A Casa do Barroso, projecto criado em 2016, assinala o 10º aniversário de atividade e colaboração com o enólogo Márcio Lopes, com o lançamento do primeiro espumante, o Casa do Barroso Espumante Reserva 2024, feito a partir da casta Alvarinho. Com esta estreia, este projecto situado no lugar de Cunhas, na União de Freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas Cabeceiras de Basto, quer afirmar a identidade da sub-região de Basto, localizada no extremo oriental da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, bem como enaltecer a importância da referida variedade. “O que mais me entusiasmou neste projeto foi a oportunidade de explorar uma interpretação diferente do Alvarinho. Em Basto encontramos condições muito particulares, que se traduzem em vinhos de grande frescura, precisão e capacidade de evolução”, justifica Márcio Lopes em comunicado.
O projecto Casa do Barroso nasce a partir da vontade da família Barroso em reabilitar integralmente esta propriedade datada de 1730, reestruturar vinhas – hoje, com 6,2 hectares distribuídos por diferentes zonas do concelho de Cabeceiras de Basto. À frente está Jorge Barroso. Enfermeiro de formação, concilia desenvolvimento desta casa com a profissão de Enfermeiro no Hospital de Santo António, no Porto, e revela-se o elo entre o pai, Agostinho Barroso, o patriarca da família que, aos 89 anos, continua a acompanhar a evolução desta ligação à terra, e os filhos, Afonso e João Barroso, os representantes da continuidade da história desta casa para o futuro.




