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Adega de Borba sopra 65 velas

Foi a 30 de Abril de 1955 que o Alentejo viu um grupo de viticultores fundar a primeira adega cooperativa da região, a Adega Cooperativa de Borba.

São vários os marcos cronológicos assinaláveis:

Em 2012, um marco importante: a conclusão da nova adega, 14 hectares de terreno que incluem dois polos, um centro de vinificação de tintos e um armazém de produto acabado.

Em 2014, deu-se um investimento em equipamentos modernos, para a criação de vinhos topo de gama: mesa de selecção de uvas com escolha por tecnologia óptica, vinificação de pequenos lotes e aumento do espaço para estágio dos vinhos em tonéis.

Em 2019, a Adega de Borba fez um investimento avultado em painéis fotovoltaicos, o que a permite assegurar a sua própria energia durante grande parte do anos. “A preocupação ambiental tem merecido a nossa especial atenção, o que nos tornou pioneiros no Programa de Sustentabilidade dos Vinhos do Alentejo”, diz a empresa. Também nesse ano, em Fevereiro, inaugurou o Restaurante Adega de Borba.

Seis décadas depois, a Adega conta com cerca de 270 viticultores, e produz 1,2 milhões de caixas de 9 litros, com vinhos que provêm de 2300 hectares de vinha, em que estão plantadas 70% de castas tintas e o restante de brancas. Dos quadros da Adega, fazem parte 70 colaboradores que, tal como os 270 viticultores associados, têm as famílias envolvidas directa ou indirectamente no negócio. De relembrar que as adegas cooperativas têm, em Portugal, um papel social e económico muito importante nas zonas onde se encontram, precisamente por grande parte da população dessas zonas estar, em quase todos os casos, dependente dessas instituições.

Dentro das suas marcas, destaca-se o vinho Adega de Borba; Adega de Borba Reserva “Rótulo de Cortiça”, uma marca com mais de 50 anos; Montes Claros, que remonta a 1945; Convento da Vila, com boa relação preço/qualidade; a gama de monovarietais com o nome Senses; e Quintas de Borba, uma homenagem às pequenas quintas tradicionais da região de Borba.

Mariana Lopes

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