Vinalda consolida portefólio do Douro com vinhos da Porto Réccua

A Vinalda celebrou uma parceria com a Porto Réccua Vinhos, para a distribuição, em Portugal e no mundo, das marcas Cabeça de Burro, Réccua Porto, Réccua Douro e, a mais jovem, Réccua Cocktails.

A Vinalda celebrou uma parceria com a Porto Réccua Vinhos, para a distribuição, em Portugal e no mundo, das marcas Cabeça de Burro, Réccua Porto, Réccua Douro e, a mais jovem, Réccua Cocktails. Criada em 2013 por iniciativa das Caves Vale do Rodo, que reuniu as Adegas Cooperativas da Régua, Tabuaço e Armamar, a Porto […]

A Vinalda celebrou uma parceria com a Porto Réccua Vinhos, para a distribuição, em Portugal e no mundo, das marcas Cabeça de Burro, Réccua Porto, Réccua Douro e, a mais jovem, Réccua Cocktails.

Criada em 2013 por iniciativa das Caves Vale do Rodo, que reuniu as Adegas Cooperativas da Régua, Tabuaço e Armamar, a Porto Réccua Vinhos foi constituída para gerir a vertente comercial dos vinhos engarrafados produzidos pela casa-mãe. A maioria do capital é detida pelas Caves e o restante por um grupo de sócios e trabalhadores, num total de 200 acionistas. Neste modelo de negócio, a cooperativa, que junta cerca de 800 viticultores, produz uvas para as marcas comercializadas pela Porto Réccua, que elabora e engarrafa os vinhos.

“É com grande expetativa que a Porto Réccua Vinhos se associa à Vinalda”, diz António Lencastre, presidente da Porto Réccua Vinhos, acrescentando que está certo que a parceria irá catapultar as duas marcas de referência da empresa – Cabeça de Burro e Porto Réccua – “para os lugares cimeiros do mercado nacional, em todos os seus canais, bem como no mercado internacional”, acrescenta. Por seu turno, Bruno Amaral, administrador da Vinalda, garante que “o portefólio da Porto Réccua Vinhos vem ao encontro do que a Vinalda estava à procura para completar a carteira de vinhos do Douro e Porto: marcas de qualidade, que o consumidor reconhece”.

Graham’s promoveu maior prova de vinho do Porto de sempre

Graham’s

A Graham’s promoveu prova de vinho do Porto com a participação de 536 pessoas, em Viborg, na Dinamarca, o que assegurou o reconhecimento do evento pelo livro de recordes da Guinness. A iniciativa esteve englobada na celebração do 40º aniversário da Dahls Vinhandel, retalhista de vinhos dinamarquesa, parceira da Graham’s. O planeamento do evento este […]

A Graham’s promoveu prova de vinho do Porto com a participação de 536 pessoas, em Viborg, na Dinamarca, o que assegurou o reconhecimento do evento pelo livro de recordes da Guinness.

A iniciativa esteve englobada na celebração do 40º aniversário da Dahls Vinhandel, retalhista de vinhos dinamarquesa, parceira da Graham’s.

O planeamento do evento este a cargo de Gustavo Devesas, regional manager da Symington no Norte da Europa, que selecionou, para o efeito, algumas das principais referências do catálogo da marca. Os vinhos do Porto Graham’s The Tawny, Tawny 20 Anos, Graham’s Six Grapes e Quinta dos Malvedos Vintage 2012 compuseram a lista de opções ao dispor dos mais de 500 participantes.

Joanne Brent, Guinness World Records adjudicator, marcou presença na celebração para testemunhar a “maior prova de vinho do Porto” alguma vez registada, que ultrapassou o anterior recorde de 293 pessoas, no Lisbon Bar Show. Johnny Symington, chairman do grupo Symington, também presenciou o feito, destacando “a capacidade única do vinho do Porto para reunir e aproximar pessoas, em qualquer parte do mundo”.

Women in Wine Expo em Maio em Portugal

Wine Expo

A próxima Women in Wine Expo (WIWE), evento internacional que decorre todos os anos num país diferente e reúne centenas de mulheres profissionais ligadas ao mundo do vinho, irá decorrer, nos próximos dias 8 e 10 de Maio no Wow, em Vila Nova de Gaia. A WIWE, que decorreu, no período pós pandemia, na Georgia […]

A próxima Women in Wine Expo (WIWE), evento internacional que decorre todos os anos num país diferente e reúne centenas de mulheres profissionais ligadas ao mundo do vinho, irá decorrer, nos próximos dias 8 e 10 de Maio no Wow, em Vila Nova de Gaia.

A WIWE, que decorreu, no período pós pandemia, na Georgia em 2021 e no Reino Unido em 2022, pretende contribuir para implementar uma rede global de mulheres ligadas ao sector vitivinícola internacional, uma comunidade de mulheres empreendedoras que desejam expandir os seus conhecimentos e construir o seu negócio internacional. Para isso “mobiliza profissionais do vinho de todas as áreas de especialização para interagir com consumidores, pares e líderes de pensamento num ambiente seguro e neutro sobre as questões de hoje e as possibilidades para amanhã”, segundo a organização.

A conferência do evento, que terá, como principal oradora, a enóloga Sandra Tavares da Silva, irá, segundo os organizadores, irá antecipar tendências, apresentar o sector de vinhos nacional e divulgar novidades, entre outros. Irá, também decorrer uma prova de vinhos nacionais e internacionais e visitas a produtores nacionais.

Empor Spirits & Wine Celebra 10 Anos com 10 Provas Exclusivas

Empor provas

A Garrafeira Empor Spirits & Wine celebra 10 anos com promoções e eventos exclusivos, que irão decorrer em Maio. Durante o próximo mês irão decorrer uma série de 10 provas únicas, abertas ao público em geral, algumas delas gratuitas e outras pagas. Para além disso, a Garrafeira Empor Spirits & Wine terá uma oferta especial […]

A Garrafeira Empor Spirits & Wine celebra 10 anos com promoções e eventos exclusivos, que irão decorrer em Maio. Durante o próximo mês irão decorrer uma série de 10 provas únicas, abertas ao público em geral, algumas delas gratuitas e outras pagas. Para além disso, a Garrafeira Empor Spirits & Wine terá uma oferta especial de 15% de desconto em todos os produtos, com exceção de tabaco e charutos.

Provas gratuitas:

Berne Vinhos – 7 de Maio
Niepoort Nat’Cool – 8 de Maio
Aperol Spritz Sunset – 10 de Maio
João Portugal Ramos & Petiscos – 15 de Maio
Chinado – 21 de Maio
Sulista Medronho Excepcionalmente Datado – 24 de Maio

Provas pagas:

The Macallan – 16 de Maio
Portos São Leonardo – 22 de Maio
Quinta do Vesúvio – 28 de Maio
Maison Ruinart & Ostras – 29 de Maio

Para mais informações ou inscrições para as provas, consultar https://www.instagram.com/garrafeira_empor/.

ViniPortugal em roadshow no Brasil para promover vinho português

A ação vai decorrer na Alameda Casa Rosa, em Florianópolis, no dia 22 de Abril, e no Palácio Garibaldi, em Curitiba, dois dias depois.

A ViniPortugal organizou um roadshow que passa por duas cidades brasileiras, para gerar novas oportunidades de negócio para os produtores, com e sem distribuição no Brasil. A ação vai decorrer na Alameda Casa Rosa, em Florianópolis, no dia 22 de Abril, e no Palácio Garibaldi, em Curitiba, dois dias depois. Durante o roadshow vão decorrer […]

A ViniPortugal organizou um roadshow que passa por duas cidades brasileiras, para gerar novas oportunidades de negócio para os produtores, com e sem distribuição no Brasil. A ação vai decorrer na Alameda Casa Rosa, em Florianópolis, no dia 22 de Abril, e no Palácio Garibaldi, em Curitiba, dois dias depois.

Durante o roadshow vão decorrer provas de vinhos de 20 produtores portugueses por acção, dirigidas a profissionais locais e consumidores. Além disso, em cada uma delas irá decorrer uma masterclasse. Está também previsto um seminário dirigido a profissionais e jornalistas.

De acordo com Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal, “estas provas têm vindo a ganhar dimensão e notoriedade nas cidades onde ocorreram e são, por isso, uma boa plataforma de negócio. Vamos continuar a apostar no mercado brasileiro e em tudo o que este pode proporcionar aos produtores portugueses.” Em 2023 a exportação de vinhos portugueses para o Brasil foi de 80 milhões de euros, mais nove milhões do que o ano anterior. No ano passado, este país foi o principal destino dos vinhos nacionais, excluindo o Vinho do Porto.

“Vigneron” é em Junho, nas Bágeiras

Vigneron

Os franceses chamam vigneron àquele que faz o vinho exclusivamente com as uvas que cria na sua propriedade. No país onde o conceito nasceu, o chamado “vigneron independant” recolhe, junto do mercado e do consumidor, um estatuto de singularidade e exclusividade muito especiais. Em Portugal, essa qualificação existe igualmente na lei, embora com um nome […]

Os franceses chamam vigneron àquele que faz o vinho exclusivamente com as uvas que cria na sua propriedade. No país onde o conceito nasceu, o chamado “vigneron independant” recolhe, junto do mercado e do consumidor, um estatuto de singularidade e exclusividade muito especiais. Em Portugal, essa qualificação existe igualmente na lei, embora com um nome bastante mais rebuscado e pouco “sexy”: vitivinicultor-engarrafador. O problema é que ninguém sabe o que isso é. Pior: nos últimos anos, por desconhecimento ou aproveitamento, vários agentes do sector têm usado o designativo de vigneron para assim qualificar os produtores de pequena dimensão, muitos deles não possuindo sequer vinha ou adega. Mário Sérgio Nuno, da Quinta das Bágeiras, há muito que se revolta contra aquilo que considera, nas suas palavras, “abuso e publicidade enganosa”. E manifesta frequentemente essa atitude na comunicação institucional das Bágeiras, onde faz questão de explicar o que é, efectivamente, um vigneron. O produtor bairradino não está sozinho nessa luta e, ciente disso, resolveu organizar um evento que congrega “verdadeiros vigneron” em torno de uma causa comum: “valorizar o que há de mais pessoal e genuíno no mundo do vinho – fazê-lo somente com uvas próprias.”

O evento “Vigneron, As Nossas Uvas, Os Nossos Vinhos”, está assim agendado para o próximo dia 22 de Junho, na Quinta das Bágeiras, Fogueira, Sangalhos. O propósito de Mário Sérgio é acolher, na sua adega, cerca de duas dezenas de produtores que partilham a mesma filosofia – inscritos na categoria vitivinicultor-engarrafador do Instituto da Vinha e do Vinho – que irão apresentar os vinhos aos visitantes (consumidores, imprensa, profissionais de restaurantes e lojas especializadas) num evento onde as provas comentadas e a gastronomia também marcam presença. “Ser vigneron”, diz, “significa conhecer cada parcela, cada casta, cada videira, acompanhar o ciclo da vinha, faça sol, chuva, frio ou calor.” Além disso, acrescenta, “um vigneron trabalha sem rede: fazemos mais vinho quando temos mais uva, ou ficamos sem vinho se nos acontecer uma desgraça na vinha. Ao contrário de outros que compram a uva e o vinho que quiserem e onde quiserem, nós, por vontade própria, não o podemos fazer. Isso tem de valer alguma coisa. Um vinho de vigneron é, verdadeiramente, a cara de quem o fez, de quem tomou todas as decisões, da cepa até à garrafa.”

Mas, no copo, o que distingue estes vinhos dos outros? Mário Sérgio tem também resposta para isso: “Não são melhores nem piores, são diferentes. Criamos vinhos genuínos, vinhos de que sabemos exactamente a origem, vinhos que espelham a forma como trabalhámos a vinha e os efeitos que o ano climático teve naquelas uvas. São vinhos sem compromissos, vinhos que são tão nossos quanto as nossas uvas. Acreditamos que isso faz a diferença”, remata.
Os nomes já confirmados metem respeito, e abarcam casas de diferentes dimensões – “vigneron não tem a ver com tamanho, tem a ver com princípios, com uma forma de estar no mundo do vinho”, acentua o organizador – e distintas origens, de norte a sul do país. Por ordem alfabética, vão marcar presença os produtores António Selas, Casa de Cello, Casa da Passarella, José Madeira Afonso, Júlio Bastos, Quinta da Alameda, Quinta da Atela, Quinta das Bágeiras, Quinta da Boa Esperança, Quinta de Chocapalha, Quinta da Falorca, Quinta da Pedreira, Quinta do Perdigão, Rui Reguinga, Tapada de Coelheiros e Vale dos Ares. A coisa promete… L.L.

Sogrape declara Vintage 2022 para Porto Ferreira, Sandeman e Offley

Sogrape vintage

A Sogrape fez a declaração de Vintage 2022 para a Porto Ferreira, Sandeman e Offley, as suas três casas de Vinho do Porto, depois de um ano vitícola com condições climatéricas favoráveis a uma maturação longa e equilibrada das uvas, que deram origem a vinhos cuja qualidade reflete a autenticidade e estilo de cada marca, […]

A Sogrape fez a declaração de Vintage 2022 para a Porto Ferreira, Sandeman e Offley, as suas três casas de Vinho do Porto, depois de um ano vitícola com condições climatéricas favoráveis a uma maturação longa e equilibrada das uvas, que deram origem a vinhos cuja qualidade reflete a autenticidade e estilo de cada marca, anuncia a empresa.

A região do Douro viveu um Inverno chuvoso, seguido de uma primavera e Verão amenos. Com alguma chuva em Abril e Junho, e sem ondas de calor, houve, assim, uma série de factores meteorológicos favoráveis à maturação das uvas. Em Setembro, alguns episódios de precipitação impuseram uma gestão precisa na data de colheita, de forma a garantir a qualidade pretendida em cada parcela. Luís de Sottomayor, diretor de Enologia da Sogrape, responsável pelos vinhos do Douro e Porto, assina estes três Vintages de 2022, e destaca vinhos com boa acidez, muito elegantes, que respeitam o histórico de excelência de colheitas anteriores. “O Porto Ferreira Quinta do Porto Vintage 2022 e o Sandeman Quinta do Seixo Vintage 2022 refletem a tipicidade do terroir de onde provêm”, salienta, acrescentando que “o primeiro é um vinho repleto de estrutura, profundidade e intensidade, enquanto o segundo se destaca pelo seu perfil elegante, harmonioso e complexo. O Offley Vintage 2022 também reflecte as características do ano climático, sendo um vinho com volume excepcional e estrutura assinalável”.

Para Fernando da Cunha Guedes, “mais do que um marco no tempo e de um anúncio promissor, cada declaração de vintage é a celebração do melhor que a natureza nos oferece em anos excepcionais”. Sandeman Quinta do Seixo Vintage 2022, Porto Ferreira Quinta do Porto Vintage 2022 e Offley Vintage 2022 chegarão ao mercado em Setembro.

Estudo demonstra benefício para o ambiente do uso de rolhas de cortiça

rolhas de cortiça

Um estudo realizado pela consultora PwC, a pedido da Corticeira Amorim, demonstrou que o impacto ambiental das rolhas de cortiça, ao longo do seu ciclo de vida, é significativamente inferior ao das screw caps de alumínio e dos vedantes de plástico. O estudo “Análise do Ciclo de Vida”, realizado de acordo com as diretrizes da […]

Um estudo realizado pela consultora PwC, a pedido da Corticeira Amorim, demonstrou que o impacto ambiental das rolhas de cortiça, ao longo do seu ciclo de vida, é significativamente inferior ao das screw caps de alumínio e dos vedantes de plástico.

O estudo “Análise do Ciclo de Vida”, realizado de acordo com as diretrizes da norma ISO 14040 e submetido, depois, a uma revisão crítica por um comité de peritos externos independentes, demonstrou que o benefício ambiental associado à rolha de cortiça Naturity® é significativamente superior ao dos outros vedantes em cinco dos sete indicadores analisados: Consumo de energia não renovável, emissão de gases com efeito de estufa, produção de resíduos sólidos, contribuição para a eutrofização das águas superficiais e contribuição para a formação de oxidantes fotoquímicos.

Realizado com base numa abordagem metodológica que considera o pior cenário possível para as rolhas de cortiça natural, o estudo apresenta conclusões particularmente relevantes num momento em que, tanto a indústria do vinho, como a sociedade em geral, estão cada vez mais conscientes da importância do uso de produtos mais ecológicos.

O resultado deste estudo vem reforçar as credenciais das rolhas de cortiça enquanto opção mais sustentável, sobretudo pelo seu contributo para a mitigação das alterações climáticas. Para António Rios de Amorim, presidente e CEO da Corticeira Amorim, o estudo “consolida, por um lado, a liderança global da Corticeira Amorim na área de I&D do segmento de rolhas e, por outro, as credenciais ambientais imbatíveis da cortiça.”