora dos melhores vinhos do Porto, mas também aí surgiram excelentes DOC Douro, com vinhas aptas a produzir Porto transformadas em vinhas para DOC Douro, com a correspondente transferência do benefício. Ali encontramos as quintas de Roriz, Gricha, Tecedeiras, Noval, Frades, Carvalhas e tantas outras que vieram engrossar o pelotão.
O Douro Superior, como zona mais recente nos DOC, acaba por ser onde os maiores investimentos foram feitos, em virtude da disponibilidade de terra. As quintas da Leda, Duorum, Orgal, Grifo, Quatro Ventos, Vesúvio, Ataíde, Vale Meão e toda a zona de Foz Côa, são hoje referências obrigatórias quando falamos de DOC Douro. Aqui as novas vinhas são sempre regadas, a única forma das videiras sobreviverem numa zona onde a pluviosidade média não anda muito longe dos 200 mm/anuais, ou seja, um clima semi-desértico. Nesta zona longínqua foi a margem sul que acolheu os novos produtores, com as vinhas a ficarem assim viradas a norte, condição indispensável para fazer face às alterações climáticas e ao calor extremo que ali se sente durante o Verão.
Nestes aspectos específicos – temperatura e pluviosidade – as diferenças entre Baixo Corgo e Douro Superior não podiam ser maiores, como que a dizer-nos que, embora falemos do “Douro”, em boa verdade são vários “douros” dentro da mesma região. E isso, longe de ser um inconveniente, é uma oportunidade para que os produtores possam escolher exactamente o local onde querem as vinhas, em função do tipo de vinho que pretendem obter.
Varietais e blends, a luta das castas
O Douro, tal como o conhecemos, é um mosaico de castas. No caso das variedades tintas, elas estão ali há séculos, sobretudo pensadas para o Vinho do Porto. Ali é a pátria da Touriga Franca, da Tinta Roriz, da Tinta Barroca e da Tinta Amarela, ainda hoje as quatro variedades mais representadas. A este quarteto veio juntar-se, a partir dos anos 90, a Touriga Nacional, que acabou por tomar um lugar cada vez mais destacado, quer para tintos DOC Douro, quer para a produção do Porto.
O Douro sempre foi terra de vinhos de lote. No fundo, mesmo nos “vinhos de pasto” das décadas anteriores a 1990, não se falava de vinhos varietais. Recordo que nessa década de 90, João Nicolau de Almeida, enólogo da Ramos Pinto, mostrava com orgulho um vinho tinto que nunca chegou a ser comercializado e que era feito apenas de Tinto Cão. Terá mesmo sido o primeiro varietal do Douro que eu conheci.
A casta tinha integrado o “quinteto maravilha” das castas seleccionadas para a renovação dos vinhedos patrocinada pelo Banco Mundial e que teve lugar exactamente nos anos 80 quando se plantaram 2500ha de novos vinhedos. Viviam-se então no Douro momentos de grande exaltação, não só para plantio de parcelas de monocastas como pela nova forma de implantação de vinha que vinha sendo ensaiada e que então se generalizou onde a inclinação do relevo o permitia: a vinha ao alto. A paisagem mudou e os novos vinhedos, bem como os patamares de dois bardos, vieram alterar os métodos antigos.
Passados quase 30 anos, aquele entusiasmo deu lugar a um espírito mais crítico que pôs em causa muitas das opções então tomadas: abandonou-se a vinha ao alto em muitos locais onde já esteve, abandonaram-se as técnicas de plantio (quanto aos porta-enxertos utilizados e quanto à densidade de plantação) e os patamares de dois bardos já não são método que se use, substituídos que foram pelos de um único bardo.
A moda dos vinhos varietais também se fez sentir no Douro e a partir dos finais dos anos 90 começaram a surgir os primeiros vinhos de Touriga Nacional, logo seguidos pelos seus pares que nos fizeram também descobrir novas castas vinificadas individualmente: o Sousão, a Tinta Amarela e, mais recentemente, as experiências com castas antigas que todos falam em preservar: da Tinta Francisca à Touriga Brasileira, da Rufete ao Donzelinho Tinto, da Malvasia Preta ao Cornifesto.
Douro, terra de blends? Não cremos que sobre isto haja dúvidas. Um apanhado dos mais famosos, mais caros ou mais procurados tintos do Douro provavelmente não incluirá qualquer tinto varietal. Acaba assim por se cumprir na prática a ideia antiga de que é da junção de várias castas que se consegue um vinho complexo e rico. Mas o espaço para o estudo, para a descoberta e para a preservação das uvas antigas continua, com variedades como o Casculho, Tinta da Barca, Tinta Carvalha e várias outras sempre na linha da frente. Ainda hoje é frequente encontrarmos vinhas velhas com dezenas de castas – caso da Vinha Maria Teresa (Crasto) ou da Vinha do Caedo (Sogrape), dois dos muitos exemplos que poderiam ser avançados na região. A ideia do “blend feito na vinha”, longe de ter morrido, tem hoje seguidores que optam pela co-fermentação de várias castas, sempre à procura do ponto de equilíbrio ideal.
Apesar da variedade, o facto mais notório dos últimos 20 anos foi o crescimento em área de vinha e o protagonismo que passou a ser assumido pela Touriga Nacional, agora parte integrante da maioria dos melhores vinhos tintos durienses.
O Douro vai continuar a surpreender-nos, não temos dúvidas. Por várias razões, todas ligadas à qualidade superior das uvas que produz, à variedade de estilos que permite e à inovação que vai continuar a existir, fruto da redescoberta de antigas e esquecidas castas que poderão, num futuro breve, alargar escolhas e enriquecer blends. Muito podemos continuar a esperar desta região magnífica e singular.
então as notas da madeira nova. A experiência também recomendou que é sempre conveniente ter parte do vinho apenas em inox para se poder depois trabalhar o lote final com os Encruzado da barrica. Segundo este enólogo, o uso da madeira usada (sobretudo se for de segunda utilização) ainda pode contribuir para o produto final com alguma complexidade. Barricas mais antigas, só para dar um tom evoluído e mais oxidativo. Na experiência de Manuel Vieira, os vinhos de Encruzado podem ter uma quebra ao fim do primeiro ano e depois, se tudo correr bem, ao fim de 4 ou 5 anos renascem e podem então durar muitos anos.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”][vc_column_text]
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Maria Izabel Vinhas Velhas Vinhas da Princesa
Tinto - 2014 -

Dona Berta
Tinto - 2013 -

Dalva
Tinto - 2014 -

Casa Burmester
Tinto - 2015 -

Busto Premium
Tinto - 2013 -

Batuta
Tinto - 2015 -

Vale da Raposa
Tinto - 2015 -

Quinta da Ferradosa Vinhas Velhas
Tinto - 2015 -

Quinta do Portal
Tinto - 2014 -

Maritávora
Tinto - 2014 -

Lavradores de Feitoria Três Bagos
Tinto - 2014 -

La Rosa
Tinto - 2015 -

Foz Torto Vinhas Velhas
Tinto - 2014 -

Fagote Vinhas Velhas
Tinto - 2014 -

By Rui Roboredo Madeira
Tinto - 2015 -

Baton
Tinto - 2014 -

Andreza
Tinto - 2014 -

Vértice
Tinto - 2013 -

Talentus
Tinto - 2014 -

Secret Spot
Tinto - 2014 -

Santos da Casa
Tinto - 2013 -

Quinta da Rede
Tinto - 2013 -

Quinta do Pessegueiro
Tinto - 2015 -

Quinta da Touriga-Chã
Tinto - 2014 -

Quinta da Romaneira
Tinto - 2014 -

Passagem
Tinto - 2015 -

Pai Horácio
Tinto - 2013 -

Duorum Old Vines
Tinto - 2015 -

Cisne
Tinto - 2013 -

Carvalhas
Tinto - 2015 -

CARM
Tinto - 2014 -

Terras do Grifo
Tinto - 2014 -

Quanta Terra
Tinto - 2013 -

Quinta do Vallado Field Blend
Tinto - 2015 -

Grandes Quintas Vinhas do Cerval
Tinto - 2012 -

Duas Quintas
Tinto - 2014 -

Quinta do Vale Meão
Tinto - 2015 -

Pintas
Tinto - 2015 -

Passadouro
Tinto - 2015 -

Quinta Nova Nossa Senhora do Carmo
Tinto - 2015 -

Quinta da Leda
Tinto - 2015 -

Poeira 44 barricas
Tinto - 2014
Casca Wines: o mar está logo ali

Não possuem vinhas nem adegas próprias, mas representam um dos mais inovadores projectos surgidos na última década. O enólogo Hélder Cunha é a face mais visível de uma pequena empresa que em 2017 irá representar um milhão de garrafas e quer ultrapassar os dois milhões em 2020. TEXTO Luís Lopes FOTOS Ricardo Palma Veiga […]
Não possuem vinhas nem adegas próprias, mas representam um dos mais inovadores projectos surgidos na última década. O enólogo Hélder Cunha é a face mais visível de uma pequena empresa que em 2017 irá representar um milhão de garrafas e quer ultrapassar os dois milhões em 2020.
TEXTO Luís Lopes FOTOS Ricardo Palma Veiga
JÁ se tornou percurso obrigatório. Todo o visitante, nacional ou estrangeiro, que agende um encontro com Hélder Cunha ou Alexandre Tirano, sócios e directores executivos da Casca Wines, tem de passar pelo ritual da visita às velhas vinhas de Colares e do passeio nos penhascos batidos pelas ondas bem perto do Cabo da Roca. Só assim entenderá (acreditam eles e eu confirmo que é verdade) a verdadeira essência da empresa e o fio condutor que atravessa todos os seus vinhos.
Falar de “atlanticidade” quando também se produzem vinhos no interior do Douro e do Alentejo parece ser (e é) algo forçado, mas percebe-se a intenção: mostrar que o carácter genuíno, o respeito pela tradição, a frescura, leveza e elegância, são conceitos, valores e perfis que procuram imprimir a toda a sua gama de produtos.
Naturalmente, uns evidenciam-no mais do que outros, mas a empresa criada em meados de 2008 oferece, num portefólio bastante diversificado em termos de regiões e segmentos de preço, uma consistência qualitativa assinalável. Aqui cabem vinhos consensuais, claramente apontados a um público global que valoriza sobretudo a relação qualidade-preço, mas também propostas mais ousadas do ponto de vista enológico (ausência de sulfuroso na fermentação, utilização de leveduras indígenas ou engaço, por exemplo) que visam acima de tudo afirmar a singularidade de um terroir, como acontece com os brancos e tintos de Colares, ou os vinhos de vinha velha no Douro, Tejo, Bairrada ou Dão.
Os Colares (incluindo o fabuloso Ramisco de 2011 provado na edição de Junho da Grandes Escolhas) que nascem na antiga adega Viúva Gomes (no âmbito de uma saudável convivência e amizade com o proprietário), são um bom exemplo de como a Casca Wines trabalha. O alvo (vinha) é identificado por Hélder Cunha e faz-se uma parceria com o proprietário, a quem se fornece todo o apoio técnico. As instalações de vinificação (mais de uma dezena, em todo o país) assentam igualmente em parcerias ou contratos de aluguer. O centro operacional da empresa, onde se realizam mais de metade dos engarrafamentos, está situado no Douro, em Sabrosa. Douro, Colares, Tejo e Alentejo foram aliás os primeiros vinhos/regiões a levarem o rótulo Monte Cascas (o nome vem de Cascais, zona de onde Hélder é originário). Entretanto, foram agregadas ao portefólio as regiões e vinhos do Porto, Dão, Bairrada, Távora-Varosa, Vinho Verde/Regional Minho, Bucelas, Lisboa e Península de Setúbal.
Entre 2008 e 2017, a Casca Wines passou de 100 mil para 1 milhão de garrafas (70% vendidas no mercado externo) integrando hoje 15 trabalhadores. Da estrutura acionista inicial ficaram os irmãos Hélder e Fernando Cunha, tendo mais tarde entrado Alexandre Tirano, que veio dar outro impulso à área comercial e de distribuição. Em 2015, um fundo de investimento (Capital Criativo) trouxe o estofo financeiro necessário para almejar objectivos mais ambiciosos, entre 2 e 2,5 milhões de garrafas produzidas em 2020.
Apesar do constante crescimento do negócio, a vinha e o vinho continuam a ser o foco e o centro da actividade da empresa. Hélder Cunha identifica a Casca Wines como “um projecto de enólogos” e essa assinatura está subjacente a todo o processo de decisão. Não possuir vinha não é, para ele, uma desvantagem: “Em vez de investir em propriedades, investe-se na seleção das melhores uvas, onde quer que elas se encontrem.”
A linha de produtos assenta em quatro marcas: Monte Cascas (a mais emblemática, desdobrando-se em várias categorias e segmentos« de preço), Cabo da Roca, Cascas e Bote. Com o tempo, algumas regiões destacaram-se na empresa, pelo volume produzido/vendido e pelo retorno financeiro, como são os casos do Douro, Alentejo e Lisboa. Mas Colares continua a ser a região que mais “gozo” oferece a Hélder, enquanto enólogo. “Colares é um desafio constante, é uma região que desconstruiu o meu conhecimento em enologia”, afirma, para logo acrescentar, diplomaticamente, que todas as regiões vinícolas têm algo de único e desafiante, “seja domar o Arinto em Bucelas, o Fernão Pires do Tejo com mais de 100 anos, ou a Baga das Cardosas, não se escolhe… goza-se!”
Os vinhos de uma só vinha encontram-se entre os mais acarinhados por Hélder Cunha e ele explica porquê: “São vinhos importantes para transmitir os tesouros que temos neste país. Estivemos muitos anos de costas viradas para a mina de ouro que está no nosso jardim. Os ‘vinhos de vinha’ permitem a Portugal fazer a diferença em qualquer parte do mundo.”
A terminar, a pergunta que se impõe. No meio de tantas vinhas, regiões, adegas e vinhos, que desafios restam à Casca Wines? Um vinho em produção biológica, a surgir já em 2018, e uma nova região a acrescentar às doze já representadas no portefólio. Que região? Essa ficou sem resposta mas, conhecendo Hélder, provavelmente o mar está logo ali (mesmo que esteja longe…).
Quinta Nova: Grande Reserva em revista

Estávamos em 1999 quando a Quinta Nova Nossa Senhora do Carmo foi adquirida à Real Companhia Velha. Integrada então na empresa de Vinho do Porto Burmester, que pertencia à família Amorim, a quinta acabou por ficar fora do negócio quando a Burmester foi vendida, mantendo-se assim na família. Um dos vinhos emblemáticos da quinta, o […]
Estávamos em 1999 quando a Quinta Nova Nossa Senhora do Carmo foi adquirida à Real Companhia Velha. Integrada então na empresa de Vinho do Porto Burmester, que pertencia à família Amorim, a quinta acabou por ficar fora do negócio quando a Burmester foi vendida, mantendo-se assim na família. Um dos vinhos emblemáticos da quinta, o Grande Reserva, faz agora 10 anos, idade certa para conferir o estilo e a evolução deste tinto duriense?
TEXTO João Paulo Martins FOTOS Cortesia do produtor
A produção de vinhos DOC Douro na Quinta Nova inseriu-se, desde o início, num projecto integrado onde tiveram também lugar a produção de Vinho do Porto e o enoturismo. Foi assim que a quinta acabou por ser reconhecida como um dos mais conceituados spots para o enoturismo duriense. Inicialmente teve o apoio técnico de Rui Cunha e posteriormente foi Francisco Montenegro o enólogo responsável. Actualmente, e desde 2011, a responsabilidade enológica é de Jorge Alves. Luísa Amorim é administradora e a alma do projecto, que já movimenta 400.000 garrafas oriundas dos 85 hectares de vinhas.
Ali, na vindima de 2005 foi evidente, na prova das barricas, que havia duas delas que se destacavam pela originalidade e complexidade de aromas e sabores. Nasceu assim o Grande Reserva, um dos topos de gama da casa, feito a partir de uma pequena parcela de Touriga Nacional existente na propriedade. Nas parcelas mais antigas, que atingem 7ha, e de onde vêm as uvas para o Grande Reserva, também existe Touriga Franca e Tinta Amarela. Actualmente a Touriga Nacional ocupa 22 hectares da quinta, que tem sobretudo uma orientação sul e poente e uma localização privilegiada no Cima Corgo, na margem norte, não muito longe do Pinhão.
Para dar a conhecer as novas colheitas e fazer esta prova integral das colheitas do Grande Reserva, Luísa Amorim e Jorge Alves estiveram em Lisboa, no novíssimo restaurante JNcQUOI, um espaço cosmopolita, cheio de luz e a fazer lembrar um ambiente parisiense. Melhor seria difícil. A colheita de 2015, que foi 30% superior em quantidade face à de 2014, resultou numa qualidade excepcional na quinta, o que permitiu também declarar o ano como Porto vintage, o que não tem acontecido regularmente nesta propriedade.
O momento foi também aproveitado para dar a conhecer as novas colheitas da marca Mirabilis Grande Reserva branco, um vinho feito com uvas compradas noutras zonas do Douro, assim como o Grande Reserva Referência, um tinto feito de Tinta Roriz, o que não é fácil de encontrar na região. Jorge Alves reconhece que “a Roriz tem aqui um comportamento muito superior ao que é habitual na região, provavelmente por se conjugarem as características do solo com a exposição específica da quinta”. Depois de se terem redesenhado as marcas do rosé, foram agora alguns destes topos de gama que beneficiaram de uma nova imagem, com nova garrafa. Um novo caminho que se abre para a Quinta Nova, cada vez mais uma referência obrigatória do Douro.
Um Portal desbloqueado

Pelo meio de silêncios e de encostas de vinha, descansa a Quinta do Portal. Com uma nova gama “unlocked” e a imagem renovada dos vinhos que já conhecemos, as razões são mais do que muitas para revisitar o produtor. TEXTO Mariana Lopes NOTAS DE PROVA Luís Lopes FOTOS Anabela Trindade O moderno edifício central, […]
Pelo meio de silêncios e de encostas de vinha, descansa a Quinta do Portal. Com uma nova gama “unlocked” e a imagem renovada dos vinhos que já conhecemos, as razões são mais do que muitas para revisitar o produtor.
TEXTO Mariana Lopes NOTAS DE PROVA Luís Lopes FOTOS Anabela Trindade
O moderno edifício central, em tons de tijolo vermelho, combina com as folhagens das estações frias. Linhas rectas e arcos de circunferência a acompanhar a orografia do solo, espaços abertos e descampados no topo, são traços de um arquitecto cujo estilo não engana. A autoria é de Álvaro Siza Vieira e a obra remonta a 2009. Com xisto e cortiça na sua composição, é mais um excelente exemplo de como as técnicas e as estéticas modernas se podem integrar em perfeita harmonia com a natureza. Em textos que, mais tarde, viriam a ser publicados em livro (“Traço de Tinto”), João Mansilha Branco, um dos proprietários, escreveu sobre a construção:
“O betão entusiástico a fundir-se na terra, Convivendo com as raízes de outras plantas que nos habitam desde tempos imemoriais, Com outros nomes, frutos e pores-do-sol, Sinto! Este esquiço, risco, rabisco é mais do que isso. É um traço de tinto!”
Traço de história
A Quinta do Portal, desde sempre com a família Branco, existe desde a década de 80 do século XIX. Até 1994, vendiam as uvas e faziam Vinho do Porto para consumo e, maioritariamente, para guarda. A partir desse ano, com a entrada do enólogo Paulo Coutinho, arrancou a produção de vinhos Douro, moscatéis, espumantes e Late Harvest, a somar aos Porto, dos quais se começou a fazer negócio, vendendo, inclusive, o stock anterior como Tawny velhos. A cerveja artesanal também se juntou ao portfólio, entretanto. Para tornar isto possível, a área foi totalmente reconvertida entre 1995 e 1997. A aldeia de Celeirós, em Sabrosa, no Cima Corgo do Douro, é onde fica a propriedade, rodeada pelas outras quatro quintas da empresa: Confradeiro, dos Muros, da Abelheira e da Manuela. A quinta principal, que dá o nome aos vinhos e à empresa, tem cerca de 15 hectares e a particularidade de ser delimitada por muro em todo o seu perímetro, uma curiosidade na região. Na totalidade, as cinco quintas perfazem 104 hectares de vinha e há parcelas dos 200 aos 550 metros de altitude e em todas as exposições solares.
Vinhas, barricas e outros esquiços
Pedro Mansilha Branco, proprietário e director de exportação, e Paulo Coutinho, receberam-nos no último dia de Outubro. De um ponto alto, de onde conseguimos ver todas as quintas, contemplámos a paisagem em conversa. De um lado e do outro, os ouriços dos castanheiros a rebentar e as azeitonas a pedirem para ser colhidas. “A Touriga Nacional representa 40% do encepamento dos tintos e está presente nas cinco quintas”, disse Paulo Coutinho. Apesar disso, a Tinta Roriz é a casta tinta em que mais apostam e dela têm sete hectares. A Touriga Franca é residual e a Tinta Barroca tem protagonismo pois, segundo Paulo, “aqui tem um carácter diferente”.
Destas quatro fazem vinhos estreme, além dos de lote. Na Quinta da Abelheira têm Moscatel Galego (também origina um monocasta) e outras variedades menos usuais na região, como Sauvignon Blanc, Verdelho e Alvarinho. Com seis hectares, a Viosinho é a uva branca com mais expressão na propriedade, sendo “uma das principais manchas do Douro”, e a Gouveio é uma das que merece maior atenção por parte de Paulo, juntamente com a Malvasia Fina, que, como explicou o enólogo, “é fundamental para dar corpo aos vinhos brancos”. A Rabigato também faz parte da lista.
Numa viagem ao interior do armazém de estágio e envelhecimento, pudemos contemplar aquilo que são quase 5000 metros quadrados de uma edificação de aço e betão, com uma simplicidade que é, ao mesmo tempo, pragmática e poderosa. As divisões e corredores que lá se integram parecem, elas próprias, portais para outro sítio qualquer. Para o pavilhão maior, entramos por um patamar superior, e daí vemos os corredores de barricas de três níveis, perfeitamente simétricos ao erro e paralelos às arestas da besta de concreto. É aí que reparamos numa barrica diferente. Paulo Coutinho criou uma de exposição, misturada com as outras, mas com vidro no lugar dos tampos, para que se pudesse ver o seu interior e o sarro que fica numa barrica usada, causado pela precipitação dos sedimentos. Para isso, colocou uma lâmpada led na parte traseira e um filtro de cor escarlate.
Foram estas mesmas “ganas” de algo novo que o levaram a criar a gama Unlocked. Segundo o próprio, “é uma filosofia diferente, mais moderna”, uma outra abordagem a um branco Viosinho, um branco Malvasia Fina e um rosé de várias colheitas (2008 a 2012, de Roriz e Nacional) e três anos de estágio em borras frescas. Não são vendidos em separado mas sim num pack com os três, tendo sido feitas apenas 1.000 garrafas de cada.
Enoturismo, ecoturismo
Desde 1997 que a Quinta do Portal recebe visitantes. Actualmente, 10.000 a 12.000 por ano participam nas visitas guiadas e provas. O hotel, por sua vez, abriu em 2006 e mistura o rústico com o moderno, tanto na Casa das Pipas como na Casa do Lagar, que tem este nome porque esconde, no seu interior, um antigo lagar comunitário de azeite, agora recuperado. O xisto é elemento sempre presente nos doze quartos e nas outras divisões, como a sala panorâmica e a biblioteca vínica. Em frente à Casa das Pipas, um “jardim gastronómico” de cariz biológico e sustentável, onde podemos encontrar plantas aromáticas, pimentas, frutos e outras maravilhas.
Manuel Januário, o gestor hoteleiro da casa, é ele próprio um convite à estadia, pela sua simpatia natural. Sob a sua alçada tem, também, o restaurante, cuja cozinha é liderada pelo jovem chef Milton Ferreira, num estilo tradicional português e duriense com um toque moderno. Polvo assado com batata doce, creme de castanhas com chouriço, vitela com beterraba e cremoso de nabiças e pudim de pão com Vinho do Porto – eis o menu que degustámos quando da nossa visita, harmonizado com os vinhos da casa por Paulo Coutinho. Todos os pratos estavam absolutamente bem feitos, as texturas e os sabores a combinar de forma sublime, com matéria-prima de supra qualidade.
No cair da noite veio o frio, mas o semblante da obra edificada mostrou-se ainda mais bonito à meia-luz, e o sol pôs-se sabendo que a fitávamos tão gelados como admirados. E foi assim que pediu às mantas de vinha que aconchegassem a adega, prometendo que o dia nasceria outra vez.
Taylor’s: o novo Douro em marcha

A Fladgate Partnership está a renovar as vinhas velhas instaladas em socalcos das suas quintas. O trabalho só irá acabar na próxima geração, já que avança à velocidade de um hectare por ano. Nada que tire o sono a António Magalhães e David Guimaraens, os anfitriões que nos andaram a mostrar os trabalhos que podem […]
A Fladgate Partnership está a renovar as vinhas velhas instaladas em socalcos das suas quintas. O trabalho só irá acabar na próxima geração, já que avança à velocidade de um hectare por ano. Nada que tire o sono a António Magalhães e David Guimaraens, os anfitriões que nos andaram a mostrar os trabalhos que podem trazer de novo o Douro para a “linha justa”. Vitícolamente falando, entenda-se.
TEXTO João Paulo Martins FOTOS Anabela Trindade
O grupo Fladgate Partnership dedica-se exclusivamente à produção de Vinho do Porto. No conjunto das grandes empresas do sector é um caso único e sente-se, ao falar com as pessoas da casa, independentemente da função que ali desempenham, um grande orgulho nesta opção. Em tempos a empresa Fonseca Guimaraens teve um vinho branco Douro – a marca Dom Prior – mas, entretanto, foi abandonada a produção.
Após a aquisição da Wiese & Khrön, que tinha uma adega para DOC Douro na zona do Rio Torto, poder-se-ia pensar que se estava a equacionar o aproveitamento das instalações para produzir vinhos tranquilos mas a opção foi, em coerência com a “filosofia da casa”, o alugar dessas instalações a um produtor do Douro, estando assim posta de lado a entrada nesse negócio. Ao falar com David Guimaraens (enólogo), António Magalhães (departamento de viticultura) ou mesmo Adrian Bridge (CEO da empresa) sente-se um grande orgulho e uma defesa intransigente desta opção.
Não foi para tratar desde tema que fomos ao Douro a convite da empresa mas, mesmo não querendo, o tema do sim ou não ao DOC Douro acaba sempre por vir à conversa, formal ou informalmente. E David lá diz, meio a rir, meio a sério, “vocês não me façam falar”, lançando de imediato números e factos para a discussão, a tal discussão que o sector não quer tomar a peito porque uns assobiam para o lado e outros chutam para canto e o IVDP também não cumpre a sua função de juntar ou forçar a discussão entre as partes. E, mesmo sem aprofundar o assunto, basta lembrar, como diz David, que “as regras do funcionamento da região vêm do tempo em que aqui apenas se produzia Porto e hoje o DOC Douro já representa 88.000 pipas e não faltará muito para ultrapassar o Vinho do Porto; isso vai ser dramático para o Porto”. Há que mudar regras e procedimentos? Claro que sim, e urgentemente, mas faltam muitas vontades.
Viemos ao Douro conhecer as novas práticas vitícolas que se estão a operar nas várias quintas da empresa e visitar o enorme complexo de vinificação e estágio que existe na adega da Nogueira, em São João da Pesqueira, agora bem mais alargado.
Segredos e novidades
A Quinta da Terra Feita, situada no vale Mendiz, é um dos segredos da empresa. Não que seja desconhecida ou um nome não falado. Nada disso. Com a marca da quinta faz-se mesmo um dos vintages da Fladgate. O segredo vem do facto de esta quinta não fazer parte dos circuitos turísticos; aqui não vêm visitantes, aqui faz-se Porto à antiga, com lagares de pedra, e os tonéis são também eles bem antigos. Vinhas velhas e métodos ancestrais aqui marcam presença. A nossa visita é inesperada porque inabitual, apanhamos os trabalhos finais da vindima mas ainda fomos a tempo de nos restaurarmos num local idílico, nas margens de um ribeiro, agora praticamente seco. Era o local apropriado para uma feijoada à transmontana? Nem respondo para não fazer crescer água na boca…
Vargellas é outro mundo. A visita demorada às parcelas da quinta foi conduzida por quem sabe: Nicholas Heath, director de marketing da Fladgate. Quinta emblemática da empresa, principal propriedade no Douro Superior, cheia de história e repleta de estórias. Começou por estar dividida em três parcelas, Vargellas de Cima, do Meio e de Baixo – a de Baixo pertencia a Bernardo Brito e Cunha e as de Cima a uma filha de D. Antónia Adelaide Ferreira. Já produzia antes da filoxera mas foi só com o rebentamento do cachão da Valeira e o início do caminho-de-ferro, em 1884, que ganhou outra importância. Após a filoxera tornou-se imperioso renovar os vinhedos e, entre novos proprietários e outras vicissitudes, a quinta acabou por se transformar, em 1896, numa única propriedade, à data com a produção de 4 pipas (hoje tem 200). Em 1905 já tinha 35 pipas e é nos anos 30 do séc. XX que chega à produção próxima da actual. Vargellas sempre funcionou como uma espécie de laboratório sobre castas, vinificações em lagares ou métodos alternativos e co-fermentações, algo muito caro aos técnicos da empresa.
Sabia que…
Casculho é uma casta de que pouco se fala no Douro, mas sabe-se que ali existe desde o séc. XVIII
A adega da Nogueira é um enorme centro de vinificação, mas também um local onde já repousa cerca de metade do stock da empresa. “Tínhamos armazéns dispersos em Gaia e os acessos eram muito difíceis. Por isso mudámos para aqui uma boa parte do stock”, diz David. Aqui, na adega da Nogueira, sob o comando da enóloga Joana Furriel, fazem-se 2,5 dos 6 milhões de litros que a empresa produz no total. O L.B.V. da Taylor’s (900.000 litros) já é totalmente envelhecido aqui.
Será muito quente? Mais do que a temperatura, era a humidade (a falta dela) que poderia ser um problema, mas há imensos aspersores instalados dentro dos armazéns que deitam vapor de água para o ambiente e não se notam quebras por evaporação superiores às que se verificam em Gaia. Aqui na Pesqueira, a inércia térmica de 5 milhões de litros, o pé direito muito alto e as noites frias contribuem para que a evaporação não passe os 1,5% (idêntica à de Gaia), quando nos armazéns tradicionais do Douro chegava aos 6%. É assim provável que outras empresas do sector comecem a repensar o armazenamento dos vinhos (ou parte deles) em função das modificações que Vila Nova de Gaia vai conhecendo, sobretudo na zona ribeirinha, onde a passagem de camiões cisterna é cada vez mais difícil.
Joana mantém uma relação estreita com os fornecedores. A empresa tem cerca de 70, a quem David chama os “viticultores profissionais” porque têm 10 ou mais hectares de vinhedos. Além desses há mais 40 de menor dimensão e Joana é a comandante das operações durante a vindima, em estreita ligação com David e António. As uvas que recebem dos lavradores estão individualizadas e cada produtor participa em todo o processo, da mesa de escolha à fermentação e da encuba ao engarrafamento e acompanham assim o seu próprio vinho. E dele, antes que seja lotado, recebem duas caixas por ano para consumo próprio.
A vinha de sequeiro (sem rega) é a “obrigatória” nas plantações Fladgate
Com um stock tão grande torna-se claro que há por aqui exigente trabalho de tanoaria e David confirma-nos que tem 5 tanoeiros na empresa e que não tem sido difícil contratá-los. De resto, recordo-me que na última visita que fiz a esta adega se estava precisamente a desmontar, limpar e reconstruir os enormes tonéis que tinham chegado à empresa após a compra dos stocks da Borges. Uma tarefa permanente, uma profissão indispensável às empresas de Vinho do Porto.
Os sins e os nãos do PDRITM
Quando visitei pela primeira vez o Douro por motivos profissionais, corria o ano de 1989, a região estava em verdadeira ebulição. Não de agitação social (essa era centenária e não estava em vias de acabar…), mas de entusiasmo. As razões eram válidas e todas entusiasmantes: havia fundos para investir como não mais voltou a verificar-se e, do ponto de vista da investigação, quer a ADVID quer os trabalhos de João Nicolau de Almeida, de Nuno Magalhães e Antero Martins traziam sangue novo e novas perspectivas para a região.
Foi a altura da aplicação do Plano de Desenvolvimento Rural Integrado de Trás-os-Montes (PDRITM), que trouxe os fundos do Banco Mundial aplicáveis ao plantio de 2.500ha de novas vinhas e reconversão de 300ha de vinhas já existentes. O que se vai plantar e como se vai plantar passou a ser então a razão do estudo dos homens da viticultura. E o entusiasmo era enorme, sobretudo porque se estava a começar, de forma sistemática e onde a inclinação o permitisse, a instalação da vinha ao alto que permitiria melhor mecanização dos trabalhos agrícolas, o grande objectivo do financiamento.
Foram esmagadoramente apoiados os projectos de novos plantios (cerca de 2.472ha de novas vinhas), em detrimento das reconversões, quase sempre complicadas e de difícil mecanização (59ha) além de 218ha de transferências de licenças de outras zonas. Isto aumentou 8,4% a área de vinha da região, o que é muito significativo. Vivia-se assim um clima de grande entusiasmo. António Magalhães não esconde: “Eu também fui dos que se entusiasmaram com o projecto, havia muito dinheiro para gastar e pressa em gastá-lo, mas cometemos muitos erros de que agora estamos a tentar recuperar.”
Na altura aconselhava-se o plantio de 3.000 plantas por hectare, quando no socalco tradicional a média rondará as 5.100 plantas/ha. Para se compensar a menor densidade proibiu-se o porta-enxertos antigo e tradicional (resistente à secura e que induz menor produção), sendo substituído por porta-enxertos mais produtivos. Foi, segundo Magalhães, um erro crasso. Essas vinhas do PDRITM, que agora já são vinhas velhas, têm uma produção muito baixa por hectare e não beneficiam em nada de ter pouca densidade. E conclui: “A tradição do Douro, que estamos agora a retomar, é a alta densidade de plantas por hectare e pouca produção por pé, o que ajuda a equilibrar. Nestas novas plantações estamos a ter uma densidade de 5.350 plantas/há, o que, para vinhas não regadas, é determinante na qualidade final das uvas.”
Quem hoje passa nas estradas do Douro e as conhece há muitos anos, percebe que tem havido muita reconversão de vinhas ao alto para vinhas em patamares e, neste sentido, a estratégia seguida para a aplicação do plano do PDRITM pode considerar-se um fracasso. As reconversões de vinhas são práticas habituais na região, mas hoje poucas são as que não respeitam as curvas de nível, no fundo a técnica antiga. Muito se progrediu neste campo e a surriba é hoje feita com enorme precisão. Dito por outras palavras, estamos a regressar a técnicas antigas, mas adaptando-as com os avanços tecnológicos que temos à disposição. Hoje sabemos mais de solos, temos mais noção das exigências de cada uma das castas usadas e existe a preocupação com a penosidade do trabalho manual. Por isso, os novos socalcos procuram resolver estes e outros problemas.
Socalcos de nova geração
Magalhães é claro ao falar destes novos socalcos. Têm de estar adaptados a vinhas não regadas, ponto fulcral da filosofia da casa. “Só regamos a vinha no primeiro ano para que ela se adapte e crie raízes. São cerca de 50 litros por pé. Depois disso falamos em vinhas de sequeiro, a tradição da região que queremos manter.” Porquê esta prática quando a rega se está a disseminar pela região é a pergunta que fica, mas Magalhães e David estão cientes de que “para fazer Vinho do Porto, e apenas Vinho do Porto como é o caso da nossa empresa, acreditamos ser indispensável que estejamos a falar de vinhas não regadas”.
Os erros cometidos com as plantações de finais dos anos 80 estão agora a ser corrigidos
Já no que respeita à recuperação de socalcos com muros de pedra e à sua recustosa manutenção ficámos a saber que a atribuição da classificação da Unesco terá sido determinante para a manutenção dos muros de pedra, uma das imagens emblemáticas da região. Mas também aqui há novidades, iniciadas em 2002 quando a empresa resolveu levar por diante um projecto ambicioso de recuperação de vinhas em socalcos com muros de pedra. Projecto a longo prazo, “que só vai acabar na próxima geração, porque há 360ha de vinha, dos quais 58 em socalcos tradicionais, e só reconvertemos um hectare por ano”.
Os socalcos pré-filoxéricos foram pensados para uma era sem mecanização, em que todo o trabalho era manual. Preservar socalcos obriga assim a novos conceitos que diminuam o trabalho manual, ainda que na própria manutenção dos muros se gaste muito dinheiro e tempo. É que “sem pensar no custo da pedra, recuperar um metro quadrado de muro custa 60 euros e demora 4,5 horas de trabalho”: “Temos três pedreiros a trabalhar em reconstrução de muros e usamos nestes trabalhos mão-de-obra que está disponível nas alturas em que há menos trabalho na vinha e, curiosamente, temos jovens interessados nesta tarefa.”
A Fladgate estagia no Douro cerca de metade do stock de Vinho do Porto.
As novas propostas em termos de viticultura podem resumir-se assim: reformulação dos socalcos com a supressão da última fila de cepas do socalco antigo, o que permite o alargamento do espaço entre socalcos e passagem de máquinas para os tratamentos a fazer; aumento da densidade de plantação, voltando a uma prática antiga que apontava para mais de 5000 pés de vide por hectare; recuperação dos antigos porta-enxertos indutores de baixa produção e resistentes à secura; plantação das castas por talhão mas tirando partido do que já sabemos sobre cada uma delas – por exemplo, a Tinta Roriz é agora plantada em terrenos muito pobres, contrariando assim a sua tendência natural para a produção excessiva e, além disso, é colocada em terrenos bem arejados que diminuam a tendência para as doenças de míldio e oídio.
Manter a diversidade das castas é outra preocupação, não já na fórmula antiga (misturadas na vinha) mas sim por talhões, todos eles identificados pela cor do poste. Assim, num hectare de vinha podemos ter várias castas, cada uma com algumas linhas. Podem assim ser vindimadas ao mesmo tempo e percebe-se melhor o desempenho de cada casta. Depois, na adega, segue-se uma fermentação conjunta. Segundo David “a co-fermentação das castas é absolutamente determinante para o Vinho do Porto e por isso a preocupação é mais com a diversidade do que com o facto de elas estarem aleatoriamente misturadas na mesma vinha”. Já quanto ao património genético, Magalhães tem mantido algumas castas antigas que, ou por mal compreendidas ou por mal estudadas do ponto de vista genético, ainda estão no limbo. É o caso do Casculho (casta tardia e já referenciada desde o séc. XVIII), Moreto, Malvasia Preta, Cornifesto e uma outra, com o curioso nome de Tinta Malandra. Cá continuam e no futuro se verá o que poderão dar.
Os novos socalcos, com mais espaço de trabalho para as máquinas não obstam a que se continue nas entrelinhas a trabalhar com tracção animal, tradição que a Fladgate faz questão de preservar. Visitámos e observámos este trabalho na Quinta do Junco, com uma óptima localização e muita vinha velha, o que justificou a intervenção agora levada a efeito. Não é de esperar que a Fladgate se dedique também à criação de cavalos; bastam-lhe os dois machos que tem contratados para este trabalho.
A visita terminou com um jantar na Quinta de Vargellas, por baixo da latada, que o tempo ainda corria quente. E, para a digestão, nada como participar na última lagarada que teve lugar e com a qual se fechou a vindima. No dia seguinte, o rancho veio fazer a entrega do ramo, ao som do acordeão, agradecendo ao senhor da quinta o trabalho e prometendo voltar para o ano. Allistar Robertson, ex-CEO mas ainda membro não executivo da administração, faz esse papel como ninguém. E retribui com um almoço opíparo, pelo menos a ver pelos vinhos brancos servidos, de E. Guigal, um dos produtores emblemáticos das Côtes-du-Rhône. E esta, hã?
Brancos do Dão: Encruzado é a estrela

Numa prova de brancos do Dão, a uva Encruzado é a estrela que mais brilha. Não sendo a casta mais plantada, longe disso, é a que todos assumem como a que melhor exprime as virtudes da região. Na sombra ficam todas as outras variedades, algumas até com maior peso histórico… TEXTO João Paulo Martins […]
Numa prova de brancos do Dão, a uva Encruzado é a estrela que mais brilha. Não sendo a casta mais plantada, longe disso, é a que todos assumem como a que melhor exprime as virtudes da região. Na sombra ficam todas as outras variedades, algumas até com maior peso histórico…
TEXTO João Paulo Martins FOTOS Ricardo Palma Veiga
SE este painel de prova tivesse tido lugar em 1990, a classificação final não teria um único vinho de Encruzado. Por várias razões, sendo que a mais evidente é que não havia na altura vinhos varietais no Dão e, claro, de Encruzado também não. Região antiga (demarcada em 1908), com muitos pergaminhos em termos de fama e prestígio, o Dão sempre foi terra de vinhos de lote, quer em brancos quer em tintos.
Ainda hoje, salvo os famosos brancos de Encruzado do Centro de Estudos de Nelas, não é possível provar vinhos desta casta anteriores a 1990. A sua fama chegou com a moda dos vinhos varietais, que, no Dão, acabou por trazer para o conhecimento do grande público outros vinhos, como sejam os brancos de Malvasia Fina, de Verdelho (Gouveio), de Bical e, mais recentemente, de Barcelo. Este fenómeno estendeu-se também aos tintos, como sabemos.
Uma história breve
Ao contrário de outras castas portuguesas que chegam a ter histórias seculares, a casta Encruzado é relativamente recente, com um trajecto documentado de cerca de 70 anos. Foi no final dos anos 50 que Alberto Vilhena, do Centro de Estudos Vitivinícolas do Dão, em Nelas, começou a fazer plantações desta variedade e vinificações parcelares das castas ali plantadas na Quinta da Cal. Foi assim que se foi percebendo o potencial desta variedade e ficaram célebres os brancos de Encruzado dos inícios dos anos 60. Diz-se hoje na Sogrape (já presente na região desde os anos 50, através da Vinícola do Vale do Dão) que foi da prova quer destes brancos, quer dos tintos varietais, nomeadamente de Touriga Nacional, que veio o impulso final para o investimento que resultou depois na Quinta dos Carvalhais.
Foi então preciso esperar pela renovação da região, através do movimento dos produtores-engarrafadores, para, nos anos 90 do século passado, se assistir ao renascer do Dão. Aos poucos foram perdendo protagonismo as grandes marcas, do Dão Pipas ao Terras Altas, do Meia Encosta ao Porta dos Cavaleiros. Surgiram os vinhos de quinta e eles são hoje o farol da região, aqueles por quem os consumidores mais exigentes chamam. E com eles surgiu também uma maior atenção às castas, aos vinhos monovarietais e, consequentemente, aos Encruzado. Apesar da fama, a casta Encruzado está longe de ser a mais plantada na região. A Malvasia Fina ocupa cerca de 740 hectares, contra 226 do Encruzado. E mesmo a casta Fernão Pires (que poucos referem quando se fala de Dão) ocupa 573ha e a Bical (também localmente conhecida por Borrado das Moscas ou Pintada dos Pardais) também está fortemente representada, com cerca de 357ha. A casta Síria, mais conhecida por ter forte presença na Beira Interior, é aqui mais plantada do que o Encruzado, ocupando 276ha dos vinhedos. Já a nova coqueluche de que todos falam – a variedade Uva Cão – não representa ainda quase nada, ficando-se por cerca de 30ha. Mas, segundo diversos produtores locais, é provável que aquela área aumente, tirando partido da enorme acidez que a casta tem e que tão bem resulta depois em lotes com outras menos expressivas.
Lotes, sim ou não?
Como já se referiu atrás, a tradição da região assentava em vinhos de lote onde pontificavam várias castas, por norma misturadas na vinha. Depois dos anos 90, quando se iniciou a “febre” dos vinhos varietais, estes ganharam primazia e os vinhos de lote passaram a ser menos falados. Este fenómeno, que também aconteceu noutras regiões, ganhou no Dão um perfil especial, exactamente devido à personalidade da casta Encruzado, a tal que um crítico americano apelidou de “responsável” pelos Borgonhas em versão lusa, ou seja, os brancos do Dão.
É claro que no futuro próximo se irá continuar a falar muito desta casta que teima em não sair da região (ao contrário de outras que se espalharam pelo país) mas o Dão é rico também por causa da diversidade que as suas vinhas velhas apresentam. Ali podem encontrar-se castas como a Terrantez, a Rabo de Ovelha, a Branda, o Cerceal-Branco ou o Semillon – e é da complementaridade entre estas variedades, quase sempre residuais nas vinhas velhas, com as que predominam nos vinhedos que nascem a complexidade e a riqueza da região.
A casta mais plantada, a Malvasia Fina, não teve entre os vinhos que agora provámos a mesma representatividade que possui efectivamente na região. É uma casta também muito presente no Douro e que ganha muito com alguns anos de garrafa, renascendo então com aromas evolutivos de qualidade notável.
A tradição, que impunha os brancos do Dão e da Bairrada como sendo os mais longevos do país, continua a ser válida e por isso estes são os vinhos que mais frequentemente encontramos quando descobrimos alguém com vinhos velhos em casa. Não é por acaso. Eles são muito bons em novos (o que amplamente este painel demonstra) e são melhores ainda quando envelhecem nobremente. Quantos destes vinhos velhos existirão ainda na região, nas garrafeiras particulares, nos restaurantes e nas lojas de vinhos? Um mundo por descobrir, sem dúvida.
A Encruzado e a barrica
As castas têm comportamentos diferentes quando são usadas barricas para a fermentação do mosto e estágio do vinho. A Encruzado obrigou a muitos ensaios para se perceber como se deveria adaptar a barrica ao vinho. Segundo Manuel Vieira, enólogo que desde 1990 tem trabalhado na região, a casta dá-se muito bem com a madeira porque o carvalho novo potencia as qualidades aromáticas que de início são pouco evidentes no Encruzado. Mas foi preciso fazer várias experiências para se concluir que o impacto inicial da madeira nova pode ser muito violento (3 ou 4 meses) e que só deixando o vinho mais tempo na barrica é que os aromas recuperam, integrando então as notas da madeira nova. A experiência também recomendou que é sempre conveniente ter parte do vinho apenas em inox para se poder depois trabalhar o lote final com os Encruzado da barrica. Segundo este enólogo, o uso da madeira usada (sobretudo se for de segunda utilização) ainda pode contribuir para o produto final com alguma complexidade. Barricas mais antigas, só para dar um tom evoluído e mais oxidativo. Na experiência de Manuel Vieira, os vinhos de Encruzado podem ter uma quebra ao fim do primeiro ano e depois, se tudo correr bem, ao fim de 4 ou 5 anos renascem e podem então durar muitos anos.[/vc_column_text][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2300″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE4JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzMyJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Pellada Primus” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2015
Quinta da Pellada
Ligeira redução inicial que abre no copo, notas austeras ao lado de outras de tangerina, citrinos muito puros e sofisticados. Na boca dá uma prova de enorme qualidade. Estrutura ao lado de subtileza, é um vinho muito distinto, imponente, que está aqui para durar. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2320″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE4JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzM1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Teixuga” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2013
Caminhos Cruzados
Intenso na cor, fruta madura de grande qualidade, notas de tosta, todo ele cheio, amanteigado. Muito bem na boca, com volume, grande estrutura mas vivo e de final muito prolongado. Bastante sofisticado. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2322″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE4JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzQ1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Varanda da Serra” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”](1500 ml)
Dão branco 2014
Ares do Dão
Aroma muito complexo, de traços minerais e citrinos, a madeira está presente apenas na medida certa. Gordo na prova de boca, com muito boa acidez, formando um conjunto notável de grande nível, com bela expressão granítica. O tempo não passou por ele. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2303″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE4JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTUlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta das Marias Barricas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2015
Peter Eckert
Aroma de grande qualidade com muito boa barrica envolvida com a fruta, a mostrar um perfil fino e muito elegante. Prova de boca viva, com corpo ajustado e um toque amargo final que resulta extremamente bem. Seco e suculento, muito expressivo, muito longo. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2288″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzI0JTJDOTAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Casa de Santar Vinha dos Amores” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2014
Soc. Agríc. de Santar
Aroma de grande qualidade, leve nota láctea, leves fumados, muito harmonioso, com complexidade. Bem na boca, tem acidez muito viva, com final macio e gordo da barrica, a formar um conjunto muito atractivo e bem organizado. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2315″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzI3JTJDNTAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Ribeiro Santo Vinha da Neve” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2015
Magnum – Carlos Lucas Vinhos
Sofisticado no aroma, com uma complexidade muito boa, fruta delicada, leve mineralidade. Muito bem na boca, com belo volume, com finura e barrica de grande qualidade. Com o tempo no copo surgem aromas lácteos e profundos. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2323″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzM1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Villa Oliveira” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2014
Casa da Passarella
Ligeira evolução no aroma, leve nota de fruto seco, tudo a sugerir que poderá estar agora a chegar ao seu melhor; muito bem na prova de boca, notas de avelãs, conjunto muito afinado, complexo e requintado. Funciona muito bem à mesa. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2282″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Allgo” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado e Uva Cão branco 2016
CMWines
Nariz com fumados de madeira, fruta escondida, notas de folha de limoeiro, austero e profundo. Acidez muito viva, grande frescura citrina (também ajudada pela Uva Cão), tudo em grande forma. Merece guarda porque tem imenso potencial. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2289″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTUlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Castelo de Azurara” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2011
Adega Cooperativa de Mangualde
Cor intensa e aroma muito rico, surpreendente, com uma evolução nobre, barrica bem integrada, notas de mel e frutos secos. Boca de muito bom nível, plena de fruta madura e expressiva, muito interessante e atractivo no conjunto. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2293″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDOSUyQzkwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Fonte do Ouro” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2016
Soc. Agríc. Boas Quintas
Leve redução no aroma aqui a dar um tom mais austero, notas de tosta, alguma sensação láctea, leve floral, madeira presente na
boca, mas sem se sobrepor. Conjunto de muito bom perfil, elegante e leve, tudo a contribuir para uma bela prova. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2301″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMjUlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Alameda” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Reserva branco 2016
Alameda de Santar
Muito limpo de aroma, com bons citrinos e fruta branca, com boa prova de boca, leve nota agri-doce, com boa acidez e um perfil muito afinado. Resulta bem, descontraído, um Dão absolutamente consensual, com muita qualidade. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2311″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMzMlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta dos Carvalhais Branco Especial” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco
Sogrape Vinhos
Lote de várias colheitas, com Encruzado, Gouveio e Semillon. Presença evidente da madeira, frutos secos, amêndoas, tudo num registo profundo, com estrutura e algum peso. Na boca sente-se um belo amanteigado, notas de tosta, bela complexidade. No ponto para beber. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2318″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTclM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Soito” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado Reserva branco 2016
Soito Wines
Barrica nova de qualidade é perceptível no aroma, conjunto definido e vivo, com um lado jovem, mineral, bastante fresco, tudo muito bem organizado. Muito atractivo também na prova de boca, é um branco ainda jovem mas já cheio de atributos. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2281″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzQlMkM0OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Adro da Sé” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2015
UDACA
Delicado no aroma, madeira bem inserida no conjunto, fino, com fruta citrina de muito bom porte. Muito bem na prova de boca, com grande delicadeza e acidez perfeita. Um branco surpreendente a um preço excelente. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2285″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzklM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Barão de Nelas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado Reserva branco 2014
Carlos Paes de Brito
Lado citrino de fruta, com alguma austeridade, aroma interessante e original, directo e muito ajustado. Atractivo na boca, bom corpo e acidez ajustada, muito gastronómico, notas de menta e limonete, alguns balsâmicos a dar carácter. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2286″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzklMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Borges” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Reserva branco 2014
Soc. Vinhos Borges
Carregado na cor, aroma com notória evolução, fruta bem madura, num estilo clássico, envolvente. Redondo e com volume, com um lado
complexo e cremoso na boca, conjunto muito equilibrado, no ponto para beber. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2287″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzYlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Casa da Ínsua” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2016
Empreendimentos Turísticos Montebelo
Toque de folha de limoeiro no aroma, citrinos evidentes, a tosta da barrica está em fundo. Mostra-se leve e elegante na boca, com muito agradável vivacidade, fruta muito limpa, boa frescura, muita juventude. Conjunto bem desenhado. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2290″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Centenariae Vineae Vinha do Canez” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2014
Palwines
Muito bem no aroma, notas de flores secas e madeira em dose certa, bastante equilibrado na boca, menos focado na fruta fresca e mais na complexidade e na sólida frescura ácida. Bom perfil e um desenho bem conseguido (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2292″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzclMkM2MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Fidalgas de Santar” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Reserva branco 2012
Vinassantar
Encruzado e Malvasia Fina. Madeira nova no primeiro impacto de aroma, a fruta surge depois em bom plano. Boa vivacidade na boca, bastante fruta branca, alguma madeira bem integrada, um branco com ambição. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2297″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzglM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Ladeira da Santa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado Reserva branco 2016
Ladeira da Santa
Muito jovem e citrino no aroma, boas notas de fruta fresca, todo muito agradável e a mostrar boa aptidão gastronómica. Com acidez
crocante, é branco para dar muito prazer desde já, sendo previsível uma boa evolução em cave. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2328″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzQlMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Morgado de Silgueiros” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2016
Adega Cooperativa de Silgueiros
Fino de aroma, flores brancas e maçã verde, há uma boa delicadeza, acidez viva na boca, leve mineralidade a dar-lhe carácter. Cristalino e directo, um branco de elevada qualidade a um preço bastante conveniente. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2299″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzEyJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Munda” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2015
Fontes da Cunha
Nota-se bem a barrica no aroma mas sem tapar a fruta e com leve nota mineral, num conjunto muito fino e elegante. Muito boa presença de boca, quer de corpo quer de acidez, mostrando bom perfil e muito atractiva harmonia. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2298″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzExJTJDMzAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Monteirinhos” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado Reserva 2016
Quinta dos Monteirinhos
Notas de maçã verde no aroma, um estilo fino e elegante, aqui a mostrar a frescura da juventude que tem. Muito boa presença de boca, leve e elegante, sempre gastronómico, suave e sem máscara. Boa escolha. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2317″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzQwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Pedra Cancela Signature” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2014
João Paulo Gouveia
Barrica muito evidente no aroma, notas de tosta, leve floral atrás da fruta e alguma geleia e baunilha. Muito bem na boca, cremoso, elegante, mas a madeira mostra-se ainda em demasia. Um branco com ambição que, apesar da idade, ainda vai precisar de tempo. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2307″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzglMkM5OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjEwJTJGaWNvbi1iZWJlci1pbmNsaW5hZG8ucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Cerrado” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2016
União Comercial da Beira
Ligeiro na cor, delicado no aroma, fruta bonita e um toque floral. Muitas flores brancas na boca, definido e muito harmonioso. Bom
equilíbrio de conjunto, um branco jovem, com potencial de vida em cave. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2302″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzklMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Fata” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2015
Quinta da Fata
Leve nota de pólvora no aroma, sugestão de hortelã-pimenta, tudo delicado. Bom desenho de boca, de novo com o floral da hortelã, bela frescura ácida e desenho de conjunto. Um vinho que se destaca pela qualidade e equilíbrio geral. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2308″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzUlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Margarido” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Colh. Selec. branco 2015
Soc. Agríc. do Margarido
Carregado na cor, notas de madeira presentes mas sem pesarem demasiado, fruta madura de muito boa qualidade. Tem bela acidez,
é gordo e está macio e envolvente. Conjunto muito texturado e cheio. Excelente relação qualidade-preço. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2329″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzE1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta Mendes Pereira” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado Reserva 2013
Quinta Mendes Pereira
Aroma com muito boas notas evolutivas, barrica ainda presente, a par de folha de limoeiro, leve mineralidade. É um vinho de perfil clássico,
que mostra ainda uma bela frescura mas está no ponto perfeito de evolução, pronto a ser apreciado. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2310″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzklM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Serrado” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2014
Soc. Agríc. Castro Pena Alba
Citrino no aroma, nota evolutiva a sugerir a idade, acidez muito fina e precisa na boca, notas de chocolate branco e biscoito. É um vinho de perfil pouco habitual, com muita personalidade e final de boca longo. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2309″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzklM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Perdigão” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2015
Quinta do Perdigão
Muito bem de cor e aroma, com fruta madura, leve nota de erva seca, sugestões minerais. Bastante afinado na boca, naturalmente vivo graças a generosa acidez que apresenta, é um Dão sério, austero, com margem para crescer. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2313″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzE0JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta dos Roques” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado banco 2015
Quinta dos Roques
Aroma com leve nota evolutiva, sugestões de maçã assada, parece estar em fase de transição. Muito mais expressivo na boca, com belo equilíbrio ácido, perfeito para a mesa. Merece ser conservado em cave para acompanhar a evolução. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2319″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzMwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Sombrio” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2014
Quinta da Mariposa
Muito bem no aroma, com nota evolutiva, fruta delicada, toques citrinos, leve presença de madeira. Suave nota floral na boca, de corpo médio, elegante e fino, com muito boa frescura, conjunto bastante gastronómico. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2325″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzEyJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Vinha de Reis” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2016
Jorge Reis
No aroma são evidentes as notas de tangerina e barrica, leve folha de limoeiro, uma lembrança de frutos tropicais, resulta muito atractivo. No conjunto temos um branco muito bem desenhado, ainda bastante jovem, e que merece alguma guarda. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2283″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTklM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”António Madeira” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2015
António José Madeira
Muito franco e directo no aroma, sem segredos, fruta branca bem agradável. Muito equilibrado na boca, com corpo envolvente e acidez perfeita, tudo em boa forma, bastante apetecível. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2295″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMjQlMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjEwJTJGaWNvbi1iZWJlci1pbmNsaW5hZG8ucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Julia Kemper” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Reserva branco 2015
Julia Kemper Wines
Notas de redução no aroma, com leve sensação de pólvora, o que esconde a fruta delicada; cresce muito no sabor, com frescura vincada, notas de especiarias. Prova de boca bem interessante e que nos diz que devemos esperar por ele. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2305″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Espinhosa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Grande Reserva branco 2015
Alberto Oliveira Pinto
Notas de flores brancas, conjunto aromático muito afinado, com um estilo definido e um perfil floral. Suave e expressivo na boca, é um conjunto apelativo, franco e bem agradável. Para beber desde já. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2306″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMjUlMkM5MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjEwJTJGaWNvbi1iZWJlci1pbmNsaW5hZG8ucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Lemos Dona Paulette” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2015
Quinta de Lemos
A barrica está demasiado presente, notas de tosta, fruto seco em abundância, fruta de qualidade a querer aparecer. De corpo cheio e poderoso, madeira dominante mas com boa acidez, sente-se um vinho ambicioso que precisa de tempo de garrafa. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2314″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNCUyQzkwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Ponte Pedrinha” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2016
Maria de Lourdes Osório
Encruzado e Malvasia Fina. Aroma ainda fechado, com fruta delicada, notas citrinas e pêssego; muito mais expressivo na boca, com frescura muito viva, dá uma prova de muito boa qualidade, franca e atractiva. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2330″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTclMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Sobral Vinha da Neta” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2014
Quinta do Sobral
A cor não denuncia a idade, o aroma é elegante, com fruta branca, leve toque mineral. Um toque austero na boca que lhe assenta bem (aqui derivado da idade), resulta fino no conjunto e mostra-se já no seu melhor. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2326″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNiUyQzUwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Status” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado Reserva branco 2015
Vinícola de Nelas
Muito fino no aroma, discreto, fruta escondida a espelhar um branco reservado, com boa acidez, viva e com algum crocante bem atractivo, conjunto bem conseguido. Um Dão clássico, bem apresentado e com personalidade. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2321″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDOCUyQzI1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Terras de Stº António” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2016
Soc. Agríc. da Quinta de Santo António
Bastante citrino no aroma, onde a fruta fresca marca presença atractiva. Citrinos doces na boca, compensados por muito boa frescura, um vinho expressivo e equilibrado, com vocação gastronómica. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2324″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNyUyQzQ1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Vinha Paz” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco 2016
António Canto Moniz
Aroma intenso e bastante jovem, com muitas notas de fruta branca, leve nota mineral também presente. Na boca, de médio corpo, a acidez viva confere frescura, acompanhada de um leve amargo vegetal que lhe dá nervo e persistência. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2280″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzQlMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Adega de Penalva” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado branco 2015
Adega Coop. Penalva do Castelo
Vinho um pouco simples mas muito correcto, conjunto com leveza de fruta e num registo bem conseguido, acidez a cumprir sem se dar muito por ela. Franco e agradável no conjunto, com clara vocação gastronómica. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2284″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzklM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Art.” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão branco
Chance 4you
Nota de maçã no aroma, ervas secas e sugestões de chá, os citrinos em segundo plano. Na boca revela boa fruta, com médio corpo, um conjunto bastante correcto, capaz de boa prova à mesa. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2312″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzUlMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta dos Garnachos” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado Reserva branco 2015
Quinta dos Garnachos
Nota de erva seca no aroma delicado, com fruta fresca a surgir depois. Corpo ligeiro, conjunto definido e preciso, com acidez cítrica muito viva a dar frescura e a pedir comida por perto. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2316″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzExJTJDODUlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”São Matias” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Dão Encruzado Reserva branco 2015
Casa S. M. de Tourais
Leve nota evolutiva resulta na primeira impressão aromática, sugestões de chá, fruta madura. Acidez fina e suave, num registo delicado, equilibrado, que dá boa conta de si. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row]
Syrah: veio para ficar

[vc_row][vc_column][vc_column_text] As castas movem-se pelo mundo por influência de costumes ou modas. Quando os interesses do consumidor e produtor se juntam, ou ainda quando uma uva consegue reunir a preferência de todos, pode fazer enorme sucesso fora do seu país de origem. Em Portugal, é o caso da Syrah. TEXTO Valeria Zeferino FOTOS Ricardo […]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]
As castas movem-se pelo mundo por influência de costumes ou modas. Quando os interesses do consumidor e produtor se juntam, ou ainda quando uma uva consegue reunir a preferência de todos, pode fazer enorme sucesso fora do seu país de origem. Em Portugal, é o caso da Syrah.
TEXTO Valeria Zeferino FOTOS Ricardo Palma Veiga[/vc_column_text][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner][vc_column_text]FILHA de variedades francesas pouco conhecidas, Dureza e Mondeuse Blanche, a Syrah esperou pacientemente pelo seu momento de glória. Na década dos anos 80 deu-se o início do boom desta casta, derivado, essencialmente a dois fenómenos: por um lado, o todo-poderoso Robert Parker descobriu que os tintos de Hermitage e Côte-Rotie não eram menos grandiosos do que Bordeaux ou Borgonha e generosamente atribuiu 100 pontos a alguns dos vinhos destas proveniências. Por outro lado, os vinhos encorpados, aveludados, quase mastigáveis e com vertente frutada bem presente vindos de Barossa Valley, na Austrália, conquistaram o paladar de muitos consumidores e tornaram-se uma grande moda em todo o mundo.
França e Austrália continuam a ser os países onde a casta tem maior expressão em termos de plantação e nível de reconhecimento mundial. Mas as plantações de Syrah aumentaram significativamente na África do Sul, Chile, Argentina e alguns estados da América do Norte, como Califórnia, Washington e Oregon, que deram origem a novos e bons exemplares desta casta. O Velho Mundo também não resistiu ao seu charme: a Syrah ganhou terreno em Espanha, Itália e na restante Europa. E Portugal não foi excepção.
Porquê Syrah?
Expressão e complexidade estão na base do seu sucesso. A Syrah origina vinhos de cor profunda e opaca, expressivos, geralmente tânicos e com acidez que não agride o palato. O estilo varia em função das condições climáticas e do trabalho enológico. Gosta de barrica e, ao contrário de muitas castas, dá-se bem quer com carvalho francês, quer com carvalho americano. Os aromas de mirtilos, amoras, pimenta preta, alcaçuz, fumo e couro constituem o cartão-de-visita desta casta.
A Syrah permite igualmente uma grande variedade de estilos. Em sua casa, no Norte do Rhône, a casta chama-se “Syrah” e no lado contrário do mapa, na Austrália, é conhecida como “Shiraz”. Aos aromas típicos de Syrah do Rhône juntam-se nuances de framboesa, violetas, cominho, tomilho, cravinho e funcho, enquanto no Shiraz australiano desenvolvem-se mais notas de café e chocolate preto em cima de cereja preta, ameixa preta e amoras, muitas vezes acompanhados por um toque de eucalipto. No resto do mundo são utilizados os dois nomes, e de certa forma, indicam o estilo de vinho, mais próximo do Velho Mundo ou mais orientado para o Novo Mundo, embora esta divisão não seja rígida. Os actuais responsáveis por duas marcas que, nos anos 90, inauguraram a “tendência Syrah” em Portugal, contaram-nos as razões da manutenção da aposta nesta casta. Para Diogo Campilho, da Quinta da Lagoalva, na região do Tejo, ela é “elegância, fruta, especiarias, taninos suaves e maduros”. Já Hamilton Reis, da alentejana Cortes de Cima, destaca a qualidade dos vinhos obtidos através desta uva – são “densos, ricos, plenos de fruta e texturados em boca” –, acrescentando que possuem “o corte perfeito da acidez que equilibra a sua força, originando vinhos plenos e elegantes”. Hamilton Reis aponta ainda “a nobreza da evolução, originando vinhos complexos e harmoniosos com potencial de crescimento em garrafa durante 10, 15, 20 anos”.
Chegou, viu e venceu
Sendo desde há muito uma casta de reconhecimento mundial, a Syrah era pouco conhecida em Portugal até aos anos 90 do século passado. Começou por ser uma experiência de algumas casas mais arrojadas e, actualmente, ultrapassou já as plantações de uvas clássicas como Tinta Barroca, Vinhão/Sousão e Alvarinho. Ocupa uma área de 5.295 hectares, o que representa 3% das plantações do país, e está entre as 10 castas tintas mais plantadas de Portugal, sendo de longe a “estrangeira” mais plantada na última década.
De acordo com os dados do IVV, reportados a 2016, o Alentejo lidera nas plantações de Syrah, com 2.074ha. Nesta região, a Syrah acompanhou um grande crescimento da área de vinha e passou a ser a 4ª casta mais plantada, precedida apenas por Aragonês, Trincadeira e Alicante Bouschet, como refere a CVR Alentejana. A região de Lisboa conta com 1.698ha e no Tejo a Syrah ocupa 622ha.
Passadas mais de duas décadas de presença em Portugal, a dinâmica continua positiva. Produtores, viticultores e enólogos conhecem-na bem e sabem o que dela esperar. No mercado existe uma extensa gama de vinhos varietais de Syrah, que, na sua maioria, têm personalidade e uma óptima expressão da casta, como confirmámos neste painel.
É claro que no futuro próximo se irá continuar a falar muito desta casta que teima em não sair da região (ao contrário de outras que se espalharam pelo país) mas o Dão é rico também por causa da diversidade que as suas vinhas velhas apresentam. Ali podem encontrar-se castas como a Terrantez, a Rabo de Ovelha, a Branda, o Cerceal-Branco ou o Semillon – e é da complementaridade entre estas variedades, quase sempre residuais nas vinhas velhas, com as que predominam nos vinhedos que nascem a complexidade e a riqueza da região.
Hoje, podemos afirmar que Syrah já não é uma variedade de “experimentar”, mas sim um valor seguro, mercê do conhecimento adquirido ao longo dos anos. A Syrah, claramente, veio para ficar.
Na vinha e na adega
A Syrah prefere clima quente, mas não gosta de calor em demasia. É uma casta vigorosa, produtiva e bastante resistente a doenças. Floresce tarde, evitando desta forma, possíveis geadas e granizo. Amadurece relativamente cedo, acelerando bastante a maturação depois do pintor, o que deixa uma janela de oportunidade algo reduzida para apanhá-la antes que fique sobremadura.
O facto de a Syrah ser uma casta pouco caprichosa e amiga do viticultor pode traduzir-se num vigor excessivo e mostos com pouca expressão ou, ao contrário, se não for vindimada a tempo, pode originar mostos pesados e alcoólicos. Os produtores abordados sobre este tema sublinham que o controlo, atento e continuado, dos níveis do vigor e de stress/conforto hídrico, é essencial para garantir o fruto equilibrado que se traduz na qualidade e na melhor expressão da casta.
Quando se trabalha com Syrah é fundamental haver uma particular atenção aos níveis de extracção, condicionando temperaturas (estando elevadas, há maior poder de extracção e com maior rapidez), macerações pré e pós-fermentativas e formas físicas de extracção, como a remontagem, por exemplo. “Os exageros são pagos com vinhos duros, pesados e neutros”, repara Hamilton Reis.
Notas resinosas e tostadas podem facilmente transformar-se em cheiro de borracha queimada, os taninos podem tornar-se muito duros e os tão característicos “chocolate” e “pimenta” podem ficar amargos e agressivos. Por outro lado, uma extracção amorfa compromete a profundidade em boca, bem como a plenitude aromática da casta.
Syrah no Tejo
No início dos anos 90 do século passado, quando a região ainda se chamava Ribatejo, na Quinta da Lagoalva de Cima aventuraram-se a plantar Syrah.
Naquela altura trabalhava na quinta um enólogo francês, que já há muito falava nessa casta. Mas faltava um impulso ou uma certeza de que iria dar certo. Foi um grande artigo na “Wine Spectator” sobre a casta Syrah, que um dos proprietários leu em viagem aos Estados Unidos, que deu o tal impulso. Aquele artigo referia as qualidades da casta, a sua expansão na Austrália e previa um grande boom mundial. Sem hesitar, compraram as plantas num viveirista em França e a aventura começou.
A casta deu-se bem em solos arenosos, que são pobres e drenam bem. Sendo pouco férteis, ajudam a controlar a produção e as novas tecnologias facilitam a tarefa.
Na Quinta da Lagoalva controlam a quantidade de água disponível no solo através de sondas. Desta forma conseguem saber a que profundidade está a água em relação às raízes, para dosear bem a quantidade necessária. Tentam criar algum stress hídrico para promover o equilíbrio na planta e assegurar a concentração do fruto.
Para melhorar a exposição solar dos cachos, tiram folhas do lado nascente para potencializar a acção do sol da manhã, que queima menos do que o sol da tarde. Quando é necessário, praticam monda em verde. Este ano, por exemplo, não foi preciso. Procuram manter a produção dentro das 7-8 toneladas/ha.
O clima do Tejo é bastante quente durante o dia, mas as noites são frescas, originando uma maturação prolongada e equilibrada, o que permite amadurecer bem os taninos e manter ao mesmo tempo a estrutura ácida para garantir a frescura no vinho.
A quinta não produz monovarietal de Syrah todos os anos, pois um bom ano para esta casta é quente e seco, o que, no Tejo, que tem bastante humidade, nem sempre acontece. Quando não fazem monocasta, a Syrah entra nos lotes, onde também se comporta com dignidade.
O tipo de madeira mais utilizado é a francesa. Para evitar sobrecarregar o vinho, é adoptado um lote composto por barricas novas e barricas de segundo e terceiro ano. A extração na Syrah é bem-vinda, mas não pode ser em demasia.
Syrah no Alentejo
Hoje em dia já começa a ser difícil encontrar um lote no Alentejo sem Syrah. É uma casta popular e muito bem aceite por produtores e consumidores. A história da casta na região começou com Cortes de Cima, que procurou “traduzir o princípio básico da casa: plantar as castas certas no terroir certo”.
Segundo Hamilton Reis, os estudos de solos e clima, realizados antes da plantação, foram cruzados com as necessidades de diversas castas. A este despiste juntaram-se os estilos de vinhos idealizados. E a Syrah revelou-se como uma das mais aptas e capazes de reunir todos os pontos. Avançaram com Syrah, mesmo não sendo esta, à época, autorizada nos regulamentos para vinho Regional Alentejano. A primeira Syrah da vindima de 1998 foi assim engarrafada “incógnita” e o vinho apelidado como tal (Incógnito, a marca).
A região da Vidigueira, com os seus dias quentes e soalheiros e as suas noites mais frescas graças a alguma brisa atlântica retida pela Serra do Mendro, reúne condições favoráveis à perfeita maturação da casta.
A forma de condução também é importante. Hamilton Reis refere que em Cortes de Cima “a forma de condução da vinha é mais elevada em relação ao convencional no Alentejo”, o que “permite afastar a fruta da zona de calor nocturna (o solo) e ajuda a um mais rápido arrefecimento”. Para além disto, ao abrir mais a vinha controla-se melhor o vigor e possíveis focos de doença.
“A barrica tem um papel de acompanhamento e não de sobreposição, contactos curtos (até 8 meses) em carvalho francês de primeiro e segundo uso em proporções cuidadas. No caso de reunião em lote, a profundidade e força da Syrah permite trabalhos de madeira mais longos, resultando em vinhos estruturados e com capacidade de servirem de ponto de equilíbrio entre diferentes castas”, afirma Hamilton Reis.
Syrah no Douro
A Syrah conquistou até algumas das regiões mais tradicionalistas, como é o caso do Douro, onde já existem 33ha desta casta.
Na Quinta do Noval, por influência do proprietário (AXA Millésimes), plantaram-se várias castas francesas – Cabernet Sauvignon, Mourvèdre, Petit Verdot e Syrah –, das quais as duas primeiras não passaram no casting. A Syrah, pelo contrário, adaptou-se facilmente ao clima quente e seco do Douro. Ela amadurece mais cedo do que as outras castas durienses (quase na altura das brancas) e tem de ser rigorosamente vindimada a tempo. Questionado sobre “em que estilo de Syrah se inspirou ao fazer o vinho Labrador: norte do Ródano ou Barossa Valley”, o enólogo da casa, António Agrellos, responde com humor e pragmatismo: “Segui o estilo Syrah do Douro.”
Na verdade, esta é também uma das principais razões do enorme sucesso da casta em Portugal, do Douro ao Algarve: a sua capacidade de adaptação a diferentes solos e climas, mantendo o carácter da uva sem esconder a região onde está plantada.
Curiosidades sobre a Syrah
• A Syrah está rodeada de mitos acerca do seu nascimento. Síria, Siracusa da Sicília e Shiraz da antiga Pérsia são algumas regiões e locais que, acreditava-se, deram origem à casta e ao seu nome.
• Petite Sirah não é sinónimo de Syrah, é uma outra casta francesa que também responde pelo nome Durif.
• Na Austrália, para além dos encorpados e muitas vezes amadeirados vinhos desta casta, é produzido um espumante – Sparkling Shiraz.[/vc_column_text][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2342″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE4JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMjIlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Crasto Superior” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Duriense Syrah tinto 2014
Quinta do Crasto
Aroma muito focado, revelando fruta fresca madura, como cereja preta e amora, bem casada com barrica de qualidade e com acabamentos de especiaria e chocolate. Cremoso na boca, bom corpo e concentração, tanino potente, mas sedoso. Final persistente com muita classe. Representa muito bem a casta, um vinho de que é impossível não gostar. (14,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2348″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE4JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTUlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Labrador by Quinta do Noval” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Duriense Syrah tinto 2014
Quinta do Noval
Intensidade e elegância transparece no aroma, mostrando cereja preta e mirtilo. Barrica muito bem integrada que eleva a vertente aromática, no palato tem finesse e frescura graças ao tanino maduro de textura fina, extração no ponto e acidez firme. Final longo, persistente e fresco. Evolui muito bem no copo. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2365″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE4JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMjglM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Tributo” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Tejo tinto 2014
Rui Reguinga
Syrah é a casta predominante (85%), acompanhada por Grenache e Viognier, ao estilo Vale do Rhône. Perfil do Velho Mundo, onde a fruta está entrelaçada com especiaria sem ser demasiado evidente. No aroma encontramos bagos silvestres, pretos e vermelhos, paprica, notas apimentadas e balsâmicas. Tanino firme com acidez a condizer e final com
muita persistência e poder. (15%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2346″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzcwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Incógnito” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Alentejano tinto 2012
Cortes de Cima
Aroma profundo, onde se encontram geleia de mirtilo, tarte de frutos do bosque, chocolate preto e notas de funcho. Tanino maduro, muito polido e arredondado pelo tempo em garrafa. É um vinho com bastante personalidade e elegância e mostra bem o carácter da casta. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2337″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDOSUyQzk5JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Bacalhôa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Península de Setúbal Syrah tinto 2015
Bacalhôa
No nariz fruto maduro em camadas, ameixa, mirtilo, notas fumadas e minerais, com toque de alcatrão. Óptimo exemplo da casta, tem frescura e concentração e extração muito equilibrada. Final de boca bem persistente. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2338″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTElM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Bombeira do Guadiana” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Alentejano Syrah Escolha tinto 2015
Bombeira do Guadiana
Leves fumados no primeiro plano, balsâmicos de qualidade, fruta expressiva, toque floral elegante. Muito equilibrado, com boa estrutura, frescura e elegância, num perfil muito gastronómico, fino e com certa mineralidade. (14,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2351″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTIlMkM1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Onda Nova” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Algarve Syrah tinto 2013
Adega do Cantor
Aroma complexo de ameixa preta, cereja preta, ervas secas, café, chocolate amargo e grafite. Muito bom volume de boca e concentração, corpo mastigável mas com muita elegância. Final de boca bastante longo e apimentado. É um vinho com raça. (15%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2352″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTglMkM1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Caldeirinha” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Beira Interior Syrah tinto 2013
Aida Roda
Tosta no primeiro impacto, cereja preta, mirtilo, amora, estrutura tânica bem aliada à estrutura acídica, muito equilibrado, gastronómico e com uma rusticidade muito cativante. Final especiado (noz moscada e pimenta preta) e com grande frescura. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2361″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMjglMkM1NyUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjEwJTJGaWNvbi1iZWJlci1pbmNsaW5hZG8ucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta Lagoalva de Cima” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Tejo Syrah Grande Escolha tinto 2012
Soc. Agr. Quinta da Lagoalva de Cima
Um Syrah muito expressivo, com notas de frutos silvestres (amoras) bem maduros, leve balsâmico, ervas aromáticas e especiarias. O tempo de garrafa arredondou os taninos, dando-lhe cremosidade e textura. O conjunto revela-se bastante equilibrado e fresco, sempre com o fruto a comandar a prova. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2357″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDOCUyQzQ5JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Gradil” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Lisboa Syrah tinto 2014
Quinta do Gradil
Aroma fino e fresco, com sugestões de borracha típicas da casta, mirtilo e groselha preta. Na boca é cremoso, com textura elegante, num estilo envolvente, delicioso e harmonioso. Final longo, guloso e fresco. (15%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2344″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMjclMkM5OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjEwJTJGaWNvbi1iZWJlci1pbmNsaW5hZG8ucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”S Esporão” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Alentejo Syrah tinto 2012
Esporão
Aroma complexo de ginja, mirtilo, cânfora, barro húmido, café fresco e chocolate preto. Bom corpo e frescura, tanino maduro e sedoso. Final longo com ligeiras notas amargas de chocolate preto. Um vinho com classe. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2336″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzUlMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Adega de Pegões” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Península de Setúbal Syrah tinto 2015
Adega de Pegões
Aroma com notas mentoladas e balsâmicas, fruta austera e sugestões de grafite. Apimentado no palato, denso e texturado, frescura conferida pela acidez a dar elegância ao corpo firme. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2339″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzUlMkM5OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Bridão” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Do Tejo Syrah tinto 2015
Adega Cooperativa do Cartaxo
Aroma com notas vegetais, chá com bergamota, notas balsâmicas a fazer lembrar o estilo Velho Mundo. Muita elegância e firmeza no palato, tanino aveludado. Alguma perceção de doçura frutada, mas final seco e sério. (14,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2340″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzEyJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Cabeça de Toiro” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Do Tejo Syrah Reserva tinto 2014
Enoport
Muito fruto bonito e flores no aroma, tinta-da-China, nota vegetal e alfazema. Corpo médio, com leve percepção de doçura na boca. Um tinto bem elegante que termina com notas florais e frutadas. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2343″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzclMkM5NSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Grand Arte” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Lisboa Shiraz tinto 2014
DFJ Vinhos
Fruta expressiva com notas balsâmicas no aroma apelativo. No palato surge nada pesado, bastante equilibrado em termos de corpo, tanino e acidez, com muito boa frescura no final de boca. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2345″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzE1JTJDNTAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Humanitas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Alentejano Syrah Reserva tinto 2014
José Rodrigues
Aroma elegante com bagos silvestres, folhas de louro e toque de borracha num perfil mais austero e sério. Na prova de boca surge o tanino macio, com atractiva envolvência e boa profundidade e persistência. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2349″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzglMkM5OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Monte da Caçada” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Alentejano Syrah tinto 2015
Casa Santos Lima
Aroma típico da casta com notas de pimenta preta, balsâmico, chocolate, amoras e mirtilos. No palato tem muito fruto, notas de barrica bem integradas, tanino redondo, consensual e apelativo no sabor. (14,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2350″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzE1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Monte da Ravasqueira” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Alentejano Syrah + Viognier tinto 2013
Monte da Ravasqueira
Aromas de chocolate, cacau, fruta madura, fumados de barrica, notas de eucalipto e infusão de flores. Vinho de perfil moderno, com taninos sólidos mas bastante polidos, macio e arredondado, muito sedutor. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2355″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzEwJTJDNzAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYxMCUyRmljb24tYmViZXItaW5jbGluYWRvLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Arcossó” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Transmontano Syrah tinto 2013
Quinta de Arcossó
Um pouco fechado no aroma, surgindo depois no copo um tom apimentado, ligeiras notas de caça, ervas aromáticas. Um Syrah sério, de estilo Velho Mundo, muito fresco no palato e elegante. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2354″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzIyJTJDNTAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Romaneira” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Duriense Syrah tinto 2015
Quinta da Romaneira
Aroma perfumado, com algum floral, sugestões de confeitaria, especiaria e
grafite. Leve, muito macio, com fruta muito pura e fresco na prova de boca. Fácil de gostar e com larga aptidão gastronómica. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2359″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzclMkM5NSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Sobreiró de Cima” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Transmontano Syrah tinto 2015
Quinta do Sobreiró de Cima
Aroma fino com fruto bonito, toque de baunilha no fundo e ligeiro floral cativante. Muita frescura na boca, concentração sem exagero, final longo, firme e apimentado. (14,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2363″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzEzJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinto Elemento” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Tejo Syrah Reserva tinto 2013
Quinta do Arrobe
Aroma delicado, com sugestões vegetais, nota química, algum fumado,
eucalipto e leve nota floral perfumada. Na boca mostra-se sedoso, profundo, com bastante frescura e firmeza. No final de boca há um leve sabor a azeitona preta que lhe dá carácter. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2335″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzYlMkM0OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Senses” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Alentejo Syrah tinto 2014
Adega Cooperativa de Borba
Aroma de café torrado, frutos do bosque, folha de louro com fundo apimentado. Muito bom volume, textura suave apesar do tanino sólido e maduro, com boa acidez a fazer um conjunto muito harmonioso. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2364″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzIzJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMTAlMkZpY29uLWJlYmVyLWluY2xpbmFkby5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Telhas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Alentejano Syrah tinto 2013
Terras de Alter
Aroma complexo de cereja preta, azeitona, folhas de louro, funcho e baunilha. Muito corpulento, com tanino maduro, um tinto opulento mas com acidez a dar frescura. Final longo e afirmativo. (14,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2366″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzYlMkM5OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Vidigueira Ato IV A Inspiração” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Alentejo Syrah tinto 2015
Adega Coop. Vidigueira
O aroma revela chá preto, ameixa, vegetal seco e ervas aromáticas. Carnudo na prova de boca, sumarento, com tanino seco mas maduro, todo o conjunto muito equilibrado e bem agradável. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2353″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDOCUyQzQwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Lapa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Tejo Syrah Reserva tinto 2014
Agrovia
Perfil diferente do habitual, com predominância de ervas aromáticas sobre a fruta. No aroma surgem licor de ginja, aneto, funcho e café, que continua com uma nota torrada no palato. Final com bela frescura. (14%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2358″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Monte d’Oiro Lybra” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Lisboa Syrah tinto 2014
José Bento dos Santos
Aroma frutado e floral de intensidade média. Na boca sente-se a fruta bem expressiva e limpa, sugestões de borracha e azeitona. Corpo médio, acidez muito equilibrada a dar frescura e boa presença no final. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2356″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTQlMkM5OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Ventozelo Unoaked” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]IGP Duriense Syrah tinto 2016
Quinta de Ventozelo
Muito jovem ainda, intenso e exuberante no aroma, cheio de fruta expressiva, como groselha, algum floral e confeitaria. O perfil intensamente frutado atravessa toda a prova, é um vinho franco e descomplicado, com poder de atracção. (14,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2360″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzE0JTJDMjUlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Valdoeiro” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Bairrada Syrah tinto 2015
Soc. Agr. Com. Vinhos Messias
Fechado no aroma com sugestões vegetais de sardinheira, folha de louro e amoras. Corpo delicado, num registo leve e fresco, cortado por acidez vincada no final. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”2362″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzclMkM5OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Vale de Fornos” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Do Tejo Syrah Reserva tinto 2015
Soc. Agr. Vale de Fornos
Aroma de fruta confitada, frutos silvestres, bolo de chocolate. Abaunilhado na boca com tanino firme, corpo médio e álcool um pouco elevado para o conjunto. Final suave e redondo. (15%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row]
Vindimas: depressa e bem

Cortesia da seca prolongada (e ventosa) que o país tem estado a viver, estas foram as vindimas mais precoces de que há memória. Num repente, todos tiveram de acudir às uvas que amadureciam de supetão nas vinhas de Portugal. Veja o porquê de tamanha precocidade e um primeiro prognóstico da qualidade do ano de 2017. […]
Cortesia da seca prolongada (e ventosa) que o país tem estado a viver, estas foram as vindimas mais precoces de que há memória. Num repente, todos tiveram de acudir às uvas que amadureciam de supetão nas vinhas de Portugal. Veja o porquê de tamanha precocidade e um primeiro prognóstico da qualidade do ano de 2017.
TEXTO João Afonso e António Falcão FOTOS Anabela Trindade
ORLANDO Ribeiro, talvez o mais conhecido geógrafo português, escreveu que “não há geração em Portugal que não afirme que o clima está mudado”. Esta afirmação decorre, obviamente, da enorme inconstância e variabilidade deste nosso dito clima mediterrânico.
O ano de 2017, pelos seus excessos, é mais um daqueles que nos leva a dizer que “o clima mudou”. E ainda que alguns recordes de temperatura tenham sido batidos e que 6 dos 10 Verões mais quentes desde 1931 (segundo o IPMA) tenham acontecido após o ano 2000, nada nos garante ainda, com toda a certeza, que estejamos em plenas “alterações climáticas”.
Como referia Carlos Campolargo, “temos a memória curta, este ano é igual a muitos outros, só que já ninguém se lembra”. António Magalhães, da Fladgate Partnership, toca na mesma tecla – “A nossa geração está a viver a sua vindima mais precoce, mas o vale do Douro já viveu muitas como esta.”
É de facto a vindima mais precoce que está nas nossas memórias e o gatilho da precocidade foi a Primavera, porque o Inverno, apesar de seco, foi normal em termos de temperatura e proporcionou um abrolhamento perfeitamente atempado. Na Primavera tudo começou “a bombar”.
O segredo esteve na Primavera: seca e ventosa
António Magalhães, referindo-se apenas aos dados meteorológicos do Pinhão (coração do vale do Douro), sublinha que “a chave climática do ano vitícola foi precisamente o mês de Abril”: “Desde 1970 que nenhum mês de Abril foi simultaneamente tão seco e tão quente como o deste ano.” Mas podemos ir mais longe ao observar o quadro do IPMA das Primaveras portuguesas desde 1931. Tivemos, até este ano, 18 Primaveras mais secas do que 2017 e entre elas estão os míticos anos de 1945, 55 e 77, e apenas duas mais quentes, as de 1997 e 2011 (mais dois excelentes anos vitícolas).
A partir da Primavera foi sempre andar para à frente e com vento pelas costas – palavras do mesmo António Magalhães. A palavra ‘vento’ não é aqui usada apenas como figura de estilo: o vento foi (e é) outra das constantes do clima de 2017 e, somado à pouca pluviosidade, complica ainda mais a vida às plantas. No final de Maio, 70% do território estava em seca moderada e as uvas já bastante adiantadas.
Um Junho abrasador
O Verão chegou em modo “turbo”. O terceiro Junho mais quente desde 1931, com uma onda de calor de 18 dias. Nos dias 17 e 18 foram batidos os recordes de temperatura máxima em quase todo o território.
Na primeira semana de Julho o ‘pintor’ (fase da videira quando os bagos tintos adquirem a sua cor escura) estava concluído no Douro e no Alentejo e nos Verdes na última de semana de Junho. Todos sabiam que estavam entre 21 a 30 dias adiantados relativamente a 2016. Mas a temperatura não parou de “bombar”. Verão muito quente (o 6º mais quente desde 2000 e o 9º desde 1931; desde 1931 que seis dos 10 Verões mais quentes ocorreram depois de 2000) e extremamente seco (3º mais seco desde 2000 e o 7º mais seco desde 1931).
O valor médio da temperatura máxima foi o 3º mais alto desde 1931 (+2,59ºC.). Nos dias 20 e 21 de Agosto muitas estações meteorológicas subiram bem acima dos 40ºC., mais um rude golpe às uvas, que já estavam em processo de desidratação desde a segunda semana de Agosto. Todos aguardavam precocidade, mas esta foi ainda maior do que a maioria esperava. Regresso de férias (para quem estava de férias) à pressa. Preparação acelerada de material de vinificação e as vindimas de 2017 começaram um pouco à pressa por todo lado e, mais um facto inédito, praticamente ao mesmo tempo em todas as regiões; ou seja, com preliminares em Julho, e em pleno, em Agosto. Alguma chuva (não generalizada) no Norte do país no final deste mês (em particular nos dias 28 e 29) veio trazer algum equilíbrio às zonas onde caiu e amaciar finalmente o braseiro solar e o espectro de seca severa que singrava em todo um território, cansado de calor e de incessantes fogos florestais, que chegaram a ameaçar muitas áreas vitícolas e as próprias adegas um pouco por todo o centro e norte do país.
Diversidade foi uma ajuda
Mas num país tão diversificado e tão adequado à produção de uva e de vinho, existem sempre motivos para regozijo. A diversidade varietal também nos ajuda muito e tudo o que é casta de ciclo longo usufrui claramente de anos quentes. De salientar mais um facto algo inédito, a boa prestação da precoce Tinta Roriz, que tem surpreendido vários enólogos. Parece que afinal a casta gosta de amadurecer depressa e não lentamente, como rezam as teorias da qualidade.
Falámos com vários enólogos e produtores e CVRs das principais regiões do país, para auscultar os destaques de um primeiro prognóstico do ano que, apesar dos excessos, e à semelhança dele mesmo, poderá (e certamente vai) produzir, vinhos fora de série. Claro que nestas situações as respostas à pergunta – “que tal corre a vindima?” – tende a omitir as partes menos boas, mas sentimos que, efectivamente, esta vindima, à semelhança de tantas outras secas e quentes, poderá produzir vinhos de muito elevada qualidade.
E em jeito de resumo do que vão ler a seguir podemos afirmar que este é o ano da “vinha”. Ou seja, tudo o que é vinha que conseguiu reunir alguma água para alimentar os seus frutos deu origem a mostos e vinhos fantásticos; pelo contrário, tudo o que é vinha que entrou em stress hídrico e térmico (e não serão assim tão poucas), ou não amadureceu, ou desidratou excessivamente as suas uvas, deu origem a mostos deficitários, a necessitar de mais ou menos correcções.
De seguida vamos dar um périplo a todo o país e ver como correu esta vindima, região a região.
Seca dominou vindima de 2017
O apanhado geral está feito mas convém olhar aos pormenores. Região a região – e muitas vezes dentro da mesma região – as maturações da uva e as vindimas não foram todas iguais. Comecemos pelo norte….
FOTOS Ricardo Palma Veiga
VINHO VERDE
Produção em 2016: 736.000 hl
Nesta região consultámos dois técnicos que abarcam quase todo o Minho. Um deles foi António Sousa, enólogo consultor em diversas casas e por isso com uma visão alargada. António confirmou-nos que a vindima foi extremamente precoce, “ainda mais do que em 2011: “Começou a 21 de Agosto, um mês antes do habitual!” Isto porque, em meados de Agosto, o grau provável de muita uva andava entre os 13% e os 14%. Resultado: as castas mais aromáticas, como o Loureiro e Alvarinho, podem ter perdido algum “nervo” de aroma; castas como Avesso e Azal, que gostam de calor, “só ganharam com esta vindima”. Outro facto curioso: este foi “um ano das vinhas ribeirinhas [mais humidade no solo], mais equilibradas que todas as outras; normalmente é ao contrário”. Ainda assim, António Sousa não hesita: apesar do calor, a acidez não caiu muito e, de um modo geral, a vindima deu vinhos equilibrados. Melhor ainda, a produção deverá ser um pouco maior do que em 2016.
António Luís Cerdeira é outro técnico com muita experiência, embora com mais-valias óbvias nas zonas do Alvarinho (Monção e Melgaço). Produtor da marca Soalheiro, este enólogo teve este ano uma grande surpresa: “Andei a fugir da sobrematuração das uvas, algo que nunca me aconteceu.” Mas nada de grave para quem sabe: “Como os teores de acidez estavam perfeitos, foi só controlar o teor alcoólico”, disse-nos Luís Cerdeira. Por outro lado, as uvas das vinhas de altitude (mais frescas) compensaram as vinhas mais baixas, com mais álcool provável. Finalmente, as uvas mostraram-se muito sãs – nada de podridão – e a “vindima foi calma, sem as chuvas habituais”. Prognóstico final deste técnico: “Vamos ter mais e melhor Alvarinho.”
Manuel Pinheiro, presidente da CVR dos Vinhos Verdes, calcula que, em termos de quantidade, 2017 verá a produção subir acima dos 15% face ao ano passado. E, com base em testemunhos que foi coligindo, acredita que “estamos perante uma produção de excelente qualidade”.
DOURO
Produção em 2016: 1.471.000 hl
Viajamos mais para leste e fomos falar com quatro técnicos de grande experiência no Douro. Todos evidenciaram o ano seco e quente e a precocidade da vindima, que terá prejudicado algumas castas de ciclo mais curto. Aparentemente com a excepção da Tinta Roriz, como nos referiu António Magalhães (viticólogo da Fladgate Partnership). As castas Tinto Cão, Tinta Francisca e Touriga Franca, de maturação tardia, terão tido um ano muito bom no geral. E não choveu na vindima, claro…
O seu colega David Guimaraens (enólogo) realçou outro pormenor: “As melhores uvas este ano vieram das vinhas de meia encosta.” E não hesita quando diz que “exposição e altitude das vinhas fizeram a diferença entre o sucesso e o insucesso”. Luís Sottomayor, enólogo da Sogrape Vinhos, acrescentou três pormenores desta vindima tão atípica: “O bago pequeno, a pouca produção e a perfeita sanidade das uvas.”
Charles Symington, director de produção da Symington Family Estates, com 27 quintas em todas as sub-regiões do Douro, lamenta “a perda de alguma uva com a desidratação”. A Touriga Nacional, por exemplo, “não aguentou bem o stress e teve de ser vindimada mais cedo”. O ano teve algum excesso de álcool, considerou o técnico e Luís Sottomayor parece concordar: “Vindimámos um Viosinho a 650 metros de altitude (a 21 de Agosto) com 17 graus! Foi para Vinho do Porto.” O grau alcoólico elevado do vinho acabou por ser benéfico para o grande licoroso do Douro. E aqui há unanimidade entre os técnicos: foi um belo ano para Vinho do Porto. De tal maneira que António Magalhães afirma que “são estes anos que evidenciam a sensatez de produzir generosos neste vale do Douro”.
Para tintos e brancos, também não houve desilusão. Sottomayor fala em “tintos muito perfumados, com excelente cor e bons taninos”. E acrescenta: “Será um ano mais elegante do que robusto.” Charles Symington mostrou um optimismo cauteloso: “Pouca produção (apenas um pouco melhor do que o magro 2016) e qualidade bem acima da média.” Finalmente, David Guimaraens usa outras palavras: “2017 nem será um 2003, nem um 2009, nem um 2011, mas terá certamente a sua própria personalidade.”
Sabia que…
Seis dos 10 Verões mais quentes desde 1931 aconteceram após o ano 2000
BEIRAS
Produção em 2016: 218.000 hl
Logo abaixo do Douro, a Beira Interior não escapou à seca que assolou o país. Quem tinha rega, conseguiu equilibrar as videiras. Quem não tinha, sofreu mais um pouco. Luís Leocádio, da Quinta do Cardo, não hesitou em regar no Verão, mas só nas castas tintas. Foi em cheio. Luís confessou-nos que foi um excepcional ano para os tintos, com vinhos “muito estruturados, bons taninos, boa acidez e cor”. Este ano tudo amadureceu bem, incluindo a Touriga Franca.
As brancas, de videiras já idosas, aguentaram a falta de rega (não existe), mas as uvas terão perdido alguma frescura. E perderam produção, em especial na Síria (cerca de 30%). Nada de grave, contudo, porque a maturação foi “perfeita”, com bagos e cachos pequenos a darem brancos muito aromáticos. A vindima começou mais de um mês antes do ano passado!
O técnico Rodolfo Queirós, da CVR local, deu-nos um panorama mais geral: “Os produtores andam sempre a fugir da chuva e do ‘ai Jesus que não há grau nem cor’. Este ano foi o inverso.” A vindima foi seca e por isso a uva estava “muito sã, com bago pequeno”. Bago pequeno equivale a concentração. Felizmente, a qualidade foi “bem acima da média”. Tudo rosas? Nem por isso: terá havido “menos 25% de produção do que em 2016”.
DÃO
Produção em 2016: 312.000 hl
No Dão, o panorama não foi muito diferente da Beira Interior. Apesar de contar já com umas dezenas de vindimas por todo o Dão, o enólogo e produtor João Paulo Gouveia ficou surpreendido este ano com a precocidade: “Nunca vindimei Encruzado e Malvasia a 24 de Agosto.” Mas, considera o técnico, “é incomparavelmente melhor vindimar mais cedo e maduro do que debaixo de chuva e com uva pouco madura e algum podre” [quadro não raro numa das regiões mais pluviosas do país]. Nas vinhas adultas e bem localizadas, notou muito bom equilíbrio entre a copa e uvas. Ou seja, “não há uva a mais nem a menos”. E a qualidade das uvas? João P. Gouveia encontrou “alguma passa e um pouco menos de acidez do que é habitual, mas uva muito sã e bem madura”. O resultado foram “fermentações fáceis e completas, com brancos gulosos e tintos muito limpos e bem definidos”.
A nível de região, o presidente da CVR do Dão, Arlindo Cunha, disse-nos que 2017 viu uma produção dentro da média e uma vindima com a classificação “muito boa”: não houve chuva as uvas estavam sãs. Arlindo Cunha referiu ainda “algum stress hídrico e térmico”, que terá exigido “algumas correcções”, mas considera que “os vinhos não vão certamente desiludir, bem antes pelo contrário”.
BAIRRADA
Produção em 2016: 259.000 hl
O produtor Carlos Campolargo não ficou surpreendido com o ano, a nível climático: “É igual a muitos outros e já comecei a vindima mais cedo do que este ano.” Mário Sérgio Alves Nuno, da Quinta das Bágeiras, teve uma experiência diferente: “Nunca tinha vindimado em Agosto.” As vindimas ainda decorriam, mas ambos os produtores estavam muito satisfeitos; as uvas estavam sãs, embora tivessem notado alguma desidratação. Nada de grave, contudo. Campolargo disse-nos que “para já o ano está muito positivo e nada há a salientar de estranho ou bizarro”. Mário Sérgio acrescenta: “Se tudo correr como até agora, este vai ser um daqueles anos para recordar com saudade.”
José Pedro Soares, Presidente da CVR da Bairrada, também não tem dúvidas sobre a boa qualidade do ano, especialmente nos brancos. A região deverá agradecer também ter tido mais 18% de produção relativamente ao ano passado.
LISBOA
Produção em 2016: 1.020.000 hl
Uma das regiões que mais vinho produz (atrás do Douro e Alentejo), Lisboa tem motivos para regozijo. Pelo menos a julgar pelas opiniões de José Luis Oliveira e Silva (proprietário da Casa Santos Lima) e do enólogo António Ventura. O primeiro não hesita em classificar esta vindima acima da do ano passado, “que já tinha corrido bem”. Alguma chuva antes da vindima aliviou algum desequilíbrio inicial e as uvas mostraram-se “muito sãs, dando vinhos muito aromáticos, cheios de cor; os brancos muito atraentes”. “Não há qualquer razão de queixa”, referiu o gestor. Uma surpresa: uma Touriga Franca com 16% de álcool provável: “Coisa nunca vista.”
António Ventura ainda estava em vindima quando nos falou e notou muita heterogeneidade de maturação. Os tintos tiveram que esperar. Quanto aos brancos já na adega, Ventura manifestou-se “muito contente”: “Frescos, cheios de genica e com bom grau.”
Vasco d’Avillez, presidente da CVR de Lisboa, não hesita em dizer que foi “a melhor vindima deste século”, embora não em quantidade (igual à do ano passado). O líder da CVR fala sobretudo da qualidade: a humidade atlântica ajudou a ‘regar’ as vinhas em ano de seca e levou-as ao “equilíbrio óptimo”. A opinião unânime dos produtores da região, segundo Vasco d’Avillez, continha uma só palavra: ‘fantástico’. Um grande ano para Lisboa, portanto.
Sabia que…
As vindimas de 2017 terão sido das mais precoces nas últimas décadas
TEJO
Produção em 2016: 584.000 hl
Além de Lisboa, António Ventura é ainda consultor na enorme Adega de Almeirim e outros projectos na região. Em Almeirim, a vindima começou com os brancos no início de Agosto e em meados de Setembro estava a terminar os tintos. Esta é uma zona forte em brancos e ainda bem, porque se mostraram “fantásticos”, a precisar de menos correcções na acidez do que no ano passado. Quanto aos tintos, Ventura apenas referiu que um “feedback muito positivo”. A produção está muito próxima da do ano passado.
João Silvestre, director na CVR do Tejo, deu-nos a sua opinião já com as vindimas praticamente terminadas. A vindima foi “curta e por isso muito intensa”, porque as maturações estavam a avançar em grande força e os produtores tiveram que acelerar a colheita. Este ano as vindimas começaram em finais de Julho (!), algo muito raro de acontecer. No capítulo da qualidade, grandes notícias: boas maturações, mesmo com alguns graus alcoólicos elevados, mas felizmente sem perdas de acidez. Ou seja, vinhos equilibrados no geral. Por isso, João Silvestre não hesita em falar de um 2017 a roçar o “excelente”. E a quantidade? A CVR estima um acréscimo de 10% face ao ano passado. No geral, portanto, um ano para festejar, até porque uma parte do negócio da produção ribatejana está no vinho a granel e os preços prometem ser melhores do que em anos anteriores…
PENÍNSULA DE SETÚBAL
Produção em 2016: 483.000 hl
As areias da região, com água disponível no subsolo, terão ajudado as videiras a equilibrar o calor e a seca. Ainda assim, as vindimas começaram um pouco mais cedo do que o normal, uma ou duas semanas, segundo o presidente da CVR local, Henrique Soares. E o resultado foi bom. Ou mesmo muito bom. Segundo Domingos Soares Franco (da José Maria da Fonseca), 2017 “está a morder os calcanhares de 2011”. Os graus prováveis estão um pouco altos, mas os vinhos têm uma acidez, uma frescura e uma limpeza raras. Bom ainda, Domingos considera que “as castas estão todas perfeitamente definidas nos vinhos que fazem”.
O enólogo Jaime Quendera (consultor em várias casas da região) considera que “a vindima está a correr muito melhor do que alguma vez se pensou”. Mas, apesar da sua já longa experiência, teve surpresas este ano: “Vinhas de Castelão com produções muito elevadas e com 16% de álcool! Nunca aconteceu nem pensei que fosse possível”, remata. Voltamos a Henrique Soares, que calcula que a produção da região poderá ser 5 a 10% acima da de 2016. Excelentes notícias, portanto.
Sabia que…
Ao contrário do que é habitual, as vindimas começaram praticamente ao mesmo tempo em todas as regiões
ALENTEJO
Produção em 2016: 1.118.000 hl
Dir-se-ia que o Alentejo terá sido a região mais afectada pela seca. E assim foi. Mas, recorde-se, há vários anos que muitos viticultores usam rega nas suas vinhas. E se quase sempre é necessário regar, este ano foi crucial. O Verão não foi excessivo nas temperaturas, o que também ajudou. E talvez por isso Pedro Baptista (director de produção da Fundação Eugénio de Almeida) tenha considerado que a maior surpresa foi verificar a maturação fenólica (aromas e sabores) ao mesmo tempo que a maturação em açúcares e o equilíbrio dos ácidos. A quebra de produção (cerca de 30%) também terá ajudado no bom equilíbrio, conseguindo-se também uma muito boa extracção de taninos. Mesmo o Aragonez conseguiu a maturação completa, “temporã e com acidez perfeita”.
António Ventura, que também tem consultorias no Alentejo, apontou o principal problema do ano: graus alcoólicos potenciais muito altos: “Foi necessário misturar vinhas” para fazer lotes mais equilibrados. E se tivesse de destacar uma casta, “seria a Trincadeira, com graus altos, mas muito corpo e frescura”: “É um ano de Trincadeira. O Alicante Bouschet também não fica muito atrás”.
Francisco Mata, dirigente da ATEVA, é o técnico que chefia uma vasta equipa de consultores de viticultura na maior região do país. Segundo ele, o ano foi dominado pelos calores anormais de Junho e pela seca prolongada, que fez reduzir substancialmente o teor de humidade no solo. Quem tinha rega disponível (e água) conseguiu alimentar as videiras. Quem não tinha, viu os bagos diminuir de tamanho e perder peso. Em termos de qualidade, isto até pode ser benéfico, mas tem consequências a nível de produção, que poderá ter baixado acima dos 10% face à média da região. O estado sanitário das uvas estava “excelente” e Francisco Mata não tem dúvidas de que “vamos ter garantidamente grandes vinhos de 2017”.
Epílogo
Na altura em que escrevemos este texto, decorriam as últimas vindimas por esse país fora. Sempre sem chuva (ou quase) a atrapalhar ou calores excessivos a desidratarem as uvas. Por isso não será difícil concluir que esta foi uma vindima para recordar, não só pela precocidade, mas fundamentalmente pela simultaneidade de maturação em todo país. Pode ser que seja também de recordar pela grande qualidade de vinhos produzidos, mas esse vaticínio não está ainda ao nosso alcance. Temos de esperar pelos vinhos…