As castas movem-se pelo mundo por influência de costumes ou modas. Quando os interesses do consumidor e produtor se juntam, ou ainda quando uma uva consegue reunir a preferência de todos, pode fazer enorme sucesso fora do seu país de origem. Em Portugal, é o caso da Syrah.

 

TEXTO Valeria Zeferino FOTOS Ricardo Palma Veiga

FILHA de variedades francesas pouco conhecidas, Dureza e Mondeuse Blanche, a Syrah esperou pacientemente pelo seu momento de glória. Na década dos anos 80 deu-se o início do boom desta casta, derivado, essencialmente a dois fenómenos: por um lado, o todo-poderoso Robert Parker descobriu que os tintos de Hermitage e Côte-Rotie não eram menos grandiosos do que Bordeaux ou Borgonha e generosamente atribuiu 100 pontos a alguns dos vinhos destas proveniências. Por outro lado, os vinhos encorpados, aveludados, quase mastigáveis e com vertente frutada bem presente vindos de Barossa Valley, na Austrália, conquistaram o paladar de muitos consumidores e tornaram-se uma grande moda em todo o mundo.

França e Austrália continuam a ser os países onde a casta tem maior expressão em termos de plantação e nível de reconhecimento mundial. Mas as plantações de Syrah aumentaram significativamente na África do Sul, Chile, Argentina e alguns estados da América do Norte, como Califórnia, Washington e Oregon, que deram origem a novos e bons exemplares desta casta. O Velho Mundo também não resistiu ao seu charme: a Syrah ganhou terreno em Espanha, Itália e na restante Europa. E Portugal não foi excepção.

Porquê Syrah?
Expressão e complexidade estão na base do seu sucesso. A Syrah origina vinhos de cor profunda e opaca, expressivos, geralmente tânicos e com acidez que não agride o palato. O estilo varia em função das condições climáticas e do trabalho enológico. Gosta de barrica e, ao contrário de muitas castas, dá-se bem quer com carvalho francês, quer com carvalho americano. Os aromas de mirtilos, amoras, pimenta preta, alcaçuz, fumo e couro constituem o cartão-de-visita desta casta.

A Syrah permite igualmente uma grande variedade de estilos. Em sua casa, no Norte do Rhône, a casta chama-se “Syrah” e no lado contrário do mapa, na Austrália, é conhecida como “Shiraz”. Aos aromas típicos de Syrah do Rhône juntam-se nuances de framboesa, violetas, cominho, tomilho, cravinho e funcho, enquanto no Shiraz australiano desenvolvem-se mais notas de café e chocolate preto em cima de cereja preta, ameixa preta e amoras, muitas vezes acompanhados por um toque de eucalipto. No resto do mundo são utilizados os dois nomes, e de certa forma, indicam o estilo de vinho, mais próximo do Velho Mundo ou mais orientado para o Novo Mundo, embora esta divisão não seja rígida. Os actuais responsáveis por duas marcas que, nos anos 90, inauguraram a “tendência Syrah” em Portugal, contaram-nos as razões da manutenção da aposta nesta casta. Para Diogo Campilho, da Quinta da Lagoalva, na região do Tejo, ela é “elegância, fruta, especiarias, taninos suaves e maduros”. Já Hamilton Reis, da alentejana Cortes de Cima, destaca a qualidade dos vinhos obtidos através desta uva – são “densos, ricos, plenos de fruta e texturados em boca” –, acrescentando que possuem “o corte perfeito da acidez que equilibra a sua força, originando vinhos plenos e elegantes”. Hamilton Reis aponta ainda “a nobreza da evolução, originando vinhos complexos e harmoniosos com potencial de crescimento em garrafa durante 10, 15, 20 anos”.

Chegou, viu e venceu
Sendo desde há muito uma casta de reconhecimento mundial, a Syrah era pouco conhecida em Portugal até aos anos 90 do século passado. Começou por ser uma experiência de algumas casas mais arrojadas e, actualmente, ultrapassou já as plantações de uvas clássicas como Tinta Barroca, Vinhão/Sousão e Alvarinho. Ocupa uma área de 5.295 hectares, o que representa 3% das plantações do país, e está entre as 10 castas tintas mais plantadas de Portugal, sendo de longe a “estrangeira” mais plantada na última década.

De acordo com os dados do IVV, reportados a 2016, o Alentejo lidera nas plantações de Syrah, com 2.074ha. Nesta região, a Syrah acompanhou um grande crescimento da área de vinha e passou a ser a 4ª casta mais plantada, precedida apenas por Aragonês, Trincadeira e Alicante Bouschet, como refere a CVR Alentejana. A região de Lisboa conta com 1.698ha e no Tejo a Syrah ocupa 622ha.

Passadas mais de duas décadas de presença em Portugal, a dinâmica continua positiva. Produtores, viticultores e enólogos conhecem-na bem e sabem o que dela esperar. No mercado existe uma extensa gama de vinhos varietais de Syrah, que, na sua maioria, têm personalidade e uma óptima expressão da casta, como confirmámos neste painel.

É claro que no futuro próximo se irá continuar a falar muito desta casta que teima em não sair da região (ao contrário de outras que se espalharam pelo país) mas o Dão é rico também por causa da diversidade que as suas vinhas velhas apresentam. Ali podem encontrar-se castas como a Terrantez, a Rabo de Ovelha, a Branda, o Cerceal-Branco ou o Semillon – e é da complementaridade entre estas variedades, quase sempre residuais nas vinhas velhas, com as que predominam nos vinhedos que nascem a complexidade e a riqueza da região.

Hoje, podemos afirmar que Syrah já não é uma variedade de “experimentar”, mas sim um valor seguro, mercê do conhecimento adquirido ao longo dos anos. A Syrah, claramente, veio para ficar.

Na vinha e na adega
A Syrah prefere clima quente, mas não gosta de calor em demasia. É uma casta vigorosa, produtiva e bastante resistente a doenças. Floresce tarde, evitando desta forma, possíveis geadas e granizo. Amadurece relativamente cedo, acelerando bastante a maturação depois do pintor, o que deixa uma janela de oportunidade algo reduzida para apanhá-la antes que fique sobremadura.

O facto de a Syrah ser uma casta pouco caprichosa e amiga do viticultor pode traduzir-se num vigor excessivo e mostos com pouca expressão ou, ao contrário, se não for vindimada a tempo, pode originar mostos pesados e alcoólicos. Os produtores abordados sobre este tema sublinham que o controlo, atento e continuado, dos níveis do vigor e de stress/conforto hídrico, é essencial para garantir o fruto equilibrado que se traduz na qualidade e na melhor expressão da casta.

Quando se trabalha com Syrah é fundamental haver uma particular atenção aos níveis de extracção, condicionando temperaturas (estando elevadas, há maior poder de extracção e com maior rapidez), macerações pré e pós-fermentativas e formas físicas de extracção, como a remontagem, por exemplo. “Os exageros são pagos com vinhos duros, pesados e neutros”, repara Hamilton Reis.

Notas resinosas e tostadas podem facilmente transformar-se em cheiro de borracha queimada, os taninos podem tornar-se muito duros e os tão característicos “chocolate” e “pimenta” podem ficar amargos e agressivos. Por outro lado, uma extracção amorfa compromete a profundidade em boca, bem como a plenitude aromática da casta.

Syrah no Tejo
No início dos anos 90 do século passado, quando a região ainda se chamava Ribatejo, na Quinta da Lagoalva de Cima aventuraram-se a plantar Syrah.

Naquela altura trabalhava na quinta um enólogo francês, que já há muito falava nessa casta. Mas faltava um impulso ou uma certeza de que iria dar certo. Foi um grande artigo na “Wine Spectator” sobre a casta Syrah, que um dos proprietários leu em viagem aos Estados Unidos, que deu o tal impulso. Aquele artigo referia as qualidades da casta, a sua expansão na Austrália e previa um grande boom mundial. Sem hesitar, compraram as plantas num viveirista em França e a aventura começou.

A casta deu-se bem em solos arenosos, que são pobres e drenam bem. Sendo pouco férteis, ajudam a controlar a produção e as novas tecnologias facilitam a tarefa.

Na Quinta da Lagoalva controlam a quantidade de água disponível no solo através de sondas. Desta forma conseguem saber a que profundidade está a água em relação às raízes, para dosear bem a quantidade necessária. Tentam criar algum stress hídrico para promover o equilíbrio na planta e assegurar a concentração do fruto.

Para melhorar a exposição solar dos cachos, tiram folhas do lado nascente para potencializar a acção do sol da manhã, que queima menos do que o sol da tarde. Quando é necessário, praticam monda em verde. Este ano, por exemplo, não foi preciso. Procuram manter a produção dentro das 7-8 toneladas/ha.

O clima do Tejo é bastante quente durante o dia, mas as noites são frescas, originando uma maturação prolongada e equilibrada, o que permite amadurecer bem os taninos e manter ao mesmo tempo a estrutura ácida para garantir a frescura no vinho.

A quinta não produz monovarietal de Syrah todos os anos, pois um bom ano para esta casta é quente e seco, o que, no Tejo, que tem bastante humidade, nem sempre acontece. Quando não fazem monocasta, a Syrah entra nos lotes, onde também se comporta com dignidade.

O tipo de madeira mais utilizado é a francesa. Para evitar sobrecarregar o vinho, é adoptado um lote composto por barricas novas e barricas de segundo e terceiro ano. A extração na Syrah é bem-vinda, mas não pode ser em demasia.

Syrah no Alentejo
Hoje em dia já começa a ser difícil encontrar um lote no Alentejo sem Syrah. É uma casta popular e muito bem aceite por produtores e consumidores. A história da casta na região começou com Cortes de Cima, que procurou “traduzir o princípio básico da casa: plantar as castas certas no terroir certo”.

Segundo Hamilton Reis, os estudos de solos e clima, realizados antes da plantação, foram cruzados com as necessidades de diversas castas. A este despiste juntaram-se os estilos de vinhos idealizados. E a Syrah revelou-se como uma das mais aptas e capazes de reunir todos os pontos. Avançaram com Syrah, mesmo não sendo esta, à época, autorizada nos regulamentos para vinho Regional Alentejano. A primeira Syrah da vindima de 1998 foi assim engarrafada “incógnita” e o vinho apelidado como tal (Incógnito, a marca).

A região da Vidigueira, com os seus dias quentes e soalheiros e as suas noites mais frescas graças a alguma brisa atlântica retida pela Serra do Mendro, reúne condições favoráveis à perfeita maturação da casta.

A forma de condução também é importante. Hamilton Reis refere que em Cortes de Cima “a forma de condução da vinha é mais elevada em relação ao convencional no Alentejo”, o que “permite afastar a fruta da zona de calor nocturna (o solo) e ajuda a um mais rápido arrefecimento”. Para além disto, ao abrir mais a vinha controla-se melhor o vigor e possíveis focos de doença.

“A barrica tem um papel de acompanhamento e não de sobreposição, contactos curtos (até 8 meses) em carvalho francês de primeiro e segundo uso em proporções cuidadas. No caso de reunião em lote, a profundidade e força da Syrah permite trabalhos de madeira mais longos, resultando em vinhos estruturados e com capacidade de servirem de ponto de equilíbrio entre diferentes castas”, afirma Hamilton Reis.

Syrah no Douro
A Syrah conquistou até algumas das regiões mais tradicionalistas, como é o caso do Douro, onde já existem 33ha desta casta.

Na Quinta do Noval, por influência do proprietário (AXA Millésimes), plantaram-se várias castas francesas – Cabernet Sauvignon, Mourvèdre, Petit Verdot e Syrah –, das quais as duas primeiras não passaram no casting. A Syrah, pelo contrário, adaptou-se facilmente ao clima quente e seco do Douro. Ela amadurece mais cedo do que as outras castas durienses (quase na altura das brancas) e tem de ser rigorosamente vindimada a tempo. Questionado sobre “em que estilo de Syrah se inspirou ao fazer o vinho Labrador: norte do Ródano ou Barossa Valley”, o enólogo da casa, António Agrellos, responde com humor e pragmatismo: “Segui o estilo Syrah do Douro.”

Na verdade, esta é também uma das principais razões do enorme sucesso da casta em Portugal, do Douro ao Algarve: a sua capacidade de adaptação a diferentes solos e climas, mantendo o carácter da uva sem esconder a região onde está plantada.

Curiosidades sobre a Syrah
• A Syrah está rodeada de mitos acerca do seu nascimento. Síria, Siracusa da Sicília e Shiraz da antiga Pérsia são algumas regiões e locais que, acreditava-se, deram origem à casta e ao seu nome.
• Petite Sirah não é sinónimo de Syrah, é uma outra casta francesa que também responde pelo nome Durif.
• Na Austrália, para além dos encorpados e muitas vezes amadeirados vinhos desta casta, é produzido um espumante – Sparkling Shiraz.

18 €22

Crasto Superior

Reg. Duriense Syrah tinto 2014
Quinta do Crasto

Aroma muito focado, revelando fruta fresca madura, como cereja preta e amora, bem casada com barrica de qualidade e com acabamentos de especiaria e chocolate. Cremoso na boca, bom corpo e concentração, tanino potente, mas sedoso. Final persistente com muita classe. Representa muito bem a casta, um vinho de que é impossível não gostar. (14,5%)

18 €15

Labrador by Quinta do Noval

Reg. Duriense Syrah tinto 2014
Quinta do Noval

Intensidade e elegância transparece no aroma, mostrando cereja preta e mirtilo. Barrica muito bem integrada que eleva a vertente aromática, no palato tem finesse e frescura graças ao tanino maduro de textura fina, extração no ponto e acidez firme. Final longo, persistente e fresco. Evolui muito bem no copo. (14%)

18 €28

Tributo

Reg. Tejo tinto 2014
Rui Reguinga

Syrah é a casta predominante (85%), acompanhada por Grenache e Viognier, ao estilo Vale do Rhône. Perfil do Velho Mundo, onde a fruta está entrelaçada com especiaria sem ser demasiado evidente. No aroma encontramos bagos silvestres, pretos e vermelhos, paprica, notas apimentadas e balsâmicas. Tanino firme com acidez a condizer e final com
muita persistência e poder. (15%)

17,5 €70

Incógnito

Reg. Alentejano tinto 2012
Cortes de Cima

Aroma profundo, onde se encontram geleia de mirtilo, tarte de frutos do bosque, chocolate preto e notas de funcho. Tanino maduro, muito polido e arredondado pelo tempo em garrafa. É um vinho com bastante personalidade e elegância e mostra bem o carácter da casta. (14%)

17 €9,99

Bacalhôa

Reg. Península de Setúbal Syrah tinto 2015
Bacalhôa

No nariz fruto maduro em camadas, ameixa, mirtilo, notas fumadas e minerais, com toque de alcatrão. Óptimo exemplo da casta, tem frescura e concentração e extração muito equilibrada. Final de boca bem persistente. (14%)

17 €11

Bombeira do Guadiana

Reg. Alentejano Syrah Escolha tinto 2015
Bombeira do Guadiana

Leves fumados no primeiro plano, balsâmicos de qualidade, fruta expressiva, toque floral elegante. Muito equilibrado, com boa estrutura, frescura e elegância, num perfil muito gastronómico, fino e com certa mineralidade. (14,5%)

17 €12,5

Onda Nova

Reg. Algarve Syrah tinto 2013
Adega do Cantor

Aroma complexo de ameixa preta, cereja preta, ervas secas, café, chocolate amargo e grafite. Muito bom volume de boca e concentração, corpo mastigável mas com muita elegância. Final de boca bastante longo e apimentado. É um vinho com raça. (15%)

17 €18,5

Quinta da Caldeirinha

Beira Interior Syrah tinto 2013
Aida Roda

Tosta no primeiro impacto, cereja preta, mirtilo, amora, estrutura tânica bem aliada à estrutura acídica, muito equilibrado, gastronómico e com uma rusticidade muito cativante. Final especiado (noz moscada e pimenta preta) e com grande frescura. (14%)

17 €28,57

Quinta Lagoalva de Cima

Reg. Tejo Syrah Grande Escolha tinto 2012
Soc. Agr. Quinta da Lagoalva de Cima

Um Syrah muito expressivo, com notas de frutos silvestres (amoras) bem maduros, leve balsâmico, ervas aromáticas e especiarias. O tempo de garrafa arredondou os taninos, dando-lhe cremosidade e textura. O conjunto revela-se bastante equilibrado e fresco, sempre com o fruto a comandar a prova. (14%)

17 €8,49

Quinta do Gradil

Reg. Lisboa Syrah tinto 2014
Quinta do Gradil

Aroma fino e fresco, com sugestões de borracha típicas da casta, mirtilo e groselha preta. Na boca é cremoso, com textura elegante, num estilo envolvente, delicioso e harmonioso. Final longo, guloso e fresco. (15%)

17 €27,99

S Esporão

Alentejo Syrah tinto 2012
Esporão

Aroma complexo de ginja, mirtilo, cânfora, barro húmido, café fresco e chocolate preto. Bom corpo e frescura, tanino maduro e sedoso. Final longo com ligeiras notas amargas de chocolate preto. Um vinho com classe. (14%)

16,5 €5,50

Adega de Pegões

Reg. Península de Setúbal Syrah tinto 2015
Adega de Pegões

Aroma com notas mentoladas e balsâmicas, fruta austera e sugestões de grafite. Apimentado no palato, denso e texturado, frescura conferida pela acidez a dar elegância ao corpo firme. (14%)

16,5 €5,99

Bridão

Do Tejo Syrah tinto 2015
Adega Cooperativa do Cartaxo

Aroma com notas vegetais, chá com bergamota, notas balsâmicas a fazer lembrar o estilo Velho Mundo. Muita elegância e firmeza no palato, tanino aveludado. Alguma perceção de doçura frutada, mas final seco e sério. (14,5%)

16,5 €12

Cabeça de Toiro

Do Tejo Syrah Reserva tinto 2014
Enoport

Muito fruto bonito e flores no aroma, tinta-da-China, nota vegetal e alfazema. Corpo médio, com leve percepção de doçura na boca. Um tinto bem elegante que termina com notas florais e frutadas. (14%)

16,5 €7,95

Grand Arte

Reg. Lisboa Shiraz tinto 2014
DFJ Vinhos

Fruta expressiva com notas balsâmicas no aroma apelativo. No palato surge nada pesado, bastante equilibrado em termos de corpo, tanino e acidez, com muito boa frescura no final de boca. (13%)

16,5 €15,50

Humanitas

Reg. Alentejano Syrah Reserva tinto 2014
José Rodrigues

Aroma elegante com bagos silvestres, folhas de louro e toque de borracha num perfil mais austero e sério. Na prova de boca surge o tanino macio, com atractiva envolvência e boa profundidade e persistência. (14%)

16,5 €8,99

Monte da Caçada

Reg. Alentejano Syrah tinto 2015
Casa Santos Lima

Aroma típico da casta com notas de pimenta preta, balsâmico, chocolate, amoras e mirtilos. No palato tem muito fruto, notas de barrica bem integradas, tanino redondo, consensual e apelativo no sabor. (14,5%)

16,5 €15

Monte da Ravasqueira

Reg. Alentejano Syrah + Viognier tinto 2013
Monte da Ravasqueira

Aromas de chocolate, cacau, fruta madura, fumados de barrica, notas de eucalipto e infusão de flores. Vinho de perfil moderno, com taninos sólidos mas bastante polidos, macio e arredondado, muito sedutor. (13,5%)

16,5 €10,70

Quinta de Arcossó

Reg. Transmontano Syrah tinto 2013
Quinta de Arcossó

Um pouco fechado no aroma, surgindo depois no copo um tom apimentado, ligeiras notas de caça, ervas aromáticas. Um Syrah sério, de estilo Velho Mundo, muito fresco no palato e elegante. (14%)

16,5 €22,50

Quinta da Romaneira

Reg. Duriense Syrah tinto 2015
Quinta da Romaneira

Aroma perfumado, com algum floral, sugestões de confeitaria, especiaria e
grafite. Leve, muito macio, com fruta muito pura e fresco na prova de boca. Fácil de gostar e com larga aptidão gastronómica. (14%)

16,5 €7,95

Quinta do Sobreiró de Cima

Reg. Transmontano Syrah tinto 2015
Quinta do Sobreiró de Cima

Aroma fino com fruto bonito, toque de baunilha no fundo e ligeiro floral cativante. Muita frescura na boca, concentração sem exagero, final longo, firme e apimentado. (14,5%)

16,5 €13

Quinto Elemento

Reg. Tejo Syrah Reserva tinto 2013
Quinta do Arrobe

Aroma delicado, com sugestões vegetais, nota química, algum fumado,
eucalipto e leve nota floral perfumada. Na boca mostra-se sedoso, profundo, com bastante frescura e firmeza. No final de boca há um leve sabor a azeitona preta que lhe dá carácter. (14%)

16,5 €6,49

Senses

Reg. Alentejo Syrah tinto 2014
Adega Cooperativa de Borba

Aroma de café torrado, frutos do bosque, folha de louro com fundo apimentado. Muito bom volume, textura suave apesar do tanino sólido e maduro, com boa acidez a fazer um conjunto muito harmonioso. (14%)

16,5 €23

Telhas

Reg. Alentejano Syrah tinto 2013
Terras de Alter

Aroma complexo de cereja preta, azeitona, folhas de louro, funcho e baunilha. Muito corpulento, com tanino maduro, um tinto opulento mas com acidez a dar frescura. Final longo e afirmativo. (14,5%)

16,5 €6,99

Vidigueira Ato IV A Inspiração

Alentejo Syrah tinto 2015
Adega Coop. Vidigueira

O aroma revela chá preto, ameixa, vegetal seco e ervas aromáticas. Carnudo na prova de boca, sumarento, com tanino seco mas maduro, todo o conjunto muito equilibrado e bem agradável. (14%)

16 €8,40

Quinta da Lapa

Reg. Tejo Syrah Reserva tinto 2014
Agrovia

Perfil diferente do habitual, com predominância de ervas aromáticas sobre a fruta. No aroma surgem licor de ginja, aneto, funcho e café, que continua com uma nota torrada no palato. Final com bela frescura. (14%)

16 €10

Quinta do Monte d’Oiro Lybra

Reg. Lisboa Syrah tinto 2014
José Bento dos Santos

Aroma frutado e floral de intensidade média. Na boca sente-se a fruta bem expressiva e limpa, sugestões de borracha e azeitona. Corpo médio, acidez muito equilibrada a dar frescura e boa presença no final. (13%)

16 €14,99

Quinta de Ventozelo Unoaked

IGP Duriense Syrah tinto 2016
Quinta de Ventozelo

Muito jovem ainda, intenso e exuberante no aroma, cheio de fruta expressiva, como groselha, algum floral e confeitaria. O perfil intensamente frutado atravessa toda a prova, é um vinho franco e descomplicado, com poder de atracção. (14,5%)

15,5 €14,25

Quinta do Valdoeiro

Bairrada Syrah tinto 2015
Soc. Agr. Com. Vinhos Messias

Fechado no aroma com sugestões vegetais de sardinheira, folha de louro e amoras. Corpo delicado, num registo leve e fresco, cortado por acidez vincada no final. (12,5%)

15,5 €7,99

Quinta de Vale de Fornos

Do Tejo Syrah Reserva tinto 2015
Soc. Agr. Vale de Fornos

Aroma de fruta confitada, frutos silvestres, bolo de chocolate. Abaunilhado na boca com tanino firme, corpo médio e álcool um pouco elevado para o conjunto. Final suave e redondo. (15%)

Deixe o seu comentário

Please enter your comment!
Please enter your name here