Em Peso da Régua, região do Douro, a Granvinhos abre oficialmente as portas daquela que chama de ‘adega do futuro’. Trata-se da Adega do Cedro, erguida da Quinta do Cedro, cujo investimento total ascendeu a 27 milhões de euros, dos quais cerca de 19% teve a comparticipação do Plano de Recuperação e Resiliência.
Com a finalidade de processar 8000 toneladas de uva e a função de produção de vinhos do Porto e Douro, reúne “um conjunto de inovações tecnológicas que permitem maximizar o potencial qualitativo das uvas provenientes de cerca de 800 viticultores, distribuídos por oito concelhos da Região Demarcada do Douro, que nos confiam a sua produção”, nas palavras de Jorge Dias, Director-Geral do grupo. Dentro das acções inovadores desta unidade industrial, destacam-se a automatização e o desenvolvimento de processos, que, ao mesmo tempo, incrementam a segurança e minimizam a dependência de mão de obra; a reutilização de 50% das águas residuais; a instalação de uma central de energia fotovoltaica; e a implementação equipamentos que contribuem para a redução até 40% das necessidades energéticas da adega. O objectivo é reforçar o compromisso com a sustentabilidade no âmbito do sector vitivinícola nacional. Paralelamente à funcionalidade, este edifício de grande dimensão, cujo projecto é projeto assinado pelo arquiteto Alexandre Burmester, cumpre os critérios de enquadramento paisagístico.
Recorde-se que o grupo Granvinhos integra no universo dos vinhos do Porto, do Douro, Verdes, de Lisboa e da Madeira, a par com o enoturismo, o qual converge com o grupo francês La Martiniquaise Bardinet, detido pela família Cayard.




