Novo Vinho de Carcavelos estagiou no Farol do Bugio

A Câmara Municipal de Oeiras e a Direcção de Faróis vão celebrar os 100 anos desta instituição, com a assinatura de um protocolo de colaboração institucional e a apresentação pública de uma edição especial de Vinho de Carcavelos, o Villa Oeiras Colheita 2012 – 1924 PHAROES 100 Anos. O evento decorrerá no dia 28 de […]
A Câmara Municipal de Oeiras e a Direcção de Faróis vão celebrar os 100 anos desta instituição, com a assinatura de um protocolo de colaboração institucional e a apresentação pública de uma edição especial de Vinho de Carcavelos, o Villa Oeiras Colheita 2012 – 1924 PHAROES 100 Anos. O evento decorrerá no dia 28 de Maio no Forte de S. Lourenço da ilha do Bugio, na foz do Rio Tejo.
A Câmara Municipal de Oeiras e a Direção de Faróis acordaram na colaboração em variados temas comuns, entre outros, na área de investigação sobre a influência da proximidade do oceano Atlântico nos processos de estágio em barricas do Carcavelos Villa Oeiras. A edição que está a ser lançada estagiou durante 11 anos na Adega do Palácio do Marquês de Pombal e um ano no Forte de S. Lourenço da ilha do Bugio, em barricas de 225 litros de carvalho português.
Sharish Gin Distiller’s Cut é Produto Português do Ano

O Sharish Gin Distiller’s Cut, a Receita do Patrão, conquistou o Prémio de Produto Português do Ano 2023, no Lisbon Bar Show de 2024, o maior reconhecimento que uma marca de bebidas espirituosas pode receber em Portugal, distinção escolhida e votada por profissionais do setor de Bar e Hotelaria. O Sharish Gin, que está actualmente […]
O Sharish Gin Distiller’s Cut, a Receita do Patrão, conquistou o Prémio de Produto Português do Ano 2023, no Lisbon Bar Show de 2024, o maior reconhecimento que uma marca de bebidas espirituosas pode receber em Portugal, distinção escolhida e votada por profissionais do setor de Bar e Hotelaria.
O Sharish Gin, que está actualmente presente em 30 países, está a comemorar o 10º Aniversário de lançamento da marca. Produzido no Alentejo, o Sharish foi buscar o seu nome à vila de Monsaraz, porque o termo utilizado durante a ocupação muçulmana da região, Monte Sharish significa monte erguido num impenetrável bosque de estevas, aquele que originou posteriormente Monsaraz.
António Cuco, o criador da marca e o seu mestre destilador, salienta que não teve uma formação tradicional, e que o conhecimento que adquiriu foi através do estudo e da experimentação. “Sou autodidata, nunca tive formação tradicional e tudo o que fiz foi por método tentativa erro”, revela. Diz, também, que o que marca a diferença nos seus gins são os produtos frescos que utiliza. “A minha assinatura, enquanto destilador, é a utilização de fruta fresca, e sempre portuguesa, porque estamos no sul da Europa, a temos, e tem muito boa qualidade”.
aCRESCEnta – o Programa de Desenvolvimento Local da Menin

A paixão imediata pela Região do Douro levou Rubens Menin e Cristiano Gomes, os dois empresários, a criar a Menin Wine Company em 2018. Esteve sempre nos seus planos produzir grandes vinhos nesta Região. Apesar deste propósito, quase missão, a actuação desta Empresa não se resume em elaborar vinhos de grande nível, mas também contribuir […]
A paixão imediata pela Região do Douro levou Rubens Menin e Cristiano Gomes, os dois empresários, a criar a Menin Wine Company em 2018. Esteve sempre nos seus planos produzir grandes vinhos nesta Região. Apesar deste propósito, quase missão, a actuação desta Empresa não se resume em elaborar vinhos de grande nível, mas também contribuir para a valorização destes territórios, com processos alicerçados na sustentabilidade ambiental e sobretudo na sustentabilidade social. É sobre este último objetivo que, no passado mês de abril, apresentaram no Museu do Douro, Peso da Réguaa, o projeto de responsabilidade social – “aCRESCEnta – o Programa de Desenvolvimento Local”. Esta edição foi dedicada ao tema “Enoturismo – Veículo para o Crescimento da Região” onde vários oradores partilharam a sua visão sobre o tema: Alexandre Sousa Guedes, Director Turismo, UTAD, Susana Martins, Directora, Associação de Turismo do Porto, Paulo Osório da APENO, Vasco Parente, Director do Vila Galé Douro Vineyards e Cristiano Gomes, Administrador da Menin Wine Company.
Imbuídos de espírito altruísta que já praticavam no Brasil, de onde são oriundos, criaram este programa dirigido a instituições (públicas ou privadas) e pessoas em nome individual com projectos de valor comprovado em prol do desenvolvimento social, económico e cultural da região, com foco nos municípios de Santa Marta de Penaguião, Sabrosa e Vila Real. Candidataram-se e venceram os projectos que contribuíram para a melhoria do nível de vida da comunidade e da região, com realce para a fixação de novas gerações ao território: Associação da Região do Douro para Apoio a Deficiente (tem por missão transmitir valores e competências que promovam a inserção activa das pessoas com deficiência); Associação O Baguinho (IPSS com as valências de creche e pré-escolar);
Associação Cultural e de Melhoramentos de Donelo do Douro (promove apoio a todos os privados de meios de subsistência no lugar de Donelo); Associação de Paralisia Cerebral de Vila Real (tem como objetivo a reabilitação, apoiando pessoas com deficiência e incapacidade para que possam realizar actividades de vida diária); Projeto Do Douro Sem Ouro, da Galafura (na vila não existe parque infantil ou centro de dia, mas existe o sonho de criar um local onde se promova o convívio social e onde as crianças possam crescer saudáveis).
Para além destes apoios sociais, a Menin Wine Company promove processos de contratação prioritários para os durienses, contribuindo para a valorização das pessoas e das comunidades locais, para a inovação das profissões no âmbito do enoturismo permitindo que os jovens se fixem no território. De forma muito convicta e segura, Cristiano Gomes, Administrador da Menin Wine Company, afirma que a empresa veio para a região não para “se servir do Douro, mas para servir o Douro”. Nas suas palavras, “para perceber o Douro e defender o Douro, é necessário sentir o Douro, a região mais importante do mundo em beleza e história”. Agostinho Peixoto
212 milhões de euros de vinho exportado no primeiro trimestre

As exportações totais de vinhos portugueses no 1º trimestre de 2024 alcançaram 212 milhões de euros em valor e 74 milhões de litros em volume, o que corresponde a um preço médio de venda de 2,85€/litro. Em comparação com o mesmo período de 2023, verifica-se um pequeno crescimento em valor (+0,01%) e do preço médio […]
As exportações totais de vinhos portugueses no 1º trimestre de 2024 alcançaram 212 milhões de euros em valor e 74 milhões de litros em volume, o que corresponde a um preço médio de venda de 2,85€/litro. Em comparação com o mesmo período de 2023, verifica-se um pequeno crescimento em valor (+0,01%) e do preço médio de (2,20%), mas um decréscimo em volume de 2,14%.
No que diz respeito aos mercados de exportação, aqueles que mais se destacam em valor são a França (24,8 milhões de euros), Estados Unidos da América (23,7 milhões de euros) e o Brasil (18,3 milhões de euros). Saliência para a tendência de recuperação do mercado da China, após vários anos em queda, para um valor de dois milhões de euros no primeiro trimestre, o que representa uma subida 12,13% em relação ao período homólogo anterior.
França mantém a posição de liderança em termos de volume exportado (oito milhões de litros), enquanto Angola surge em segundo lugar (6,6 milhões de litros) e, em terceiro, o Brasil (seis milhões de litros). O país onde o preço médio dos vinhos portugueses exportados mais cresceu nos primeiros três meses deste ano, em relação ao mesmo período anterior, foi a Holanda, com uma subida de 32,93%.
“Nos últimos anos, as exportações de vinhos portugueses têm demonstrado uma resiliência constante, impulsionada pela qualidade dos produtos, pela eficiência das estratégias de marketing e pela expansão dos canais de distribuição”, explica Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal, quando comenta os dados revelados pela sua organização, salientando que o sector vitivinícola nacional tem, como objectivo, “continuar a crescer, trazendo sustentabilidade económica ao sector e contribuindo para a promoção da cultura e do património vitivinícola do país a nível global”.
Festival do Vinho do Douro Superior entre 24 a 26 de Maio

O Festival do Vinho do Douro Superior regressa ao EXPOCÔA – Centro de Exposições de Vila Nova de Foz Côa, nos dias 24, 25 e 26 de Maio e conta, este ano, com cerca de 100 expositores. O programa da 11ª edição do evento inclui, para além do reconhecido Concurso de Vinhos do Douro Superior, […]
O Festival do Vinho do Douro Superior regressa ao EXPOCÔA – Centro de Exposições de Vila Nova de Foz Côa, nos dias 24, 25 e 26 de Maio e conta, este ano, com cerca de 100 expositores. O programa da 11ª edição do evento inclui, para além do reconhecido Concurso de Vinhos do Douro Superior, provas comentadas de vinhos e azeites, um colóquio e mostras de produtos regionais do Douro, Trás os Montes e Beira Interior.
A abertura do Festival do Vinho do Douro Superior está marcada para as 18h00 de dia 24 de Maio, sexta-feira, com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Foz Côa, João Paulo Sousa. Neste primeiro dia, os visitantes poderão assistir à prova comentada dos “Grandes brancos do Douro Superior”, por Luís Lopes, crítico e editor da revista Grandes Escolhas, e ainda ao espetáculo da fadista Sara Correia (22h00).
No sábado, dia 25, o destaque vai para o Concurso de Vinhos do Douro Superior, que reúne, durante a manhã, alguns dos críticos e outros profissionais mundo vínico mais importantes do país e, este ano, pela primeira vez, importadores de Itália, Reino Unido, Dinamarca e Suécia. Todos os anos participam, nesta competição, vinhos de grande qualidade, de grandes, médios e, sobretudo, pequenos produtores, que, de outra forma, poderiam passar despercebidos.
Em simultâneo será discutido o impacto do enoturismo na região, com o colóquio “Enoturismo – uma aposta para o desenvolvimento sustentado do Douro Superior”, que inclui a participação de António Pé-Curto, doutorado pelo ISCTE, Rui Dias, Catedrático da Universidade de Évora e José Reverendo da Conceição, enólogo e diretor geral da Quinta Vale de Aldeia e Hotel Rural de Longroiva.
A feira abre portas para a população em geral pelas 15h00, estando reservadas, para este dia, duas provas comentadas, uma de “Azeites do Douro Superior e Trás-os-Montes”, por Francisco Pavão, Presidente da Associação dos Produtores em Proteção Integrada de Trás-os-Montes e Alto Douro (APPITAD), e outra dedicada aos “Grandes tintos do Douro Superior”, pelo crítico Fernando Melo. António Zambujo fecha a noite, com um concerto às 22h00.
No último dia do evento será possível assistir ao anúncio dos resultados do 11º Concurso de Vinhos do Douro Superior e à última prova comentada, desta vez sobre “Vinho do Porto”, por Valéria Zeferino. A complementar o programa de atividades, os visitantes do festival poderão provar e comprar os diversos vinhos e produtos locais na zona dos expositores, onde também se encontram tasquinhas com diferentes opções gastronómicas.
O Festival do Vinho do Douro Superior é organizado pela Câmara Municipal de Foz Côa e pela revista Grandes Escolhas, com o objectivo apoiar os produtores e mostrar o trabalho desenvolvido na região.
Abegoaria World Wine reúne vinhos de sete regiões nacionais

O Grupo Abegoaria produz essencialmente vinho, mas também azeite, enchidos de porco preto e queijo atabafado de cabra. Durante o mês passado reuniu algumas centenas de pessoas no Abegoaria World Wine, o primeiro evento em que incluiu vinhos de todas as origens onde produz actualmente. Decorreu na Herdade da Abegoaria dos Frades, no Alentejo e […]
O Grupo Abegoaria produz essencialmente vinho, mas também azeite, enchidos de porco preto e queijo atabafado de cabra. Durante o mês passado reuniu algumas centenas de pessoas no Abegoaria World Wine, o primeiro evento em que incluiu vinhos de todas as origens onde produz actualmente. Decorreu na Herdade da Abegoaria dos Frades, no Alentejo e foi “uma forma de mostrar aquilo que é hoje o Grupo Abegoaria em Portugal e no mundo”, explica Manuel Bio, 56 anos, administrador do Grupo Abegoaria.
Hoje o Grupo Abegoaria produz na Região dos Vinhos Verdes, apenas para exportação, e no Alentejo, Tejo, Beiras, Douro, Lisboa, Algarve e Açores. “Em muitas delas temos parcerias com Adegas Cooperativas”, conta Manuel Bio. E salienta que o modelo de negócio do Grupo é simples e passa por criar boas marcas, com escala, volume, e uma boa relação qualidade/preço. Como o grupo que gere é, também, um grupo com carácter social, “é isso que tentamos fazer também para o pequeno viticultor, cooperante das adegas cooperativas com as quais trabalhamos. Se não tiver quem lhe faça a gestão de vendas e marketing não consegue ir lá”, salienta o gestor, acrescentando que este é, para o Grupo Abegoaria um bom negócio. “Como não conseguimos ter vinhas próprias em todas as regiões onde estamos activos, decidimos apoiar os seus pequenos e médios viticultores, que conhecem bem as suas vinhas e tratá-las de forma a darem as melhores uvas”, explica Manuel Bio, acrescentando que o seu grupo, em troca, tem de fazer o seu trabalho, vendendo os seus vinhos e ganhando dimensão para pagar, a todos os viticultores que lhes vendem uva, “o preço justo pelo trabalho deles”.
O Grupo Abegoaria produz e comercializa actualmente 18 milhões de garrafas de vinho e dois milhões de bag in box, que perfazem 30 milhões de litros de vinho. Em 2024 deverá exportar, segundo Manuel Bio, 50% da sua produção para 50 mercados internacionais. J.M.D.
Quinta do Noval declara Porto Vintage 2022

Christian Seely, diretor Geral da Quinta do Noval anunciou recentemente a declaração dos Vinhos do Porto Quinta do Noval Nacional Vintage 2022, Quinta do Noval Vintage 2022 e Quinta do Passadouro Vintage 2022. Segundo o responsável, “2022 foi um ano de extremos, muito quente e muito seco”. A região enfrentou ondas de calor recorrentes no […]
Christian Seely, diretor Geral da Quinta do Noval anunciou recentemente a declaração dos Vinhos do Porto Quinta do Noval Nacional Vintage 2022, Quinta do Noval Vintage 2022 e Quinta do Passadouro Vintage 2022.
Segundo o responsável, “2022 foi um ano de extremos, muito quente e muito seco”. A região enfrentou ondas de calor recorrentes no início de julho e de agosto, com períodos prolongados de temperaturas superiores a 40°C, que chegaram a atingir um pico de 45,5°C em meados de Julho. Foram “condições semelhantes às que originaram as grandes colheitas de 2017 e 1945 e, tal como nesses anos, 2022 evidenciou a notável capacidade de resistência do nosso terroir e das nossas castas durienses”, conta Christian Seely, acrescentando que as videiras se mantiveram saudáveis ao longo do ano, isentas de stress hídrico e com muito pouca incidência de doenças.
O Quinta do Noval Vintage foi, como sempre, produzido com base numa seleção muito rigorosa dos melhores vinhos do ano. “Destaca-se pela sua grande concentração e pureza, sendo profundo, especiado e aromático, uma expressão muito característica do terroir da Noval”, diz Christian Seely. As 2600 caixas produzidas representam apenas 6,6% da produção total de vinho do Porto dos 155 hectares da sua vinha.
O lote que deu origem ao Quinta do Passadouro Vintage 2022 é composto por uvas de três pequenas parcelas no vale do Pinhão, e “o vinho resultante destaca-se pelo seu estilo distinto, sendo puro, floral e aromático, mas com a riqueza característica da colheita de 2022.”
Moscatel de Setúbal é estrela do menu Local Stars da TAP Air Portugal

A Península de Setúbal e o Moscatel de Setúbal são os protagonistas do novo menu Local Stars, elaborado André Cruz, chef executivo do restaurante Feitoria, e servido na Classe Executiva dos voos de longo curso da TAP Air Portugal, com partidas de Lisboa, durante os meses de Maio e Junho. Esta iniciativa, que resulta da […]
A Península de Setúbal e o Moscatel de Setúbal são os protagonistas do novo menu Local Stars, elaborado André Cruz, chef executivo do restaurante Feitoria, e servido na Classe Executiva dos voos de longo curso da TAP Air Portugal, com partidas de Lisboa, durante os meses de Maio e Junho. Esta iniciativa, que resulta da parceria entre o The Art of Tasting Portugal e a companhia aérea nacional, visa valorizar e promover Portugal e as diferentes regiões através da gastronomia, com destaque para produtos icónicos que simbolizem os sabores regionais. A cada dois meses é seleccionada uma região de Portugal e um chef, escolhido pelas suas fortes ligações a esse território, que elege um produto-estrela que simbolize a região em destaque e que serve, também, de inspiração para o menu de autor. Desta vez, foi o Moscatel de Setúbal.
“Ao darmos as boas-vindas, a bordo dos nossos aviões, ao menu criado pelo chef André Cruz, prosseguimos, na TAP, com a nossa missão de servir, aos nossos clientes, o melhor de Portugal. Entre os vários produtos típicos da Península de Setúbal, temos o Moscatel de Setúbal como produto-estrela, incluído no prato de carne e na sobremesa.”, conta Catarina Índio, head of Inflight and Ground Product da área de Customer Engagement da TAP Air Portugal. É na península de Setúbal que se produz este vinho generoso, caracterizado por um aroma intenso a flores de laranjeira e um sabor meloso e cheio enquanto jovem, que evolui, com a idade, para notas de frutos secos, passas e café. Foi com base nele que o chef André Cruz preparou o menu apresentado a bordo dos aviões da TAP. Tem, como entrada, uma Salada de atum, pickle de cebola de Setúbal, tomate e rabanetes. O prato principal é um Ossobuco de vitela, molho de Moscatel de Setúbal, puré de cenoura e legumes Primavera e a sobremesa um Pudim de leite de ovelha, vinagre de Moscatel de Setúbal e bolacha Piedade.

