Vinhos de Mértola: Um Alentejo especial

As terras de Mértola representam o Alentejo extremado, quente, inóspito. Mas por aqui também há manchas de vinha, autênticos oásis verdejantes num clima semidesértico. Tão suspeitas quando admiráveis, fazem vinhos únicos que me amaciaram o espirito e me tornaram um confesso admirador da região e dos seus intrépidos produtores. TEXTO João Afonso FOTOS João […]
As terras de Mértola representam o Alentejo extremado, quente, inóspito. Mas por aqui também há manchas de vinha, autênticos oásis verdejantes num clima semidesértico. Tão suspeitas quando admiráveis, fazem vinhos únicos que me amaciaram o espirito e me tornaram um confesso admirador da região e dos seus intrépidos produtores.
TEXTO João Afonso FOTOS João Esteves Cutileiro
DIZ-SE da cidade mais alta de Portugal, a Guarda, que é a cidade dos 5 “F”: forte, farta, fiel etc. etc. De Mértola, aquela que deverá ser a vila mais baixa de Portugal, eu diria que é a terra dos 5 “I”: inesperada, improvável, inóspita, inimitável e imperdível.
No passado dia 16 de Maio, o termómetro marcava aqui 36 graus centígrados. “Está quentinho, mas nada parecido com os 47 graus durante a vindima do ano passado” – adiantou Helena Manuel, de rosto sorridente e sadio. Juntamente com Carlos Delgado, são os responsáveis pelos 1.000 hectares de agricultura biológica da Herdade dos Lagos, em Vale de Açor, cerca de 20 quilómetros a NW de Mértola, na zona de transição da peneplaníce do Baixo Alentejo para a enrugada e inóspita Serra do Caldeirão.
Um par de horas depois de conhecer Helena e Carlos encontrei-me com Miguel Alho, da Herdade de Vale de Évora, sobranceira à vila de Mértola. Miguel foi ainda um pouco mais longe na temperatura e assegurou, sorrindo, os 49 graus durante a última vindima.
As principais características (ou problemas) de Mértola são o clima e o solo.
Segundo o Instituto Português do Mar e Atmosfera, que cita Köppen-Geiger, é a única região portuguesa de clima de tipo BSk, semidesértico de estepe fria. Isto significa que chove pouco e esporadicamente durante o Inverno; que a evapotranspiração potencial é superior à precipitação anual e que os cursos de água permanentes não existem. E assim é. Mértola tem andado nos últimos 3 anos pelos 350 ml/m2/ano e a ribeira de Carreiras – que atravessámos nesse dia com o carismático Luís Fiuza, gestor da Bombeira do Guadiana, para visitarmos uma vinha de Chardonnay, numa espécie de poço entre os meandros retorcidos deste afluente do Guadiana – era apenas um pequeno charco de água.
Da mesa do restaurante onde almoçávamos com Miguel Alho pude apreciar a vista de um pequeno troço da pedregosa margem esquerda do Guadiana, de cor amarelo/ castanho e onde apenas alguns arbustos se vingavam do rude habitat, sobrevivendo.
“A região anda sempre ao sabor das magras chuvas de Inverno; vêm e vão, o pasto rebenta, seca, volta a rebentar e volta a secar por muitos meses” – rematava, com um certo tom de tristeza e conformismo, o produtor mais dinâmico de vinho em Mértola – Luís Fiuza, que não confirmou os 49 graus de Verão, mas assegurou os 42 graus à sombra. Nada mau! E também lembrou que em termos de clima há várias Mértolas: a da Herdade dos Lagos, na peneplanície, mais parecido com Albernoa e Beja; a da Herdade do Vale de Évora e Balanches, na cota dos 200 a 300 metros de altitude; e a do Bombeira do Guadiana, junto ao rio, na sua margem direita. As últimas geadas de Março são a prova viva destas nuances climatéricas; a Bombeira, de clima mais ameno por influência fluvial, nada sofreu.

A importância da água
Como elucidou Miguel Alho, da Herdade de Vale de Évora, “além de vinha queríamos plantar também algum olival, mas não havia água suficiente”. Assim, tiveram de optar por 30 hectares de azinheiras, consociadas com medronheiros.
Mas a secura não é só desvantagens: na Herdade dos Lagos, 100% dos seus 1.000 hectares de terra, vinha e outras culturas está em modo de produção biológico desde há seis anos e “poupa-se muito em tratamentos fitossanitários” – “Ser bio e sustentável é aqui mais fácil”, sustentam Helena e Carlos.
A água vale ouro neste pedaço “perdido” de território. Como recordava José Carlos Balanche, na sua infância dos anos 70, “os homens aqui, antes de deitarem água nas mãos para as lavarem, levavam-na primeiro à boca”. E fica tudo dito!
A agro-indústria e as enormes possibilidades técnicas que hoje temos para contornar a escassez de água tornaram sonhos em realidade, como é o caso de todos estes projectos. Na Herdade dos Lagos, com 4 estações fotovoltaicas a produzir grande parte da electricidade consumida, existe ainda uma única linha de água que corre para o terreno do vizinho. Mas estão já previstas pequenas obras para construir uma 5ª represa e assim armazenar toda a pouca água que cai por ano na herdade.
Claro que a água tem por aqui também um significado muito diferente de qualquer outro ponto do país…
“É tão bonito! Não é?”, perguntava-me Helena quando visitámos no leito da ribeira de Terjes e Cobres, um pequeno açude destruído parcialmente por uma brutal e recente enxurrada e que deixava ver ainda alguma água acumulada num leito sem corrente, com margens pedregosas revestidas de sofrido mato rasteiro. Claro que é!, respondi eu por simpatia e sem ainda ter percebido a brutal beleza que esta paisagem extremada transmite depois de os nossos olhos a aceitarem.
No dia seguinte, o enólogo Bernardo Cabral perguntava-me o mesmo nas ruínas das outrora bonitas dependências da Torralta (empresa hoteleira que em tempos possuiu a Herdade da Bombeira do Guadiana), que aqui produzia toda a fruta (uva de mesa também) e legumes para abastecer os seus hotéis no vizinho Algarve, numa época em que as importações destes géneros eram caras e raras. Desta vez, frente a uma paisagem em tudo semelhante à do dia anterior, ainda que com bastante mais água num leito do rio Guadiana dominado pela maré enchente (a maré faz-se sentir até 8 km acima de Mértola) tive de concordar, já com alguma sinceridade. Começava a entender Mértola.
Em breve, neste mesmo local existirá um enoturismo com alojamento, porque os turistas do “bird whatching”, segundo Luís Fiuza, fazem parecer o troço de terra batida na margem direita do Guadiana (que vai de Mértola, até estas dependências da Bombeira) mais a marginal de mar junto a Cascais do que propriamente o local ermo desolador e abandonado que era ainda há poucos anos.
O solo e a caça
E se Luís Fiuza, imagino eu, poderia no virar do século ser conhecido como o “Senhor Caça”, com a posse de 32.000 hectares de terra onde explorava com enorme sucesso o negócio que abraçou na primeira metade da década de 90, foi com Miguel Alho, da Herdade do Vale de Évora, que tive o meu segundo e “forte” contacto com as terras de Mértola, apercebendo-me da importância cinegética deste território. “Esta é considerada a capital portuguesa da caça menor” – sublinhou Miguel Alho quando questionado sobre a aptidão natural desta singular região, tão explicita na sua propriedade, com dezenas de comedores para aves que se querem “viciadas” ao local.
Uma herdade com 550 hectares rodeada por outras herdades, bem maiores, todas elas pertencentes aos membros da família Champalimaud. Além desta família, muitas outras da elite financeira nacional possuem grandes áreas de terra em Mértola. Para quê? Caça e negócios, obviamente.
Voltando ao nosso anfitrião Miguel, foi com ele que ia deslocando algumas vértebras na minha coluna depois de um passeio em pick up por toda a herdade. Visitámos os primeiros 10 hectares da nova e pouco produtiva vinha (4 ton/ha) e depois, “upa para cima”, para chegarmos ao ponto mais alto da escarpada estepe e vermos com os nossos olhos aquilo de que nos falavam as imediações de Mértola. E aqui lembrei-me das palavras de Carlos Delgado, da Herdade dos Lagos – “Em Junho, vamos ao cimo de Nossa Senhora de Aracelis (um monte próximo) e parece que estamos em pleno Quénia, e as vinhas verdejantes cá em baixo são autênticos oásis. É muito bonito!”
Falta falar do solo. Diz Maria José, simpática e comunicativa matriarca (com mais de oitenta anos de idade) da família proprietária de Balanches: “Pior do que o clima, é a terra.”
Ondulada e enrugada, é de xisto de clivagem oblíqua ou vertical (como no Douro), com vários níveis de quantidade de argila ou pedra entremeada com maior ou menor regularidade por duríssimos afloramentos quartzíticos. As fertilidades e profundidades variam, como sempre, mas é obviamente em solos sedimentares das linhas de água que se encontra mais riqueza. No geral, são solos de culturas de sequeiro, onde os cereais e o rústico gado menor constituem os recursos naturais mais visíveis desta terra (também há importantes minas de cobre), numa agricultura de aptidão extensiva e contrária à dos fortes e vizinhos barros de Beja. E foi precisamente, segundo Luís Fiuza, a pobreza de solo e clima que impediu esta agricultura de se desenvolver, mantendo os traços tradicionais e extensivos que permitiram a Mértola ser uma importantíssima reserva cinegética nacional. Na Herdade de Vale de Évora ainda se semeiam searas para alimentar a caça. E enquanto olhávamos a jovem vinha da propriedade, outra pick up se nos chegou: funcionários deste Parque Natural andavam em busca do lince que alguém tinha avistado minutos antes…
Sabia que…
A região de Mértola é a única em Portugal que possui um clima semi-desértico de estepe fria
Agora, é a hora da vinha
Mas a caça já foi negócio. Os coelhos são atacados cada vez mais pela hemorrágica viral (que muda de estirpe em cada ataque) e se há alguns anos um hectare de terra produzia quase uma perdiz natural/ano, hoje anda pelo terço ou quarto desta conta. E, pior ainda, as novas gerações tendem a não agarrar nas espingardas. A caça que dava vários milhões de euros/ano ao concelho, é negócio que emagrece a cada ano que passa.
A vinha vem ocupar o vazio deixado pela caça. Ainda muito no início e de débil implantação, pode ser (e quero acreditar que será) uma saída para este concelho tão original. Na zona visitámos quatro produtores, mas há mais um par deles. No total existirão na zona cerca de 92 hectares de vinha, com possibilidade de em breve se lhe somarem outros 25.
Está tudo muito no início. Só para falar nos extremos, a pioneira Bombeira do Guadiana lançou o primeiro vinho em 2003 e a casa Balanches estreia-se este ano. Não há tradição, não havia sequer hábito de beber vinho entre a população. Diria que é tudo muito novo, experimental e francamente estimulante. Sente-se essa “electricidade” em todos os produtores com que falámos. José Carlos Balanche, com mais de 4.000 hectares na posse da família, lembra: “A vinha é um estímulo para o nosso pessoal, é algo verde e viçoso em que eles podem trabalhar durante quase todo o ano e orgulhar-se do seu trabalho, enquanto em redor é tudo árido e seco, sem trabalho para além do pastoreio. A vinha vai ajudar-nos a manter as pessoas na nossa terra.”
Há caminho e pode haver futuro. É gratificante. Eu próprio me senti contagiado pelo entusiasmo transmitido por estes produtores. Claro que ainda não sabemos quais as melhores castas para Mértola ou que tipo de vinho poderá a vir a ser o de Mértola, em termos de perfil local. Para já todos alinham pelo registo “fazer vinho bom”. Mas pelo investimento humano e rigoroso que senti, acredito que Mértola possa somar muitos pontos nas próximas vindimas e encontre o seu próprio modo de estar no vinho. As condições de produção são tão boas ou melhores do que outras regiões do Alentejo. Havendo água, há vida e bom vinho, e além disso a secura, neste caso, só tem vantagens: a chuva aqui nunca atrapalha.
Sabia que…
O nome de Mértola deriva de Martulá, nome que lhe deram os invasores muçulmanos
Fiuza, é perentório quando afirma “que em todo o lado se pode produzir excelência, tudo depende do profissionalismo e empenho de cada equipa”. A Bombeira do Guadiana é, para já, a marca mais visível em termos mediáticos, pelo menos em Portugal, onde vende quase toda a sua produção, mas acredito que outros se lhe seguirão. E para rematar esta peça nada melhor que outra tirada do carismático Luís Fiuza: “Está na mãos dos produtores locais provar que merecemos estar no mapa do vinho português.” Pela parte que me cabe, e neste mesmo mapa, já coloquei uma marca bem gorda na lindíssima vila de Mértola.
Monção e Melgaço com barrica

Precisamente há três décadas, no limite-norte do país começavam ensaios de fermentação e estágio de Alvarinho em barricas, atualizando tradições vetustas. Meia década volvida e surgiu no mercado o Vinha Antiga, o primeiro vinho de Alvarinho de Monção e Melgaço com madeira. Outras marcas seguiram o exemplo e continuariam os ensaios na região (e fora […]
Precisamente há três décadas, no limite-norte do país começavam ensaios de fermentação e estágio de Alvarinho em barricas, atualizando tradições vetustas. Meia década volvida e surgiu no mercado o Vinha Antiga, o primeiro vinho de Alvarinho de Monção e Melgaço com madeira. Outras marcas seguiram o exemplo e continuariam os ensaios na região (e fora dela). Aperfeiçoaram-se as técnicas e novos produtores e vinhos trouxeram diferenças de perfil. Hoje há muito, e bom, por onde escolher!
TEXTO Nuno de Oliveira Garcia FOTOS Ricardo Palma Veiga e Anabela Trindade
É com um brilho nos olhos que Anselmo Mendes me relata que faz exactamente este ano 30 primaveras que começou os primeiros ensaios de fermentação e estágio em barrica da sua uva predileta, o Alvarinho. Filho da região dos Vinhos Verdes, bem lá no norte do país, na atual região de Monção e Melgaço, foi com naturalidade que escolheu as uvas da família para o efeito, bem como umas barricas de 225 litros compradas em França com o “parco ordenado da altura”, palavras do próprio.
Os primeiros resultados não foram totalmente consensuais à época (diz-me que foram “aplaudidos por uns e rejeitados por muitos”). O facto de o Alvarinho já então beneficiar de fama de melhor casta branca do norte de Portugal não ajudava, pois, como se diz coloquialmente, em equipa que ganha não se mexe. Ou seja, não havia necessidade de inovar. Vivia-se em plena década de 80 do século passado, o país crescia economicamente a olhos vistos, os Alvarinhos da região vendiam-se bem, e alguns eram até verdadeiros ícones nacionais. Acresce que os vinhos mais conhecidos e cobiçados da região – caso do Palácio da Brejoeira, o mais famoso na altura – não viam qualquer madeira durante a vinificação. Em suma, o Alvarinho, tido na região como um vinho de cerimónia, e cuja uva tendeu sempre a ser mais valorizada do que as castas tintas, não carecia de ver ser alterada a fórmula do seu sucesso, que passava pela vinificação em tanques de inox.
Antes, contudo, desses anos de ‘modernidade’, era comum a fermentação do Alvarinho (e de tantas outras castas) em depósito e vasilhames de madeira, mas não nos moldes atuais, naturalmente. Como me descreve Joana Santiago, da Quinta de Santiago, a sua avó vinificava a casta em tonéis de madeira (acima dos 500 litros), de carvalho português ou até de cerejeira, inclusivamente com o arranque da fermentação com as películas. Por isso, aliás, o atual enólogo da propriedade da família – José Domingues – encontra-se a testar várias madeiras tradicionais, tudo para conseguir replicar os vinhos de outro tempo.
Mas voltemos a Anselmo Mendes, e aos seus ensaios… O experiente enólogo recorda-se dos seus primeiros vinhos com fermentação em barrica de carvalho, e da sensação aromática que proporcionavam e que apelida de “exuberância baunílica” (o primeiro Vinha Antiga da Provam, em 1995, foi um caso paradigmático). Com o passar dos anos, e já em plena década de 90, Anselmo experimentaria barricas de diferentes origens (um pouco de tudo, entre Tronçais, Allier de França, Carvalho Americano e até Carvalho Português), tendo identificado a madeira de Nevers (a norte de Allier) como aquela que menos afectava o carácter varietal do Alvarinho. Depois, seguiu-se o aperfeiçoamento da battonage – agitação das borras sobre o líquido dentro da barrica – e Anselmo compreendeu que também neste capítulo muito haveria que aprender. Com uma uva de bago pequeno, e que proporciona mostos com intensidade, muita battonage não significava necessariamente melhor vinho, apenas proporcionando um desnecessário maior volume e, muito pior, dificultava a medição de oxigénio. E surgiu ainda uma outra variável: saber se a agitação deveria ocorrer em borras finais ou totais, sendo que ainda hoje os produtores divergem; Anselmo prefere borras totais, enquanto vários enólogos da região contactados preferem as borras finas.
Ainda no que respeita às madeiras, um dos temas centrais é a dimensão da barrica. À partida, e se negligenciarmos os efeitos da tosta e do ano de uso, a dimensão é o fator que mais influencia a marca da madeira no vinho – por regra, quanto maior for a barrica, menos marcado pela madeira sai o vinho. Por isso, Anselmo Mendes praticamente abandonou as meias-pipas (225 litros) e fixou-se em barricas bem maiores, de 400 litros. Segundo o próprio, estas barricas, de preferência novas, mas com tosta muito ligeira, são perfeitas para a fermentação de Alvarinho proveniente dos solos graníticos porfiroides e dos terraços fluviais com pedra rolada. Já as barricas de 1.º e 2.º ano devem ser dedicadas por inteiro ao Alvarinho dos solos franco-arenosos.
Sabia que…
Nos anos 90, Anselmo Mendes experimenta madeira de diferentes origens até encontrar a que menos afecta o carácter do Alvarinho

Diferentes estilos
Outro projeto que cedo compreendeu a mais-valia da fermentação em barrica foi o produtor Quinta de Soalheiro. Efetivamente, este relevante produtor – que, em 1974, plantou a primeira vinha contínua de Alvarinho e, em 1982, criou a primeira marca de Alvarinho de Melgaço (precisamente Soalheiro), há mais de uma década que destina um pequeno lote dos seus melhores vinhos, de uvas criadas em método biológico, para fermentação em carvalho francês, numa mistura de barricas novas e usadas. Esse vinho – Quinta de Soalheiro Reserva – sempre mereceu os maiores elogios da crítica, e soube mudar o seu perfil ao longo do tempo. Se em meados da primeira década do novo milénio o estilo inicial era ainda marcado pela madeira (sempre de excelente qualidade), apesar das nuances minerais inesquecíveis, a verdade é que a partir da colheita de 2012 o perfil foi sendo depurado, tornando-se muito delicado e quase subtil, com a madeira apenas a contribuir para um ambiente de sofisticação.
Caminho diferente foi o seguido por Luís Seabra, enólogo com anos de experiência no Douro, e não só, e com projetos dentro e fora de Portugal. Luís optou pela utilização de tonéis austríacos com significativa capacidade, com 1.000 e 2.000 litros. O enólogo e produtor quis, desde o primeiro momento, fazer algo de diferente com a casta, e elegeu um estilo assumidamente oxidado para, segundo o próprio, mostrar um perfil diferente da região e não apenas mais uma monocasta de Alvarinho semelhante a tantos outros. Começou na vindima de 2013 (vinho que se mantém em forma), seguindo sempre um caminho de intervenção mínima, chegando ao expoente de só usar sulfuroso na fase do engarrafamento.. É, precisamente, pela ausência da proteção que o sulfuroso proporcionada, em conjunto com a fermentação em tonel de grande dimensão, que o seu vinho – o Granito Cru – se apresenta num perfil mais aberto.
Outra diferença vincada do vinho de Luís Seabra é a fermentação maloláctica por que passou, caso único em prova e raro região. Esta fermentação, que opera a transformação do ácido málico em lático, reduz a acidez total do vinho, influencia os aromas, sabores e até texturas, dando ainda um contributo ao nível da estabilidade biológica. Luís reconhece que está a trabalhar no limite, até porque nem sempre a acidez dos mostos é excecionalmente alta, e diz saber que tudo é que tudo uma questão de equilíbrio. Por ora, tem tudo corrido bem pois os anos – 2013, 2014 e 2015 – tem proporcionado mostos ácidos na região dos Vinhos Verdes, mas disse-me estar consciente que quando assim não for terá de reduzir o lote de vinho sujeito a maloláctica.
Por sua vez, na Quinta de Santiago, a regra é a de que o Alvarinho não pode ser todo fermentado e estagiado em barricas novas e, mesmo estas, têm de ser sujeitas a tratamentos (lavagens com água quente e não só) antes de receberem o vinho. Tudo para evitar os aromas a baunilha, fumados e até a café que as barricas podem proporcionar ao néctar. Por ora, neste produtor, existem barricas de carvalho francês de 250 litros, mas muitas também de 500 litros, existindo até já um balseiro de 2.000 litros também em uso para o Alvarinho topo de gama. O desafio para o futuro passa por conseguir reproduzir o vinho da avó de Joana Santiago, sendo que para isso são precisos muitos ensaios com madeiras em desuso nas empresas de tanoaria, caso evidente da cerejeira.
Quem igualmente privilegia barricas antigas para fermentar o seu Alvarinho topo de gama é a Provam, sendo que o seu vinho de nicho – o Contradição – nelas estagia por cerca de 7 meses, antes de um estágio em garrafa por mais um ano.
Sabia que…
À excepção de casos muito especiais, as uvas de Alvarinho são as mais bem pagas do país, alcançando facilmente o euro por quilo
Naturalmente, outra forma de evitar os excessos da barrica é submeter a fermentação e estágio apenas uma pequena parte do lote final, opção que proporciona muita versatilidade e que garante a manutenção de um estilo colheita após colheita, sendo disso bons exemplos o Soalheiro Primeiras Vinhas e o Alvarinho produzido por João Portugal Ramos, que, em 2016, teve 10% do mosto fermentado em barricas novas de carvalho francês. A opção por carvalho americano, ainda que apenas parcialmente, por ora está resumida à Adega de Monção, com o seu Deu-La-Deu Premium a fermentar em meias barricas e a estagiar nelas por 4 meses.
Em suma, o Alvarinho agradece a fermentação, e até o estágio, em barrica, mas dúvidas não restam que dessa forma o trabalho é muito mais exigente do que a fermentação em inox. As opções são muitas, e os cuidados para evitar que a madeira se sobreponha à variedade – mais a mais numa região onde o granito, sobretudo em meia encosta, contribui para alguma subtileza aromática – nunca são poucos. E não nos podemos esquecer que estamos a referirmo-nos à região – Monção e Melgaço – que viu nascer a casta e que mantém um registo de autenticidade da mesma, com vários produtores de excelência.
Os perfis dos vinhos em prova são diferentes, mas prontos a agradar a todos. Existem vinhos muito frescos, com a madeira discreta, como são os casos do João Portugal Ramos e do Regueiro Barricas. Na situação oposta, temos vinhos onde a presença da madeira é mais assumida, caso do Deu-La-Deu e do QM Homenagem. Entre ambos os estilos, encontramos os Parcela Única e Quinta de Soalheiro Reserva, ambos a revelar integração e equilíbrio extraordinários com a barrica. Outros vinhos ainda revelam evolução e uma maior oxidação, como o Contradição e o extremado Granito Cru, que contudo proporcionam muito prazer. É só escolher.
Debaixo de terra: A singularidade das Caves da Bairrada

A Bairrada é uma região com grandes tradições vinícolas. A partir dos anos 20, surgiram muitas das mais conhecidas Caves, concebidas, sobretudo, para a produção de espumantes. Algumas alargaram os seus horizontes e vingaram até hoje; outras ficaram pelo caminho. António Dias Cardoso, enólogo e profundo conhecedor da Bairrada, acaba de publicar um livro sobre […]
A Bairrada é uma região com grandes tradições vinícolas. A partir dos anos 20, surgiram muitas das mais conhecidas Caves, concebidas, sobretudo, para a produção de espumantes. Algumas alargaram os seus horizontes e vingaram até hoje; outras ficaram pelo caminho. António Dias Cardoso, enólogo e profundo conhecedor da Bairrada, acaba de publicar um livro sobre a história e o dinamismo empresarial da região.
TEXTO Mariana Lopes FOTOS Anabela Trindade e Ricardo Palma Veiga
A história das empresas de vinho bairradinas começou em 1893, com a Associação Vinícola da Bairrada a encetar a produção de espumantes na região. O pontapé de saída tinha sido já dado, três anos antes, pela Escola Prática de Viticultura e Pomologia da Bairrada, sob a direcção de José Tavares da Silva, engenheiro agrónomo. Tendo a AVB laborado até 1905 com este nome, sucederam-lhe outros, culminando em Caves Monte Crasto, as quais, nos anos 90, caíram por insolvência. Apesar do nascimento “prematuro” desta Vinícola, foi depois de 1920 que se deu o “boom” das empresas mais emblemáticas: S. João (1920), Barrocão (1924), Aliança (1926), Messias (1926), Valdarcos (1926), Borlido (1930), Neto Costa (1931), Vice-Rei (1941), Império (1942), Montanha (1943), S. Domingos (1944), Caves Primavera (1947), Pontão (1949), Altoviso (1952), Fundação (1970) e outras mais.
António Dias Cardoso acaba de lançar um livro sobre o tema, “Caves da Bairrada, Elementos da Sua História”. Agora aposentado, é engenheiro agrónomo, foi director da Estação Vitivinícola da Bairrada, director de Serviços de Vitivinicultura na Direcção Regional (Bairrada, Dão e áreas limítrofes) e enólogo das Caves São João e Messias, tendo escrito vários livros técnicos, de enologia. Com modéstia na voz, revela: “Conheci muitas empresas e tive acesso a informação que nem toda a gente teve, então senti-me na obrigação de escrever este livro.” Foram dois anos de estudo, investigação e entrevistas a gente ligada às empresas e membros das suas famílias.
O “Champagne Português”
“A maior parte destes agentes económicos começaram a sua actividade sob o nome ‘Vinícola de qualquer coisa’ e não ‘Caves’”, conta Dias Cardoso. Aqueles adoptaram esta última designação porque eram, efectivamente, estruturas subterrâneas de engarrafamento e armazenamento. Mas Caves há em todo o lado. O que torna a Bairrada sui generis no panorama vitivinícola é o aglomerado deste tipo de adegas subterrâneas, construídas numa mesma época, numa mesma região.
E porquê só de engarrafamento e armazenamento? Na verdade, estas empresas não vinificavam, numa fase inicial. Era prática comum a compra de vinho a pequenos produtores e agricultores (mais tarde, nos anos 60, a adegas cooperativas), para engarrafamento e comercialização de brancos e tintos com o selo da marca.
Só muitas décadas depois é que a maioria das Caves sobreviventes, as que se renovaram e adaptaram, começaram a vinificar o seu próprio vinho tranquilo e a fazer os vinhos bases para espumantizar.
O impulso para a criação das Caves bairradinas foi dado maioritariamente, ainda no início do século, por visionários portugueses regressados da sua emigração no Brasil, que, por terem alargado horizontes, se prestaram a gestos ousados para a época. Em muitos casos eram pessoas sem qualquer formação académica, mas com sede de modernização e desenvolvimento.
Na verdade, o que motivou a produção de espumante na Bairrada foi a vontade de fazer o “champagne português”. Inicialmente, os produtores introduziram castas de Champagne na região, nomeadamente Pinot Noir e Chardonnay, mas tal revelou-se infrutífero a médio prazo. Assim, variedades regionais como Maria Gomes e Bical começaram a ser as mais utilizadas para o espumante da Bairrada.
É de notar, como absolutamente surpreendente, o volume de negócios e de emprego que estas Caves criaram nos seus tempos áureos, os anos 60. Mesmo numa fase de “vacas magras” (década de 90) já sem o contributo dos mercados das ex-colónias, as Caves Aliança empregavam 291 pessoas e geravam vendas de 26 milhões de euros anuais. Já na Messias laboravam 133 pessoas e vendiam-se cerca de 12 milhões de euros, por ano. As Caves Barrocão, com 52 trabalhadores, atingiam os 5 milhões anuais. No conjunto, só as empresas que nasceram na primeira metade do século XX vendiam no final dos anos 90 algo como 73 milhões de euros por ano e detinham um valor menor, mas muito parecido, de activos fixos.
Além de um mercado nacional sólido, com picos sazonais muito interessantes, a mina de ouro destas empresas era África, com destaque para os mercados de Angola e Moçambique. António Dias Cardoso lembra: “As Caves Primavera, a Imperial Vinícola [Caves Império] e as Caves S. João eram casos típicos de dependência do mercado africano.” De 1963 a 1967, este trio vendeu quase 69 milhões de litros para aqueles dois países, já para não falar das demais empresas. “Quase 50% do mercado de Angola era abastecido pelas empresas da Bairrada!”, lembra o agrónomo. No entanto, e invertendo o conhecido provérbio português, depois da bonança veio a tempestade. Mas isso já é outra história…
Mais de três dezenas de estrangeiros passaram pelo concurso, entre wine critics e/ou wine educators e sommeliers. Os presidentes do júri eram constituídos por enólogos portugueses com comprovada experiência e histórico. Todas as provas eram cegas e nos jurados estava presente uma boa parte dos técnicos de vinhos de qualidade deste país. Para eles, esta é também uma excelente oportunidade de entrarem em contacto com outros aromas e sabores e sempre uma oportunidade para acumular experiências e conhecimentos. Paulo Nunes dizia-nos exactamente isso: “acho que o grande salto de qualidade em Portugal aconteceu depois da crise (2008 e anos seguintes), quando os produtores portugueses tiveram de ir lá para fora, absorvendo conhecimentos e enfrentando a concorrência de todo o mundo. Tivemos de abrir os olhos…” Curiosamente, dois dias depois destas declarações em Santarém, Paulo subia ao palco em Arraiolos para receber o maior galardão do concurso. É ele o enólogo do Villa Oliveira Touriga Nacional de 2011 (da Casa da Passarella), um vinho nascido e criado no sopé da Serra da Estrela e que venceu dois dos sete maiores prémios: o Melhor Vinho do Ano e o Melhor Varietal tinto.
As Caves perdidas
Muitas das caves nascidas nos anos 20 mantiveram um crescente desenvolvimento ao longo dos tempos, mas outras acabaram por se afundar. Dias Cardoso apresenta três razões fundamentais para esse desfecho. Primeiramente, a forte dependência do mercado africano. Quando este se perdeu (depois da revolução de 1974), trazendo enormes dificuldades às transacções financeiras entre as ex-colónias e Portugal, algumas das Caves entraram em colapso por não conseguirem redireccionar o negócio para outros mercados. Outro motivo prendeu-se com dificuldades financeiras, devido ao crédito bancário praticado de forma excessiva e aos elevados juros. Como os administradores destas empresas eram, em geral, pessoas bastante conhecidas, os bancos conferiam-lhes crédito mesmo que não o pudessem suportar.
Em terceiro lugar, nas últimas duas décadas do século XX, o mercado nacional e internacional transformou-se e tornou-se muito mais exigente. A qualidade e perfil dos vinhos não se adequava aos requisitos dos novos tempos e as empresas que apenas engarrafavam (sem vinificar) não conseguiam controlar o produto dos fornecedores. Algumas Caves adaptaram-se e começaram a investir em adegas (e até vinhas); outras não o souberam ou puderam fazer e, inevitavelmente, definharam…
A renovação e o legado
Gradualmente, com o avançar das décadas, os produtores bairradinos foram alargando a gama de produtos (inicialmente centrada nos espumantes e aguardentes) e investindo no engarrafamento de vinhos tranquilos de denominações de origem, sobretudo Dão (logo nos anos 60), mas também Vinho Verde e, mais recentemente, Douro e Alentejo. Este conceito manteve-se até aos dias de hoje, sendo prática de empresas como Messias, S. João, Aliança, São Domingos, Primavera ou Montanha.
No entanto, a partir dos anos 90, os pequenos produtores bairradinos “de quinta”, como Luís Pato, Casa de Saima, Quinta da Dona ou Quinta das Bágeiras, começaram a ganhar clara vantagem perante o consumidor mais exigente, pois a qualidade dos seus vinhos era superior e tinham uma imagem mais forte e personalizada. Assim, estávamos perante uma clara mudança estratégica que, como Dias Cardoso conclui no seu livro, “implicou uma ligação à viticultura, assegurando uma produção própria controlada pelos seus técnicos e contribuindo decisivamente para a personalização dos seus vinhos”.
Apesar do peso que os vinhos tranquilos tiveram (e ainda têm) no negócio das Caves, a sua imagem, com algumas excepções, continuou a ser construída em torno dos espumantes. Estas singularidades das Caves bairradinas, e todo este dinamismo pioneiro em torno da produção de espumante, deixaram um legado impagável para a região: o desenvolvimento desta indústria como bandeira da Bairrada. Hoje, sabemos que cerca de 65% do espumante português é da Bairrada e 20% é certificado com a sua denominação de origem ou indicação geográfica.
The Fladgate Partnership: Especialistas de Vintage

Como é que um Porto Vintage acontece? Que conjugação de factores naturais e humanos precisa de ocorrer para que o mais prestigiado dos vinhos do Porto possa nascer? Uma Masterclass sobre Porto Vintage promovida pela Fladgate Partnership procurou responder a estas questões. Ao mesmo tempo, os novos Vintage de quinta foram apresentados ao público. […]
Como é que um Porto Vintage acontece? Que conjugação de factores naturais e humanos precisa de ocorrer para que o mais prestigiado dos vinhos do Porto possa nascer? Uma Masterclass sobre Porto Vintage promovida pela Fladgate Partnership procurou responder a estas questões. Ao mesmo tempo, os novos Vintage de quinta foram apresentados ao público.
TEXTO João Afonso Falcão FOTOS Cortesia do produtor
UM Vintage é um generoso de cor ruby, oriundo do Vale do Douro, feito com uvas de uma só colheita (excelente ou excepcional), engarrafado na segunda Primavera a seguir à vindima.
Há, genericamente, dois tipos de Vintage nas casas tradicionais: os Vintages de Quinta, que são lançados em colheitas excelentes, e os Vintages Clássicos, produzidos em colheitas excepcionais e que são acompanhados por declaração generalizada do sector em evento de grande pompa e circunstância.
Para se ter uma ideia da frequência de lançamentos deste tipo de vinho, na Fladgate, entre 1970 e 2014 (45 anos), um clássico não sucedeu a outro, 3 em cada 10 vindimas produziram um Clássico; e 75 por cento das vindimas produziram ou Clássico ou Vintage de Quinta. Mas o que é preciso para originar um Porto Vintage na Fladgate?
O solo
Um solo de rocha de xisto muito antiga e degradada em calhau, argila e limo que permite que uma viticultura montanha nas encostas do rio Douro não seja, na sua esmagadora maioria, regada (apesar de no Douro Superior a prática se ter instalado crescentemente nos últimos anos). No âmbito da rega de vinha esta é uma das empresas de vinhos mais puristas, mantendo-se afastada da tentação de facilitar a vida às videiras. A vinha foi, é e será, uma cultura de sequeiro nas Quintas da Fladgate Partnership.
Vinhas e castas
Um grupo dilatado de castas e de vinhas (novas, adultas e velhas) com diferentes altitudes, exposições e localizações. Um enorme puzzle que faz com que cada quinta tenha uma mensagem ou um “código” especifico de vinho.
Neste item, e se nos focarmos apenas nas três diferenciadas e principais marcas – Taylor, Fonseca e Croft –, a Fladgate possui sete quintas (terroirs) contribuintes de uvas para Porto Vintage: Vargellas, Terra Feita e Junco, para a Taylor’s; Panascal, Cruzeiro e Stº. António, para a Fonseca: e Roeda, para o Croft. Em anos excelentes e não excepcionais surge o Vintage Single Quinta, que toma à partida o nome da principal quinta de cada marca. Excepção feita ao Fonseca Guimaraens que não sendo um clássico junta também as uvas das três Quintas do Vintage Fonseca.
As vinhas destas sete quintas têm uma idade média de 34 anos, havendo, contudo, em todas elas vinhas velhas que variam entre os 80 e os 108 anos de idade. As vinhas velhas dão complexidade e carácter aos Vintages e as vinhas novas conferem fruta e cor.
Nas castas, a Touriga Franca e a Tinta Roriz dominam; seguem-se-lhe em diferentes percentagens a Touriga Nacional, Tinta Barroca, Tinta Amarela e Tinto Cão e castas menos conhecidas (a Tinta Francisca surge em 5º lugar na Croft e a Tinta da Barca em 5º na Taylor´s). Nas vinhas velhas cada quinta tem o seu próprio sortido de variedades “esquecidas”´, como Rufete, Moreto, Tinta de Aguiar, Casculho, Cornifesto, Malvasia Preta, Sousão, Alicante Bouschet, etc.
Um clima especial
Um ano climatérico favorável é factor decisivo. O clima muda drasticamente à medida que subimos o rio ou subimos em altitude. Muitas nuances climatéricas estão na origem da probabilidade Vintage. Estatísticas recolhidas entre 1970 e 2014 pela empresa revelam que esta probabilidade aumenta se entre Abril e Outubro chover 1/3 da média anual, se a temperatura média em Julho for amena e se em Setembro choverem menos de 20mm.
O factor humano
O profissionalismo das equipas de viticultura e enologia está acima de tudo. Acompanhamento da maturação, vindima de precisão orientando sempre os melhores lotes de uvas (casta, ou lote) para os 33 lagares repartidos pelas 5 adegas tradicionais da empresa: Quinta de Vargellas, Terra Feita de Cima e de Baixo, Panascal e Roeda. Estes lagares são fundamentais pela dinâmica térmica da pisa a pé, que consegue extrair para o Vintage mais taninos e mais aromas. Todos os Vintages Fladgate são feitos nestes lagares tradicionais. Nos últimos 8 anos foram aqui vinificados uma média anual de 830.500 litros de potenciais Vintages com um resultado médio final de engarrafados de 198.500 litros. Ou seja, apenas 24% dos potenciais Vintages chegam a sê-lo.
A selecção dos lotes
Durante a vindima (damos como exemplo a de 2015) faz-se a separação de lotes especiais vinificados nos lagares tradicionais. Por norma são cerca de 200.
Em Fevereiro de 2016 escolhem-se os melhores lotes/componentes para Vintage segundo critérios de qualidade, equilíbrio e potencial de envelhecimento. Em Fevereiro de 2017 reavaliam-se estes mesmos lotes de 2015 e algum tempo depois faz-se a prova dos lotes da vindima de 2016. Em Março de 2017 faz-se a composição dos lotes para Vintage 2015 já com uma ideia do tipo de Vintage que irá ser lançado. Em Abril, prova e afinação final dos lotes seguido de engarrafamento. A 23 de Abril anúncio público sobre a decisão do Vintage.
O anúncio deste ano recaiu sobre Vintages de Quinta (ainda que não se perceba bem o que é o Fonseca Guimaraens), podendo especular-se que a prova dos vinhos de 2016 foi ainda mais prometedora do que os vinhos fantásticos da não menos fantástica colheita de 2015. Mas só o tempo o ditará.
Para termos uma ideia da restrita selecção de lotes de cada Vintage, refira-se que o Vintage Taylor’s 2011 começou por ter na fase final 22 potenciais lotes mas só 12 chegaram a ser utilizados. Selecção sobre selecção de selecção. É assim que se chega a um dos melhores vinhos do mundo.
Os vinhos portugueses à conquista do mundo…

O Concurso Vinhos de Portugal terminou a sua 5 ª edição. Este ano bateu-se o recorde de inscrições e, fundamentalmente, um muito importante grupo de líderes de opinião estrangeiros teve mais uma vez a oportunidade de aprofundar os conhecimentos sobre os vinhos nacionais. TEXTO António Falcão FOTOS Ricardo Palma Veiga MAIS uma edição, mais […]
O Concurso Vinhos de Portugal terminou a sua 5 ª edição. Este ano bateu-se o recorde de inscrições e, fundamentalmente, um muito importante grupo de líderes de opinião estrangeiros teve mais uma vez a oportunidade de aprofundar os conhecimentos sobre os vinhos nacionais.
TEXTO António Falcão FOTOS Ricardo Palma Veiga
MAIS uma edição, mais um sucesso. A equipa da ViniPortugal conseguiu puxar mais um coelho da cartola e as difíceis metas para 2017 foram cumpridas. De facto, estiveram 1.373 vinhos em avaliação no salão do CNEMA, em Santarém, a maior participação de sempre. A diferença para o ano passado e não foi abismal, mas, convenhamos, reunir este conjunto não é nada fácil. E torna esta competição no maior concurso do mundo só com vinhos portugueses. Foi também por isso que Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, se mostrava satisfeito: “O caminho para a afirmação de Portugal como o próximo ‘hotspot’ do panorama internacional do vinho passa por uma aposta clara em ter um produto de qualidade, diferenciado e competitivo. É esse o caminho que procuramos trilhar e que vamos continuar a fazê-lo, desenvolvendo iniciativas como esta que promovem uma imagem positiva do vinho português junto de influenciadores e decisores do mercado internacional”.
5 dias de provas, 110 provadores
A mecânica do concurso foi idêntica à dos outros anos: todos os vinhos foram avaliados durante 3 dias por 13 mesas de 6 provadores cada. Os melhores vinhos foram depois a uma finalíssima, realizada em Évora. Os vencedores foram conhecidos na gala de entrega de prémios, que se realizou à noite na Pousada Convento de Arraiolos e que contou com o Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, Luís Medeiros Vieira.No total participaram cerca de 110 provadores.
Mais de três dezenas de estrangeiros passaram pelo concurso, entre wine critics e/ou wine educators e sommeliers. Os presidentes do júri eram constituídos por enólogos portugueses com comprovada experiência e histórico. Todas as provas eram cegas e nos jurados estava presente uma boa parte dos técnicos de vinhos de qualidade deste país. Para eles, esta é também uma excelente oportunidade de entrarem em contacto com outros aromas e sabores e sempre uma oportunidade para acumular experiências e conhecimentos. Paulo Nunes dizia-nos exactamente isso: “acho que o grande salto de qualidade em Portugal aconteceu depois da crise (2008 e anos seguintes), quando os produtores portugueses tiveram de ir lá para fora, absorvendo conhecimentos e enfrentando a concorrência de todo o mundo. Tivemos de abrir os olhos…” Curiosamente, dois dias depois destas declarações em Santarém, Paulo subia ao palco em Arraiolos para receber o maior galardão do concurso. É ele o enólogo do Villa Oliveira Touriga Nacional de 2011 (da Casa da Passarella), um vinho nascido e criado no sopé da Serra da Estrela e que venceu dois dos sete maiores prémios: o Melhor Vinho do Ano e o Melhor Varietal tinto.
Os grandes vencedores
Os restantes cinco grandes prémios do Concurso Vinhos de Portugal foram distribuídos pelas regiões do Douro, Vinho Verde, Porto e Bairrada. O Quinta dos Carvalhais Reserva 2012 (Sogrape Vinhos) conquistou o título de Melhor Vinho branco de lote. O ‘Melhor Vinho tinto de lote’ coube ao Quinta do Crasto Vinhas Velhas Douro Reserva 2014. Nos Licorosos, a palma foi para o Kopke Porto Colheita 1967 (da Sogevinus), enquanto nos espumantes venceu o Quinta do Ortigão Cuvée 2012, da Bairrada. O prémio de Melhor Varietal branco foi para a região dos Vinhos Verdes, com o Muros Antigos Loureiro 2016 (da Anselmo Mendes Vinhos).
No total foram atribuídas 341 medalhas, das quais 30 na categoria Grande Ouro, 121 de Ouro e 190 de Prata. O Alentejo, anfitrião da edição 2017 da finalíssima do Concurso Vinhos de Portugal e da cerimónia da entrega de prémios, foi a região que recebeu mais medalhas Grande Ouro do júri (9). Os resultados completos podem ser consultados no site da ViniPortugal (concursovinhosdeportugal.pt/premiados). Recorde-se que os vinhos com as Medalhas Grande Ouro e Ouro terão presença garantida em eventos internacionais de excelência a realizar em 2017 como a ProWine Shanghai, a Vinexpo Bordéus, a Campus Hamburgo e as Provas de Zurique, Chicago, Nova Iorque e Luanda.
Estrangeiros valorizam o carácter regional
O concurso em si é só uma parte do percurso dos provadores estrangeiros. Tal como em anos anteriores, a ViniPortugal realizou três provas especiais – ou masterclasses – com vinhos seleccionados para cada uma das ocasiões. A escolha foi realizada por peritos da revista VINHO Grandes Escolhas. Uma delas foi conduzida por Nuno Oliveira Garcia, sobre castas brancas portuguesas. João Paulo Martins falou sobre as castas tintas e João Afonso abordou o tema “Vinhos de terroir”.
Todas as três provas foram ocasiões únicas para um volumoso painel de críticos estrangeiros ter acesso ao que de melhor e único se faz em Portugal. O leque de nacionalidades presentes no concurso é vasto e de grande nível, abrangendo quase todo os continentes. Mas nem todos tinham a mesma experiência sobre os vinhos nacionais. Não será o caso do alemão Axel Probst, que veio por quatro vezes a este concurso. Axel elogiou a organização, mas notou que “vários dos vinhos de topo de Portugal não se apresentaram neste concurso”. Ainda assim, este especialista disse-nos que “a qualidade tem evoluído muito positivamente”.
A norueguesa Cathinca Dege é, ao mesmo tempo, sommelier, wine writer e wine educator. Gostou da diversidade e da qualidade, só isso foi importante para ela. Foi a primeira vez neste concurso, mas não em Portugal, mas considera que conhecia pouco dos vinhos lusos. Cathinca descobriu muita consistência nos vinhos mas deixa uma recomendação aos produtores: “não caiam na tentação de fazer vinhos de perfil internacional; usem as vossas castas e deixem o terroir falar”.
O canadiano Tom Curry trabalha em Taiwan na educação de vinhos da população enófila. Conhece pouco do vinho português, confessou, mas gostou do que provou. “Alguns vinhos eram espantosos, mágicos. Especialmente os brancos, que me impressionaram muito”. Quanto aos tintos, prefere um estilo mais contido e criticou alguns vinhos que tinha acabado de provar, considerando-os “demasiado exuberantes”. Mas acrescenta: “Este é um problema de muitos outros países”. Para Tom, “os melhores vinhos não são os mais poderosos e exuberantes mas os mais elegantes, mais equilibrados, com mais finesse; bigger is not allways better”, conclui. Tom acredita assim que os consumidores se estão a afastar dos vinhos excessivos e poderosos e acha que Portugal deve seguir o caminho dos vinhos elegantes, vinhos que ele chama de “inteligentes, genuínos, que expressam o local onde nasceram”.
O chileno Patricio Tapia, conhecido jornalista e crítico de vinhos (Wine & Spirits e Decanter) está parcialmente de acordo. Em Santarém pela segunda vez (primeira em 2011), desta vez notou “menos enologia nos vinhos”. Acha, portanto, que os enólogos “deixaram falar melhor o sentido do local onde os vinhos nasceram”. E acrescenta: “Posso ser polémico mas não me interessam muito as 250 castas portuguesas; interessa-me, sobretudo, o respeito que têm por elas, como as interpretam. Provei Antão Vaz maravilhosos, do Dão também, de Colares, da Bairrada…”. Anda assim, Patrício ficou mais impressionado com os tintos: “por vezes emocionam-me”.
Até 2018
Para o ano, a ViniPortugal mantém expectativas de aumentar ainda mais o número de inscrições de amostras na competição. E em Maio de 2018 outro grupo de líderes de opinião estrangeiros passará por cá, provando mais vinhos e visitando explorações portuguesas, levando de volta um maior conhecimento da realidade vínica nacional a todo o mundo. A notoriedade promove as vendas e, num mercado mundial, os produtores portugueses precisam de ambas…
Loureiro e Avesso: Estrelas em ascensão

[vc_row][vc_column][vc_column_text] A procura de vinhos brancos não tem parado de aumentar nos últimos anos, é um facto. Outro facto é que se busca cada vez mais brancos leves e elegantes, de preferência com acidez viva e refrescante. Nesse campeonato, as emblemáticas uvas Loureiro e Avesso, da região dos Vinhos Verdes, têm uma importante palavra a […]
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A procura de vinhos brancos não tem parado de aumentar nos últimos anos, é um facto. Outro facto é que se busca cada vez mais brancos leves e elegantes, de preferência com acidez viva e refrescante. Nesse campeonato, as emblemáticas uvas Loureiro e Avesso, da região dos Vinhos Verdes, têm uma importante palavra a dizer.
TEXTO Nuno de Oliveira Garcia FOTOS Ricardo Palma Veiga[/vc_column_text][vc_empty_space][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner][vc_column_text]
LOUREIRO
[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”920″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTglMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Ameal” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Minho Escolha branco 2015
Quinta do Ameal
Fermentado em barrica usada. Aroma muito puro e bonito, tisana, flores brancas, leve fruto seco, conjunto delicado. Mais potente em boca, meio corpo a cheio, belíssima acidez totalmente integrada e final fino. Muito bem. (11,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”921″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzEyJTJDOTAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Aphros Daphne” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Do Lima Loureiro branco 2015
Casal do Paço Padreiro
Aroma exuberante, vegetal verde, mineral, leve resina de pinheiro. Prova de boca com acidez no ponto, nota a vegetal seco, maçã verde e gengibre na boca, leve amargo a prolongar o final. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”942″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzUlMkM5MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Muros Antigos Escolha” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Anselmo Mendes
Aroma intenso todo centrado no fruto cítrico, lima-limão, e alguma casca de árvore. Prova de boca com muito bom corpo, bela acidez e muito sabor, um Loureiro de perfil modelar, elegante, irresistível. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”926″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNCUyQzUwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Camélia” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Mosteiro de Santa Maria de Landim
Aroma de média exuberância, focado no lado citrino, algum fruto seco ainda a dar complexidade. Prova de boca de perfil fresco, boa acidez, amplo e macio, termina saboroso. Elegante e persistente. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”925″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNiUyQzUwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Casa das Buganvílias” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Do Lima Loureiro Colh. Selec. branco 2016
Figueiredos
Aroma exuberante, nota a tangerina, leve giz, conjunto harmonioso e com perceção de frescura. Macio em boca, apesar da acidez bem presente, bastante cítrico e expressivo. Um Loureiro muito personalizado. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”948″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNyUyQzUwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Casa da Senra” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Do Lima Loureiro branco 2016
Abrigueiros
Aroma bem perfumado, com flores brancas, pólen, algum citrino, vegetal seco. Prova de boca com corpo médio, tudo bem integrado, leve amargo final a compensar alguma doçura de fruto. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”929″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNCUyQzgwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Curvos” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Quinta de Curvos
Muito perfumado no nariz, nota a louro verde, citrino na variante laranja, muito fino, expressivo e vivo. Prova de boca elegante, meio corpo, alguns amargos que aumentam a perceção da acidez, terminando com persistência e sabor. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”934″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNSUyQzQ5JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Giroflé” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
FAP Wines
Aroma todo cítrico e floral, com notas a louro, muito alegre e vivo. Prova modelar na boca, novamente a nota a louro, mas também a melão verde. Bom corpo, e acidez integrada, termina suculento. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”939″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNCUyQzU1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Maria Bonita” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Lua Cheia em Vinhas Velhas
Aroma muito atrativo, todo citrino, muito bem conseguido. Citrino na boca (limão), algum volume e macio de corpo, integrando a acidez evidente, final com sabor. Um Loureiro muito leve e sedutor. (10,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”935″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMyUyQzk5JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”João Portugal Ramos” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
João Portugal Ramos
Aroma bonito, floral, com fruto citrino também, e leve nota tropical ao fundo. Prova de boca de corpo médio, macio e com a acidez integrada, saboroso. Um conjunto com bela harmonia. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”938″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNiUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Lixa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro Escolha branco 2015
Quinta da Lixa
Bela presença aromática, laranja e lima, um leve floral, tudo delicado e elegante. Muita leveza, na boca, sempre com elegância e muita frescura, discreto amargo vegetal de casca de árvore, longo e expressivo. (11,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”936″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNiUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Linhares” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Agri-Roncão
Aroma muito bonito e delicado, floral subtil, leve nota tropical muito fresca, notas a clementina e groselha. Mais vegetal em boca, com acidez bem marcada, meio corpo, termina refrescante. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”949″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNCUyQzQ1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Tamariz Escolha” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Quinta de Santa Maria
Aroma a giz e pederneira, gengibre e casca de árvore. Muito bem na prova de boca, com amargos interessantes, e pendor agridoce e exótico, sempre com ótima acidez. Funciona muito bem à mesa. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”945″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzYlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Adega Ponte de Lima Premium” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Do Lima Loureiro branco 2016
Adega Coop. Ponte de Lima
Aroma muito vivo com toque salino, nota citrina e a maçã reineta. Prova de boca em linha com aroma, novamente nota a maçã, boa acidez, algum gás sem excessos, termina refrescante. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”923″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzMlMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Ardina” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Guapos Wine Project
Aroma exuberante, todo floral, louro verde, algum citrino maduro. Prova de boca com bela acidez, a compensar alguma doçura de fruto, com um pouco de gás, tudo num registo leve e muito vivo. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”955″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzQlMkM5MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Encosta do Xisto” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro Colheita Selecionada branco 2016
Vasco Faria
Aroma bem interessante, com o aroma floral da casta a beneficiar ainda de uma referência a hortelã. Prova de boca modelar, corpo médio, algum gás, acidez muito viva e alguma doçura a prolongar o final. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”947″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzQlMkM5MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Gomariz” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro Colh. Selec. branco 2016
Quinta de Gomariz
Aroma de pendor tropical, exuberante, com notas vivas a ananás e maracujá. Prova de boca muito agradável e com harmonia, gás no ponto e boa acidez. Conjunto muito vivo e alegre. (11,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”924″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMiUyQzY5JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Adega Coop. Ponte da Barca” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro Grande Escolha branco 2016
Adega Coop. Ponte da Barca
Delicado de aroma, com bom fruto de lima, simples mas expressivo. Algum gás a alegrar o conjunto já de si muito vivo, acidez quase no limite, termina com nota levemente picante. (11,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”922″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNiUyQzk5JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Arca Nova” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Quinta das Arcas
Aroma todo à casta, com nota linear a louro, mas também algum citrino maduro. Prova de boca com sabor, meio corpo, algum gás evidente que não perturba, muito vivo e com acidez refrescante. (11,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”943″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Opção A” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
AB Valley Wines
Aroma exuberante e quase terpénico, com notas a gengibre, aipo e limão maduro ao fundo. Prova de boca com acidez integrada, algum volume e boa fixação de sabor, termina com alguma doçura de fruto. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”919″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMyUyQzYwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta D’Amares” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Do Cávado Loureiro branco 2016
Quinta de Amares
Aroma discreto, com alguma delicadeza, sentindo-se a casta e o seu lado mais floral. Leve e esguio em boca, fresco e muito afinado, acidez integrada e boa secura de conjunto. Para a mesa. (11,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”951″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMiUyQzg5JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Via Latina” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro 2016
Vercoope
Muito limpo e delicado no aroma, com as notas florais da casta acompanhadas de nuances citrinas. Leve e franco na boca, gás presente mas sem excessos, acidez e leve doçura frutada em equilíbrio, tudo simples e eficaz. (11%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”953″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNyUyQzk5JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Vila Nova” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Casa de Vilanova
Aroma de pendor vegetal, com notas a casca de árvore, algum citrino e maçã verde também. Prova de boca com algum gás a dar vivacidade, acidez integrada, leve e franco, termina com alguma doçura. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”950″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE0JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzUlMkM3NSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Casal de Ventozela” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Loureiro branco 2016
Casal de Ventozela
Aroma limpo, com nota tropical a banana verde e pera abacate, ligeiro rebuçado. Prova de boca marcada pelo gás persistente, corpo médio, acidez afinada, e alguma doçura no final de boca. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”940″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzclMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Monólogo P67″ header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
A&D Wines
Aroma exótico: nota a líchia e papaia, flor branca, pimenta, com vegetal ao fundo. Bom volume em boca, acidez perfeitamente integrada, muito polido e prazeroso com final cheio e bem persistente. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner][vc_column_text]
AVESSO
[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”959″ img_size=”full” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzYlMkM1MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Muros Antigos Escolha” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
Anselmo Mendes
Aroma muito atractivo marcado por citrino elegante, leve floral também, e alguma ervanária. Redondo e com corpo na boca, todo muito afinado e elegante, mantendo a nota floral, com algumas especiarias também. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”952″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDOSUyQzQ5JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Casa de Vilacetinho” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso Superior branco 2016
Casa de Vilacetinho
Estilo sóbrio, mas com perceção de frescura no aroma, algum pendor vegetal num fundo floral. Prova de boca cheia e muito viva, com nervo e acidez presente, seco e austero, perfil moderno e gastronómico. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”928″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNiUyQzUwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Cazas Novas Escolha” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
Turimagri
Perfil aromático com notas tropicais frescas, leve nota láctea, e fundo vegetal. Prova de boca muito fresca, centrada no citrino maduro, sempre com ótima acidez a integrar a leve doçura frutada no final. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”930″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNSUyQzIwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Curvos” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
Quinta de Curvos
Aroma exuberante, bonito, com notas frutadas a pera, denotando boa complexidade. A prova de boca confirma o perfil, corpo cheio, boa acidez, muito persistente, fino e com elegância de conjunto. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”946″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNyUyQzMwJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMmljb24lMjIlM0UlM0NpbWclMjB3aWR0aCUzRCUyMjI4JTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGd3AtY29udGVudCUyRnVwbG9hZHMlMkYyMDE3JTJGMDclMkZpY29uLWJlYmVyLnBuZyUyMiUzRSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElMEElM0MlMkZkaXYlM0U=[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Gomariz” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso Colh. Selec. branco 2016
Quinta de Gomariz
Aroma fresco e quase terpénico, com notas a tangerina e laranja madura, num fundo tropical muito atrativo. Prova de boca expressiva e redonda, marcada pelo travo citrino e por acidez presente e muito refrescante. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”937″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNiUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Linhares” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
Agri-Roncão
Aroma muito fresco, fruto citrino, líchias, um toque mineral de pederneira. Muito expressivo na boca, bastante citrino, com muito sabor, tudo bem equilibrado e desenhado. Moderno e apelativo. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”933″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE2JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDOCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Ferro Vinha Ribeirinha” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso Baião branco 2015
Quinta do Ferro
Aroma com boa complexidade na definição de fruto, com notas a pera, maçã, e algum vegetal. Boca encorpada, perfil muito equilibrado, excelente acidez, com persistência de sabor até ao final. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”932″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzYlMkM4MCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Casa de Santa Eulália” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso Superior branco 2016
CSE
Aroma de pendor vegetal, atrativo e denotando frescura de conjunto. Ligeiro gás, meio corpo, vivo e alegre, saboroso, com acidez em alta e nota de fruta doce a equilibrar o conjunto. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”918″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzMlMkM3NSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta das Almas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
Serafim Pereira Miranda
Aroma com fruto bonito mas também com notas a flores brancas, e algum tropical fresco ao fundo. Equilibrado em boca, com acidez viva, redondo e encorpado, conjunto bem atrativo. (12%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”944″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzE3JTJDNTAlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Opção B” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
AB Valley Wines
Estágio em barrica. Aroma frutado com notas a tangerina e laranja, algum floral no fundo. Prova de boca com perfil tropical, bom corpo e expressão de fruta, com alguma doçura frutada no final. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”954″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE1JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzclMkM5OSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Vila Nova” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
Vila Nova
Aroma bonito, com citrino maduro, e curiosa nota iodada. Vivo na boca, com leve amargo a dar vivacidade, acidez integrada, pendor floral e novamente citrino maduro. Muito interessante. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”927″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE0JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzYlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTNDc3BhbiUyMGNsYXNzJTNEJTIyaWNvbiUyMiUzRSUzQ2ltZyUyMHdpZHRoJTNEJTIyMjglMjIlMjBzcmMlM0QlMjIlMkZ3cC1jb250ZW50JTJGdXBsb2FkcyUyRjIwMTclMkYwNyUyRmljb24tYmViZXIucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Castelo Negro” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
Guapos Wine Project
Aroma exuberante, todo muito citrino, linear e direto. Prova de boca fresca e viva, acidez em alta, e final a pedir maior comprimento. Um branco sem complicações, todo refrescante. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner el_class=”remove-space-vinhos”][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”931″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE0JTJDNSUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJwcmljZSUyMiUzRSVFMiU4MiVBQzQlMkMyMyUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjA3JTJGaWNvbi1iZWJlci5wbmclMjIlM0UlM0MlMkZzcGFuJTNFJTBBJTBBJTNDJTJGZGl2JTNF[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Entre Águas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Vinho Verde Avesso branco 2016
Álvaro Teixeira de Sousa
Nota citrina direta e exuberante, mas também algum fermento. Na boca sente-se uma sugestão de banana verde, num conjunto com acidez em alta, bem compensada no final doce. (13%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row]
Brancos de Lisboa, à beira-mar plantados

Os brancos da região de Lisboa são diversificados e espelham todas as mudanças que a região conheceu quando chegou a hora da reconversão. Hoje, para além das clássicas zonas de Bucelas e Colares, toda a região é um mosaico de estilos e de castas, onde cabem vinhos de qualidade para todos os preços, e todos […]
Os brancos da região de Lisboa são diversificados e espelham todas as mudanças que a região conheceu quando chegou a hora da reconversão. Hoje, para além das clássicas zonas de Bucelas e Colares, toda a região é um mosaico de estilos e de castas, onde cabem vinhos de qualidade para todos os preços, e todos os gostos. Falta aprofundar a ligação à grande urbe e à enorme afluência de turistas. Vir à capital e beber um vinho de Lisboa? Vamos a isso!
TEXTO João Paulo Martins FOTOS Ricardo Palma VeigaReg. Lisboa branco 2013
Adega Mãe
Dourado na cor, rico e complexo no aroma, com notas macias de tosta, de fruta branca, com a complexidade da maceração pelicular, resultando muito requintado. Atracção imediata na boca, envolvente, rico e muito cheio, com acidez vibrante. Um branco atlântico mas cheio de garra. (12,5%)Bucelas Reserva branco 2015
Wine Ventures
Dourado na cor, aroma a mostrar uma perfeita ligação entre a fruta e as notas da madeira com subtileza e muita elegância. Acidez muito perfeita na boca, com um estilo macio, muito envolvente e com um belo desenho de conjunto. (14%)Bucelas Clássico branco 2013
Coteaux da Murta
Do aroma desprende-se uma original nota de resina, cera de abelha, mostra-se austero, com a fruta citrina por trás. Muito afirmativo na boca, com notas que lembram madeiras exóticas, barro, e de final muito longo. (13,5%)Bucelas Arinto Reserva branco 2016
Casca Wines
Notas vegetais no aroma, alguma austeridade e um tom sério com fruta resguardada. Boa estrutura, a mostrar uma fruta muito atractiva e pura, resultando um branco de grande vivacidade, muito fresco e atlântico. (12,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”896″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDMTElMkMyMCUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjEwJTJGaWNvbi1iZWJlci1pbmNsaW5hZG8ucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Boa Esperança” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Reg. Lisboa Arinto branco 2015
Quinta da Boa Esperança
Fruta madura, leve compota no aroma, flores secas, é um branco com alma e estrutura, gordo mas com acidez viva, um vinho de meia-estação, com volume e grande afirmação de conjunto, polido e muito bem feito. (13,5%)[/td_block_text_with_title][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/3″][vc_single_image image=”888″ img_size=”medium” alignment=”center”][vc_raw_html]JTNDZGl2JTIwY2xhc3MlM0QlMjJnZS1kYWRvcyUyMiUzRSUwQSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnBvbnR1YWNhbyUyMiUzRTE3JTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUzQ3NwYW4lMjBjbGFzcyUzRCUyMnByaWNlJTIyJTNFJUUyJTgyJUFDNyUzQyUyRnNwYW4lM0UlMEElM0NzcGFuJTIwY2xhc3MlM0QlMjJpY29uJTIyJTNFJTNDaW1nJTIwd2lkdGglM0QlMjIyOCUyMiUyMHNyYyUzRCUyMiUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxNyUyRjEwJTJGaWNvbi1iZWJlci1pbmNsaW5hZG8ucG5nJTIyJTNFJTNDJTJGc3BhbiUzRSUwQSUwQSUzQyUyRmRpdiUzRQ==[/vc_raw_html][td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Avelar” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Bucelas Arinto branco 2014
Soc. Agríc. e Pecuária da Quinta do Avelar
Fino e delicado no aroma, madeira muito bem inserida, fresco no perfil, com acidez muito viva e bem presente, aqui num registo muito fino e cheio de garra. Um belo exemplar da região, um branco que merece ser mais conhecido. (12%)Reg. Lisboa 2015
Quinta de Pancas
Fruta madura sobressai no aroma, abundantes e sugestivas notas verdes com lima e algumas flores brancas, muito bem desenhado, com acidez bem arrumada, a conferir frescura e grande vivacidade. Feito com Chardonnay, Arinto e Vital. (13%)Reg. Lisboa branco 2016
José Bento dos Santos
Nota ligeira de fruto tropical no aroma, algum vegetal verde e uma leve sugestão apimentada. Fresco e ácido na boca, leve e com final fino. Um branco que resultará muito bem à mesa, bebido desde já. Conjunto bem feito. (13%)Reg. Lisboa branco 2013
DFJ
Arinto (75%) e Chardonnay. Carregado na cor a sugerir a idade, notas de tosta, de fruta madura e leve geleia, envolvendo os aromas de madeira. Vivo e muito envolvente na boca, com um perfil de fruta de grande qualidade. Muito bom nível geral. (12,5%)Óbidos Reserva branco 2015
Comp. Agríc. do Sanguinhal
Carregado na cor, as notas de madeira bem evidentes com a fruta madura presente, sugestões doces de geleia de frutos. Na boca tem a untuosidade que a madeira confere, a fruta um pouco mais escondida e mantendo o vinho num registo macio e gordo. (13%)Reg. Lisboa Reserva branco 2015
Quinta do Gradil
Chardonnay (70%) e Arinto. Notas de madeira tostada surgem no aroma, com a fruta mais escondida, abrindo depois de forma mais expressiva e envolvente. A acidez é muito boa e dá vida e frescura ao vinho, muito expressivo na boca, resultando com bastante vivacidade. (13%)]Reg. Lisboa Alvarinho branco 2015
Bacalhôa Vinhos de Portugal
Notas cítricas, muito boa finura aromática, algum fruto seco, leve sensação de amêndoa. O ambiente aromático é fino e com surpreendente exuberância. Ligeiro mas elegante na boca, definido e sem arestas, com sabor e textura. (13,5%)Reg. Lisboa branco 2015
Rocim
Amarelo dourado na cor, as notas aromáticas levamnos para os citrinos e para os vegetais verdes, onde pontifica o Arinto. O toque amargo que apresenta na boca dá-lhe garra, ao lado de uma acidez que se impõe. Vai beneficiar com mais tempo de cave. (12,5%)Reg. Lisboa Malvasia branco 2015
Château Sta. Maria
Notas austeras no aroma, leve metálico, banana verde. Médio corpo na boca, aí sente-se a fruta fresca e sem arestas, conjunto afirmativo que resulta muito agradável mas pode ainda crescer em garrafa. (12%)Bucelas Arinto Reserva branco 2014
Enoport
Um branco muito cordato, delicado na fruta citrina, elegante no aroma, com finura e proporção. Muito bem organizado na boca, com fruta macia, acidez discreta mas ponderada, resultando macio, envolvente e bastante atractivo. (13,5%)Reg Lisboa branco 2015
Casa Agríc. das Mimosas
Carregado na cor, sentem-se as notas de barrica, com a fruta a acompanhar o tom tostado. Na boca tem boa acidez com corpo médio, resultando gastronómico mas pronto a beber, sempre exigindo cuidados na ligação com a comida. (13%)Reg. Lisboa Marsanne branco 2014
Quinta do Lagar Novo
Carregado na cor, aroma com notas de vegetal verde, sugestões amanteigadas, sentem-se frutos secos na boca, acidez viva e um final macio e untuoso. A madeira tapa um pouco a casta, mas com o tempo poderá reavivar o lado frutal. (13,5%)Colares Malvasia branco 2014
Adega Reg. de Colares
Diferente no aroma (é Colares…), a lembrar um branco de Jerez, com secura de boca e um leve toque oxidativo. É um vinho difícil mas personalizado, com acidez viva, um toque salino. Um branco complicado mas que dá luta. (12%)
Reg. Lisboa Marsanne & Roussanne branco 2015
Quinta do Pinto
Algo fechado no aroma, fruta ainda escondida, leve redução a esconder o fruto. Na boca sente-se um vinho polido mas aguerrido na acidez e com muito leve evolução, a fruta madura a surgir na boca. Provavelmente em fase de transição, daí a pouca exuberância. (13,5%)Bucelas Arinto branco 2016
Soc. Agríc. Boas Quintas
Um pouco fechado nos aromas, sugerindo uma fruta fresca e citrina. Equilibrado, médio corpo na boca, um toque limonado ajuda ao conjunto, final macio, num registo de médio porte, pronto a beber. (12,5%)Reg. Lisboa Chardonnay branco 2015
Cerrado da Porta
Muito vegetal no aroma, notas de melão, um toque de alperce. O estilo é polido, com acidez discreta e bem integrada, tudo no ponto. Para beber novo, será seguramente um bom parceiro da mesa. (12%)Reg. Lisboa Sauvignon Blanc branco 2016
Soc. Agríc. Quinta do Conde
Notas típicas da casta, com alguma relva cortada, leve sensação de espargo verde, sugestões citrinas muito vivas; boca fina e bem equilibrada com boa prestação cítrica e algum carácter. Atrevido e vivo. (12,5%)Reg Lisboa branco 2015
Maria Veneranda da Costa Cannas
Aroma de menta e sardinheira, algo surpreendente mas curioso, leve nota de madeira. Na boca tem acidez discreta, mas presente, barrica bem integrada. com um toque de gerânio no final. (13%)
Colares Reserva branco 2014
António Bernardino Paulo da Silva
Maduro na fruta, um branco com peso, perfil algo escondido, precisa de abrir no copo. Gordo na boca, num primeiro impacto lembra um Porto branco, tem boa acidez mas um estilo pouco consensual. (12%)
Reg. Lisboa Alvarinho branco 2015
Quinta de Sant’Ana do Gradil
Ligeira evolução no aroma, notas de côco e caramelo. A mesma evolução sente-se na boca, a fruta um pouco escondida, é um branco equilibrado e agradável mas algo afastado dos aromas da casta. (13,5%)
Reg. Lisboa Arinto, Chardonnay e Moscatel branco 2016
Quinta da Barreira
Aromas de lima e limão, com alguma exuberância tropical, franco e directo. Ligeiro na boca, com estilo atractivo, é branco para ser bebido novo e bem fresco. Um vinho descontraído, de Verão. (12%)Reg. Lisboa Chardonnay Reserva branco 2016
Sartal
Notas de banana, fruta limpa e leve nota tropical surgem no aroma. Corresponde na boca com o mesmo estilo, directo, franco e agradável no conjunto, um branco pensado para ser consumido novo. (13,5%)Reg. Lisboa Moscatel branco 2016
Casa Santos Lima
Notas de lichias e moscatel, rosas de santa teresinha, tisanas, tudo muito exuberante e perfumado. Na boca tem sugestões de chá preto, estilo franco e leve, é um branco de esplanada, perfeito vinho de Verão. (12,5%)Bucelas Arinto branco
OPTA Wines
Muito descorado, aroma de flores e fruta citrina, perfumado. Expressivo na boca, macio, fácil, focado na fruta, leve e franco no final. Para beber enquanto jovem, podendo acompanhar canapés ligeiros. (12,5%)
Reg. Lisboa branco 2016
Soc. Agríc. Qta. da Casaboa
Feito com Alvarinho e Arinto. Toque de levedura, notas vegetais, leve gengibre no aroma. Muito correcto na boca, com médio corpo, um estilo simples, equilibrado, fácil de gostar. (13,5%)
Reg Lisboa Pinot Grigio branco 2013
Soc. Agríc. Quinta do Rol
Citrino na cor, aroma surpreende por conter algumas notas oxidativas que se presumem intencionais. O corpo é ligeiro, a acidez é boa mas o vinho é radical, e é como tal que deve ser provado. (12%)
Reg. Lisboa branco 2016
Soc. Agríc. da Labrugeira
Algo neutro no aroma, um toque de maçã, fruta escondida, algum rebuçado. Bastante limpo na boca, franco e correcto, para o dia-adia. (12,5%)
Rosés, vamos a eles?

Rosés portugueses e bons há muitos, cada vez mais. De várias regiões e castas, actualmente encontramos rosés para todos os gostos e carteiras. Entre uns e outros, ficam aqui alguns dos meus prediletos, aquelas referências que não dispenso na garrafeira e à mesa lá de casa. TEXTO Nuno de Oliveira Garcia FOTOS Ricardo Palma […]
Rosés portugueses e bons há muitos, cada vez mais. De várias regiões e castas, actualmente encontramos rosés para todos os gostos e carteiras. Entre uns e outros, ficam aqui alguns dos meus prediletos, aquelas referências que não dispenso na garrafeira e à mesa lá de casa.
TEXTO Nuno de Oliveira Garcia FOTOS Ricardo Palma VeigaDouro Rosé 2016
Sogrape
Rosa claro com laivos cinza. Mantém belíssimo registo das duas anteriores edições, subtil e fresco no aroma, fruto vermelho e nota floral. Prova de boca focada e direta no prazer, talvez mais lácteo do que 2015, mas sempre com fantástica acidez. Qualidade alta, ao contrário do álcool. (11,5%)Bairrada rosé 2015
V Puro
Baga, vinha velha. Rosa profundo na cor. Leve redução a pedir arejamento. Nota a água de melancia, framboesa, ligeira perceção de madeira. Grande prova de boca, subtil e seco, mas com excelente cremosidade, acidez no limite, e belo final de boca, pleno de garra. Pode guardar algumas garrafas até ao Verão de 2018. (12%)Douro Rosé 2015
Niepoort (Vinhos)
Cor salmão. Muito morango à frente, ervanária habitual na marca, perceção de complexidade acima da média. Prova de boca cheia de garra, leve traço vegetal e tanino a contribuírem para um bom sentido gastronómico. Não hesite em guardar umas garrafas por mais uns meses. (12,5%)Reg. Lisboa rosé 2016
José Bento dos Santos
Bonito tom de rosa, com laivos cinza. Mantém o registo aromático das anteriores edições, fruto apetecível e fresco, elegante. Polido, mas com ótima acidez e cheio de garra na boca, toque herbáceo, muito sabor. Bela edição deste rosé que revela muita consistência!
(12,5%)Reg. Alentejano rosé 2016
HMR
Rosa levemente alaranjado. Trincadeira, Aragonez e Syrah. Aroma todo Provence apesar das castas nacionais serem maioritárias, muito fresco na definição de fruta e ervanária clássica. Muito bem na boca, lácteo e cheio de sabor, alguma mineralidade surpreendente. Excelente preço. (12,5%)Dão Touriga Nacional rosé 2016
Boas Quintas
Rosa escuro luminoso. Aroma de pendor floral, bonito e silvestre. Prova de boca com acidez contida, saboroso e elegante, boa secura geral e ligeiro amargo a contribuir para a aptidão gastronómica. Aposta seguríssima, e a bom preço. (13%)Reg. Tejo rosé 2015
João M. Barbosa
Rosa claro. Aragonez e Alfrocheiro. Muito afável no aroma, com o ano em garrafa a dar-lhe alguma patine, fruto exótico com boa complexidade, borracha. Macio e suave na boca, retendo sabor, ótima acidez, mas controlada, sem exageros, sério. Um rosé ‘todo o-terreno’ que não precisa de ser bebido às pressas. (12%)Reg. Alentejano rosé 2016
Luís Louro
Rosa claro na cor. Aragonês e pequena parte de Touriga Nacional. Mantém o registo das anteriores edições, combinando fruto encarnado com nota floral certeira. Direto e irresistível em boca, cheio de sabor e com acidez presente sem incomodar. Um rosé sempre muito prazeroso e uma escolha infalível! (12,5%)
OUTRAS ESCOLHAS
Rosés de luxo com preço a condizer
• Quinta Nova Nossa Srª do Carmo Douro Reserva (Quinta Nova)
• Colinas Principal Tête de Cuvée (Ideal Drinks)
• Quinta do Poço do Lobo Bairrada Baga Pinot Noir Reserva (Caves São João)
• MR Premium Alentejo (Monte da Ravasqueira)
• Malhadinha Rosé (Herdade da Malhadinha Nova)
• Rosé da Fita Preta non millesimme Alentejo (Fita Preta)
Rosés com muita qualidade e bom preço
• Odisseia Douro (Jean-Hugues Gros)
• Vallado Douro Touriga Nacional (Quinta do Vallado)
• Portal Douro (Quinta do Portal)
• Casa da Passarella O Brazileiro Dão (O Abrigo da Passarela)
• Lagoalva Reg. Tejo Syrah Touriga Nacional (D&F)
• Al Ria Reg. Algarve (Casa Santos Lima)